segunda-feira, 4 de abril de 2016

CUNHA GOLPISTA CONTRA O BRASIL:Eduardo Cunha diz que Dilma Rousseff pode até conseguir barrar o golpe, mas não conseguirá governar"

04.04.2016
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 01.04.16

 Presidente da Câmara chamou os atos em defesa da democracia deste 31 de março de "manifestações mortadela

Eduardo Cunha Dilma impeachment
Desde a saída do PMDB do governo no início desta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vem reiterando as críticas às negociações de cargos que estão sendo feitas nos bastidores pela presidente Dilma Rousseff (PT) para formar uma nova base aliada.
Nesta sexta-feira (1º), Cunha disse que “o governo está fazendo uma luta insana de tentar fazer cooptação” com os parlamentares para atingir o número de votos para barrar o processo de impeachment na Casa. Dilma precisa de 172 deputados.
“Se por acaso o governo conseguir evitar a abertura do processo de impeachment, ele vai ter que governar no outro dia, e não vai governar”, disse Cunha. Ele acredita que mesmo que o governo consiga fazer uma repactuação até o dia da votação, depois teria que fazer novos acordos para garantir a governabilidade.
O presidente da Câmara também criticou os atos contrários ao impeachment desta quinta-feira, 31, que classificou como “manifestação da mortadela”. “O PT pedindo fora Cunha só me honra”, provocou o peemedebista. Ele também disse que “Dilma usa a estrutura pública para fazer atos políticos e fazer campanha”.

Réu no STF

Cunha foi o primeiro parlamentar no exercício do mandato a se tornar réu a partir das investigações da Operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção na Petrobras.
Ainda não há data marcada para o julgamento do deputado no STF. Se condenado, Cunha pode perder o mandato. A cassação, no entanto, precisa ser aprovada pela maioria dos votos dos 513 deputados.

Acordo Temer-Cunha

Caso Dilma Rousseff saia da Presidência e o vice-presidente Michel Temer assuma o Palácio do Planalto, Eduardo Cunha pode renunciar ao comando da Câmara.
A estratégia vem sendo traçada na cúpula do PMDB e tem por objetivo livrar Eduardo Cunha da cassação no Conselho de Ética da Câmara, onde enfrenta processo por quebra de decoro parlamentar.
Cunha renunciaria à presidência da Câmara dos Deputados sob o argumento de que o novo governo precisaria articular nova maioria no parlamento. Seria suspenso pelo Conselho de Ética, mas manteria o cargo, garantindo o foro privilegiado no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF)
com agências
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/04/eduardo-cunha-dilma-pode-barrar-impeachment-mas-nao-vai-conseguir-governar.html
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