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domingo, 10 de maio de 2015

OUÇA O QUE DIZ UM PROFESSOR SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO: “33 MILHÕES DE PESSOAS SERÃO PREJUDICADAS”

10.05.2015
Do blog BRASIL29

Uczai100515B

Deputado federal e professor Pedro Uczai mostra de forma didática e simples por que a terceirização é danosa para os trabalhadores

A estimativa é que no Brasil existem aproximadamente 13 milhões de trabalhadores no regime terceirizado, que exercem atividades “meio” e não a atividade “fim” da empresa, pois a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho não permite essa prática.
Caso a matéria (que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados) seja aprovada no Senado, o número de trabalhadores terceirizados pode aumentar para 33 milhões. Segundo estudo do DIEESE, os trabalhadores terceirizados tem uma jornada de três horas a mais semanalmente e ganham 27% a menos.
“O que se está propondo no projeto é precarizar os trabalhadores que não estão precarizados”, destacou o deputado Pedro Uczai (PT/SC).
No entendimento do parlamentar, se o PL for aprovado , vai acontecer uma demissão em massa dos trabalhadores protegidos pela CLT para a contratação de trabalhadores terceirizados, que terão perda de renda.
“Parece lógico concluir que se pretende é substituir o trabalhador com as garantias trabalhistas por uma ‘mão de obra’ mais barata”, salientou Uczai, no Plenário da Câmara dos Deputados. Ele ainda ressaltou o posicionamento contrário à proposta manifestada publicamente por 19 dos 26 ministros do Tribunal Superior do Trabalho, TST.
“Essa matéria é um retrocesso. Defendo o arquivamento deste projeto que fere os direitos dos trabalhadores brasileiros”, finalizou Uczai.

Fonte:http://br29.com.br/ouca-o-que-diz-um-professor-sobre-a-terceirizacao-33-milhoes-de-pessoas-serao-prejudicadas/

CONTRA PANELAÇOS DA ELITE, ATIVISTAS DEFENDEM DILMA

10.05.2015
Do portal BRASIL247

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Antonio Xaolin e Niura Antunes, ativistas e moradores da Rocinha, escreveram artigo exclusivo para o Favela 247 defendendo os avanços sociais dos governos Lula e Dilma e criticando os recentes panelaços das elites: "Entender essa pregação do ódio contra Dilma e enxergar a cortina que esconde esse processo de ódio é colocar as coisas no seu devido contexto histórico. É preciso uma reflexão sobre como era o país antes de Lula e Dilma. Um país arrasado com o povo da favela e da periferia totalmente sem direitos, e o que se via era amontoados de desempregados, sem moradias e sem esperança"


Por *Antonio Xaolin e Niura Maria Antunes, para o Favela 247

Síndrome de Cinderela e a mãe dos pobres

Feliz Dia das Mães, Presidenta Dilma!

Isso mesmo, ela que tanto lutou e trabalhou para o Brasil melhorar e se desenvolver. Tanto trabalhou para que os pobres se tornassem cidadãos visíveis merece o título de Mãe do Brasil.

Entender essa pregação do ódio contra Dilma e enxergar a cortina que esconde esse processo de ódio é colocar as coisas no seu devido contexto histórico. É preciso uma reflexão sobre como era o país antes de Lula e Dilma. Um país arrasado com o povo da favela e da periferia totalmente sem direitos, e o que se via era amontoados de desempregados, sem moradias e sem esperança. E ser favelado era pejorativo, tanto que virou comunidade.

Foi com o governo Lula e Dilma que milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza, conseguiram comprar a casa própria, conseguiram colocar seus filhos para fazer uma faculdade, conseguiram comprar um carro novo, conseguiram andar de avião pela primeira vez. Enfim, conseguiram ser visíveis e tiveram suas vidas mudadas.

A verdade é que foi feito um processo de inclusão nunca visto na história deste país, colocando o Brasil na rota do desenvolvimento. No fundo, tudo que acontece agora é ódio às conquistas ao povo pobre.

