terça-feira, 8 de setembro de 2015

As sete maiores vergonhas do Brasil em todos os tempos

08.09.2015
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 
Por Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, Trip Magazine

vergonhas história do brasil
A lista dos episódios mais vergonhosos da história nacional foi elaborada pela antropóloga Lilia Schwarcz e a historiadora Heloisa Starling, autoras do recém-lançado ”Brasil: uma biografia”.

1 — Genocídio da população indígena

Até os dias de hoje há controvérsia sobre a antiguidade dos povos do Novo Mundo. As estimativas mais tradicionais mencionam 12 mil anos, mas pesquisas recentes arriscam projetar de 30 mil a 35 mil anos. Sabe-se pouco dessa história indígena, e dos inúmeros povos que desapareceram em resultado do que agora chamamos eufemisticamente de “encontro” de sociedades. Um verdadeiro morticínio teve início naquele momento: uma população estimada na casa dos milhões em 1500 foi sendo reduzida aos poucos a cerca de 800 mil, que é a quantidade de índios que habitam o Brasil atualmente.

2 — Sistema escravocrata

O Brasil recebeu 40% do total de africanos que compulsoriamente deixaram seu continente para trabalhar nas colônias agrícolas do continente americano, sob regime de escravidão, num total de cerca de 3,8 milhões imigrantes. Fomos o último país a abolir a escravidão mercantil no Ocidente (só o fazendo em 1888, e depois de muita pressão) e o resultado desse uso contínuo, por quatro séculos, e extensivo por todo o território foi a naturalização do sistema. Escravos eram abertamente leiloados, alugados, penhorados, segurados, torturados e assassinados.

3 — Guerra do paraguai

O Império brasileiro errou em cheio. Avaliou-se que a contenda internacional opondo, de um lado, Brasil, Uruguai e Argentina, e, de outro, o Paraguai seria breve e indolor. No entanto, a guerra – na época chamada de “açougue do Paraguai” ou de “tríplice infâmia” – durou cinco longos e doloridos anos: de 1865 a 1870. A consequência para o lado paraguaio não foi apenas a deposição de seu dirigente máximo, mas a destruição do próprio Estado nacional. Os números de mortes sofridos pelo país são até hoje controversos e oscilam entre 800 mil e 1,3 milhão habitantes. Quanto às estatísticas brasileiras, a relação de homens enviados varia de 100 a 140 mil.

4 — Canudos

Em 1897, a República abriu guerra contra Canudos: uma comunidade sertaneja originada de um movimento sóciorreligioso liderado por Antônio Conselheiro. Canudos incomodou o governo da República e os grandes proprietários de terras, pois era uma nova maneira de viver no sertão. Em 1897, o arraial foi invadido por tropas militares, queimado a querosene e demolido com dinamite. A população foi dizimada. Em Os sertões, publicado em 1902, Euclides da Cunha escreve: “Canudos não se rendeu. Caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, e todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados”.

5 — Polícia política do Governo Vargas

Em 1933, Getúlio Vargas criou a Delegacia Especial de Segurança Política e Social (Desp). Para comandá-la, Vargas entronizou o capitão do Exército, Filinto Müller. Na condição de chefe de polícia, Müller não vacilou em mandar matar, torturar ou deixar apodrecer nos calabouços do Desp os suspeitos e adversários declarados do regime sem necessidade de comprovar prática efetiva de crime. Pró-nazista, sua delegacia manteve um intercâmbio, reconhecido pelo governo brasileiro, com a Gestapo – a polícia secreta de Hitler – que incluía troca de informações, técnicas e métodos de interrogatório.

6 — Centros clandestidos de violação de direitos humanos

A ditadura militar instalou, a partir de 1970, centros clandestinos que serviram para executar os procedimentos de desaparecimento de corpos de opositores mortos sob a guarda do Estado – como a retirada de digitais e de arcadas dentárias, o esquartejamento e a queima de corpos em fogueiras de pneus. No Brasil governado pelos militares, a prática da tortura política e dos desaparecimentos forçados não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor.

