terça-feira, 20 de outubro de 2015

Modelo e atleta que nasceu sem as pernas dá lição de superação

20.10.2015
Do blog  PRAGMATISMO POLÍTICO

“Sou diferente, e isso é sexy. Não preciso de pernas para me sentir bem”. Kanya Sesser é atleta e modelo de marcas esportivas. A jovem de 23 anos, que nasceu sem as duas pernas, conta como supera tudo com muito estilo e determinação

modelo sem pernas atleta mulher
Originalmente publicado em Huffington Post
“Sem pernas, sem limites.”
Esse é o mantra de Kanya Sesser – e ela prova diariamente que seu espírito não tem limites.
A modelo e atleta de 23 anos nasceu sem as duas pernas e foi adotada na Tailândia quando tinha 5 anos. Depois de se mudar para os Estados Unidos com seus pais adotivos, Kanya aprendeu a andar sobre as mãos e agora usa um skate para se locomover.
Kanya disse que começou a praticar esportes quando era criança porque gostava de estar na rua. “Quando estava crescendo, era muito ativa e praticava esportes com outras crianças. Sempre foi tudo muito cordial.”
Quanto à carreira de modelo, ela disse ao New York Daily News que ela ama o trabalho porque ele mostra um tipo diferente de beleza.
“Gosto de ganhar dinheiro com isso e amo mostrar para as pessoas um outro tipo de beleza”, disse ela. “Essas imagens mostram minha força.”
Kanya começou a trabalhar como modelo para marcas esportivas quando tinha 15 anos, e foidestaque da Billabong em 2014.
Ela vive em Los Angeles e tem uma agenda atribulada, cheia de sessões de fotos, passeios de skate, surfe e palestras motivacionais. Em seu tempo livre, Kanya gosta de tênis, basquete de cadeira de rodas, hóquei de trenó e natação.
Ela também está treinando para competir em mono-esqui nos Jogos Paraolímpicos de Inverno de 2018.
“[Ser modelo] é divertido e mostra a minha história”, disse Kanya ao Daily News. “Sou diferente, e isso é sexy. Não preciso de pernas para se sentir sexy.”
Kanya disse que ama ser modelo, mas os esportes e as competição vêm em primeiro lugar. “A carreira de modelo [não é] a principal prioridade, é mais um trabalho secundário”, disse ela.
Em última análise, Kanya diz estar contente com quem é, e o que ela faz é o que a deixa mais feliz.
“Nem todo mundo tem a confiança necessária para perceber o quão forte você realmente é por dentro”, conta.
“A maioria das pessoas se trava [porque] a sociedade as faz se sentirem pouco à vontade com a situação em que estão. Você tem de abrir [um caminho] diferente para si mesmo, porque ninguém vai fazer isso por você.”
Tradução: Alanna Vagianos, BrasilPost
****
Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/10/modelo-e-atleta-que-nasceu-sem-as-pernas-da-licao-de-superacao.html

Melhor sentar praça e ir trabalhar para um certo Capitão do Exército

20.10.2015
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim
bessinha napoleao 1964


O general Antonio Mourão, comandante do Exército na região sul, numa palestra do CPOR de Porto Alegre, mostrou num slide que o impítim da Dilma - sua chefe! - "não altera o status quo".

"Neste momento de crise", disse o general, "toda consciência autônoma... precisa despertar para a luta patriótica..."

E mais, foi o general da ativa: "... a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

Onde, a corrupção, general?

No Comando Sul do exercito nacional?

Menos, general, menos.

O General Mourão voltou ?

*****
Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/gal-mourao-cale-o-bico-por-favor

Os rumos da saúde e da segurança alimentar no Brasil

20.10.2015
Do portal da REVISTA CARTACAPITAL, 19.10.15
Por Rui Daher
Há diversos estudos em curso: desde acrescentar micronutrientes em alimentos para melhorar nossa saúde até a análise de formas de conter o desperdício 
Alimentos orgânicos


