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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Camargo Correa doou até aeroporto a FHC, mas não pode doar a Lula

10.06.2015
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

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Estadão e Folha de São Paulo divulgaram informação repassada pela notória banda antipetista da Polícia Federal cujo objetivo é, claramente, o de manchar a biografia do ex-presidente Lula e, assim, enfraquecê-lo politicamente, por temor de que se candidate à sucessão de Dilma Rousseff.

As matérias desses jornais relatam doações ao instituto Lula que empresas privadas fazem comumente a ex-presidentes. José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, com ajuda da iniciativa privada, criaram institutos após deixarem o poder e nunca ninguém implicou com eles.

O instituto FHC, por exemplo, foi inaugurado em 2004 com um acervo de mais de 10 mil livros e um caixa de cerca de R$ 10 milhões.

Desde que deixou a Presidência da República, em janeiro de 2003, FHC se dedicou a arrecadar recursos para criação de seu instituto. Chegou a promover um jantar do qual participaram banqueiros e empreiteiros.

O instituto Fernando Henrique Cardoso ainda ganhou dos empresários um andar inteiro em um antigo prédio do centro de São Paulo, onde funcionava o Automóvel Clube. Um imóvel de 1.000 m2 com biblioteca e auditório.

Segundo reportagem da revista IstoÉ publicada em 1999, quando FHC ainda era presidente, a fazenda que ele e Sergio Motta compraram em sociedade no município mineiro de Buritis ganhou da mesma Camargo Correa que a mídia acusa de fazer doação ao Instituto Lula, “Um presente que todo fazendeiro gostaria de ter”.

A revista relatou que “Em vez de avançar a cerca sobre a propriedade alheia, como de hábito no meio rural”, a Camargo Corrêa mantinha “sempre aberta a porteira” que separava sua fazenda da “gleba presidencial”.

Haveria, à época, um “intenso movimento entre as duas propriedades”, as fazendas de FHC e da Camargo Correa”, com “pessoas saindo da fazenda Córrego da Ponte, de FHC, entrando na Pontezinha, da Camargo Corrêa, e voltando à Córrego da Ponte”.

Para a revista, a “atração na Pontezinha” era “uma ampla pista de pouso” que costumava “receber mais aviões tripulados pela corte do presidente do que jatinhos de uma das maiores empresas do País”.

“Nunca vi avião nenhum da Camargo Corrêa pousando ali. Mas da família de Fernando Henrique não para de descer gente”, teria relatado o fazendeiro Celito Kock, vizinho de FHC e Camargo Correa.

A pista construída na fazenda da empreiteira tinha 1.300 metros de comprimento e 20 metros de largura, asfaltados. E estacionamento com capacidade para 20 pequenas aeronaves.
À época, a pista foi avaliada em R$ 600 mil e começou a ser construída no dia 1º de julho de 1995 e foi concluída em 30 de setembro daquele ano.

A reportagem da IstoÉ ainda relatou, à época, que, apesar de ter os equipamentos necessários para a obra, a Camargo Corrêa encomendara serviço à Tercon – Terraplanagem e Construções, que, meses antes, fora contratada pela Camargo Corrêa para fazer a ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília

Por fim, a reportagem em questão relatou que “Dois habitués na pista da Pontezinha”, fazenda da Camargo Correa contígua à fazenda de FHC, eram Luciana Cardoso, filha do então presidente da República, e seu marido, Getúlio Vaz.

Detalhe: isso ocorreu enquanto FHC era presidente da República e tinha a caneta que contratava empreiteiras. A assessoria de imprensa da Presidência da República, inclusive, confirmou, à época, a utilização da pista pelos familiares do presidente.

Fatos como os supracitados jamais geraram reportagem alguma dos jornalões supracitados. A imprensa desprezou solenemente todas as doações de banqueiros e empreiteiros ao instituto FHC. Sempre. E foram muitos milhões.

Após FHC deixar o poder, seu Instituto chegou a ganhar um programa na TV Cultura. E, como se não bastasse, recebeu doação de 500 mil reais da Sabesp. Além das milionárias doações privadas, o Instituto FHC recebeu DINHEIRO PÚBLICO!