7 — Massacre do Carandiru

Mais conhecida como Carandiru, a Casa de Detenção de São Paulo abrigava mais de 7 mil detentos, em 1992 – a capacidade oficial era de 3.500 pessoas. No dia 2 de outubro, uma briga entre facções rivais de presidiários terminou num massacre: a tropa policial entrou no presídio utilizando armamento pesado e munição letal. 111 presos foram mortos e 110 feridos. O cenário era de horror. Passados 21 anos, somente em 2014, 73 policiais foram condenados – todos podem recorrer em liberdade
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/06/as-sete-maiores-vergonhas-do-brasil-em-todos-os-tempos.html

Delação de Youssef não será anulada.

08.09.2015
Do blog BRASI29
Por Erton Fonseca

Aécim está no bico do urubu Maioria do STF rejeitou pedido para anular delação de Alberto Youssef. Executivo alegou que doleiro quebrou acordo anterior de colaboração.Maioria dos ministros sequer aceitou tipo de ação ajuizado 

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Durante a sessão, os ministros consideraram que os relatos feitos numa delação são insuficientes para condenar uma pessoa e, por isso, o acordo não poderia ser contestado por ela. “O acordo de colaboração, como negócio jurídico personalíssimo, não vincula o delatado e não atinge diretamente sua esfera jurídica”, afirmou ministro Dias Toffoli, relator do caso, quando o julgamento foi iniciado.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um pedido apresentado por Erton Medeiros Fonseca, diretor afastado da Galvão Engenharia e investigado no escândalo da Petrobras, para anular o acordo de colaboração do doleiro Alberto Youssef na Operação Lava Jato e as provas colhidas a partir de suas declarações.
O pedido questionava a homologação da delação, feita em dezembro do ano passado, pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos relacionados à Lava Jato no STF. Na peça, a defesa de Fonseca alegava que o doleiro quebrou um acordo de delação premiada anterior, firmado no caso Banestado e, portanto, não era uma pessoa de confiança para colaborar novamente com as investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras.
“O Ministério Público induziu em erro o ministro Teori Zavascki ao omitir taxativamente que, sete dias antes de ser celebrado acordo com Alberto Youssef, o acordo anterior tinha sido quebrado por outro magistrado”, afirmou, ainda durante a sessão desta quarta, o advogado José Luís de Oliveira Lima.
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Fonte:http://br29.com.br/delacao-de-youssef-nao-sera-anulada-aecim-esta-no-bico-do-urubu-2/

A fala de Dilma e a mídia sem ter do que falar

07.09.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por FERNANDO BRITO

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Deu para sentir como nossos jornais se condoeram pelo fato de não terem havido manifestações massivas contra o Governo no Sete de Setembro.

Fora uns poucos fanáticos – Batman, Bolsonaro, Revoltados, carregadores de “pixulecos” e outros que tais –  foi como qualquer outro desfile, com as famílias mais preocupadas em assistir à passagem dos militares, suas bandas, da Esquadrilha da Fumaça e dos equipamentos bélicos.

Claro que, mesmo assim, o poder de foco da mídia se voltou para o grupo de alucinados que batia como podia numa cerca que isolava – como é normal – a área diante do palanque presidencial. Não era de se esperar outro cuidado, depois que um facínora ameaçou “arrancar a cabeça” da Presidenta, não é?

Apesar do esforço da mídia, porém, o  “acontecimento” do Sete de Setembro, foi a fala de Dilma Rousseff na internet, para driblar o inevitável “panelaço” – mesmo que este seja apenas em áreas mais nobres do país – e que reproduzo abaixo.

A mídia, nela, prende-se à desnecessária frase: “Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente”.

Ora, não existe a hipótese de terem-se cometido erros, pois erros sempre se comete.

O problema do governo Dilma é apontar saídas e apontá-las objetivamente.

Saídas, não milagres.

E nenhuma outra há senão a de voltarmos a crescer, sabe disso e quer isso a Presidenta.


Faltou reafirmar compromissos, como o de não arrochar salários dos mais humildes, os trabalhadores de salário-mínimo, como está sendo cumprido com a proposta orçamentária .

Faltou dizer que, nos “remédios amargos” – como ela própria definiu as medidas necessárias para os ajustes – a dose maior ficará para quem está mais gorducho e não para quem sempre pagou pelas crises no Brasil.

Faltou dizer que, a propósito do desfile das Três Armas, o Brasil não abre mão de defender suas riquezas, de equipar suas Forças Armadas para isso e de tê-las como projeção de nossos propósito de paz e de humanismo, como demonstraram os tripulantes da Corveta Barroso  nas águas do Mediterrâneo.

