terça-feira, 12 de maio de 2015

SABATINA NO SENADO:Entre a Gestapo e o hospício

12.05.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

boss
Estou aqui, no molho necessário, assistindo à sabatina de Luiz Edson Fachin no Senado.
Embora seu desempenho tenha sido mais do que correto, equilibrando habilidade com sinceridade, não é possível ver aquilo sem um sentimento de vergonha.
Vergonha não só do Senado mas, sobretudo, do comportamento da mídia e de seus comentaristas.
Praticam o que seria o comportamento de uma polícia política de regimes autoritários.
“Em 1980 e tantos o senhor advogou para a organização XYZ”. “O senhor escreveu que era a favor disso ou daquilo”. Ou que o fulano contratado pelo genro de Fachin para montar uma página no Facebook – Facebook é só para apanhar? – seja ou tenha sido funcionário de uma empresa que prestou serviços à campanha de Dilma.
Ah, sim, é preciso tomar cuidado com convites de casamento, conversas com advogados, blogs financiados pelo Governo – que, sem o ser, “são”.
Sem exagero, estamos no ponto em que ter almoçado com alguém ou ter comparecido a uma festa de aniversário virou “prova” de cumplicidade.
Há um clima de histeria produzido pela mídia que se espalha pela sociedade e envenena a vida.
E o pior deles é que acabou por tornar-nos maneirosos, jeitosos, quase camuflados ao dizer o que pensamos e que, em outros tempos, eram quase evidências.
É preciso, quase sempre, entrar “na onda” do sujeito, como que a golpes de jiu-jitsu, usar as falsas verdades que repete para desmontar-lhe a lógica e, quem sabe, jogar um raio de luz à pobre cabeça.
Invertemos o ditado e a hipocrisia parece ser a ferramenta da virtude contra o vício, quando temos de argumentar.
O que há de mais pobre nas intervenções de Fachin é isso, a ginástica que tem de fazer para conter a sanha gestapiana com que é inquirido.
Senadores como Ronaldo Caiado e Aloysio Nunes Ferreira – um prodígio para quem quer cobrar “passados corretos” – sabem que a mídia lhes fornecerá luzes para que sejam agressivos.
Como, noutra esfera, uma doleira, mulher por quase dez anos do “bandido profissional” Alberto Youssef, sente-se à vontade para elogiar o juiz que a prendeu, exibir o traseiro para mostrar onde carregou o dinheiro e fazer a defesa – chega a doer ler isso – do que, na sua abalizada opinião, deva ser a “cruzada da moralidade”:
“Se for necessário que haja recessão, que haja desemprego, que haja tudo isso, para acabar com essa corrupção, poxa vida! Vamos lá. Enquanto não cortarem o mal pela raiz, vai continuar.”
Então está bem: o Brasil está tendo um choque de moralidade.
Em matéria de choques, só o que dá para imaginar com este tipo de exemplos são os de triste memória que se davam nos hospícios e na Gestapo.
Mas, claro, com toda a elegância.
Como eram elegantes os uniformes que tornavam garbosos os nazistas,no nascedouro da griffe Hugo Boss.
*****
Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=26731

Renan dá uma semana para PiG detonar o Fachin

12.05.2015
Do blog CONVERSA AFIADA, 
Por Paulo Henrique Amorim

Oposição empurrou a sabatina para ganhar uma semana de campanha sórdida


BRASÍLIA – Em sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Luiz Edson Fachin, indicado à vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que não terá dificuldade em julgar qualquer partido. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), marcou para dia 19, terça-feira, a votação no Plenário. Renan demonstrou contrariedade ao ser questionado sobre a intenção do governo de pedir urgência e fazer a votação ainda esta semana. Segundo Renan, a ‘prudência recomenda’ votação na próxima semana.


(…)



