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domingo, 3 de abril de 2016

#panamaleaks: É preciso vazar o vazamento!

03.04.2016
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

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Estava na praia, trabalhando ao celular (vantagens de ser blogueiro), quando vejo notícias sobre os "Panamá Papers", chamado de "o maior vazamento da história".160403205022_panama_paper_mossack_fonseca__624x351_bbc_nocredit
Os arquivos da Mossack Fonseca, a maior parideira de offshores do mundo, foram vazados.
Minha empolgação, porém, não durou muito.
Os vazamentos estão em mãos de um jornal alemão e do ICIJ - The International Consortium of Investigative Journalists...
O ICIJ é uma organização que, ao que tudo indica, é controlada por interesses ligados ao governo americano.
Aparentemente, o status quo global arrumou uma maneira de lidar com os vazamentos a la Wikileaks e Snowden. Agora eles mesmo o fazem, mas de maneira controlada e seletiva, cumprindo uma série de interesses geopolíticos.
Pode ser um pouco de paranoia, mas eu estou convicto que entramos em tempos de tanta guerra de informação que a paranoia se tornou uma necessidade.
Tanto é assim que, no Brasil, apenas Fernando Rodrigues, do UOL, e o Estadão, jornalão da direita golpista, além de duas figuras da Rede TV, terão acesso aos dados do vazamento.
É um escárnio: a ICIJ tinha obrigação de incluir membros da imprensa progressista em seu rol de parceiros: alguém da Carta Capital, da Caros Amigos, um blogueiro, etc.
Se puderem, mandem email para contact@icij.org, pedindo mais pluralidade entre seus parceiros no Brasil.
Não tenho ilusões: os membros brasileiros do ICIJ só irão catar dados que possam alimentar suas narrativas golpistas.
Já começaram, aliás. O foco é o mesmo: as "empresas da Lava Jato". É ridículo. É o mesmo modus operandi dos vazamentos do HSBC, também fornecidos pelo ICIJ ao UOL: focaram apenas nas "empresas da Lava Jato".
Descobriu-se que os barões da mídia tinham contas secretas na Suíça, informação divulgada, estrategicamente, no dia seguinte a uma grande manifestação antigoverno.
Divulgaram um monte de coisa e abafaram imediatamente.
As empresas da Lava Jato se tornaram, para a imprensa brasileira, as únicas contra as quais se pode publicar denúncias, pois isso ajuda a fortalecer politicamente uma operação que se tornou a ponta-de-lança do golpe.
E a Lava Jato precisa ser constantemente fortalecida. Tem de ser endeusada pela mídia, como algo acima do bem e do mal. É a única maneira de salvá-la das denúncias inúmeras que enfrenta, de abusos, irregularidades, crimes de todo o tipo.
As "empresas da Lava Jato" são as mesmas que fizeram obras para governos tucanos, e estão envolvidas em todos os grandes escândalos, pelo simples fato de que são as principais indústrias brasileiras do setor de construção civil, o único setor que sempre se mistura, por razões óbvias, por razões inclusive democráticas, eu diria, com a política, porque são os governos que as contratam.
Elas poderiam ser chamadas também de "empresas do trensalão", por exemplo.
As empresas têm nome. Não são "empresas da Lava Jato".
Qual o sentido jornalístico em ligar os documentos da Mossack Fonseca à Lava Jato, uma operação ilegal, golpista e acusada inclusive de nascer de um grampo ilegal? Nenhum.
A imprensa não poderia fazer reportagens independentes sobre os vazamentos da Mossack Fonseca?
É incrível: tudo, absolutamente tudo, é usado em prol do golpe.