Que lindo o nosso Sete de Setembro ser comemorado lá, naquelas lonjuras, com 220 vidas sendo salvas!

Faltou dizer mais do que foi dito sobre a democracia expressar-se no voto, o dizer que ela não tem medo de grito, porque no grito não se vence discussão.

Faltou, sim, embora não tenha faltado muita coisa, a começar pela menção humanista e generosa sobre o destino de milhões de pessoas que estão balançando nas ondas e fronteiras da morte e que são, afinal, os mesmos que são avós, bisavós, antepassados de milhões de brasileiros de origem árabe, negra, pobre.

A Presidenta da República, entretanto, não tem porque e do que se desculpar: tem de agir.

Não é mais que isso o que espera o povo brasileiro daquela a quem concedeu a legitimidade necessária para dirigir o país.

Que não deve ser exercida com soberba, mas com autoridade.

Se há um erro que a Presidenta possa ter cometido é o de não ser clara e afirmativa, permitindo que a onda golpista semeasse a incerteza no Brasil.

Este é o erro que deve ser superado, com a afirmação clara de para onde se quer ir e  e a quem será necessário impor sacrifícios para chegar lá.

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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=29469

COMANDO NACIONAL DE GREVE DA CNTSS ORIENTA O COLHIMENTO DE ASSINATURA DE SERVIDORES DO INSS EM APOIO Á LUTA PELA EQUIPARAÇÃO SALARIAL

08.09.2015
Por Irineu Messias

Servidores em frente ao MPS, firmes e unidos pela equiparação salarial
Servidores em frente ao MPS, firmes e unidos pela equiparação salarial
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Ato público dos servidores do MPS, em frente ao Ministério

O Comando  Nacional de Greve da CNTSS/CUT e Comando de greve dos servidores do MPS, em Brasília, orienta a todos os servidores do MPS( e servidores do INSS, que queiram ajudar) a colher assinaturas de servidores do INSS , no país inteiro  com o objetivo de pressionar e sensibilizar  tanto o Ministro Gabas quanto à presidenta do INSS, Elisete Berchiol, para que ambos, durante esse processo negocial da greve do INSS, resolva em definitivo a situação de discrepância salarial vivida entre servidores do MPS e INSS, que convivem no mesmo ambiente de trabalho, exercem as mesmas tarefas e no entanto , há  anos vivem lado a lado numa situação de diferença salarial que beiram os 50%, que após o fim desta greve,  que esperamos seja de muitas vitórias para os colegas do INSS, o abismo salarial pode se aprofundar mais ainda.

Com a deputada Cristiane Yared, PTN/PR, buscando apoio por equiparação salarial. A deputada já havia recebido uma comissão de servidores em Curitiba com este mesmo objetivo.
Com a deputada Cristiane Yared, PTN/PR, buscando apoio por equiparação salarial. A deputada já havia recebido uma comissão de servidores em Curitiba com este mesmo objetivo.

Neste sentido, o Comando Nacional de Greve da CNTSS e servidores do MPS, em Brasília, fizeram algumas movimentações, durante semana que se passou.
Entre tantas movimentações, ocorreu a visitas a diversos  líderes parlamentares no Congresso Nacional, sejam de oposição ou de apoio ao Governo. Foram visitados diversos líderes que mostraram -se solidários à nossa luta; outros nem tanto.Contudo o importante é que levamos para dentro da Câmara  esta injustiça salarial que há muito tempo fomos submetidos.

Agradecendo o apoio da deputada Yared
Agradecendo o apoio da deputada Yared

E verdade que, fizemos questão de destacar a atitude positiva do Ministro Gabas, em ter enviado o Aviso Ministerial 41, de 28 de 2015, no qual propões a solução desta problema através de uma Recomposição remuneratória, por realinhamento de tabelas de cargos e pela reestruturação de Carreira.
Entretanto, para nós servidores o ideal para solução definitiva desta injustiça salarial é abertura de Termo de Opção para a Carreira do Seguro Social, em que todos os servidores lotados na sede do MPS, no CRPS/Juntas e na APE, ou em outras instâncias pertencentes ao MPS, pudessem aderir á Carreira do Seguro do Social, e mesmo permitir a redistribuição para o próprio INSS, sendo esta medida adotada na semana passada com o pedido em massa de todos os servidores do MPS em todo o país, como uma forma de pressionar o Ministério da Previdência Social a soluciona esta discrepância salarial, Com isso a CNTSS/CUT e os servidores mostraram que muitas formas de se resolver estas pendência histórica, bastando vontade política para fazê-lo, pois fica provado haver muitas maneiras de realiza-lo.

