sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Aécio visitará "cantor" Latino na cadeia?

11.09.2015
Do BLOG DO MIRO
Por Altamiro Borges

O site de entretenimento F5, da Folha, revelou nesta quarta-feira (9) que o cantor Latino teve a prisão decretada pela Justiça de São Paulo "por não pagar a pensão alimentícia do seu filho caçula". Ainda segundo a matéria, "o caso corre em segredo de Justiça... Latino chegou a quitar três meses da dívida, algo em torno de R$ 30 mil, mas ainda não pagou um valor não divulgado, referente ao período de setembro de 2014 a agosto deste ano, motivo pelo qual teria sido expedido o mandado". O advogado do "artista", Bruno Gomes, até tentou "um acordo para evitar que o cantor seja preso".

O processo contra Latino se arrasta desde 2014. Em agosto, Bruno Gomes "contou que o músico enfrenta, no momento, 'muitas dificuldades financeiras causadas pela crise econômica no país' e tem problemas para pagar as pensões de quase todos os filhos. Dos nove herdeiros, sete recebem pensão alimentícia - as demais mães preferiram assumir o sustento... Segundo Gomes, Latino entende que os filhos precisam de subsistência, mas discorda do valor fixado da pensão que gerou a ação judicial". O artista é mesmo muito cara-de-pau. Responsabilizou a "crise econômica" para justificar o seu crime!

Latino deve ter recebido umas dicas do amigo Aécio Neves, o cambaleante, que também tem usado o argumento da "crise econômica" para reforçar sua cavalgada golpista. Nas eleições do ano passado, o decadente "cantor" foi um dos entusiastas da campanha do tucano. Ele usou seu perfil no Twitter para pedir votos e bajular Aécio Neves. Derrotado, ele postou no seu Instagram uma mensagem de "luto".

Num gesto de agradecimento, bem que o cambaleante poderia fazer uma visita à cadeia caso Latino seja realmente preso. Até agora, Aécio Neves tem se mostrado pouco solidário com seus apoiadores - como o espancador de mulheres Dado Dolabella, que afirmou na campanha que "os eleitores do PT são marginais"; ou o estuprador processado Alexandre Frota, que produziu um vídeo hilário de apoio ao candidato derrotado do PSDB. Será que o tucano já foi prestigiar os shows esvaziados de Lobão ou dará uma força ao "humorista" Danilo Gentili no SBT?

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/09/aecio-visitara-cantor-latino-na-cadeia.html

Michel Temer e a mosca azul do golpismo

11.09.2015
Do portal BRASIL247, 10.09.15

O vice-presidente Michel Temer não pode ser acusado de inexperiente. Sua carreira política já percorreu dezenas de anos, e foi construída nos gabinetes e nas negociações de cúpula que cobram sagacidade, matreirice e astúcia. No PMDB é um antigo pessedista mineiro e está mais para Tancredo Neves do que para Ulisses Guimarães, respeitadas as diferenças de estatura política.

Se nesses ambientes o espírito público é descartável por despiciendo, deles só se salvam os hábeis negociadores, os articuladores, os estrategistas, a saber, os que são capazes de atirar e acertar o alvo ainda invisível aos olhos da maioria.

Por outro lado, Temer não é um boquirroto (como os temos mesmo na mais alta corte), tampouco um desprovido de espírito. Domina o vernáculo, conhece as palavras e não discursa em vão. Quero dizer que tenho na justa medida as palavras que dita, e plena consciência do juízo de seu discurso.

Por isso mesmo levo em conta o que diz e muito me preocupa a última série de pronunciamentos, nenhum deles condizente, seja com seu cargo na República, seja com sua forma tradicional de fazer política. Seja, e agora entra em jogo a sempre incômoda questão ética, com o dever de aliado.

Posto que todas essas falas, quando lidas tendo como pano de fundo o quadro politico brasileiro – e só assim têm significado – contribuem para a onda golpista que pervade o contaminado cenário brasileiro, atingindo Congresso, imprensa e mesmo tribunais superiores.

Suas declarações são em si graves, mas ainda mais preocupantes se tornam quando considerado seu autor, pois não se trata de um personagem qualquer, mas nada mais nada menos que o vice-presidente da República, o presidente do maior partido do Congresso, que ocupa vários ministérios importantes e as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Não é um bolsonaro qualquer.

Ora, faz um mês, o vice Michel Temer (eleito, como todo vice, pelos votos da titular), então coordenador político do governo, cobrava a necessidade de surgir "alguém com capacidade de unir a todos". A simples proposição implicava o reconhecimento da incapacidade de a presidente Dilma cumprir esse papel, intrínseco ao exercício da presidência. O vice e aliado na verdade indicava a função vaga e de pronto apresentava um candidato para preencher o espaço vazio. Não precisou dizer 'esse alguém sou eu', pois toda a imprensa e o chamado mundo político assim entenderam.

