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sábado, 25 de abril de 2015

Além de partido dos ricos, PSDB chegará em 2018 com pecha de golpista

25.04.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

A bancada do PSDB na Câmara pretende apresentar na próxima semana, "entre terça e quarta-feira", o pedido de impeachment da presidente Dilma   segundo Aécio Neves e Carlos Sampaio, por crime de responsabilidade, com base nas chamadas "pedaladas fiscais", e por , a velha conversa sobre Petrobras.

O líder do partido na Câmara, Carlos Sampaio (SP), disse que apresentará o parecer dos deputados ao presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), mas entende que já há elementos suficientes para conseguir o impedimento da presidente.

Derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, Aécio já afirmou que o partido pedirá o impeachment se ficar comprovada a participação de Dilma nas chamadas "pedaladas fiscais", manobras feitas com recursos dos bancos públicos para arrumar as contas do governo.

O PSDB aguarda um parecer do professor Miguel Reale, antes de anunciar uma decisão sobre o tema. Tucanos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se posicionaram contrários ao pedido de impeachment.

Na verdade mesmo, ninguém ali dentro do PSDB quer impeachment. coisa nenhuma. É que os tucanos, Aécio e Carlos Sampaio entre outros, fizeram promessa para lideres de grupos de protestos antiDilma e agora terá que dar uma satisfação qualquer  para não perder esses votos na próxima eleição.

Partido de elite não pede impeachment.

O PSDB nasceu com uma proposta social democrata e, nos primórdios, angariava simpatias de amplos setores da sociedade. Antes de chegar à presidência da República, Fernando Henrique Cardoso chegou a participar de encontros da Internacional Socialista, convidado por Leonel Brizola.

Depois de governar o Brasil por 8 anos, fazendo um truculento governo neoliberal, agradando só aos ricos e arrochando os mais pobres, passou a ser visto como um partido "dos ricos", da elite econômica neoliberal, perdendo simpatizantes na classe média arrochada, e nas classes mais baixas, abandonadas pelo governo tucano à própria sorte.

Assim, desde o traumático governo FHC, onde a classe média para baixo vivenciou um governo dos ricos, para os ricos e pelos ricos, o PSDB carrega essa pecha. E batalha com afinco no Congresso Nacional para fazer por merecer esta imagem. Basta ver que seus deputados votaram em peso a favor da terceirização ilimitada, através do projeto de Lei 4330. É coisa que só beneficia as poucas grandes empresas enquanto detona o salário e o emprego de dezenas de milhões de trabalhadores, inclusive da classe média que sonha em fazer carreira profissional em grandes empresas. Agora parte da bancada tucana, sob intensa pressão popular, já cogita tentar consertar o estrago amenizando os danos da terceirização na votação das emendas à PL.

O fato é que o PSDB tornou-se um partido de nicho dos ricos. Nas últimas eleições presidenciais, seu candidato, Aécio Neves, com votos de simpatizantes tucanos e de seu estado natal patinou entre 10 e 15% nas pesquisas de intenções de votos. Precisou buscar votos na rejeição do eleitorado aos outros candidatos. Para ir ao segundo turno precisou desconstruir Marina Silva e pregar o chamado voto útil. Propostas de governo melhor? Nada disso. Aécio dizia que era ele quem tinha mais estrutura e mais chances de vencer Dilma Rousseff no segundo turno, buscando o voto anti-petista incensado pela imprensa demotucana. Esse eleitor votaria em qualquer um por falta de outra opção.

Já restrito à este nicho dos ricos, agora a atuação dos tucanos reduzem mais ainda seu segmento eleitoral, ao se dedicarem à política do golpismo e do "quanto pior, melhor". O PSDB só está atraindo uma minoria radical que aceita ou clama pela ditadura, não aceita a democracia expressa no resultado das urnas e não aceita um governo popular onde os pobres prosperem mais rápido do que os mais ricos. Note que os mais ricos também prosperaram nos governos petistas com o ingresso de milhões de pobres no mercado de consumo. E prosperaram bem mais do que nos governos tucanos. Mas irracionalmente não aceitam políticas de valorização mais rápida do salário mínimo e da renda do trabalho em geral, coisa que qualquer país democrático que se tornou altamente desenvolvido fez no século passado.

