terça-feira, 26 de maio de 2015

Fernando Morais e as babás que não têm nome

26.05.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

babas
No Facebook, o escritor Fernando Morais chama a atenção para o “infográfico” que  O Globo publica na cobertura – que virou novela – do acidente – felizmente sem graves consequências – do apresentador Luciano Huck e sua família.
Como você vê, todas as pessoas que estavam no avião e que correram riscos iguais não são iguais.
A família Huck e os pilotos têm nome, as babás, não, embora, provavelmente, tenham pais, mães, irmãos e, talvez, filhos.
Não se chamam Helena, Maria, Antônia, nem mesmo Cleide ou  Dilcéia.
Aliás, em poucos lugares, entre eles o boletim médico da Santa Casa, pode se saber que se chamavam Marciléia Garcia e Francisca Mesquita.
Embora suas vida valham tanto quanto a de qualquer outro, que merece ser identificado por seu nome.
O anonimato das babás é um ato falho do pensamento elitista que toma conta, inconscientemente, de nossos profissionais de imprensa.
Como toma conta das mentes de todos os que orbitam a elite dominante, seja econômica, seja (aspas necessárias) “culturalmente”.
Quem puder achar, leia o livro “A história de Garabombo, o Invisível”, do magnífico Manoel Scorza, peruano que se dedicou a contar a vida e a luta dos descendentes dos pré-colombianos do altiplano andino.
E como e por que era invisível aquele índio, que servira, porém,  ao Exército peruano, onde acabara, por motivo fútil, mofando numa prisão?
− Não me viram. − Mas eu vejo você! − É que você tem nosso sangue, mas os brancos não me vêem. Passei sete dias sentado na porta da repartição. As autoridades iam e viam, mas não olhavam para mim. (…) Na prisão, compreendera a verdadeira natureza de sua doença. Não o viam porque não queriam vê-lo. Era invisível como eram invisíveis todas as reclamações, os abusos e as queixas.
Talvez, porém, eles tenham um momento em que são vistos: aquele em que votam.
E, por isso, neste momento, não lhes são indiferentes. Mas são odiados.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=27036

Brasil, um país desconhecido pelos brasileiros

26.05.2015
Do portal da Agência Carta Maior, 25.05.15
Por Najar Tubino

Um Brasil desconhecido de grande parte da população é tratado pela FAO como um caso de relevância internacional no combate à fome.  

Mateus Pereira/Secom
É um fato concreto que a versão veiculada pela mídia sobre o que acontece no país é totalmente desvirtuada e dirigida, segundo seus interesses empresariais e familiares. Em relação às políticas públicas voltadas para o combate à fome e a produção de alimentos pela agricultura familiar, que engloba trabalhadores e trabalhadoras assentadas, quilombolas, ribeirinhos, indígenas e o povo marginalizado há décadas nos nove estados nordestinos e o norte de Minas Gerais, que formam o semiárido. No final do ano passado a FAO, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, lançou pela primeira vez o relatório sobre Segurança Alimentar e Nutricional inteiramente sobre um país, no caso, o Brasil. O documento começou a circular este ano, e têm versões em português, espanhol e inglês. Internamente a notícia veiculada rapidamente dava conta que o Brasil tinha saído do Mapa da Fome.
 
A FAO monitora mais de 180 países nos quesitos sobre insegurança alimentar. E o Brasil, desconhecido de grande parte da população, é tratado como um caso de relevância internacional, que passou a ser um exemplo e copiado por muitos outros países por suas políticas adotadas no combate à fome e a produção de alimentos pela agricultura familiar. Como esclareceu o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic:
 
Prioridade para segurança alimentar é política
 
“- A conjuntura do Brasil é caracterizada pela consolidação e institucionalização de políticas bem sucedidas de combate à fome e de promoção da segurança alimentar e nutricional (SAN), norteados pelo Direito à Alimentação Adequada, da ONU. O Brasil cumpriu e ultrapassou os Objetivos do Milênio no que diz respeito à redução da pobreza e da fome”.
 
A questão não é técnica e sim política, como define a própria Lei 11.346/2006, que é a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, onde está definido o significado de tudo isso:
 
“- É a realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras da saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam social, econômica e ambientalmente sustentáveis. Não é um conceito técnico, é um conceito político, construído com intensa participação social”, escreve o dirigente da FAO no Brasil.
 
Brasil referência internacional
 
Por que o caso brasileiro se destaca, pergunta Alan Bojanic?
 
Por vários motivos: combate à fome como prioridade de Estado, sistema de governança da SAN, perspectiva do Direito Humano à Alimentação Adequada, processo participativo e intersetorial, políticas públicas articuladas e programas bem desenhados, monitoramento da SAN e convergência com a discussão internacional.
 
