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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Agora Globo abre fogo contra Eduardo Cunha, como estorvo a ser descartado

31.07.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


Após tratá-lo como queridinho da mídia e blindá-lo para chegar à presidência da Câmara, a Globo já desengana o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e faz pressão em seu noticiário para defenestra-lo da presidência da Câmara. Até o Merval pede a cabeça de Cunha!

Pelo jeito os golpistas já avaliam que Cunha na presidência da Câmara queima o filme do golpe e detona mais ainda a imagem do Congresso, afetando a imagem de parlamentares da oposição - como Aécio - e contamina todo o PMDB. Além disso deixa até mídia em saia justa perante os leitores/telespectadores, sem jeito de continuar a blindagem garantida até aqui.

Para a oposição (nos partidos e na mídia), para o PMDB, Cunha virou aquelas cargas pesadas de avião em pane a serem jogadas ao mar, para o avião não cair.

Ontem o Jornal Nacional o fulminou com uma matéria de mais de 8 minutos sobre a advogada Beatriz Catta Preta, que defendeu 9 delatores da Lava Jato, e disse que abandonou a advocacia devido à pressões vindas da CPI após seu ex-cliente ter falado que pagou US$ 5 milhões de propina para Eduardo Cunha.

A conduta da advogada também é estranha, mas a matéria da Globo não quis nem saber. Carimbou ela como apenas vítima e Cunha como vilão, e pronto.

Como se não bastasse, o Jornal Nacional disparou outro petardo de quase 2 minutos e meio, sobre "Defesa de delator [que disse ter pago propina a Cunha] acusa CPI de atuar para desmoralizar a Lava Jato".

Mas os problemas de Cunha no jornalismo das Organizações Globo não acabaram no Jornal Nacional.

Até o Merval Pereira já pede a cabeça, dizendo "Eduardo Cunha não vai conseguir se safar". Isso escrito no jornal e na rádio CBN. Outra matéria fala em "Lógica de gangue", termo usado pelo advogado de Júlio Camargo, delator de Cunha.

Alguém tem dúvida de que se a Globo ajudou a colocar o jabuti Eduardo Cunha em cima da árvore, agora quer tirá-lo?
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Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/07/agora-globo-abre-fogo-contra-eduardo.html

Juvandia Moreira vê tentativa de criminalizar sindicalismo. Sobre o marmitex: “É a visão pequena de uma elite preconceituosa”

31.07.2015
Do blog VI O MUNDO, 30.07.15

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por Luiz Carlos Azenha

Um jantar para debater a conjuntura tratado pela Polícia Federal como se fosse evidencia de alguma trama obscura.

O tom conspiratório reproduzido por jornalistas que não questionam, apenas reproduzem como verdade absoluta os vazamentos da PF e do Ministério Público.

Vazamentos que, nos Estados Unidos, como escrevemos aqui, são impensáveis — tanto no FBI quanto na Promotoria.

Neste clima de julgamento midiático, produzido com a ajuda de autoridades públicas, basta uma única menção para que uma nuvem de suspeita paire sobre o citado.

“É uma tentativa de criminalizar todo o movimento sindical”, reage Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Na primeira entrevista desde que teve seu nome citado no blog do Estadão que serve de canal semi-oficial dos vazamentos, Juvandia reage: o jantar do qual ela participou, na casa do empresário Marcelo Odebrecht, foi apenas mais uma das muitas conversas sobre a conjuntura das quais ela participa.

Estavam presentes os presidentes do Itaú e do Bradesco, Roberto Setubal e Luiz Carlos 

Trabuco, os empresários Jorge Gerdau e Abilio Diniz, o ex-presidente Lula e outros. Convidado, João Roberto Marinho não compareceu. O outro sindicalista presente foi Sergio Nobre, dos Metalúrgicos do ABC.

Para ela, o episódio envolve um verdadeiro show de preconceitos.

“Durante o jantar, falei sobre como era necessário investir em mobilidade urbana, já que os trabalhadores reclamam do tempo que gastam para se deslocar. Também falei sobre a necessidade de ampliar o crédito e de investir na educação para poder agregar valor às matérias primas brasileiras”, descreve Juvandia.

Porém, a “descoberta” do jantar pela PF foi tratada pelo Estadão como algo bombástico, como se tivesse havido uma reunião clandestina.

“Por que os jornalistas não foram ouvir o Gerdau sobre o jantar? Ou o Trabuco?”, diz Juvandia, para quem a presença de sindicalistas ao lado de empresários foi tratada como algo suspeito.

