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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

NAZISTAS VIRA-LATAS BRASILEIROS: Os nazistas brasileiros

16.11.2016
Do portal da Revista ISTO É, 20.05.09
Por Suzane G. Frutuoso, de Curitiba, e João Loes

Um duplo homicídio revela a existência de novos seguidores de Hitler no País, com plano político, armas e conexões no Exterior 
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HOMENAGEM Uma festa em comemoração aos 120 anos de Hitler. Acima, Barollo preso
Neuland é uma "nova terra", onde não falta emprego aos cidadãos e o salário mínimo é de 840 euros (R$ 2,4 mil). Nesta República Federativa, o hino nacional é o último movimento da Nona Sinfonia de Beethoven e a capital foi batizada de Magno - para afirmar sua grandiosidade. Há três prédios interligados, com 200 mil metros quadrados e 160 andares cada um. Neuland poderia ser o país fictício de uma narrativa fantasiosa. Mas a mente de quem criou esta nação-babel, com 20 idiomas oficiais, é a mesma que está sendo acusada de planejar a morte de um rival, motivada por uma ideologia que já foi usada para justificar o assassinato de milhões de pessoas no século passado e se mostra viva no Brasil de 2009: o nazismo.
O paulista Ricardo Barollo, 34 anos, coordenador de projetos especiais da empreiteira Camargo Corrêa, foi apontado como mandante do crime que tirou a vida do estudante de arquitetura mineiro Bernardo Dayrell, 24, e sua namorada, a estudante Renata Waechter, 21, na madrugada de 21 de abril em Campina Grande do Sul, no Paraná, devido a uma disputa de poder. O crime descortinou uma rede organizada de nazistas no País, com ramificações em vários Estados e conexões com outros países.
Barollo e Dayrell eram líderes dos dois maiores movimentos nacionais. Defendiam que a raça branca estava em extinção e, por isso, a miscigenação deveria ter fim. A Neuland seria o país de extrema direita pautado na mesma ideologia que o ditador Adolf Hitler implantou na Alemanha a partir de 1934. Primeiro, o grupo tomaria São Paulo e os Estados do sul do País. Depois, conquistaria o território de 22 países da Europa.
Essa história veio à tona em 1º de maio, quando Barollo foi preso no bairro de Moema, em São Paulo, no apartamento de alto luxo em que morava com os pais - outros cinco acusados de participar do crime também foram detidos no Paraná. A partir daí, a polícia começou a ter acesso ao universo neonazista do qual faz parte o grupo. A rede com ramificações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste do País é formada, em sua maioria, por jovens de classe média ou alta, com boa formação intelectual. A exigência é tão grande que, para ser admitido na facção, o candidato precisa passar por uma rigorosa prova.
A avaliação é realizada pelo computador, em um documento enviado por e-mail com uma senha de acesso e 30 perguntas dissertativas como "Os fins justificam os meios?", "Quem era Adolf Hitler?" e "Quais e como eram os principais governos da Europa na década de 40?". Quem responde de acordo com o que os fatos históricos comprovam é reprovado. Passa aquele cujas respostas são inspiradas no revisionismo, teoria que, entre outras coisas, nega o Holocausto. Os aprovados são "batizados" num lugar confirmado poucas horas antes do evento - apenas a cidade onde acontece a reunião é divulgada com antecedência. Segurando tochas de fogo, prometem honrar a imagem do Führer e o nacional socialismo.
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DIVULGAÇÃO Capa de uma revista online mensal criada por Dayrell que prega o nazismo
Tamanha devoção é contida em ações discretas, como uma sociedade secreta. O movimento não tem sede, página na internet, nem nada que o identifique perante a sociedade. Os integrantes preferem se comunicar por e-mail ou mensagens instantâneas. Telefonemas, só em casos excepcionais. Encontros, quando inevitáveis, acontecem sempre em lugares diferentes, para não levantar suspeitas. Não há amadorismo. Os grupos são divididos em células.
