quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

CARDOZO MANDA INVESTIGAR VAZAMENTOS DE LEO PINHEIRO

07.01.2016
Do portal BRASIL247

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Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou no início da noite desta quinta-feira, 7, a abertura imediata de inquérito pela Polícia Federal, para investigar o vazamento à imprensa de mensagens do empresário Leo Pinheiro, da construtora OAS, que estão protegidas por sigilo legal; nas mensagens interceptadas por investigadores da operação Lava Jato, Pinheiro aparece em conversas com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e com o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva; em outro diálogo, Leo Pinheiro revela pressão de Eduardo Cunha (PMDB) por doações eleitorais; "Estou sendo cobrado com insistência. Liga para o EC (Eduardo Cunha). Fugir é o pior", diz o executivo; oposição, por meio do PPS, já usa os vazamentos para pedir ao STF investigação contra Jaques Wagner; Planalto suspeita que Cunha tenha vazado dados contra ministros


247 - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou no início da noite desta quinta-feira, 7, a abertura imediata de um inquérito pela Polícia Federal, para investigar o vazamento à imprensa de mensagens do empresário Leo Pinheiro, da construtora OAS, que estão protegidas por sigilo legal.

"O ofício encaminhado à direção da Polícia Federal refere-se a mensagens de texto enviadas pelo empresário no período de agosto de 2012 a outubro de 2014 que foram publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo no dia de hoje", diz o ministério da Justiça, em nota à imprensa.

Grampo vazado ao Estado de S.Paulo revelou que mensagens de celular obtidas pelos investigadores mostram conversas entre o ex-presidente da OAS José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, com o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, além do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva. 

De acordo com as reportagens, o empreiteiro negociou com ministros da presidenta Dilma Rousseff apoio financeiro à campanha de reeleição presidencial, em 2014, e para a prefeitura de Salvador, em 2012.

Segundo o ministério, a investigação se refere a mensagens de texto trocadas pelo empresário entre agosto de 2012 e outubro de 2014, publicadas no jornal Estado de S. Paulo.

Conforme a reportagem, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, recebeu pedidos para intermediar interesses de Léo Pinheiro junto ao ministério dos Transportes.

Os vazamentos ilegais já municiam a oposição. O líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno, anunciou que irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir investigação sobre o conteúdo da conversa entre Léo Pinheiro e o ministro Jaques Wagner.

Segundo o colunista Gerson Camarotti, o Palácio do Planalto suspeita que Eduardo Cunha esteja por trás dos vazamentos contra os ministros Jaques Wagner e Edinho Silva (leia aqui)
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/212492/Cardozo-manda-investigar-vazamentos-de-Leo-Pinheiro.htm

Marina agrega outro adjetivo à sua história política: golpista

07.01.2015
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

Aécio-e-Marina

É incrível.

Marina Silva é sempre capaz de nos surpreender com o tipo mais desprezível de trairagem.

Quando o país começa a respirar com a possibilidade de retomar o crescimento e vencer o processo de instabilidade política insuflado pelo golpismo de Eduardo Cunha e seus cúmplices na mídia e no parlamento, vem Marina Silva apostar em mais instabilidade e em mais golpe.

É a cara de Marina apoiar cassação da Dilma no TSE.

Ela não tem cara de golpe paraguaio, que é parlamentar. É sujo e violento, mas tem o verniz, ao menos, de uma participação popular, via seus representantes no congresso.

Marina tem cara de golpe hondurenho, que é ainda mais ardiloso e mais antidemocrático: o golpe judicial.

A coisa é mais grave porque Marina participou do processo eleitoral, e quase ganhou, não fosse tão inconsistente e tão fraca, curvando-se ao Pastor Malafaia ao primeiro embate.

Com Marina, não teríamos podido vencer, como vencemos até o momento, a onda de leis reacionárias que Eduardo Cunha tentou impingir ao país desde sua posse.

Além de ressentida e traíra, Marina agrega outro qualificativo à sua história política.

Golpista.

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No UOL.

(Estadão Notícias).

Marina diz que Dilma não tem mais liderança e defende processo de cassação do TSE

De Ribeirão Preto
07/01/2016 - 11h39

Ribeirão Preto - A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária "não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso".

Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela, da crise brasileira e defendeu o processo de cassação da chapa vitoriosa das eleições de 2014 como forma de afastá-los do cargo.

"No meu entendimento, o melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque teria a cassação da chapa com a comprovação de que o dinheiro da corrupção foi usado para a campanha do vice e da presidente", afirmou Marina.

Como já tinha feito, a ex-senadora procurou não defender o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados, mas discordou da tese do governo de que o procedimento aberto pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é golpe.

"Impeachment não é golpe. Está previsto na Constituição, foi feito contra (o ex-presidente da República e atual senador, Fernando) Collor, foi pedido pelo PT várias vezes e eles achavam que não era golpe", afirmou.

Marina disse que a Dilma "não disse a verdade" durante a campanha a presidente em 2014 sobre a economia brasileira, o que apenas agravou a situação do País no ano passado, o primeiro do segundo mandato dela.

"Se (Dilma) tivesse trabalhado com a verdade, assumiria que corríamos grave risco em relação aos inúmeros problemas que tivemos desde 2008. É engraçado porque (enquanto) países do mundo correram atrás para resolver a crise, disseram que era apenas uma marolinha e chegaram a dar lição de moral até para a Alemanha", afirmou a ex-senadora, em uma crítica também ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma das favoritas à eleição presidencial em 2018, segundo as mais recentes pesquisas de intenção, Marina disse que ainda não tem clareza se será novamente candidata. No entanto, ela voltou a criticar os ataques sofridos por ela durante o pleito de 2014, principalmente pelo PT, seu ex-partido político, e pela presidente Dilma.

"Diziam que, se eu ganhasse, o governo não teria maioria no Congresso e hoje a presidente não tem maioria. Diziam que, se eu ganhasse, eu iria tirar alimentos das pessoas pobres e isso ocorre com a inflação que atinge a mesa dos brasileiros. Diziam que, se eu ganhasse, iria acabar com Pronatec e Prouni e isso o atual governo está fazendo. As pessoas projetam em você o que vão fazer", concluiu.
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2016/01/07/marina-agrega-outro-adjetivo-a-sua-historia-politica-golpista/

COMPLEXO DE VIRA-LATAS, SIM:A farsa da montagem que diz que brasileiros são sujos e americanos civilizados

07.01.2016
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

Montagem que compara praia de Miami à de Copacabana após a festa de Réveillon tenta induzir internautas a acreditarem que brasileiros são sujos e americanos civilizados. No entanto, publicação não diz que a foto estadunidense retrata uma praia particular fora da época

Montagem que compara praia de Miami à de Copacabana após a festa de Réveillon tenta induzir internautas a acreditarem que brasileiros são sujos e americanos civilizados. No entanto, publicação não diz que a foto estadunidense retrata uma praia particular fora da época

Réveillon Copacabana Miami Rio de Janeiro EUA
Nas redes sociais, uma montagem comparando uma praia de Miami à de Copacabana após a festa de Ano Novo sugere o quanto norte-americanos seriam “civilizados” e brasileiros não, por conta da sujeira. O meme, no entanto, não diz que a foto estadunidense retrata uma praia particular fora da época de Réveillon.
Ivan Longo, Revista Fórum
Vem circulando pelas redes sociais, desde o último dia 1º, uma montagem comparando a quantidade de lixo deixado em uma praia de Miami (EUA) e na praia de Copacabana (RJ) após a festa de Ano Novo. O intuito da postagem, que foi compartilhada por centenas de internautas, era o de depreciar o brasileiro diante do cidadão estadunidense, conforme sugeriu o próprio autor da montagem na legenda.
“A primeira foto abaixo é Copacabana no dia 1º de 2016. A segunda foto abaixo é de Miami no 1º dia de 2016. Acho que este país merece o governo que tem… Porcos! Lamentável! Complexo de vira-lata? Não! É a realidade”, escreveu.
A montagem, no entanto, não passa de uma farsa. A foto da praia de Copacabana, de fato, corresponde ao fim da festa de Réveillon de 2016. A de Miami, por sua vez, registra uma praia particular, de South Beach, e foi tirada em junho de 2009 por Ben Granthan. O local é considerado de elite e uma diária em um hotel da região varia entre mil e dois mil dólares – ao passo que a praia de Copacabana, que recebeu 2 milhões de pessoas esse ano, é pública.
Esse costume que parte da elite brasileira tem em depreciar o Brasil para enaltecer uma dinâmica clássica de desigualdade social ao reafirmar que “prefere Miami” é, constantemente, alvo de ironia por parte de figuras do humor. Marcelo Adnet, por exemplo, interpretou em 2012 o personagem Marco Graco – estereótipo escrachado do brasileiro com o “complexo de vira-latas”. Confira o vídeo abaixo.
Para se ter uma ideia de como a montagem induz a uma falácia, basta comparar uma foto real da festa de Ano Novo entre os dois países. A fotografia abaixo da NewsWeek, por exemplo, retrata como ficou a Times Square, em Nova Iorque, após o Réveillon de 2015.
Réveillon Nova York Times Square
O local, inclusive, é considerado por muitos uma “roubada” no Ano Novo por conta da superlotação e falta de estrutura. O jornalista Guga Chacra, por exemplo, lembrou, no último dia 31, que algumas pessoas vão comemorar o Réveillon na Times Square de fraldas por não existirem banheiros públicos.