A madrasta rica não quer ver a abóbora transformar-se em automóvel e que os pés descalços tenham calçados novos. Preferem continuar rindo da pobreza em seus castelos esvaziando suas panelas inox para baterem numa noite de príncipe desencantado. Não toleram o avanço que o povo pobre conquistou nos atuais governos. Não toleram o filho do pobre que senta ao lado do seu filho rico no banco da faculdade. Não toleram o pobre que agora senta ao seu lado na poltrona do avião.

Por que a madrasta rica bate panela se seu prato de porcelana está sempre cheio de comida já que eles sabem que não estão perdendo nada? O problema dessa gente é aturar pobre em aeroporto, shoppings, universidades, em restaurantes e casas noturnas da moda.

Precisa ser cego e surdo para dizer que não sabe quanto as pessoas mais pobres melhoraram de vida. As lojas estão cheias de pobres comprando celulares, televisores de última geração; o desemprego ainda é um dos mais baixos da história; a quantidade de universitários praticamente se multiplicou nos últimos anos. A questão agora é que a gata borralheira não precisa voltar para casa correndo antes da meia noite com medo do sapato de cristal quebrar. Com a garantia dos direitos da empregada doméstica a madrasta agora bate a panela chateada porque ela tem que respeitar a lei.

Uma convulsão social há muito tempo poderia ter acontecido. Só ainda não ocorreu de o morro descer para o asfalto para cobrar a descomunal dívida social graças a alguém que essa elite cretina odeia. Graças a Lula e Dilma, o povo da favela e da periferia não se rebelou.

Se não fosse a distensão social existente, essa gente que bate panela para tirar direitos e oportunidades de pobre talvez nem estivesse aqui para contar a história, pois se – ou quando – o morro descer, toda cidade vai cantar ouvindo saraivadas de fogos no ar.

Rico escolheu um jeito esquisito de se manifestar politicamente. O ato de bater panelas sugere protesto contra a fome, no entanto as panelas dos ricos estão sempre cheias, mas madrasta que se presem tem que reclamar quando a Cinderela pobre melhora de vida e isso desagrada esse pessoal. Quando rico bate panela para defender seus interesses políticos, pobre, favelado e remediado deve abrir o olho. Rico não se manifesta no interesse dos de baixo. Essa classe social tão barulhenta não quer ver mais pobres em aeroportos ou universidades. Cuidado com essa gente que não lhe dar valor.

A luta de classes esta de volta com toda a força. Agora é que o cabo de aço poderá arrebentar - o rico burguês de um lado contra o pobre trabalhador do outro. O trabalhador querendo continuar melhorando de vida e o rico burguês querendo impeachment. A madrasta maltratando a afilhada borralheira, forçando a barra, batendo panela inox, para que a mãe dos brasileiros seja impedida de realizar as mudanças necessárias para que os filhos da pátria evoluam.

A história do conto de fadas agora é real. Não somos mais Cinderelas, somos gente, queremos mais! E se é para lutar... Avante!

Feliz Dia das Mães, Presidenta Dilma!


*Antonio Xaolin, líder comunitário da Rocinha, coordenador da Câmara Comunitária da Rocinha. Foi presidente da Associação de Moradores da Rocinha e Diretor do Sindicato dos Metroviários. Niura Maria Antunes é trabalhadora da saúde e militante social.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/favela247/180311/Contra-panela%C3%A7os-da-elite-ativistas-defendem-Dilma.htm

PEC da Bengala: Longa vida aos corruptos

10.05.2015
Do BLOG DO MIRO, 09.05.15
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Ainda que timidamente, algumas vozes do Judiciário começam a manifestar uma preocupação com a recente aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 475/05, a chamada PEC da Bengala, que amplia de 70 para 75 anos o prazo para aposentadoria compulsória de integrantes de cargos efetivos no serviço público. Paralelamente, os jornais confirmam nota publicada na véspera pelo Globo, dando conta de que o presidente do Senado, Renan Calheiros, pretende submeter a nova sabatina os ministros do Supremo Tribunal Federal que quiserem se aposentar com mais de 70 anos.