Três motivos me fazem interromper o outubro sabático desta coluna em
CartaCapital.
O primeiro, justo e feliz, revelar que em intensas andanças pelo País encontro a agricultura em plantio satisfatório e promissor. A relação de preços e custos, gangorra eterna e cíclica conforme a cultura “bola da vez”, ainda será favorável aos produtores. Às folhas e telas cotidianas restará agourar o clima em determinadas regiões e assim cunhar para nosso dia não nascer feliz.
Segundo, mais simples e pessoal, quem sabe um novo texto faça sair da minha página comentário único que ali permanece, há quase 20 dias, sem resposta ou manifestação contrária. Publicado, uma excrescência covarde e não fundamentada lá ficou como última palavra.
Meu esforço de domingo, neste mês trabalhoso para um agro caixeiro-viajante, no entanto, deve-se a fato mais importante e auspicioso, que merece relato.
Desde 1981, nos dias 16 de outubro, se comemora o Dia Mundial da Alimentação. Coincide com a data de criação da FAO, 70 anos atrás.
Fui convidado para uma mesa-redonda, em Campinas, na Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP: “Da produção ao consumo de alimentos: desafios e tendências”. Assunto dos mais sérios e de alta reflexão.
Participaram também: o diretor da instituição, Dr. Antônio Meirelles; a Dra. Marília Nutti, pesquisadora da Embrapa; Ignez Novaes de Goes, representando a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA); o Dr. William Latorre, Diretor Científico de várias instituições; e a Dra. Julicristie de Oliveira, professora da FEA/UNICAMP, especialista em saúde pública.
Tentei provocar e confundir os simpáticos cientistas, professores e especialistas que lá estavam, usando a “nova ordem econômica mundial”. Posso ter conseguido em parte. Pretendo expor o que penso em próxima coluna.
Essa gente trabalha, sô! Estudam, sabem muito, têm convicções protetivas sérias para a alimentação e saúde brasileiras. Pesquisam aqui, lá fora, confrontam conclusões. Com eles aprendi um monte de coisas. O assunto é polêmico, multidisciplinar, multifacetado.
Os perrengues começam dentro das fazendas, aprofundam-se nas legislações, visitam laboratórios, complicam-se até em hortas urbanas orgânicas, e a coisa pega ainda mais quando chega aos aditivos e alimentos processados.
Queixam-se dos leigos que, em folhas e telas cotidianas, falam em “ultra processados”, sem saber muito bem do que se trata.
Recomendo-lhes calma: se ultra processar for mais caro do que processar o negócio não irá para a frente. Caso contrário, sai de baixo. Hoje em dia, os temas estão sempre pautados pelos resultados econômicos, mesmo quando benéficos às populações.
Da forma que a pobreza cresce no planeta, vastos contingentes humanos se limitarão a colher os alimentos diretamente do solo e comê-los com folhas, caules, bichos e ainda alguns torrõezinhos de terra grudados nas raízes. A edição especial (outubro 2014, em inglês) da National Geographic, “Food”, afirma que um quarto da população mundial come insetos regularmente.
Das apresentações, a Marília (vou logo pegando intimidade) coordena a excelente Rede BioFORT, da Embrapa. Saúde na mesa do brasileiro. Biofortificar é pegar batata-doce, feijão, feijão-caupi, mandioca e milho, alimentos da cultura brasileira, e a eles acrescentar micronutrientes controlados (ferro, zinco, vitamina A) para maior sustança.
O trabalho vem sendo realizado em regiões com os mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Entre 2012 e 2014, mais de 2.500 famílias puderam driblar a chamada “fome oculta”.
A Ignez confirmou ser necessária a preocupação com os níveis de sódio hoje consumidos, mas questionou o nível de exigências na rotulação dos produtos industrializados, quando 77% do sódio consumido saem dos próprios preparos domiciliares. Sugeriu mais educação e conscientização.
O Dr. William Latorre, embora reconhecendo avanços em outras áreas, como a medicina, remeteu o aumento da longevidade à melhor qualidade dos alimentos hoje consumidos.
Citou um exemplo que pouco ouço, mas me incomoda muito. As enormes porções servidas atualmente. Na minha opinião, fator monetário de péssimas consequências. Vender e cobrar mais, aumentar o desperdício.  
A doutora Julicristie, especialista em saúde pública, mexe em feridas sociais. Em diversos pontos, contestou os demais participantes. Vê o mundo sem óculos cor-de-rosa e me cativou ao citar duas obras seminais para o tema: “Geografia da Fome”, de Josué de Castro; e “Parceiros do Rio Bonito”, de Antônio Cândido.
Finalmente, o diretor da FEA, Antônio Meirelles, fez uma excelente explanação dos caminhos atuais da engenharia de alimentos e o quanto foi importante a UNICAMP ter sido pioneira na criação do curso.
Pensa que inovar não pode ser considerado negativo. Para o bem, muitas crendices errôneas foram abandonadas, a saúde e a segurança alimentares prosperaram, e não se pode parar saudosos de passados supostamente melhores.
De forma geral, o que todos lá pediram desaguava na palavra equilíbrio, justamente o que o planeta procura e não acha.
Na próxima coluna, volto ao assunto. Se não mudar de ideia.
NotaBom senso e agressões, quando não disponíveis pelo site, podem ser enviadas aruidaher@yahoo.com.br
*****
Fonte:http://www.cartacapital.com.br/economia/os-rumos-da-saude-e-da-seguranca-alimentar-no-brasil-1298.html