Ninguém comentará na TV, mas algumas pessoas que vão ao réveillon no Times Square (roubada gigantesca) usam fraldas pq não há banheiro
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/01/a-farsa-da-montagem-que-diz-que-brasileiros-sao-sujos-e-americanos-civilizados.html

Razões por que eu não assisto os vídeos do grupo “Porta dos Fundos”

07.01.2016
Do blog CONSCIÊNCIA CRISTÃ, 24.12.15
Por Renato Vargens*

Razões por que eu não assisto os vídeos do grupo “Porta dos Fundos”

Eu bem que tentei, mas não consigo assistir até o final os vídeos do Grupo Porta dos Fundos. Já havia manifestado isso quando o grupo protagonizou um vídeo denominado “Natal” cujo conteúdo foi uma verdadeira afronta à família, à Igreja, bem como a sociedade brasileira.
Desde então não assisti um vídeo sequer como também fiz questão de não ler nada que Gregório Duvivier costuma escrever. Entretanto, há pouco chegou em minhas mãos, um texto escrito por esse senhor e publicado na Folha de São Paulo (leia aqui) em que o ator diz arbitrariedades em nome de Jesus.
Caro leitor, isto posto, elenco quatro motivos porque eu não assisto a Porta dos Fundos:
1- O Grupo Porta dos Fundos em nome da tolerância propaga a intolerância desrespeitando de forma intolerante evangélicos e católicos que tratam com respeito e reverência a encarnação do Filho de Deus.
2- O Grupo Porta dos Fundos em seus vídeos tem desconstruído os valores relacionados à família promovendo através de suas esquetes valores antagônicos aos pressupostos defendidos pelas Escrituras.
3- O Grupo Porta dos Fundos ao tratar de Cristo, do seu evangelho e do Reino de Deus o faz de forma escrachada, ridicularizando a fé de milhões de brasileiros.
4- O Grupo Porta dos Fundos confunde brincadeira com blasfêmia; liberdade, com ofensa; descontração com mau gosto; piadas com críticas descabidas e desrespeitosas.
Prezado amigo, aproveito o ensejo para ressaltar que acredito piamente que o humor faz bem para alma, contudo, o fato de acreditar nisso, não me concede o direito de ridicularizar a fé dos outros. Sem a menor sombra de dúvidas penso que uma vida recheada de risos, afetos e gargalhadas fazem bem para o coração, todavia ao contrário disso, Porta dos Fundos, mediante esquetes preconceituosas tem ridicularizado a fé daqueles que creem e amam a Cristo.
Diante disto, prefiro não assisti-los! É o que penso, é o que creio, é o que digo.
*Texto escrito por Renato Vargens
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Fonte:http://conscienciacrista.org.br/razoes-por-que-eu-nao-assisto-os-videos-do-grupo-porta-dos-fundos/

Reforma da previdência?

07.01.2016
Do portal BRASIL247
Por Paulo Paim*

 Paulo Pinto/ Agência PT: <p>03/10/2015 - São Paulo - SP - Manifestantes da CUT realizaram um protesto “em defesa da Petrobras e da democracia” na manhã deste sábado (3) na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/ Agência PT</p>

Mais uma vez fala-se da necessidade de reformar a Previdência Social com o argumento de que ela está quebrada e atravanca o desenvolvimento do país.