“Eles se incomodam que o Lula quer ouvir todo mundo, fala com todo mundo. É uma característica dele. Querem um presidente que só fala com empresário, que não se mistura com os trabalhadores, que são a maioria dos brasileiros?”, pergunta ela.

Juvandia integra o conselho do Instituto Lula e o Conselho da Cidade, que debate questões relativas à administração de São Paulo. São posições que garantem a ela interlocução que vai muito além do cargo de presidente do Sindicato dos Bancários.

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O vazamento de documento confidencial pelo Estadão também expôs a mulher do empresário Marcelo Odebrecht, que escreveu ao marido quando soube que dois sindicalistas estavam entre os convidados:

“Se sujar minha toalha de linho ou pedir marmitex… vou pirar. Saudações sindicais??? Não mereço”, escreveu Isabela, referindo-se ao fato de que Juvandia, ao confirmar sua presença no jantar, despediu-se com “saudações sindicais”.

Para a presidente do Sindicato dos Bancários, outra demonstração de preconceito.

“Eles acham que o trabalhador tem de viver de marmitex, mesmo”, comenta Juvandia. “Acham exótico um trabalhador sentar na mesa com um empresário”.

Ela estranhou o apego de Isabela aos bens materiais implícito na menção à toalha de linho.

“É a visão pequena de uma elite preconceituosa, que acumula suas fortunas a partir da exploração do trabalho de milhares de pessoas, de trabalhadores”, resume.