A primeira reação foi do ministro Marco Aurélio Mello, integrante do STF desde 1990. Ele declarou que, depois de 26 anos de carreira jurídica, não se submeteria “ao risco de uma humilhação no campo político”. A Associação dos Magistrados Brasileiros também se mobilizou, por meio de seu presidente, para afirmar que a iniciativa do Congresso “é uma tentativa de controle do Judiciário” e o torna “refém de interesses político-partidários”.

Mas é interessante também registrar que o assunto provoca uma dissensão na compacta homogeneidade da mídia tradicional, que se caracteriza nos últimos anos pelo pensamento único. O Estado de S. Paulo condena, em editorial, a decisão do Parlamento, que chama de “intolerável pirraça” do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha. Já a Folha de S. Paulo, limitando-se a aspectos técnicos da questão, considera a medida sensata, levando-se em conta o aumento da longevidade dos brasileiros.

A imprensa levou dois dias para destrinchar o projeto, e só na sexta-feira (8/5) começa a se dar conta de seu impacto no imenso e complexo sistema do serviço público. Portanto, é de se esperar que as edições do fim de semana, que costumam trazer textos mais reflexivos do que a visão apressada do cotidiano, abordem com profundidade os efeitos dessa iniciativa do presidente da Câmara, que nove entre dez analistas consideram ter sido tomada em função de picuinhas políticas, como explicita o editorial do Estado.

Sem querer querendo, como diria o comediante da televisão, pode-se sugerir algumas questões aos pauteiros dos jornais. A primeira delas, lição básica dos juristas que também é útil para jornalistas: cui bono? – como diriam os romanos – ou, quem ganha com isso?

Uma pauta para domingo

Duas respostas já foram dadas neste espaço (ver aqui), com a observação de que o presidente do Senado é o primeiro beneficiado, com o poder que lhe cai às mãos pela possibilidade de submeter a nova sabatina os ministros que atualmente militam no Supremo Tribunal Federal. Outros que supostamente podem ser agradados são os próprios magistrados do STF, que, com mais cinco anos de carreira, ganham a chance de ocupar a presidência da Corte.

Mas é preciso estender a visão para a além da instituição visada inicialmente pelo presidente da Câmara ao colocar em votação, de surpresa, a PEC da Bengala. Olhando mais amplamente o universo dos servidores públicos, qual seria o perfil mais interessado em ter estendido o prazo de permanência em seu posto de trabalho – o funcionário exemplar, que cumpre zelosamente suas funções, ou o funcionário corrupto, que se beneficia do cargo para obter vantagens?

Imaginemos um daqueles juízes que, entre 2010 e 2012, se transformaram em personagens da crônica policial em consequência da ação da então corregedora Eliana Calmon. Aqueles que ela chamou de “bandidos de toga” e que escaparam da punição certamente se sentirão estimulados a prolongar suas carreiras, impedindo que seus postos sejam ocupados por magistrados mais jovens e ainda interessados em fazer justiça.

O mesmo se pode conjecturar em relação a muitos outros setores do serviço público, desde as diversas áreas de fiscalização no âmbito municipal até o topo de certas carreiras da administração federal.

Neste período em que o combate à corrupção mobiliza como nunca a polícia e o Ministério Público, a perspectiva de uma carreira mais extensa pode ser um incentivo àqueles que ingressam em áreas onde há facilidades para a concussão e outras malversações da atividade funcional.

Como se pode ver, não se trata apenas de “pirraça”, como diz o editorial do Estado de S. Paulo. Há, por trás da decisão do presidente da Câmara, uma atitude simbólica em favor da perpetuação de certos vícios que a sociedade quer ver extintos nas instituições públicas.

A imprensa vai se interessar em explorar essa perspectiva diferente da disputa política que paralisa Brasília?