A da propaganda serve para divulgar a ideologia por meio de revistas e cartazes. Na política, o foco é a formação de futuros partidos e a conquista de novos membros. Já a paramilitar é o setor armado, que dizem ser para defesa (não há indícios de que participem de algum tipo de treinamento). Mulheres não podem participar.
Mas é permitido que elas frequentem as festas, onde a bebida é controlada e as drogas são proibidas. Negros também podem ingressar no movimento, mas precisam ser "puros", sem mistura de raças. E jamais chegariam a líderes.
O detalhado plano da Neuland foi apresentado por Barollo aos seus seguidores em setembro de 2008. Primeiro, o grupo elegeria vereadores e o prefeito no Balneário Piçarras, em Santa Catarina. Em alguns anos, fortalecido, tomaria os Estados do Sul e São Paulo, num movimento separatista que criaria o novo país.
As fronteiras, porém, seriam fechadas a imigrantes. Barollo confirmou essas informações à polícia no dia da prisão, quando vestia uma camisa da seleção de futebol alemã. O que não contou é que o objetivo do grupo era bem mais ousado. Neuland, uma "terra prometida" fundamentada em "união, justiça e liberdade", ocuparia países que fazem parte da União Europeia, como Alemanha, Dinamarca, Espanha, Itália, Polônia, Suécia, entre outros.
Está tudo documentado como um plano de governo em pastas às quais ISTOÉ teve acesso. Barollo seria o presidente, com um salário de 10.560 euros (R$ 30 mil). Superior aos R$ 8.348,95 que ele recebia na Camargo Corrêa. Seu aniversário, 18 de julho, constaria como feriado nacional. Bandeiras, ministérios, empresas, cargos e leis também já estavam definidos.
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TESTEMUNHA Ex-membro do grupo de Barollo confirma luta pela pureza da raça branca
Além de Dayrell, a polícia já sabe que mais dois possíveis líderes estavam marcados para morrer por divergirem de Barollo: um na cidade gaúcha de Caxias do Sul e outro na capital paulista. O grupo detido também teria apoio de lideranças no Chile e na Inglaterra. Da Argentina, onde há uma rede neonazista com três mil membros, vieram as armas do crime. No Brasil, até onde se sabe, a maioria luta pela ideologia e defende a estratégia, não o uso de armas, para que com o tempo o neonazismo ganhe força. A violência seria o último recurso, diferentemente dos skinheads, que têm como principal estímulo a agressão às minorias, como nordestinos e homossexuais.
A reportagem de ISTOÉ entrevistou três jovens dos grupos neonazistas - dois detidos, acusados pelo assassinato de Dayrell, e um dissidente que será testemunha de acusação. Todos na faixa dos 20 anos. Eles se mostraram arrependidos de entrar na facção, mas confirmaram suas crenças. "A extrema direita faz as coisas ficarem mais firmes", acredita Gustavo Wendler, 21 anos, um dos presos. Também ressaltaram que tinham amigos negros, judeus e estrangeiros. Até conheciam homossexuais. "Só não permito que eles invadam meu espaço", disse Rodrigo Mota, 19 anos, outro detido.
Além de Wendler e Mota, foram presos Jairo Fischer, 21 anos, Rosana Almeida, 22, e João Guilherme Correa, 18. Segundo o delegado Francisco Caricati, do Centro de Operações Policias Especiais (Cope), em Curitiba, eles apontaram Barollo como o mandante. O advogado dele, Adriano Bretas, disse à ISTOÉ que seu cliente não concederia entrevista, que nega todas as acusações e só falará em juízo.
Na noite do crime, o grupo de Dayrell organizou uma festa numa chácara em Campina Grande para comemorar os 120 anos do nascimento de Hitler. Os acusados atraíram Dayrell e Renata, que saíram de Minas para participar do evento, para uma emboscada na BR-116. Todos eram amigos, apesar de fazerem parte de facções rivais. "Eles vão a júri popular e podem pegar até 72 anos de prisão por duplo homicídio qualificado, motivo torpe e apologia ao nazismo", afirma Caricati. Na casa dos envolvidos e de pessoas que participaram da festa, foi encontrado material referente à ideologia de Hitler, como bandeiras, cartazes, revistas, livros e broches.
