terça-feira, 21 de abril de 2015

Repórteres da Folha acusam Alckmin de falta de “transparência” no caso “Implicante”

21.04.2015
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
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Após dois dias da publicação de matéria dos jornalistas Ricardo Mendonça e Lucas Ferraz que deu conta de que o governo de São Paulo contratou pela bagatela de 70 mil reais por mês empresa que tem entre os sócios o autor do site “Implicante”, que produz conteúdo contra o Partido dos Trabalhadores e seus membros, a Folha de São Paulo publicou nesta segunda-feira, em sua seção de cartas de leitores, manifestação do governo paulista e da agência de publicidade que intermedeia sua relação com o site em questão.
As cartas são assinadas por um “assessor técnico de gabinete da Subsecretaria de Comunicação do Estado de São Paulo” e pelo vice-presidente da agência de publicidade que intermedeia o “negócio” milionário com a empresa do “Implicante”. Tanto a missiva do governo paulista quanto a da agência de publicidade usam o mesmo argumento que o autor do site “Implicante” usou para justificar os 21 pagamentos de 70 mil reais que, segundo a Folha, o site em questão recebeu entre junho de 2013 e março de 2015, totalizando  R$ 1,47 milhão: a empresa “Appendix” teria oferecido “o menor preço”.
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Em seu perfil no Facebook, “Gravatai Merengue” também apela ao suposto “menor preço” que teria lhe valido o contrato milionário com o governo paulista: “Essa contratação se deu porque a Appendix (APPX) ofereceu o MENOR PREÇO”.
Os repórteres da Folha, porém, em poucas linhas questionam o comportamento do “Executivo” paulista, ou seja, no fim das contas o comportamento do próprio governador Geraldo Alckmin, acusando-o de não ter fornecido detalhes da contratação da Appendix ao jornal após “reiterados pedidos”. E ao dizer que o “Executivo” paulista enviou 88 caixas cheias de “incontáveis papéis da publicidade oficial”, sugere uma estratégia do governo Alckmin para sonegar informações que são de domínio público.
Contratos de publicidade entre sites e órgãos de imprensa com o poder público são comuns e não se pode questioná-los simplesmente por aquele veículo de comunicação ter uma opinião política favorável a um grupo político ou desfavorável aos adversários desse grupo – fosse assim, o governo paulista não poderia colocar um anúncio na Veja, por exemplo, ou o governo federal não poderia ter um anúncio em um blog ou site que critica o PSDB. Porém, um contrato tão gordo e que, à diferença de um banner em uma publicação digital ou em papel, não é visível, merece explicações melhores que as dadas pelo governo Alckmin até aqui.
Por exemplo: a empresa do tal “Gravatai Merengue” foi fundada em janeiro de 2013 e cinco meses depois já estava embolsando o primeiro pagamento de setenta mil reais, o que sugere que foi criada já tendo em vista esse contrato, pois entre a efetivação da concorrência e o início dos pagamentos por serviços prestados passou-se muito pouco tempo.
Além disso, a julgar pelo que diz o próprio “Merengue” em seu perfil no Facebook, parece que a tal Appendix tem apenas três clientes: o governo do Estado de São Paulo, do PSDB, a empresa Copel, controlada pelo governo do Estado do Paraná, também do PSDB, e uma empresa chamada “Brasil Comunicação”, que nega ter negócios com a empresa do blogueiro antipetista apesar de este dizer que tem “contrato de prestação de serviços e uma nota fiscal” emitidos contra ela.
Diante da vultosa quantia paga pelo povo paulista à empresa tal “Merengue”, era de se esperar que tanto este quanto o governo tucano do Estado de São Paulo e, agora, também o governo tucano do Estado do Paraná apresentassem os documentos com os detalhes da negociação e até os detalhes das concorrências que a Appendix venceu em dois Estados governados pelo grupo político que tem interesse no que produz o site “Implicante”, já que o ajuda em sua guerra política com o PT.
A carta do tal “assessor técnico de gabinete da Subsecretaria de Comunicação do Estado de São Paulo”, secretaria que funciona sob responsabilidade do ex-jornalista da Veja Marcio Aith, é um deboche. E a resposta dos repórteres da Folha que apuraram esse negócio tão obscuro, é demolidora. Após “reiterados pedidos” o governo paulista envia à Folha quase nove dezenas de caixas cheias de documentos que não têm relação com o objeto da reportagem? Por que é tão difícil o governo Alckmin fornecer as informações solicitadas?
Além disso tudo, o que mais espanta é que, até aqui, não se tem notícia de uma única declaração da oposição ao governo Alckmin, na Assembleia Legislativa. Se esse caso envolvesse, por exemplo, o governo Haddad e um blogueiro que critica o PSDB, a oposição paulistana estaria cobrando CPI e dando declarações reiteradas à mídia, acusando o governo petista de estar financiando “blogs sujos”. Aí talvez esteja a explicação sobre por que o PT está perdendo tão feio o debate político.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2015/04/reporter-da-folha-acusa-alckmin-de-falta-de-transparencia-no-caso-implicante/

"O grande segredo das mulheres" – o texto argentino que viralizou na internet "

