segunda-feira, 15 de junho de 2015

Redes sociais: como utilizar de maneira correta e preservar sua imagem

15.06.2015
Do blog ADMINISTRADORES, 27.067.2013

 A rede social transmite nossa imagem o tempo todo e podemos dizer que é um espelho do que somos no dia a dia. Claro que a imagem será boa ou ruim de acordo com aquilo que você escreve ou compartilha para sua rede. Acompanhe algumas dicas no texto.

“Você demora 8 anos para construir um prédio e apenas 8 segundos para implodi-lo.” (Lair Ribeiro)
A rede social transmite nossa imagem o tempo todo e podemos dizer que é um espelho do que somos no dia a dia. Claro que a imagem será boa ou ruim de acordo com aquilo que você escreve ou compartilha para sua rede. Tenho certeza que muitas vezes, você conhecendo a pessoa ou não, já fez um raio-x do perfil dela antes de adicionar, certo?  E acredito que em algum momento deve ter se deparado com um perfil e dito: “Nossa, olha o que essa pessoa escreveu!” ou “Como essa pessoa coloca uma foto assim”, e assim nós todos julgamos e criamos uma primeira imagem das pessoas.
A velocidade que uma postagem ou foto pode correr pela internet é impressionante. Tivemos exemplos de frases ditas por comediantes, apresentadores de televisão, entre outros, que a internet não esquece. Isso vale também para diversos vídeos que circulam na web. Um deles é “Menos Luíza que está no Canadá” e os “Pôneis Malditos”.
Profissionalmente falando, a imagem e como a pessoa se porta nas redes sociais em geral, são julgadas até mesmo em entrevistas de emprego e no decorrer dos dias em que você está atuando na empresa. Segundo a pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half, 44% das empresas brasileiras desclassificam candidatos a uma vaga de emprego devido à má utilização das redes sociais por parte de quem pretende ser selecionado. (Fonte: PEGN)
Somos sempre julgados pelas pessoas por aquilo que fazemos, que falamos, que somos, o que postamos e o que compartilhamos.
Vou te dar algumas dicas de como utilizar bem as redes sociais, principalmente o Facebook, para cuidar da sua imagem.
·  Não fale ou evite o máximo de falar palavrões.
·  Não fique dando indiretas para pessoas em seu mural. Não esqueça que todos seus outros amigos também verão.
·  Evite ficar difamando ou compartilhando piadas de times de futebol adversários.
·  Não faça comentários ou brincadeiras preconceituosas. Seja de raças, religião, opção sexual.
·  Não use as redes sociais para falar mal da empresa onde trabalha, de seu chefe ou de ter aparecido mais serviços de última hora.
·  Cuidado com suas fotos. Imagens com bebidas alcoólicas, fumando, empinando moto, entre outras, podem contar pontos contra você.
·  Cuidado com os erros de ortografia. Não é porque está em uma rede social que pode escrever de qualquer forma.
·  Evite publicar onde você está e com quem está. Isso pode ser totalmente inseguro para você se alguém de má índole tirar proveito disso.
·  O Facebook, Linkedin, Twitter são excelentes oportunidades para fazer contatos profissionais. Algumas redes possuem grupos de discussão dos mais variados temas com interação de pessoas do mundo todo e pode ser muito produtivo.
·  Seja você mesmo! Não tente parecer o que você não é. Cedo ou tarde as pessoas saberão a verdade.
·  Não fique compartilhando fotos de pessoas e animais mortos, judiados, entre outros.
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Fonte:http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/marketing/redes-sociais-como-utilizar-de-maneira-correta-e-preservar-sua-imagem/71464/

O dia em que Pablo Escobar zombou dos Estados Unidos e tirou esta foto

15.06.2015
Do portal EL PAÍS, 03.02.15
Por NACHO CARRETERO

O traficante com o filho Juan Pablo em frente à Casa Branca, em 1981.
Sobre Pablo Escobar, histórico traficante colombiano, falou-se e escreveu-se tanto que há muito tempo o personagem superou a pessoa na vida real. O chefe do cartel de Medellín, que chegou a ser deputado da Colômbia e a ameaçar o Governo, foi tema de filmes, documentários e livros. Parece que sempre há algo mais para ser contado e, em situações como esta, o mais interessante ainda estava por ser revelado. E é trazido à tona por seu filho, Juan Pablo Escobar, no livro Pablo Escobar, Meu Pai,  que ele vem lançar no Brasil nesta semana.  

