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terça-feira, 10 de novembro de 2015

CUNHA PEDIU AO PSDB TROCA DE TUCANOS NO CONSELHO

10.11.2015
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/204631/Cunha-pediu-ao-PSDB-troca-de-tucanos-no-Conselho.htm

Mensalão tucano, uma história surreal!

10.11.2015
Do BLOG DO MIRO


Por Altamiro Borges

Até a Folha tucana está envergonhada e não tem mais como esconder esta história absurda, surreal. No Brasil, como se fosse uma cláusula pétrea, nenhum tucano de alta plumagem vai para a cadeia! Basta se filiar ao PSDB, que a impunidade está garantida. Em editorial publicado na semana passada, o jornal criticou a morosidade do Judiciário no julgamento do chamado "mensalão tucano" - que até recentemente o próprio veículo chamava carinhosamente de "mensalão mineiro" para aliviar a barra dos culpados. Vale conferir o artigo, que partindo de onde partiu pode representar um novo capítulo na sangrenta guerra no ninho entre os paulistas e os mineiros que se bicam pelo controle da legenda:

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Editorial - 04/11/2015

História sem fim

Publicada por esta Folha, a reportagem "Mensalão tucano segue parado na Justiça" mostra que se tornou real um receio manifestado não só por petistas, mas por todos os que esperam do Judiciário uma atuação imparcial, pouco importando para o desfecho do processo as características pessoais do réu - como sua filiação partidária.

Encontra-se parada há nada menos que 19 meses a ação movida contra Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas Gerais. Remetido aos tribunais mineiros em março de 2014, o caso tardou um ano até chegar aos cuidados da juíza substituta da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte.

Na última sexta (30), completaram-se mais sete meses sem novidades. Falta apenas a sentença, mas a magistrada reclama, não sem razão, da extensão da ação penal (são 52 volumes). Afirma que só anunciará a decisão após estudá-la a fundo. É justo.

Pode-se lembrar, todavia, talvez com ainda mais razão, que o processo estava pronto para ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal em fevereiro de 2014. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedia a condenação de Azeredo a 22 anos de prisão.

Segundo a acusação, Azeredo desviou recursos públicos para bancar sua campanha à reeleição, em 1998, por meio de um esquema montado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza - anos depois condenado por participação no mensalão petista.

Doze dias após Janot apresentar suas alegações finais, Azeredo renunciou ao mandato de deputado federal. Com isso, abdicou do foro privilegiado, e o STF enviou o processo à primeira instância.

A manobra surtiu o efeito que Azeredo desejava, e o exemplo logo foi seguido pelo empresário Clésio Andrade (PMDB-MG), que renunciou a seu mandato no Senado em julho de 2014. Seu processo também foi remetido à 9ª vara de Belo Horizonte, onde pouco avançou.

Após tantas delongas, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e o tesoureiro da campanha de 1998, Cláudio Mourão, já se livraram das acusações; Azeredo poderá se beneficiar da prescrição em 2018.

No ritmo manso da Justiça diante do chamado mensalão tucano, já não espantará se todos terminarem impunes - e a maior suspeita incidirá sobre o próprio Judiciário.

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O editorial é quase irretocável. A Folha só cometeu um erro. A maior suspeita sobre a impunidade de Eduardo Azeredo não incidirá somente sobre o Judiciário. Ela também recairá sobre a mídia parcial e partidarizada. Durante o triste reinado de FHC, a imprensa privatista, empolgada com a imposição do receituário neoliberal de desmonte do Estado, da nação e do trabalho, evitou cumprir o fictício papel do quarto poder, fiscalizando os tucanos. Houve até denúncias de corrupção, mas elas sempre foram tímidas em função da defesa do projeto maior do neoliberalismo. A privataria das estatais e a compra dos votos para a reeleição de FHC, só para citar dois exemplos, nunca foram investigadas a fundo.

Com o novo ciclo político aberto com a vitória de Lula no final de 2002, porém, a mídia partidarizada mudou radicalmente de postura. Como teorizou a tagarela Judith Brito, executiva da própria Folha e então presidenta da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), a imprensa passou a exercer a "posição oposicionista". Nos últimos anos, principalmente a partir da operação midiática-judicial do chamado "mensalão petista", o seu esforço foi para criar no imaginário popular a ideia de que a corrupção foi inventada pelo PT. Na prática, a mídia ajudou a chocar o ovo da serpente fascista, que se expressa nas cenas de ódio de alguns midiotas que rosnam pelo "Fora Dilma" e pela volta dos militares ao poder.