Mais recentemente, em animado convescote na mansão de uma socialite paulistana defensora do impeachment, o vice declara, sem rodeios, e num estímulo mais do que claro às ações anti-Dilma de seus interlocutores, que a presidente não concluiria seu mandato, se mantidos seus atuais baixos índices de popularidade. Dito de outra forma: se vocês pretendem (e sabidamente pretendem) vê-la fora do Planalto, basta continuarem a campanha de descrédito que imobiliza o governo. Até por que, acrescentou, não esperem que ela renuncie. Melhor discurso não poderia desejar ouvir a oposição. Refletindo seu significado, as palavras do vice-presidente dominaram as manchetes e foram objeto de comentários de todo jaez.

Nenhum veio em socorro ao governo.

Ao contrário, a declaração do ex-professor animou os cenários golpistas de maior e menor densidade, levando o ex-presidente e ex-sociólogo FHC a, segurando a peteca levantada, propor em seu artigo semanal veiculado pelos jornalões um novo "bloco de poder" incluindo todas as forças político-sociais do País, excluídas a presidente e aquelas forças que venceram as eleições de 2014, com mais de 54 milhões de votos, cifra que não é nem poderia ser desprezível.

É inteiramente irrelevante conhecer os propósitos íntimos do vice-presidente e as elucubrações do ex-presidente, como é de igual modo irrelevante perquirir se esses pronunciamentos integram uma maquinação golpista. O fato objetivo é que o conluio existe, com ou sem a participação desses atores. O fato objetivo é, finalmente, que tanto as declarações do vice quanto a coluna de FHC servem ao projeto golpista.

Do ponto de vista tático agiu acertadamente o Planalto ao minimizar as declarações do vice-presidente, até por uma razão muito simples: não dispunha de alternativa. Mas errarão profundamente os estrategistas do governo se menosprezarem a profundidade da orquestração golpista, que não se encerra na alucinação demo-tucana, e já se faz e já se divulga à luz do dia.

As novas vivandeiras têm tribuna, púlpito, toga, e a voz dos grandes meios de comunicação. Têm, ademais, apoio de setores consideráveis da classe-média (sempre contou com a pequeno-burguesia), mobilizados pela campanha contra a corrupção, produto da conspiração de empresários, políticos e servidores públicos. Agora, como sempre, explorada de forma enviesada, escancaradamente seletiva, partidarizada.

Além das tradicionais tratativas de cúpula nos antros do poder real, a direita brasileira de hoje conta com apoio mediático que lhe confere visibilidade e amplia o alcance de sua mensagem reacionária. A esse seu poder tradicional e de sempre associa hoje uma agressiva presença nas ruas, ocupando espaços deixados pelos partidos progressistas e forças populares, essas à espera de um comando que tarda em assumir seu papel histórico.

O governo por seu articuladores e as forças que o apoiam precisam superar o restrito mundo das articulações clássicas – Congresso e o que resta de partidos e suas lideranças –, precisam considerar outros braços do Estado e seus estamentos, como os meios de comunicação de massa e a alta burocracia, e nesse plano incluo os tribunais superiores. Mas isso ainda não é tudo, nem será suficiente. Pois não é aí que reside sua base política de sustentação. Reorientando a política econômica, o governo precisa dialogar com as forças produtivas e com elas estabelecer alianças conjunturais que visem à recuperação da economia para além do déficit fiscal, sem prejuízo nem da soberania nem da economia nacional, e, sempre, sem prejuízo dos de baixo, exatamente os que estão dispostos a ir às ruas em sua defesa, os trabalhadores e assalariados de um modo geral e os movimentos sociais

Indicador ainda tênue dessa alternativa e de seu potencial foi oferecido pelo lançamento em Belo Horizonte, sábado último, da Frente Brasil Popular, movimento que se organiza nacionalmente tanto em torno da defesa da democracia e da integridade do mandato conferido a Dilma pela vontade eleitoral em 2014, quanto em defesa da soberania nacional, do desenvolvimento com distribuição de renda, da reforma do Estado e nela da reforma política. Em defesa dos interesses das grandes massas. A Frente é movimento que visa a barrar o avanço do pensamento conservador e reacionário, hoje tão bem vocalizado pelo PSDB e seus sócios menores, dentre os quais se destaca o presidente da Câmara dos Deputados.

A Frente não nasceu no sábado último. Ali simplesmente tivemos sua apresentação pública. Ela vinha sendo gestada havia meses pelo movimento social, sem a ingerência de partidos – embora a eles aberta –, sem compromissos eleitorais e sem aparelhismos, discutida em todo o País, nas redes sociais, e antecedida por eventos regionais, que percorreram praticamente todos os Estados.