Paulo PaimA meu ver, um grande equívoco.Há mais de 20 anos, venho batendo na mesma tecla: a Seguridade Social é superavitária.

Todos os anos, ela arrecada mais do que gasta. Se o trem andasse nos trilhos, com certeza os aposentados e pensionistas teriam reajustes dignos e justos.

Conforme a Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Federal doBrasil (Anfip), através do estudo ‘Análise da Seguridade Social 2014’,não há déficit, e, sim, superávit.

Vejamos: Superávit em :

2006: R$ 59,9 bilhões;

2007: R$ 72,6 bilhões;

2008: R$ 64,3 bi;

2009: R$ 32,7 bi;

2010: R$ 53,8 bi;

2011: R$ 75,7 bi;

2012: R$ 82.6 bi;

2013: R$ 76,2 bi;

2014: R$ 54 bi.

Em maio serão divulgados os números de 2015.

Sempre digo que ainda estamos pagando a conta do “gosto de levarvantagem em tudo”.

Malandramente os operadores do “déficit” levam emconta apenas a arrecadação do Regime Geral da Previdência (RGPS) e as despesas com benefícios.

E esquecem, intencionalmente, que a Previdência integra a Seguridade, juntamente com Saúde e Assistência Social.

Para esse conjunto da Seguridade há financiamento próprio, conforme a Constituição de 1988, por meio de impostos e taxas, como a Cofins e a CSLL, entre outros, tendo como base o Orçamento da União.

Ainda conforme a Anfip, os resultados da Seguridade poderiam ser aindabem melhores, se não fosse a sonegação e a inadimplência.

A sonegação foi de R$ 15 bi no ano de 2013, R$ 13,6 bi em 2012 e R$ 13,1 bi em 2011. E, ainda segundo a Anfip, esses números podem ser até 10 vezes maiores.

E ainda tem a inadimplência: R$ 34,9 bilhões. A quem interessa a mentira do “rombo” nas contas da Seguridade?

A quem interessa o desgaste da imagem da Previdência?

E por que o Congresso fica postergando a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 24/2003), de nossa autoria, que determina que o dinheiro da Seguridade não pode ser desviado para outros fins?

A Seguridade não é desse ou daquele governo, ela é dos trabalhadores, dos brasileiros.

Diante de tudo isto, acredito em um caminho: a mobilização das ruas.

*Senador pelo PT do Rio Grande do Sul
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/colunistas/paulopaim/212370/Reforma-da-previd%C3%AAncia.htm

Marina quer “assaltar a geladeira”, com seu apetite incontrolável de poder

07.01.2016
Do blog TIJOLAÇO

marinafrances
Magrinha daquele jeito, Marina Silva é dona de um apetite incontrolável, daqueles que se manifestam fora de hora.
Parecia – só parecia – que Marina tinha adotado uma posição discreta, opondo-se ao golpe do impeachment – mesmo com a ressalva de que impeachment não é golpe, pois está previsto na Constituição.
Que impeachment por crime de responsabilidade não é golpe até as pedras sabem, o que é golpe é inventar crime de responsabilidade para fazer o impeachment. É contra este abuso que se está lutando e, até agora, é assim que os deputados de sua Rede têm agido.
Hoje, porém, descobre-se que não é assim a posição de Marina.
Ela quer a deposição de Dilma por outro tipo de golpe, capitaneado não por Eduardo Cunha, mas por Gilmar Mendes.
“O  melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE, porque no TSE você teria a cassação da chapa, se forem comprovadas as graves denúncias de que o dinheiro da corrupção foi utilizado para a campanha do vice-presidente e da presidente da República”, disse hoje  Marina ao G1.
Marina bem deve confiar na Justiça Eleitoral, pois até agora nada se apurou sobre o misterioso jato sem dono que matou Eduardo Campos e que a ela servia também porque, como diz ela própria dos outros, candidato a presidente e o vice ” são faces da mesma moeda”.
Está claro que o que a faz considerar o TSE “melhor” que o impeachment é o mesmo que faz Aécio preferi-lo também: sentir que o impeachment naufragou politicamente e  que a “esperança” de eleições antecipadas estão no Tribunal.
Virou siamesa de Aécio: só pensam em “assaltar a geladeira” durante a noite.
Infelizmente Marina decaiu a um nível que só as pessoas dadas a delírios – ou oportunistas que se penduram em certa imagem “limpinha e cheirosa” que a mídia ainda dela projeta – a leva sério.
Ela só sobrevive porque uma parte do PT tem certo banzo do udenismo e porque a direita, sempre esperta, sabe que ela, já há duas eleições, presta-se com prazer ao papel de “bucha”  para tirar votos do campo popular.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/33272-2/