Neste período, o julgamento do "mensalão tucano" - que envolveu exatamente as mesmas figuras que deram origem ao "mensalão petista" - simplesmente foi esquecido. Na sua falsa cruzada moralista, a mídia seletiva preferiu ocultar os tucanos acusados de corrupção - sejam os envolvidos no "mensalão mineiro" ou na construção de "aecioporto", sejam os metidos nas maracutaias do metrô paulista - que a imprensa até hoje rotula carinhosamente de "cartel dos trens". Neste sentido, a total impunidade dos caciques do PSDB não é culpa, apenas, do Judiciário. A mídia ajudou a construir esta história surreal.

Em tempo: Outra prova cabal de que os tucanos não vão para a cadeia foi dada no final de outubro. O ministro Teori Zavascki, do STF, determinou o arquivamento do inquérito que investigava a denúncia de que o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) recebeu R$ 1 milhão do doleiro Alberto Youssef no esquema de corrupção da Petrobras. Ele acolheu parecer da Procuradoria Geral da República, que não apontou elementos para a continuidade das investigações, contrariando a própria Polícia Federal. O ex-governador de Minas Gerais comemorou a decisão: "Serenamente, confiei na Justiça. E agora ela acontece. Agradeço o apoio de todos". De fato, basta ser filiado ao PSDB para escapar da cadeia!

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/11/mensalao-tucano-uma-historia-surreal.html

Caminhoneiros grevistas são criminosos e há que tratá-los assim

10.11.2015
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
caminhoneiros
 O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou que a PRF (Polícia Rodoviária Federal) multe (em cerca de 2 mil reais) e, se necessário, use força para desobstruir rodovias bloqueadas por eles.
Por conta de sua postura criminosa, esse movimento tem tido baixa adesão por parte dos caminhoneiros, mesmo estando pulverizado; principais entidades sindicais do País se posicionaram contra a paralisação.
O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, voltou a criticar a paralisação de caminhoneiros em rodovias brasileiras, que entra nesta terça-feira, 10, no segundo dia. Ele admitiu que o movimento, sem o apoio das principais entidades sindicais do setor, pode causar desgaste público à categoria.
“Qualquer movimento de greve parte de pauta de reivindicação, de uma assembleia e de uma deliberação, mas muitos neste protesto sequer têm a ver com categoria. O desgaste é grande para nós que conseguimos ganhar respeito da opinião pública, com postura transparente e livre de vinculação política”, disse Bueno, citando as negociações permanentes abertas com o governo após os protestos de fevereiro deste ano.
Segundo o presidente da CNTA, os líderes do atual movimento não têm vínculo com o setor e muitos são orientados por empresas que possuem caminhões e pedem a renúncia ou o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.
“Se você pede o impeachment da presidente Dilma, com quem vai negociar? Não tem nexo e lógica esse movimento”, avaliou.
“Após a paralisação de fevereiro, esse pessoal não teve proposta alguma e agora ressurge com pedido de conotação política clara que não apoiamos”, completou.
Bueno avalia ainda que a facilidade de crédito para a aquisição de caminhões no passado recente trouxe um excedente de veículos para o setor de transportes sem que houvesse demanda suficiente.
“Muita gente entrou iludida pelo ganho fácil e comprou caminhões em linhas com proposta de financiamento barato. Hoje, há um excedente de 300 mil caminhões no mercado e não há carga pra todo mundo. Não se trata de política de preço de frete, mas de excesso de oferta”, concluiu.
Ivar Schmidt, coordenador do Comando Nacional do Transporte e líder da greve dos caminhoneiros, ressaltou, em entrevista, o objetivo da greve: a renúncia da presidente Dilma Roussef.
Segundo Ivar, ela só terá fim com a queda de Dilma.

Confira a declaração em vídeo.