As ações funcionam em rede, tanto os programas sociais como o Bolsa Família, que em 2013 alcançou R$25 bilhões e atendeu 13,8 milhões de pessoas, mas todas as outras ações de apoio à agricultura familiar, como o PRONAF e os Programas de Aquisição de Alimentos e da Merenda Escolar, que no total somaram R$78 bilhões em 2013. Segue outro trecho do relatório Segurança Alimentar e Nutricional – Um Retrato Multidimensional, da FAO:
 
“- O Brasil já é hoje uma referência internacional de combate à fome. As experiências exitosas como transferência de renda, compras diretas para aquisição de alimentos, capacitação técnica de pequenos agricultores, entre outras, estão sendo transferidas para outros países. Os gastos sociais aumentaram mais de 128% entre 2000 e 2012 e a parcela no PIB aumentou 31%. O Bolsa Família que atingiu R$25 bilhões em 2013 e atendeu 13,8 milhões de famílias, sendo que o depósito é feito em nome da mãe preferencialmente e exige que as crianças permaneçam na escola e visitem os serviços de saúde.”
 
Estrutura fundiária concentrada
 
As famílias em situação de extrema pobreza, que foram o foco do programa Brasil Sem Miséria, lançado em 2011, e tornaram possível que estas famílias recebam um mínimo de renda per capita de US$1,25 por dia, segundo o relatório, retirou desta situação 22 milhões de brasileiros. Os investimentos em políticas que apoiam os agricultores familiares aumentaram 10 vezes em 10 anos, caso do PAA chegou a R$1,3 bi em 2013 e o PNAE atingiu 43 milhões de estudantes, no mesmo ano. Outra política pública ressaltada pela FAO: o acesso à terra, com a distribuição de 50 milhões de hectares a mais de 600 mil famílias nos último 10 anos, contando até 2012. Os números totais hoje em dia chegam a quase um milhão de famílias assentadas e 80 milhões de hectares.
 
Por fim, o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizado em conjunto com a sociedade civil, está vinculado ao orçamento federal e um sistema bem estruturado de monitoramento multidimensional de segurança alimentar e nutricional. O Brasil é um país mundialmente importante na produção agrícola e diversidade de alimentos. Por outro lado, aspectos como a estrutura fundiária concentrada e a sustentabilidade do sistema adotado e o equilíbrio entre produção de commodities direcionadas para o mercado internacional e de alimentos para o consumo interno têm reflexos importantes na Segurança Alimentar e Nutricional da população e alguns grupos específicos.
 
Consumo excessivo de agrotóxicos e transição agroecológica
 
O relatório cita o fato do país ser líder na produção de laranja, cana e café, ocupar a segunda posição em soja, feijão e carne bovina, o terceiro em abacaxi e milho, o quarto na produção de leite de vaca e o quinto em limão e banana.
 
“- Ao mesmo tempo ainda existe uma parte da população em situação de insegurança alimentar, o que mostra que a quantidade de produção de alimentos de um país não se configura como um fator determinante no combate à fome. O mesmo ocorre nos Estados Unidos, também entre os maiores produtores de alimentos, onde quase 15% da população estão em situação de insegurança alimentar, sendo 5,7% em situação de insegurança alimentar grave”.
 
O relatório também registra que apenas metade das terras indígenas no país estão regularizadas e que apenas 10% dos quilombos identificados pela Fundação Palmares possuem título de terra. E faz o alerta para o consumo excessivo de agrotóxicos pela população brasileira.
 
“- Um terço dos alimentos consumidos na mesa dos brasileiros é contaminado por agroquímicos, sendo que mais de um quarto com substâncias proibidas para consumo no Brasil.”
 
Os avanços na democratização do acesso à terra em determinadas regiões e os modelos produtivos e de promoção da transição agroecológica, além da importância econômica da agricultura familiar, são questões que o Brasil precisa avançar, ainda conforme o relatório.
 
Dinheiro do PRONAF continuará o mesmo
 
Na semana passada a Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (CONTAG) e seus quatro mil sindicatos espalhados no território brasileiro realizaram o 21º Grito da Terra com 80 mil pessoas mobilizadas. Os representantes da CONTAG se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff e apresentaram uma pauta com 170 itens que foi respondida pelo governo federal. Neste encontro, o presidente da CONTAG, Alberto Broch disse à presidenta:
 
“- Não tenha medo de mexer no cofre dos grandes empresários, das mineradoras, mas não mexa nas populações rurais. Não mexa na reforma agrária”.
 