A este momento, jornalistas do UOL e do Estadão devem estar passando um pente fino nos dados, para ver se acham qualquer coisa que possam ligar ao governo.
São 20:44 e a Globo até o momento não publicou uma palavra sobre um escândalo que está na capa de todos os jornais do mundo. A Folha tem publicado sobre o caso desde as 15 horas. O silêncio da Globo explica-se pelo fato de ainda não terem encontrado algo que possa ligar o escândalo à Dilma ou Lula.
Como não encontraram nada, não publicam nada.
Internacionalmente, a coisa vai na mesma linha: o alvo principal é Putin, presidente da Rússia, um dos inimigos principais dos Estados Unidos, não mais por razões ideológicas, mas porque a Rússia se tornou o principal exportador de petróleo e gás do mundo.
Até o momento, não aparece nenhuma empresa americana ou alemã nos Papers, o que acentua a impressão de que o "maior vazamento do mundo" está vazando de maneira bastante seletiva.
Se depender dessa turma, esse vazamento será inteiramente manipulado com objetivo de beneficiar os interesses políticos das economias centrais e de seus satélites.
A esperança, portanto, é que comecem a acontecer vazamentos do vazamento, que tirem da ICIJ o monopólio dessas informações.
A notícia supostamente boa é que o ICIJ prometeu divulgar a lista completa ainda maio deste ano. Prefiro permanecer cético.
O leitor deve se lembrar que uma das etapas da Lava Jato, a Triplo X, que visava pegar o "triplex"- que não é - de Lula em Guarujá, acabou por investigar a Mossack Fonseca. Quando se descobriu que algumas das offshore investigadas pela Lava Jato, em especial a própria Mossack Fonseca, tinham ligações com a Globo, Sergio Moro manda soltar os presos e a investigação é completamente abafada. A mídia não publicou quase nada e a Lava Jato foi em outra direção.
O jornalista Luis Carlos Azenha, do blog Viomundo, publicou no twitter uma imagem que eu gostaria de comentar. É um dos documentos da Lava Jato que perderam o sigilo.
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Na tabela em anexo, que aparentemente trata de pagamentos feitos à Mossack Fonseca por seus clientes, vemos ao final o nome da Vaincre LLC, uma offshore que tem como sócia a Agropecuária Veine.
A Veine é dona do "triplex em Paraty", aquele que a família Marinho diz que não é dela.
Mas reparem na coluna da esquerda, intitulada Clientes. Ao lado da Vaincre aparece o nome Glem Participações, que pertence ao ex-genro de João Roberto Marinho, Alexandre Chiappetta de Azevedo, ex-marido de Paula Marinho Azevedo, filha de João Roberto Marinho.
Todas essas empresas ligadas ao triplex em Parati, ao genro de João Roberto Marinho, tem conexões na Mossack Fonseca.
A eclosão do escândalo da Mossack Fonseca, caso não haja ocultação de documentos por parte dos membros brasileiros da ICIJ, e caso eles esqueçam um pouco a obsessão de endeusar a Lava Jato e se debrucem sobre os documentos como um todo (deixando de lado essa palhaçada de "empresas da Lava Jato), pode nos ajudar a descobrir e desbaratar grandes e antigos esquemas de corrupção e sonegação.
Desde que tudo seja feito com responsabilidade, sem espetáculo, sem abuso de poder, sem uso de tortura, sem prisões desnecessárias, sem terrorismo judicial, sem o intento de destruir as empresas nacionais, os vazamentos vindos do Panamá podem nos ser úteis.
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2016/04/03/panamaleaks-e-preciso-vazar-o-vazamento/