Navalha
depoimento inicial já foi o suficiente para Fachinapequenar a Oposição, a começar pelo anão, o Aloysio 300 mil.
(Que melhor faria se estivesse na NY de Miami , para ver o FHC falar mal do Brasil.)
A oposição, a começar pelo anão, não tinha o que contrapor: a não ser o argumento enunciado à exaustão pelo Ataulpho Merval.
Pelo Ataulpho ?
Fachin nao podia advogar sendo Procurador do Estado do Paraná.
Logo na primeira resposta ao anão, Fachin desmontou o supremo argumento.
Mas, a Oposição dali não saía…
Já se sabia.
A indicação de Fachin nao tem nada a ver com o Direito ou com a Constituição.
Como o Ataulpho não se cansa de pregar, de seu supremo púlpito, trata-se de uma questão política, partidária, tucana na essência.
A única arma da Oposição, a bala de prata – além de convocar os préstimos do grande analista político do PiG, o Youssef – é ganhar uma semana para detonar o Fachin.
Por isso, no inicio da sessão, o Caiado, o Ferraço (Ferraço, quem ?), o anão e o Agripino Maia (ele brinca com fogo, com o Supremo …) fizeram de tudo para atrasar os trabalhos, com intermináveis questiúnculas regimentais.
(Louve-se a santa paciência do presidente Pimentel …)
Renan jogou o jogo da Oposição.
Adiar.
Dar tempo ao PiG.
Tempo de o Youssef, sua amada amante e o Moro destruirem a indicação de uma Presidenta petista.
Alvaro Dias teve razão, pela primeira vez desde que jogou os cavalos contra os professores de Curitiba.
Nao fosse esse ambiente sordido, venezuelano em que a Globo transformou o Brasil, Fachin seria recebido no Senado sob aplausos – disse Dias.
O desempenho de Fachin na sabatina foi brilhante, altivo, seguro, competente !
O Supremo merece o Fachin.
O Brasil merece o Fachin no Supremo.
Fachin acredita no Brasil.
A Globo, não !
Essa a diferença essencial.
Em tempo: assim, Bessinha, o Aloysio 300 mil também vai te processar…. Vou ter que chamar o Klouri pra te defender …

Paulo Henrique Amorim
*****
Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2015/05/12/renan-da-uma-semana-para-pig-detonar-o-fachin/

Globo: A mentira padrão e o caso Mujica

12.05.2015
Do BLOG DO MIRO, 11.05.15


Da coluna "Notas Vermelhas", no siteVermelho:

“O trabalho do jornalista é o de separar o joio do trigo. E publicar o joio”. Assim o jornalista e escritor Luis Fernando Veríssimo descreve com ironia o trabalho da imprensa. Esta ironia, no entanto, é expressão da prática jornalística que hoje domina as redações da mídia hegemônica. Partidarizada, sem qualquer compromisso com a isenção e a pluralidade de opiniões, a mídia brasileira tem um mantra que usa como escudo para as suas vilanias: “a defesa da liberdade de expressão”. 

Esta é a mentira padrão. Em nome dela pode-se impunemente excluir qualquer visão que confronte a linha editorial dos barões midiáticos. As matérias e opiniões verdadeiramente independentes, quando chegam a existir, são apenas pequenas e honrosas exceções que na prática tornam-se irrelevantes diante do número de manchetes, colunas e reportagens que seguem fielmente o roteiro conservador e/ou reacionário.

O caso Mujica

Dois jornalistas, Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz, publicaram uma biografia sobre o ex-presidente do Uruguai, José Mujica, intitulada “Una oveja negra al poder”. No livro, que ainda não foi editado em português, existem diversas passagens com elogios ao ex-presidente Lula, confirmando o que Mujica sempre disse sobre Lula em entrevistas e pronunciamentos.


No entanto, uma atenta repórter das organizações Globo, Cristina Tardáguila, pinçou uma frase do livro onde Lula diz a Mujica: “Essa era a única forma de governar o Brasil”. Com base nesta frase, Cristina e o Globo divulgaram para todo o Brasil que Lula confessou saber sobre o “mensalão”. A matéria da jornalista a soldo da família Marinho tinha, como se viu logo depois, quase nada de jornalismo e muito de manipulação. 

O caso Mujica – o padrão da mentira

Um dos autores do livro desmentiu a reportagem: “Lula estava falando sobre as 'coisas imorais' (com as quais teve que lidar como presidente) e não sobre o mensalão. O que Lula transmitiu ao Mujica foi que é difícil governar o Brasil sem conviver com chantagens e 'coisas imorais’, escreveu Andrés Danza”. Mujica também desmentiu. “Ele me falou das pressões e das chantagens. Mas nada de dinheiro ou de corrupção”, contou Mujica, reafirmando: “nunca conversei com um brasileiro sobre o mensalão”. O Globo publicou o desmentido de Andrés Danza. 

A primeira matéria, de Cristina Tardáguila, tinha a seguinte manchete: “Mujica, em livro, relata confissão de Lula sobre mensalão”. A matéria que traz o desmentido de Danza ganhou o título de “Lula diz que teve de lidar com 'coisas imorais', relatam uruguaios em livro”. Enquanto no primeiro caso a mentira é o destaque da manchete, o seu desmentido é totalmente subalternizado sendo necessária uma grande dose de paciência para, em meio ao joio, separar o trigo. 

O álibi do padrão da mentira

A Globo publica e dá grande divulgação à mentira. Depois, de forma camuflada, também publica o desmentido. É, sem dúvida, uma sofisticação na arte de mentir. Mais ou menos como se o assassino ligasse para a polícia para denunciar o crime, visando com isto ter um álibi. Mas assim como o morto não voltará à vida, a verdade sempre sai muito ferida de uma operação midiática falsa. Ainda mais quando esta operação midiática tem anos de implementação, sempre com o objetivo de colar no governo, no PT e na esquerda a pecha de corrupção. 