O Plano Safra da Agricultura Familiar será lançado no dia 15 de junho e deverá manter o patamar de R$25 bilhões para custeio e investimentos. O governo federal também se comprometeu a dirigir as compras públicas cada vez mais na direção da agricultura familiar. Também se comprometeu a entregar 10 mil moradias no Programa Minha Casa, Minha Vida Rural no próximo mês, uma da das reivindicações da CONTAG.
 
Sobre a reforma agrária, a secretária executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Maria Fernanda Coelho esteve reunida no sábado, dia 23, em Recife, com os representantes da Federação dos Trabalhadores e trabalhadoras rurais – FETAPE – e anunciou que o governo federal vai assentar 120 mil famílias até 2018 – em condições qualificadas de luz, água, moradia, crédito e assistência técnica.
 
100 mil mulheres em agosto na capital federal
 
Em Recife ocorreu uma das maiores manifestações do Grito da Terra com cinco mil participantes. Eles caminharam até a sede do governo estadual, pois desde 2013 existe uma lei no estado que define ações em apoio ao povo do semiárido que até agora não receberam nenhuma resposta ou iniciativa do executivo. Os 179 sindicatos pernambucanos também reivindicam R$30 bilhões para o PRONAF e outros 20 bilhões para outros programas. Nas ruas da capital eles anunciaram o que a população brasileira precisa saber:
 
“- Quem coloca alimento na mesa da cidade precisa de apoio da sociedade”.
 
A FAO divulgou ainda nos últimos dias o relatório mundial sobre a fome, onde 805 milhões de pessoas passam por esse sacrifício todos os dias. No caso da África, um em cada quatro habitantes. Entretanto, mesmo sendo referência internacional o Brasil segue um desconhecido para os seus habitantes, porque aqui o único problema existente é a corrupção. E mais nada. Também não ficará sabendo que na última semana deste maio de 2015 acontece a Semana dos Alimentos Orgânicos com ações oficiais em 20 estados. Mas certamente vai ficar sabendo quem nos dias 11 e 12 de agosto 100 mil mulheres desfilarão pelas ruas de Brasília na 5ª Marcha das Margaridas. Essa vai ficar difícil de esconder. 
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Fonte:http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Brasil-um-pais-desconhecido-pelos-brasileiros/4/33569

PF NÃO VAI CHAMAR ARMÍNIO FRAGA PARA EXPLICAR FRAUDE BILIONÁRIA CONTRA O REAL FEITA PELO BANCO QUE ELE REPRESENTA NO BRASIL?

26.05.2015
Do BLOG DO MELLO,22.05.15
Por Antonio Mello

Resultado de imagem para arminio fragaManobras ilegais feitas por alguns dos maiores bancos do mundo provocaram valores artificiais em algumas moedas, inclusive o Real, fraudando o mercado.

Entre esses bancos fraudulentos está o J.P.Morgan, cujo principal representante no Brasil é Armínio Fraga, o homem que jogou os juros a 45% ao ano no governo FHC e que seria o todo poderoso na área econômica de Aéreo Neves.

Os bancos fraudaram o mercado e deram prejuízos incalculáveis a vários países, inclusive o nosso, sendo por isso multados um US$ 5 bilhões.
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Documento do órgão supervisor do Departamento de Serviços Financeiros de Nova York (DFS) mostra que negócios com a moeda brasileira em 2009 foram alvo da ação de operadores que queriam influenciar preços para aumentar lucros. "Operadores de câmbio envolvidos no mercado entre o dólar dos Estados Unidos e o real do Brasil conspiraram juntos para manipular os mercados", diz o termo de compromisso de cessação de prática (consent order, em inglês) que envolve o Barclays. 

O termo foi assinado na terça-feira, dia 19, pelo conselheiro geral do banco britânico, Robert Hoyt. A investigação analisou especialmente negócios realizados entre 2008 e 2012 e afirma que a manipulação com a moeda brasileira usava procedimentos "mais diretos" que os adotados em outros mercados, como o que negocia euros. Segundo a autoridade norte- americana, operadores "concordavam em boicotar corretores locais para reduzir a competição". Com menor concorrência, seria mais fácil influenciar a oscilação dos preços no mercado. 
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Armínio Fraga, que estaria pilotando nossa economia, caso Aéreo Neves vencesse a eleição, é o principal nome de um dos bancos fraudadores no Brasil.

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Armínio Fraga pode e deve ser considerado como o mais internacionalizado quadro formado pelo neoliberalismo brasileiro, combinando de forma muito exitosa cobiça com poder político. Se em 1985 foi economista-chefe do Banco de Investimentos Garantia, nos dois anos seguintes já era vice-presidente do Salomon Brothers em Wall Street.

