sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Carlinhos Metralha, acusado de participar de massacre na ditadura, “tirou fotos, deu beijos e abraços” na Paulista

21.08.2015
Do blog VI O MUNDO, 18.08.15
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Trecho do relatório final da Comissão Nacional da Verdade sobre Carlinhos Metralha:
Carlos Alberto Augusto (1944-) Delegado de polícia. Serviu no Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo (DOPS/SP), sendo conhecido como “Carteira Preta” e “Carlinhos Metralha”. Integrou a equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury. Teve participação em casos de detenção ilegal, tortura e execução. Convocado para prestar depoimento à CNV, não foi localizado. Vítimas relacionadas: Carlos Marighella (1969); Eduardo Collen Leite (1970); Antônio Pinheiro Salles e Devanir José de Carvalho (1971); Soledad Barrett Viedma, Pauline Reichstul, Jarbas Pereira Marques, José Manoel da Silva, Eudaldo Gomes, Evaldo Luiz Ferreira de Souza e Edgard de Aquino Duarte (1973).
Captura de Tela 2015-08-18 às 13.19.22
por Conceição Lemes
“Carlinhos Metralha não foi apenas torturador, ele é acusado de participar do Massacre da Chácara São Bento”, denuncia o ex-deputado estadual Adriano Diogo (PT), que presidiu a Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de SP (Alesp). “Na chacina, seis militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) foram assassinados, entre os quais Soledade Barret, grávida do cabo Anselmo.”
Isso aconteceu em Paulista, interior de Pernambuco, em 8 de janeiro de 1973.
Anselmo havia se tornado colaborador da ditadura. Infiltrado na VPR, ele levou o delegado Sérgio Paranhos Fleury, do DOPS paulista, até a chácara, onde o grupo foi emboscado e assassinado.
Na época, Carlos Alberto Augusto, o  Carlinhos Metralha como é conhecido, era o braço direito de Fleury no Dops.
Fleury e Carlinhos Metralha  são dois dos nomes citados no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, que os apontaram entre os 377 responsáveis diretos ou indiretos pela prática de tortura e assassinatos durante a ditadura militar, entre 1964 e 1985.
Em 12 de dezembro de 2014, Metralha  interrompeu o lançamento do livro A Casa da Vovó, do jornalista Marcelo Godoy, na Alesp.  No livro, Godoy retrata sequestros e tortura durante o período da ditadura militar.
O ex-agente da ditadura pediu a palavra e o então deputado Adriano Diogo cedeu-a.
Vale a pena conferir os dois vídeos abaixo.O primeiro é da discussão entre Carlinhos Metralha e o jornalista Marcelo Godoy. O segundo, ele na manifestação de março deste ano. São bem reveladores de quem são os “heróis” dos manifestantes que querem o impeachment de Dilma e do que vai na cabeça deles.

Veja também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/caio-castor-flagra-torturador-tirando-onda-da-omissao-da-verdade.html

“Se quiser,podemos apagar”. A matéria que o PIG retirou do ar, mas o cache do google salvou

21.08.2015
Do blog BRASIL29, 20.08.15

EpocsFHC2008

Cobra US$ 50 mil (cerca de R$ 150 mil no Brasil) – preço livre de impostos, hospedagem e passagem aérea, gastos que ficam por conta do cliente. No Brasil, ninguém cobra mais caro

(matéria publicada em 2004 pela revista época/globo e retirada do ar) Dica leitor: Horatio Nelson
O ex-professor, senador, ministro e presidente da República Fernando Henrique Cardoso agora é uma celebridade. Desde que deixou o Palácio do Planalto (há 2 anos), no ano passado, FHC já faturou cerca de R$ 3 milhões dando palestras para empresários e intelectuais, no Brasil e no exterior.
Montado com luxo, o lugar foi criado para preservar na História a memória de seu governo e de sua obra acadêmica. Aos 72 anos, depois de oito anos das delícias e pesadelos da Presidência, Fernando Henrique está levando um vidão. Transforma fama em dinheiro, faz política quando bem entende e viaja duas vezes por mês para o exterior para exercitar seus dotes intelectuais. E prova que não sonha em voltar à Presidência da República.
Até agora se sabia apenas vagamente das atividades de FHC fora do governo. Ele só aparece viajando e, de vez em quando, falando de política. A novidade é que longe do público o ex-presidente virou atração no mundo empresarial e já é um dos conferencistas mais bem pagos do mundo.
Cobra US$ 50 mil (cerca de R$ 150 mil no Brasil) – preço livre de impostos, hospedagem e passagem aérea, gastos que ficam por conta do cliente. No Brasil, ninguém cobra mais caro.
‘O critério foi pedir metade do que Bill Clinton (ex-presidente dos Estados Unidos) cobra’, diz George Legmann, o agente que cuida das palestras e dos direitos autorais dos livros de Fernando Henrique. Da metade do ano passado para cá, foram 22 conferências, seis delas em outros países. Contrataram os serviços do ex-presidente a AmBev, a Medial Saúde, os bancos Pátria e Santander (este em Madri), a ACNielsen e o Banco Central do México, entre outros.
FHC exige uma conversa pessoal com o cliente antes da conferência. São encontros de meia hora, apenas para combinar o tema. O ex-presidente tem falado sobre globalização, educação e ética. Além dos eventos de empresas, seu mercado abrange também as universidades. No exterior elas pagam honorários fixos, entre US$ 10 mil e US$ 20 mil.
Fernando Henrique fica incomodado quando o assunto é dinheiro. Notório pão-duro, ressalta que recebe apenas aposentadoria proporcional como professor da USP e que ex-presidente não tem pensão. Tergiversa quando alguém pergunta sobre os honorários das palestras e não conta quem está bancando o Instituto Fernando Henrique Cardoso.
epocaCAPA

