sexta-feira, 8 de abril de 2016

SINDSPREV/PE:Assembleia aprova realização de ato público nesta quinta-feira (14/04)

08.04.2016
Do porta do SINDSPREV/PE
Por  Wedja Gouveia da Redação. do Sindsprev/PE

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Irineu Messias, Francisca Alves(CNTSS/CUT) e Jeane Gonçalves(CUT/PE)

Em assembleia realizada na tarde da última sexta-feira, dia 08, no auditório do sindicato, os servidores da base do Sindsprev/PE decidiram aderir ao Dia Nacional de Luta, a ser realizado na próxima quinta-feira, dia 14.
Neste dia, o Sindicato irá se incorporar as demais entidades do serviço público para realização de uma grande manifestação. O local e hora do protesto será definido nesta segunda-feira (11) em reunião no Fórum dos Sindicatos de Servidores Públicos da CUT.
O principal ponto de pauta da mobilização é contra os ataques aos direitos dos servidores públicos por parte do governo com a apresentação do PLP 257/2016 e exigir o cumprimento dos acordos firmado, fruto da greve dos servidores do INSS e Ministério da Previdência.
Em todo o país, diversas categorias realizarão mobilizações, organizadas pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef), que reúne representantes de servidores federais. Em Brasília, acontecerá um grande ato público contra o PLP, em defesa de serviços públicos de qualidade para a população e dos direitos dos servidores. A concentração na capital federal está prevista para as 9h, no Anexo III da Câmara dos Deputados.
O PLP que tem como proposta alongar a dívida pública dos estados e vem acompanhado de condicionantes que provocam uma profunda reforma administrativa, enfraquecem o setor público e atacam direitos dos trabalhadores.
Mais de 200 emendas já foram apre-sentadas ao projeto que segue com votação em regime de urgência constitucional. Nos próximos dias, as entidades vão promover vigília e darão continuidade ao trabalho permanente e força tarefa no Congresso contra o PLP 257/16.
*Da Redação. do Sindsprev/PE.
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Fontehttp://www.sindsprev.org.br/index.php?categoria=noticias_principais_01&codigo_noticia=0000003744&cat=noticias

Estadão dá aula de como manipular um título

08.04.2016
Do blog TIJOLAÇO
Por FERNANDO BRITO

estadaomossack
Vejam o que faz o  Estadão sobre a Mossack Fonseca, estrela dos Panamá Papers.
E 22 demoradas linhas depois: Não há relação da offshore com o apartamento atribuído ao ex-presidente Lula.
A investigação da Mossack cita Lula em que, então?
Ou a Mossack apareceu na ânsia frustrada de “pegar” o Lula.
Porque os jornais brasileiros não se interessam pela farta documentação, mostrada aqui, no Viomundo e em outros blogs, que mostram que a polêmica mansão irregular de Paraty,  objeto de processo na Justiça Federal pertence a um empresa organizada pela Mossack Fonseca?
Por que a tentativa de ligar Lula a ela se, linhas adiante, se dirá que nada têm a ver?
Porque, lamentavelmente, não se faz jornalismo, faz-se uma campanha política de desmoralização que não conhece nem os limites da verdade nem os da ética.
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Fonte:http://www.tijolaco.com.br/blog/estadao-da-aula-de-como-manipular-uma-reportagem/

Programa Golpista é pior do que governo FHC

08.04.2016
Do blog CONVERSA AFIADA, atualizada às 13:48h 
Por Paulo Henrique Amorim

 Requião: Ponte para o Futuro “é o fim de todas as conquistas sociais”

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Conversa Afiada reproduz entrevista do senador Roberto Requião (PMDB-PR) ao Brasil de Fato:

