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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

FHC e os acordos "com o diabo"

29.09.205
Do blog de ANTONIO LASSANCE, 28.09.15
Por Antonio Lassance
"Em 1997, para evitar a CPI da Compra de Votos, FH entregou ao PMDB os ministérios da Justiça (Iris Resende) e dos Transportes (Eliseu Padilha). Em 2001, o senador Aloysio Nunes Ferreira, ministro na época, liberou R$ 26 milhões em emendas para impedir a CPI da Corrupção."
Quem relembrou essas histórias foi o renomado jornalista Ilimar Franco, em sua coluna http://blogs.oglobo.globo.com/panorama-politico/post/temer-lava-maos.html
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Fonte:http://antoniolassance.blogspot.com.br/2015/09/fhc-e-os-acordos-com-o-diabo.html

Eclipse lunar total aconteceu no dia dia 27 de setembro é fenômeno raríssimo

28.09.2015
Do  blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 26.09.15

Eclipse total de superlua deste domingo (27) só será visto de novo em 2033. Fenômeno é tão raro que aconteceu apenas cinco vezes em mais de 100 anos. O último foi em 1982

eclipse super lua setembro 27
A partir de 22h será possível observar uma conjunção de dois fenômenos astronômicos que não coincidiam há 33 anos: a superlua e o eclipse total lunar. Depois de domingo, o encontro só voltará a acontecer em 2033. O eclipse de uma superlua é muito raro e aconteceu apenas cinco vezes desde 1900: em 1910, 1928, 1946, 1964 e 1982.
A superlua acontece quando as órbitas da Lua e da Terra se aproximam, fazendo com que o astro pareça maior. Já o eclipse total lunar acontece quando o satélite fica completamente encoberto pela penumbra da Terra.
O resultado desta equação é uma Lua avermelhada e grande. Isso acontece porque a radiação solar é filtrada pela atmosfera da Terra e reflete na Lua.
O melhor de tudo? O Brasil é local perfeito para avistar esta conjunção de fenômenos. O eclipse total deve acontecer durante pouco mais de uma hora, e seu apogeu acontecerá exatamente às 23h11, quando a Lua estará completamente eclipsada pela Terra.

Superlua e eclipse lunar

De acordo com Paulo Bretones, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e coordenador da Comissão de Ensino e Divulgação da Sociedade Astronômica Brasileira, os eclipses lunares ocorrem quando a Lua penetra na sombra projetada pela Terra ao receber a luz solar.
O plano da órbita da Lua fica inclinado um pouco mais de 5 graus em relação ao plano em que a Terra gira ao redor do Sol, segundo ele, o que gera um movimento complexo.
“A Terra sempre está projetando sua sombra no céu, mas não a percebemos porque a Lua passa acima ou abaixo dessa sombra. Mas, quando a Lua cruza o plano da órbita da Terra durante um alinhamento dos três astros, ocorre um eclipse lunar”, explicou Bretones.
Segundo ele, no domingo a Lua cheia nascerá às 17h45 em São Paulo e começará a “mergulhar” na sombra da Terra às 22h07. “Uma linha divisória surgirá como um entalhe no bordo lunar, penetrando cada vez mais, até que às 23h11 a Lua estará toda coberta pela sombra do nosso planeta. Às 00h23, ela começará a sair da sombra até reaparecer totalmente iluminada às 1h27 de segunda-feira”, disse.

Espetáculo

“As condições convergem para que seja um eclipse espetacular. “É um espetáculo para todo o mundo, é gratuito. Basta colocar a cabeça para fora””, garantiu o astrônomo Pascal Descamps, do Observatório de Paris.
O fenômeno poderá ser apreciado a olho nu, então prepare suas cadeiras de praia, procure um lugar com pouca iluminação e aproveite.
O portal UOL divulgou um vídeo didático sobre o fenômeno deste domingo. Confiara:
com informações de Brasil Post, Info e UOL
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/09/eclipse-lunar-total-do-proximo-dia-27-de-setembro-e-fenomeno-rarissimo.html

FHC E O MESADÃO DO PSDB PARA SALVATORE CACCIOLLA, LEMBRAM?

