sexta-feira, 15 de abril de 2016

Vídeo de Dilma: Golpe é a tirania dos mais corruptos

15.04.2016
Do canal do blog CONVERSA AFIADA, no Youtube

A palavra Golpe estará na testa dos traidores


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Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=EMpV9lDFWSo

Cunha é o vergonhoso preço que os golpistas aceitaram pagar!

15.04.2016
Do blog O CAFEZINHO
Por Flávia Marreiro, no El País

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Com a pouca qualidade da oposição, que nem na maior recessão em décadas conseguiu capitalizar apoio próprio relevante, seria impossível imaginar um trâmite tão célere e preciso do impeachment sem o maestro Eduardo Cunha. Réu na Lava Jato, com milhões não declarados na Suíça e gastos de sultão, está na posição central da legislação brasileira para por um mandatário nas cordas: a presidência da Câmara.
Como lembrou o cientista político Leon Victor de Queiroz, o cargo é mais importante do que o de ministro da Casa Civil. Não só pelo poder de aceitar ou não pedidos de impeachment, mas pelo comando da agenda real do país. A presidenta Dilma Rousseff poderia ter considerado isso se pensasse mais em estratégia política do que na lógica da guerra e resistência que a parece guiar.
Ainda assim, é vergonhoso que as principais lideranças da oposição - entre elas Fernando Henrique Cardoso que repete que "infelizmente" temos de fazer o impeachment -, tenham aceitado sem maiores dramas essa aliança carnal com Eduardo Cunha. Sem esse pacto, seria muito difícil que mesmo o habilidoso Cunha tivesse conseguido se livrar tão bem até agora do seu processo de cassação.
A imprensa estrangeira e parte da nacional se estarrece na hora de descrever a ficha corrida dele e dos aliados que comandarão o Big Brother da destituição até domingo na Câmara. Têm ainda mais dificuldades para esclarecer, afinal, do que se tratam os decretos e atrasos de pagamentos pelos quais, juridicamente, a Câmara se apressa em dizer que há motivos para afastar a presidenta.
Das multitudinárias manifestações que sacudiram o Brasil no último ano e meio, o ponto comum relevante, mostrou o Datafolha, é que mais de 95% quer a queda de Cunha, um consenso bem maior do que em torno do impeachment. Para parte deles e do sistema político, no entanto, venceu a praticidade: “Vamos derrubar Dilma e depois a gente vê”.
O problema, como demonstrou a bizarra reunião em que o PMDB encenou uma saída da base governista, é que Cunha não quer sair da foto. Ele sabe tudo que fez para conseguir a derrubada do Governo para justamente agora livrar seus sócios deste constrangimento.
Os ministros do Supremo, tão cruciais nessa crise, também não terão conforto ao mirar a cena histórica. Está nas mãos deles desde dezembro um pedido do procurador-geral, Rodrigo Janot, que pede o afastamento de Cunha por abuso no exercício da função. O STF bem poderia dizer que não há como intervir neste caso, questão interna do Legislativo, mas nós tínhamos o direito de conhecer esse veredito antes de que Cunha comande o rito mais radical da nossa democracia. Não decidir é decidir. Como, aliás, fez a Corte ao determinar que a questão da posse de Lula só será julgada em 20 de abril, dias depois da votação. Para todos os efeitos, é uma vitória do magistrado Gilmar Mendes, que com uma decisão individual tomada às 21h de uma sexta-feira e às vésperas de um recesso conseguiu bloquear a iniciativa da presidenta até agora. A importância dessa decisão só perde para outra igualmente monocrática e crucial: a do juiz Sérgio Moro de liberar os áudios de Lula e Dilma um dia antes da posse prevista do presidente. Pedir desculpas, nesse caso, soa no mínimo cínico.
Por fim, os aliados do vice-presidente Michel Temer tentam acalmar os mais desconfortáveis garantindo que, ao menos, Cunha não será mais presidente da Câmara depois que o serviço estiver feito. Pode ser, mas não faltará em seu círculo quem avalie que seria burro tirar um político tão competente e com um comando ímpar da Casa justamente quando se promete aprovar projetos que necessitam de grande número de votos. Se a pauta for, finalmente, um ajuste fiscal e reformas palatáveis ao empresariado e ao mercado, duvido que haja patos gigantes infláveis contra o peemedebista. Como se diz em espanhol, amanecerá y veremos.

