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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

GEAP:NOTA EXPLICATIVA SOBRE DIREÇÃO FISCAL DA ANS NA GEAP AUTOGESTÃO

21.10.2015
Do portal da GEAP AUTOGESTÃO EM SAÚDE, 20.10.15


A respeito da instauração de Regime de Direção Fiscal, determinado em Resolução Operacional da Agência Nacional de Saúde Suplementar, publicada nesta terça-feira (20/10), no Diário Oficial da União, a Diretoria Executiva da Geap Autogestão em Saúde informa aos seus beneficiários, instituições conveniadas e prestadores de serviço que:
O diretor fiscal indicado pela ANS, Jaime de Carvalho Leite, foi empossado pelo diretor Executivo da Geap, Luís Carlos Saraiva Neves, na tarde de terça-feira (20/10), na sede da operadora, em Brasília-DF.
A Direção da Geap está a postos para apresentar de forma transparente e clara todos os documentos, dados e informações relativas à situação administrativa e econômico-financeira atual da operadora que demonstram tanto o equilíbrio das contas quanto o processo contínuo de qualificação da rede credenciada e de melhoria dos indicadores de atenção à saúde dos beneficiários.
assistência aos cerca de 600 mil brasileiros que têm planos de saúde da Geap segue normalizada nas clínicas, hospitais e laboratórios que compõem a rede credenciada da operadora em todo o país, assim como não haverá qualquer alteração nos fluxos de pagamentos aos prestadores de serviços.
As ações de promoção à saúde e prevenção de doenças, marcas registradas desta autogestão, também continuam sua programação cotidiana nos estados. Neste mês, por exemplo, está em curso a campanha Outubro Rosa na Geap, de incentivo à detecção precoce do câncer mama.
Nos últimos dois anos, a Geap Autogestão em Saúde passou por mudanças estruturais, administrativas e de gestão que impactaram positivamente na recuperação do equilíbrio econômico-financeiro da operadora, na ampliação da rede credenciada, com regularização dos pagamentos a todos os prestadores, na melhoria dos indicadores de atenção à saúde dos beneficiários e, por consequência, no aumento da procura pelos planos de saúde da empresa.
O mais recente Balanço Patrimonial e Financeiro da Geap, relativo ao exercício de 2014 demonstra claramente este novo momento, marcado por uma gestão focada no profissionalismo e na transparência das ações. Avalizado por uma renomada auditoria independente, uma das quatro maiores do mundo, e aprovado sem ressalvas pelos Conselhos de Administração e Fiscal da operadora, o documento com todas as demonstrações financeiras e contábeis da empresa está disponível para consulta irrestrita no site www.geap.com.br.
O aprimoramento constante do serviço prestado pela Geap está refletido também na melhoria dos indicadores assistenciais e na redução acentuada do número de reclamações dos clientes, conforme avaliações recentes da agência reguladora de planos de saúde. No último resultado do Índice de Desenvolvimento da Saúde Suplementar (IDSS), divulgado em setembro, por exemplo, a nota da Geap subiu de 0,44, em 2013, para 0,65 em 2015, aproximando-se mais do indicador máximo. Este índice, calculado pela ANS, avalia a atenção à saúde; a satisfação do cliente; a estrutura e os aspectos econômico-financeiros da empresa.
A Geap é a operadora de plano de saúde que agrega o maior número de idosos. Para se ter uma ideia, já são mais de 280 mil beneficiários a partir de 59 anos, dentre os quais 70 mil assistidos com mais de 80 anos. Um dos principais diferenciais da Geap em relação aos planos comerciais é o compromisso de acolher e cuidar de todos sem fazer qualquer tipo de discriminação por idade ou doença preexistente.
Certamente os dados numéricos não conseguem traduzir de forma plena os grandes saltos de qualidade que a Geap Autogestão em Saúde deu nos últimos anos rumo à retomada da sua credibilidade no mercado de saúde suplementar. Também não dão a real dimensão de uma das maiores vitórias conquistadas pela empresa recentemente: o resgate da confiança dos milhares de servidores públicos e familiares que entregam a sua saúde aos nossos cuidados.

Diretoria Executiva

Geap Autogestão em Saúde 


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Fonte:http://www.geap.com.br/_geap/ge_notic_publi_ultim_notic.asp?NroNoticia=4089

Agora é oficial: FHC sabia e não fez nada!

21.10.2015
Do portal do BRASIL247
Por Paulo Moreira Leite

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Ao registrar em seu livro de memórias a confissão de que tinha todos os meios para investigar um esquema de corrupção na direção da Petrobras e não tomou nenhuma providência a respeito, Fernando Henrique Cardoso prestou um inestimável serviço ao país.

Embora o caso possivelmente possa ser considerado prescrito, se tivesse sido descoberto e denunciado durante seu mandato, entre 1995 e 2002, o então presidente poderia ter sido enquadrado no crime de prevaricação, tipificado no artigo 319 do Código Penal ("Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal").

Se fosse um funcionário público comum, uma condenação poderia dar em pena de prisão, de  três meses a um ano, mais multa. Como era presidente da República, FHC poderia ser alvo de um processo que poderia levar ao impeachment. Mais fácil que o penoso trabalho de Helio Bicudo e Miguel Reale Jr. Imaginou? 

Para além de eventuais consequências jurídicas, resta a questão política atual. 

Informado pelo empresário Benjamin Steinbruch sobre quem comandava o esquema na maior empresa brasileira, Fernando Henrique nada fez. Isso permite questionar a credibilidade de quem, no início de 2015, enchia o peito para falar da Lava Jato. FHC disse no início do ano que era preciso chegar aos "altos hierarcas" envolvidos nas investigações -- uma referência a Lula e Dilma.