O livro descreve a trajetória do traficante de drogas colombiano. Primeiro, através das memórias de seu filho durante a infância e depois mediante uma extensa pesquisa. Na primeira parte, relativa à infância de Juan Pablo, o autor recorda como cresceu em um contexto criminoso: 

 Meu pai era o chefe do cartel de Medellín. Seus melhores amigos eram os piores criminosos da Colômbia. E como não deixavam nenhum menino brincar comigo, passava os recreios e as tardes com os homens de meu pai.

Foi nessa época –fim dos anos setenta e começo dos anos oitenta— quando Pablo Escobar se aproximou do auge de seu poder e fortuna. Seu filho relata no livro que tinha tanto dinheiro que não sabia o que fazer com ele. E nas pinhatas (tradição ibérica conhecida no Brasil por quebra-panela ou quebra-pote) das festas de aniversário, por exemplo, em vez de doces, o traficante colocava maços de dinheiro. Naquela época decidiu construir a Hacienda Nápoles, a mansão na qual tinha elefantes, avestruzes, rinocerontes, girafas e todo tipo de animais silvestres, além de uma coleção de carros esportivos e outra de motos, dois jatos e dois helicópteros.
Escobar trazia três aviões por semana vindos do Peru carregados de pasta base de coca e enviava muitos outros aos Estados Unidos quando a droga estava sintetizada. Os lucros eram ilimitados. A cocaína, segundo relata o livro, ia em fardos através de barcos pesqueiros que chegavam em Miami ou em aviões que lançavam a carga em pântanos da Flórida. O filho de Escobar faz uma revelação surpreendente: afirma que o contato do cartel para vender a cocaína nos Estados Unidos era o cantor Frank Sinatra, que foi muitas vezes associado à máfia italiana.
A insaciável atividade da organização de Escobar enlouqueceu aDrug Enforcement Administration (DEA), a agência antidrogas norte-americana. Sem ainda os meios atuais para combater um fenômeno recente e relativamente desconhecido, Escobar –como recorda seu filho no livro— se orgulhava de brincar com as autoridades. Em uma ocasião a DEA interceptou uma remessa de calças jeans impregnadas de cocaína. O traficante continuou enviando nos meses seguintes as mesmas calças sem a droga, apenas para que toda semana os agentes tivessem que registrar as peças.

O filho de Escobar faz uma revelação surpreendente: afirma que o contato do cartel para vender a cocaína nos EUA era o cantor Frank Sinatra
Para coroar tudo isso, em 1981 Escobar iniciou uma série de viagens a Miami para supervisionar pessoalmente o negócio e comprar propriedades na cidade. “O mais incrível –conta seu filho— é que meu pai entrava nos Estados Unidos sem se esconder. Chegava na alfândega, mostrava seu passaporte e lhe diziam ‘bem-vindo aos Estados Unidos senhor Escobar’. Em quase todas as viagens o traficante carregava centenas de milhares de dólares que jamais foram apreendidos. A DEA buscava desesperada o responsável das remessas enquanto Escobar entrava e saía da Flórida como se estivesse em sua casa.
Nessas viagens, como o filho conta no livro, era acompanhado às vezes pelo pequeno Juan Pablo. Em uma das escapadas visitaram a Disney e em outra ocasião decidiram conhecer Washington DC, o epicentro das agências que o procuravam. Viajaram Escobar, sua mulher e o pequeno Juan Pablo. Os três passearam por Washington e visitaram a Casa Branca. Era o ano de 1981. Foi naquela viagem que María Victoria, sua esposa, tirou a histórica fotografia. Pablo Escobar e seu filho se posicionaram no portão como outros turistas e posaram em frente à casa do presidente Ronald Reagan. Com a maior naturalidade. Depois continuaram o passeio. E não para qualquer lugar: Escobar decidiu visitar o edifício da sede do FBI. Nessa ocasião, como lembra Juan Pablo no livro, o traficante optou por usar um documento falso. Mas o filho e a mulher entraram com suas identidades autênticas. Os três fizeram a visita guiada e foram embora. O traficante mais procurado do mundo visitou Washington, tirou uma foto em frente à Casa Branca, foi à sede do FBI e voltou para a casa sem maiores problemas. Um gesto épico que alimenta ainda mais sua lenda.
Após a viagem sua figura se consolidou. Escobar se tornou um dos homens mais poderosos da Colômbia: controlava 80% do tráfico de cocaína do mundo, entrou para a política e ampliou suas exportações para a Europa. Adivinhem com quem seus homens tiveram reuniões para introduzir a cocaína na Europa? Sim, com os clãs galegos, principalmente com Sito Miñanco, seu alter ego em miniatura na Galícia. Em 1984 houve uma freada brusca depois do assassinato do ministro da Justiça colombiano, Rodrigo Lara, por pistoleiros de Escobar. O Governo declarou guerra contra os cartéis e seus dirigentes fugiram. Os líderes de Medellín se instalaram na Espanha, enquanto Escobar recebeu abrigo na Nicarágua. Todos retornaram depois de alguns anos à Colômbia, e continuaram suas atividades. No entanto, com a guerra declarada do Governo e com os Estados Unidos irritados por não terem conseguido a extradição do traficante, a impunidade de Escobar se viu reduzida. E capítulos da lenda como tirar uma foto em frente à Casa Branca não voltaram a se repetir.
Pablo Escobar morreu em 1993 depois de um tiroteio com o Exército em Medellín. A família afirma que o traficante se suicidou, mas a versão oficial diz que Escobar foi morto. A foto da Casa Branca, porém, já é eterna e não é contestada. Uma imagem lendária. Em termos cibermodernos, talvez a maior trollada já realizada.
LEIA MAIS:
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Fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/01/internacional/1422817847_414282.html