É verdade que há tucanos que só pensam no golpe do impeachment, enquanto outros mais comedidos fazem ressalvas sobre quebra da institucionalidade. Mas quem é contra o golpe ou faz ressalvas, o faz protocolarmente, timidamente. Enquanto quem é favor age como incendiário, inclusive o próprio presidente do partido, Aécio Neves. Com esse comportamento, não adianta o partido querer ficar com um pé em cada canoa, porque a imagem que prevalece é a de golpista.

É óbvio que crises afetam governos e que é do jogo a oposição explorá-las. Mas crises passam, e quando o povo percebe que a atividade política da oposição é só de atrapalhar, sem conseguir formular uma alternativa construtiva visível para a nação, o povo pune a oposição. Já ocorreu no Brasil com diversos parlamentares do DEM e do próprio PSDB que se especializaram em CPI's do fim do mundo e o povo os demitiu nas urnas, desde 2006. Até nos EUA, o partido Republicano atrapalhou votações do orçamento para "sangrar" o presidente Barack Obama em seu primeiro mandato, mas o povo percebeu o jogo do "quanto pior, melhor", puniu os Republicanos na eleição seguinte e reelegeu Obama.

Do jeito que a coisa vai, o PSDB chegará em 2018 perdendo boa parte que tinha do eleitorado mais rico. Sobrarão os golpistas. Os eleitores que querem mais democracia, reformas representativas dos anseios do povo (e me refiro à grande maioria do povo, e não à minorias barulhentas), mesmo que busquem um candidato de oposição procurarão algum que não seja tucano.

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/04/alem-de-partido-dos-ricos-psdb-chegara.html

Governo Beto: Richa Imprensa abafa operação Voldemort, esquema de corrupção no ninho tucano

25.04.2015
Do BLOG DO SARAIVA, 20.04.15

Primo de Beto Richa e outras seis pessoas são acusadas pelo MP de esquema criminoso para obter contrato emergencial de R$ 1,5 milhão com o governo paranaense

por Helena Sthephanowitz 

Ricardo Almeida/ANPr/fotos públicas
richa.jpg
Richa deu a entender que foi em busca de conselhos de FHC para enfrentar sucessivas crises de seu governo

No inicio deste mês, o Ministério Público do Paraná abriu ação penal contra o empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa e ex-assessor parlamentar do tucano. 

Para a Justiça, Abi é considerado um dos nomes mais influentes no governo Richa, ainda que não ocupe nenhum cargo público. Abi e outras seis pessoas são acusadas pelo MP de montar um esquema criminoso para obter um contrato emergencial de R$ 1,5 milhão com o governo do estado. Eles agora respondem por organização criminosa, falsidade ideológica e fraude em licitação.

As suspeitas sobre a ação de Abi nos bastidores do governo tucano ganharam força depois que parte do depoimento de um ex-funcionário do governo foi revelada. Marcelo Caramori, que tinha um cargo comissionado no Executivo até o início do ano, afirmou em delação premiada que Abi é "o grande caixa financeiro do governador Beto Richa, incumbindo-lhe bancar campanhas políticas e arrecadar dinheiro proveniente dos vários órgãos do estado". 

O delator está preso desde janeiro em Londrina por exploração sexual de menores.

A atuação do primo de Richa nos bastidores ajudou a batizar a Operação Voldemort, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná, que investiga esquema criminoso montado para obter um contrato de R$ 1,5 milhão entre a empresa Providence Auto Center e o Departamento de Transporte Oficial do Estado. O nome faz alusão a Lord Voldemort, o temido personagem da série literária e cinematográfica Harry Potter, que nos livros de J. K. Rowling é conhecido como "aquele que não deve ser nomeado".

Richa, em vez de pedir à Polícia Federal uma ampla investigação da corrupção instalada dentro de seu governo, tentou amenizar o caso publicando em seu facebook um breve relato de uma visita feita ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, dando a entender que foi em busca de conselhos para enfrentar as sucessivas crises que assolam seu governo.