OS SERVIDORES E O GOLPE

03.04.2016
Por Irineu Messias

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31 de março,Recife. Junto com os movimentos sociais, estudantes, artistas, intelectuais, gritamos bem alto em defesa da Democracia: “Não Vai Ter Golpe”! Fora Globo Golpista!A intensa movimentação dos partidos de oposição na luta pelo impeachment da presidenta Dilma, revelou-se como uma real, perigosa tentativa de aplicar um Golpe de Estado na nossa jovem democracia.
Os partidos golpistas (PSDB, DEM, PPS, SD), em conluio com a grande mídia brasileira , capitaneada pela Rede Globo, tentaram enganar a população, dizendo ser ser corretos os motivos para cassar o mandato da presidenta Dilma, por meio do impeachment e alegando  que este procedimento está previsto na Constituição Federal, o que em parte é verdade. Em parte, porque , a mesma Constituição prevê também( e isto os golpistas  fazem de não esclarecer ) que é preciso haver crime de responsabilidade, que até o presente momento os golpistas  não conseguiram e não conseguirão provar que a presidenta cometeu.
Juristas de renomes de todo o Brasil, já se pronunciaram dizendo que a presidenta Dilma, não cometeu nenhum crime por conta das pedaladas fiscais,  e assinaram manifesto contrária ao famigerado processo de impeachment aberto, por um dos maiores corruptos do Congresso Nacional, Eduardo Cunha, já denunciado pelo STF, por corrupção, mas que, os golpistas sem moral, continuam apoiando-o e defendendo que o mesmo conduza o tal procedimento ilegal, que embora prevista da Constituição, mas que TEM QUE PROVAR SE HOUVE CRIME DE RESPONSABILIDADE . Ademais, os principais líderes do impeachment estão sendo investigado, denunciando por corrupção, como Paulinho da Força(do Solidariedade), Agripino Maia( DEM), Raul Jungan( recentemente descoberto na lista da Odebrecht), Aécio Neves( delatado OITO vezes na Lava Jato, e nada acontece com ele), José Serra, Jarbas Vasconcelos(PMDB.PE), Mendonça Filho(DEM.PE), Rubens Bueno(PPS.PR), e tantos outros envolvidos em escândalos de corrupção.
E para nos convencermos que um golpe realmente está em curso,  basta perceber que as mesmas entidades que apoiaram o Golpe Militar de 1964, declaram de novo,  apoio a este novo golpe, agora midiático-judicial, ei-las: TV Globo(Globo Golpista), Folha de S.Paulo, Fiesp, jornal o Globo, Diários Associados( Correio Brasiliense, Estado de Minas, et),  OAB nacional. Todas estas entidades estão financiando  golpe, não apenas contra a presidenta Dilma ou  PT, mas contra a Democracia Brasileira, que para retomá-la em 1985, custou a vida de muitos inocentes, que foram torturados, cassados seus direitos civis, mortos e exilados.
Os servidores públicos federais, particularmente, nós da Previdência Social, não podemos assistir de camarote a tentativa de Golpe que  se está gestando pelas mesmas forças que nos destestam, que destruiu nossas liberdades( váriso servidores públicos federais foram expulsos do serviço público), precarizou o serviço público, acabou com o concurso público( só entrava quem tinha “pistolão”, ou famoso  QI).Poderemos nossas liberdades sindicais cassadas, como aconteceu em 1964, pois éramos proibidos de fazer greves, de ter sindicatos e outros direitos que nos foram cassados.
Portanto, temos que nos somar aos movimentos sociais, intelectuais, artistas, juristas, estudantes, sindicatos, MST, CUT, e aos  partidos que defendem o Estado Democrático de Direito, e gritarmos bem alto: “Não Vai Ter Golpe”.
Não preciso gostar do PT , de Dilma ou de Lula. Pois muita gente, quem nem votaram neles, dia 18  e 31 de março, foram às ruas, porque finalmente caiu a ficha que perceberam que o golpe é contra a Democracia Brasileira.
As pessoas finalmente perceberam, que o  Juiz Moro, transformou-se numa marionete da Globo Golpista, ficando explicitado para muitos brasileiros que sua cruzada justiceira só atingiu até agora um lado: o PT e seus aliados, que se tiverem culpa tem que ser mesmo, julgados( mas dentro da legalidade).
Quando as investigações chega nos políticos da oposição, principalmente o PSDB, nada acontece, a exemplo de Aécio Neves, OITO VEZES delatado na Lava Jato e nada aconteceu contra ele!Com isso ficou claríssimo que a LAVA JATO era uma operação para cassar o PT e provocar o um golpe de Estado, com a juda da Grande Mídia, capitaneada pela Rede Globo, que 1964 foi a principal articulador do Golpe Militar, que cassou por 23 anos nossos direitos civis. Agora, contudo, temos a internet, que por meio das redes sociais desmascarou o verdadeiro intento do golpistas: impedir que a Lava Jato vá até o seu final, e mostre para o Brasil que todo o sistema eleitoral brasileiro, desde 1980 está contaminado pelo dinheiro dos empresários, e não apenas que começou nos “governos do PT”, como a Mídia Golpista que nos fazer crer.
Por  fim, esperams que o Supremos Tribunal Federal, ponha um freio de arrumação nesta justiça partidária, seletiva e golpista, punindo exemplamente todos que cometeram crimes, inclusive o Sr. Sérgio Moro, que infringiu a Lei de Segurança Nacional, ao grampear a presidêncai da República; se fosse nos Estados Unidos ou na Rússia, a esta hora ele já estaria na preso.
Portanto, caros colegas servidores da Previdência conclamos a todos, que saiam a luta e defendam com todas suas forças a nossa jovem democracia, contra uma FIESP golpista, que destesta o serviço público e mais ainda seus servidores; que denunciem o golpismo da TV Globo, que sempre odiou os servidores públicos, sempre fazendo reportagens negativas sobre nós servidores públicos. Nas nossas greves, sempre nos detonou; sempre procurou manchar nossa imagem perante a opinião pública.
Usem a rede sociais, para defender a democracia. Tem muita gente que não votou e nem vota no PT, como integrantes do PSOL, mas entenderam que a democracia brasileira que esta ameaçada.
Finalizo com uma célebre frase de nosso grande Ruy Barbosa: “O que me incomoda não é o barulho dos homens maus, mas o silêncio dos homens bons”.
Defender a democracia, é defender o serviço público. E quando uma ruptura de um regime democrático, o primeiro a ser atingido é serviço público e principalmente seus servidores.
Avante , companheiros!
Em defesa da Democracia! Não Vai Ter Golpe!