Família Cunha tem R$ 1,8 milhão em bens injustificados, aponta Receita

07.01.2016
Do portal VERMELHO

Depois das contas na Suíça, que de pés juntos ele negou ter, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve agora dar explicações à Receita Federal. Isso porque a receita apontou que o aumento patrimonial de Cunha e de seus familiares é incompatível com a renda declarada.

Agência Brasil
Como fez no caso das contas na Suíça, Cunha negou que possui patrimônio “a descoberto” e que desconhece o relatório da Receita
Como fez no caso das contas na Suíça, Cunha negou que possui patrimônio “a descoberto” e que desconhece o relatório da Receita


Assim como negou ter contas no exterior, tudo indica que o parlamentar “esqueceu” de incluir na declaração cerca de R$ 1,8 milhão. Os dados fazem parte do relatório da Receita, feito a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) que o investiga no esquema da Lava Jato. O salário bruto de deputado federal atualmente é de R$ 33,7 mil. Cunha e sua mulher também são sócios de empresas na área de comunicação.


Ainda segundo o relatório, esse aumento patrimonial foi verificado nas contas de Cunha, de sua mulher e da sua filha Danielle entre os anos de 2011 e 2014. Os números foram publicados em reportagem da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (7)

Segundo apurações em que Cunha, esposa e filha são investigados pela Polícia Federal, suspeita-se que eles mantinham contas secretas no exterior, com valor equivalente a R$ 9,6 milhões, abastecidas por recursos desviados da Petrobras.

Citado no esquema de corrupção por ter recebido US$ 5 milhões em propina, Cunha é alvo também de um pedido de afastamento do comando da Câmara pela PGR. Ele, como fez no caso das contas na Suíça, nega que possui patrimônio “a descoberto” e que desconhece o relatório da Receita. 


Do Portal Vermelho, com informações de agências
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Fonte:http://www.vermelho.org.br/noticia/274812-1

Bolsa Família e a hipocrisia da oposição

07.01.2016
Do BLOG DO MIRO


Por Kátia Gerab Baggio, no blogViomundo:

Manchetes na “grande” mídia, dos dias 01 e 02 de janeiro, anunciam que a presidente Dilma vetou, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016, o artigo que previa um reajuste de todos os benefícios do Bolsa Família pela inflação acumulada desde maio de 2014, data do último reajuste. A medida representaria uma elevação nos benefícios de cerca de 16%.

Esta é a mesma mídia que, de um modo geral, criticou a decisão do governo federal de reajustar o salário mínimo pouco acima da inflação, mantendo a política de valorização implementada nos governos Lula e Dilma.

Líderes dos partidos de oposição à direita, como o senador Aécio Neves (PSDB) e o deputado Mendonça Filho (DEM), criticaram o veto ao reajuste do Bolsa Família, em nome dos mais necessitados.

Sabemos muitíssimo bem o quanto esses partidos, PSDB e DEM, e seus líderes “priorizaram” os mais necessitados ao longo de suas trajetórias políticas e nos governos liderados por eles…

Como todos também sabemos, a presidente Dilma e a ministra Tereza Campello (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS) tiveram que se empenhar para que não houvesse cortes, no orçamento de 2016, no programa Bolsa Família, conforme havia sido proposto pelo relator do orçamento no Congresso, deputado Ricardo Barros (PP-PR).

O deputado paranaense havia proposto um corte de nada menos do que R$ 10 bilhões, equivalente a cerca de 35% do orçamento total do programa para este ano que se inicia.

O argumento da presidente para o veto é que o orçamento de 2016, já aprovado pelo Congresso, não prevê os recursos para esse reajuste e que o Bolsa Família vem passando, desde 2011, por um “contínuo aperfeiçoamento e mudança estrutural”, com o objetivo de favorecer famílias em situação de extrema pobreza, que ficariam prejudicadas com um reajuste linear.