MARIAFRÔ: Enquanto existirem Barbosas e Saletes

15.06.2015
Do blog MARIAFRÔ, 04.06.15
Por MariaFrô


Ontem escrevi um pequeno texto no Facebook sobre nosso anestesiamento diante das boas coisas, das boas lutas, sobre minha angústia diante de nós que ao que parece desaprendemos a recolher o que realmente importa. Parece que só sabemos reclamar e nos indignar diante do inusitado, das coisas sem importância, no balanço da rede de posts sem noção do Facebook.
Diante de meu texto, a professora Tânia me enviou um artigo de José Arbex, escrito em 1999. Ele foi produzido num contexto econômico neoliberal, onde o que vivemos hoje em termos de apartheid econômico e social ainda era mais agudizado: em 2000, tínhamos 50 milhões de brasileiros vivendo em situação de indigência, hoje o Brasil saiu do mapa da fome. Mas, possivelmente os valores neoliberais de fins do século XX quando Arbex escreveu seu artigo tenham se encorpado e invadido até mesmo os ambientes dos Barbosas e Saletes.
Como é um texto longo (e na era das redes sociais as pessoas estão abrindo mão do seu tempo de reflexão), resolvi republicá-lo em partes, quem sabe assim, o texto de Arbex seja lido na íntegra.
HISTÓRIA SEM FIM
Por José Arbex, na Caros Amigos, fevereiro de 1999
Barbosa e Salete, o bombeiro e a catadora de papel, seres humanos direitos.
José Barbosa de Andrade tinha 33 anos, era casado com Sandra Andrade, 32 anos, com quem tinha três filhos (Wesley, 11 anos, Amanda, 4 anos, e Murilo, 3 anos). Barbosa era soldado, servia na Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motos), parte do 2o Batalhão de Choque da Polícia Militar, onde recebia um salário de 700 reais mensais. Barbosa está morto. No dia 6 de janeiro, ele desapareceu nas águas imundas do Tamanduateí, ao tentar salvar a sem-teto, Salete Aparecida Rodrigues, 48 anos, uma catadora de papel que caiu no rio quando passava pela ponte da rua São Caetano, no centro de São Paulo. Salete foi salva. Mas o corpo de Barbosa só seria encontrado cinqüenta horas depois. Deprimida, abandonada pela família, Salete disse que preferia ter morrido a ter sido salva à custa da vida do soldado. Ela tem duas filhas, uma de 11 anos que vive em Guarulhos com uma parente, e a mais velha, de 35 anos, que mora em uma favela. Por causa de uma fratura no fêmur direito, Salete foi internada e operada no Hospital do Servidor Público. Nenhum dos seus cinco irmãos foi visitá-la. Barbosa foi enterrado com honras militares, no Mausoléu da PM, no Cemitério do Araçá.
Barbosa e Salete encarnaram, no brevíssimo instante de um encontro que jamais se consumou, a dimensão de um grandioso mito, com todos os seus ingredientes – o heroísmo e a tragédia, a generosidade e a desesperança, a força do sentido ético e o sentimento arrasador de solidão. Vidas que se cruzaram nas ruas da grande cidade, resultando em um desfecho surpreendente, cujo sentido, se existir, permanecerá para sempre refratário a qualquer indagação. Histórias assim cotidianas revelam com intensidade fulgurante que a cidade, sob a aparência de uma “normalidade” rotineira, é de fato um palco turbulento, enigmático e desconhecido, um imenso caos feito de paixões subterrâneas, de fantasias e pulsões que move cada um de nós, os seus habitantes. A cidade é a manifestação aparente de uma ordem que só existe de forma muito frágil, precária. A cidade é a ilusão de uma ordem que quase não existe.
Nada disso é rigorosamente “novo”. Ao contrário, o caos urbano é um dos grandes signos dessa fase da história que se convenciona chamar modernidade. Karl Marx e Friedrich Engels já haviam assinalado que, no sistema capitalista, as comunidades são apenas aparentes, já que aquilo que une os homens em grandes aglomerações urbanas é também aquilo que os separa: a disputa por emprego, por melhores salários, a busca do lucro, as estratégias individuais de ascensão social, a exploração de uns pelos outros. As cidades não tendem a criar relações reais de compaixão e solidariedade, mas, ao contrário, sua grande vocação é alimentar o medo, aprofundar a solidão – daí, aliás, o caráter excepcional da história de Barbosa e Salete, à qual voltaremos mais adiante. Não por acaso, foi através da observação dos grandes e miseráveis bairros operários de Manchester – as primeiras concentrações industriais do planeta – que Marx e Engels detectaram aquilo que chamaram a “verdade” do capitalismo, feita de miséria, alienação, brutalidade.
Para ler as demais partes do artigo acesse os links abaixo
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Fonte:http://www.revistaforum.com.br/mariafro/2015/06/04/enquanto-existirem-barbosas-e-saletes-parte-1/