LEIA MAIS:

NÃO AO GOLPE! EM DEFESA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA!

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Fonte:https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2016/04/03/os-servidores-federais-da-previdencia-e-o-golpe-de-estado/

Hacker confessa na Bloomberg como a direita latinoamericana frauda o processo político na internet

03.04.2016
Do blog TIJOLAÇO, 02.04.16
Por FERNANDO BRITO 

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Andres Sepúlveda está preso na penitenciária La Picota, em Bogotá, Colômbia, cercado das mais rígidas medidas de e segurança, porque já o tentaram matar.
Quem é ele e qual o motivo?
A revista da Bloomberg, a Businessweek, publicada ontem explica: Sepulveda trabalhou com sabotagem cibernética e fraudes para diversas campanhas de candidatos a presidente na América Latina – todos de direita – no maior jogo sujo da política na rede que se tem notícia.
Entre eles, dois “heróis” da mídia: o mexicano Enrique Peña Nieto, saudado por estar quebrando o monopólio estatal sobre o petróleo do México, e Henrique Caprilles, o “líder democrático” da Venezuela que desafia o presidente Nicolás Maduro.
As equipes de Sepúlveda  trabalharam em eleições presidenciais na Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador, Colômbia, Costa Rica e Guatemala, além daqueles dois países.
No Brasil ele não menciona ter atuado, mas admite que alguns de seus comparsas eram daqui e produziam os “melhores”malwares para invadir sistemas de computação.
Sepúlveda  acabou sendo preso poro sabotar o processo de pacificação colombiano, levado à prática pelo Presidente Juan Manuel dos Santos, contra a vontade de seu antecessor, Alvaro Uribe, outro “herói” do neoliberalismo.
Estadão publicou parte da matéria, apenas, numa edição confusa e difícil de ler. Os originais, bem mais claros, estão aqui, em inglês e em espanhol.
Os leitores que imaginem o que pode estar se passando aqui, com os milhões que se joga na derrubada do Governo.
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Fonte:http://www.tijolaco.com.br/blog/hacker-confessa-na-bloomberg-como-direita-latinoamericana-frauda-o-processo-politico-na-internet/

FHC,GOLPISTA E FALSO MORALISTA: Os negócios (não vem ao caso) da família do FHC Brasif

03.04.2016
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim
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O FHC Brasif oferece aos (reduzidos) leitores do Globo Overseas e do Estadão em comatoso estado um daqueles artigos dominicais untados de colesterol em que cita - sem dar o crédito - sua mais nefanda herança: "uma organização criminosa se apossou do Estado", para se referir ao PT do mensalão.

Sim, porque o mensalão do PSDB morreu com o Sérgio Guerra !

FHC escreve um artigo que não vai a lugar nenhum.

A Constituição é o caminho - diz ele !

Então, não vai ter Golpe, porque a Constituição exige um crime de responsabilidade para apear o Presidente da República !

Ele parece copiar os argumentos (sic) do filho daquele ideologo integralista-fascista, o Miguel Reale, o jurista deste Golpe !

Jurista tão bom que nem o FHC Brasif conseguiu mantê-lo no Ministério da Justiça !

Depois, FHC se embaralha num labirinto de soluções e propõe "mudar as práticas politico-eleitorais" - como a compra de reeleição, por exemplo !