De modo típico, em um mundo em que informação é poder e dinheiro, de 1991 a 1992 Armínio foi diretor do Departamento de Assuntos Internacionais do Banco Central brasileiro. Deste posto estratégico, retornou para um posto chave em Wall Street: por seis anos, dirigiu os fundos de alto risco nos países emergentes do mega-especulador George Soros. Daí, em meio à grave crise financeira, que levaria o país ao FMI no início do segundo governo FHC, retornou para a presidência do Banco Central em março de 1999. 

Ninguém melhor do que ele para ser um fiador perante os capitais financeiros especulativos internacionais de que as políticas cambial e monetária seriam inteiramente ajustadas aos interesses neoliberais. Mas a sua carreira política foi interrompida, então, pela vitória de Lula nas eleições presidenciais de 2002. 

Voltou, então, novamente, mais graduado para o mundo da especulação financeira, formando a Gávea Investimentos. Foi este banco especulativo, que geria uma carteira de 10 bilhões de reais, que foi vendido após seis meses de negociação em 2010 para o J.P. Morgan por cerca de R$1,3 bilhões de reais. Armínio recebeu a metade do pagamento pela venda e se comprometeu a trabalhar até 2015 para o J.P. Morgan, quando receberia a segunda parcela. 
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Por que, repito, Armínio Fraga não é chamado para uma "delação premiada", que está tão na moda, e nomeia os que prejudicaram nosso país, confessando talvez, até, sua participação no esquema?

Links:

www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FPolitica%2FUm-escandalo-chamado-Arminio-Fraga%2F4%2F32078

m.economia.estadao.com.br/noticias/geral,cotacao-do-real-sofreu-manipulacao-em-esquema-global,1691803
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Fonte:http://blogdomello.blogspot.com.br/2015/05/pf-nao-vai-chamar-arminio-fraga-para.html

Todos são dignos de perdão

26.05.2015
Do portal GOSPEL PRIME
Por Dionatan Oliveira

Todos são dignos de perdão 
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. 1 Coríntios 13:13
Todos são dignos de perdão. Hoje, você já demonstrou o que é o amor, para quem te persegue, te maltrata, ou fala mal de você?

Diante destes “inimigos”, qual seria a arma mais poderosa?

Seria a #fé que você tem?

Seria seu estado de espírito, funfamentado na #esperança?

Ou,seria o #amor que converte ódio em constrangimento?

Ei, lhe faço uma pergunda:

Quer enfraquecer os sentimentos de ódio que geram brigas, contendas, discórdias?

Apenas demonstre AMOR!

Sim, eu sei, hipócrita seria eu, se discordasse de que é difícil amar quem apenas nos quer mal, e quão difícil é amar aquele(a) que só nos faz mal.

Mas, lembramos do que Jesus disse:

Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. Lucas 6: 27-28

Que aproveito teria amar apenas aqueles que nos faz bem? Demonstrar amor ao nossos inimigos são os ensinamentos do nosso amado Jesus. Eu e você morremos tentando seguir e praticar todos os ensinamentos que o Senhor nos ensinou. Deus é contigo, peça o Senhor que derrame amor em seu coração. Mesmo que seja difícil ao seu ver, mas o Senhor lhe dará a graça necessária, e no final, o nome do Senhor, através de sua ação será GLORIFICADO!

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 1 João 4:8

Deus abençoe.
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Fonte:http://artigos.gospelprime.com.br/todos-sao-dignos-de-perdao/

Investigação que cita Richa dá origem para para exploração sexual de menores

26.05.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Investigação que cita Richa dá origem a outros dois casos


Suspeito num esquema de corrupção no Paraná, um auditor fiscal levou os investigadores à descoberta de um outro crime: uma rede de servidores e empresários para exploração sexual de menores.Em seguida, um dos envolvidos no novo caso acabou ajudando na apuração de uma fraude numa licitação de veículos oficiais, vencida por um homem que se apresentava como primo do governador Beto Richa (PSDB).

Chefiadas pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime), as três investigações se cruzam, misturando sexo, corrupção e pessoas muito próximas a Richa.

A Operação Publicano, a dos auditores, é a mais robusta. Os auditores, diz o Gaeco, escolhiam uma empresa para ser "trabalhada". Avisavam sobre dívidas tributárias e ameaçavam com multas altíssimas. Ofereciam, então, uma saída: propina. "Os que não aceitavam [pagar] recebiam retaliações. Quem aceitava não era autuado, ou recebia uma multa bem menor", afirma o promotor Jorge Barreto.

Os valores variavam conforme o porte da firma, podendo passar de R$ 300 mil. Há ao menos 62 envolvidos, entre auditores e empresários.