Para além dos comentários infelizes de Isabela, Juvandia lamenta que a presença em um jantar seja considerado “indício” a partir do qual jornalistas fazem ilações descabidas.
Como a que o próprio Estadão fez, a partir do relatório da PF:
Juvandia Leite e Sergio Nobre são administradores da Editora Gráfica Atitude. Segundo denúncia do Ministério Público Federal, uma parte da propina paga para o ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque na Diretoria de Serviços foi direcionada por empresas do grupo Setal Óleo e Gás, controlado por Augusto Mendonça – delator da Lava Jato – para a Editora Gráfica Atitude Ltda.
O pagamento teria sido feito a pedido do então tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Os procuradores da força-tarefa sustentam que existem, ainda, “vários indicativos de ligação da Gráfica Atitude com o PT”.
Subsequentemente, o mesmo Estadão voltou a fazer acusações à Gráfica Atitude, desmentidas em nota oficial:
Em relação a matéria “Gráfica ligada ao PT girou R$ 67 mi em cinco anos, aponta PF”, divulgada nesta quarta-feira (22) no blog do jornalista Fausto Macedo, no site Estadão, assinado por Julia Affonso, Valmar Hupsel Filho e Ricardo Brandt, a Editora Gráfica Atitude Ltda esclarece: 
1. A Editora Gráfica Atitude, fundada em 2007, não funciona como gráfica e sim como editora com o objetivo de viabilizar um projeto de comunicação construído em conjunto por entidades sindicais e movimentos sociais para levar à sociedade informação de qualidade e fortalecer a luta dos trabalhadores e sua participação maior em assuntos relacionados ao seu cotidiano.
2. A Editora Atitude é formada por 40 entidades sindicais que escolheram o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para representa-los. Localizada no centro de São Paulo, sua estrutura é composta por 34 profissionais que integram a equipe.
3. A Editora Atitude é uma empresa privada que produz conteúdo jornalístico para vários veículos, sem vínculo partidário. Seu conteúdo é focado no mundo do trabalho, no emprego,  no crescimento econômico do País com inclusão social, nos direitos humanos e na defesa da cidadania do povo brasileiro.
4. A matéria publicada pelo site ignora os depoimentos de diretores, funcionários e coordenadores da Editora Atitude, prestados no mês de julho, perante à justiça, onde foram esclarecidas as demandas com total transparência.
5. As transações financeiras da Editora passam por uma única conta corrente e sua contabilidade é retratada nos respectivos extratos. Entre junho de 2010 a abril de 2015, a Editora teve receita média de R$ 6,1 milhões/ano (o que totaliza R$ 33 milhões no período) para custeio de despesas com a folha de pagamento e produção jornalística, valor este totalmente compatível com as atividades prestadas.
6. Não é verdadeira a informação de que seriam depositados em espécie (em dinheiro) na conta Editora Atitude R$ 17,95 milhões entre dezembro de 2007 e março de 2015. Não há nenhuma movimentação financeira em dinheiro feita pela Editora e todos os depósitos ocorrem por meio de cheques cruzados e nominais.
7. A matéria também erra ao relacionar a Odebrecht com a Editora Atitude. Em relação a reunião organizada a pedido do ex-Presidente Lula em 2012, tratou-se de evento realizado  entre sindicalistas e empresários para debater a conjuntura nacional, absolutamente comum no meio político e empresarial.
8. A Editora contesta a publicação do Estado de São Paulo que apresenta relatório policial confidencial, expondo dados pessoais de jornalistas e dirigentes sindicais.
9. A Editora Atitude reafirma que toda a receita da empresa destina-se ao custeio das atividades de  produção jornalística.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, em recente artigo resumiu como vê a série de acusações:
As tentativas de criminalização dos movimentos social e sindical, comandada há décadas pela elite empresarial brasileira, em especial pelos proprietários de jornais e revistas, rádios e televisões, atraem a cada dia novos atores de áreas como Justiça, Ministério Público e até da Polícia Federal, formada em sua maioria por trabalhadores assalariados. Incomodados com os avanços sociais dos últimos anos, eles se unem para acabar com os embates por melhores condições de trabalho e renda, mais justiça e inclusão social, desenvolvimento econômico e social, com distribuição de renda.
Acusar de suspeita de corrupção, com a garantia de uma repercussão descuidada e sensacionalista da mídia, alimentada por vazamentos seletivos, é a arma que esses grupos consideram mais letal especialmente para atingir o movimento sindical combativo e que passou a ser usada mais frequentemente, sem constrangimentos nem preocupação com a verdade dos fatos.
Por outro lado, a defesa de Marcelo Odebrecht acertou na mosca ao denunciar o “reality show judiciário” — que atira primeiro e pergunta depois –, que não seria possível não houvesse um verdadeiro conluio entre agentes públicos vazadores e jornalistas turbinadores de denúncias, que fizeram ilações a partir de anotações aparentemente desconexas encontradas nos celulares do empresário:
Em seu afã de incriminar MARCELO a todo custo, a Polícia Federal nem se deu ao trabalho de tentar esclarecer as anotações com a única pessoa que poderia interpretá-las com propriedade – seu próprio autor. Ao reverso, tomou desejo por realidade e precipitou-se a cravar significados que gostaria que certos termos e siglas tivessem.
E, mais uma vez, transformou as peculiaridades do processo eletrônico em sua aliada na tática de atirar primeiro e perguntar depois. Sabedora de que a livre distribuição de chaves eletrônicas tornou os processos da Lava Jato uma espécie de reality show judiciário, a polícia lançou no mundo as anotações pessoais de MARCELO e as tortas interpretações que deu a elas, e aguardou que fossem quase instantaneamente noticiadas como verdades absolutas.
Houvesse tido a cautela que sua função exige, e a Polícia Federal teria evitado a barbaridade que, conscientemente ou não, acabou por cometer: levou a público segredos comerciais de alta sensibilidade em nada relacionados aos pretensos fatos sob apuração, expôs terceiros sem relação alguma com a investigação e devassou mensagens particulares trocadas entre familiares do peticionário, que logo caíram no gosto de blogs sensacionalistas.
Lamentavelmente, a obstinação investigativa e persecutória de autoridades que atuam na Lava Jato parece ter turvado sua compreensão de que o país não se resume a um caso criminal. Há indivíduos, famílias, empresas, finanças, obras e empregos em jogo – no caso das empresas do grupo Odebrecht, são mais de 160.000! –, que deveriam impor um mínimo de cuidado na análise e divulgação de documentos e informações por parte dos agentes públicos, ao menos até que bem esclarecidos seu conteúdo e eventual pertinência com as apurações.
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Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/juvandia-moreira-ve-tentativa-de-criminalizar-sindicalistas-sobre-o-marmitex-e-a-visao-pequena-de-uma-elite-preconceituosa.html

Pesquisador brasileiro descobre nova espécie de planta pelo Facebook

31.07.2015
Do portal MSN NOTÍCIAS, 30.07.15
Por Gabriel Garcia

É bem provável que o pesquisador Paulo Gonella, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, não esperasse descobrir uma nova espécie de planta ao abrir seu feed de notícias do Facebook. Mas foi exatamente isto o que aconteceu há pouco mais de dois anos, resultando em um estudo publicado na última sexta-feira (24).