É um Tartufo, para dizer pouco (a Mirian Dutra prefere chama-lo de outras coisas ...)

Mas, nesse mesmo domingo, Lucio de Castro na revista Carta Capital, faz um levantamento completo das atividades off-shore da "familia Cardoso", especialmente do filho, Paulo Henrique, que prosperou à sombra do pai.

E lá está o Papai a assinar a ficha de inscrição em empresas off-shore - a Ibiuna LLP - e a receber grana a rodo da Odebrecht ...

Mas, isso, como diria o Juiz Moro - que se prepara para ser devidamente destituido  - como diria o Moro, isso ... não vem ao caso !

Paulo Henrique Amorim
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/os-negocios-nao-vem-ao-caso-da-familia-do-fhc-brasif

GOLPISTAS TRAIDORES: PAULO PIMENTA ANALISA OS MOTIVOS GEOPOLÍTICOS POR TRÁS DO GOLPE

03.04.2016
Do portal BRASIL247

Lula Marques/Agência PT: <p>Brasília- DF 25-02-2016 Deputado Paulo Pimenta apresenta um organograma do envolvimento entre FHC e as organizações Globo. Foto Lula Marques/Agência PT</p>

Deputado Paulo Pimenta apresenta um organograma do envolvimento entre FHC e as organizações Globo. Foto Lula Marques/Agência PT

Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) traçou uma análise dos fatores geopolíticos que estão por trás da tentativa de golpe contra o governo da presidente Dilma Rousseff; segundo o parlamentar, o fim do protagonismo político e econômico brasileiro conquistado nos últimos anos, utilização de meios de espionagem internacional, além do financiamento de organizações de direita e a entrega do petróleo, tudo está previsto no Manual de Forças Especiais de Guerra Não-convencional dos Estados Unidos.


247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) fez uma análise para a Revista Fórum dos fatores geopolíticos que estão por trás da tentativa de golpe contra o governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo o parlamentar, o fim do protagonismo brasileiro, espionagem internacional, financiamento de organizações de direita e a entrega do petróleo está previsto no Manual de Forças Especiais de Guerra Não-convenciona dos Estados Unidos.

Segundo Pimenta, em 2003, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva fortaleceu o Mercosul, participou da criação do Banco dos Brics e conseguiu emplacar brasileiros no comando da FAO e da OMC, sem contar o fato de contribuir para uma correlação de forças não alinhadas com os EUA na América Latina.

"O golpe que atualmente se articula reúne forças políticas que militam contra essa política externa independente; forças que, como lembra Marcelo Zero, propugnam a assinatura de "acordos de livre comércio assimétricos, como o Acordo Comercial Transpacífico (TTP) e o Acordo Transatlântico de Comércio e Investimentos (TTIP)", e também o abandono do Mercosul e da alta prioridade dada aos BRICS e a outros foros que conduzem a um mundo mais multipolar", destaca o parlamentar.

Ainda segundo a análise de Pimenta, a participação das grandes construtoras brasileiras em inúmeros projetos de infraestrutura na América Latina, Caribe e África ampliava o protagonismo econômico e político brasileiro, "mas, agora, com essas empresas fragilizadas pela Operação Lava Jato, tais mercados ficam mais abertos a investidas dos EUA, Europa e China".

Pimenta lembra ainda que Edward Snowden, ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), divulgou, em 2013, que sua agência espionava a Petrobras. "Em 2014, por coincidência ou não, começou de forma ostensiva a Operação Lava-Jato, que investiga desvios na Petrobras. Em 2016, coincidência ou não, começa a ganhar força, no Congresso brasileiro, a possibilidade de aprovação de uma lei que acaba com o regime de partilha do pré-sal, abrindo-o para a exploração por empresas internacionais do Petróleo. Os promotores dessa ideia são justamente os opositores do Governo Dilma", destaca.

Por fim, o parlamentar gaúcho oberva que a Operação lava Jato tem sido empregada como uma espécie de "instrumento jurídico-político com claro objetivo de prender Lula (sem que tenha cometido algum crime) e de desestabilizar o governo Dilma"., além de estar repleta de irregularidades.