É claro que, aos beneficiários do programa, a reposição da inflação acumulada nos últimos 20 meses seria o desejável. E mesmo o defensável.

Mas, como a dotação orçamentária para o Bolsa Família é fixa, reajustar o valor dos benefícios de maneira linear significaria, na prática, ter que desligar inúmeras famílias do programa.

Como afirma o jornalista Fernando Brito (blog Tijolaço), “a tática da maldade é disfarçar-se de bondade.”

O que me enche de indignação, mais do que tudo, é a hipocrisia.

2015 foi o ano em que a hipocrisia, o cinismo e a manipulação das informações — com o objetivo de conquistar os corações e mentes dos incautos — predominaram.

As oposições e os órgãos de mídia direitistas começaram 2016 na mesma toada. Com a mesma hipocrisia e cinismo que foram disseminados em 2015.

O problema, entre outros, é que a comunicação do governo federal continua extremamente deficiente, para dizer o mínimo.

O governo federal, e o MDS em particular, têm que deixar tudo isso bem claro. Deveriam ter dado uma resposta mais rápida e contundente a essa desinformação que campeia na mídia e nas redes.

Mas a presidenta Dilma optou por publicar sua primeira mensagem aos brasileiros(as) do ano de 2016 na Folha de S. Paulo, o mesmo jornal que, no dia 13 de setembro de 2015, publicou um editorial de caráter golpista intitulado Última chance.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, deu sua primeira entrevista do ano a O Globo, o mesmo jornal que publicou, ao longo de 2015, inúmeras manchetes, fotografias e caricaturas não só extremamente negativas como agressivas, contra a presidente Dilma, o PT e líderes petistas.

Pode-se argumentar que o governo federal não pode simplesmente ignorar a “grande” mídia. Mas essa é uma mídia que se revelou completamente sem escrúpulos, sem qualquer cuidado com o rigor e o equilíbrio jornalísticos.

Uma mídia que, na minha avaliação, não merece consideração por parte da presidente, dos ministros de seu governo e dos líderes petistas.

Há, hoje, outros meios de comunicação que podem ser utilizados, sem dar a essa mídia que se comporta, com frequência, de maneira vil e inescrupulosa uma consideração que ela, absolutamente, não faz por merecer.

* Kátia Gerab Baggio é professora de História das Américas na UFMG.



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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2016/01/bolsa-familia-e-hipocrisia-da-oposicao.html

Faz ou não faz todo sentido presidente da ANJ ser um mitômano?