Richa terminou seu primeiro mandato em crise econômica. Desde 2013 tem dificuldades de caixa para pagar fornecedores em dia e não consegue cumprir compromissos assumidos com o funcionalismo. Iniciou seu segundo mandato pior ainda, com greves de profissionais do ensino e da saúde, e com aumento de 50% nos impostos estaduais sobre vários produtos.

FHC não é uma pessoa das mais apropriadas para dar conselhos econômicos. Em seus oito anos de gestão na Presidência da República quebrou o Brasil três vezes, mesmo fazendo o maior aumento da carga tributária da história. Vendeu patrimônio público para abater a dívida, mas a dívida explodiu. Privatizou tendo como um dos argumentos atrair investimentos e eles vieram pífios, resultando em racionamento de energia, má qualidade nos serviços públicos concedidos e tarifas altas de pedágios e telefonia. Também fracassou na geração de empregos; a renda do trabalhador e a proteção social foi arrochada. Enfim, se for seguir aqueles conselhos, pobres paranaenses.

Outro tema que leva o governo paranaense à crise política é a corrupção envolvendo familiares e rondando seu gabinete. Outra relação de proximidade é a sociedade de Fernanda Richa, mulher do governador, e Eloiza Fernandes Pinheiro Abi Antoun, mulher de Abi, entre 1999 e 2002. As duas foram sócias da União Metropolitana de Ensino Paranaense Ltda.

Apesar de o Judiciário nem sempre individualizar condutas criminosas quando acusa petistas, o princípio deve valer para todos e Beto Richa não pode responder criminalmente pela conduta de terceiros sem provas. Porém, o Paraná precisa que as investigações sejam feitas e precisa que o governo seja depurado, doa a quem doer, como acontece no governo federal.

E neste ponto, FHC também não é um bom conselheiro. Em seu governo reinava a impunidade do engavetamento. A corrupção cresceu assustadoramente ao não ser combatida como deveria, favorecendo a sobrevivência eleitoral de políticos corruptos. E ainda contava com a complacência da imprensa tradicional simpática ao tucanato.

Deixou uma herança maldita que, a duras penas, vem sendo combatida diuturnamente. Se Richa fosse agir republicanamente, faria tudo ao contrário do que o ex-presidente aconselhasse. O problema é que os dois tucanos se parecem muito no jeito de agir e de governar. Para desespero dos cidadãos paranaenses.

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Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2015/04/governo-beto-richa-imprensa-abafa.html