Ainda no texto, Pimenta relembra que o "Manual de Forças Especiais de Guerra Não-convencional dos Estados Unidos explicita que os esforços desse tipo de guerra é explorar vulnerabilidades de "poderes políticos hostis", como talvez o Brasil seja considerado", além de "perturbar projetos transnacionais multipolares por meio de conflitos", estimulando grupos políticos antagonistas e as fragilidades internas nos países alvo.

Por último, o artigo observa que "o Movimento Brasil Livre (MBL) é uma marca criada pelo Estudantes pela Liberdade "para participar das manifestações de rua sem comprometer as organizações americanas que são impedidas de doar recursos para ativistas políticos pela legislação da receita americana (IRS)"". 
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Fonte:https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6270130302447890955#editor/target=post;postID=1871685207550045190

Economista denuncia caixa de entidades empresariais para financiar o golpe; ação popular deve questionar uso de dinheiro público

03.04.2016
Do blog VI O MUNDO
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Campagnolo com Moro no Paraná; Firjan e Fiesp unidas com o pato em Brasília; Heitor José Muller tomou posse na presença de Dilma, mas…
“O Brasil chegou a um impasse político que precisa ser resolvido com urgência, respeitando as possibilidades legais, entre elas o processo de impeachment previsto na Constituição. Do equacionamento da crise política depende a retomada da economia, hoje em forte declínio”. Nota da Fiergs, do Rio Grande do Sul, comandada por Heitor José Mueller
“Podemos ter um novo governo no início de maio, se o Congresso trabalhar no sentido que precisa trabalhar. Vamos mostrar aos parlamentares da obrigação deles, de votar para o Brasil, mudando a presidente do Brasil o mais rapidamente possível”. Declaração de Eugênio Eugênio, da Firjan, Rio de Janeiro
“Posição favorável ao andamento do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional, chamando à responsabilidade todos os parlamentares”. De manifesto encabeçado pela Fiep, do Paraná, presidida por Edson Campagnolo
Da Redação
O jornalista e economista J. Carlos de Assis vem denunciando que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, dirigida por Paulo Skaf, está montando um caixa para financiar deputados que votem pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Skaf é do PMDB. Ele compareceu ao ato de desembarque do partido do governo Dilma. A Fiesp dá guarida a um acampamento montado diante da sede da entidade, na avenida Paulista, em São Paulo.
Um telão que cobre todo o edifício-sede da entidade pediu “Renúncia Já” a Dilma, em verde e amarelo, no dia em que o juiz Sérgio Moro vazou ilegalmente gravações telefônicas do ex-presidente Lula, uma delas com Dilma.
Skaf publicou extensos anúncios nos principais jornais brasileiros pregando o impeachment, para coincidir com o desembarque do PMDB do governo. Teria gasto ao menos R$ 5 milhões.
Em sua campanha contra a volta da CPMF, a Fiesp plagiou um pato holandês e passou a colocar o “personagem” para participar de eventos pró-impeachment. Os patos de plástico de Skaf têm sido atacados por militantes que se opõem ao golpe. O vídeo abaixo circula nas redes sociais. É o registro de um ataque ao pato montado pela Fiesp diante dos apartamentos de parlamentares em Brasília.
No golpe de 64, a Fiesp foi denunciada como partícipe de uma ação decisiva: pagamentos em dólares ao então general Amauri Kruel, que comandava o II Exército em São Paulo, para que abandonasse o então presidente João Goulart e apoiasse a quartelada (veja a reportagem aqui).
Durante a ditadura militar, a entidade empresarial promoveu em sua sede encontros entre agentes da repressão e chefes de segurança de empresas associadas para padronizar a investigação de operários e candidatos a estágio,conforme noticiou o Viomundo.
Segundo o economista J. Carlos de Assis, para o golpe de 2016 o caixa da Fiesp tem R$ 500 milhões.
Leia as denúncias que ele faz:
Caixa 2 montado pela Fiesp para comprar impeachment vai virar o caixão de Skaf