À Conferência popular que aprovou seu Manifesto, em Belo Horizonte, acorreram militantes de todos os quadrantes do País, sob as lideranças da UNE, do MST, da CUT e da CTB, dentre outras muitas entidades populares e de classe.

Essa Frente Brasil Popular é ampla mas não pretende ser única. Paralelamente, muitos outros movimentos de origem vária – frentes, grupos de trabalho, grupos de reflexão, todos autônomos mas todos voltados para a defesa da democracia e da economia nacional – se estruturam em todo o país.

É a grata promessa de povo na rua.

A mobilização popular é fundamental. Ao retornarem às ruas em apoio ao governo, as massas espantam o golpismo e ao mesmo tempo alteram, podem alterar substancialmente, a atual correlação de forças, que, em prejuízo dos compromissos populares da presidente, assumidos pela sua biografia, faz do atual governo uma presa do sistema financeiro.

Sem o dever de emprestar apoio ao governo, o rentismo – com prejuízo inclusive do capital produtor que precisa ser estimulado, e da recuperação econômica – impõe uma política recessiva que exige ainda mais sacrifícios das grandes massas, de cujo seio tem o governo a expectativa de recolher o apoio de que carece.

A superação do paradoxo só se dará com a mobilização das grandes massas. Alterando a correlação de forças, o movimento social oferecerá ao governo condições de enfrentar a reação, e a nova política daí resultante fortalecerá a retomada do desenvolvimento nacional, sem inflação, sim, mas, igualmente, com redistribuição de renda e desenvolvimento econômico, mediante a proteção dos interesses dos que trabalham e produzem.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/colunistas/robertoamaral/196393/Michel-Temer-e-a-mosca-azul-do-golpismo.htm

O que a oposição tem para mostrar sobre como governaria o Brasil

11.09.2015
Do blog TIJOLAÇO,10.09.15
Por Fernando Brito

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No Facebook, o sempre arguto professor Nílson Lage pergunta, um tanto quanto desolado, o que seria o Brasil “pós-golpe”, dado os predicados mostrados, na prática, pelos principais protagonistas da tentativa de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff.

O cenário é, de fato, mais que desolador.

Os governos estaduais dos tucanos Geraldo Alckmin e Beto Richa são exemplos de algo que não seja o descalabro?

São Paulo entalada por uma crise hídrica que não tem fim, secando torneiras e investimentos – você montaria uma fábrica ali para ficar sem água para produzir? – e agora esta festinha do “cheira e fuma; um baseado para três” do PCC em plena penitenciária? Já pensaram estas imagens vindas de um presídio federal?

Mas está tudo bem, é claro que centenas de presas se reuniram numa festa barulhenta, regada a cocaína, no pátio interno do presídio sem que as autoridades soubessem de nada, não é?

No Paraná, o Estado falido, sem dinheiro algum, que nota teria da Standard & Poors? ZZZ menos? Lá, como se sabe, o “ajuste fiscal” é feito a porrete e cassetete.

Ou seria melhor o medíocre Sartori, do Rio Grande do Sul, parcelando a perder de vista os salários dos servidores e deixando professores e policiais em casa por falta de dinheiro para a condução?

E a política, recuperada para os valores éticos, morais e humanistas, capitaneada por gente como Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro? Com o primeiro, teríamos a garantia de que não haveria propinas, não se tomaria dinheiro em obras públicas . Do segundo, porque não esperar um ambiente de tolerância, de decoro, de moderação e equilíbrio, com o respeito a todos e a defesa intransigente da liberdade e da democracia?

E as ruas, que oceano de paz e tranquilidade! Quem sabe aquele camarada do Revoltados Online vire uma espécie de zelador dos bons costumes e todos possam andar calmamente, desde que não usem camisas vermelhas (coisa de comunista) ou cor de rosa (coisa de gay) e todas as mulheres tenham de tingir o cabelo de louro?

Os juízes, salvadores do Brasil, terão um reajuste nos seus vencimentos digno de sua divindade e que lhes permita, como defendeu o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, comprar seus ternos em Miami. Aproveitando a viagem, ainda vão auscultar ali os sentimentos vivos da Nação, entre uma sacola e outra de bugigangas nos shoppings locais.

Aproveitaremos para abolir o desfile de Sete de Setembro – aquele que Fernando Henrique Cardoso disse, na revista Piauí, ser “uma palhaçada” –  e o substituímos pelo “Brazilian Day” lá mesmo nos States, com direito a dissertações de Fábio Júnior sobre onde colocar o dedo perdido de Lula…

É de fazer a gente ter dúvidas  sobre se defende a democracia por convicção ou se por medo…

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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=29535

Nota de rebaixamento do Brasil é cascata

10.09.2015
Do portal da Agência Carta Maior
Por Flavio Aguiar* 

Até a véspera da crise, esta mesma agência aconselhava os clientes a investirem em títulos da bolha imobiliária que estourou logo a seguir
reprodução
Simplesmente, cascata. Desde a crise de 2007/2008, que levou o mundo à recessão inacabada que começou em 2008/2009, três agências que pretendem determinar a governança dos investimentos financeiros internacionais, a Standard & Poor’s (que deu a nota de rebaixamento para o Brasil), a Moody’s e a Fitch Ratings, estão sob suspeita, e tentando recuperar sua credibilidade. 