07.01.2016
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
anj capa
Ah, a Associação Nacional de Jornais… Poderia haver órgão mais representativo do coronelismo jornalístico brasileiro do que esse? Ainda está fresco em nossa memória episódio em que a ex-presidente da entidade, Maria Judith Brito, definiu, com sinceridade incomum, o papel dos jornalões no Brasil de hoje.
No diário carioca O Globo de 18/3/2010, a seguinte declaração da então presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e executiva do grupo Folha de S.Paulo:
“A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação e, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo”
Uau! Sincericídio é pouco para definir essa declaração. Realmente, a grande imprensa brasileira assumiu um novo papel ao longo dos quatro governos do PT, a partir de 2003, tornando-se um verdadeiro partido de oposição, após ter atuado como partido da situação durante os oito anos anteriores, na era FHC.
Aliás, vale lembrar que quem diz que a mesma imprensa que hoje se confessa partido de oposição durante o governo FHC foi partido da situação não sou eu, mas o decano do colunismo político brasileiro e membro do Conselho Editorial da Folha de São Paulo, Janio de Freitas.
Confira, abaixo, a declaração de Janio de Freitas dada em programa Roda Viva de 2012, sobre como esse partido da dona Judith Brito atuava quando políticos amigos estavam no poder.
Não é pouco. Quem sabe o que representa Janio de Freitas na história do jornalismo brasileiro certamente se convencerá de que a imprensa que a ANJ representa, até 31/12/2002 era um gatinho com o governo e se transformou em um feroz tigre nos 13 anos posteriores.
Nesse contexto, faz todo sentido que o atual presidente da Associação de Jornais do país e diretor-geral da Rede Gazeta do Espírito Santo, Carlos Fernando Lindenberg Neto, tenha mentido tanto em artigo publicado na Folha de São Paulo desta quarta-feira, no qual comemora o limiar da reconcentração da mídia que o novo governo argentino está a encetar.
O sujeito que representa os jornalões brasileiros – e é disso que se trata a ANJ, uma associação que não representa “os jornais”, mas um grupelho de grandes grupos de mídia -, mente ao dizer que a “Ley de Medios” argentina foi criada “com o claro objetivo de intimidar a mídia” e mente ao dizer que o Brasil tem “regras constitucionais para o setor de comunicação e para o exercício responsável para a liberdade de imprensa”.
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Sobre a questão argentina, trataremos mais adiante. Mas sobre a questão brasileira já podemos verificar que se trata de uma falácia. Até temos as tais “regras constitucionais” para garantir um jornalismo ético, plural e democrático, mas essas regras não estão regulamentadas.
No dia 10 de novembro de 2010, o PSOL propôs ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão, ajuizada pelo jurista Fábio Konder Comparato. A petição inicial requereu à Corte que determinasse ao Congresso Nacional a regulamentação de matérias existentes em três artigos da Constituição Federal (220, 221 e 223), relativos à comunicação social.
Entre as providências pedidas estava a criação de uma legislação específica sobre o direito de resposta, a proibição de monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e a produção e programação exibida pelos veículos. De acordo com a petição, a Constituição Federal brasileira admite o cabimento da ação direta de inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional.
É desnecessário dizer que aquela petição não teve sucesso. Talvez não no que diz respeito ao Direito de Resposta, que, recentemente, foi aprovado pelo Congresso, mas em claro confronto com a vontade da ANJ, ainda que o mitômano que preside a entidade tenha tido a cara-de-pau, em seu artigo suprarreproduzido, de se jactar por uma legislação que essa entidade combateu até onde foi possível e que, na prática, tenta anular via judiciário.
Para entender as bobagens e mentiras ditas pela versão masculina de dona Judith Brito, primeiro há que assistir ao que diz Frank La Rue, Relator da ONU para Liberdade de Expressão, sobre a necessidade de existir regulação da mídia

Em seguida, devemos conferir o que diz La Rue sobre a lei argentina que o presidente da ANJ detrata e calunia de forma tão vil. Segundo o relator da ONU, é uma lei “muito boa” e uma das mais avançadas do continente americano.

A superficialidade, as distorções, as mentiras do presidente da ANJ nesse artigo abjeto que escreveu na Folha, porém, fazem todo sentido e escancaram o caráter vil da comunicação nesta parte do mundo, que, aliás, no Brasil é extremamente atrasada justamente por conta do poder dessa meia dúzia de famílias que controla a “nossa” imprensa.
E se você acha que estou exagerando, leitor, basta ler, abaixo, matéria da mesma Folha de São Paulo, publicada em 2001, que reconhece que não regular a mídia é coisa de país atrasado e que o Brasil, ao não fazê-lo, está na contramão do que acontece no mundo desenvolvido.
anj 2
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2016/01/faz-ou-nao-faz-todo-sentido-presidente-da-anj-ser-um-mitomano/

As coxinhas e os coxinhas

07.01.2016
Do portal da Revista CartaCapítal
Por Manuela Carta 

A política comprometeu a reputação da pizza. Ainda dá tempo de defender esse nosso petisco de um risco parecido? 