A denúncia de “Baiano” sobre Lula não tem prova nem tem lógica

20.10.2015
Do portal TIJOLAÇO, 16.10.15

baiano

Da leitura dos jornais, tudo o que se extrai da “denúncia” do ratinho de Eduardo Cunha nos negócios da Petrobras, o tal Fernando Baiano é que, em relação ao ex-presidente Lula o que ele tem é exatamente nada.

Vejamos: Baiano diz que chamou o tal José Carlos Bumlai para fazer Lula discutir a entrada de grupos no projeto de montagem de um empresa para construir sondas de petróleo no Brasil, em lugar de importa-las do exterior. O que teria de mais? Lula chamou o mundo inteiro para investir na indústria naval brasileira, em lugar de importarmos navios e equipamentos.

Até na Ucrânia foi pedir parcerias, em 2009: “nós vamos precisar ter uma forte indústria naval e uma forte indústria petrolífera, com a construção de muitas plataformas, muitas sondas, muitos navios petroleiros, muitos navios de apoio. E aí, também, nós poderemos construir uma parceria entre empresas da Ucrânia e empresas brasileiras.”

Não seria mais que sua obrigação, como Presidente da República, atrair investimentos para um país que produz petróleo produzir as sondas que extraem petróleo.

Ah, mas o grupo seria a OSX, do empresário Eike Batista. De novo, e daí? Naquela época, Eike era saudado como o detentor de maiores capitais para investimento no Brasil.


veja eike
Procure aí ao lado, na capa da Veja de junho de 2008, algum traço que não seja o de elogio à capacidade financeira de Eike.


Será que, transformado nessa potência e querendo investir dinheiro numa indústria nacional, Eike Batista precisaria recorrer aos “bons serviços” de um ratinho miúdo para achar um “amigo” do Presidente que se dispusesse a falar com ele que queria investir? E investir numa empresa privada, porque a Sete Brasil só tem 10% de capital da Petrobras!

Portanto, ao que parece, a história é que Baiano teria tomado um dinheiro de Eike e comprado os serviços de Bumlai por algo que não tinha razão alguma para não ser grátis.

Ah, mas a participação da OSX seria de maneira escusa, desvantajosa, irregular ou, simplesmente, mau negócio. Sim, mas se o negócio não saiu, talvez por isso, qual é a irregularidade?

Então, vem outro momento incrível: Baiano pagou a Bumlai pelo que Bumlai não entregou.

 – Olha, Baiano, eu sei que a parada não rolou, mas você vai me pagar pelo menos R$ 2 milhões porque tô precisando ajudar uma nora do Lula, que está com uma dívida num imóvel”
– Ah, tá bem, vamos fazer uns contratos de fachada e eu te dou essa grana.

Bem, Bumlai poderia ter tomado o dinheiro de Baiano com esta ou qualquer outra justificativa. Mas será que passa pela cabeça de alguém que se dê um dinheiro destes para “fazer um agrado” à família do Presidente da República sem saber sequer o nome da “nora”, nem de qual das quatro noras se trata?

O fato de, alegadamente, Lula ser amigo de Bumlai bastaria? E ainda que Bumlai, eventualmente, tenha dado uma “mordida” no Baiano, qual é a relação de Lula com isso?

Francamente, o que se tem – é o fato calculado  de que a imprensa, antes de escancarar a “denúncia bombástica” nas manchetes não vai averiguar nem se a história tem lógica,  que dirá provas.

Totalmente diferente do que ocorre com Eduardo Cunha, sobre quem há contas, depósitos e, agora, segundo disse Baiano, Baiano “um celular para falar sobre ilícitos com Cunha e que o deputado chegou a enviar um e-mail citando o pagamento”. Bom, se há um celular, este tem número e se tem número basta mandar pedir a relação das ligações feitas. E o e-mail, supõe-se, deve ter sido apresentado na delação.