Nunca houve qualquer questionamento da imprensa.

Mas o Instituto Lula não pode receber doações privadas. Vira escândalo.

O pior é que as reportagens da Folha e do Estadão não relatam nem sequer investigação da Polícia Federal sobre a doação da Camargo Correa ao Instituto Lula. A banda antipetista da PF deparou com essas doações e repassou a informação à imprensa com o único objetivo de constranger o ex-presidente e gerar boatos.

O Instituto Lula divulgou as perguntas do Estadão, na íntegra, e a resposta que deu. Confira, abaixo.

Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

Perguntas enviadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

1) A que se referem os pagamentos da empresa Camargo Corrêa para o Instituto Lula e para o LILS? Que serviços eleitorais o Instituto prestou?

2) Os serviços prestados pela LILS são referentes a palestras do ex-presidente Lula? Há registros?

3) Por que o Instituto Lula emite bônus eleitorais como em 2012?

4) Os serviços prestados têm relação com contratos da Petrobrás?

5) As doações/contribuições/bônus pagos têm relação com o PT?

Resposta do Instituto Lula

Recebemos nesta terça-feira (9), do jornal O Estado de S. Paulo, às 17h14 com prazo de resposta até as 19h30, às perguntas abaixo. Segue a íntegra da resposta e depois as perguntas enviadas pelo jornal.

“Os valores citados no seu contato foram doados para o Instituto Lula para a manutenção e desenvolvimento de atividades institucionais, conforme objeto social do seu estatuto, que estabelece, entre outras finalidades, o estudo e compartilhamento de políticas públicas dedicadas à erradicação da pobreza e da fome no mundo. A Camargo Corrêa já manifestou publicamente que apoiou o Instituto, em resposta a matéria de 2013 da Folha de S. Paulo:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/03/1250451-instituto-diz-que-objetivo-de-lula-e-o-interesse-da-nacao.shtml. 

Os três pagamentos para a LILS são referentes a quatro palestras feitas pelo ex-presidente, todas elas eventos públicos e com seus respectivos contratos.
O Instituto Lula não prestou nenhum serviço eleitoral, tampouco emite bônus eleitorais, o que é uma prerrogativa de partidos políticos, portanto deve ser algum equívoco. 

Essas doações e pagamentos foram devidamente contabilizados, declarados e recolhidos os impostos devidos.

As doações ao Instituto Lula e as palestras do ex-presidente não têm nenhuma relação com contratos da Petrobrás.”
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/06/camargo-correa-doou-ate-aeroporto-a-fhc-mas-nao-pode-doar-a-lula/

João Eduardo Cruz: Por que não vou boicotar nada

10.06.2015
Do portal GOSPEL PRIME
Por  João Eduardo Cruz

Eu quero que as pessoas vejam em mim um abrigo, um socorro, não quero que me tenham como inimigo.
 
 
    Por que não vou boicotar nada


Me perguntaram sobre boicotar determinada empresa de cosméticos de acordo com a sugestão de um renomado pastor após esta ter produzido um comercial de TV onde se via casais de namorados gays se encontrando.

Confesso que não posso fazê-lo, não porque seja consumidor ferrenho de tais produtos, ou militante da causa gay, muito pelo contrário, mas é que Jesus me ensinou a tolerância, a sentar com os pecadores dando-lhes assim a possibilidade de verem em mim alguma esperança.

Eu quero que as pessoas vejam em mim um abrigo, um socorro, não quero que me tenham como inimigo, como Jesus ensinou, eu estou no mundo para fazer amigos, e que estes possam conhecer meu grande e melhor amigo, Jesus.

Quero a proximidade de todos os pecadores, gays e heteros, bêbados e abstêmios, drogados e caretas, prostitutas e senhoras de família, religiosos de todas as religiões, felizes e infelizes, pobres e abastados, carentes e bem amados, crentes e descrentes, gente de igreja e gente que foge dela.