Demissões na imprensa: a profecia que devorou o profeta

25.04.2015
Do blog TIJOLAÇO
Por Miguel do Rosário

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Reproduzimos abaixo inteligente análise de Luciano Martins, sobre a relação entre o pessimismo apocalíptico da mídia e os “passaralhos” (jargão das redações para demissões).
A profecia que devora o profeta
Por Luciano Martins Costa em 24/04/2015, no Observatório da Imprensa.
Jornalistas que foram demitidos da Folha de S. Paulo fazem circular uma carta do jornal, assinada pelo editor-executivo Sérgio Dávila, justificando os cortes ocorridos na semana passada. Como se sabe, o diário paulista vem reduzindo sua força de trabalho desde janeiro. O Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo considera que se trata de uma tática para evitar que se configure uma demissão em massa, caso em que as entidades sindicais precisam ser avisadas com no mínimo 30 dias de antecedência.
Na linguagem peculiar dos momentos de crise, o texto começa assim: “A Folha realizou nos últimos dias ajustes em sua equipe. A redução é efeito da crise econômica que afeta o país e atinge a publicidade”.
Esse é o ponto central a ser discutido neste espaço, mas há outras questões levantadas na mensagem que merecem atenção. Por exemplo, informa-se que equipes serão reagrupadas e outras mudanças deverão ser anunciadas. O executivo chama o adensamento de grupos editoriais menores em equipes maiores – caso de Ciência e Saúde, que se agrega ao caderno Cotidiano – de “mudanças morfológicas”.
O jornal promete que essas futuras movimentações “não envolverão novos ajustes” – expressão que ameniza a dureza das demissões. O objetivo, afirma, “é tornar o jornal mais eficiente para atender as demandas do leitor bem como otimizar o funcionamento da redação”.
O comunicado assegura que a Folha “continua líder em seu segmento, seja em circulação, audiência ou fatia publicitária, faz parte de uma empresa sem dívidas, que integra o segundo maior grupo de mídia do país, e preserva sua capacidade de investimentos editoriais”. Portanto, é de se concluir que se trata de dificuldades circunstanciais.
Na lógica do negócio, quem paga pela circunstância desfavorável é sempre o jornalista, não o executivo que errou na estratégia ou na gestão da empresa. No caso das empresas jornalísticas, pode-se afirmar que um dos elementos mais interessantes desse jogo é o fato de que a imprensa tradicional tem se dedicado, ano após ano, a convencer o leitor de que a economia brasileira está no caminho errado. Quando o anunciante, diante de tanto pessimismo, resolve poupar seu dinheiro, cumpre-se a profecia.
O viés negativo
Há sempre mais de uma maneira de dar uma notícia, como se diz na velha anedota sobre o gato que subiu no telhado. Por exemplo, se o leitor procurar o mesmo assunto em duas fontes distintas, poderá encontrar duas versões diferentes do mesmo fato, apesar da grande homogeneidade que se observa nos principais veículos de comunicação do Brasil. No caso do noticiário econômico, predomina um viés negativo, mas mesmo nesse contexto pode-se fazer interpretações variadas.
Vejamos, seletivamente, como os principais diários de circulação nacional abordam nas edições de sexta-feira (24/4) um mesmo assunto: o índice de emprego. O Globo coloca o tema no rodapé da notícia sobre o projeto de terceirização, com o seguinte subtítulo: “País volta a gerar empregos formais”. O Estado de S. Paulo traz reportagem de tamanho médio, na parte inferior de uma página onde o destaque é também a terceirização. Diz o título: “Economia brasileira cria 19 mil vagas de emprego em março”.
Observe-se, agora, como a Folha de S. Paulo trata os mesmos indicadores. No alto da página, com dois infográficos que mostram a queda da oferta de empregos no trimestre e a recuperação ocorrida no mês de março, o leitor se depara com o título: “Emprego formal tem pior 1º trimestre desde 2002”.
Em termos de comparação, leia-se que o especialista Valor Econômico publica o seguinte título: “Mesmo com março melhor, emprego é negativo no 1º trimestre” – e a reportagem, mais equilibrada, registra uma diversidade maior de interpretações de analistas e autoridades.
Não se está aqui a dizer que a imprensa deve sempre procurar o lado mais otimista dos acontecimentos, porque uma de suas funções é manter a sociedade alerta tanto para oportunidades como para riscos ao seu bem-estar. O que, sim, se pode conjecturar, é que tem razão o ministro do Trabalho, citado nas reportagens, quando afirma que o discurso de que o país está em crise, repetido desde a campanha eleitoral do ano passado, afeta a criação de empregos.
Se o leitor tiver acesso aos três diários de circulação nacional, mais o Valor Econômico, vai entender o seguinte: a oferta de empregos caiu no terceiro trimestre mas se recuperou em março; os contratos para grandes obras estão sendo retomados, o que pode conter os cortes na construção civil; a publicação do balanço da Petrobras é vista pelo mercado com otimismo; o setor de serviços segue em pleno crescimento.
Nas redações, as profecias catastrofistas devoram os profetas
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=26464

O vídeo que o PiG capou: roubalheira começou com FHC!

25.04.2015
Do blog  CONVERSA AFIADA, 23.04.15
Por Paulo Henrique Amorim

Dr Moro, Dr Moro, o senhor vai prender a cunhada do FHC ?

Não adianta apagar, porque está no acervo do Congresso … (Denuncia está a partir do minuto 32′)
O Conversa Afiada reproduz o depoimento de Augusto Mendonça Neto, da empresa Toyo Setal na CPI da GloboNews dessa quinta-feira 23/4.

Ele diz que a roubalheira “generalizada” se concentrava em dois diretores – como explicou o Gabrielli, aqui ao Conversa Afiada -,  ambos devidamente demitidos pela Dilma.