INSTITUTO
No subsolo, um bunker com salas climatizadas para conservar o acervo de 330 mil peças de FHC


A compra de um andar e dois subsolos que pertenciam ao Automóvel Clube, no Centro de São Paulo, custou R$ 900 mil e a reforma já ficou em cerca de R$ 3 milhões. Para implantar o instituto e depois mantê-lo, FHC calcula que precisa de R$ 30 milhões. Tem cerca de R$ 15 milhões, boa parte arrecadada entre empresários que admiram o que ele fez no governo.
Alguns desses contribuintes formaram um grupo que doou R$ 1 milhão por cabeça. O dinheiro chega em parcelas mensais na Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que administra o fundo. ‘O rendimento mensal será usado para sustentar o instituto ao longo do tempo’, explica José Expedito Prata, diretor do IFHC, que estima os custos em R$ 150 mil por mês.
A inauguração do instituto será uma festa grandiosa. Se todos os convidados vierem, vai ser preciso chamar o Exército para cuidar da segurança: estão confirmadas as presenças de figurões da política mundial como o ex-presidente americano Bill Clinton, o francês Lionel Jospin, os portugueses Mário Soares e Antonio Guterrez. De Clinton, ele é muito próximo.
Na semana passada, enquanto sua esposa, Ruth, viajava com as netas para Buenos Aires, FHC embarcou para Nova York. Participou de reuniões na Fundação Rockefeller, na ONU e deu aula na Universidade de Princeton. FHC viaja duas vezes por mês para o exterior, onde passa boa parte de seu tempo. Lá fora, anda a pé ou de metrô. No Brasil, circula com carro oficial e motorista destinado pelo governo a ex-presidentes. Tem ainda três seguranças e dois assessores que são coordenadores do instituto.
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Fonte:http://br29.com.br/se-quiserpodemos-apagar-a-materia-que-o-pig-retirou-do-ar-mas-o-cache-do-google-salvou/

Povo na rua entuba o Golpe FHC, leva o Gilmar para a Sardenha

21.08.2015
Do blog CONVERSA AFIADA, 20.08.15
Por Paulo Henrique Amorim

Manifestantes contra Cunha, Serra, Aécio e Levy (Foto: Nadine Nascimento)
 Nesta quinta-feira (20), em resposta às manifestações que pediram o impeachment da Presidenta Dilma Rousseff no último domingo, movimentos sociais promoveram em 24 estados e no Distrito Federal protestos em apoio ao mandado de Dilma, à democracia, e contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que foi denunciado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, acusado de lavagem de dinheiro e corrupção passiva na investigação da Lava-Jato.

As manifestações ocorreram em 31 cidades de AL, AM, AP, BA, CE, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RR, RS, SC, SE, SP e TO, além do DF.

Em São Paulo, segundo a Polícia Militar, mais de 60 mil pessoas estavam presentes no Largo da Batata, zona oeste da cidade. Para os organizadores, 75 mil estiveram no ato. Os manifestantes protestaram contra Cunha, os senadores José Serra (PSDB-SP) e Aécio (PSDB-MG), além do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Não ao golpe, não ao ajuste que prejudica os trabalhadores”, disse o presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas. Por volta das 21h, a avenida Paulista, na altura do MASP, foi tomada pelos manifestantes.

De acordo com o presidente da CUT-SP, Adi dos Santos Lima, um dos objetivos da mobilização é chamar a atenção para que a disputa política não prejudique a atividade econômica.