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/05/pec-da-bengala-longa-vida-aos-corruptos.html

Coxinha paneleiro e analfabeto político bate na panela de barriga cheia porque sente ódio da inclusão social

10.05.2015
Do blog PALAVRA LIVRE, 06.05.15
Por Davis Sena Filho

O juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, é um brasileiro que “faz a diferença”, como pretendem fazer crer as Organizações(?) Globo, useira e vezeira em premiar aqueles sujeitos que, de preferência, fazem oposição ao Partido dos Trabalhadores e investigam, prendem e punem somente autoridades ou pessoas ligadas ao PT, porque tal partido venceu quatro eleições presidenciais consecutivas, realiza administrações republicanas e faz um governo de inclusão social, com o enfoque para a igualdade de oportunidades, realidades essas que deixam por demais furibundas as oligarquias brasileiras, que se mostram presentes nos setores públicos e privados.

A verdade é que com a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari, Moro fere gravemente o Governo Trabalhista, que desde a vitória eleitoral de Dilma Rousseff, em outubro de 2014, não teve um dia sequer de sossego para poder trabalhar a favor do desenvolvimento do País e da emancipação do povo brasileiro. Essa gente conservadora e reacionária, encastelada no Judiciário, no Ministério Público, nos partidos políticos de direita, na Polícia Federal dos delegados aecistas, na comunidade coxinha e, principalmente, nos meios de comunicação privados pertencentes aos magnatas bilionários de imprensa, tem apenas dois itens em sua agenda política: o golpe de estado e o impeachment de Dilma Rousseff.

Fascistas de carteirinha como o senador do DEM, Ronaldo Caiado, e playboys oportunistas, inconformados e furiosos com a derrota, a exemplo do senador Aécio Neves (PSDB), apostam todas suas fichas nesses dois processos draconianos, antidemocráticos e ilegais. Ilegais, sim, porque a presidenta Dilma não incorreu em malfeitos, não cometeu quaisquer corrupções e sua campanha eleitoral foi comprovadamente considerada legal, como apontam as resoluções quanto a isto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O presidente do PT, Rui Falcão, pronunciou-se sobre a prisão de Vaccari e garantiu que os advogados da legenda vão recorrer contra a prisão. O fato é que se percebe nitidamente que a prisão do tesoureiro tem por finalidade criminalizar as doações ao PT, já que o PSDB, o PSB e o PMDB também receberam dinheiro para financiar suas campanhas de empresas que estão a ser investigadas pelo Operação Lava Jato.

Por sua vez, torna-se inacreditável e até mesmo surreal a seletividade do juiz Moro, de promotores e de setores da PF, que até agora não prenderam ninguém do lado tucano e de outros partidos, porque no Brasil certos grupos são inimputáveis, o que reafirma que o status quo é blindado, ainda mais quando ele é o representante legítimo dos interesses da burguesia nacional e dos conglomerados econômicos internacionais.

É o fim da picada a seletividade de juízes, como o Sérgio Moro, e de procuradores, como Rodrigo de Grandis e Deltan Dellagnol, o primeiro “esqueceu” o pedido de investigação do MP da Suíça sobre a roubalheira acontecida no metrô e nos trens de São Paulo, e o segundo posa de herói, juntamente com seus colegas de Operação Lava Jato, e sai em foto de capa do diário conservador, Folha de S. Paulo, ferrenho opositor ao PT e à Dilma. O jornal da família Frias jamais aceitou o resultado das urnas, ou seja, a derrota de Aécio Neves.

Ao fazer a vez da oposição partidária, a imprensa de mercado recrudesceu a espetacularização nada republicana de servidores públicos da Procuradoria da República, propositalmente promovida por uma mídia golpista, que sabe o que faz com seu canto de sereia, que embriaga procuradores atraídos pelas luzes da ribalta. A prisão de João Vaccari significa a criminalização do PT, que apresentou ao TSE as doações recebidas, tanto quanto se beneficiaram os partidos da oposição, que, entretanto, não são denunciados, investigados, punidos e muito menos saem nas manchetes e chamadas dos jornais, rádios e televisões dos oligarcas das comunicações.

Vaccari foi à CPI da Petrobras e apresentou documentos e dados que comprovam que as doações recebidas pelo PT são legais. Para não deixar dúvidas, ainda informou, volto a comentar, que o PMDB, o PSB e o PSDB também receberam dinheiro e nem por isso são investigados pelos seletivos, juiz Moro, procurador Dellagnol e delegados aecistas. E por quê? Porque fazem política, aliaram-se à imprensa corporativa, aos partidos de direita e de oposição e querem, de uma forma ou de outra, que o PT saia do poder, afinal existem movimentos golpistas, que desejam a extinção do PT e a destituição de Dilma Rousseff da Presidência da República. Seria cômico ou surreal se não fosse trágico.