28.09.2015
Do Twitter de Valdira de Holanda


Link permanente da imagem incorporada
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Fonte:https://twitter.com/diraholanda/status/648634897767211008

ÁGUA EM MARTE AUMENTA CHANCES DE PLANETA SUPORTAR VIDA

28.09.2015
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/198722/%C3%81gua-em-Marte-aumenta-chances-de-planeta-suportar-vida.htm

Mino Carta: FHC comprou votos, comandou as privatizações, praticou estelionato eleitoral, quebrou o Brasil três vezes

28.09.2015
Do blog VI O MUNDO, 18.09.15
FHCEtero golpismo
Miúda reflexão sobre impeachment, democracia e Estado de Direito no país da casa-grande
Na esteira do Cruzado 1, em outubro de 1986 José Sarney  cometeu estelionato eleitoral logo após a vitória peemedebista nas eleições para os governos estaduais, Congresso e Assembleias, ao lançar o Cruzado 2 e arrastar o País para uma crise econômica de grande porte. A situação, complicada pelo fracasso da moratória do começo de 87, perdurou até o fim do mandato de Sarney.
Nem por isso se cogitou, em momento algum, do impeachment do ex-vice-presidente tornado presidente pela morte de Tancredo Neves,  em claro desrespeito a qualquer regra do jogo pretensamente democrático.
Ao lançar o olhar além-fronteiras, temos o exemplo recente de Barack Obama, atingido em cheio pela explosão da bolha financeira de 2008, a mergulhar os Estados Unidos em uma crise de imponentes proporções. Obrigado a enfrentar a queda progressiva do valor do dólar, assoberbado pelas habituais pressões e ameaças das agências de rating, vítima de índices de aprovação cada vez mais rasos, Obama acabou sem o apoio da maioria parlamentar. Nem por isso sofreu o mais pálido risco de impeachment, mesmo porque hipóteses a respeito seriam simplesmente impensáveis aos olhos dos parlamentares americanos, mesmo republicanos.
Se a ideia já teve no Brasil razão de vingar, ao menos de ser aventada, foi em relação a Fernando Henrique Cardoso: comprou votos para se reeleger e comandou privatizações que assumem as feições inequívocas das maiores bandalheiras-roubalheiras da história pátria, realizadas às escâncaras na certeza da impunidade. Praticante emérito do estelionato eleitoral, fez campanha para a reeleição à sombra da bandeira da estabilidade para desvalorizar o real 12 dias depois da posse para o segundo mandato.
FHC é recordista, conseguiu quebrar o Brasil três vezes. Ao cabo, entregou a Lula um país endividado até a raiz dos cabelos e de burras vazias. Ao longo da sua trajetória presidencial, jamais se imaginou a possibilidade do seu impeachment.
O príncipe dos sociólogos, outrora encarado como elemento perigoso por quantos hoje o veneram, tornou-se xodó da mídia nativa e dos senhores da casa-grande. Favor irrestrito e justificado: nunca houve alguém tão capacitado para a defesa dos interesses do reacionarismo na sua acepção mais primitiva.
Hoje em dia, FHC arca com o papel de oráculo da política brasileira com invulgar destemor. Tudo dentro dos conformes, a desfaçatez, a hipocrisia e o oportunismo tucanos não têm limites. O enredo é típico, assim como já é clássico o caso de Fernando Collor,  que se retirou antes de sofrer impeachment. Exemplar entrecho, de todos os pontos de vista, que vivi de perto por mais de dois anos, quando dirigia a redação de IstoÉ.
Para mim a história começa 25 anos atrás. O então repórter da IstoÉ Bob Fernandes tocaia por dois meses o operador do presidente, PC Farias. Chega a hospedar-se por algum tempo no apart-hotel, onde em São Paulo vive o tocaiado. Enfim a revista publica uma reportagem de capa sobre as façanhas do PC, em que se relata tudo aquilo que o irmão de Collor diria a Veja um ano e meio depois, com exceção dos supositórios de cocaína.
Eis aí, neste roteiro, um aspecto ineludivelmente brasileiro. Quando da reportagem, a mídia cuidou de não lhe dar eco e seguimento, ao contrário do que se daria em qualquer país democrático e civilizado.
Até então, a casa-grande suportava que o presidente cobrasse pedágios elevadíssimos em relação a obras feitas e ainda assim o imaginava adequado ao cargo de propiciador de benesses. Fora a Veja, aliás, que popularizara a definição de Collor como “caçador de marajás”.
Com o tempo, a cobrança collorida passou a ser considerada insuportável e se entendeu que valeria submeter o cobrador a um aperto sério, embora comedido. Foi a hora da entrevista do irmão, esta sim imediatamente repercutida.
A CPI convocada para cuidar do caso moeu meses de sessões inúteis à falta de provas. Não fosse IstoÉ, daria em nada. A sucursal de Brasília da revista, dirigida por João Santana, foi capaz de demonstrar a ligação entre a Casa da Dinda e o Palácio do Planalto, e o encaminhamento do impeachment foi inevitável.
A Globo prontificou-se a chamar para as praças manifestações bastantes parecidas àquelas que pipocam de dois anos para cá, frequentadas, sobretudo, por burguesotes festeiros, enquanto a Veja ganhava o Prêmio Esso de Jornalismo, remota invenção alienígena destinada a consagrar o jogo corporativo, festival do compadrio da mídia nativa.
Há quem diga que estamos a transitar por uma conjuntura similar àquela, e se engana, está claro, por hipocrisia ou ignorância. O impeachment de Dilma Rousseff é totalmente impossível à luz da Constituição. Se quiserem mandar as aparências às favas, seria golpe mesmo, conforme conhecimento até do mundo mineral. Mas golpismo é inerente ao país da casa-grande. Editoriais, colunas, artigos e reportagens dos jornalões recordam, cada vez mais, os textos de 51 anos atrás.