Em visita aos parlamentares solicitando apoio. Deputado Paulão, PT/AL
Explicando a razão dos pedidos de redistribuição em massa, para o INSS. Os servidores todos preenchendo.
Com o Líder do PSB, na Câmara dos Deputados, Fernando Filho.PSB/PE
Com o Líder do PSB, na Câmara dos Deputados, Fernando Filho.PSB/PE
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Em visita aos parlamentares solicitando apoio. Deputado Paulão, PT/AL

Embora saibamos que  a redistribuição no momento, não seja  possível por impedimento de Lei, contudo, a lei pode ser mudada para atender nossa especificidade, pois todos somos Previdência Social. Portanto, o impedido legal  poder ser removido por alterações propostas pelo próprio governo, via Ministério do Planejamento.  Até porque já foi dito pelo próprio Sérgio Mendonça,  que basta uma decisão política tanto do Ministro Nelson Barbosa como  do Ministro da Previdência Social, Gabas.E tem sido nossa pressão para esta decisão política aconteça.

Reunidos com o Coordenador Geral de Recursos Humanos do MPS, Dr. Wagner.
Reunidos com o Coordenador Geral de Recursos Humanos do MPS, Dr. Wagner.

Para continuidade à nossa luta, desde sexta-feira, a CNTSS/CUT e o comando de greve dos servidores do MPS, em Brasília, além de pensado a estratégia do pedido de redistribuição em massa(que deve continuar),  também elaboraram  um abaixo assinado para  ser assinado por todos os servidores do INSS, no país inteiro no afã de sensibilizar e pressionar tanto o Ministro Gabas, quanto a presidenta do INSS, Elisete Berchior a ter uma atitude mais proativa na solução desta injustiça contra os servidores do MPS.
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Os servidores do INSS que trabalham lada a lado  conosco também se sentem constrangido por receberem salários superiores. No entanto eles  não tem culpa de terem sido submetidos a esta situação. Por isso que, a ideia do abaixo-assinado é que  eles solicitem a seus superiores em Brasília que resolvam em definitivo esta tremenda injustiça que de certa forma  os atingem também, pela via do constrangimento.
Assim sendo , companheiros e companheiras do MPS do Prédio-sede em Brasília, da sede do CRPS e da sede APE, também em Brasília, e sobretudo  nas Juntas de Recursos e nas APE’s do país inteiro, abracem esta campanha de colhida de assinaturas de todos os servidores do INSS, para que os dirigentes máximos   do MPS e INSS, percebam que esta situação de injustiça salarial contra nós, não pode mais continuar!

Servidores de PE, exibem seus pedidos de redistribuição
Servidores de PE, exibem seus pedidos de redistribuição

Esta semana é fundamental o colhimento de pelo menos 1000(mil) assinaturas, pois nesta semana,  entre terça e quinta feira,  haverá reuniões  da CNTSS/CUT e  FENASPS, com o Ministro da Previdência, INSS e Planejamento,  sobre as negociações da greve do INSS,  e precisamos chegar com um grande número de assinaturas  de nossos colegas do INSS.
Afinal de contas todos  nós, MPS e INSS, somos Previdência Social, cuja missões e valores são iguais, e não há existir salários tão diferentes!
Equiparação Já!
No mais, companheiros e companheiras, nunca desistir, sempre na luta, rumo a vitória com muita fé em Deus!
Abaixo disponibilizamos o modelo de texto para pedido de redistribuição e o texto modelo para o abaixo assinado:
ABAIXO-ASSINADO

PELA EQUIPARAÇÃO SALARIAL  ENTRE  SERVIDORES  DO MPS/INSS

Excelentíssimo Senhor Ministro da Previdência Social, Dr. Carlos Eduardo Gabas.
Ilustríssima Senhora Presidenta do Instituto Nacional do Seguro Social, Dra. Elisete Berchiol da Silva Iwai.

