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sábado, 11 de julho de 2015

UMA MÍDIA ANTI-BRASIL: O povo não é bobo

11.07.2015
Do portal da REVISTA CARTACAPITAL,13.06.15
Por Maurício Dias

Uma pesquisa Ibope, escondida pela mídia, revela que muitos brasileiros veem o jornalismo empenhado em aderir ao “quanto pior melhor”

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, fora das quatro linhas onde conquistou, por méritos, o título de rei do futebol, pisa na bola com frequência. Ainda agora se meteu no escândalo da Fifa e manifestou apoio aJoseph Blatter, presidente renunciatário daquela entidade internacional corroída pela corrupção.
Nem de longe, no entanto, essa foi a pior interferência do jogador nas questões políticas. Durante a ditadura no Brasil, o Rei Pelé lançou um édito: “O povo brasileiro não está preparado para votar”.
Pelé fez um golaço. Daquela vez, já fora de campo, um golaço contra.
O eleitor brasileiro, ao contrário do que pensa Pelé, tem muito mais acertos do que erros, levando em consideração, por exemplo, as 11 eleições presidenciais diretas ocorridas ao longo dos últimos 70 anos da República. Sobre isso ele nada sabe e, para opinar, deveria saber. A afirmação de Pelé reflete a posição daqueles observadores movidos, em geral, pela ignorância ou pelo preconceito.
O povo não é bobo. A mais recente comprovação da correta percepção popular está nos números de uma pesquisa Ibope, feita em maio, sobre temas políticos e administrativos. A mídia silenciou sobre o assunto quando bateu de frente com a resposta dada à seguinte questão proposta ao entrevistado:
“A imprensa brasileira mostra o País numa situação econômica mais negativa do que a que percebo no meu dia a dia”.
O Ibope admite a influência da mídia “no sentimento de pessimismo dos brasileiros”. O instituto apoia-se no expressivo número de 41% dos entrevistados que acreditam nisso. Ou seja, “a imprensa mostra uma situação econômica mais negativa” do que parece ser.
Existe uma crise econômica inegável e o jornalismo não é por natureza mensageiro da bem-aventurança. É de Rubem Braga, o grande cronista, uma afirmação radical sobre isso: felicidade não dá manchete.
Apesar do bombardeio diário contra o governo, muitas vezes sem comprometimento com os fatos, desponta na resposta da maioria da população a restrição ao papel da mídia. Ela parece torcer contra e jogar na posição do quanto pior melhor.
Os entrevistados reconhecem isso. Por outro lado, andam, porém, mergulhados na descrença sobre o futuro do País porque vê e sente o desemprego em crescimento e a inflação em alta.
Entretanto, o problema neste caso não está contaminado pelo viés político-ideológico.
A mídia tem o direito de ser conservadora, reacionária ou o que mais quiser. Só não pode ser desonesta e esconder do leitor um fato, como o agora relatado, no fundo da gaveta.
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Fonte:http://www.cartacapital.com.br/revista/854/o-povo-nao-e-bobo-2859.html

PSDB GOLPISTA: O timoneiro do golpe

11.07.2015
Do portal CARTA CAPITAL
Por Mauricio Dias

A memória nacional não esquecerá a pregação conspiratória de FHC, repetida pela oposição e aplaudida pela mídia dita isenta e imparcial