FHC apelou a ricaços durante rega-bofe: “Preciso de 30 milhões!”

15.06.2015
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

FHC CAPA
Em 2004, a agenda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estava carregada. Suas palestras em eventos empresariais haviam se tornado uma sensação, segundo matéria publicada pela revista época em 23 de abril daquele ano.
Desde que, havia um ano, entrara no circuito dos “gurus corporativos”, Fernando Henrique já fizera duas dezenas de palestras, a maioria remunerada.
As exposições de FHC duravam de 50 minutos a 1 hora, em média. Em seguida, respondia a perguntas da plateia.
O preço para ouvir o tucano ao vivo variava de 50 000 a 75 000 dólares, mais os encargos fiscais, conforme o porte da empresa e sua lucratividade. Como o câmbio, à época, estava em cerca de 3 reais por dólar, as palestras do tucano rendiam de 150 a 225 mil reais.
O dinheiro tinha que ser depositado 14 dias antes da data da palestra. A soma, então, segundo a revista, era, “de longe, o valor mais alto obtido por um palestrante brasileiro.”
Na matéria “O Guru FHC”, Exame relatou que, “a título de comparação”, o ex-ministro Pedro Malan cobrava 38 000 reais por palestra, o que já era quantia “bem superior à média do mercado nacional”.
Exame ainda relatou, em sua edição de 23 de abril de 2004, que, com FHC, o instituto de pesquisa ACNielsen conseguira “atrair pela primeira vez a São Paulo os 15 presidentes de filiais latino-americanas, além do CEO”
“Nossa lista começou com 120 convidados e acabaram comparecendo 180″, afirmou à revista o empresário Germano Rocha, então presidente da Medial Saúde, que comemorou com um café da manhã no hotel Meliá seu 40o aniversário de fundação.
A palestra de FHC ganhou ampla repercussão, rendendo ainda para a Medial a citação da marca na mídia. Foi nela que, segundo Exame, “Fernando Henrique pediu ‘valentia moral’ ao governo”.
Em palestra posterior à Ambev, a empresa mantivera em sigilo o nome do conferencista. O evento que reunira cerca de 1 000 pessoas no hotel Casagrande, no Guarujá. Anunciado, FHC ganhou quase 5 minutos de aplausos frenéticos.
Apesar de toda essa ovação – sempre segundo a matéria da Exame de 23 de abril de 2004 –, pesquisa feita à época com vários executivos do mercado brasileiro conferira nota 2,9 à “eficiência gerencial” do governo FHC, uma nota “abaixo de regular”.
A matéria da Exame foi publicada logo após FHC retornar de um rega-bofe em um sofisticado resort na Ilha de Comandatuba que fora retratado pela colunista da Folha de São Paulo Monica Bergamo, em matéria de 18 de abril de 2004, publicada 5 dias antes da matéria da revista da Editora Abril.
Na reportagem “Uma ilha e mil fantasias”, Bergamo relata como começara um evento em que o tucano dava continuidade a uma coleta de recursos para montar seu instituto que, segundo matéria autocensurada pela revista Época pouco antes de a mídia começar a questionar doações recebidas pelo Instituto Lula – confira aqui,aqui e aqui –, começara quando ele ainda era presidente da República.
Observação: sim, caro leitor, você leu direito o parágrafo anterior. FHC começou a pedir dinheiro a empresários enquanto ainda era presidente da República e, sim, a revista Época censurou a própria matéria há alguns dias, no exato momento em a mídia começou a “acusar” Lula por receber doações de empresas APÓS deixar o poder. Época tirou do ar matéria que publicou no fim de 2002, pouco antes de FHC deixar o poder.
Retomemos, pois, o divertido convescote de que participaram FHC, a mesma Camargo Correa que agora é “acusada” de doar ao Instituto Lula e muitos outros ricaços. Com vocês, o rega-bofe de Comandatuba, sob a batuta do anfitrião João Dória Junior.
fhc 1
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Fonte;http://www.blogdacidadania.com.br/2015/06/fhc-apelou-a-ricacos-durante-rega-bofe-preciso-de-30-milhoes/