Um dos envolvidos, Luiz Antônio de Souza, deu início a outro caso. Grampeado, descobriu-se que ele também atuava numa rede de exploração sexual infantil. Ele foi preso em flagrante no motel com uma menina de 15 anos.

Nesse caso, que envolvia meninas de 13 a 17 anos, há 18 inquéritos concluídos e outros seis em curso. "São situações que envolvem pessoas consideradas acima de qualquer suspeita, conhecidas na cidade", diz o delegado Alan Flore. O caso corre em segredo.

CAMPANHA

Em delação, Souza disse que o esquema dos auditores abasteceu a campanha de Richa à reeleição com ao menos R$ 2 milhões. O tucano nega. Chama de calúnia as denúncias que envolvem seu nome.

Barreto, o promotor, diz que as investigações estão no início e que não é possível dizer se Richa sabia das fraudes.

Além de Souza, só a auditora Ana Paula Lima continua presa. Ela é mulher de Márcio de Albuquerque Lima, ex-companheiro de corrida de Richa e ex-chefe de fiscalização do fisco, citado como líder do esquema.

Também a partir da Publicano surgiu a Operação Voldemort, referência ao vilão dos livros de Harry Potter, cujo nome, amaldiçoado, não podia ser falado. O pivô é o empresário Luiz Abi Antoun, primo de Richa (o tucano diz que o parentesco é distante).

Ele é acusado de formar organização criminosa, de falsidade ideológica e de fraudar licitação. De acordo com a denúncia, o grupo desviou recursos ao obter ilegalmente contratos para a a manutenção de carros oficiais. Ninguém está preso.

Antoun, diz o Gaeco, montou uma firma de fachada e obteve uma contratação emergencial de R$ 1,5 milhão para o serviço. Oito pessoas foram indiciadas, entre elas o empresário Paulo Midauar, um dos envolvidos na Publicano.

O fotógrafo Marcelo Caramori, ex-assessor de Richa e que chegou a ser preso na operação de exploração sexual, afirmou que Antoun era o responsável pela arrecadação de dinheiro das campanhas de Richa. .Informações da  Folha
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/05/investigacao-que-cita-richa-da-origem.html

PSDB: oposição a favor do Brasil?

26.05.2015
Do portal da Agência Carta Maior, 25.05.15
Por Thiago Nogueira Cyrino

O atual lema do PSDB, "oposição a favor do Brasil", poderia ser substituído, sem prejuízo algum, para "oportunismo a favor do imperialismo".

PSDB
Neste domingo (24) foi exibida em rede nacional de TV a mais nova peça comercial do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), estrelada pelo senador e ex-candidato à Presidência da República, Aécio Neves.
    
A exemplo do que ocorreu no programa de TV que foi ao ar na última terça-feira (19), o partido criticou tanto os cortes aos direitos “da população” quanto o aumento da taxa de juros, dos impostos e dos preços da gasolina e da energia elétrica promovidos pelo governo Dilma.
    
Segundo o PSDB, o equilíbrio das contas públicas federais, ainda que necessário, não deveria ser “pago por você, cidadão de bem, que trabalhou e pagou seus impostos”, mas sim pelo responsável pelos “problemas atuais” do país: o governo. Assim, o ajuste fiscal em questão poderia advir somente da extinção de alguns Ministérios, do “fim” da corrupção e do apadrinhamento político “do governo Dilma”.
    
Ora, apesar de tais pautas serem de fato relevantes, é difícil imaginar que elas seriam capazes de resolver, sozinhas, o problema do equilíbrio fiscal no país. Ainda mais se não especifica-se “quais ministérios” e “esquece-se” de episódios tais como “o aeroporto do tio”, “o helicóptero cheio de cocaína”, os 98 mil contratados pelo governo de Minas Gerais sem prestação de concurso público, “o rombo na saúde”, os escândalos envolvendo o metrô de São Paulo… e, principalmente, a reforma política. Não aquela do “distritão” que pretende constitucionalizar o financiamento empresarial de campanha, mas justamente a que os proíbe por entender que corruptos e corruptores encontram-se intimamente ligados. Sem encarar tais questões, o “combate” à corrupção realizado pelo PSDB – com música de filme de super herói ao fundo – não passa de mera hipocrisia e falso moralismo.
     
E isso porque, mesmo que somente o governo “pagasse a conta sozinho”, ele iria tirar o dinheiro de onde, senão dos impostos pagos pela “população”? Iria deixar de gastar em quais áreas? E em quais outras ele continuaria a gastar, ou até mesmo aprofundaria seu gasto? Ora, tal é a disputa real que cerca o debate do ajuste fiscal: a determinação de quem realmente vai “pagar a conta”.
    