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A primeira lenha atirada no fogaréu já existente está no discurso paroleiro de Fernando Henrique Cardoso, o timoneiro do golpe: “O governo Dilma perdeu a credibilidade”
Da convenção do PSDB, realizada em 5 de julho em Brasília, saiu a palavra de ordem de orientação aos partidos oposicionistas, com a finalidade de abalar ainda mais a situação política e econômica do País: botar lenha na fogueira e criar um clima de crise insuperável para forçar oimpeachment da presidenta Dilma.
Assim o golpe foi anunciado. Mas será consumado? A primeira lenha atirada no fogaréu já existente está no discurso paroleiro de Fernando Henrique Cardoso, o timoneiro do golpe. Com as mãos no leme o ex-presidente sentenciou: “O governo Dilma perdeu a credibilidade”.
Desqualificar a capacidade da presidenta de governar é um achado malévolo  premeditado pelo ex-presidente. Nessa desqualificação está embutido o preconceito da suposta fragilidade da mulher para exercer o poder. É o impulso machista movendo interesses políticos sombrios. Que no futuro ele não repita, como fez no passado, o pedido para ser esquecido pelo que faz no presente.
A oposição pode ser dura. Não pode ser irresponsável. Mas foram irresponsáveis os discursos radicais dos tucanos. Disparados na convenção do partido, deduzem que Dilma não vai concluir o mandato conquistado democraticamente nas urnas. Será derrubada antes.
Esse pessoal tem mais ousadia do que coragem. Entre a teoria e a prática há um abismo.
Embora todos os golpes se pareçam, há sempre, entre eles, um diferencial. O de agora é expressivo. Para o pesar dos oposicionistas não há tropas à disposição. A crise está circunscrita ao golpe, sem tropas nas ruas. Assim, só restou à oposição cuspir fogo.
Aécio Neves avançou contra o governo com a violência de noviço excitado. Ele chegou, por exemplo, a antecipar o triunfo da conspiração  em marcha. Falou, sem marcar data, que o desfecho ocorrerá “talvez mais breve do que alguns imaginam”. Na sequência, cometeu um erro marcante ao dizer que perdeu as eleições “para uma organização criminosa”. Dessa forma, desqualificou o voto do eleitor contrário a ele.
Para o impetuoso mineiro, “o grupo político que está aí caminha a passos largos para a interrupção” do mandato de Dilma. Ele, por fim, tropeçou e caiu no buraco. Tomado pelo delírio, deixou escapar a frustração que carrega no peito após a derrota eleitoral. Em entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais, autonomeou-se “reeleito para a Presidência da República”. Ele queria fazer referência à recente convenção tucana que o reconduziu à presidência do PSDB.
Também obcecado, o ex-presidente FHC antecipou-se e carimbou o destino do objetivo: “Estamos prontos para assumir”. 
Como os tucanos esperam para voltar ao poder poucos meses após a derrota pelo caminho democrático? Com o golpe. Dilma cai e eles assumem. Parte desse claro enigma está no artigo publicado pelo timoneiro do golpe, em O Globo: “... Espera-se que (as oposições) reiterem não ter o propósito antidemocrático de derrubar governos, mas tampouco o temor de cumprir deveres constitucionais, se os fatos e a lei assim o impuserem”. Adaptado aos fatos políticos, o trecho de conhecida poesia de Vinicius de Moraes seria declamada assim: ele espera fingindo, fingindo que não espera.
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Fonte:http://www.cartacapital.com.br/revista/858/o-timoneiro-do-golpe-2817.html

Facebook é como um Estado ditatorial

11.07.2015
Do BLOG DO MIRO


Por Ivan Longo, de Porto Alegre, na revista Fórum:

Atualmente é quase impossível encontrar alguma pessoa que não tenha um perfil no Facebook, certo? Errado. Ao menos no 16º Fórum Internacional Software Livre, realizado nessa semana em Porto Alegre (RS), boa parte dos participantes não utiliza a rede social de Marck Zuckerberg e não possui conta em outras redes conhecidas, como Youtube, Dropbox ou Twitter. Isso porque esses participantes são, em sua maioria, desenvolvedores e programadores que conhecem muito bem como, de fato, esses sites funcionam: são redes sociais privadas, desenvolvidas por meio de códigos fechados e que, fundamentalmente, monitoram e utilizam os dados de seus usuários de acordo com os seus interesses.

São verdadeiras empresas cujo objetivo óbvio éGANHAR DINHEIRO, mas com um detalhe adicional: o usuário não é um cliente, mas sim o próprio produto. “A gente está falando de monopólio em escala global. De monitoramento de quem você é, de quem nós somos, do que representamos como sociedade, como cultura, como entendimento político. Esses caras [Facebook] estão a serviço de interesses muito mais amplos, onde eles começam a entender como interferir no nosso nível de cidadania e em como nós nos comportamos e enxergamos o mundo. É algo muito perigoso”, alertou o ativista do movimento Software Livre Anahuac de Paula.

A fala de Anahuac se deu justamente no painel desta sexta-feira (10), intitulado “Redes sociais privadas e a concentração de informação: como elas afetam o SL?”, que tinha como objetivo debater os desafios que os entusiastas do Software Livre têm que enfrentar diante de uma sociedade cada dia mais inserida nas redes por meio dos monopólios das redes sociais privativas.

Junto com Anahuac, participaram do debate os desenvolvedores e ativistas Antonio Terceiro e Felipe Saraiva, além de Gabriel Gilli, jornalista do Fórum Internacional Software livre. Para todos eles, as redes sociais – em especial o Facebook – utilizam-se da comodidade e da praticidade fornecida ao usuário como forma de passar a sensação de liberdade e, assim, concentrar boa parte dos dados que hoje estão disponíveis na internet. Neste sentido, a preocupação dos ativistas é a de encontrar uma maneira efetiva para que as pessoas, empresas, governos e veículos de comunicação dependam cada vez menos dessas ferramentas proprietárias e passem a se aproximar das tecnologias livres – que promovem autonomia, independência, liberdade de expressão e segurança em relação aos dados privados dos usuários.