Reginaldo Vasconcelos, um amigo orquidófilo de Gonella, fotografou a nova espécie pela primeira vez em 2012, durante uma caminhada por uma montanha de Governador Valadares, Minas Gerais.  “As plantas na foto pareciam muito diferentes de todas as outras espécies que eu conhecia”, afirma o pesquisador da USP.

© Fornecido por Info
 
Gonella, especialista em plantas do gênero Drosera, resolveu ir até o local da foto para confirmar que a planta era inédita. Após estudar a espécie nos últimos anos, o pesquisador anunciou a descoberta na revista científica Phytotaxa, ao lado de outros pesquisadores do Jardim Botânico de Berlim, na Alemanha, onde atualmente faz doutorado.

A nova planta é uma espécie até então desconhecida das Drosera e foi batizada como Drosera magnifica. A planta pode crescer até 1,5 metro e é uma das três maiores espécies carnívoras do mundo. As plantas do gênero Drosera têm folhas capazes de capturar insetos do tamanho de borboletas, graças a pequenos “tentáculos” que capturam e imobilizam os animais.

“Bancos de dados baseados na internet se tornaram uma ferramenta importante para botânicos e entusiastas de plantas compartilharem seus interesses e conhecimentos”, escreve Gonella no artigo. Segundo o pesquisador, a descoberta da nova espécie da Drosera marca a primeira vez que uma nova planta foi encontrada por meio de uma rede social, mas não deve ser a última.
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Fonte:http://www.msn.com/pt-br/noticias/curiosidades/pesquisador-brasileiro-descobre-nova-esp%c3%a9cie-de-planta-pelo-facebook/ar-AAdIT0G

Câmeras do Instituto Lula podem ter registrado ataque a bomba

31.07.2015
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
instituto

É o terceiro ataque, apenas neste ano, a prédios ligados ao Partido dos Trabalhadores, em São Paulo.

No dia 26 de março, bomba caseira atingiu o Diretório Regional do PT no centro de São Paulo. Dez dias antes, o Diretório Regional de Jundiaí também foi atacado com coquetel molotov.

Na noite de quinta-feira (30), a sede do Instituto Lula, em São Paulo, no bairro do Ipiranga, foi alvo de ataque com artefato explosivo.

O comerciante César Cundari, de 53 anos, vizinho do instituto, deu ao portal G1 depoimento sobre o que ocorreu:

“Foi um estrondo muito grande, parecia um transformador de luz estourando. Eu saí na janela para ver e tinha uma fumaça muito alta. Desci para ver o que era e tinha um furo na porta da garagem do Instituto. Estava toda chamuscada”

Em contato com o Instituto, o Blog apurou que o imóvel que o abriga tem câmeras que se supõe que registraram o ataque, apesar de que as imagens ainda estão sendo analisadas.

O Instituto suspeita de que esse tipo de ação está sendo estimulada por campanhas de setores da imprensa que fazem oposição política sistemática contra o ex-presidente, o PT e até o governo Dilma Rousseff.

Nas últimas semanas, colunistas e articulistas da grande imprensa chegaram a usar a expressão “Instituto do Crime”.

Iniciativas políticas de membros do Ministério Público também são vistas como fundamentação para atos de ódio como o que acaba de ser perpetrado.

O Instituto Lula vem sendo culpabilizado – sem provas, com base em especulações – por suposto envolvimento delituoso com empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato.

A falta de investigações e punições sobre os atentados anteriores a sedes do PT sugere que o novo crime pode não ter consequências.

A ausência de investigações e conclusões dos outros ataques políticos violentos também gera necessidade de questionamento ao governo Geraldo Alckmin, pois os ataques anteriores ocorreram todos em São Paulo, mas, também, ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal, que, apesar do claro viés político daqueles ataques, até hoje não se mexeram.

O pior que pode acontecer, neste momento, é uma postura letárgica das autoridades competentes.

Crimes políticos violentos permanecerem impunes por certo incentivará a que novos ataques continuem ocorrendo.

Aos poucos, o clima golpista, ilegal, inconstitucional vai se conformando e fazendo o Brasil lembrar do que talvez tenha sido o período mais sombrio de sua história.
Com a palavra, as autoridades

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/07/cameras-do-instituto-lula-podem-ter-registrado-ataque-a-bomba/

Farsa da Dra. Delação não durou. Empresa em Miami? CPI será um massacre, como se previu

31.07.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

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Não tem, até agora, nada de ilegal.