Enfim, sou discípulo de Jesus, quero oferecer vida, não estou em guerra contra ninguém, minha luta não é “contra a carne nem contra o sangue”. Quero que a mensagem do Mestre se cumpra em mim “Quem tem sede venha”, que eu possa ser instrumento dele para levar todos a fonte de água viva.

Antes de ver o pecado e um pecador eu vejo uma vida necessitada de graça e misericórdia. Me chamem de tolo, parafraseando John Lennon “Talvez eu não seja o único”.

Quanto à influência para a nossa sociedade, e em particular para as nossas crianças, de determinados comportamentos propagados pela mídia, isso sempre haverá para o bem ou para o mal, por isso Jesus nos conclamou a sermos Sal da terra e Luz do mundo, ou seja, também podemos influenciar crendo sempre que “Maior é o que está em nós do que aquilo que está no mundo”.

E essa história de que querem massificar uma ideia para que ela se torne normal, meus irmãos paciência, o pecado só será normal para quem não conhece a Palavra de Deus.

Para estes o divórcio, a desonestidade, a mentira, o egoísmo, o desrespeito aos pais e as autoridades governamentais, são vistos como normais e nem precisam ser massificados pela mídia para convencê-los disso, porque faz parte da natureza caída do ser humano.

Nós que cremos na Palavra de Deus sabemos o que é certo e nunca seremos convencidos do contrário, o Espírito Santo é quem nos convence do pecado, da justiça e do juízo e não o que nos for imposto pela sociedade corrompida e mergulhada no pecado.
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Fonte:http://artigos.gospelprime.com.br/por-que-nao-vou-boicotar-nada/

O transsexual e a negação do Sacrifício de Cristo

10.06.2015
Do portal GOSPEL PRIME
Por Fernando Henriques

O “fogo do Céu” já desceu


O “fogo do Céu” já desceuSobre o caso da “mulher” (na verdade era um transsexual – homem que, por algum estranho motivo, passa a se identificar como mulher) que desfilou exposta em uma cruz na 19º (!) Parada Gay de São Paulo, realizada no último domingo (07/06/2015):

Li alguns cristãos relembrando Sodoma e Gomorra, afirmando que fogo do Céu descerá e consumirá aqueles que escarneceram do Senhor. Bom, na verdade fizeram bem mais que escarnecer, tripudiaram do sacrifício que aboliu todos os sacrifícios, que rasgou o véu e possibilitou que os próprios escarnecedores pudessem se achegar a Deus, ao verdadeiro Deus. O episódio é emblemático por dois motivos:

1) Simboliza a total negação, da parte deles, escarnecedores, da própria necessidade daquele sacrifício. Não querem ser salvos, não acreditam precisar de salvação e por isso mesmo tripudiam de ato tão sublime;

2) Sabia Jesus, claro, que futuramente o fariam, que, dois mil anos depois, seu sofrimento seria ironizado em público por aqueles a quem quis salvar, fato que só engrandece seu sacrifício na cruz.

Jesus cumpriu seu papel e possibilitou que até mesmo seus carrascos e escarnecedores do Século XXI pudessem ser salvos. Mas eles não querem “salvação”, preferem o comportamento zombeteiro, preferem zombar daquilo que é mais sagrado. Se cremos em livre arbítrio, haveremos de entender que estão em seu direito de renegar a Deus.

Aos irmãos que clamam por fogo, gostaria de lembrar que, primeiro, não foi a primeira vez que a zombaria deles chegou até Jesus, sendo, sim, a pior delas. Mas não a primeira (sempre há nas tais paradas a representação de Jesus como gay, da parte de um ou outro participante). Ainda não tinham posto alguém numa cruz, ok, mas já haviam feito mil e uma outras sandices envolvendo símbolos cristãos.

Lembro-lhes do episódio em que santos católicos foram representados como homossexuais. 