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As divergências entre Barollo e Dayrell começaram em 2007, três anos após a formação do grupo. O mineiro teria criado camisetas, bonés e bandeiras com símbolos nazistas para vender. Barollo passou a acusá-lo de capitalista, afirmando que o ideal do grupo era de uma raça pura e de igualdade social. Dayrell chamou o líder de controlador, rígido, excêntrico, e também forjou uma votação autointitulando-se o novo comandante do grupo em Minas Gerais e no Paraná. Tempos depois, Dayrell convidou pessoas que não conseguiram entrar no grupo de Barollo, por causa da dificuldade da prova de admissão, a seguir com ele. A facção de Barollo contabiliza 50 membros. A de Dayrell, 300 pessoas.
Os grupos revelados pelo crime no Paraná não são os únicos do Brasil onde se encontram seguidores de Adolf Hitler. ISTOÉ apurou que há pelo menos mais três facções neonazistas organizadas no País. Uma no Rio Grande do Sul, com 70 pessoas, outra também gaúcha, que existe apenas para importar armas, com 20 membros, e uma terceira em São Paulo, com cerca de 40. Não há dados consolidados de quantos são os neonazistas no Brasil. Mas uma pesquisa da antropóloga Adriana Dias, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dá pistas. Para sua dissertação de mestrado ela estudou sites que pregavam o neonazismo em português, espanhol e inglês.
Chegou a um total de 13 mil páginas em 2007. "Hoje, são 20 mil, quase o dobro", diz Adriana. A pesquisa revelou que ocorreram cerca de 150 mil acessos a esses endereços a partir do Brasil. Com a chegada da internet, buscar parceiros que se identificam com a ideologia nazista ficou mais fácil. Entre 2006 e 2008 a Safernet, que combate os crimes cibernéticos, viu aumentar vertiginosamente o número de denúncias de conteúdo de ódio na web.
"A maior parte estava na rede de relacionamentos Orkut, mas também havia fóruns, sites e blogs", conta Thiago Tavares, presidente da Safernet. Ele conta que diminuíram as denúncias depois de uma grande operação para coibir essas páginas em 2008, mas a atividade online continua. "Os neonazistas são organizados e têm conhecimento técnico para criar mecanismos que escondem a origem das conexões", conta.
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Prova disso é a revista online O Martelo, criada por Bernardo Dayrell para divulgar o neonazismo. Na edição de fevereiro de 2009, dez páginas da publicação são dedicadas a um guia de segurança na internet. O texto fala, basicamente, da importância da rede para o movimento Nacional Socialista e explica, passo a passo, como navegar de forma anônima (e assim acessar conteúdo proibido sem ser identificado).
A internet também facilitou a criação de dissidências dos grupos mais conhecidos, como o Front88 e o Valhalla88, por exemplo. Esses dissidentes se anunciam com nomes pomposos e em sites elaborados, mas têm, em média, cinco ou seis membros. "Na rede, vemos grupos surgir e desaparecer rapidamente", conta Alexandre de Almeida, historiador e mestre em antropologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), autor do estudo Skinheads: os mitos ordenados do Poder Branco paulista.
Especialistas são unânimes: a repressão é o principal caminho para que movimentos neonazistas não se disseminem ainda mais - e ganhem poder como as facções terroristas alcançaram em outros países, tornando-se um risco para a segurança do Estado. Há, porém, uma alternativa que depende exclusivamente da sociedade, que é a educação para a tolerância e a diversidade. "Não se vê isso nas escolas e poucos pais abordam o assunto", diz a historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro, professora da Universidade de São Paulo, especialista em racismo e antissemitismo.
É desde cedo que se ensina respeito pelo outro, afirma o delegado chefe do Cope, Miguel Stadler, que destaca o desconhecimento dos pais dos envolvidos no caso do Paraná - nenhum deles sabia que os filhos tinham simpatia por Hitler. "A discussão sobre preconceito é urgente", afirma o delegado Caricati. "Quem imaginaria que, décadas depois, uma ideologia baseada em barbárie seria responsável por um crime desses?" Ainda mais no Brasil, onde a miscigenação é uma marca indelével do País.
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Fonte:http://www.istoe.com.br/reportagens/13380_OS+NAZISTAS+BRASILEIROS