O ardil do padrão da mentira

Na edição desta segunda-feira (08) do jornal O Globo, o colunista amestrado Ricardo Noblat ignora o desmentido do autor do livro e reafirma a mentira de que Mujica teria feito “a confissão que Lula jamais fizera”. Sobre o desmentido do próprio Mujica, Noblat diz simplesmente que Lula “providenciou um desmentido” e decreta com a arrogância de um guarda da Gestapo: Mujica “não convenceu”. A desfaçatez de um pseudojornalismo que cria, deturpa ou ignora fatos, não é gratuita. O redator destas Notas Vermelhas ouviu nesta segunda-feira, de dois engravatados, entre risos, no aeroporto de Congonhas: “Mujica acabou com o Lula”. 

A jornalista do Portal Vermelho, Mariana Serafini, estava recentemente no Metrô de São Paulo quando entraram dezenas de professores em greve. Os professores cantaram várias músicas denunciando o governo Alckmin (PSDB). Ao saírem, a população os aplaude. Uma senhora puxa conversa com a jornalista e pergunta o que ela acha da manifestação. Mariana responde que apoia e a senhora comenta: “É isso mesmo, tem que derrubar esta Dilma”. 

As consequências do padrão da mentira

Um público já convencido de uma “verdade” criada por uma operação midiática falsa torna-se cada vez mais receptivo às novas mentiras que apenas confirmam a convicção já sedimentada. Aos poucos, a convicção de que alguém e/ou algo é o mal, de tanto ser alimentada, transforma-se em um sentimento de ódio. E com um sentimento de ódio dificilmente consegue-se dialogar, pois pouco espaço resta para a razão. 

Assim, pessoas acreditam (segundo pesquisa da USP) que o PT trouxe 50 mil haitianos para votarem na Dilma, que o filho do Lula é dono da Friboi, que se antes ninguém era preso no Brasil por corrupção é por que a corrupção começou com o PT, entre outros tantos absurdos que ganham cada vez mais corpo diante de um governo que, perante esta ofensiva, parece optar pela tática suicida da conciliação com a máfia midiática
******
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/05/globo-mentira-padrao-e-o-caso-mujica.html

Rússia convida Grécia para participar do banco de desenvolvimento dos Brics

12.05.2015
Do portal OPERA MUNDI 
Por Redação | São Paulo 

Na última cúpula do bloco no ano passado, Dilma Rousseff disse que instituição foi criada como 'alternativa para necessidades de financiamento'

Em conversa telefônica com o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, o vice-ministro das Finanças da Rússia, Sergei Storchak, convidou Atenas a participar do banco de desenvolvimento dos Brics, formado também por Brasil, Índia, China e África do Sul, reportou o jornal gregoEkathimirini na segunda-feira (11/05).

EFE
Premiê lidera o Syriza, no poder desde início de 2015, mas que passa por impasse de acordo com credores europeus

Em resposta, Tsipras agradeceu a oportunidade de participação na instituição exclusiva do bloco de países emergentes, anunciado na última cúpula do grupo, em 15 de julho de 2014, em Fortaleza.

Para o chefe de governo grego, o convite foi uma “surpresa agradável” que será “examinado minuciosamente” e potencialmente discutido com outros líderes do Brics durante o Fórum Econômico Internacional de 2015 na cidade russa de São Petersburgo, indicou uma nota divulgada pelo seu partido, o Syriza.

Ainda na segunda, foi confirmado que o primeiro presidente do banco dos Brics será o economista indiano Kundapur Vaman Kamath, atualmente dirigente do ICICI Bank, o segundo maior banco indiano e o maior dos bancos privados do país asiático. Ele presidirá a instituição pelos próximos cinco anos e depois entregará o cargo de liderança ao Brasil.

Premiê grego afasta ministro das Finanças de negociações com União Europeia

Banco dos Brics terá economista indiano como primeiro presidente

Grécia recorre a fundo de emergência para pagar parcela de 750 milhões de euros ao FMI


Durante a cúpula dos Brics no ano passado, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, declarou à época que a criação do banco “representa uma alternativa para as necessidades de financiamento para os países em desenvolvimento, compensando a insuficiência de crédito das principais instituições financeiras internacionais”.

Além do banco de desenvolvimento, foi elaborado ainda um fundo emergencial de US$ 100 bilhões de ajuda mútua para situações de crise financeira. Os órgãos irão financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento para as cinco economias emergentes que somam um quinto do PIB global e 40% da população mundial.