Requião diz que Ponte para o Futuro não é documento oficial do PMDB

O senador define o plano como “ideias caducas que nunca deram certo em nenhum lugar”
O senador Roberto Requião (PMDB-PR), que está no mesmo partido há três décadas, é um crítico do Ponte para o Futuro(clique e leia o documento na íntegra),conjunto de propostas elaborado pelo partido como resposta à crise brasileira. O argumento do parlamentar é que o documento ataca a trajetória histórica da legenda e não pode ser considerado a posição oficial do PMDB.
“O documento não foi aprovado pela Fundação Ulysses Guimarães. Ele foi apresentado, mas foi alvo de tanta polêmica que nem foi votado. Tem gente dizendo que seria um documento oficial do PMDB, mas não é verdade. O PMDB tem uma história a zelar. Ela é muito diferente dessa Ponte para o Futuro”, disse Requião em entrevista ao Brasil de Fato. “São ideias caducas que nunca deram certo em nenhum lugar”.
Lançado em outubro de 2015, o texto deve ter uma continuação divulgada em breve. Conforme reportagem do Estado de São Paulo, a nova versão deve incluir um corte no subsídio ao setor industrial, o fim do uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para financiamento do Minha Casa, Minha Vida, a ideia deampliar a privatização do ensino médio e limitar o número de bolsas do Fies.
O conjunto de propostas vem sendo discutido como programa do PMDB caso o impeachment de Dilma Roussef (PT) se consolide. Além das ideias apresentadas, a legenda já articula uma possível composição ministerial. Entre os nomes aventados, consta o de Armínio Fraga – presidente do Banco Central de Fernando Henrique Cardoso (FHC) – para a Fazenda. Boa parte das ideias da Ponte consta em artigo publicado por Fraga em 2015.
Essa proximidade do plano com o pensamento do PSDB é parte das críticas do senador: “A origem das ideias contidas nesse documento é o neoliberalismo selvagem, oConsenso de Washington(clique aqui) Wall Street, a Febraban, a nova Fiesp do Skaf e, em especial, todos os prósperos membros da velha equipe econômica de FHC”. As comparações com os governos de FHC vão mais longe. É ainda mais radical do que fez FHC em seus terríveis mandatos. Seria o maior desastre social que já vivenciamos”, aposta Requião.
Para ele, é necessário defender uma política econômica alternativa. “Precisamos retomar uma política econômica desenvolvimentista, aumentar os investimentos públicos, reestruturar a dívida pública, controlar o movimento de capitais, investir em desenvolvimento tecnológico, reestruturar o sistema educacional, retomar o controle sobre os recursos petrolíferos, apoiar a reindustrialização, apoiar e democratizar os investimento em construção civil, fazer as reformas urbana agrária e reestruturar a economia para os recursos naturais de forma mais responsável”.
A reportagem procurou a Fundação Ulysses Guimarães para responder às críticas ao documento Ponte para o Futuro(clique aqui e leia a crítica a este documento) , mas não obteve retorno até a publicação da matéria.
Ponte para o passado?
A análise de Requião encontra eco no Parlamento e no ambiente acadêmico. Para Lindbergh Farias (PT-RJ), colega de Requião no Senado, “essas propostas acabam com o legado de Getúlio Vargas, Ulysses Guimarães e Lula”. “Os efeitos desse programa são destruição do Estado nacional, realinhamento geopolítico aos Estados Unidos, retrocesso nos direitos sociais e retirada dos direitos dos trabalhadores”.
A apresentação de tais bandeiras, segundo Farias, está relacionada com o embarque de setores do PMDB na defesa do impeachment. “É puro oportunismo. Antes da crise, o PMDB assumia como seus os avanços para o país a partir do governo Lula. Agora, assume o programa do PSDB. O programa Ponte para o Futuro nunca elegeria um presidente no nosso país. Esse programa é mais radical do que os documentos dos tucanos e só é viável politicamente via golpe”.
Gilberto Bercovici, professor de direito econômico da Universidade de São Paulo (USP), afirma que o programa reflete uma nova estratégia do partido. “São setores do PMDB querendo ganhar um espaço junto ao sistema financeiro, junto aos setores internacionais. É um programa com a cara do PSDB”, afima.  
“A agenda do neoliberalismo está sendo retomada na América do Sul e no mundo. É por isso que estas propostas que são velhas estão reaparecendo como se fossem novas”, pontua João Sicsú, professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Para o economista, se implementada, as bandeiras em torno de um “Estado mínimo” podem levar o país a uma situação catastrófica. “Nós já conhecemos todas essas propostas de cortes em direitos sociais, em direitos trabalhistas, de redução do valor real do salário mínimo. Essas ideias nos levam para uma situação semelhante à da Grécia: elevação do desemprego e da miséria, dificuldades de reação por parte dos trabalhadores. Quando se promovem cortes de gastos sociais, o que se está fazendo é aumentar o espaço para o superávit primário – ou seja, aumentando a transferência de renda para banqueiros e rentistas. É a abertura de um processo de concentração de renda muito forte”.
A consequência pode ser mais atraso, aponta Bercovici. “A gente está brigando pela democracia e também para saber se o país, no século 21, vai ser uma fazenda e uma mina gigantes. [A proposta do PMDB] é uma ponte para o passado colonial”.
*Edição: Camila Rodrigues da Silva
LEIA MAIS: 
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Fonte:https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2016/04/08/programa-golpista-e-pior-do-que-governo-fhc-requiao-ponte-para-o-futuro-e-o-fim-de-todas-as-conquistas-sociais/