O ajuste promovido pelo governo Dilma de fato não é, na opinião deste artigo, o mais adequado à maioria da população, uma vez que o corte de quase 70 bilhões de reais afetará áreas como educação, saúde e transporte, em prejuízo das pessoas que justamente mais dependem da oferta pública desses serviços (os trabalhadores e as trabalhadoras). Em contrapartida, esse mesmo ajuste favorecerá principalmente os grandes grupos financeiros que se beneficiam da rolagem da dívida pública do país.
    
Contudo, é importante considerar que ao menos uma parte – relativamente pequena, é verdade – da “conta” desse ajuste será paga pelos bancos, na medida em que a elevação dos impostos também atingiu as instituições financeiras: o imposto sobre os lucros dessas instituições passou de 15% para 20%, o que deve arrecadar ao governo cerca de 3 a 4 bilhões de reais. Porém, reconhecer que tais bancos sofrerão perdas com o ajuste fiscal não nos impede de notar duas coisas: (1) se um aumento de 5% sobre os lucros dessas instituições é capaz de arrecadar “tudo isso”, é porque tais lucros devem ser enormes – e de fato o são; e (2) as perdas, relacionadas ao ajuste, dessas instituições deverão ser mais do que compensadas pelo pagamento dos juros da dívida pública.
    
O ponto é: nem o ajuste do governo Dilma nem o proposto pelo PSDB buscam de fato evitar que a “conta seja paga” principalmente pelos trabalhadores e trabalhadoras. Caso contrário, tomariam medidas efetivas tais como a promoção de uma auditoria da dívida pública (a fim de compreender exatamente com quê e onde o governo está gastando e “economizar” a partir daí), a taxação de grandes fortunas (prevista pela Constituição brasileira) e o combate à sonegação de impostos. E isso por um motivo muito simples: a “conta” deveria ser “paga”, teoricamente, por aqueles que têm mais condições de fazê-lo.
    
Ora, e por que isso não é feito? O motivo aqui também é muito simples. No caso do PSDB, porque o partido governa para os muito ricos – e não para os que batem panela –, sejam eles brasileiros, sejam estrangeiros. (E se você, caro leitor, não acredita nisso, então nos responda: por que o PSDB não tem dedicado pelo menos alguns segundinhos de seus programas de TV a um tema tão fundamental para o Brasil como é o da desigualdade social? Ou será que o partido espera, por exemplo, dar “fim” à corrupção sem nem sequer atenuar a desigualdade no país? Ou por que será que, na TV, o partido não toca no assunto da terceirização, apesar de ter votado contra a aprovação do projeto de lei em questão?)
    
Já o governo Dilma, apesar de também governar para os muito ricos, concede “alguma coisa” aos muitos pobres: eis a diferença fundamental – que não deve ser subestimada – entre o neoliberalismo do PSDB e o neodesenvolvimentismo do PT. Tomemos rapidamente como exemplo dessa distinção o caso de programas federais nas áreas de moradia, saúde e educação.
    
À época em que o PSDB ocupou o governo federal (1995-2002), não existia nenhum programa federal significativo de combate ao déficit habitacional do país; além disso, tanto o SUS (Sistema Único de Saúde) quanto as universidades federais foram fortemente sucateados. No entanto, apesar de essas situações não terem sido radicalmente revertidas pelos governos do PT (2003-atualmente), é inegável a importância de algumas ações estatais nessas áreas, como são os casos do “Minha Casa, Minha Vida”, do “Mais Médicos” e da “Lei de Cotas para o Ensino Superior” – ainda que tais medidas tenham sido insuficientes e passíveis de críticas sob diversos ângulos.
    
Nesse sentido, não é difícil compreender porque um ajuste fiscal promovido pelo PSDB provavelmente seria ainda mais prejudicial aos trabalhadores do que o atual. Sobretudo porque, ao querer que somente o governo “pague” pelo ajuste, o partido não faz nada senão reproduzir o discurso oportunista e neoliberal do “Estado mínimo” (que deve ser mínimo para os trabalhadores, mas não para as grandes empresas).
    
Por fim, é interessante destacar a ausência do senador José Serra – uma das maiores lideranças nacionais do PSDB – nos programas de TV do partido. Um dos motivos dessa ausência é que ele tem tentado agilizar, no Senado, a tramitação de um projeto de lei que acabaria com a obrigatoriedade legal da exploração do pré-sal pela Petrobras: o atual regime de partilha seria substituído pelo de concessão. Com isso, o Fundo Social Soberano – que destina uma parte dos recursos provenientes da exploração do pré-sal à educação e à saúde do país – seria ameaçado, uma vez que tais recursos passariam a ser detidos pelas empresas vencedoras das concessões.
    