Mas tem de farsesco.

A Doutora Beatriz Catta Preta, que apareceu ontem no Jornal Nacional dizendo que estava adotando uma atitude de autodefesa ao abandonar os “delatores premiados” da Operação Lava Jato e que resumiu suas atividades em Miami às “férias escolares” dos seus filhos não mencionou que tem, desde o dia 14 de outubro do ano passado, uma empresa aberta na Flórida, a Catta Preta Consulting LLC (sociedade limitada, em inglês), em parceria com o marido Carlos Eduardo de Oliveira Catta Preta Junior.

O documento, firmado por ela própria, está aqui, no site de registros públicos empresariais daquele Estado norte-americano, acessível a qualquer um.

Obvio que isso enfraquece a posição da advogada, embora não desqualifique, se ela der maiores informações, o fato de que ela, de fato, tenha sofrido ameaças do grupo ligado ao Deputado Eduardo Cunha.

Pois está claro que a Doutora delação só contou uma parte da história.

Mas há mais mistérios neste embrulho.

Um deles é a origem da informação – verdadeira – da empresa cattapretana na Flórida.

Divulgados hoje cedo pelo jornalista Cláudio Humberto,os documentos que provam a abertura da empresa foram colocados na rede há quatro dias, no site Slideshare, por um certo Ary Kara, pseudônimo de Ari Cristiano Nogueira, um personagem conhecido na internet, tanto que aparece em reportagem de 2013 da Carta Capital como investigado por ser funcionário fantasma do deputado Valdir Rossoni, ex-presidente da seção paranaense do PSDB.

Não é demais admitir que esta informação já estivesse de posse do grupo de Eduardo Cunha ao fazer a convocação da advogada para depor, explicando o volume e a origem dos pagamentos que recebeu.

A fonte da informação, portanto, está próxima do mundo obscuro de Curitiba e do jogo de poder que visivelmente escorre da Lava Jato.

Repito que ainda não surgiu nada de ilegal na atividade da “Dra. Delação” mas ela não poderá, como se disse aqui, ocultar mais seus negócios. Se tiver como, pode até alegar que fez como Joaquim Barbosa, o ex-presidente do Supremo que, no cargo, abriu uma empresa na Flórida para comprar um apartamento no paraíso dos novos ricos brasileiros.

Não parece ser o caso, porém.

O que se escreveu ontem à noite está valendo, mais que nunca: Beatriz Catta Preta será “será massacrada como foram as vítimas das delações que ela própria patrocinou”.

Eduardo Cunha sorri de orelha a orelha, neste instante.

Mas é possível que a Doutora Delação tenha mais chumbo nos alforges para disparar.

O clima de gansterismo,  que nojo, chegou ao próprio exercício dos mandados, do jornalismo e da advocacia.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=28602

JORNAL DIÁRIO DE PERNAMBUCO:Servidores da Juntas de Recursos da Previdência aderem à greve nacional do INSS

31.07.2015
Do portal do DIARIO DE PERNAMBUCO
CADERNO DE ECONOMIA
Por Augusto Freitas
Categoria deseja uma reestruturação das Juntas, além de pontos como aumento dos órgãos, número de conselheiros e concursos públicos para funcionários, principalmente médicos peritos
Servidores da Junta de Recurso, em Pernambuco, fortalecem a greve. Ato Público foi realizado em frente ao prédio onde funciona a Junta.
Servidores da Junta de Recurso, em Pernambuco, fortalecem a greve. Ato Público foi realizado em frente ao prédio onde funciona a Junta. Fotos  via whatsapp de Jeane Gonçalves
Não bastasse a paralisação dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de braços cruzados há 20 dias em Pernambuco, outra categoria ligada ao Ministério da Previdência Social (MPS) resolveu fortalecer o movimento e aderir à paralisação. Nesta quinta-feira, os servidores da Junta de Recursos da Previdência Social (JRPS), órgão que garante ao segurado do INSS recorrer de forma administrativa, sem nenhum custo, toda vez que seu direito é cessado ou negado junto ao INSS, também cruzaram os braços pela melhoria do serviço público.
De acordo com o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social no Estado de Pernambuco (Sindsprev-PE), Irineu Messias, a greve dos funcionários das Juntas é por tempo indeterminado. Em Pernambuco, existe apenas uma Junta de Recursos (3ª) e no Brasil são 29. Na pauta de reivindicações, há semelhanças com a defendida pelos colegas do INSS.
Segundo Messias, a categoria deseja uma reestruturação das Juntas espalhadas pelo Brasil, além de pontos como aumento dos órgãos, número de conselheiros e concursos públicos para funcionários, principalmente médicos peritos. Na unidade do Recife, na Boa Vista, são cerca de 10 conselheiros atuando nos litígios entre trabalhadores e Previdência Social. Outro ponto importante, revelou Messias, é a revisão no reajuste pagos aos conselheiros por cada processo avaliado.
“Atualmente, está em R$ 41, congelado desde 2008. Defendemos, também, uma equiparação salarial com os servidores do INSS, pois nas três esferas do setor, Previdência Social, Ministério da Previdência Social e INSS, as remunerações são diferenciadas”, revelou Messias. “As Juntas funcionam dentro das agências do INSS de forma precária e defendemos uma completa reestruturação, pois não há autonomia, administrativa e financeira. Trata-se de um órgão vital para os trabalhadores, empresas e governo”, completou. 
Para fortalecer o movimento e chamar atenção da sociedade, a categoria vai realizar, amanhã, um ato de manifestação a partir das 9h, em frente ao prédio da Junta de Recursos, localizada na Rua João Fernandes Vieira, nº 190, na Boa Vista. O dirigente destacou que a classe está recebendo apoio de várias centrais sindicais e outros servidores públicos na causa.   
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CRIMINOSOS MIDIÁTICOS:Lula deveria processar, também, o colunista analfabeto da Veja