Dias sobre Gilmar: com ele, tucanos ganham

08.04.2016
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Ele entrou para o STF pela porta de trás
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O Conversa Afiada reproduz artigo de Mauricio Dias, extraído da Rosa dos Ventos, de CartaCapital:
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/dias-desnuda-gilmar-com-ele-tucanos-ganham

GLOBLOGOLPISTA E DESONESTA: Procurador que investigava tucanos era atacado pela mídia na era FHC

08.04.2016
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO
Por Rodrigo Aguiar, via facebook

Inversão de valores. Na era FHC, imprensa atacava procurador que investigava tucanos. Luiz Francisco de Souza chegava a ser ridicularizado pela grande mídia. Relembre

procurador investigava tucanos atacado mídia fhc globo
Luiz Francisco Fernandes de Souza, procurador do MPF (Imagem: Pragmatismo Político)

Tempos seletivos 

Se a indignação corrente contra casos de corrupção – a maioria ainda baseada em precárias denúncias de meliantes, barcos de lata e pedalinhos infantis – é seletiva, por que a memória não seria?
No início dos anos 2000, o procurador federal Luiz Francisco de Souza atazanava tucanos ligados ao presidente FHC.
Era RIDICULARIZADO pela chamada grande imprensa: um falso paladino, falso asceta (dirigia um fusca 1985) e petista. Tratamento não apenas diferente, mas CONTRÁRIO ao recebido pelos procuradores da operação lava jato.
O jornal O Globo era o mais preocupado com a -cito um editorial- “ofensiva contra a imagem do próprio presidente da República“.
Ao analisar ações de membros do MPF que se aproximavam do gabinete presidencial, o mesmo editorial dizia ser “incorreto que se confundissem INDÍCIOS COM PROVAS, possibilidades com certezas e, acima de tudo, DESEJOS COM FATOS“.
Os “desejos“, no caso, seriam as motivações político-partidárias do procurador. O Globo pedia calma. Estava correto.
Agora, encontre esse bom senso em quaisquer edições globais nos últimos anos.
O editorial é do dia 15 de agosto de 2000.
Segue (1) uma versão dele, na íntegra.
procurador investigação tucanos psdb atacado mídia desonesta
procurador-que-investigava-tucanos-era-atacado-pela-midia-na-era-fhc1
E (2) um trecho destacado, que me parece uma das maiores pérolas do esquecimento brutal que acometeu os outrora SENSATOS editorialistas de O Globo.
Sei que caixa alta parece grito, mas é necessário, creiam neste perplexo postante.
procurador investigação tucanos psdb atacado mídia desonesta

Ao criticar um procurador federal por excessos que estavam turvando a imagem do presidente, o Globo, em sua nobre página de opinião, naquele ancestral agosto, PUBLICOU isso:
” (…) o interesse público pede principalmente algo bastante elementar: que guardem suas denúncias PARA O FIM DO PROCESSO INVESTIGATÓRIO E NÃO AS ALARDEIEM NO INÍCIO, QUANDO SÃO AINDA SUSPEITAS.”
O editorial chega a sugerir uma revisão nas prerrogativas do Ministério Público garantidas na Constituição de 1988. E encerra com um galante FH falando à já notável repórter Mirian Leitão. Vale a pena a leitura, basta colar as colunas.
Dito isto, lido o editorial, te pergunto: QUE TAL?
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/04/procurador-que-investigava-tucanos-era-atacado-pela-midia-na-era-fhc.html