A imoralidade dos juízes e promotores

15.06.2015
Do BLOG DO MIRO, 14.06.15


Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A reportagem de Raphael Gomide e Lívia Salles, naÉpoca, – se a apuração dos dados está correta, o que é provável, porque compatível com os dados parciais que, aqui e ali, começam a ser divulgados – mostrando que a média salarial dos juízes e promotores estaduais – vejam bem, média! – supera os R$ 40 mil mensais não é escandalosa simplesmente porque somos um país pobre, onde faltam recursos para dar ao serviço público a qualidade devida como, sobretudo, porque corrompeu moralmente o senso de equilíbrio do poder contra o qual cidadão algum pode insurgir-se, senão dentro daquela que deixou de ser uma magistratura para, antes disso, ser uma corporação de privilégios.

É de cair o queixo das “explicações” dos representantes das categorias.

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo dos Santos Costa, diz claramente que foram dados “jeitinhos”, com as benesses autoconcedidas, para serem remunerados “aparentemente acima do teto” e tem a cara-dura de dizer que estas “são vias legais que a carreira buscou de complementar os reajustes para recompor o salário, de acordo com a norma constitucional.”. Na mesma indecorosa linha vai a presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Norma Cavalcanti, ao dizer que “os penduricalhos são a busca da correção” e que, concedidos por lei, são pagos “enquanto o STF não disser que é ilegal” e que nem assim serão devolvido.

É o tal ex-nunc, o produzir efeitos só quando é decidido e não valendo para antes. Ou, em malandrês: colou até agora, foi bom enquanto durou.

Isso, é claro, quando o STF ou o CNJ decidem na linha da moralidade e da austeridade.

Há um nítido caso de corrupção mental embutido nestes juízos – juízos, com “o”, antes que “suas excelências” ainda queiram tomar algum deste modesto blog – de valor (ou de valores) e certamente não é o caso de todos, porque alguns poucos camelos são capazes de cruzar o buraco de uma agulha.

Esta situação, para mim, levanta duas questões talvez mais graves que a montanha de dinheiro que se vai – e boa parte sequer com impostos, porque são verbas “indenizatórias” – com o salário de “suas excelências”.

A primeira é o fundado sentimento de que quem faz isso, sem decoro ou remorsos, contra os cofres públicos tenha a capacidade de defendê-los e defender, assim, o interesse coletivo. O Estado – não é difícil que se desenvolva assim o pensamento de quem encontra justificativas “morais” e legais para obter o que acham ser o direito divino que obtiveram ao ser aprovados num concurso – é para ser saqueado.

Nas leis e nos processos que procuram preservar o interesse social, no Judiciário, frequentemente o Estado sai perdendo, com a ajuda de procuradorias que o defendem com leniência, ressalvados os honrosos casos em que seus integrantes não agem apenas burocraticamente como advogados públicos.

A segunda é a cultura da “nobreza” que vai absorvendo a mente dos senhores magistrados e promotores. Já os vi, alguns, em périplos familiares com um séquito de mucamas a cuidar-lhes as crianças. Passavam empertigados, pavões, ao ponto de parecerem-se ao inevitável trocadilho com a Corte.