E o mais importante: ele diz, candidamente, que a roubalheira é dos tempos do FHC, quando presidia a Petrobras o Joel Rennó, indicado pelo ACM, que dividiu a presidência com Roberto Marinho, Jose Sarney e FHC.

Essa informação – a roubalheira se origina no Governo FHC – ficou na home page do PiG por 3 segundos e se evaporou.

Como o mensalão tucano, que sumiu como a credibilidade do “Projeto Bonner”, aquele que pensa que nós somos crianças, como diz o Simão.

Dr Moro, Dr Moro, quando é que o senhor vai botar em cana a cunhada do FHC ?

Paulo Henrique Amorim


Antes, o C Af havia publicado:

DELATOR: ROUBALHEIRA COMEÇOU COM FHC !


Moro, Moro, vai deixar esse delator também sumir?

Saiu no Estadão: 

ESQUEMA NA PETROBRAS ERA EM CONJUNTO, DIZ EXECUTIVO À CPI


Em depoimento à CPI da Petrobrás, o executivo da Toyo Setal Augusto Mendonça Neto revelou aos parlamentares que o esquema de corrupção da estatal começou no final da década de 90 – a partir de 1997 até os dias atuais – em uma ação conjunta entre as diretorias de Abastecimento e de Serviços. “Não podemos imaginar que uma companhia como esta, organizada e competente, pudesse ter um esquema como essas duas diretorias montaram”, afirmou.


(…)

Navalha
Juiz Moro de Guantánamo tem cometido alguns pequenos “deslizes”.
Segundo a Fel-lha, errou de irmã.
Confundiu a cunhada do Vaccari com a irmã!
E mantém a cunhada em prisão perpetua…
Antes, a testemunha que depôs contra o Anastasia – coitado do Anastasia, bode expiatório ​- tinha desaparecido!
Que coincidência.
A testemunha do único tucano – fora o morto…
Essa Lava Jato é um castelo de areia.
Em tempo: Joel Mendes Rennó era o presidente da Petrobras em 1997. Ficou no comando da estatal entre Novembro de 1992 e Março de 1999.
Rennó foi uma indicação do PFL, ou seja, de ACM, que também encaminhou Daniel Dantas, o brilhante, ao FHC. Como diz o Mino, tudo a mesma sopa – PHA
Em tempo do Vasco: A nota do depoimento que fala da corrupção desde 1997 ficou só alguns minutos na home do Estadão. Deve se enquadrar na categoria “se quiserem podem tirar”.



DELATOR CONFIRMA GABRIELLI

“Generalizada” em dois diretores


No G1:

CORRUPÇÃO SÓ ERA ‘GENERALIZADA’ EM ÁREAS DE COSTA E DUQUE, DIZ DELATOR

Augusto Mendonça presta depoimento nesta quinta (23) à CPI da Petrobras.
Ex-gerente da estatal havia dito que corrupção era generalizada na empresa.


Um dos delatores da Operação Lava Jato, o ex-dirigente da Toyo Setal Augusto Mendonça Neto afirmou nesta quinta-feira (23) à CPI da Petrobras que a corrupção na estatal só era “generalizada” em contratos firmados pelas diretorias de Refino e Abastecimento e de Serviços, comandadas, à época, por Paulo Roberto Costa e Renato Duque, respectivamente. Mendonça destacou à comissão que não tem conhecimento de irregularidades em outras áreas da petroleira.


(…)

Em tempo: Em entrevista ao Conversa Afiada, no mês de fevereiro, o ex-presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, esclareceu como se dava a ilegalidade cometida pelo diretor de Abastecimento, Paulo Roberto, e o gerente de Engenharia Pedro Barusco.

De acordo com ele, a operação envolvia o empreiteiro, o fornecedor do empreiteiro e o doleiro. “Então, é impossível no sistema da Petrobras se perceber isso”.