As alternativas livres

“As pessoas caem na ilusão de que essas redes [Google, Facebook etc] são gratuitas, mas não sabem o preço que estão pagando com as suas informações”, disse Antonio Terceiro. O desenvolvedor, inclusive, foi um dos brasileiros que contribuíram para a criação do servidor do Noosfero, uma rede social livre que nasceu, à época, para fazer um contraponto ao Orkut. Como o código do sistema é aberto, o usuário tem o controle total dos dados e garante sua privacidade, bem como tem a liberdade de criar páginas ou até outra rede social de acordo com com seus interesses e ainda interagir com outros sistemas.

O mesmo acontece com o Diaspora, outra rede social livre que contou com a ajuda de Anahuac para ser difundida no Brasil. Tanto o Noosfero como o Diaspora, ou ainda oRedMatrix – também uma plataforma de interação social livre – assim como qualquer plataforma de código aberto, se diferenciam das soluções proprietárias por trabalharem com o conceito de redes federadas, que são conjuntos ilimitados de servidores espalhados pelo planeta se comportando como um único organismo. Nessa lógica, qualquer pessoa ou organização, em qualquer lugar do mundo, pode subir uma instância de rede e se conectar com outros usuários e outros servidores, todos autônomos e independentes.

“A ideia é que ninguém vai conseguir ser monitorado no seu próprio servidor. Se não souber ou não querer, você pode optar por qualquer servidor no mundo que melhor atenda aos seus interesses. Por ser livre, você jamais será restringido porque o tema desse servidor foi você quem escolheu. Se você quer uma rede só para falar de maconha, mas não pode porque no Brasil é proibido, você pode abrir um servidor no Uruguai, onde não é, por exemplo”, explicou Anahuac.

De acordo com o ativista, o direito ao anonimato, a liberdade de expressão e a garantia de que sua conta não será deletada só é possível dentro de um conceito de redes federadas. É o caminho oposto ao da centralização defendida pelo Facebook, pelo Google e por outras plataformas proprietárias, como o WhatsApp.

“Em qualquer uma dessas redes, seja WhatsApp, Telegram, Viber ou Skype, você tem que estar dentro do cercadinho que os desenvolvedores determinaram. Se eu tenho WhatsApp e você tem Telegram, nós não conseguimos nos comunicar. E estamos em 2015. Isso é um absurdo”, afirmou Felipe Saraiva, dando como exemplo de alternativa a plataforma livre Jabber, que pode se conectar com qualquer outro sistema.


O paradoxo dos ativistas

Ainda que as redes livres trabalhem na lógica colaborativa do software livre e proporcionem inúmeras vantagens ao fortalecimento da democracia ao descentralizar as informações, a tarefa de fazer com que as pessoas migrem para essas redes é árdua, tendo em vista as inúmeras ‘falsas’ comodidades que as soluções privativas oferecem. Se aventurar em uma rede livre exige paciência e preparo, já que é o próprio usuário – autônomo – quem constrói suas próprias ferramentas, além de uma boa dose de militância, já que quase todas as informações da internet estão concentradas nas redes privadas.

“É preciso se manter longe das redes privadas. Muitos falam que preferem as redes tradicionais porque ganham ‘comodidade’. Amigo, eles ganharam sua vida. Essa conta não fecha”, disparou Anahuac como forma de tentar convencer os demais palestrantes a abandonarem seus perfis no Facebook e similares.

“Como ativista, usar qualquer rede como essa é contribuir para ajudar a escravizar cada vez mais as pessoas. O objetivo por trás dessas ferramentas não é te vender um produto ou prestar um serviço, é o controle absoluto do que você faz ou do que nós fazemos em sociedade”, completou.

Esse é um paradoxo entre os ativistas do software livre. Alguns, como Anahuac, são mais radicais pois acreditam que não há como militar pela causa utilizando essas redes pelo simples fato de que sua utilização legitima a lógica proprietária, que é justamente contra o que estão lutando. Outros já acham que não há como se comunicar de forma efetiva – mesmo para militar – se abandonar o Facebook completamente.

“É um paradoxo mesmo. Ou você posta as coisas em um local onde as pessoas vejam e compartilhem, ou a sensação é que não estamos nos comunicando direito. Por isso, incentivamos as pessoas a utilizar outras redes sociais e outras plataformas como forma de promover um equilíbrio e tentar descentralizar”, disse Gabriel Gilli, utilizando como exemplo a comunicação do Fórum Internacional Software Livre, que não abandonou o Facebook para se comunicar, mas que utiliza inúmeras outras plataformas – incluindo o site do Fórum desenvolvido em uma plataforma livre – para disseminar seus conteúdos.

“A gente precisa, de alguma forma, atingir as pessoas que não compartilham das nossas ideias. No mundo real, você pode escolher as redes sociais proprietárias e levar a ideia do software livre para as pessoas, com todas as contradições que isso carrega, ou simplesmente não usar”, provocou Antonio Terceiro.