O mundo lhes é servil e isso é combustível para o comportamento prevalecido que, a toda hora, acaba nas páginas dos jornais, aliás, em geral sem consequências.

Estes homens e mulheres “especiais” julgam-nos, aos cidadãos comuns.

E nossas realidades lhes vão ficando distantes como a falta de pão não era imaginável a Maria Antonieta.

Com direito a brioches tornados ternos em Miami.


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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/06/a-imoralidade-dos-juizes-e-promotores.html

Delegado tucano quer investigar Lula

15.06.2015
Do BLOG DO MIRO, 14.06.15


Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

No momento em que a mídia antipetista promove forte ofensiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base em criminalização de doações da empresa Camargo Correa ao instituto criado por ele em 2011, descobre-se que um dos braços desse aparato difamatório, a revista Época, tratou de simplesmente retirar da internet matéria que mostra que tal empresa também doou recursos para criação do Instituto Fernando Henrique Cardoso.


A matéria que a Época retirou da internet foi publicada em 2003 e mostrou que a Camargo Correa participou de uma “vaquinha” feita por empreiteiras e bancos para doar 7 milhões de reais para a criação do IFHC.

O título da matéria que a revista das organizações Globo suprimiu é “FHC passa o chapéu”. Ao fazer uma busca dessa matéria no Google, por exemplo, aparece o link . Ao tentar acessá-lo, porém, o resultado é o que se vê na imagem abaixo.


Contudo, a revista Época se esqueceu de que existem ferramentas para localizar o cache de memória de qualquer coisa que se publique na internet. Veja como é simples, leitor:

Este é o cache do Google de http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT435542-1659,00.html  Ele é um instantâneo da página com a aparência que ela tinha em 27 maio 2015 00:13:25 GMT. A página atual pode ter sido alterada nesse meio tempo. Saiba mais

É escandalosamente evidente o que está acontecendo no Brasil. Só não vê quem não quer. Está em curso ofensiva de um consórcio formado por partidos políticos, empresas de mídia e setores da Polícia Federal e do Ministério Público com vistas a impedir que Lula dispute as eleições presidenciais de 2018.

Apesar de a mídia antipetista e partidos de oposição como o PSDB viverem alardeando que Lula e o PT estariam “liquidados”, sabem muito bem que, no imaginário popular, o ex-presidente se eternizou como aquele que iniciou um período de forte redução da desigualdade e de ascensão social e econômica dos setores mais pobres e injustiçados da sociedade.

Na tarde de sexta-feira, 12 de junho, o Instituto Lula divulgou release para sua lista de contatos informando de que neste sábado a revista Veja dará sua contribuição difamatória ao consórcio antipetista. Antes de prosseguir, vale ler a nota do Instituto.
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Nota à imprensa
Resposta pública do Instituto Lula à revista Veja
São Paulo, 12 de junho de 2015,

O Instituto Lula foi procurado hoje (12/06) pela reportagem da revista Veja, a propósito de contribuições de empresas para o Instituto e das palestras realizadas pelo ex-presidente. Além de enviar e-mail com perguntas à assessoria de imprensa, a reportagem falou por telefone com o presidente do Instituto, Paulo Okamotto. A abordagem da revista revelou claro intuito de colocar as atividades do ex-presidente, legais e legítimas, em mais um dos enredos fantasiosos, mistificadores e caluniosos que têm caracterizado aquela publicação.

A revista Veja tem um histórico de capas e reportagens mentirosas sobre o ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores. Já estampou fraudes notórias sobre contas inexistentes em paraísos fiscais, falsas remessas de dinheiro do exterior, calúnias sobre relações com guerrilhas estrangeiras e com o narcotráfico. Por estas e outras mentiras, Veja foi condenada duas vezes pelo Tribunal Superior Eleitoral a publicar direitos de resposta do PT, em 2010 e 2014. Mesmo punida pela Justiça, a revista mantém o padrão de mentir, distorcer e caluniar.

Diante dos péssimos antecedentes da revista, de seu evidente descompromisso com a verdade e com os fatos e da sórdida campanha de difamação que move contra Lula e o PT, a assessoria do Instituto Lula esclarece publicamente:

1) O Instituto Lula foi criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos.

2) Como tantas instituições ligadas a ex-chefes de governo – tanto no Brasil como nos demais países do mundo – o Instituto Lula recebe contribuições de empresas privadas para manter suas atividades. Tais contribuições são registradas e declaradas ao Fisco.