EFE/ arquivo

Putin (Rússia), Modi (Índia), Rousseff (Brasil), Jinping (China)e Zuma (África do Sul): cinco membros do Brics 

Rublo como moeda de troca

Além disso, Storchak sugeriu ainda a Tsipras que investidores e turistas russos possam  usar o rublo para pagar por bens de consumo e serviços na Grécia, auxiliando no desenvolvimento do turismo grego, uma das principais rendas da frágil economia do país.

“Essa duas nações poderia cooperar e começar a usar a moeda nacional em pagamentos de commodities e serviços”, afirmou Storchak, segundo a agência de notícias local AMNA. “Cidadãos russos são sensíveis quando se trata de conversão de rublos por outra moeda”, acrescentou.

*****
Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/40383/russia+convida+grecia+para+participar+do+banco+de+desenvolvimento+dos+brics.shtml

YOUSSEFF É CÚMPLICE DO PSDB QUE A DIREITA RESOLVEU SACRIFICAR PARA EXTINGUIR O PT

12.05.2015
Do portal BRASIL247, 

Yousseff é dos tucanos. Sempre o foi. Doleiro velho conhecido deles. E o PSDB, os jornalistas dos magnatas bilionários e seus togados vestidos de preto fingem que não sabem dessa história

"(...) O frisson do momento é a delação premiada de Alberto Youssef. Mas quem é Youssef? Um mergulho num passado não tão distante mostra que ele foi um dos doleiros usados pelo então operador do caixa do PSDB, Ricardo Sérgio, para "externalizar", num linguajar ao gosto da legenda, propinas da privatização selvagem dos anos 1990".
"Youssef é velho de guerra tanto em delitos como em delação premiada. Já fez uma em 2004, na época da CPI do Banestado, quando se comprometeu a nunca mais sair da linha. O tamanho de sua confiabilidade aparece em sua situação atual. Está preso de novo. Quem diz é o Ministério Público: "Mesmo tendo feito termo de colaboração com a Justiça (...), voltou a delinquir, indicando que transformou o crime em verdadeiro meio de vida". É num sujeito com tal reputação que oposicionistas apostam suas fichas (...)".
{Trecho do artigo "Vazamento premiado e o fator Yousseff", de Ricardo Melo, na Folha de S. Paulo.}
Todos os seres vivos e mortos deste pequeno planeta sabem e compreendem, até mesmo os coxinhas paneleiros analfabetos políticos, quanto mais as pessoas sensatas, e, por serem assim, são realistas e sábias, que a direita partidária, sob a liderança do PSDB, certos setores do MP, do Judiciário e principalmente a imprensa de negócios privados "rifaram" para o alto o doleiro Alberto Yousseff. Porém, retiraram o colchão de ar que o impediria de se machucar na queda, bem como o traíram, porque, seguramente, tal cidadão é cúmplice e foi o arrecadador de dinheiro para as campanhas eleitorais passadas dos tucanos.
Entretanto, dentre os muitos operadores das campanhas do PSDB, duas pessoas se destacaram para arrecadar valores monetários: Alberto Yousseff e Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, operador notório das campanhas do senador José Serra e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, responsável maior pela selvagem Privataria Tucana, que visou, sobretudo, desmantelar o Estado nacional e entregar, de bandeja, o patrimônio público brasileiro construído, no decorrer de décadas, por sucessivas gerações, que jamais se recusaram a pensar o Brasil para desenvolvê-lo e, por sua vez, conquistar sua independência.
Quem conhece e é íntimo do doleiro Yousseff são os políticos do PSDB e do DEM, apesar de que na política todo mundo sabe quem é quem, o que fez e o que deixou de fazer, mesmo quando se tenta esconder, porque nos altos escalões da República tudo se vaza, por mais que haja cuidado para que informações de Estado, segredos de Justiça e crimes cobertos por uma fina camada de verniz sejam escondidos da imprensa de mercado e manipulados quando se trata de informar o grande público — a sociedade.
Os tucanos e seus principais aliados, a "grande imprensa livre" — como gostam de enfatizar certos coxinhas paneleiros, que desconhecem os bastidores da imprensa empresarial e dos partidos políticos —, o MP e o Judiciário, perceberam, e há muito tempo, que é necessário imolar alguns aliados incômodos, como o Yousseff, do que ficar também no olho do furacão, como se encontra o PT, que desde que venceu as eleições de 2014, anda não pôde respirar e muito menos ter algum momento de tranquilidade para governar e colocar em prática seu programa de governo, tão diversificado e criterioso, que levou o Partido dos Trabalhadores a governar o Brasil pela quarta vez consecutiva.
Contudo, a esquerda brasileira, progressista e desenvolvimentista, que ousou, inclusive, efetivar uma diplomacia independente e não alinhada aos Estados Unidos, apesar de saber que a direita brasileira é uma das mais poderosas e perversas do mundo, jamais pensou que, após estar no poder há 12 anos, ficaria imprensada contra o muro no dia seguinte às eleições de outubro de 2014, sem ter tempo ao menos para administrar o País e mostrar ao povo brasileiro o que está a ser feito e realizado.
Apesar de reações tímidas e setoriais por parte dos parlamentares e governantes do PT, a avalanche empresarial e direitista, com o apoio financeiro e propagandístico do governo dos Estados Unidos, transforma o Brasil, o País latino-americano mais poderoso, em um alvo de uma propaganda política virulenta, somente similar ao que houve na Argentina e na Venezuela, quando o casal presidencial, Néstor e Cristina Kirchner, e a dupla bolivariana, Hugo Chávez e Nicolás Maduro, tornaram-se alvos de uma conspiração internacional, à frente as burguesias apátridas desses dois países, que até hoje sofrem com uma forte campanha negativa orquestrada pelas mídias conservadoras e pelos segmentos mais ricos da sociedade, que até hoje conspiram contra a democracia e a emancipação desses povos.
Alberto Yousseff foi escolhido pela direita brasileira para ir à forca. Todavia, ele tem boca, língua e um cérebro que grava suas memórias. Ele "entrega" o PT, em Curitiba, a capital brasileira onde a reação à vitória eleitoral de Dilma Rousseff é mais virulenta e que tem o apoio logístico e de pessoal do próprio Estado, que a presidenta Dilma Rousseff administra e comanda. Ou se esqueceram dos delegados federais aecistas, que fizeram campanha contra o PT e atacaram, desrespeitosamente, o ex-presidente Lula? Ou do juiz Sérgio Moro, com suas decisões de primeira instância, cujo principal propósito é fazer do PT um partido proscrito, porque implicar o caixa de campanha do PT e de seus principais dirigentes à operação Lava Jato viabiliza a criminalização do partido por meio da partidarização e da ideologização da PF e da Justiça Federal do Paraná.