A Fiesp montou um caixa 2 de, por enquanto, R$ 500 milhões para comprar o impeachment de Dilma. R$ 300 milhões virão dos recursos públicos que administra em nome do Sesi e do Senai; R$ 100 milhões serão “doados” pelo parceiro de Skaf no golpismo a partir do mesmo fundo publico, o presidente da Federação das Indústrias do Rio, Eduardo Eugênio; R$ 50 milhões serão aportados pela Federação do Paraná e outro tanto pela Federação do Rio Grande do Sul, todos irmanados pelo impeachment.
Esses industriais golpistas decidiram apostar tudo na derrubada da Presidenta, não importam as consequências. A solução da crise, conforme havia antecipado Veja em nome de todos eles e de uma parte substancial das classes dominantes, é o Vice-presidente Temer.
Mergulhando na conspiração até o pescoço, Temer promete rever a iniciativa de Dilma de contingenciar 30% dos recursos do Sesi/Senai (ou dos 4 S) e promover uma reforma trabalhista regressiva contra direitos consagrados na Constituição, que estará a cargo de Moreira Franco.
O esquema Skaf/Temer só tem um problema. Como canalizar R$ 500 milhões para os bolsos de parlamentares favoráveis ao impeachment sem o risco de, agora ou no futuro, o dinheiro ser rastreado pela Justiça?
Sim, porque a Justiça não será entregue permanentemente nas mãos de promotores e juízes partidários dos golpistas. Em algum momento aparecerão em seu meio homens honrados que vão buscar na vida pública e privada de parlamentares os indícios de enriquecimento ilícito. Como diz Luís Nassif, acabou a era do dinheiro escondido.
Alguns, obviamente, correrão o risco. Ademais, a decisão do impeachment se aproxima como velocidade anti-natural.
O mais importante nessa questão é que os órgãos controladores da probidade administrativa, a partir do Ministério da Justiça, tomem uma providência para ver de onde sai o dinheiro golpista da Fiesp.
Só um idiota acreditaria que sai dos bolsos dos empresários ou mesmo de suas empresas. Eles são generosos, sim. Mas são generosos com dinheiro alheio. Nesse caso, com o dinheiro dos 4S.
Eu conheço isso muito bem. Fui assessor da presidência da CNI, nos anos 80, e já então se podia perceber a pajelança com dinheiro público que era a gestão do Sesi e do Senai de muitos dirigentes de federações, notadamente de São Paulo, que por seu poder econômico gozava de ampla autonomia.
Isso só deve estar piorado. Gente como Skaf não passa de abutres em torno do dinheiro público quando se trata de dinheiro que controlam, a despeito da retórica anti-imposto e anti-setor público que professam com a maior cara dee pau.
Insista-se que recursos do Sistema S são, inequivocamente, públicos. Correspondem a recolhimentos obrigatórios sobre a folha salarial das empresas destinados ao ensino profissional e a atividades sociais dos trabalhadores.
Federações industriais, como Fiesp e Firjan, para simular seu assalto a esse caixa público, criaram Centros industriais vinculados às federações, por onde flui o dinheiro supostamente livre, mediante manobras contábeis. É muito fácil desmascarar isso. Qualquer órgão controlador público pode fazer uma devassa na circulação desses recursos e desmascarar seu uso indevido.
Defendo o direito da Fiesp propor o impeachment. Mas que seja com o dinheiro dos empresários e não dos trabalhadores. Sesi e Senai, quando foram criados há mais de seis décadas, certamente eram melhor geridas por empresários porque, nessa época, trabalhadores não tinham grande experiência de gestão.
Agora a situação é outra. Sesi e Senai devem ser entregues à gestão dos trabalhadores, inclusive como forma de evitar o uso político dos dinheiro pelas entidades empresariais, suscetíveis de maracutaias. Com isso o grande caixa da Fiesp, para comprar o impeachment, pode virar o caixão de Skaf!
P.S. Encontrei-me ontem no aeroporto de Brasília com o deputado Wadyh Damous, ex-presidente da OAB do Rio, com a deputada Jandira Feghali e com o senador Lindeberg Farias. Os três deram-me a boa notícia de que estará sendo movida na próxima semana ação popular contra a Fiesp e seu presidente, tendo em vista desvio de dinheiro público na campanha do impeachment, aqui denunciada.
*Jornalista, economista, doutor pela Coppe/UFRJ.
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Aliança pelo Brasil
Enfim, um empresário realmente revolucionário