Então, fica difícil dizer que, dessa vez, superaram todos os limites. Essa turma simplesmente não tem limites a serem superados, não conhece barreiras, seja na seara do desejo — sexual mesmo –, seja no convívio social e respeito ao próximo. Lembro-lhes também do fatídico episódio da santa enfiada no ânus de uma manifestante na Marcha das Vadias que ocorreu em paralelo a JMJ (Jornada Mundial da Juventude, a Copa do Mundo dos católicos, realizada naquela ocasião no Rio de Janeiro), em 2013, para desvirtua-la.

Não foi na Parada Gay, eu sei, mas numa “prima” sua, a Marcha das Vadias. Sim, este nobilíssimo evento encabeçado por mulheres super legais que reivindicavam nada mais que o direito de serem chamadas de vadias sem maiores implicações. Enfim, alguém duvida que sejam as mesmas pessoas, ou os mesmos perfis de pessoas que frequentam ambos os eventos? Eu não.

Então, essa turma não é de hoje que ironiza, macula e perverte tudo aquilo que é cristão, que envolve o Cristianismo, somente porque tal cultura reprova cabalmente seus atos libidinosos. 

São hedonistas em uma busca irrefreável por prazer, com o upgrade de não quererem ouvir nenhuma crítica a essa busca, seus métodos e ações. E não é de hoje também que algum “fogo do Céu” desce sobre eles, caros. Reparem.

O fogo que consumiu Sodoma e Gomorra o fez rapidamente, minimizando o sofrimento daquelas gentes que preferiam ter relações com um anjo identificado em forma masculina do que com uma jovem virgem. Os sodomitas de hoje não têm a mesma “sorte”. Assim como fizeram um upgrade em suas buscas por prazer e perderam qualquer limite ou respeito que talvez um dia tiveram, para com o Pai, houve também um upgrade em suas “recompensas”.

Ora, o que seria pior do que ter de passar por um processo sofrido e imundo como a penetração anal para ter prazer? Ou, sendo mulher, conviver sexualmente sem a presença de um falo orgânico, numa relação de prazer eternamente incompleto? O que seria pior do que não ter a possibilidade de gerar um filho seu, com seu sangue, com aquele a quem chama de “Amor”, e isto por escolha própria? O que seria pior, ainda, do que viver em busca de aprovação, tendo que chocar para ser visto, numa relação de respeito “forçado” com a sociedade, que teme ofendê-los?

Caros, o “fogo do Céu” já consome estes zombeteiros a muito e eles nem perceberam, o que é pior do que ser transformado em cinzas em um segundo.
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Fonte:http://artigos.gospelprime.com.br/o-fogo-do-ceu-ja-desceu/

FHC QUER ENGANAR QUEM? O sonho de tantos brasileiros: Comprar uma fazenda por 20 dólares

10.06.2015
Do blog BRASIL29

SedeFazenda2

A fazenda Córrego da Ponte, cenário do confronto entre o presidente da República (FHC) e o governador de Minas (Itamar Franco),  já custou 20 dólares.

(A matéria foi publicada no ano 2000 pela portal jurídico CONJUR)

Pelo menos é o que consta do Registro Geral de Imóveis de Unaí (MG), onde se informa que o imóvel pertence à Agropecuária Córrego da Ponte Ltda, cujos sócios são Jovelino Carvalho Mineiro Filho, Luciana Cardoso e Beatriz Cardoso.

A fazenda que está sendo protegida pelo Exército, foi comprada por FHC e seu sócio, Sérgio Motta (ex-ministro das comunicações), segundo o cartório, por 2 mil dólares, e, em seguida, foi vendida para uma empresa deles por 20 dólares.

O proprietário anterior a FHC adquiriu as terras, em 1981, por 140 mil dólares.

Diante da curiosa transação, FHC alegou que a fazenda havia sido comprada, na realidade, por 50 mil dólares e que o negócio havia sido registrado em um ‘contrato particular’.

Em 1994, os dois sócios afirmaram que o valor atualizado da fazenda era 400 mil dólares.

Na época, a revista Isto É publicou reportagem informando que FHC havia driblado a Receita Federal e utilizado receitas não declaradas. Ele negou as acusações, alegando que eram acusações infundadas produzidas pela oposição.