Porém, era só o que faltava acontecer no Brasil. Depois da truculência, da seletividade e da partidarização de juízes de direita do STF, que se basearam na armadilha jurídica conhecida por "domínio do fato", para prender, sem prova de culpabilidade, lideranças petistas históricas e de grandeza nacional, a exemplo de José Genoíno e José Dirceu, agora querem extinguir o maior e mais importante partido brasileiro de todos os tempos, organicamente inserido na sociedade em quase todos seus matizes. Um partido que não revolucionou, mas modificou, profundamente, as relações sociais e econômicas até então impostas ao povo brasileiro, que se livrou da fome, da miséria absoluta e teve acesso, sem sombra de dúvida, ao mercado de consumo, à educação e ao emprego.
De repente, o MP e a Justiça do Paraná, onde atuam políticos de oposição, que agem de forma feroz, não se preocupam com a realidade dos fatos e nem observam os limites do jogo democrático, a exemplo de Álvaro Dias, Beto Richa e Fernando Francischini, resolvem "pisar na jaca" para influenciar a política nacional, porque estão a serviço, indubitavelmente, dos interesses do establishment e das candidaturas a presidente do PSDB. Um estado que politicamente nunca liderou a política nacional e que ora se faz presente por intermédio de caprichos de funcionários públicos togados, que resolveram fazer política partidária, porque optaram pelos interesses de uma direita que não se conforma de não ter mais o controle total do status quo.
Aos estúpidos que não enxergam a um palmo do nariz, vos direi: o que está em jogo neste momento é a criminalização e o indiciamento do PT e de seus principais dirigentes, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que, coincidentemente, venceram quatro eleições. Ambos políticos socialistas e trabalhistas, que enfrentam uma frente conservadora tão violenta, que faz com que setores importantes da sociedade vislumbrem suas quedas como políticos e mandatários e comemorem uma possível extinção do PT. Fatos estes que não ocorrerão, porque, no Brasil, viceja o regime democrático, cujo alicerce é a Constituição e o Estado de Direito. Existem instâncias judiciais mais elevadas que a do senhor juiz Moro, realidade esta que, sem dúvida, inviabilizará os desejos atávicos de vingança e de ilegalidade constitucional da direita brasileira, legítima herdeira da escravidão.
Por isto, a atenção das mídias, dos magnatas bilionários de imprensa e de seus empregados de confiança a mais um depoimento do doleiro Alberto Yousseff, em Curitiba. A imprensa burguesa espera por delações que atinjam a presidenta Dilma Rousseff para se iniciar seu processo de impedimento, bem como desconstruir a imagem de Lula, pois este político pode ser candidato a presidente, em 2018, com muitas possibilidades de vitória.
Acontece que o juiz Sérgio Moro vai ter de comer muito feijão para poder extinguir o maior partido trabalhista e de esquerda do País, sem, entretanto, ser legalmente e duramente questionado. Dizem que decisão judicial não se discute. Por sua vez, decisão político-partidária se discute. Quando um juiz resolve ser um andarilho dessas veredas tortuosas, é sinal de que ele resolveu sair de sua confortável redoma judiciária para encarar as agruras e os obstáculos da política.
Mais do que Dilma, o alvo é Lula. Temos uma burguesia que insiste em tratá-lo como "peão" de fábrica e não como um ex-presidente reconhecido internacionalmente e que saiu do poder com 92% de aprovação. Arrogante, a Casa Grande se reporta ao político trabalhista como se ele, um dos maiores presidentes que governaram a República Federativa do Brasil, fosse medrar ou simplesmente baixar a cabeça. Ledo engano. Lula tem seus defeitos, mas, seguramente, a covardia não é um deles. A verdade é que a direita que está a fazer o papel de juíza no Paraná está com muita dificuldade para provar o envolvimento dos mandatários petistas com corrupção e por isto está a rasgar a Constituição e o Código Penal.
É como se a direita, de forma uníssona, se transformasse no ex-governador do Pará e ex-ministro da ditadura militar, Jarbas Passarinho, que, de acordo com os historiadores, afirmou ao presidente, marechal Costa e Silva, quando da assinatura do Ato Institucional nº 5: "Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência". E é exatamente assim que o PSDB e seus aliados da Justiça e do MP agem e se comportam. Às favas a legalidade constitucional e a estabilidade institucional. O que vale é derrubar o PT do poder mesmo com as eleições encerradas.
Às favas os mais de 54 milhões de votos concedidos à Dilma Rousseff pelo povo brasileiro. Às favas a autoridade dos tribunais superiores, a exemplo do STF e do STJ. Às favas as decisões do STF e da PGR contra o impeachment de Dilma e o indiciamento de Lula sobre supostos crimes que os mandatários trabalhistas cometeram. Às favas o direito de defesa de quem é acusado por um doleiro criminoso, que foi preso em 2004, fez deleções à Justiça e incorreu em novos crimes, até ser preso novamente, sendo que a intenção dos togados do Paraná é incriminar o PT, derrubar a presidenta Dilma e inviabilizar a candidatura de Lula, em 2018. Só não enxerga quem não quer. Ou enxerga, mas, hipócrita, aposta no golpe e na ilegalidade.
Yousseff é dos tucanos. Sempre o foi. Doleiro velho conhecido deles. E o PSDB, os jornalistas dos magnatas bilionários e seus togados vestidos de preto fingem que não sabem dessa história. Todos a dar uma de joão sem braço. Engessar o Governo popular de Dilma é de enorme necessidade política para a oposição. Por seu turno, mais do que engessá-lo é imperativo destruí-lo para depois fazer do PT um partido extinto em pleno regime democrático e de direito. O doleiro é cúmplice do PSDB, que a imprensa de mercado e a direita partidária resolveram sacrificar. Yousseff é cria do PSDB. É isso aí.
******
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/180473/Yousseff-%C3%A9-c%C3%BAmplice-do-PSDB-que-a-direita-resolveu--sacrificar-para-extinguir-o-PT.htm