O ato na capital paulista também lembrou as 19 vítimas da chacina em Osasco, região metropolitana de São Paulo. Do Largo da Batata os manifestantes seguem para a Avenida Paulista.

A organização dos protestos em todo o país foi feita pela  CUT, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Central de Movimentos Populares (CMP) e União Nacional dos Estudantes (UNE).

Outras capitais:

Rio de Janeiro: Pouco antes das 19h, cerca de 48 mil pessoas estavam Av. Rio Branco e a Praça da Cinelândia nesse momento. O ato começou com uma concentração às 15h, na Igreja da Candelária. Os participantes gritaram “Não vai ter Golpe”.

Salvador, com informações da CUT:

Durante a tarde, a CUT- BA, Centrais Sindicais, sindicatos, movimentos sociais, populares, trabalhadores saíram em caminhada do Campo Grande em direção a Praça Castro Alves, no ato em defesa da Democracia, da Petrobras, contra o ajuste fiscal, contra o golpe e por mais direitos.

Convocada pela CUT-BA, milhares de pessoas gritavam palavras de ordem contra o golpe e “fora deputado Eduardo Cunha”, assim que souberam que o procurador geral da República tinha encaminhado ao STF denúncia contra o presidente da Câmara dos Deputados.

Veja outras fotos:
Paulistas chegam ao vão do MASP, na avenida Paulista
Concentração no Largo da Batata, em SP (Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)
Manifestantes questionam o Mensalão Tucano (Foto: Brasil de Fato)

Mais de 60 mil pessoas no Largo da Batata, em SP
Manifestam ironizam o deputado Eduardo Cunha
Em Salvador, povo foi às ruas
Baianos defendem a democracia

Alisson Matos, com informações do Brasil de Fato
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/08/20/povo-na-rua-defende-mandato-da-dilma/

A denúncia de Janot contra Cunha é detalhada, provada e devastadora

21.08.2015
Do blog TIJOLAÇO, 20.08.15
Por Fernando Brito

cunhajanot

Acabo de ler as mais de 80 páginas do texto (aqui e aqui) com que o Procurador Geral da República pede que seja aceita a denúncia contra Eduardo Cunha – e também contra sua cúmplice Solange Almeida – por corrupção e lavagem de dinheiro, e que paguem nada menos que R$ 277 milhões de reais como devolução de dinheiro desviado e multa pelo crime.

É acachapante.

Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, o operado de Cunha, Fernando Baiano, o ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões.

A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Júlio Camargo foram escritos por Eduardo Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa.

Mostra, uma a uma, as transferências que Julio Camargo fez a Fernando Baiano, para que fossem repassadas a Cunha.

E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente.

Embora a defesa de Cunha diga que a acusação é “facilmente derrubável” – interessante que não falou por ela o ex-procurador Antonio Fernando de Souza – por se basear apenas na palavra do delator, não é assim.

Além da materialidade do fato, há provas de autoria (os requerimentos achacadores), tipicidade da conduta criminosa, agravantes, dolo, percepção de vantagem e conexões evidentes.

Cunha, cuja carreira começou como operador do mercado financeiro (e, ironicamente, na firma de auditoria Arthur Andersen) sabe como fazer o despistamento dos vestígios do dinheiro.

Mas não sabe como fazer todos os crimes perfeitos.

Logo ele, que herdou dos tempos de cabo eleitoral de Fernando Collor o espírito do “bateu, levou”, está tomando fôlego para responder.

Resta saber se o tem, e que não se o subestime, porque sua carreira – leia o perfil que dele traça o repórter Chico Otávio – é pródiga em transformar desastres em bons negócios.
Agora, porém, parece ter ido além das próprias pernas.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=29093

Eu não sou Cunha. E você?

21.08.2015
Do portal BRASIL247
Por Durval Ângelo

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Que leituras podemos fazer da manifestação de domingo? A mais evidente é a de que "a montanha pariu um rato". Depois de tanto barulho na mídia, na internet, nas janelas, varandas e ruas, o "grande ato" decepcionou. Mesmo com a boa vontade da polícia e de setores da imprensa em "inflacionar" o número de participantes, é incontestável que o movimento, literalmente, encolheu. Enquanto em março foram cerca de 1,5 milhão de manifestantes em todo o país, no último dia 16, chegaram a, no máximo, 750 mil.