Fica claro que a nota de Lauro Jardim, que agitou a semana desde domingo estava, no mínimo, invertida. Sobre Lula, não há nada, exceto alegações. Contra Cunha, sobre quem Jardim disse que nada havia de “bombástico” há, além da alegação da entrega de dinheiro, o nome de quem recebeu – Altair – o telefone da propina e o e-mail do pagamento.

A denúncia de Alberto Yousseff de que Aécio Neves tinha uma participação em dinheiro de corrupção em Furnas –  “eu confirmo (que Aécio recebeu dinheiro de corrupção) por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele” – não recebeu 1% do destaque do que “escutava Baiano” sobre “uma nora do Lula”. E olha que o pai de Aécio, Aécio Cunha,  era dirigente de Furnas e a tal “nora” nem nome tem.

Infelizmente, o jornalismo partidarizado que se tem no Brasil, onde a “pauta” obsessiva é “destruam Lula”, sobre quem há quase 40 anos procuram falcatruas – como, antes, fizeram a Brizola – faz acusações independerem de fatos e, até, de lógica.

Só o que se espera – cada vez com mais apreensão – que a “justiça de espetáculo” não aja da mesma forma.
*****
Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/a-denuncia-de-baiano-sobre-lula-nao-tem-prova-nem-tem-logica/

Lideranças cristãs debatem teoria de gênero em BH

20.10.2015
Do portal GOSPEL PRIME, 03.08.15
Por por Leiliane Roberta Lopes

    O encontro foi promovido pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família

    Lideranças cristãs debatem teoria de gênero em BH
    Lideranças cristãs debatem
     teoria de gênero
     
    No mês passado aconteceu em Belo Horizonte (MG) o 1º Encontro de Líderes Religiosos em Defesa das Crianças e das Famílias, um encontro marcado com lideranças cristãs que discutiram sobre o ensino da chamada ideologia de gênero nas escolas.
    O plano municipal da capital mineira não foi discutido na Câmara, mas os líderes religiosos, através desse encontro organizado pela Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, resolveram adiantar os debates.
    “A ideologia de gênero tem o objetivo de esvaziar o conceito jurídico de homem e mulher. Isso não tem qualquer amparo na Constituição”, disse Adrian Paz, diretor e palestrante do evento.
    Crítico a essa ideologia que nega o sexo biológico, Paz, que também é conselheiro municipal de educação de Belo Horizonte, entende que é preciso alertar as lideranças a respeito desse material que querem implantar nas escolas.
    “Queremos capacitar lideranças para que elas debatam o assunto nas igrejas, escolas e tenham condição de se posicionar contra isso. Depois disso, vamos acionar essas lideranças para ir à Câmara e em movimentos”, disso.
    Diversas cidades brasileiras aprovaram o ensino da ideologia de gênero, outros municípios conseguiram barrar o ensinamento graças a participação de líderes religiosos que se manifestaram e enfrentaram no campo das ideias os ativistas do movimento gay.
    Em junho passado a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se pronunciou sobre o assunto através de uma carta aberta que alertava sobre os perigos que este ensinamento pode trazer as crianças.
    “A introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias”, diz o texto. Para a CNBB ao ensinar que a criança pode renegar o sexo biológico, a ideologia “desconstrói o conceito de família, que tem seu fundamento na união estável entre homem e mulher”.
    O debate realizado em hotel da capital é importante para mostrar que já alguns casos de escolas que já adotaram essa ideologia sem consultar os pais.
    Em abril deste ano a Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Santa Branca, em Belo Horizonte, foi notícia em alguns veículos do país porque um menino de 4 anos fez xixi nas calças porque não queria usar o mesmo banheiro que as meninas.
    Em outro caso uma escola da capital mineira pediu para que as crianças pintassem a “figura que melhor lhe representa” com a opção de se desenhar menino ou menina, independente do seu sexo e o exercício foi bastante criticado pelos pais.
    Mas apesar desses casos, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) garante que não há intenção de introduzir “ideologia de gênero” no ensino público. O encontro ouviu diversos líderes e profissionais ligados à educação para falar sobre o tema. Com informações Estadão
    *****
    Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/religiosos-debatem-teoria-de-genero-bh/