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) e a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (FETRANSPAR) também emitiram nota conjunta de repúdio em relação a greve dos caminhoneiros deflagrada na última segunda-feira em todo o país.
A greve atingiu 11 Estados e, de acordo com balanço do governo, interditou totalmente cinco rodovias, provocando obstruções parciais em outras 22. O resultado desse movimento é óbvio. Mesmo sendo feito por poucos, tem potencial para prejudicar a muitos.
Se jogarmos uma grande pedra em cada uma das principais estradas do país e a dimensão dessas pedras for suficiente para interromper o fluxo de veículos, o caos se estabelecerá.
Com efeito, uma dúzia de pessoas com um helicóptero e equipamento adequado podem paralisar o país bloqueando suas estradas em questão de horas. Fazer o bem é difícil e é para poucos, mas o mal qualquer um pode fazer com facilidade.
A ligação desse movimento com grupos contrários ao governo Dilma é evidente. Os que querem porque querem derrubar o governo a qualquer custo estão passando dos protestos de rua para a execução de atos terroristas.
Não bastam as ameaças do ministro da Justiça de multar e desobstruir estradas à força. A punição a esse movimento ilegal e criminoso tem que ser exibida nos quatro cantos do país para dar exemplo a quem tenha tais ideias de que a manifestação política tem limite, e esse limite é o interesse coletivo.
A penalidade anunciada pelo governo e a mera desobstrução de estradas à força são medidas insuficientes. Se o governo não agir com dureza, em breve não estará combatendo medidas que “apenas” dificultem a vida da população.
O que virá depois disso? Daqui a pouco, alguém vai promover morticínios caso Dilma não renuncie ou seja “renunciada”. É hora de o governo ter coragem e agir com dureza inaudita diante de verdadeiros atos terroristas.
Podem tentar derrubar Dilma via impeachment, via protestos “pacíficos” nas ruas ou até via manchetes de jornal. Mas quando se parte para prejudicar a população para obter sucesso, aí entramos na esfera criminal.
A inação ou reação pífia do governo, da imprensa, do Judiciário, das polícias é um convite a um nível de instabilidade política cujos resultados serão catastróficos para este país.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/11/caminhoneiros-grevistas-sao-criminosos-e-ha-que-trata-los-assim/

Merval: PSDB errou ao por suas fichas no impeachment. E as suas, Merval?

10.11.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

merpichment
No seu comentário, hoje, na rádio CBN, ainda comemorando a miniaturização  de Lauro Jardim depois do “quebrei a cara na estréia” do “O Globo errou” sobre Lulinha, Merval Pereira voltou a assumir, com toda a autoridade, o ar de grande estrátego da oposição brasileira.
“O PSDB errou muito ao jogar todas as suas fichas no impeachment, não apenas no impeachment, mas em encontrar um caminho para o impeachment passando por cima de várias etapas…Pressionado pelos movimentos de rua, os jovens deputados do PSDB foram muito afoitos, achando que podiam apressar, não entendendo que com isso estavam dando condições ao governo de denunciar um golpe…”
Apressar, “seo” Merval? Mas quem mais apressadinho que o senhor, que  na véspera da eleição, embalado pela criminosa capa da revista Veja, escrevia que  se as delações mostrassem beneficiamento de Dilma e de Lula – algo em que duzentas vezes ele disse ter havido, de lá para cá –  “o impeachment da presidente será inevitável, caso ela seja reeleita no domingo“.
Se alguém jogou todas as fichas no impeachment na mídia, tirando os siderados da Veja – aquela turma que acha comunismo até em videogame – , foi o senhor Merval Pereira, que agora joga a toalha, apesar de, olímpicamente, fazer a ressalva de que, na condição de membro honorário do STF, do Senado e da Santíssima Trindade, está “convencido de que há razões para o impeachment”
Ah, a propósito, Merval desanca Eduardo Cunha, dizendo que ele era um político suspeito desde antes de aparecerem as contas na Suíça. O estimado leitor e a cara leitora devem se lembrar de como o colunista de O Globocombateu Eduardo Cunha, como o denunciou, como protestou contra sua eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, não é?
Não lembra, não? Como vocês são desmemoriados…
O fato objetivo é que Merval fala como porta-voz da “velha guarda” tucana, que está furiosa com o que Merval chama de “cabeças-pretas” do partido, aecistas todos, que transformaram o partido numa sucursal parlamentar do “Revoltados Online” e acena para que usem o documento do PMDB como eixo de articulação da oposição.
O problema, Merval, continua. Com quem negociar com o PMDB sem que se desenhe o golpismo? Com o próprio Cunha? Com Michel Temer que, se assumir uma posição “impixista”  vai se expor à condição de traidor que quer abocanhar o poder presidencial?
O projeto golpista – parte I – ruiu. E está difícil assumir que a fase dois é bloquear a candidatura Lula em 2018. E não é no voto, é na mídia e na manipulação de delações, ações e investigações policiais e judiciais.
Porque as fichas da UDN, a velha e a esta versão 2.0 que temos por aí não foram nunca os votos e sua mesa não eram as urnas, onde só teve um rápido e frustrante sucesso, com J
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/merval-psdb-errou-ao-por-suas-fichas-no-impeachment-e-as-suas-merval/