A campanha sórdida contra Fachin

12.05.2015
Do BLOG DO MIRO

Por Conceição Lemes, no blog Viomundo:

Nesta terça-feira 12, o professor Luiz Edson Fachin, indicado pela presidenta Dilma Rousseff para o cargo de ministro do Supremo Tribunal (STF) na vaga do ex-ministro Joaquim Barbosa, será sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Fachin é titular de Direito Civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e do curso de pós-graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Arriscaria a dizer que nunca a vida pessoal e profissional de um candidato a esse cargo foi tão devassada pela grande imprensa quanto a dele.

Uma campanha sórdida, na qual grassam má-fé, deturpações, mentiras, a serviço do atraso, do preconceito, do obscurantismo, do reacionarismo.

Merval Pereira, colunista de O Globo, tem feito mil malabarismos para se “destacar”.

Em 9 de maio, sob o título O lado errado, Merval publicou em seu blog no O Globo:

Quando o jurista Luis Edson Fachin foi indicado pela presidente Dilma para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) com a aposentadoria precoce do ministro Joaquim Barbosa, estranhei que ele tenha se anunciado partícipe de um grupo de “juristas que têm lado” na campanha presidencial de 2010, em apoio a eleição de Dilma.

Juristas “que têm lado” não deveriam estar no Supremo, aleguei então, inclusive por que Fachin notabilizou-se por defender politicamente as ações do MST, o que seria, na minha opinião, uma influência negativa nos seus julgamentos no Supremo.

Gilmar Mendes é um dos ministros do STF que gozam da simpatia do jornalista de O Globo.