Até a véspera da crise (literalmente) todas elas continuavam aconselhando seus clientes a investirem nas “securities” (que nome irônico…) ligadas à bolha imobiliária que estourou logo a seguir. A crise provocou no imediato perdas no valor de meio trilhão de dólares e forçou o governo norte-americano a comprar 700 bilhões das dívidas de instituições financeiras inadimplentes. 

A crise mergulhou a Europa no buraco recessivo de onde seus indicadores econômicos podem estar saindo (ainda não saíram), mas não seus povos. Os índices de desemprego permanecem altíssimos na maioria dos países afetados, e alguns dos índices são “maquiados” por realidades como a imigração forçada, sobretudo de jovens, o que acontece, por exemplo, na Irlanda, em Portugal e nos países bálticos. Além desta credibilidade inadimplente, há um “colateral” (como gostam de dizer os economistas ortodoxos) nesta situação toda. Mais recentemente, como o mundo não sai da recessão, tornou-se comum entre os analistas ortodoxos culpar os países emergentes (entre eles, destaque para os BRICS) e suas “apostas erradas” por esta situação em que a “crise" virou “normalidade”, em que a recessão virou virtude, dependendo de quem esteja no seu comando. 

Se for um neo-liberal, com políticas antissociais, é virtude; se for um “populista de esquerda”, a culpa é de suas “políticas erradas”. Em ambas as possibilidades existe uma tendência a examinar os cenários caso a caso, isolando-os e tapando o cenário global com a peneira. Assim instalam-se “a crise da moeda chinesa”, “a crise do rublo russo” e também “a crise da confiabilidade no Brasil”.  A África do Sul fica um tanto `a margem destes comentários, e a Índia, atualmente com um governo conservador, fica de lado. Na visão destes comentaristas ortodoxos, ocorre uma curiosa transubstanciação, pois dependendo do caso, “ajuste” vira “crise” e vice-versa. Se a Espanha mergulha seu povo numa recessão, seguindo a receita de Berlim, Frankfurt e Bruxelas, isto não é crise, é ajuste. Se o Brasil passa por uma fase de ajuste cambial, depois de muito tempo de m real supervalorizado, isto não é ajuste, é recessão.
 
A segunda possibilidade de leitura do titulo é a de um “efeito cascata”. Traduzindo no contexto: tal tipo de rebaixamento pode (e quer) se constituir numa profecia autorrealizável. Até o momento o Brasil não é um mau pagador. Mas em decorrência deste rebaixamento, é quase certo que fundos de pensão que fazem investimentos internacionais deixarão de investir nas letras do país. Isto vai aumentar os juros sobre elas, aumentando o risco do Brasil tornar-se um devedor problemático. As justificativas da nota falam em um 2016 difícil, apontando para uma instabilidade governamental. Ao mesmo tempo, o rebaixamento induz, ele mesmo, a instabilidade e a dificuldade no futuro. No curto prazo isto apenas aumenta a pressão para que o governo brasileiro permaneça fazendo o “ajuste” que o mundo financeiro quer que ele faça, em seu favor, e em detrimento do povo. Se der certo - isto é - se a profecia se auto-realizar, a agência dirá estar recuperando sua credibilidade. 

Se ela não se realizar, alegará que sua atitude contribuiu para “manter o Brasil no rumo certo”, dizendo, por isso, estar recuperando sua credibilidade. Em ambos os casos, do ponto de vista macro-político, a agência sairia ganhando e o Brasil, perdendo. Outro “colateral” deste tipo de manobra é a esperança de reduzir novamente o Brasil à condição de “devedor” - mesmo que no plano imaginário - na cena internacional. O pais, em relação ao FMI, de devedor passou à condição de credor, e condições como a do pré-sal projetam um deslocamento maior ainda para o pais no mapa geo-econômico. Isto assusta as agências desacreditadas, e junto com elas, as direitas internacionais e a nossa, paroquial e anacrônica como sempre. Uma última coisa: falta combinar estes roteiros com o nosso governo. Se este enfiar a cabeça neste gargalo, vai ser difícil sair depois. 

*Blogue do Velho Mundo, Rede Brasil Atual
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Fonte:http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Nota-de-rebaixamento-do-Brasil-e-cascata/4/34459