quarta-feira, 24 de junho de 2015

JORNALISTA DA VEJA ACUSADA DE PLÁGIO CHAMA COLEGAS DE “CANALHAS” E “VIRA-LATAS”

24.06.2015
Do portal BRASIL29

Sindicato acusa jornalista de plagiar 65 reportagens e recebe resposta agressiva através das redes sociais:

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O sindicato representa “a escória do jornalismo”, vocês são um bando de “desocupados”, “sanguessugas”, “canalhas” e “vira-latas”, publicou Joice.
Ficou comprovado que a jornalista Joice Hasselmann plagiou 65 reportagens, escritas por 42 pessoas diferentes, somente entre os dias 24 de junho e 17 de julho de 2014. A investigação vinha sendo feita pelo CEP depois que vários veículos solicitaram apuração sobre o caso.
O Sindicato dos Jornalistas do Paraná (SindijorPR) decidiu impedir o ingresso de Joice Hasselmann no quadro da entidade, após comprovação de plágio.
A direção do SindjorPR rechaçou a atitude de Hasselmann, que teria se apropriado do trabalho intelectual de colegas de profissão, como se fosse a autora das reportagens, quando mantinha uma página na internet denominada ‘Blog da Joice’. Hoje ela atua como apresentadora da Veja.com.
* Com informações do SindijorPR
A jornalista publicou uma resposta em sua página no Facebook. Leia abaixo:
A escória do jornalismo só podia estar num sindicato ligado a CUT. Minha resposta aos vira-latas: Retournez a la Merde!
O sindicato dos jornalistas do Paraná a acusa de ter plagiado mais de sessenta matérias. Diferentemente do que disse há um ano, Joice agora nega tudo e alega que o sindicato representa “a escória do jornalismo”, chamando os colegas de “desocupados”, “sanguessugas”, “canalhas” e “vira-latas”. Joice afirma que o processo ocorreu na “surdina” e seu advogado não conseguiu ter acesso a ele.

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Fonte:http://br29.com.br/jornalista-da-veja-acusada-de-plagio-chama-colegas-de-canalhas-e-vira-latas/

O MP da Lava Jato, sem vergonha do propósito de atingir Lula e de chantagear com delações

24.06.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

papagallu
A delação premiada, no Brasil, passou a assemelhar-se à corrupção, que é “paga”, em lugar de dinheiro, com as acusações incriminatórias desejadas, pelas quais  se recebe não apenas a imunidade (ou a “quase”) penal futura mas também o “direito” de sair da cadeia prévia.
Mas, se não “pagar” – com acusações às “pessoas certas” – vai ser perseguido, desmoralizado, processado e, enquanto isso, ficar tomando um chá de cadeia.
Ontem, o chefe da tropa de procuradores da Lava-Jato, passou a nem mesmo esconder seu alvo:
“Neste momento, o ex-presidente não faz parte da investigação”, disse Carlos Fernando Santos Lima, o ‘cabeça-branca’ da turma do jovem e ansioso grupo de procuradores (literalmente, aliás) que trabalham com Sérgio Moro não se acanha de dizer:”O que nós temos até agora (sobre Lula) são só notícias da imprensa”.
A crise de sinceridade do promotor -“por enquanto” é um daqueles atos de expressão de vontade inescondíveis – revela mais, porém, que o desejo já nem tão secreto que move os “investigadores”.
Confessa que sua ferramenta é, essencialmente, a mídia.
Menos mal se a mídia estivesse investigando.
Mas ela não investiga, apenas ecoa, sem qualquer crítica, o que as politizadas equipes do Ministério Público e o próprio Moro fazem.
Um exemplo bem claro: alguém perguntou porque Paulo Roberto Costa “lembrou” agora do “trocado” de US$ 5 milhões (ou três milhões, ele ainda não acabou de lembrar) que teria recebido para intermediar mudanças no contrato de compra de nafta pela Braskem. Pois foi assim, na narrativa de seu próprio advogado, que registrei aqui:
“De acordo com ambas as defesas, o único “ponto de convergência” obtido na acareação foi com relação a um pagamento de propina feito pela Braskem ­ braço petroquímico da Odebrecht ­ para uma compra de nafta. (…)“O advogado João Mestieri, que representa Paulo Roberto Costa, confirmou a convergência entre as versões. “No primeiro momento, o Paulo Roberto Costa disse que não participou disso, porque não se dava com o diretor­-presidente [da Braskem]. Aí começaram a rememorar uma série de questões para então chegar à admissão de que isso ocorreu”, afirmou.”
Mas, como assim, se, hoje, em O Globo, Costa disse que sua ação foi “apenas para agilizar a entrega dos pedidos de nafta da Braskem” pois sua diretoria de Abastecimento não tinha poder de decisão sobre preços.
Mas qual a razão, afinal, haveria para pedir – e pagar – por seus “bons ofícios” se a Petrobras não apenas é a única vendedora de um produto que só tem dois compradores (Braskem e Ipiranga), mas é sócia da empresa compradora, pois possui 47% do capital da Braskem? Será que, inclusive indicando integrantes da direção da empresa, era preciso recorrer a um propineiro que “não tinha poder de decisão sobre preços” apenas para ” agilizar a entrega dos pedidos de nafta da Braskem”?
Se a Odebrecht pagou a Paulo Roberto Costa não foi assim, nem por esta razão de “negócios”, pode até ter sido por outros.
Mas a imprensa não pergunta, não investiga, não esclarece obscuridades e contradições.
Repete, como um papagaio amestrado, apenas o que ouve.
Tem toda razão o Arnaldo Cesar, em seu artigo no blog do Marcelo Auler,(aqui, na íntegra)em dizer:“O fato da moda, nestes tempos de Lava Jato, é que o ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma Rousseff poderão ser conduzidos para uma daquelas celas geladas da Polícia Federal, em Curitiba, no Paraná. O implacável juiz federal, Sérgio Moro, já estaria tomando todas as providências necessárias para mandar encarcerar os dois líderes do PT.
Tudo que se leu no parágrafo acima está eivado de ilações e suposições. Não há nenhum fato comprovado. Mas, é assim que se faz notícia hoje em dia. Atira-se primeiro e pergunta-se depois. Um dos principais fundamentos do jornalismo, a apuração/checagem da informação, está em total e absoluto desuso. O bacana agora é fazer militância escancarada no noticiário”.
Consolemo-nos, porém. Também passou-se  a seguir a mesma regra no Judiciário, embora ganhando muito mais para isso.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=27763