O recuo revela diferentes fatores. O principal deles é a inabilidade do "candidato derrotado salvador da pátria", Aécio Neves, em articular e aglutinar a oposição. Sem liderança e sem propostas, o movimento segue a bater panelas e cabeças, aberto ao surgimento e ressurgimento de novos e antigos "astros". Personagens como Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro jogam a Constituição no lixo, invocam o fantasma do golpe, ganham minutos de fama e incentivam uma turba de raivosos a protagonizar cenas lamentáveis: um gari acuado por manifestantes, em evidente discriminação aos pobres, ou uma senhorinha inofensiva, empunhando um cartaz com os dizeres "Por que não mataram todos em 1964?".

Não foi à toa que setores da oposição mais intelectualizados e afeitos ao jogo político pularam fora do barco, cientes dos riscos para a estabilidade do país. Levaram junto a classe média mais esclarecida. Também tiraram o time de campo os representantes do capital, diante do sinal amarelo, com a diminuição da nota do Brasil como bom pagador, e com eles, a grande mídia, inclusive a "vênus platinada", que aos poucos - para não ficar feio! - vai retirando seu apoio.

A manifestação de Belo Horizonte pode ser considerada um símbolo do recuo. Com minguados 6 mil "amarelinhos", aquele que seria o palanque do "grande líder" tornou-se palco de sua derrota. Aécio Neves, que nunca havia dado as caras nos atos, escolheu para a estreia um local onde o movimento estava desarticulado, tanto devido à boa atuação do Governo Pimentel, como pela ausência de liderança. A decepção ficou patente no discurso um tanto quanto transtornado do ex-governador tucano.

O horizonte ainda é nebuloso. Como afirmou o secretário-geral da CNBB, d. Leonardo Steiner, as manifestações devem ser interpretadas "como uma exigência de mudança no governo, em especial de uma reforma política urgente e do combate à corrupção, com respeito à Constituição". Mas o refluxo no movimento demonstra o início de um novo ciclo, que se contrapõe ao ódio, à intolerância e à tese do quanto pior melhor. É nesse contexto que se insere o ato deste 20 de agosto, organizado pelas esquerdas e pelos movimentos sociais.

Vem-me à lembrança a faixa afixada no portão do Palácio da Liberdade, a qual também deve ter chamado a atenção do ex-governador Aécio Neves da Cunha. Estampava os dizeres: "Não adianta calar e isolar o Cunha. Somos milhões de Cunhas." Será? Aécio é, até pelo nome. Eu não sou Cunha! E você, leitor?
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/colunistas/durvalangelo/193736/Eu-n%C3%A3o-sou-Cunha-E-voc%C3%AA.htm

Josias de Souza: Denúncia contra Cunha deixa tucanos de bunda de fora

21.08.2015
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

aecio-neves-eduardo-cunha-reducao-da-maioridade-penal
A metáfora cruel do blogueiro do UOL...
Com o fiasco das marchas golpistas e o início da superação da crise, alguns colunistas estão se arriscando a saltitar para fora da casinha pró-tucana da mídia.
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Caso Cunha leva glúteos da oposição à vitrine
Por Josias de Souza, em seu blog.
19/08/2015 19:22

Os glúteos da oposição foram para vitrine. Isso ocorreu porque uma denúncia da Procuradoria contra Eduardo Cunha transforma em escárnio qualquer tipo de aliança com o presidente da Câmara.
Tome-se o caso do PSDB. O bom desempenho de Aécio Neves na eleição presidencial permitiu ao tucanato sair de uma derrota bem vestido. Os tucanos mantiveram a compostura ao apoiar um adversário de Cunha na disputa pela presidência da Câmara.
Depois da vitória de Cunha, os tucanos fecharam com ele uma aliança tácita. Passaram a armar juntos emboscadas legislativas para o governo. Nesse instante, o PSDB perdeu as calças.
Ao votar contra criações do governo FHC, como o fator previdenciário, apenas para sabotar a presidência de Dilma, o PSDB perdeu a cueca. Mas sua contradição ainda estava acomodada no fundo da loja. Agora, os glúteos da oposição podem ser vistos por quem passa na calçada por duas razões:
1. É politicamente insustentável o lero-lero segundo o qual é preciso aguardar até que o STF converta Cunha em réu.
2. Quem poupa Cunha e prega o afastamento de Dilma se arrisca a acender um letreiro luminoso no fundo da consciência da plateia: “Farsantes”.
Distanciando-se imediatamente de Cunha, o PSDB talvez saia da vitrine. Aderindo ao ‘fora, Cunha’, o tucanato pode recuperar a cueca. Quanto às calças, pode ser tarde demais para recuperá-las.
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2015/08/20/josias-de-souza-denuncia-contra-cunha-deixa-tucanos-de-bunda-de-fora/