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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2016/04/15/cunha-e-o-vergonhoso-preco-que-os-golpistas-aceitaram-pagar/

Atacado dentro e fora do Brasil, golpe do Sindicato dos Ladrões para barrar a Lava Jato tem futuro incerto; Lula, ruas e Facebook definem o jogo nas próximas horas

15.04.2016
Do blog VI O MUNDO

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No dia da busca e apreensão na sede da torcida, comandada pessoalmente pelo secretário de Segurança Alexandre de Moraes, a Gaviões da Fiel foi ao Anhangabaú protestar pela CPI da Merenda; os memes que voam pela internet são a principal arma dos opositores para comunicação rápida de seus pontos-de-vista
Da Redação
O golpe do Sindicato dos Ladrões para derrubar Dilma Rousseff e acabar com a Operação Lava Jato foi intensamente bombardeado nas últimas horas.
A mídia brasileira não deu a dimensão dos protestos que estão acontecendo, mas o Brasil já não depende tanto dela: as redes sociais fizeram o trabalho de disseminar as manifestações dentro e fora do País.
Em reportagem de capa, o New York Times revelou aos norte-americanos que a derrubada de Dilma é promovida por corruptos. “Legisladores brasileiros que tentam derrubar Dilma enfrentam suas próprias denúncias de corrupção”, disse o diário norte-americano.
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NYTimes e Le Monde: O golpe cheira mal
Em reportagem de Flávia Marreiro, o influente diário espanhol El País foi além: Eduardo Cunha, o preço vergonhoso que a oposição aceitou pagar:
Ainda assim, é vergonhoso que as principais lideranças da oposição — entre elas Fernando Henrique Cardoso que repete que “infelizmente” temos de fazer o impeachment –, tenham aceitado sem maiores dramas essa aliança carnal com Eduardo Cunha. Sem esse pacto, seria muito difícil que mesmo o habilidoso Cunha tivesse conseguido se livrar tão bem até agora do seu processo de cassação.
A imprensa estrangeira e parte da nacional se estarrece na hora de descrever a ficha corrida dele e dos aliados que comandarão o Big Brother da destituição até domingo na Câmara. Têm ainda mais dificuldades para esclarecer, afinal, do que se tratam os decretos e atrasos de pagamentos pelos quais, juridicamente, a Câmara se apressa em dizer que há motivos para afastar a presidenta.
Correspondentes internacionais de diferentes países têm manifestado perplexidade com o fato de que políticos diretamente acusados de receber propina no escândalo da Petrobras tenham se unido para derrubar a presidente com a vaga acusação de “pedaladas fiscais”.
Manobras nos bastidores da Câmara para livrar Eduardo Cunha de cassação deram maior credibilidade à ideia de que um Sindicato de Ladrões se reuniu para dar o golpe e enterrar a Operação Lava Jato.
Primeiro, o deputado Fausto Pinato renunciou à sua vaga no Conselho de Ética alegando que havia trocado o PRB pelo PP. Em seguida, a deputada que o substituiu, Tia Eron, da Bahia, elogiou Eduardo Cunha pela “produtividade” na presidência da Câmara. Se obtiver o voto dela, Cunha terá vantagem de 11 votos a 9 no Conselho e preservará o mandato. Horas depois destas mudanças súbitas, vazou uma detalhada delação sobre propinas de R$ 52 milhões pagas a Cunha na Lava Jato através de contas no Exterior.
A essa altura, em nome de Deus e tendo ao fundo o deputado Jair Bolsonaro, Cunha já tinha dado andamento à sessão do Congresso que pode resultar na cassação de Dilma Rousseff. A votação está prevista para acontecer no domingo.