Leia também:
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/mino-carta-o-eterno-golpismo-e-inerente-ao-pais-da-casa-grande.html

A Lava Jato tem lado

30.09.2015
Do portal GGN, 26.09.15
LUIS NASSIF ON LINE
Por Luis Nassif

Por que Aécio Neves não processou a atriz Tássia Camargo?

Há um grande mérito na Lava Jato e uma grande interrogação.
O mérito foi o de ter, pela primeira vez, investigado uma das fontes centrais históricas do poder político brasileiro: as grandes empreiteiras de obras públicas.
A dúvida é o filtro político que impôs às investigações.
Para tentar entender:
1. A Lava Jato pretendia manter sob suas asas todos os inquéritos resultantes das delações negociadas até agora.
2. Há personagens centrais na Lava Jato: do lado dos beneficiários, gerentes e diretores da Petrobras e operadores do PT e do PMDB. Do lado dos pagadores, as empreiteiras.
3. A Lava Jato derivou para o setor elétrico, apurando os desvios da Eletronuclear. 
4. Ora, o que Petrobras e Eletrobras têm em comum, para permitir à Lava Jato avançar sobre o setor elétrico? As mesmas empreiteiras.
O ponto em comum que unifica tudo, portanto, são as empreiteiras, seu modo de operar, seus subornos e financiamentos de campanha.
Sendo assim, qual a razão da Lava Jato ter deixado de fora governos tucanos?
A maior contribuição da UTC foi para a campanha de Aécio Neves. A grande obra da UTC em Minas foi o Centro Administrativo. Em São Paulo, as mesmas empreiteiras participaram de obras do Rodoanel e das parcerias para administrar as estradas paulistas.
No entanto,  nenhum dos bravos delegados e procuradores, o imbatível juiz Sergio Moro tiveram a curiosidade de perguntar aos delatores sobre o financiamento à campanha de Aécio e para políticos paulistas.
Não há álibi técnico ou jurídico que possa justificar a desatenção do grupo em relação aos malfeitos dos réus com governos tucanos.
Na fase das investigações, especialmente ao colher os depoimentos dos réus e delatores, todos os temas relacionados às suspeitas de suborno por parte das empreiteiras são relevantes. Se surgirem indícios de cometimento de crimes em outras esferas, encaminha-se a denúncia para o STF (Supremo Tribunal Federal) (se for de réu com prerrogativa de foro) que decidirá se cabe um novo inquérito ou se a investigação será no bojo do mesmo.
Se a intenção é passar o país a limpo, tendo ao seu dispor pessoas dispostas a delatar, qual a razão da Lava Jato não ter aberto o leque para todos os partidos? A desculpa de não perder o foco não bate. Se não surgir outra Lava Jato, os segredos dos doleiros e delatores morrerão com eles, debaixo do nariz da tropa de 360 procuradores e técnicos que o MPF colocou à disposição.
Por tudo isso, pelo fato do Procurador Geral da República Rodrigo Janot ter poupado Aécio Neves das  denúncias do doleiro Alberto Yousseff sobre Furnas, de jamais ter tirado da gaveta o inquérito sobre a conta no paraíso fiscal de Liechtenstein, pelo fato de procuradores e delegados jamais terem se preocupado com a questão óbvia de investigar outros partidos políticos, não há a menor dúvida de que a Lava Jato tem lado. O mesmo lado de Gilmar Mendes.
Os bravos procuradores sequer se preocupam em justificar essa seletividade, como se o assunto não existisse.
Mas há um cadáver no meio da sala de jantar. E não haverá como escondê-lo para sempre.
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Fonte:http://br29.com.br/por-que-aecio-neves-nao-processou-a-atriz-tassia-camargo/