O argumento de Serra é simples: a Petrobras, empresa estatal, diversificou-se demais e por isso teria se tornado ineficiente. Ela teria ido muito além de sua função essencial, que seria explorar e produzir petróleo, passando a atuar em áreas como petroquímica, fertilizantes, refinaria e etanol. Logo, algumas dessas funções extras deveriam ser enxugadas, extintas, vendidas ou concedidas (ao capital estrangeiro).
    
Obviamente, os comerciais televisivos do PSDB não dizem nada sobre o projeto de Serra. O aspecto destacado pelo partido no que diz respeito à Petrobras é a corrupção – e nada mais. 
    
É por essas e outras que o atual lema do PSDB, “oposição a favor do Brasil”, poderia ser substituído, sem prejuízo algum aos trabalhadores e às trabalhadoras do país, para “oportunismo a favor do imperialismo” (e seus aliados internos).
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Thiago Nogueira Cyrino é Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Uberlândia e Mestrando em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas.
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Fonte:http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/PSDB-oposicao-a-favor-do-Brasil-/4/33572

CHICO: QUEREM DESTRUIR O PT PELO MEDO DE LULA

26.05.2015
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/182420/Chico-querem-destruir-o-PT-pelo-medo-de-Lula.htm

Grupo da USP denuncia Abril, Globo e projeto tucano de censura a professores: Macartismo e pantomima fascistoide