O que quer esse Juiz nada confiável, pois político, e esses promotores que pensam ser os “Intocáveis” de Hollywood? O que se pode esperar de juízes, imprensa dos magnatas e de promotores partidários, ideologicamente conservadores e que lutam desesperadamente e incansavelmente para manter o status quo, a defender esse sistema de capitais injusto e perverso e a tentar preservar os privilégios das classes sociais abastadas.

Tratamos, sem dúvida, de um embate político duríssimo e tão violento e insensato quanto os ocorridos nos idos de 1954 e 1955, 1961 e 1964. As questões desses fatos e acontecimento não se resumem em prisões e punições, porque sou plenamente favorável às prisões de ladrões do dinheiro público, sejam eles membros do PT, do PSDB, do funcionalismo público, do empresariado, seja de onde for e vier. O que está em jogo, porém, não é simplesmente prender ou não prender, porque a reação quer apagar o fogo com gasolina e apostar no quanto pior, melhor.

O que está em jogo é a estabilidade democrática, a Constituição, o equilíbrio entre os poderes e a submissão aos resultados das urnas, quando Dilma Rousseff, do PT, recebeu do povo brasileiro mais de 54 milhões de votos e derrotou pela quarta vez o candidato da direita, das oligarquias e dos interesses internacionais, desta vez na pessoa de Aécio Neves. O resultado disse tudo é que ficam no ar muitas dúvidas quanto à lisura e o republicanismo da Justiça. Muita gente fica com a impressão que o PSDB e seus aliados não recebem doações, não tem caixa dois e muito menos tesoureiros responsáveis pelas contas dos partidos.

Os tucanos falam muito de corrupção. O DEM também. A imprensa familiar e empresarial está histérica com o assunto sobre corrupção. São todos contra a corrupção. No entanto, os magnatas bilionários de imprensa e seus empregados de confiança se dizem a favor do financiamento privado para as campanhas eleitorais. Os partidos de direita também, sendo que muitas dessas pessoas ou grupos não querem nem saber de efetivar uma reforma política. São cínicos e hipócritas, porque não são sinceros. Como pode você se dizer contra a corrupção, mas quer o financiamento privado de campanhas eleitorais, o maior responsável, inegavelmente, pela corrupção entre empresas privadas e o poder público.

A crise política está a vicejar, a recrudescer e longe de seu fim porque não interessa à direita que ela acabe, pois a intenção é engessar o governo e não deixar a presidenta Dilma governar. O negócio é infernizar, mesmo ao preço de prejudicar a economia do País e a paz social. Combate-se, sem trégua, um governo de caráter popular e que está a prender, pela primeira vez neste País, ricos empresários e executivos. Sem dúvida, é exatamente o Governo Trabalhista do PT que começou a limpar a sujeira dentro do Estado nacional. Só não vê quem não quer. Ou é de oposição, aquela que está desesperada, inconformada, irada e furiosa por estar sem controlar o Governo Federal há mais de 12 anos. O juiz Sérgio Moro é político e quer criminalizar o PT para derrubar do poder a presidenta Dilma Rousseff. É isso aí.
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Fonte:http://davissenafilho.blogspot.com.br/2015/05/coxinha-paneleiro-e-analfabeto-politico.html

MP PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DA LEI RICHA DO CONFISCO

10.05.2015
Do portal PARANÁ247, 09.05.15
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/180252/MP-pede-suspens%C3%A3o-imediata-da-lei-Richa-do-confisco.htm

Operação Zelotes: O abafa começou. Como evitar?

10.05.2015
Do blog LIMPINHO & CHEIROSO,07.05.15

Mídia e Judiciário engavetam aos poucos a maior fraude fiscal da história, envolvendo grandes bancos e maior afiliada da Globo. Alguns deputados resistem.