Em 2010, Gilmar e familiares votaram no tucano José Serra para presidência da República. No Supremo, ele frequentemente se manifesta a favor das demandas dos produtores rurais em detrimento de comunidades indígenas, por exemplo.

Se isso não é ter lado, o que é ter lado? Será que só é negativo, errado, quando a pessoa não reza pela mesma cartilha que você, Merval?

Considerando que Gilmar também tem lado, isso não influenciaria negativamente o voto dele? Você colocaria sob suspeição o voto de Gilmar por ele defender politicamente o lado que também é o seu, Merval? E acharia injusto questionarem o voto de Gilmar?

Mesmo com todo esse esforço do jornalista global, a Folha de S. Paulo, que colocou os seus veículos de distribuição de jornais a serviço da ditadura para transportar presos políticos, tem se “destacado”.

Em 27 de abril, manchetou no alto da página 6 do caderno A: Indicado para o STF atuou no tribunal em que a mulher é juíza.


Transformou em escândalo o fato de Fachin ter atuado, desde 2013, em 57 processos abertos no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), onde sua mulher, Rosana Amara Girardi Fachin, é desembargadora desde 1999.

Primeiro: nada impede que um advogado atue num tribunal onde um parente é juiz.

Segundo: se a esposa de Fachin tivesse atuado em processos de Fachin, teria sentido a matéria. Só que isso não aconteceu.

Desde seu ingresso no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em 1999, a desembargadora Rosana sempre estabeleceu seu impedimento prévio a qualquer ação em que figurava Luiz Fachin como advogado.

Após abertura do escritório Fachin Advogados Associados, do qual participa também Melissa, filha do casal,Rosana oficiou a distribuição do TJPR para anotar formalmente o impedimento prévio.

Nos poucos recursos em que o escritório atuava na Câmara em que a desembargadora estava, ela sempre se retirou da sessão de julgamento.

Ou seja, a atitude preventiva e proativa da desembargadora sempre foi além do que determinam o Conselho Nacional de Justiça (CN) e o Código do Processo Penal (CPC).

Em nota encaminhada à Folha e publicada parcialmente, a assessoria de Fachin informou:

O Prof. Fachin atua há mais de 30 anos como consultor e advogado. A Des. Rosana Fachin tomou a iniciativa de não só se declarar impedida, mas também deixar determinação formal no setor de distribuição do Tribunal para que não fosse distribuído ao gabinete dela qualquer processo envolvendo o Dr. Fachin ou qualquer advogado vinculado a ele.

Os clientes do escritório estão claramente identificados nos processos, que são públicos.

Se a Folha fosse um jornal sério, realmente de rabo preso com o leitor, como diz o seu surrado slogan, essa informação por si só derrubaria a matéria. Mas como a Folha tem rabo preso com a oposição e integra a linha de frente do golpismo midiático, ela bancou a matéria, na tentativa de ser uma bomba contra Fachin. Não passou de um traque. E a Folha pariu mais um rato.

A Folha, aliás, tem um peso e duas medidas. Por e-mail, um leitor nos questionou:

– E a mulher do juiz Sérgio Moro? Ela atua em 54 processos no TRF da 4ª Região, tribunal em que o maridão é estrela absoluta.

Se a Folha fosse usar para a esposa de Moro a mesma régua que empregou para a mulher de Fachin, poderia vislumbrar aí um escândalo.

Moro é juiz de primeira instância, na Justiça Federal. Ele não atua no TJPR.

O nome da esposa de Moro também começa com R, como a de Fachin. É a advogada Rosângela Maria Wolf de Quadros Moro, inscrita na OAB, seção Paraná, sob o nº 24.715

Assim como o caso de Fachin e esposa, não há conflito de interesse no caso Moro e esposa. Primeiro, porque ele atua na área criminal, ela, cível. Segundo, ainda que ela atuasse no criminal, ele jamais julgaria os seus processos, porque por lei estaria impedido.

Veja a íntegra da resposta de Rosângela Moro ao Viomundo:

O dr. Sérgio Moro é membro do TRF-4 lotado desde 2003 na 13ª Vara Criminal de Curitiba, que antes, chamava-se 2 Vara Federal Criminal. Ele não atua no Tribunal.

Além disso, eu não atuo na área criminal, seja na 13ª de Curitiba ou qualquer outra. Deste modo, impossível que ele atue como juiz em qualquer um dos meus processos, seja na primeira ou na segunda instancia. Logo, não há conflito de interesse qualquer, porque os processos que atuo não serão jamais julgados por ele.

Ainda que eu atuasse na área criminal, o que repito, não faço, ainda assim ele não julgaria jamais os meus processos, porque por lei ele estaria impedido.

Logo, não há qualquer conflito de interesses.

