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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Hackers:Entenda porquê não existe mais antivírus gratuito

11.11.2015
Do blog CANALTECH
Por Redação 

Antivirus
Os antivírus gratuitos já não são mais como antes, pois as empresas agora estão agregando serviços diferenciados como adware, spyware, barras de ferramentas e outros recursos rentáveis. O anúncio, na verdade, acaba sendo apenas um atrativo para puxar os usuários para produtos pagos.

Veja alguns exemplos de como as empresas estão tentando atrair esses assinantes:


Mudando a sua ferramenta de busca


As empresas de antivírus tentam fazer a alteração do motor de buscas dos usuários para um de sua própria escolha. Com isso, a pessoa acaba monetizando a companhia clicando em anúncios ou apenas pelo fato de usar o buscador. Elas também conseguem mudar a sua página inicial, direcionando o tráfego para sites cheios de publicidade.


Instalando a barra de ferramentas Ask


A maioria dos usuários já se deparou com as famosas e irritantes barras de buscas e ferramentas do Ask, que às vezes são camufladas com outros nomes


Programas adicionais


As marcas também aproveitam para instalar programas adicionais automaticamente durante a instalação do antivírus. Quem nunca se irritou com aqueles programas que oferecem descontos e promoções que quase nunca existem?


Rastreio


As empresas conseguem rastrear os hábitos de navegação do usuário, além de outros detalhes pessoais. Provavelmente, essas informações são vendidas para terceiros com o intuito de continuar monetizando.
Conheça alguns dos antivírus que acabam instalando outros serviços no seu computador:


Comodo Free


O Comodo tenta mudar o motor de busca do usuário para o Yahoo! e ainda tenta incluir o software de suporte técnico pago GeekBuddy. Além disso, ele pode alterar configurações do servidor DNS do seu computador e instalar um navegador chamado "Chromodo".


Ad-Aware Free


Este software da Lavasoft empurra para o usuário um programa de "proteção web", definindo o SecureSearch como página inicial e motor de busca do seu navegador. Na verdade, ele é criado com base no Yahoo!, ou seja, o buscador é como se fosse um Bing camuflado.


Avira Free Antivirus


Assim como os exemplos ja citados, o Avira incentiva o usuário a instalar a barra de buscas Avira SafeSearch Plus, que também é apenas um novo nome para o Ask.


ZoneAlarm Free Antivirus + Firewall


Este antivírus instala uma barra de buscas chamada ZoneAlarm Search, além de uma barra de ferramentas que, mais uma vez, é uma versão rebatizada do Ask.


Panda Free Antivirus


O Panda tenta fazer a instalação de uma barra de ferramentas de segurança no seu navegador e altera o motor de busca para o Yahoo!.


AVG Free


O AVG conta com diversos utilitários que não são bem-vindos, como a sua barra de ferramentas de segurança, o AVG Rewards e o AVG Web TuneUp, por exemplo.


Malware Bytes Anti-Malware Free


O MalwareBytes não tenta instalar nada no seu computador, mas a versão gratuita não oferece proteção em tempo real, oferecendo apenas uma ferramenta para verificações manuais que detecta muitos dos adwares instalados por outros programas. Tudo isso, claro, encorajando o usuário a pagar pela versão completa. Recomenda-se o uso com outro antivírus.


Sendo assim, o que devo usar?


Já dá para ter uma ideia que boa parte dos antivírus gratuitos acabam empurrando programas não desejados para os usuários. O ideal é optar por produtos que são, de fato, sem custo algum, como o Windows Defender, da Microsoft, que acompanha o Windows 8, 8.1 e 10. 

Se você tem dúvidas sobre qual solução antivírus adotar, nós preparamos uma lista com os melhores pagos e gratuitos para você.



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Fonte:http://canaltech.com.br/dica/antivirus/entenda-porque-nao-existe-mais-antivirus-gratuito/

PSDB tem de provar que não finge romper com Cunha

11.11.2015
Do portal BRASIL247
Por Tereza Cruvinel

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O PSDB perdeu duas vezes ao aliar-se a Eduardo Cunha para alcançar o impeachment da presidente Dilma: o derretimento moral de Cunha inviabilizou o impeachment e a aliança desgastou os tucanos junto à sua base social e política. Hoje o partido anunciou o desembarque e foi chamado de desleal pelo presidente da Câmara. Mas para redimir-se e remover as desconfianças, terá de provar que o desembarque é para valer.

O fingimento tucano em outras manifestações pedindo a saída de Cunha, seguido de encontros semi-clandestinos com o presidente da Câmara para tramar o impeachment, autorizam a desconfiança geral de que o PSDB pode estar novamente só jogando para a plateia e pressionando Cunha a acolher logo o pedido de abertura de processo contra Dilma subscrito por Helio Bicudo e Reale Júnior. Cunha colocou a decisão em fogo brando e prolongado. Enquanto isso, foi conseguindo a equidistância acovardada do PT e o apoio cada vez mais velado da oposição ao governo.  Ademais, se o fizesse, nas condições atuais, a peça cairia no descrédito, reduzida a mero gesto de vingança.

Mas agora, com sua situação agravada pela abertura de processo no Conselho de Ética e a fragilidade das explicações para o dinheiro na Suíça o PSDB já não pode fingir. Em breve vai ter que provar que não está blefando. E isso acontecerá lá pelo dia 24, quando deve ser votado o parecer do relator Fausto Pinato no Conselho de Ética. Embora seja do PRB, partido que dá sustentação ao presidente da Câmara, com quem tem relações amistosas, Pinato deve propor a aceitação da denúncia pelo Conselho de Ética, dando prosseguimento ao processo. Cunha já prepara sua tropa de choque, comandada pelo deputado Paulo Pereira da Silva, líder do SD, para rejeitar o parecer caso ele seja mesmo pela continuidade do processo.

Terá então chegado a hora de o PSDB dizer mesmo de que lado está, orientando seus deputados a votar pelo acolhimento da denúncia. São dois os deputados tucanos entre os 21 integrantes do Conselho: Nelson Marchezan Júnior (RS) e Betinho Gomes (PE). Com o prosseguimento do processo, o PSDB terá que novamente provar que não finge votando pela cassação de Cunha no Conselho e depois no plenário.

Isso se não houver renúncia forçada de Cunha. Ele jura que não renuncia e essa deve ser mesmo sua disposição. Mas haverá uma pressão para que renuncie antes do acolhimento pela denúncia. Neste caso o processo seria suspenso e ele preservaria os direitos políticos, podendo voltar a se candidatar. Mas é pouco provável que faça isso, até porque sabe que, mesmo vencendo o julgamento político pela Câmara, deve tornar-se inelegível após ser julgado pelo STF. Então, sua aposta é na permanência na presidência da Câmara, um posto que lhe dá poder de barganha, pelo maior tempo possível.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/204790/PSDB-tem-de-provar-que-n%C3%A3o-finge-romper-com-Cunha.htm