Zelotes02

Marco Weissheimer, via Sul21 

O deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS), relator da subcomissão da Câmara dos Deputados que acompanha as investigações da Operação Zelotes, está cogitando a possibilidade de solicitar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que acompanhe os desdobramentos do caso para evitar uma “operação abafa” sobre a operação que envolve grandes empresas nacionais e multinacionais. Pimenta reuniu-se nesta terça-feira, em Brasília, com o Procurador da República Frederico Paiva, que lidera a equipe que atua no caso. Na quarta-feira, dia 29/4, o deputado apresentará o plano de trabalho da subcomissão e terá uma reunião com o delegado Marlon Cajado, da Polícia Federal. Pimenta adiantou que vai propor também uma reunião entre Paiva e os deputados que compõem a subcomissão.

Com o passar dos dias, a Operação Zelotes foi sumindo da mídia, após envolver valores superiores ao da Lava-Jato. Também ao contrário do que ocorreu com a Lava-Jato, no caso da Zelotes o Ministério Público Federal pediu a prisão preventiva de 26 investigados, mas todos os pedidos foram negados pelo Poder Judiciário. Daí a ideia de pedir ao Conselho Nacional de Justiça para que acompanhe o caso. “A sociedade não aceitará uma operação abafa sobre a Zelotes”, disse Paulo Pimenta.

O deputado criticou a cobertura da mídia sobre o maior esquema de sonegação fiscal do país. “Curiosamente, a Zelotes não é notícia, e a chamada grande mídia não demonstra nenhum interesse em ter acesso ao processo, em cobrar providências. Como explicar à sociedade brasileira que um esquema que causou um prejuízo aos cofres públicos de R$19 bilhões não seja de interesse público”, questionou.

A Operação Zelotes foi desencadeada no dia 28 de março por diversos órgãos federais para desbaratar um esquema de fraudes tributárias envolvendo grandes empresas brasileiras e multinacionais. As investigações foram conduzidas por uma força-tarefa formada pela Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal e Corregedoria do Ministério da Fazenda. O Grupo RBS, a Gerdau, os bancos Bradesco, Santander, Safra, Pontual e Bank Boston, as montadoras Ford e Mitsubishi e um grupo de outras grandes empresas estão sendo investigados pela suspeita de pagamento de propina a integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), para anular multas tributárias milionárias.

Entre os crimes investigados na Zelotes, estão advocacia administrativa, tráfico de influência, corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, “o esquema envolveria a contratação de empresas de consultoria que, mediante trânsito facilitado junto ao Carf, conseguiam controlar o resultado do julgamento de forma a favorecer o contribuinte autuado. Constatou-se que muitas dessas consultorias tinham como sócios conselheiros ou ex-conselheiros do Carf”.

Segundo a Polícia Federal, o grupo que atuava no Carf fazia um levantamento dos grandes processos em curso no conselho, procurava empresas com altos débitos no Fisco e oferecia facilidades, como a anulação de multas. Conforme as investigações feitas até aqui, mais de 70 processos tributários podem ter sido fraudados, com um prejuízo superior a R$19 bilhões aos cofres públicos.

Os casos que estão sob investigação da força-tarefa da Operação Zelotes teriam ocorrido entre os anos de 2005 e 2015. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, os investigadores suspeitam que a RBS teria efetuado o pagamento de R$15 milhões para fazer desaparecer um débito de mais de R$150 milhões. No total, diz também a reportagem, as investigações se concentram em débitos da RBS que chegam a R$672 milhões. O grupo RBS negou, em nota oficial, a prática de qualquer irregularidade. O Grupo Gerdau também é investigado pela suposta tentativa de anular débitos que chegariam a R$1,2 bilhão. A empresa também negou qualquer irregularidade.