Em 30 de abril, a Folha atacou de novo: Fachin pode ser barrado no Senado, avaliam peemedebistas.

A matéria diz respeito à suposta incompatibilidade entre o cargo de procurador do Estado do Paraná, que Fachin ocupou por 16 anos, e advocacia privada.

Uma falsa polêmica levantada pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES).

O site do Movimento ‪#‎FachinSim, criado na internet pelos apoiadores do candidato a ministro do STF, rebate:

É um argumento que, infelizmente, ainda sobrevive às investidas do bom senso, embora tenha um erro de origem: somente lei federal pode condicionar restrições ao exercício da atividade profissional, aí incluída a de advogado. Logo, a acusação primordial, de que a atividade de Fachin esteve em conflito com a Constituição do Estado do Paraná, de 1989, não tem onde se apegar.

O Estatuto da Advocacia é, justamente, essa lei federal. Ele não estabelece qualquer incompatibilidade ou vedação ao exercício da advocacia privada pelos procuradores de Estado. Limita-se a lei a definir apenas o impedimento ao exercício da advocacia contra o próprio ente público que remunera o procurador, por óbvio.

Não bastasse isso, ao ser revisado, em 2000, o texto constitucional estadual deixou clara a permissão para que os procuradores paranaenses pudessem, mesmo em atividade no cargo, exercer livremente a advocacia privada, guardadas as restrições habituais.

Além disso, e a fim de dirimir quaisquer dúvidas a respeito do tema, Luiz Fachin ainda tomou o cuidado de buscar o aval do Conselho da Ordem dos Advogados (Seção do Paraná) antes de tomar qualquer atitude profissional conflitante com as regras da PGE. O que, aliás, foi registrado formalmente em sua carteira de advogado da OAB.


Tanto que a Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape), em nota, saiu em defesa de Fachin. Assim como a Associação dos Procuradores do Estado do Paraná (Apep). Ambas demonstrando que não há qualquer irregularidade no exercício profissional de Fachin.

O professor Fachin foi além. Gravou o vídeo no qual ele mesmo explica essa questão.

Fachin conseguiu algumas proezas. Uma delas: unir os parlamentares do Paraná de todos os partidos, inclusive PSDB e PT, em apoio ao seu nome.

Outra: ter o apoio maciço da comunidade jurídica e acadêmica.

De juristas conservadores, como Miguel Reali Jr., e progressistas, como Celso Antônio Bandeira de Mello.

Do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Furtado Coelho, para quem Fachin é “digno, ético e leal aos valores constitucionais”.

Assim como do Colégio de Presidentes da OAB, em razão da grande contribuição que a sua integridade e conhecimento jurídico garantirão ao aprimoramento da mais alta Corte de Justiça do País.

A trajetória jurídica do professor Fachin sempre foi pautada pela defesa intransigente da garantia dos direitos fundamentais.

Agora, a dura campanha para o STF mostra também que Fachin não tem medo nem foge do debate. Defensor intransigente da transparência e da liberdade de expressão, ele, por veio de vídeos, está indo a público, diretamente, colocar em pratos limpos as mentiras que a mídia tem disseminando.

O que publicamos acima é um deles. Já há outros três, postados na página do Movimento#‎FachinSim no Facebook. Vale a pena vê-los também para que não pairem quaisquer dúvidas sobre a sua trajetória pessoal e profissional e o que pensa.

PS do Viomundo: Começou a circular hoje uma nova denúncia. A de que o site FachinSim não seria de apoiadores, mas do PT. Ele teria sido registrado em nome de Renato Rojas, da equipe de redes sociais de Dilma e do PT e Agência PT de Notícias.

Eu, Conceição Lemes, fui apurar essas informações. O site é, sim, de apoiadores.

A assessoria do professor Fachin esclarece:

O Webdesigner Renato Rojas foi contratado para criar uma página eletrônica (site), de apresentação do professor Luiz Edson Fachin. A página em questão não é um portal, não tem produção de conteúdo, nem compartilha conteúdos alheios de qualquer espécie e procedência.

O profissional, contratado em regime de “freelancer”, se propôs a prestar o serviço porque está de férias na empresa onde mantém vínculo empregatício. A página foi registrada pelo próprio Renato Rojas, com endereço, contato e telefone pessoais, o que demonstra a absoluta transparência do processo.

A administração do site está sob a coordenação do Advogado e Professor Universitário Marcos Alberto Rocha Gonçalves, casado com a filha do Professor Luiz Edson Fachin. A iniciativa conta com a colaboração voluntária de familiares e amigos, sem qualquer tipo de vinculação partidária ou empresarial. O pagamento pela prestação dos serviços do webdesigner será realizado diretamente pelo escritório do Dr. Marcos Gonçalves.
*****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/05/a-campanha-sordida-contra-fachin.html