Dilma Rousseff diz no Rio que obstruir estradas é crime

10.11.2015
Do portal AGÊNCIA BRASIL
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ) - Presidenta Dilma Rousseff posa para foto com trabalhadores durante visita à Ponte Estaiada e à Estação Jardim Oceânico da Linha 4 do Metrô (Roberto Stuckert Filho/PR)
Presidenta Dilma Rousseff, o governador Luiz Fernando Pezão e o prefeito Eduardo Paes durante visita à Ponte Estaiada e à Estação Jardim Oceânico da Linha 4 do MetrôRoberto Stuckert Filho/PR
Ao visitar hoje (10) à tarde, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, as obras da Linha 4 do Metrô, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o governo não vai tolerar prejuízos à economia por causa da paralisação dos caminhoneiros, iniciada ontem (9) em alguns estados.

Dilma Rousseff afirmou que “interditar estradas, comprometer a economia popular, desabastecendo de alimentos ou de combustíveis, têm componentes de crimes já previstos. O que iremos impedir é qualquer prejuízo à economia popular, caracterizado pelo abastecimento de todo o país, às atividades econômicas e ao tráfego de combustível, que é essencial para vários setores. Isso não será permitido. Obstruir é crime. Afetar a economia popular é crime.”

A presidenta destacou que uma coisa tinha que ficar bastante clara. "Reivindicar é um direito de todo mundo. Há muito tempo, reivindicação no Brasil não é crime. Construímos a democracia para não ser crime. Agora, o Brasil é um país responsável.”

De acordo com a presidenta, as pessoas se manifestarem é algo legal, próprio da democracia e faz bem ao país e à sociedade. "Então, todos nós somos obrigados a cumprir a lei,  principalmente as pessoas que exercem a faculdade de fazer a lei ser cumprida.”

Acompanhada do governador Luiz Fernando Pezão, do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, a presidenta Dilma visitou a estação subterrânea do Jardim Oceânico e a Ponte Estaiada.

Conforme a presidenta, a obra representa o maior empreendimento de mobilidade urbana do Brasil e talvez da América Latina, pois leva em consideração requisitos ambientais, como teto verde, que contribuirá para redução da temperatura no interior das estações, e claraboia, que significa economia de energia. “Achei fantásticas as claraboias. É uma economia de energia, porque é a luz do sol. E de noite, será a luz das estrelas.”

Segundo Dilma Rousseff, a Linha 4 do Metrô, que ligará Ipanema, na zona sul da cidade, à Barra da Tijuca, é uma obra importante para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. “As pessoas virão de todos os lugares do mundo para visitar o Rio de Janeiro. A Olimpíada e a Paralimpíada Rio 2016 têm um papel importante para o Brasil. Elas abrem o Brasil para o mundo. E um dos caminhos para essa abertura é onde nós estamos.”

A presidenta também chamou atenção para o legado dos Jogos, porque ficará para a população carioca uma conexão entre metrôs e suas estações e o sistema de BRTS e de ônibus da cidade, “que, acredito, transformará a cidade do Rio de Janeiro”. 
Edição: Armando Cardoso
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Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-11/dilma-afirma-no-rio-que-o-governo-nao-vai-tolerar-prejuizos-da-greve-dos-camin