A Centralidade de Cristo na Criação - Adauto Lourenço

16.11.2015
Do canal do MINISTÉRIO FIEL, 15.06.12
YOUTUBE
Por Adauto Lourenço



10ª Edição da Conferência Fiel para Jovens

Resultado de imagem para ADAUTO LOURENÇO FOTOSA Conferência Fiel para Jovens surgiu há mais de 10 anos com o objetivo de ajudar jovens cristãos a edificarem sua fé sobre o firme fundamento da Palavra de Deus. A conferência busca promover o crescimento espiritual desses jovens, além de prepará-los para a vida cristã, por meio da pregação séria e comprometida com as verdades bíblicas.


Voltemos ao Evangelho: http://voltemosaoevangelho.com/blog/



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Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=g_UcY22VWYg

Médico tentou usar testículos de macaco para retardar o envelhecimento no início do século passado

16.11.2015
Do portal JORNAL CIÊNCIA, 01.11.15

Serge Voronoff foi um médico que, no início do século 20, já buscava maneiras de retardar o envelhecimento através de práticas pouco convencionais.

Sua ideia causou grande espanto na época, e até hoje ainda chega a assustar. Ele acreditava que transplantando testículos de macacos em seus pacientes, o envelhecimento era retardado ou completamente interrompido.

Nascido na Rússia, ele viveu na França desde os 18 anos, onde completou seus estudos sob a tutela de Alexis Carrel, pioneiro na área da cirurgia dos transplantes. Carrel chegou a ganhar um prêmio Nobel após a realização da pesquisa sobre suturas de vasos sanguíneos problemáticos. Com sua supervisão, ele passou a realizar transplantes entre animais e humanos, com objetivo de encontrar formas de cura para problemas de saúde. Mas, seu objetivo principal, desde sempre, foi o rejuvenescimento. Ele acreditava que o segredo estava na transferência de hormônios de animais para seres humanos.


Junto com um psicólogo experimental chamado Charles-Édouard Brown-Séquard, que também estudava a relação de envelhecimento com glândulas de animais, ele passou a desenvolver teorias. O psicólogo acreditava tanto no trabalho de pesquisa de ambos, que ele passou a injetar uma substância criada do material coletado em testículos de cães e porquinhos-da-índia no próprio corpo, como um experimento vivo de suas projeções. Sem resultados, eles passaram a focar a teoria no transplante de tecidos.

Após passar mais de uma década no Egito testando teorias em eunucos (que poderiam ter problemas de desenvolvimento), o russo resolveu colocar os testes em prática na França, novamente. Procedimentos de transplante de ossos, tecidos e órgãos entre animais diferentes estavam sendo feitos, mas sua melhor experiência foi com o implante de testículos de animais jovens em outros mais velhos. Com alguns resultados intrigantes, ele resolveu relacionar primatas e humanos por conta das semelhanças biológicas e constituição corporal.

E assim foi feito, pela primeira vez, com um garoto de 14 anos, com problemas de aprendizagem, que recebeu a tireoide de um chimpanzé, em 1915.  Segundo Voronoff, o garoto recuperaria suas habilidades mentais apenas um ano após a cirurgia, com a alegação de que as glândulas sexuais dos animais soltavam um fluído na corrente sanguínea dos humanos que estimulava a atividade cerebral e aumentava a energia muscular e sexual, como uma espécie de “Viagra” rejuvenescedor.

O garoto de 14 anos que passou pela cirurgia.

Seu primeiro transplante completo, de fragmentos de testículos de macacos em humanos, aconteceu em 1920, e mais de 300 pessoas chegaram a receber o tratamento do médico, que começou a ficar famoso, principalmente na Inglaterra.


Porém, ele se empolgou demais com suas ideias mirabolantes, e seu declínio começou ao tentar descobrir se a ‘crueldade’ poderia ser transferida pela mesma forma, usando amostras testiculares de presos sentenciados à morte. Levando isso em conta, ele tentou realizar o transplante do ovário de uma mulher em uma macaca, tentando-a engravidar com esperma humano.