31.07.2015
Do BLOG DA CIDADANIA, 30.07.15
Por Eduardo Guimarães
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A notícia de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressou com ação na Justiça pedindo reparação de danos morais contra os responsáveis por reportagem de capa da última edição da revista Veja constitui um alento em um momento em que fazer acusações graves e taxativas com base em boatos tornou-se regra em setores da grande imprensa.
A reportagem de Veja, como e sabe, diz que “chegou a vez dele”, em referência a Lula, citando suposta delação premiada de José Adelmário Pinheiro, da OAS. No entanto, antes de a revista chegar às bancas a empreiteira já havia desmentido que Pinheiro houvesse feito qualquer acordo.
Diante disso, Lula entrou com ação contra os jornalistas Robson Bonin, Adriano Ceolin e Daniel Pereira, que assinam a reportagem contra si, além do diretor de redação, Eurípedes Alcântara.
Porém, está passando batido um crime contra a honra do ex-presidente muito mais grave e perverso por conta de que o acusa taxativamente de ter conta no exterior em que teria recebido propina de “sete milhões de reais” e que essa conta “envolvia o próprio Lula, Antonio Palocci e Miguel Horta e Costa, da Portugal Telecom”.
A difamação caluniosa e injuriosa alega ter se baseado em reportagem da edição desta semana da revista Época – publicação que o ex-presidente também estaria pretendendo processar –, mas faz pior do que a revista da família Marinho ao tratar como fato o que a publicação apresenta como “hipótese”.
O autor do ataque à honra de Lula é um conhecido dos leitores desta página. Trata-se do colunista analfabeto (funcional) da Veja, Felipe Moura Brasil, quem, recentemente, por aparentes déficit cognitivo e dificuldade de interpretação de textos acusou este blogueiro de ter “ameaçado” o juiz Sergio Moro.
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Antes de comentar o que foi que o rapazinho andou aprontando, desta vez, vejamos a matéria na qual ele se baseou.
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Como se vê, a matéria é requentada. Essa suposta conta a que se refere começou a ser comentada há quase uma década e nada jamais foi provado. A própria matéria de Época a cita no condicional, relatando informações que teria obtido junto à PF sem apresentar qualquer tipo de sustentação material além da palavra da publicação.
Pois bem, o caso é que o tal blogueiro (semi) analfabeto da Veja transformou uma especulação da Época em fato e, com isso, conseguiu uma repercussão cavalar para sua calúnia.
No post abaixo reproduzido, o blogueiro da Veja confirma sua dificuldade para interpretar textos e/ou uma dose cavalar de má-fé, pois nada do que contém a matéria da Época autoriza sequer afirmar que Lula tem conta no exterior, quanto mais pedir a prisão do ex-presidente da República.
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Como o leitor pode notar, a calúnia obteve nada mais, nada menos do que 45 mil curtidas no Facebook. Claro, com uma manchete bombástica dessas uma grande fauna de incautos acorreu ao que o blogueirinho de Veja alardeu sem base em nada.
Não é a primeira vez. Este blogueiro mesmo já foi alvo da pena mal-intencionada de Moura Brasil. Ele transforma em fato qualquer fofoca que recolhe pela internet sem se importar com a honra das pessoas ou sequer com os fatos.
Por pertencer à mesma revista que Lula está processando, o ex-presidente poderia aproveitar e denunciar à Justiça alguém que cometeu um crime muito mais grave contra a sua honra. Seria exemplar, pois esse sujeito recolhe tudo que é lixo da internet e transforma em “notícia” sem se importar com apuração, contraditório, nada do que mande a ética jornalística.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/07/lula-deveria-processar-tambem-o-colunista-analfabeto-da-veja/