3) Diferentemente de outras instituições ligadas a ex-presidentes brasileiros, o Instituto Lula não recebe contribuições de empresas públicas, estatais ou de governos nem oferece deduções fiscais sobre as contribuições que recebe, seja por meio da Lei Rouanet, seja por outros mecanismos governamentais de incentivo a patrocínios. Não há dinheiro público, nem direta nem indiretamente, no Instituto Lula.

4) Para exercer o legítimo direito de trabalhar, o ex-presidente criou a empresa LILS Palestras e Eventos, por meio da qual são contratadas palestras e conferências para empresas e entidades privadas no Brasil e no exterior.

5) Essa é uma atividade exercida legalmente por ex-chefes de governo, no Brasil e em todo mundo, bem como por pessoas de grande projeção pública, como jornalistas, artistas, cientistas, desportistas etc.

6) Lula não cobra nada para fazer palestras para entidades sindicais, movimentos sociais, ONGs, governos, partidos políticos e grupos da sociedade civil.

7) Os contratos da LILS são registrados regularmente e declarados ao Fisco. Não existe relação financeira entre a empresa e o Instituto Lula. São atividades distintas, com contabilidades, fontes de receita e despesas também distintas.

8) Nem o Instituto Lula nem a LILS prestam qualquer tipo de consultoria, assessoria, intermediação de contatos etc. Nem o Instituto Lula nem a LILS fazem negócios.

9) Tanto a criação do Instituto Lula e sua forma de manutenção como a criação da empresa LILS são fatos públicos, divulgados pela imprensa e objeto de ampla reportagem, por exemplo, na edição de 3 de abril de 2011 do jornal O Globo.

10) Também foram divulgadas pela imprensa, há mais de dois anos, em reportagem da Folha de S. Paulo, as contribuições da empresa Camargo Corrêa e outras para o Instituto Lula e a contratação de palestras. Não há novidade no recente noticiário a respeito desse fato já conhecido.

11) As contribuições recebidas pelo Instituto Lula e as palestras contratadas por meio da LILS não têm relação com contratos da Petrobras, feitos pela Camargo Corrêa ou por qualquer outra empresa.

12) Os compromissos públicos e a intensa agenda internacional do ex-presidente são divulgados pela assessoria de imprensa e pelo site institutolula.org. Não procedem as alegações, feitas por alguns jornalistas, de falta de transparência. A imprensa brasileira ignora sistematicamente a agenda de Lula, especialmente quando se trata de homenagens prestadas a ele ao redor do mundo e de participações nos mais importantes fóruns internacionais de debates, sempre em defesa do Brasil.

13) O Instituto Lula sempre esteve à disposição das autoridades para prestar informações pertinentes a suas atividades – tanto ao Ministério Público como ao Poder Judiciário ou ao Congresso Nacional.

14) Qualquer tentativa, por parte da revista Veja ou de outros veículos, de associar o Instituto Lula e a LILS a atos ilícitos ou suspeitos com base nestas informações, estará incursa na legislação que protege a honra e a imagem das pessoas e instituições.

15) Estamos assistindo ao início de uma ofensiva midiática contra a imagem e a honra do ex-presidente Lula, com evidente motivação político-partidária. Como tem se tornado comum, infelizmente, em nosso País, tal ofensiva não poupará pessoas e instituições de reconhecida probidade e seriedade, no intuito de desmoralizar e até criminalizar as atividades do mais importante líder popular do Brasil. A revista Veja é um dos instrumentos dessa ofensiva.

Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

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A teoria das matérias de Globos, Folhas, Vejas e Estadões sobre o assunto não resiste a poucos segundos de reflexão. Se houvesse qualquer ilegalidade nas doações a FHC ou a Lula, é óbvio que essas doações não seriam feitas às claras. Alguns milhões de reais poderiam ser facilmente repassados fora do Brasil.

Tampouco se pode acreditar que um presidente que fortaleceu tanto e deu tanta independência à Polícia Federal e ao Ministério Público pretendia cometer ilegalidades. Se tivesse tais intenções, teria mantido o que herdou de FHC, ou seja, uma Procuradoria Geral da República e uma Polícia Federal que jamais incomodaram o governo de plantão.

A imprensa se posicionar contra Lula, Dilma e o PT é um fato da democracia. São empresas privadas e podem ter a posição política que quiserem. Contudo, esse consórcio antipetista é integrado por membros do Ministério Público e da Polícia Federal.

Uma dessas autoridades partidarizadas é o delegado Igor Romário de Paula, que acaba deanunciar que “muito provavelmente” as doações da Camargo Correa ao Instituto Lula serão objeto de uma nova investigação da Polícia Federal.