Anahuac, porém, explicou que publicar um conteúdo em uma rede social privada não é o grande problema. As graves consequências, na prática, estão no momento em que uma organização ou uma pessoa passa a vivenciar, como um todo, a experiência da rede social privada que, nas palavras do ativista, são as ‘redes devassas’.

“São redes devassas. Devastação é um percurso que envolve traição, desrespeito e atitudes amorais e imorais. Quando faço um chamamento para não usá-las, é um chamamento para não vivenciá-las. O FISL ter no Facebook mais um ponto de publicação não é um problema imediato. O problema é a vivência da rede. Começou a responder uma mensagem, curtir algo, replicar uma postagem… Pronto. Seu PC está infectado, seu sistema está infectado e você está infectado”, afirmou, disparando toda a sua artilharia contra a empresa de Zuckerberg.

“Temos que pensar o Facebook como um Estado ditatorial. Tem um ditador que é o dono, tem poder de polícia para te cercear e te privar com um conceito moralista e ético muito particular”. Ainda que os desafios desses militantes seja grande, é unânime o entendimento de que, no mundo do Software Livre, está se trilhando o caminho certo para uma internet mais democrática e plural, conforme pontuou Felipe Saraiva. “O que a gente tenta fazer é meio a história da esquerda: nós temos um ideal, uma utopia e estamos caminhando para lá”.

Para conhecer mais sobre o mundo das tecnologias livres e as alternativas disponíveis para os usuários, acesse a página do projeto Software Livre Brasil.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/07/facebook-e-como-um-estado-ditatorial.html

GREVE DO INSS E PREVIDÊNCIA SOCIAL, SERVIDORES DO CRPS E DAS JUNTAS DEVEM PARTICIPAR

12.07.2015
Do BLOG DOS SERVIDORES DO CRPS E DAS JUNTAS DE RECURSOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, 11.07.15
Por Irineu Messias
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A greve dos servidores do INSS  teve início, na base da CNTSS , em 10 de julho. Outros estados começaram dia 07. Não importa quem começou antes ou depois. O importante é que maioria dos estados já estão em greve, se somanda à greve dos federais.
Nós servidores do CRPS e das Juntas de Recursos também devemos participar da greve, pois só assim poderemos dizer para o governo federal, que nós agora estamos tendo o apoio de uma entidade sindical nacional que está mobilizando toda a categoria previdênciária. Além de contarmos com o apoio da ANASPS, que atua em conjunto com a CNTSS, nesta greve nacional.
Irineu Messias, na greve dos servidores do INSS e Previdência Social, em frente a Superintendência Regional Nordeste do INSS.
Irineu Messias, na greve dos servidores do INSS e Previdência Social, em frente a Superintendência Regional Nordeste do INSS.
Outra razão para participarmos  é que , dia 03 de julho, na plenária da CNTSS que decidiu pela greve nacional, foram incorporadas à pauta de greve, nossas principais demandas , que são: equiparação salarial com os servidores do INSS, regularização da situação funcional dos servidores do INSS e DATAPREV e a reestruturação do CRPS e das Juntas de Recursos. A plenária aprovou ainda, por indicação, do presidente Sandro Alex, queIrineu Messias, faça parte  do comando nacional de greve da CNTSS. Este Comando é que irá participar de todas as negociações com o Ministro da Previdência Social, do INSS, sobre as reivindicações da greve.
Por isso faz-se necessário, que os servidores participem intensamente da greve. Estaremos,  nos próximos dias, criando um whatsapp, para que  possamos, em tempo real, nos comunicar com todos servidores do CRPS e das Juntas, sobre a greve e como estamos participando dela.
Qualquer dúvidas a este respeito, por favor, nos contatem: messiasirineu@gmail.com. Ou liguem para 81 991929301(meu whatsapp é outro, que depois informo).
Solicito a todos que enviem fotos de nossa participação na greve, para  que possamos publicar aqui, no site da CNTSS, e  no site dos sindicatos,  para que o governo perceba, que apesar de poucos, 570, estamos juntos com os demais servidores na luta, não apenas por nossa pauta específica, mas também pela pauta geral dos servidores federais.
Em Pernambuco, os servidores vão se reunir na segunda-feira pela manhã, para organizar sua participação na greve. A  servidora Jeane Gonçalves, dirigente do SINDSPREV.PE  e também da CUT estadual, irá participar também do comando de greve, em Brasília.
Na segunda-feira, dia 13, já havéra uma primeira reunião da CNTSS  com o MInistro Gabas. Irineu Messias, estará presente nesta audiência, em Brasília.
Vamos todos à luta, com fé em Deus, e muita disposição de lutar!
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Fonte:https://crpsjuntasderecursos.wordpress.com/2015/07/11/greve-do-inss-e-previdencia-social-servidores-do-crps-e-das-juntas-devem-participar/