Depois de quase um século camuflada em razão das conquistas sociais objetivas dos trabalhadores, lentas mas progressivas, a luta de classes ressurgiu no Brasil sob o comando glorioso de Paulo Skaf, que não esconde seu propósito macabro de destruir os direitos trabalhistas no país em nome da produtividade do capital. Tendo tomado de assalto os caixas do Senai e do Sesi, ele tem uma formidável fonte de financiamento para atacar o Governo, defender o impeachment e ditar para o Congresso uma das agendas mais reacionárias da história da República, comparável e confundida com as agendas do senador Renan Calheiros e a de Temer.
Se implementada, a agenda da Fiesp incendiaria o país com a ressurgência da luta de classes dos tempos da Questão Social do início do século XX, quando a busca de direitos por parte dos trabalhadores levou a uma onda de quebradeiras e incêndios de empresas em São Paulo. Na ocasião foi o velho patriarca Matarazzo que, do alto da sua experiência italiana, esfriou os ânimos dos empresários mais inquietos que queriam responder às greves de trabalhadores com lockt outs.. Hoje, no limitar de uma crise social de proporções gigantescas, não temos Matarazzo, ou Roberto Simonsen, pacificadores. Temos Skaf, o revolucionário.
Os líderes trabalhistas autênticos com os quais tenho conversado, graças à Fiesp passaram a interpretar as propostas de impeachment como um aspecto renascido da luta de classes. O que essa classe empresarial representada pela Fiesp quer — na verdade, em seus arroubos retóricos, exige — é a demolição de direitos trabalhistas, previdenciários e assistenciais.
Tudo aquilo que, desde Getúlio, e incluindo até mesmo o período militar, foi conquistado, consolidando-se na Constituição, tem que ser demolido, segundo a Fiesp. E o atalho para essa demolição é o impeachment de Dilma, a qual, a despeito dos paradoxos como a proposta de reforma previdenciária, se mantém nos trilhos da democracia social.
Com dinheiro público, extremamente mal vigiado pelos órgãos controladores da República, Paulo Skaf, o chefe revolucionário do patronato — felizmente, o presidente Robson e outros três presidentes de federações da indústria ainda conservam a lucidez e não seguiram sua trilha golpista –, comanda na Fiesp um bando de vendilhões da pátria, entre as quais o entreguista encarregado da área internacional, embaixador Barbosa, sabujo articulador dos interesses americanos no Brasil pelas folhas sujas do Globo.
Com uma equipe de fantoches, onde se incluem assessores vigaristas que vendem a alma por dinheiro, Skaf tem seu pequeno reino do qual, com a alavancagem do Sesi, pretende chegar ao governo do Estado de São Paulo, que por enquanto o povo lhe negou sabiamente.
O que se deve investigar, com maior relevância que a Lava Jato, são as articulações financeiras da Fiesp com o sistema Globo e o resto da grande imprensa A televisão sorve com sofreguidão recursos oriundos do Senai e sobretudo do Sesi, como se fosse um direito adquirido seu. E não apenas a TV aberta.
Lá está a TV Futura, criada pela Globo para cuidar do seu próprio futuro, sendo financiada à larga pelo Sesi. A Ação Global é outra propriedade da Globo financiado pelo sistema S. Aliás, o que espanta é que o mesmo esquema prevalece no Senac e Sesc, embora a velha raposa que toma conta desse galinheiro, Oliveira Santos, seja mais discreto e não tenha a pretensão de comandar uma revolução de classe no Brasil.
Entretanto, se Skaf quer guerra, ele a terá. Quando estava no poder, o presidente venezuelano Hugo Chávez foi virtualmente deposto por um golpe chefiado pelo principal dirigente empresarial do país, associado à principal televisão privada. Até fisicamente parecido com Skaf.
Os militares reagiram e liquidaram com o golpe. Aqui não vai ter luta física, como não teve na Venezuela. Não precisa. Skaf não comanda tropas. Comanda dinheiro público. Contudo, mesmo em grandes volumes, e fartamente distribuído pelos jornalões, como se viu na terça-feira, não dá para comprar mais de 200 milhões de brasileiros!
*J. Carlos de Assis, Jornalista e economista, doutor pela Coppe/UFRJ.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/economista-denuncia-caixa-de-entidades-empresariais-para-financiar-o-golpe-acao-popular-deve-questionar-uso-de-dinheiro-publico.html

UOL ACUSA MORO DE GRAMPOS ILEGAIS E ABUSOS

03.04.2016
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/223724/UOL-acusa-Moro-de-grampos-ilegais-e-abusos.htm