Romário de Paula é um dos delegados da Operação Lava Jato citado em matéria do jornal o Estado de São Paulo de 13 de novembro de 2014 que revelou que “Delegados da Lava Jato” exaltaram o candidato Aécio Neves e atacaram o PT durante a última campanha eleitoral para presidente da República.

 

O que se deduz de tudo isso é que há no Brasil um conluio ilegal e inconstitucional que está destruindo a democracia brasileira, pois o poder de Estado, o poder econômico e grupos políticos tratam de forjar escândalo contra um ex-presidente da República considerado pela maioria do povo brasileiro como o melhor mandatário que o país já teve.
A vitória dessa trama diabólica representa a virtual destruição da democracia brasileira. A partir do uso desses métodos, só terá condições de chegar ao poder e governar o país o grupo político que cair nas graças de grupos de mídia que estão por trás de todo esse processo. Está se desenhando, no Brasil, a primeira ditadura midiática da história.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/06/delegado-tucano-quer-investigar-lula.html

HILLARY CLINTON IMITA LULA:Hillary Clinton imita discurso de Lula para se eleger nos EUA.

15.06.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 14.06.15

Lula faz escola.
Pelos critérios idiotas dos colunistas da Globo e seus colegas de PIG (Partido da Imprensa Golpista), Hillary Clinton se transformou na mais nova ameaça "bolivariana" das Américas.

Pelos critérios do caricato Olavo de Carvalho, e de seus lunáticos seguidores, a ex-secretária de Estado do governo Obama e ex-primeira dama de Bill Clinton, é a mais nova integrante do "Fôro de São Paulo".

Isso porque Hillary deflagrou sua campanha às eleições presidenciais dos EUA, copiando o discurso do ex-presidente Lula. Fala em "um país para todos", critica a concentração de renda nas mãos dos muitos ricos de Wall Street, e diz que seu país precisa que "uma filha de operário possa chegar à universidade", como ocorreu com ela mesma, e como o presidente Lula e a presidenta Dilma falam depois do ProUni, do ReUni e tantos outros programas que levou os pobres e negros brasileiros a terem lugar no banco das universidades com a mesma oportunidade que os brancos mais ricos sempre tiveram.

Hillary mira a classe média trabalhadora estadunidense, o que se formos comparar ao Brasil, equivale ao eleitorado que vai dos pobres, passando pela chamada nova classe média até à parcela da classe média que não é coxinha, e tem consciência de que sem lutar por seus direitos, os ricos conduzem o burro para onde quiserem, nunca deixando o burro alcançar a cenoura.

Quem dera Hillary, além do discurso, viesse a fazer um governo transformador nos EUA como fez Lula no Brasil. Mas é sonhar demais. Se ela vier a ser presidenta o esperado é que dê continuidade ao governo de Obama e ao que fez Bill Clinton, o que não mexe nas grandes estruturas. Ainda assim, são governos que tem mais sensibilidade social para o público interno estadunidense. Na política exterior, as diretrizes imperialistas de qualquer governo dos EUA, seja qual for o presidente, costuma ser a mesma. A única exceção, talvez, tenha sido Jimmy Carter, por isso mesmo sofreu acirrada campanha contra si no PIG estadunidense e não conseguiu se reeleger.

Algumas frases de Hillary, agora, em campanha:
"A democracia não pode ser apenas para os multimilionários e para as grandes empresas".
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"A prosperidade não pode ser apenas para diretores executivos e gestores de fundos de investimento".
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"minha mãe, que nunca foi à universidade, pôde ver a filha na universidade".
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"Meu pai, filho de um operário de fábrica, pôde criar uma pequena empresa".
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"Sou candidata para que a economia esteja a serviço de vocês [dirigindo-se a populares] e de todos os americanos".
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"todo mundo merece a oportunidade de tirar proveito do potencial que Deus lhe deu, este é o sonho que compartilhamos, a batalha que devemos lutar".
Eu já ouvi frases semelhantes a estas, com pequenas variações, ditas por um certo ex-metalúrgico que virou o melhor presidente da história do Brasil e também pela primeira mulher a se tornar presidenta do Brasil.

Depois dessa, FHC e os coxinhas entrarão em crise existencial. Os olavetes (seguidores do ex-astrólogo Olavo de Carvalho) passarão a atacar mais Hillary.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/06/hillary-clinton-imita-discurso-de-lula.html