Nós, abaixo-assinados, servidores do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, através deste Abaixo-Assinado manifestamos todos nosso apoio à luta de todos os servidores do Ministério da Previdência Social – MPS,  pela equiparação Salarial com os servidores do INSS.
Na maioria dos estados e no Prédio-sede do MPS, em Brasília/DF, trabalhamos  lado a lado, muitas vezes exercendo as mesmas tarefas que nossos colegas do MPS sendo que eles recebem  remuneração bem inferior à nossa, causando constrangimento a todos nós.
Por isso, solicitamos que, durante esse processo de negociação da greve, esta discrepância seja finalmente resolvida pela equiparação salarial com os servidores da Carreira do Seguro Social, seja pela adesão á  esta Carreira ou um outro formato que elimine em definitivo esta grande diferença salarial entre servidores do INSS e MPS, que  fazem parte da mesma Previdência Social, cuja missão e valores são iguais.
É uma questão de justiça e por isso mesmo, subscrevemos abaixo.
Clique neste e baixe o arquivo em wordo do abaixo assinado apoio dos servidores do inss
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Modelo de Requerimento para redistribuição para o INSS:
REQUERIMENTO
__________________________________,matrícula SIAPE Nº _________, ocupante do cargo efetivo de  ___________________, Classe  ____ Padrão ____, do Quadro de Pessoal do Ministério da Previdência Social –MPS,  integrante da Carreira da Previdência, da Saúde e Trabalho, vem por  meio deste, nos termos da do artigo 37 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, redistribuição para o Quadro do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS
_________,      de setembro de 2015.
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MODELO DE REQUERIMENTO PARA REDISTRIBUIÇÃO PARA O INSS.Clique no link anterior e baixe o arquivo word do requerimento

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Entregando vários pedidos de redistribuição ao Diretor Geral de Gestão de Pessoas do INSS, e ouvindo deste, que apoia nossa luta pela equiparação salarial

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Fonte:https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2015/09/06/comando-de-greve-da-cntss-do-mps-orientam-o-colhimento-de-assinatura-de-servidores-do-inss-em-apoio-a-nossa-luta-por-nossa-equiparacao-salarial/

Comando de Greve da CNTSS/CUT recebe novas propostas referentes à pauta de reivindicações da campanha salarial dos servidores do INSS

08.09.2015
Do portal CNTSS/CUT, 04.09.15
Por José Carlos Araújo*

Resultado de imagem para cntss cut logoOfício do Ministério do Planejamento foi enviado nesta quinta-feira, 03 de setembro, e deve ser encaminhado aos Estados para ser apreciado pelos trabalhadores em assembleias


A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, por meio de seu Comando de Greve, recebeu nesta quinta-feira, 03 de setembro, o ofício encaminhado pelo MPOG – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão contendo as propostas do governo federal para a pauta de reivindicações da campanha salarial dos servidores públicos federais do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social.

O documento faz menção aos pontos questionados pelos representantes dos trabalhadores quando da última rodada de negociações, ocorrida em 26 de agosto. Naquela oportunidade, entre os itens questionados pelos trabalhadores constavam a proposta do governo de reajuste para um período de vigência de quatro anos e a questão da incorporação da média da gratificação de desempenho.

O novo ofício do Ministério trata destes pontos e ainda acrescenta a informação que a discussão sobre os dias parados se dará posteriormente à assinatura do acordo. Também ficou esclarecido que há concordância do Ministério em rever a ON 06/2013. No mais, o texto informa que o MPOG reitera as demais propostas encaminhadas em 26 de agosto, por meio do Ofício SEI 5872/2015.

O Comando de Greve da CNTSS/CUT disponibilizará a nova proposta para suas entidades filadas afim de que discutam os termos em assembleias com os trabalhadores de seus Estados. Também reitera a importância da manutenção da greve e a organização dos trabalhadores neste momento de intensa negociação com o governo. Os dirigentes que fazem parte do Comando de Greve permanecerão atuando com a finalidade de conquistar melhoras nas posições assumidas pelo governo.

Veja abaixo a íntegra da nova proposta e os links para ter acesso às demais encaminhadas em 26 de agosto.




Assessoria de Imprensa CNTSS/CUT*
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Fonte:http://www.cntsscut.org.br/destaques/2549/comando-de-greve-da-cntss-cut-recebe-novas-propostas-referentes-a-pauta-de-reivindicacoes-da-campanha-salarial-dos-servidores-do-inss