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● Série do DCM sobre a sonegação da Globo, 2ª parte: Como o processo sumiu da Receita e sobreviveu no submundo do crime
● Série do DCM sobre a sonegação da Globo, 3ª parte: A história da funcionária da Receita que sumiu com o processo
● Vídeo: O documentário sobre o escândalo de sonegação da Globo
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● Em 2014, sonegação deve atingir R$500 bilhões no Brasil
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Fonte:http://limpinhoecheiroso.com/2015/05/08/operacao-zelotes-o-abafa-comecou-como-evitar/

SÃO PAULO, UMA CIDADE RACISTA: Uma cidade branca

10.05.2015
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 09.05.15
Por Xandra Stefane
Livro desconstrói mito da democracia racial em São Paulo: trabalhadores negros são excluídos de empregos com maior relevância econômica desde o início do período republicano
MARC FERREZ
livro.jpg
Negros na lavoura do café: oligarquias eram “profundamente racistas”
“Precisa-se de uma boa lavadeira e engomadeira branca para lavar em sua própria casa.” “Lavadeira branca para senhor só.” “Lavadeira, que saiba engomar, branca, para casa de família.” “Precisa-se de perfeita cozinheira estrangeira, que durma no aluguel, tratar-se Av. Paulista, 60.” O racismo no início do século 20 no Brasil não era velado, como mostram esses anúncios publicados originalmente no jornal Diário Popular, entre 1912 e 1913. A escravidão no Brasil durou mais de 350 anos e marcou de maneira profunda a formação econômica, social, política e cultural do país – e seus efeitos perversos continuam até hoje.
É por isso que o historiador Ramatis Jacino debruçou-se em pesquisas durante quatro anos, na tentativa de compreender as razões e os mecanismos da exclusão da mão de obra negra na cidade de São Paulo, o epicentro econômico e financeiro do país nas primeiras décadas da República. Resultado de trabalho que lhe deu o título de doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), o livro Transição e Exclusão – O Negro no Mercado de Trabalho em São Paulo Pós-Abolição – 1912/1920 (Nefertiti Editora, 226 págs.) constata que houve uma opção por “branquear” o mercado de trabalho por parte das elites, que ao privilegiar os imigrantes europeus negaram ao homem e à mulher negra ocupações valorizadas socialmente e mais bem remuneradas.
“A ideia de pesquisar a exclusão do negro no mercado de trabalho ao final do período escravista surgiu durante a minha graduação, quando pensei em buscar as razões da atual discriminação que homens e mulheres negras vivenciam no mercado de trabalho e na sociedade”, afirma Jacino. O autor comprovou que mesmo atividades historicamente consideradas “ocupações de negros” – serviços domésticos, comércio de rua, atendimento a saúde e demais atividades até então consideradas desprezíveis para brancos – começaram a ser disputadas pelos imigrantes europeus. Estes eram favorecidos por “ações administrativas” protagonizadas pelos setores abastados da cidade e até mesmo pela legislação que, implícita ou explicitamente, proibia que homens e mulheres negras ocupassem certas vagas.
As razões para esse “branqueamento” do mercado de trabalho, segundo o pesquisador, são as opções ideológicas das elites daquele período, em especial das oligarquias cafeeiras paulistas. “Por serem profundamente racistas, compreendiam que o crescimento e a modernização do país pressupunha o ‘branqueamento’ do seu povo. Os efeitos desse ‘branqueamento’ são econômicos, pois homens e mulheres negros ainda estão condenados aos trabalhos mais insalubres, mais mal remunerados e mal valorizados socialmente; são sociais, pois os descendentes de escravizados continuam marginalizados; são políticos, pois estão sub-representados nos espaços de poder; e são culturais, uma vez que a extraordinária contribuição cultural dos descendentes de africanos permanece desprezada, demonizada, criminalizada ou, na melhor das hipóteses, tratada como ‘folclore’”, lamenta Jacino.

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Fonte;http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/106/uma-cidade-branca-9144.html

GLOBO SONEGA: Rede Globo delinquente impune

10.05.2015
Do blog MEGACIDADANIA, 09.05.15

gLOBO IMPUNE
Enquanto nossa democracia estiver convivendo com a impunidade que beneficia a Rede Globo, não existirá justiça.

Vem de longe as falcatruas que orbitam a Globo (confira nos links ao final do post).

O padrão Globo de impunidade é bem amplo e vai da falsificação de documentos, passando pelo desaparecimento de processos e até mesmo bombas explodindo na casa de fiscais.