Questões políticas locais podem alterar significativamente a disputa. O vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), confirmou esta noite que votará contra o impeachment atendendo a um apelo do governador Flávio Dino, do PCdoB. Maranhão é opositor do ex-senador José Sarney em seu estado. Com a entrada de Sarney e da filha Roseana na campanha pela derrubada de Dilma, Maranhão decidiu marcar posição contrária. Com ele votariam outros 12 deputados do PP.
A própria Folha de S. Paulo anunciou que a oposição teria, hoje, 340 dos 342 votos necessários para abrir o processo contra Dilma e remetê-lo ao Senado. Porém, nesta contabilidade não considerou os 12 pepistas que teriam decidido acompanhar Maranhão. Parlamentares do PT continuam insistindo que Dilma tem os votos necessários para barrar o processo. O líder do PT na Câmara, José Guimarães, disse que a oposição “sentou na cadeira [de Dilma] antes do tempo”.
O principal veículo dos que se opõem ao golpe tem sido as redes sociais, por onde voam memes, fotos, vídeos e abaixo-assinados de todos os cantos do Brasil.
Segundo ela, são informações desconhecidas dos brasileiros que dependem das emissoras de TV brasileiras para obter informações.
Adelaide fez uma longa lista de reportagens, como as que aparecem abaixo:
O jornal francês Le Monde traz uma matéria retratando o perfil do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), destacando que ele é um “homem dos bastidores” e um “profissional da política e das intrigas parlamentares”, e que o peemedebista não possui sequer 3% das intenções de voto, mas que ainda assim poderá assumir a chefia do Executivo brasileiro, caso a presidente venha a ser afastada. O Le Monde salienta, ainda, que Cunha quer transformar a votação deste domingo em um espetáculo midiático, transmitido pela Rede Globo, de maneira a pressionar os parlamentares a votar pelo afastamento da presidente Dilma — Le Monde — França;
“Instamos as autoridades judiciais a agirem escrupulosamente dentro dos limites do direito internacional e nacional, e a evitarem tomar posições político-partidárias. Preocupa-nos o desenvolvimento de um círculo vicioso que possa desacreditar tanto o executivo como o judiciário, causando assim sérios prejuízos de longo prazo para o estado e para as conquistas democráticas feitas nos últimos 20 anos, durante os quais o Brasil foi governado sob uma constituição que prevê fortes garantias dos direitos humanos.” — do Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos;
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, divulgou uma declaração na qual diz ser favorável à garantia do mandato da presidente Dilma Rousseff, à continuidade da Operação Lava Jato e afirma que “nenhum magistrado está acima da lei”. 
Além da intensa militância de adversários do golpe nas redes sociais, uma ampla agenda de manifestações contra o impeachment será cumprida até domingo, garantindo um fluxo de informações contra o golpe. Essa combinação tem permitido enfrentar o apoio maciço da mídia corporativa à dupla Michel Temer-Eduardo Cunha. A disputa, como se vê, permanece indefinida.
Uma planilha do governo exibida no final da tarde da sexta-feira garantia 179 votos a Dilma, 9 a mais que o necessário para barrar o processo. O Planalto conta ainda com a ausência de cerca de 20 deputados, candidatos a prefeito que não gostariam de se expor na votação. A mais recente contabilidade do diário conservador Estadão diz que a oposição tem 343 votos pela abertura do processo, um a mais que o necessário.
Só a votação em si vai determinar quem tem razão, já que a soma dos votos que os dois lados dizem ter conquistado ultrapassa o número existente de deputados, 513.
Leia também:
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/atacado-dentro-e-fora-do-brasil-golpe-do-sindicato-dos-ladroes-para-barrar-a-lava-jato-tem-futuro-incerto-ruas-e-facebook-definem-o-jogo-nas-proximas-horas.html