Ao longo do tempo, as pessoas começaram a rechaçar sua ambição e os pacientes que receberam seus implantes envelheceram normalmente, sem nenhum benefício. O maior problema foi quanto alguns pacientes relataram comportamentos primatas após o transplante. Sua credibilidade foi por água abaixo de vez em 1935, quando a testosterona foi descoberta e isolada. {jathumbnail off}

Fonte: Mega Curioso / Atlas Obscura Foto: Reprodução / Atlas Obscura e Wikipédia Commons

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Fonte:http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/5463-medico-tentou-usar-testiculos-de-macaco-para-retardar-o-envelhecimento-no-inicio-do-seculo-passado

Consciência Cristã debate design inteligente

16.11.2015
Do portl GOSPEL PRIME, 12.11.15
Por Mariana Gouveia

Evento acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016 em Campina Grande (PB)

Marcos EberlinO 18º Encontro para a Consciência Cristã está chegando e, aos poucos, os detalhes do evento são divulgados pela organização. A programação completa de um dos eventos paralelos já está definida: trata-se do 1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente, que ocorrerá de 07 a 09 de fevereiro de 2016, na Igreja Presbiteriana Central, em Campina Grande (PB). Os palestrantes do fórum serão os cientistas Marcos Eberlin e Mariana Sá.
Com o fórum, os organizadores esperam promover um espaço de esclarecimento sobre a origem da vida de acordo com a teoria do design inteligente. O design inteligente, ou DI, é uma vertente da ciência que levanta evidências de que a vida foi criada, ao invés de ter surgido espontaneamente, como afirma a teoria da evolução. Portanto, a teoria do design inteligente é a linha científica mais coerente com o relato bíblico de que Deus criou o Universo e a vida como conhecemos.
Para o 1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente, dois especialistas na área foram convidados. O primeiro deles é Marcos Eberlin, que já participou do Encontro para a Consciência Cristã em outras duas ocasiões. Ele fez seu pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA.
Atualmente, é professor titular da UNICAMP, onde coordena o Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas. Eberlin também é membro da Academia Brasileira de Ciências e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico.
A outra palestrante convidada é Mariana Sá, que virá pela primeira vez à Consciência Cristã. Ela possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Paraíba (2011), mestrado e pós-graduação em Sistemática e Evolução pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2014) e Doutoranda na Pós-graduação em Sistemática e Evolução pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
A participação no 1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente, bem como nos demais eventos paralelos da 18ª Consciência Cristã, depende de inscrição prévia, que pode ser feita gratuitamente no site oficial do evento.

18º Encontro para a Consciência Cristã

O encontro será realizado de 04 a 09 de fevereiro de 2016. Além dos eventos paralelos, o encontro terá em sua programação diversas plenárias, pela manhã e à noite, com momentos de louvor, oração e pregação da Palavra. Todas as plenárias serão abertas ao público.
Um total de 29 preletores foram convidados para a Consciência Cristã 2016. Entre eles, estão nomes como Hernandes Dias Lopes, Russell Shedd, Augustus Nicodemus, Franklin Ferreira, Heber Campos Jr., Jonas Madureira, Solano Portela, Norma Braga, Sillas Campos, Renato Vargens, Ciro Sanches Zibordi e Conrad Mbewe, pastor africano que estará no evento pela primeira vez.
A 18ª Consciência Cristã terá, além das plenárias e palestras, a 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC. A feira será feita em parceria com algumas das maiores editoras evangélicas do país, como a Sociedade Bíblica do Brasil, CPAD, e as editoras Fiel, Vida Nova, Cultura Cristã, Vida, Hagnos e PES. Milhares de títulos serão vendidos a preços especiais.
A VINACC, entidade organizadora do evento, está oferecendo suporte a caravanas formadas para o evento e que estejam interessadas em hospedagem alternativa. O apoio é dado a grupos de no mínimo 20 pessoas, e que desejem se hospedar em locais como escolas e igrejas. Os interessados devem preencher um formulário, também disponível no site da Consciência Cristã:www.conscienciacrista.org.br.
Confira a programação completa do 1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente!
DOMINGO, 07/02/2016
1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente
Local: Igreja Presbiteriana Central
Horário: 14h30
Palestrante: Mariana Sá (UFRN/RN)
Temas:

  • Informação molecular: evidência de Design Inteligente.
  • Explosão cambriana: como explicar o surgimento da vida animal?
Obs.: Inscrição gratuita!
SEGUNDA-FEIRA, 08/02/2016
1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente
Local: Igreja Presbiteriana Central
Horário: 14h30
Palestrante: Prof. Marcos Eberlin (UNICAMP/SP)
Temas:

  • A complexidade irredutível da Vida e do Universo.
  • A antevidência genial no planejamento da Vida.
Obs.: Inscrição gratuita!