BOMBA EXPLODE NA CASA DE AMBIENTALISTA DO GOVERNO. ENTENDA O CASO:

1) em novembro de 2010, a justiça federal ordenou a família Marinho, dona da Globo, para demolir a casa e todos os outros edifícios na área. Os Marinhos apelaram e recurso na justiça ainda não julgado (CLIQUE AQUI).

2) Graziela Moraes Barros, é a inspetora do ICMBio (Instituto Chico Mendes), que participou de uma autuação na propriedade dos Marinhos movida pelo Ministério Público (CLIQUE AQUI).

3) Em março de 2012 a revista Bloomberg divulga reportagem identificando a mansão dos Marinhos, dona da Globo, construída em reserva ambiental proibida, sem autorização (CLIQUE AQUI).

4) No dia 09 de abril de 2013 a ambientalista do governo é expulsa do Rio de Janeiro à bomba (CLIQUE AQUI).

Para conhecer a suntuosa e ilegal propriedade dos Marinhos, clique nos links a seguir:
a) A mansão ilegal e seus detalhes
b) Imagens da mansão ilegal

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REDE GLOBO ENVOLVIDA NA LAVA JATO COM OUTRA ILHA

“Para conhecimento de vocês, eu tenho um contrato assinado para vender uma ilha das Organizações Globo”.

O sempre antenado Rodrigo Vianna, do blog Escrevinhador, aproveitou a onda midiática em torno da “delação” de Paulo Roberto Costa para cavar uma bombástica notícia. Em junho passado, quando foi chamado para depor na CPI do Senado, o ex-diretor da Petrobras fez uma grave denúncia, ele revelou que sua empresa, a Costa Global, mantém negócios com as Organizações Globo.: “Para conhecimento de vocês, eu tenho um contrato assinado para vender uma ilha das Organizações Globo”. A mídia venal, que age como a máfia na proteção dos seus bandidos, sequer mencionou o fato. O “delator” não virou capa da Veja naquela ocasião. Willian Bonner, Patrícia Poeta, Willian Waack e outros apresentadores dos telejornais globais também não mencionaram o fato.

De acordo com o ex-diretor, a ilha situa-se na rodovia Niterói-Manilha. Ele frisou que o contrato firmado com as organizações da família Marinho era para que a Costa Global procurasse um leasing imobiliário para vender a área. Segundo ele, o objetivo do negócio era dar apoio para a operação offshore que atuaria para empresas que trabalhavam com a Petrobras, com a Shell, e com outras empresas que têm atividades de produção na Bacia de Campos. “Até para as Organizações Globo estamos prestando serviço”, reafirmou Paulo Roberto.

Fonte: Carta Maior

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Qualquer internauta irá encontrar vasto material, em rápida busca pela internet, comprovando os variados crimes da Rede Globo.

Para facilitar e quem sabe estimular - os que nos honram lendo este blog - a empreenderem novas pesquisas, vamos disponibilizar alguns links:

Globo mata e pede desculpas. Patético! Por Altamiro Borges no portal Carta Maior

“Evasão fiscal é um problema muito mais grave do que corrupção” Publicado no Diário do Centro do Mundo

Lista do HSBC liga Globo, Folha, Band e Abril a crime de evasão fiscal

ENTENDA O CRIME DE SONEGAÇÃO DA REDE GLOBO

VÍDEO: o documentário do DCM sobre o escândalo de sonegação da Globo

O império Globo de crimes. Por Roméro da Costa Machado

Os crimes da Rede Globo (incluindo sonegação fiscal). Por Antonio Fernando

Sumiço e o “congelamento” do processo durante mais de seis anos beneficiou Rede Globo.

Até quando o MPF e a Justiça Federal continuarão sem ler os documentos originais contra a Rede Globo?

Vamos dar ampla divulgação ao link com a íntegra original do processo contra a Rede Globo e que "foi sumido" das dependências da Receita Federal. CLIQUE AQUI E CONFIRA

Somente com uma forte pressão dos movimentos sociais e internautas será possível romper a blindagem que protege a Globo.
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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/rede-globo-delinquente-impune/