O doleiro tucano? Não vem ao caso! Cerra, vai abandonar o Paulinho à beira da estrada?

31.07.2015
Do blog CONVERSA AFIADA,30.07.15
Por Paulo Henrique Amorim

O Conversa Afiada reproduz da Carta Capital:

ADIR ASSAD, O DOLEIRO DAS OBRAS TUCANAS

As investigações sobre o empresário abrem novas perspectivas
 
De origem libanesa, 62 anos, ele se identifica como um atleta de alta performance. Chegava a correr 17 quilômetros por dia e disputou a maratona de Nova York. Diz ter optado por uma vida saudável, motivo que o levou a se afastar dos negócios. Empresário do ramo de eventos há três décadas, trouxe ao Brasil estrelas da música, como a banda U2, a cantora Amy Winehouse e a diva pop Beyoncé. Fachada? Sim, segundo a Polícia Federal. Preso desde março por suposto envolvimento nos desvios da Petrobras, o doleiro Adir Assad é notório frequentador das páginas policiais.


Há quatro meses a força-tarefa da Lava Jato tenta arrancar informações de Assad, detido na décima fase da operação. Até agora ele mantém o silêncio e nega participação no esquema. Ao juiz Sergio Moro declarou-se um “estranho no ninho” na penitenciária paranaense que também abriga o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e  o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque.

Os investigadores o acusam de receber 40 milhões de reais como pagamento pela lavagem de dinheiro da Construtora Toyo Setal. Segundo a PF, o dinheiro seguiu para contas indicadas pelo operador Mário Góes ou foi encaminhado diretamente a Duque e a Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras também encarcerado. Os dois funcionários da estatal representariam os interesses do PT no esquema.

Não só. A prisão de Assad revigora outro escândalo já esquecido: o esquema da Construtora Delta e do bicheiro Carlinhos Cachoeira. O doleiro aparece principalmente nas histórias de desvios de obras no estado São Paulo, governado há mais de duas décadas pelo PSDB. Um novo documento nas mãos de procuradores e policiais federais tem o poder de revelar detalhes de um escândalo de proporções ainda desconhecidas no ninho tucano. Os promotores de São Paulo sabem da existência das operações e pretendem abrir inquéritos para apurar as operações financeiras.

O documento é um relatório de análise do Ministério Público Federal que enumera uma série de tabelas de pagamentos a cinco companhias. Segundo a PF, trata-se de empresas de fachada criadas para lavar o pagamento de propinas intermediadas por Assad. Entre elas aparece a Legend Engenheiros, responsável por movimentar 631 milhões de reais sem nunca ter tido um único funcionário, conforme a Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho.

A contabilidade da empresa exibe polpudos pagamentos de consórcios e empresas que realizaram obras bilionárias no governo de São Paulo durante os últimos 20 anos. O primeiro pagamento que salta aos olhos é um depósito de 37 milhões de reais ao Consórcio Nova Tietê. Liderado pela Construtora Delta, o consórcio levou as principais obras de alargamento das pistas da principal via da capital paulista em 2009, durante o governo de José Serra. O valor inicial do contrato previa gastos de 1 bilhão de reais, mas subiu para 1,75 bilhão, ou seja, acréscimo de 75%. Um inquérito sobre a inflação de custos chegou a ser aberto pelo Ministério Público de São Paulo. Acabou, como de costume em casos que envolvem tucanos, arquivado.

A obra foi acompanhada na época pela Dersa, empresa de economia mista na qual o principal acionista é o estado de São Paulo. Na assinatura do contrato entre o governo e o consórcio, o nome do representante da empresa estatal que aparece é o de um velho conhecido: Paulo Vieira de Souza, o famoso Paulo Preto, cuja trajetória e estripulias foram bastante comentadas durante a campanha presidencial de 2010. Acusado de falcatruas, Preto fez uma acusação velada a Serra e ao PSDB à época. “Não se abandona um líder ferido na estrada”, afirmou.