26.05.2015
Do blog VI O MUNDO
queima de livros
Grande queima de livros pelos nazistas em 1933
O que seria o “ensino ideológico”? O que seria o “assédio ideológico”?
Estas duas questões se colocam com a tramitação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 1411/2015, o qual prevê condenação ao “assédio ideológico” no ensino no Brasil. O PL é de autoria de Rogério Marinho (PSDB). Nas suas palavras: “A escola e o ambiente acadêmico precisam ser blindados de qualquer assédio ideológico e partidário, um crime covarde. É preciso garantir a liberdade de aprender”.
No Rio de Janeiro, o Deputado Flavio Bolsonaro já tinha apresentado em 2014 o PL “Escola sem Partido” para defender o “direito dos pais a que seus filhos menores não recebam a educação moral que venha a conflitar com suas próprias convicções“.
Sabemos que certos “moralistas” querem mesmo é um homeschooling homofóbico e racista. O ridículo das propostas costuma levá-las ao esquecimento em condições “normais”, mas num ambiente político em que o Congresso Nacional reverte até direitos trabalhistas e sociais que também julgávamos conquistados, qualquer pantomima fascistoide de um parlamentar nos preocupa.
O ambiente escolar e acadêmico são alvos privilegiados do assédio ideológico e partidário, ao menos nas gestões tucanas em São Paulo e no Paraná.
O aparelhamento (e sucateamento) da Universidade de São Paulo após vinte anos de governo do PSDB é notável, como, ademais, se dá em outras instâncias do estado. Estão frescas na memória de muitas e muitos as cenas bárbaras protagonizadas pela polícia de Beto Richa nas ruas de Curitiba contra os professores em greve. Não houve qualquer panelaço revoltado em seu nome!
A PM de Alckmin não fica para trás: a forte repressão das greves estudantis de 2009 e 2011 na USP com direito a cavalaria, esquadrão anti-bombas, choque e soldados suficientes para cercarem homem a homem o prédio da reitoria e o CRUSP foi digno da ditadura militar, deixando claro um dos mecanismos de funcionamento da democracia racionada. Tampouco estes estudantes tiveram qualquer solidariedade, antes sofreram represálias da grande imprensa e dos sensacionalistas! A tática do governador agora é, para além da repressão, a negação da existência da greve de professores (assim como o faz com a crise hídrica). A negação é um dos estágios do luto…
Outra expressão da manipulação ideológica no ambiente acadêmico se dá através dos critérios das agências de fomento à pesquisa.
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), por exemplo, também é uma instituição dos vinte anos de aparelhamento do estado pela direita tucana. A seleção ideológica de direita ali se vale de camuflagem científica, a qual se opera através da desqualificação de estudos marxistas, os quais são acusados de não serem científicos por conterem princípios ideológicos. Misturam-se a ignorância e a má fé nesta argumentação! Toda e qualquer abordagem científica carrega ideologia em seu bojo. O referencial teórico marxista é caracterizado por um severo grau de cientificidade, justamente por reconhecer e assumir que é construído através de uma visão de mundo e com vistas a uma intervenção neste mundo.
Retornemos ao “ensino ideológico”. De acordo com a direita brasileira, todo e qualquer ensino questionador, orientado teoricamente, com posição política do docente assumida, seria ideológico. Ora, reproduzir o senso comum e impedir que as coisas mudem, não é um assédio ideológico? Não é uma posição política? A manutenção do status quo, ainda que dissimulada por um falacioso discurso de neutralidade, é sem dúvida um assédio ideológico. A ideologia, como a política, está em tudo!
Na justificação do PL 1411/2015, assim escreveu o deputado Rogério Marinho:
“A forma mais eficiente do totalitarismo para dominar uma Nação é fazer a cabeça de suas crianças e jovens. Quem almeja o poder total, o assalto à Democracia, precisa doutrinar por dentro da sociedade, estabelecer a hegemonia política e cultural, infiltrar-se nos aparelhos ideológicos e ser a voz do partido em todas as instituições. Para eles, é preciso calar a pluralidade, a dúvida saudável e substituir a linguagem, criando um ambiente onde proliferam mitos, inversões, clichês, destruição de reputações e conflitos desnecessários. Para o totalitarismo vingar, é preciso destruir a coesão social e as tradições da sociedade. Por isso, partidos autoritários necessitam calar a imprensa e os meios de comunicação, dominar o sistema de ensino, estabelecer a voz única, enfim, a hegemonia decantada por Antônio Gramsci (filósofo e político Italiano – 1891-1937). Esse expediente estratégico foi utilizado para a conquista e manutenção de poder dos fascistas, nazistas, comunistas e ditadores por várias nações. Hegemonia política significa que a voz do partido deve ser ecoada em todos corações. Por isso, a propaganda desonesta, o marketing mentiroso, a idolatria por indivíduos, a falsificação da realidade e a tentativa de reescrever a História, forjando o passado.” Narciso apenas consegue enxergar o seu espelho!
O projeto de lei deste parlamentar tucano não se caracteriza, justamente, por calar a “pluralidade” e a “dúvida saudável” ao censurar os profissionais formados para suscitar o espírito crítico na escola, seu lugar de excelência? Talvez a tarefa de pensar e intervir na sociedade para o deputado caiba apenas aos meios de comunicação amigos de seu partido. O pensamento único se manifesta neste assédio ideológico que é tal PL! É a “falsificação da realidade” que Marinho acusa. Assalto à democracia através da mentira e deturpação conceitual (comentar a sua leitura capciosa de Gramsci seria desperdício de tinta).
A Revista Veja, anos atrás, veiculou matéria denunciando o que chamou de “doutrinação marxista”. Quando tentaram restringir a sala de aula brasileira de “conteúdos políticos”, em nome da defesa nacional contra “o perigo vermelho”, o que se viu foi a exclusão da Filosofia e da Sociologia do currículo, bem como a deturpação da disciplina de História, em nome das intervenções ideológicas, travestidas de disciplinas escolares, chamadas de Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira.
Duplo assédio: ideológico no colégio, físico e direto nas ruas! Aquelas disciplinas só serviram a um fim: produzir livros didáticos de baixa qualidade escritos por militares que se locupletaram juntamente com empresas editoriais.
A Rede Globo, com as palavras de Ali Kamel, também denunciou “conteúdo subversivo” em seus órgãos. Os interesses da Editora Abril e da Globo conseguem ser menos nobres ainda do que os dos setores golpistas em 1964! A sua estratégia macarthista, para além de agradar o gosto de seu público imbecilizado, corresponde aos interesses de grandes grupos produtores de material didático, em que se incluem os próprios conglomerados citados, tendo em vista retirar de mercado livros já consolidados no Ensino de História.
A escola também é, por definição, um espaço de formação, tal qual a família ou a religião do aluno (para aqueles que professam alguma fé). E formação é um momento de construção de pensamento crítico. Enganam-se, e enganam aos outros, aqueles que acreditam que a liberdade de aprendizado se opera em uma sala de aula censurada. A ideologia hegemônica não é imposta por professores e professoras, de resto espancados e mal pagos, mas sim por organismos midiáticos que, apoiados em concessões públicas ou em vultosas assinaturas para distribuição de seus escritos no ensino básico, possuem a plena liberdade para a mentira. Eis o real assédio!
Contra a escola sem partido, preferimos a sala de aula sem censura!
PS do Viomundo: O Gmarx surgiu em 2009 como grupo de pesquisa com o objetivo de discutir os vários marxismos no âmbito da Universidade. Ele congrega estudantes de graduação e pós-graduação, professores universitários, mas também estudantes ou autodidatas de fora da universidade.
O Gmarx se posiciona publicamente na defesa dos valores humanistas, da educação pública gratuita para todas as pessoas, a favor de cotas e procura integrar prioritariamente mulheres e negros, reconhecendo suas dificuldades em atingir tais objetivos.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/grupo-da-usp-denuncia-abril-globo-e-projeto-tucano-de-censura-a-professores-brasileiros.html