Assista a íntegra aqui.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/04/23/o-video-que-o-pig-capou-roubalheira-comecou-com-fhc/

PL 4330: Câmara aprova terceirização da atividade-fim e estende regras para empresas públicas

25.04.2015
Do portal da Agência Carta Maior, 23.04.15

'O projeto carrega a digital dos empresários:' a mais recente derrota dos trabalhadores teve amplo apoio do PMDB e contou com a virada de voto do PSDB.

Marcos Fernandes / ObritoNews
O plenário da Câmara aprovou por 230 votos a 203 o “emendão” ao Projeto de Lei (PL) 4330/04, que libera geral a precarização nas relações de trabalho: possibilita a terceirização das atividades-fim das empresas, diminui a quarentena para “pejotização” do quadro de funcionários e reduz a arrecadação de imposto de renda do executivo federal, entre outras medidas.
 
O governo até se esforçou para evitar o resultado. Enviou à Câmara os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, das Comunicações, Ricardo Berzoini, e da Aviação Civil, Eliseu Padilha. As negociações foram intensas durante todo o dia. Partidos de esquerda como o PDT e o PSB, que haviam votado a favor do texto base do PL 4330/04, reviram suas posições e se colocaram contrários à liberação total da terceirização.
 
Mas a virada de voto do PSDB, que até a semana passada garantia que era contrário à terceirização da atividade-fim, acabou por garantir a vitória da oposição. “O projeto carrega a digital dos empresários”, criticou o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), que durante os debates tentou convencer tanto a oposição quanto a base aliada a dialogar e atender às reivindicações dos trabalhadores.
 
Não convenceu nem mesmo o PMDB, que subscreveu o “emendão” ao lado do relator do PL 4330/04, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), do partido do deputado Paulinho da Força, o presidente da honra da Força Sindical, a central pelega que, ao contrário da posição defendida pelas demais (CUT, CGT, Nova Central, Conlutas e Intersindical, entre outras), apoia a terceirização defendida pelo setor empresarial.
 
O mesmo PMDB do presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), bastante criticado por conduzir a sessão de forma truculenta e parcial. Foi acusado por diversos parlamentares, incluindo o líder do governo, do PSOL e a do PCdoB, deputada Jandira Feghari (RJ), de cortar a palavra daqueles que defendiam posição diversa da dele. E de recolocar em pauta assuntos que já estavam deliberados.
 
Caso, por exemplo, da extensão ou não dos efeitos da matéria para o setor público. Apesar da casa já ter deliberado, na semana passada, que as empresas públicas e de economias mistas não ficariam sujeitas ao efeitos do PL,  Cunha colocou em votação emenda do líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), que estende os efeitos da matéria aos terceirizados do setor público. A emenda foi aprovada.
 
“Nós estamos criando um monstrengo, um ‘Frankstein’ jurídico”, protestou o líder do PSOL, deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), para quem Eduardo Cunha se comportou como um verdadeiro “monarca do regimento”, conduzindo a sessão ao seu bel prazer. “Esse tipo de autoritarismo reflete na qualidade do trabalho que estamos fazendo aqui”, reclamou Alencar.
 
Efeitos nefastos
 
As emendas aprovadas pela Câmara afetam diretamente a arrecadação do governo federal, já bastante comprometida em tempos de ajuste fiscal. Isso porque o “emendão” diminui o recolhimento do imposto de renda antecipado na fonte de 1,5% para 1% para tercerizados das áreas de limpeza, conservação, segurança e vigilância.
 
Os principais prejudicados, no entanto, são mesmo os trabalhadores brasileiros. Além de permitir a terceirização em todas as atividades da empresa, o que deve ampliar o percentual de trabalhadores precarizados para cerca de 75% do total em questão de cinco anos, o “emendão” reduz de 24 para 12 meses a quarentena que deve cumprir o ex-empregado que era contratado via Confederação das Leis do Trabalho (CLT), com todos os direitos garantidos e agora será readmitido de forma precarizada.
 
Facilita, portanto, que a empresa possa mudar o seu quadro de funcionários para um modelo que não favorece em nada o trabalhador, popularmente apelidado de “pejotização”. A pejotização ocorre quando o empregador demite o trabalhador contratado via CLT e o readmite como “pessoa jurídica”, ou seja, sem a garantia de direitos históricos como aposentadoria, fundo de garantia e seguro-desemprego, dentre outros.
 