Mas quando podia fazer sua parte, Fernando Henrique preferiu ficar quieto.

"Por que FHC cruzou os braços?", perguntei aqui neste espaço, em fevereiro, num texto que debatia o silêncio tucano sobre uma denúncia de Paulo Francis, em 1996. Agora sabemos por que.

Conforme O Globo, Fernando Henrique tenta justificar a postura com o argumento de que pretendia fazer mudanças nas regras da Petrobras e não queria atrapalhar um debate que julgava necessário. Como se sabe, seu governo que tomou medidas favoráveis a privatização da exploração do petróleo, enfrentando uma vigorosa greve de resistência de petroleiros que não permitiu que fosse até o fim em seus planos.

Mas o argumento não ajuda o ex-presidente.

FHC assinou, no Planalto, o decreto 2745, que eliminou a necessidade de licitação nos investimentos da Petrobras -- uma porteira aberta para a formação do clube de empreiteiras que iria dividir as obra da empresa em conversas entre amigos, sem disputa real.

O decreto 2745 é obra da assessoria jurídica do Planalto no governo de Fernando Henrique, cujo chefe era Gilmar Mendes, mandado ao Supremo no último ano de governo tucano. Hoje no TSE, Gilmar foi o ministro que mandou investigar possíveis ligações entre o esquema da Petrobras e a campanha de Dilma, abrindo ali uma das estradas da oposição para tentar chegar ao impeachment de qualquer maneira.

É até gozado, não?

O que se expressou, na atitude de FHC, foi uma moral de ocasião, de quem desperdiçou uma ótima oportunidade para estimular um debate honesto sobre a corrupção no Estado brasileiro. Comprova-se, agora, que  ele não conheceu a situação de perto durante seu governo. Também tomou a decisão de não investigar.

É uma postura que, pelo exemplo, só ajuda a desmoralizar -- confesso que isso não me deixa nem um pouco incomodado -- gravatões tucanos que estimulavam atitudes fascistas nas diversas CPIs da Petrobras. 

Não custa lembrar que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, abriu seu depoimento na CPI com um power point didático, onde exibia as quantias que cada partido -- PT e PSDB à frente -- havia recebido de cada uma das grandes empreiteiras denunciadas na Lava Jato. No mesmo dia, o líder do PSDB Carlos Sampaio defendeu a extinção legal do PT, logo depois que um provocador soltou um grupo de ratos na sala de depoimentos. Vaccari foi preso no dia seguinte pela manhã e encontra-se detido até hoje.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/201776/Agora-%C3%A9-oficial-FHC-sabia-e-n%C3%A3o-fez-nada!.htm

STF manda recado a golpistas: não somos republiqueta; estamos vigilantes

21.10.2015
Do BLOG DA CIDADANIA, 20.10.15
Por Eduardo Guimarães
MINISTROS

Reunidos na segunda-feira (19) em um evento em São Paulo, ministros e ex-ministros do Supremo Tribunal Federal discutiram sobre o papel do tribunal na disputa jurídica sobre o rito do impeachment.
Em sua fala, Luis Roberto Barroso mandou um recado muito claro aos golpistas. Sua fala não deixa margem a dúvida. Confira, abaixo, o vídeo da declaração do ministro.
Vale analisar cada palavra que Barroso disse. Abaixo, cada trecho da fala dele e, em seguida, a análise do Blog.
Eu acho que aqui nós vamos definir se nós somos um país preparado para ser uma grande nação ou se vamos ser uma republiqueta que aceita qualquer solução improvisada para se livrar de um problema
A “solução improvisada”, claro, é o impeachment sob qualquer desculpas e sob um rito sumário, apurado, absolutamente ilegal, construído às pressas para obter um resultado que viola a constituição, a democracia e o Estado de Direito.
Nós temos que resolver os problemas dentro dos quadros da normalidade constitucional, respeitando as instituições e tendo em conta que o timing político é diferente do time institucional
Mais claro impossível. Barroso está dizendo que não é porque conjunturalmente há um quadro de baixa aprovação do desempenho da presidente que se vai jogar fora a normalidade institucional.
O que nós devemos é preservar as instituições. Tudo passa, mas se nós abalarmos as instituições, passa mais lentamente e de maneira mais difícil
Para finalizar, o ministro avisa que esses arreganhos golpistas podem aprofundar a crise em vez de resolvê-la.
Como se tudo isso não bastasse, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, disse, no mesmo dia e no mesmo evento, que não tem “nenhuma preocupação em relação às instituições republicanas” do Brasil.
O presidente do STF foi ainda mais longe. Também mandou seu recado:
Tenho a convicção absoluta de que temos instituições fortes e o Supremo Tribunal Federal, sobretudo, está vigilante para que a Constituição seja integralmente cumprida. Nós temos uma excelente Constituição, que está vigorando há quase 30 anos
Sobre o recurso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ao STF, contra a liminar que a Corte deu recentemente contra o golpe, Lewandowski disse que “não há conflito nenhum” entre os Poderes – recurso de Cunha afirma que liminar anti golpe seria “interferência do STF no Legislativo”
O mais importante da fala de Lewandowski, porém, é ter dito que o STF está “vigilante” para que “A Constituição seja integralmente cumprida”. Ou seja, as espertezas de Eduardo Cunha e  de Aécio Neves não passarão.
Querem derrubar Dilma? Terão que cumprir todos os ritos constitucionais. A começar por arranjarem um motivo plausível – que, a despeito do que diz a fascistada, até o momento não existe.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/10/stf-manda-recado-a-golpistas-nao-somos-republiqueta-estamos-vigilantes/