TERÇA-FEIRA, 09/02/2016
1º Fórum Campinense sobre Design Inteligente
Local: Igreja Presbiteriana Central
Horário: 14h30
Palestrante: Prof. Marcos Eberlin (UNICAMP/SP)
Temas:

  • O ajuste fino do Universo e da Terra.
  • Se foi Design Inteligente, quem é o Designer?
Obs.: Inscrição gratuita!
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Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/design-inteligente-consciencia-crista-2016/

Cristãs são demitidas por recusarem chamar aluna de “menino”

16.11.2015
Do portal GOSPEL PRIME, 12.11.15
Por Jarbas Aragão

Caso se tornou símbolo da luta pela liberdade religiosa

Madeline Kirksey e  Akesha Bogany WyattDuas professoras de uma creche na cidade de Katy, Texas, foram demitidas no início do mês por se recusarem a chamar de ‘menino’ uma aluna de seis anos de idade.
Madeline Kirksey e sua colega Akesha Bogany Wyatt entraram na justiça contra o Centro de Aprendizagem Infantil Lighthouse, alegando que sua demissão foi por motivos religiosos.
Segundo ambas, a direção da escola as demitiu por que elas não aceitaram a “imposição da agenda transgênero”. Katy é uma pequena cidade na periferia de Houston, onde a prefeita Annise Parker, que é lésbica, tem atacado abertamente as igrejas.
Kirksey acredita que seus direitos a liberdade religiosa foram violados e quer o emprego de volta. Elas contrataram como advogados Andy Taylor e Briscoe Cain, que já defendem outros casos de discriminação religiosa.
Recentemente, Taylor derrotou a prefeitura de Houston na batalha legal relacionada a uma lei que possibilitava aos transgêneros escolher qual banheiro público preferiria. Durante o longo processo, vários pastores da cidade, que lutavam contra essa lei foram obrigados a submeter seus sermões a um juiz, sob alegação que estavam pregando homofobia.
Os cristãos se mobilizaram e como resultado, o governador Greg Abbott assinou a lei 2065, conhecida como “Lei de proteção ao Pastor”, a qual assegura aos ministros o direito de não celebrarem cerimônias de casamento homossexual nas igrejas pelas quais são responsáveis.
O caso das professoras cristãs está gerando uma nova onda de protestos no Texas. Tudo começou quando um casal gay, responsável por um dos alunos, pediu que as funcionárias da escola chamassem a sua filha de “menino”. Além de trocarem o nome da criança, cortaram seu cabelo e a vestiam como um menino.
Contudo, as professoras dizem que a criança já frequentava a escola por quatro meses antes que seu pais decidissem que ela mudaria de ‘gênero’. Contam ainda que a menina alternava seu comportamento, em alguns dias afirmava ser menina e em outros, menino. Quando procuraram a direção da escola, receberam um documento que as ‘ensinava’ como lidar com alunos trangêneros.
Quando elas se recusaram, alegando que isso contrariava seus princípios religiosos, e que isso era uma forma de ‘abuso infantil’, foram demitidas. O caso da menina estaria criando problemas na escola, que tem cerca de 100 alunos, pois ela estava sendo ‘exposta ao ridículo’, afirma o processo.
A professora Wyatt afirmou: “Ser ou não ser uma menina ou um menino não é um assunto adequado para as crianças discutirem nessa idade. Como cristã e mãe de uma criança que frequenta a mesma escola, não queria expor meu filho nem as outras crianças a este assunto. Os pais dos demais tinham o direito de saber o que estava acontecendo “.
O advogado Andy Taylor disse à imprensa que “Novamente a insistência das comunidades LGBT na criação de direitos especiais para um pequeno grupo de pessoas está atropelamento as liberdades civis dos demais.” Com informações CBN
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Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/cristas-demitidas-aluna-menino/

O PMDB e a reforma fiscal: ponte para o inferno social

16.11.2015
Do portal da Revista Carta Maior,10.11.15
Por Fabrício Augusto de Oliveira

A essência da proposta do documento do PMDB é a de rasgar a Constituição de 1988 no que diz respeito à rede de proteção nela estabelecida.