Beto Chagas/iStockphoto
Coxinha
O embate ideológico trouxe à mesa um novo tempero para um tira-gosto 100% nacional
Alguém aí há de explicar por que é que coxinha, de repente, deixou de significar um tira-gosto apetitoso para designar uma criatura desprezível.
É gíria recente, sem origem clara, como, de resto, costumam ser as gírias, nomeando de forma suavemente pejorativa, aquela rapaziada mimadinha pelo dinheiro fácil e endereço chique, eternos filhinhos de papai, ratos de shopping center que, a bordo de suas camisetas Sergio K ou Abercrombie & Fitch (por favor, só as originais), bem justinhas junto ao muque marombado.
Eles que desfilam o tédio de um exílio forçado no país do PT e do Bolsa Família quando tudo o que mais ambicionam é a dolce vita num penthouse da Brickell, em Miami. Pela cara do jargão, deve ter mais a ver com menção anatômica do que com afinidade culinária.
Certamente, jamais navegaram um livro além da orelha ou do prefácio. De um ano para cá, saíram às ruas sacudindo estandartes verde-amarelo e brandindo cartazes escatológicos, imbuídos de abrupto surto cívico “contra a corrupção” – só aquela, específica, seletiva, a que enche de alegria e de elogios o juiz Moro, nada a ver com aquele dinheirinho que papai mandou para Genebra, sob as bênçãos da Fiesp, a fim de escapar da cruel taxação bolivariana.
Acabaram, os coxinhas, comprometendo a boa reputação da coxinha, esta sim, uma instituição legitimamente nacional, sem nenhuma vergonha de ser 100% brasileira.
Corre o risco de, por culpa da simbologia política, ser execrada pela esquerda, logo a esquerda que preza os valores ideológicos de um bom pé-sujo e seus petiscos, e que não há de ser na direita gourmet, de paladar cosmopolita, que um acepipe de apelo tão popular vai encontrar defensores desde sempre habituados à trufa branca e ao caviar beluga.
Sem exagero, dá até para pensar que pode acontecer à coxinha – não ao coxinha – a triste sina da pizza, transformada em indigesto sinônimo para as tramoias parlamentares de Brasília e similares.
É hora, portanto, de esquecer os coxinhas e resgatar a coxinha, ícone maior, juntamente com o pastel de feira, daquilo que o cronista Ruy Castro chamou, com todo respeito, de baixa gastronomia. Coxinha com Catupiry ou sem. Coxinha de frango – a mais clássica – ou de carne.
Coxinha de mandioca e de batata-doce. Frita, que a tradição recomenda, ou assada, o que configura um desafio. Óbvio que não faltaria a coxinha vegana.
O receituário da resistência é tão amplo que até coxinha de brigadeiro com morango está disponível na web. Quando a gente vai checar, a única semelhança com coxinha que há ali é o formato. Mas taí uma coxinha que deve agradar ao paladar dos, aí sim, coxinhas vorazes.
Dois endereços disputam, em São Paulo, o campeonato da melhor coxinha – não o do melhor coxinha, bem entendido. A do Frangó é clássica, no ambiente onde impera há mais de 28 anos, na Praça da Matriz, a cavaleiro da Freguesia do Ó (leia a receita abaixo).
A outra, do Velloso, na Vila Mariana, também convoca a paciência de filas permanentes, mas bem recompensadas. A coxinha é patrimônio nacional, e não apenas paulistano, e com maestria persegue, do Oiapoque ao Chuí, no artesanato carinhoso da comida de boteco, aquele croc, croc, croc que irmana todos os autênticos templos da coxinha, campeões de audiência ou não, protegendo-os da presença nefanda dos coxinhas. 

Frite seu coxinha, perdão, sua coxinha (À moda do Frangó) 
Ingredientes da massa:
900 ml de água filtrada
¼ de xícara de óleo de soja
6 cubos de caldo de galinha
650 gramas de farinha de trigo
Recheio:
900 gramas de peito de frango cozido e cortado bem fino
1 cebola pequena picada
¼ xícara de salsinha picada
sal e pimenta-do-reino
900 gramas de Catupiry cremoso
500 gramas de farinha de rosca
1 litro de óleo 
Como preparar a massa:
Bote a água, o óleo de soja e o caldo de galinha numa panela grande e leve ao fogo. Assim que ferver, mas sem desligar o fogo, vá despejando a farinha de trigo já peneirada, mexendo sempre até que a massa se solte do fundo da panela e esteja suficientemente cozida (leva perto de dez minutos). Reserve e deixe esfriar.
Recheio e acabamento:
Tempere o frango picado com a cebola, a salsinha, o sal e a pimenta-do-reino. Pegue uma porção de massa (uma colher de sopa) e recheie com meia colher de sobremesa de Catupiry e uma colher de sobremesa de peito de frango temperado.
Feche a massa sobre o tempero, com formato de coxinha. Passe as coxinhas, uma a uma, na farinha de rosca. Aqueça o óleo numa panela funda, o suficiente para submergir as coxinhas. Espere que elas fiquem crocantes e douradas. Escorra em papel absorvente e bom apetite.
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Fonte:http://www.cartacapital.com.br/revista/882/as-coxinhas-e-os-coxinhas