21.04.2015
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 17.04.15

"É uma lição de vida que, geração após geração, as mães passaram para as filhas e, mesmo assim, é um segredo para muitos homens. Até agora". Argentina vira hit no Facebook ao revelar ‘segredo mais guardado das mulheres’

segredo mulheres banheiro dificuldades saúdeÉ uma lição de vida que, geração após geração, as mães passaram para as filhas e, mesmo assim, é um segredo para muitos homens. Até agora.
Recentemente, a argentina Luciana Ochoa ajudou a romper o silêncio e, de uma vez por todas, explicar aos homens por que, com bastante frequência, as mulheres levam mais tempo que os homens para ir ao banheiro na rua. Não, não se trata de um questão de vaidade.
No texto de autoria não identificada que foi publicado por Ochoa no Facebook, os homens aprendem com detalhes que tudo começa com uma vozinha da mãe dizendo: “Nunca, nunca mesmo, se sente em um banheiro público“.
A postagem de Luciana que viralizou foi feita no dia 4 de abril, mas o texto já circula na internet pelo menos desde 2008.
Segundo ele, dependendo do estado do banheiro público, as mulheres têm duas opções: limpar o assento e cobri-lo com papel higiênico antes de sentar-se e a que Ochoa chama de “postura Ninja“.
‘A posição’ é uma das primeiras lições da vida de uma menina“, diz o texto do post, que foi compartilhado mais de 110 mil vezes. “Super importante e necessária, irá nos acompanhar pelo resto de nossas vidas“.
Mas ainda hoje, mesmo adultas, é muito difícil manter ‘a posição’ quando nossa bexiga está a ponto de arrebentar“.
A posição consiste em começar a dobrar as pernas como se fosse sentar, mas sem terminar de fazê-lo. O corpo nunca deve tocar o vaso sanitário; fica a meio caminho entre estar em pé e sentado.
Mais dificuldade
O texto explica como o procedimento se complica quando a porta não tem tranca e/ou não há um gancho para pendurar a bolsa – as duas coisas podem acontecer ao mesmo tempo.
É aí que sua coxa começa a tremer, porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas, a calcinha cortando a circulação da coxa, o braço esticado fazendo força contra a porta e a bolsa de 5 quilos pendurada no seu colo“, relata.
O texto “O Grande segredo das mulheres” conta todas as peripécias que podem acontecer em um banheiro público, até o momento em que a mulher sai dele.
Neste momento, você vê seu namorado, que entrou e saiu do banheiro dos homens e ainda sobrou tempo para ler um livro de Borges enquanto te esperava. ‘Por que você demorou tanto?’, ele pergunta, entediado. ‘Tinha muita fila, você se limita a dizer’.”
Após a publicação, Ochoa recebeu centenas de comentários, muitos dando mais detalhes do que ocorre porta adentro do banheiro das mulheres.
Faltou [dizer] que você seca a mão no cabelo ou às vezes dá descarga e não tem água“, escreveu Susana Recabarren.
Por sua parte, Fabiana Pardo conta como a situação se dificulta quando se trata de uma mulher que entra com a filha pequena e as duas precisam ir ao banheiro. “Aí está você, em um cubículo de 1 x 1 tendo que urinar como puder“.
Alguns homens não esconderam seu espanto ao ler as revelações. “Pobres mulheres! Enquanto vocês passam por isso, nós fazendo competições para ver quem acerta bem no meio“, escreveu Claudio Fabian Sidoli.
Gabriela Torres, BBC
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/04/o-grande-segredo-das-mulheres-o-texto-argentino-que-viralizou-na-internet.html

A luta não acabou. Dia 22 de abril, CUT vai às ruas contra terceirização

21.04.2015
Do portal CUT NACIONAL 
 Escrito por: CUT Nacional

No "Dia Nacional de Paralisações Contra o PL 4330" os trabalhadores deram um recado à Brasília, que sentiu a pressão e recuou. Enquanto o PL 4330 não cair, não haverá arrego 

Foto: Sérgio SilvaTrabalhadores em manifestação na avenida Paulista, em São Paulo
Na próxima quarta-feira (22), a CUT intensificará, em todo o País, a luta nas ruas e nas redes contra o PL 4330, que amplia a terceirização no Brasil. Em Brasília, mais uma vez, os parlamentares vão se reunir para analisar e votar os destaques do projeto.
Na última quarta-feira (15), o “Dia Nacional de Paralisação Contra o PL 4330”, convocado pela CUT e outras centrais sindicais, mobilizou trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias que deram uma resposta à Brasília, mostrando que não aceitarão a terceirização.

A pressão popular surtiu efeito e na Câmara, diante do recuo de muitos parlamentares, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), teve que adiar a votação dos destaques do PL 4330. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), imediatamente foi aos microfones dizer que por lá o projeto não será aprovado. 
“Para nós termos um Brasil melhor, vai ter que mexer na linha econômica. Ajuste, se for pra fazer, que faça nas grandes fortunas”, defendeu o presidente da CUT, Vagner Freitas, que atacou o projeto da terceirização. “Se for preciso fazer uma greve nacional pra impedir que se mexa no PL 4330, não tenham dúvidas de que faremos.”
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Fonte:http://www.cut.org.br/noticias/a-luta-nao-acabou-dia-22-de-abril-cut-vai-as-ruas-contra-terceirizacao-0d07/

CUT VOLTA ÀS RUAS CONTRA PROJETO DA TERCEIRIZAÇÃO

21.04.2015
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/177926/CUT-volta-%C3%A0s-ruas-contra-projeto-da-terceiriza%C3%A7%C3%A3o.htm