Edilson Rodrigues/Agência Senado
Depois de operar e atuar por décadas nas sombras do poder, de uma maneira geral contra os interesses da sociedade como um todo, o PMDB, visando manter seu espaço de influência nas decisões estratégicas da política do governo, acaba de lançar oportunisticamente, para dele não se afastar, diante do enfraquecimento da presidente Dilma, um documento com propostas de reformas para o País sair da crise, intitulado “Uma ponte para o futuro”.
 
Tal como o que recentemente foi lançado pelo Senado Federal, patrocinado por seu presidente Renan Calheiros, também do PMDB, as propostas ali apresentadas, ao contrário do que anunciam, representam um retrocesso quando se considera seu objetivo que é o da reconstituição de um “Estado moderno, próspero, democrático e justo”.
 
Colocando-se como fiador deste projeto para a nação, o documento do PMDB, fazendo coro às vozes da ortodoxia, atribui as dificuldades do País às ações do Estado voltadas para beneficiar as políticas sociais, entendendo que sem a construção de “uma trajetória de equilíbrio fiscal duradouro, com superávit operacional e redução progressiva do endividamento público”, não há como escapar dessa crise. Daí deduz que, para purificar-se e se candidatar novamente a ingressar no paraíso do crescimento, o Brasil tem, necessariamente, de resolver primeiramente essa questão.
 
Ora, ao enunciar de modo tão categórico as causas e raízes da crise atual, que identifica na generosidade da Constituição de 1988 com a criação de um sistema de vinculação de receitas para o financiamento das políticas sociais, que estaria garantindo, no tempo, um crescimento dos gastos do Estado superior às suas receitas, os remédios que propõe para sua solução não poderiam ser diferentes.
 
Ao lado de acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, sugere dar fim a todas as indexações existentes, seja para “salários, benefícios previdenciários e tudo o mais”, e estabelecer um limite para a expansão das despesas inferior ao crescimento do PIB. Além disso, atribui, ao Legislativo, poder tanto para definir as prioridades orçamentárias com a implantação do “orçamento de base zero” quanto de atuar como “autoridade orçamentária”, responsável por avaliar, acompanhar e fiscalizar a execução dos programas públicos, corrigindo excessos e desvios cometidos pelo Executivo em relação às metas garantidoras do equilíbrio fiscal. 
 
A essência da proposta é, portanto, a de rasgar a Constituição de 1988 no que diz respeito à rede de proteção nela estabelecida e retirar, do Executivo, toda e qualquer influência que este hoje dispõe para formular, propor e implementar programas que coloquem em risco a meta sagrada do ajuste fiscal. Enfim, substituir na prática, no País, o presidencialismo pelo parlamentarismo, como se os parlamentares estivessem, em sua maioria, despidos de interesses fisiológicos, particulares e familiares, e em condições de, efetivamente, lutar por interesses mais nobres da sociedade como um todo, com suas bancadas do “boi, da bala e da bíblia”.
 
Depois de despejar uma artilharia pesada nos programas sociais e na previdência social, como causas da falência do Estado brasileiro, o documento mantém-se silente sobre as despesas tributárias nas quais o Estado incorre com o capital, por meio de renúncias tributárias e subsídios concedidos às empresas, estimadas pela Receita Federal em R$ 280 bilhões, ou 4,9% do PIB só em 2015, e sobre os juros da dívida que o Estado paga a seus credores, que já atingiram, até setembro, 8,9% do PIB, no acumulado de 12 meses, como se não tivessem nenhuma responsabilidade neste desequilíbrio e no crescimento da dívida.
 
Ao retirar do capital e da riqueza financeira qualquer responsabilidade nessa situação, o documento não poderia ir muito longe na proposta de uma reforma tributária que contribuísse, de fato, para ajudar a remover alguns dos entraves que se opõem ao crescimento econômico, à redução mais sustentável das desigualdades sociais e à reconstrução do federalismo no País. É, por isso, de uma pobreza franciscana.
 