Reportagem do NYT sobre golpe no Brasil cita o que a mídia nacional esconde

15.04.2016
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

New York Times denuncia corruptos por trás do golpe contra Dilma. Jornal norte-americano mostra aquilo que a imprensa tradicional brasileira esconde: presidente não cometeu crimes, mas é atacada por políticos que respondem na Justiça por uma série de ilicitudes

new york times impeachment dilma golpe


Em reportagem publicada  na última terça-feira (12), oThe New York Times destaca a votação do relatório de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na segunda-feira (11) e reforça: “Deve-se lembrar que Dilma é uma das raras figuras políticas no Brasil que não estão enfrentado acusações de enriquecimento pessoal ilícito.”

O jornal americano informa que a votação que ocorrerá neste fim de semana, no domingo (17), aponta para uma nova etapa volátil na crise política do Brasil.

“Se a medida de impeachment for aprovada na Câmara, o processo seguirá para o Senado, que decidirá o futuro da presidente. Se o Senado opta por avançar, Dilma será suspensa e substituída pelo vice-presidente, Michel Temer.”

Em nova matéria publicada nesta quinta-feira (14),, o mesmo The New York Times, através dos jornalistas de Simon Romero e Vinod Sreeharsha, destrincha quem são os parlamentares que estão por trás da tentativa de golpe em curso no Brasil.

O jornal norte-americano chama a atenção para o fato de que Dilma Rousseff nunca foi denunciada por corrupção em toda a sua carreira política, mas que seus detratores respondem na Justiça por uma série de crimes, com fraudes eleitorais, enriquecimento ilícito e desvio de dinheiro público.

com informações de EBC e Revista Fórum
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/04/reportagem-do-nyt-sobre-golpe-no-brasil-cita-o-que-a-midia-nacional-esconde.html

NÃO VAI TER GOLPE: MILITÂNCIA SE REVOLTA CONTRA APOIO DO PSB AO GOLPE

15.04.2016
Do blog BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/225668/Milit%C3%A2ncia-se-revolta-contra-apoio-do-PSB-ao-golpe.htm

FIESP, KRUEL E TEMER TUDO A VER: Fiesp subornou general para trair Jango, diz coronel à Comissão da Verdade de SP

15.04.2016
Do portal ÚLTIMO SEGUNDO, 18.02.2014
Por  iG São Paulo 

Coronel reformado denunciou que o general Amaury Kruel, ex-ministro da Guerra do ex-presidente João Goulart, teria recebido U$ 1,2 milhão para apoiar golpe em 1964

O coronel do Exército reformado Erimá Pinheiro Moreira denunciou que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) teria subornado o então comandante do 2º Exército, general Amaury Kruel para que ele traísse o ex-presidente João Goulart e apoiasse o golpe militar. Em seu depoimento à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, nesta terça-feira (18), Moreira disse estar presente quando Kruel, ex-ministro da Guerra de Jango, recebeu em U$ 1,2 milhão (R$ 2,4 milhões, em valores atualizados) do então presidente da Fiesp Raphael de Souza Noschese, no dia 31 de março de 1964.
General Amaury Kruel, subornado pela mesma  FIESP golpista de hoje, traiu em 64,  Jango( á esquerda), por 1,2 milhão de dólares
Moreira era major farmacêutico na época e servia no Hospital Geral Militar, e cedeu seu laboratório particular, na Aclimação, para uma reunião secreta de Kreul com Noschese. Até então, "Kruel dizia que morreria em defesa de Goulart", relata o coronel Moreira. “Ele foi subornado”. O coronel conta que Noschese chegou ao seu laboratório acompanhado de três homens, cada um com duas maletas. Temendo pela segurança do general, Moreira exigiu a abertura das malas, que estavam repletas de notas de dólares.
Depois de se reunir com Noschese, Kruel ordenou que as maletas fossem colocadas no porta-malas de seu carro, o que foi feito com a supervisão do próprio coronel Moreira, e deixou o local com cinco militares batedores que conduziam motocicletas. Horas depois, Kruel anunciou o apoio ao movimento que depôs Goulart.
Michel Temer, assim como Kurel,também traiu a Presidenta Dilma,
e é, hoje, o principal golpista ao lado de Eduardo Cunha
Moreira diz que acreditava que o dinheiro seria usado para organizar a resistência ao golpe militar, e questionou em reunião com oficiais do Exército, se Kruel havia embolsado o dinheiro.
Moreira relata que foi colocado na reserva após questionar o episódio e passou a ser vigiado por homens do Dops e do 2º Exército. O coronel também declarou à Comissão da Verdade, comandada pelo vereador Natalini (PV), ter recebido a informação de que Kruel usou o dinheiro do suborno para comprar duas fazendas na Bahia.

Leia tudo sobre: Comissão da Verdade • Jango
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Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-02-18/fiesp-subornou-general-para-trair-jango-diz-coronel-a-comissao-da-verdade-de-sp.html

VICE DA CÂMARA ABANDONA CUNHA E TEMER E ANUNCIA VOTO PRÓ-DEMOCRACIA

15.04.2016
Do portal MARANHÃO247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/maranhao247/226261/Vice-da-C%C3%A2mara-abandona-Cunha-e-Temer-e-anuncia-voto-pr%C3%B3-democracia.htm