Outro consórcio que participou das obras da ampliação das marginais, o Consórcio Desenvolvimento Viário, também contribui com as contas de Assad. Liderado pela Construtora Egesa, foram 16,1 milhões nas contas da S.M. Terraplenagem Ltda. A Egesa, em consórcio com a EIT, foi responsável por um total de 18,32 quilômetros, considerando os dois sentidos da via, entre o Viaduto da CPTM e a Ponte das Bandeiras.

Durante a Operação Castelo de Areia, que investigou a suspeita de pagamento de propina a agentes públicos pela Camargo Corrêa, o nome de Paulo Preto aparece em uma anotação. Precede um valor: 416 mil reais. O ex-funcionário da Dersa nunca foi indiciado pela Polícia Federal. A Castelo de Areia acabou enterrada por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça. Assad aparece ainda em outra operação federal, a Saqueador, paralisada desde 2013.

Talvez a “sorte” de Assad mude. Na página 41 do relatório do Ministério Público Federal deste ano, aparece outro pagamento, de 2,6 milhões de reais, da Concessionária do Sistema Anhanguera Bandeirantes à Rock Star Marketing, também de propriedade do doleiro. O sistema rodoviá-
rio interliga a capital paulista ao interior do estado e foi licitado em 1997. O vencedor foi o CCR, que tem entre seus acionistas a Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez. Esta, aponta o relatório, repassou à Legend 125 milhões de reais.  O sistema possui oito praças de pedágio e, de acordo com o relatório aos investidores, só no ano passado gerou lucro líquido de 669 milhões. Detectou-se ainda um depósito de 624 mil reais na conta da Rock Star por uma empresa pertencente à CCR responsável pela exploração do sistema Castelo-Raposo, que liga a capital ao Oeste Paulista.

O Rodoanel também não deve escapar da mira dos procuradores. Orçada em 3,6 bilhões de reais, a obra foi dividida em cinco trechos. Vencedora de um dos lotes, a empresa Rodoanel Sul 5 Engenharia depositou 4,6 milhões na conta da Legend. Por receber repasses da União, o Rodoanel passou por uma auditoria do Tribunal de Contas da União. De acordo com um relatório do TCU, o consórcio formado pela empreiteira OAS e Mendes Júnior, também envolvidas no escândalo da Petrobras, incorporou irregularmente uma terceira empresa para a execução, uma violação das regras da licitação. Coincidência ou não, a OAS alimentou as contas de Assad. Um depósito de cerca de 2 milhões de reais foi identificado na quebra de sigilo. Outra concessionária responsável por erguer outro trecho do Rodoanel, a SP Mar, repassou 4,2 milhões à empresa de Assad. A SP Mar pertence ao Grupo Bertin e cuidou da interligação do trecho sul à Rodovia Presidente Dutra, em Arujá.

A lista é extensa. Das supostas cinco empresas de fachada foram encontradas movimentações de 1,2 bilhão em operações financeiras com cerca de cem consórcios e companhias, além de indivíduos. Sergio Moro tentou recuperar parte do dinheiro movimentado por Assad. Determinou o bloqueio de 40 milhões de reais. Mas para surpresa, ou não, as contas estavam zeradas.

Os depósitos servirão para novas linhas de investigação pela Promotoria de São Paulo, que também quer entender as planilhas de pagamento do doleiro Alberto Yousseff. Reportagem exclusiva de CartaCapital mostrou que o operador mantinha uma lista de 750 obras, entre elas construções da Sabesp, do Monotrilho e do Rodoanel.

Com uma prisão preventiva nas costas e, sem prazo para se esgotar, os investigadores ainda não conseguiram convencer o doleiro a optar pela delação premiada. O Ministério Público de São Paulo diz pretender ouvir Assad, em busca da origem e do destino dos repasses. Uma eventual colaboração do “empresário do show business” poderia ampliar o escopo das investigações da Lava Jato. Neste caso, a força-tarefa será obrigada a remar contra a maré. Quando não se trata de petistas e seus aliados, os investigadores já devem ter percebido, o ímpeto da mídia e o apoio da chamada “opinião pública” costumam minguar.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/07/30/o-doleiro-tucano-nao-vem-ao-caso/