Isso porque se restringe a descartar qualquer aumento na carga de impostos na promoção do ajuste de longo prazo por considerá-la muito elevada quando comparada aos padrões vigentes nas economias emergentes e até mesmo em relação a alguns países desenvolvidos, reduzindo a competitividade da produção nacional e operando como obstáculo ao crescimento mais sustentado. Nada diz, contudo, sobre a sua composição, na qual residem os principais problemas do sistema tributário brasileiro e para os quais sua reforma é mais do que necessária caso se pretenda ressintonizá-lo exatamente com os objetivos do crescimento, da equidade e da federação.
 
Ora, mesmo os que não são especialistas em tributação sabem que o sistema de impostos no Brasil, além de muito complexo e pouco transparente, carrega, em sua estrutura, um peso muito elevado dos impostos indiretos, reconhecidamente regressivos, que respondem por cerca de 70% da arrecadação (incluídos os incidentes sobre a folha de salários), o que enfraquece o mercado interno ao jogar o maior fardo de seu ônus sobre os ombros mais fracos. E que, entre estes se incluem impostos de má qualidade, de incidência cumulativa, prejudiciais para a competitividade por onerar excessivamente a produção, devido à tributação em cascata.
 
Por isso, qualquer reforma deste sistema que tenha a preocupação de reformá-lo, visando a ajustá-lo para os objetivos do crescimento econômico com equidade, não pode simplesmente ignorar as mudanças que devem ser feitas nessa estrutura, dando-se maior ênfase à cobrança dos impostos diretos vis-à-vis os indiretos, não somente por uma questão de justiça tributária e social, mas até mesmo por uma razão econômica, considerando que são as classes de mais baixa renda as que possuem maior propensão ao consumo e que, por isso, podem ajudar a manter com maior vigor o mercado interno.
 
Esse deslocamento das bases de incidência dos impostos, que significaria cobrar mais impostos de quem mais ganha, ou seja, das rendas mais altas e da riqueza financeira, principalmente, e que apresenta um potencial elevado de arrecadação, poderia abrir espaços para a reforma da tributação indireta e mais do que compensar perdas que com ela poderiam ocorrer com a extinção ou redução dos impostos cumulativos, ao mesmo tempo em que se tornaria possível reduzir sua regressividade, estabelecendo-se alíquotas seletivas destes impostos de acordo com a essencialidade do produto.
 
Este não é, no entanto, um caminho que, tal como ocorre com o pensamento conservador, interesse ao programa proposto pelo PMDB, já que contraria os interesses das classes dominantes. Por isso, sua proposta, neste campo, cinge-se a sugerir um “vasto esforço de simplificação do sistema, reduzindo o número de tributos e unificando a legislação do ICMS, com a transferência de sua cobrança para o Estado de destino da mercadoria, e também, a desoneração das importações e dos investimentos”, como se simplificar fosse sinônimo de modernizar.
 
Embora essas sejam medidas que devam ser consideradas em uma eventual reforma para simplificar o sistema, coibir as guerras fiscais entre os governos subnacionais e melhorar um pouco a competitividade da produção nacional, representam muito pouco para quem se propõe a cimentar as bases da economia para um crescimento autossustentado e para a reconstrução de um “Estado moderno, próspero, democrático e justo”.
 
Talvez para não ser rotulado de excessivamente tendencioso nessa questão, o documento ainda se aventura, no apagar das luzes de seu encerramento, a rapidamente propor uma vaga “redução das exceções para que os grupos parecidos paguem impostos parecidos”. O que pouco significa pela sua inconsistência com a análise realizada, figurando, pela sua imprecisão, mais como um jogo de cena da proposta. Não é com este documento que o partido irá resgatar o compromisso histórico do antigo MDB com as lutas democráticas por um Estado de direito, próspero e justo, e nem com a “Constituição cidadã” do Dr. Ulysses Guimarães.
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Fonte:http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Economia/O-PMDB-e-a-reforma-fiscal-ponte-para-o-inferno-social/7/34945