Provocação partidária
 
Durante a votação do “emendão”, os deputados do PT, PCdoB e PSOL que eram contrários à matéria ergueram cartazes representando à carteira de trabalho, patrimônio conquistado pelos trabalhadores e, agora, prejudicado pela matéria que libera geral a terceirização. A oposição, entretanto, não hesitou em contra-atacar.
 
Líder da minoria, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) chegou a pedir uma carteira emprestada para protestar na votação das medidas de ajuste fiscal do governo, prevista para ocorrer daqui a 15 dias. Segundo ele, as medidas também retiram direitos dos trabalhadores. “Vamos ver como votarão esses deputados que hoje erguem aqui essas carteiras de trabalho”, provocou.
 
Tramitação no Senado

O PL 4330/04 agora segue para o Senado. Teoricamente, se for aprovado sem alterações, vai para sanção presidencial. Mas o presidente da casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), já afirmou que não irá permitir a aprovação da terceirização “ampla, geral e irrestrita”. Resta saber se o seu partido será capaz de pressioná-lo a mudar de ideia.
 
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Fonte:http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/PL-4330-Camara-aprova-terceirizacao-da-atividade-fim-e-estende-regras-para-empresas-publicas/4/33328

Luciana Genro ironiza 'mea-culpa' do Jornal Nacional sobre debate Collor x Lula S

25.04.2015
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 24.04.15

Série especial do Jornal Nacional admitiu erro na edição do debate entre Lula e Collor em 1989. Edição desonesta do debate foi considerada decisiva para a vitória de Fernando Collor. Luciana Genro ironizou a tentativa da Globo de passar panos limpos no episódio

lula collor jornal nacional globo
Lula e Collor disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 1989. Vitória de Collor foi atribuída à manipulação da Globo (arquivo)
Na quarta-feira (22), a TV Globo admitiu erro na divulgação do último debate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Melo nas eleições presidenciais de 1989. A edição do Jornal Nacional, no dia seguinte ao debate ao vivo, virou alvo de críticas por beneficiar Collor, que teve, inclusive, um minuto e meio a mais do que o candidato petista. A emissora negou “má-fé” no episódio, mas reconheceu que não foi uma edição equilibrada.
Os argumentos não convenceram a ex-presidenciável Luciana Genro (PSOL), crítica ferrenha à Rede Globo. Ela manifestou pelo Twitter a sua indignação diante da explicação dada por Willian Bonner. “Hoje o Jornal Nacional se superou. A edição pró Collor do debate com Lula em 89 virou ‘aprendizado’! Só se for em manipulação de eleições!”, escreveu. E completou: “Aliás, falando em manipulação, nos próximos ‘erros’ vão ter que incluir a cobertura da lei das terceirizações. Só botam especialistas a favor!”.
Na última terça-feira, a Globo também havia admitido problemas na cobertura das Diretas Já, movimento em defesa das eleições diretas para presidente da República em 1983 e 1984, no final da ditadura militar. Bonner relembrou o comício de 25 de janeiro de 1984, noticiado como se fosse uma comemoração do aniversário de São Paulo.
“Um dia de festa em São Paulo. A cidade comemorou seus 430 anos com mais de 500 solenidades. A maior foi um comício na praça da Sé”, disse à época o apresentador Marcos Hummel para introduzir a matéria com imagens do protesto. Esse e outros momentos estão sendo resgatados em uma série do Jornal Nacional sobre os 50 anos do jornalismo da emissora.
“A Globo, que todo mundo sabe apoiou a ditadura e fez tudo o que pode para ocultar a luta pelas Diretas, agora quer que pensemos que tudo não passou de um erro jornalístico. Sinceramente não sei como estes jornalistas, capitaneados pelo Bonner, têm coragem de chancelar esta falsificação da história no Jornal Nacional”, declarou Luciana sobre a retrospectiva.
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/04/luciana-genro-ironiza-mea-culpa-do-jornal-nacional-sobre-debate-collor-x-lula.html