A construção da sede nababesca da fazenda

No site do arquiteto contratado podemos ver a suntuosidade das instalações. Luiz Gaudenzi, que é conhecido internacionalmente e admirado por celebridades, classifica o projeto como 

” RESIDENCIAL FAZENDA FHC – BURITIS – MG  “

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Fonte:http://br29.com.br/o-sonho-de-tantos-brasileiros-comprar-uma-fazenda-por-20-dolares/

E AGORA FHC? Camargo também fez doação ao Instituto FHC

10.06.2015
Do portal BRASIL247

247 – A construtora Camargo Corrêa foi uma das 12 empresas brasileiras e estrangeiras que doaram R$ 7 milhões ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para a criação do instituto que leva seu nome. Esse dinheiro foi arrecadado pessoalmente por FHC num jantar no Palácio da Alvorada – pago com dinheiro público – em novembro de 2002, quando ele ainda exercia o cargo de presidente da República.

Além de receber dinheiro de bancos, empreiteiras e de outras empresas, o Instituto FHC recebeu, em 2006, R$ 500 mil da Sabesp, uma empresa pública controlada pelo governo do PSDB de São Paulo (confira aqui). 

A fundação do tucano também utiliza a Lei Rouanet para captar doações a seus projetos, com abatimento no imposto de renda, e conseguiu aprovar um limite de R$ 10 milhões em 2006. Ou seja: o Tesouro brasileiro também banca o Instituto FHC.

Atualmente, o principal “parceiro” do instituto tucano é a Fundação Brava – criada pelo empresário Beto Sicupira, com sede em Delaware, um paraíso fiscal nos EUA. Outro patrocinador frequente das palestras de FHC é o Banco Itaú. A Telefónica de Espanha, que abocanhou o filé da privatização do sistema Telebrás, patrocina o Museu das Telecomunicações do Instituto.

O jantar em que FHC passou o chapéu entre empresários amigos foi descrito em detalhes pela revista Época. Além de Luiz Nascimento, da Camargo Corrêa, participaram Jorge Gerdau (Grupo Gerdau), David Feffer (Suzano), Emílio Odebrecht (Odebrecht) e Pedro Piva (Klabin), entre outros empresário (confira a cópia em cache, pois o link original para a matéria foi retirado do ar.

Noite de gala

Sem se escandalizar com o jantar de arrecadação ocorrido em pleno Palácio da Alvorada, Época retratou o evento como uma "noite de gala". Leia, abaixo, um trecho da reportagem de Gerson Camarotti:

Foi uma noite de gala. Na segunda-feira, o presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu 12 dos maiores empresários do país para um jantar no Palácio da Alvorada, regado a vinho francês Château Pavie, de Saint Émilion (US$ 150 a garrafa, nos restaurantes de Brasília). Durante as quase três horas em que saborearam o cardápio preparado pela chef Roberta Sudbrack - ravióli de aspargos, seguido de foie gras, perdiz acompanhada de penne e alcachofra e rabanada de frutas vermelhas -, FHC aproveitou para passar o chapéu. Após uma rápida discussão sobre valores, os 12 comensais do presidente se comprometeram a fazer uma doação conjunta de R$ 7 milhões à ONG que Fernando Henrique Cardoso passará a presidir assim que deixar o Planalto em janeiro e levará seu nome: Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC).
O dinheiro fará parte de um fundo que financiará palestras, cursos, viagens ao Exterior do futuro ex-presidente e servirá também para trazer ao Brasil convidados estrangeiros ilustres. O instituto seguirá o modelo da ONG criada pelo ex-presidente americano Bill Clinton. Os empresários foram selecionados pelo velho e leal amigo, Jovelino Mineiro, sócio dos filhos do presidente na fazenda de Buritis, em Minas Gerais, e boa parte deles termina a era FHC melhor do que começou.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/184415/Camargo-tamb%C3%A9m-fez-doa%C3%A7%C3%A3o-ao-Instituto-FHC.htm