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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Movimentos sociais fazem ato contra Gilmar Mendes em frente ao STF

02.04.2015
Do portal da CUT NACIONAL, 01.04.15
Por Hylda Cavalcanti, Rede Brasil Atual

Para manifestantes, ministro desrespeita brasileiros ao travar ação sobre financiamento  


Wilson Dias/Abr"Devolve Gilmar"
Brasília – Mais um protesto pela demora na entrega do voto-vista do ministro Gilmar Mendes sobre a ação que avalia a constitucionalidade do financiamento privado de campanhas foi realizado nesta quarta-feira (1º), em Brasília, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação tramita no tribunal e amanhã (2) completa exatamente um ano que o ministro interrompeu o julgamento com seu pedido de vista, o que tranca a apreciação do processo.

No início do julgamento, a maior parte dos integrantes do colegiado da mais alta Corte do país já se posicionou contrária à ideia de as empresas patrocinarem as campanhas eleitorais – por seis votos favoráveis contra um único contrário. Mas, diante do pedido de vistas feito por Mendes, o tema continua em suspenso.

O protesto de hoje consiste em mais uma etapa das várias mobilizações que têm sido observadas nos últimos 12 meses, inclusive com a campanha intitulada “Devolve, Gilmar”, que tem tido cada vez maior número de seguidores na internet. O ato desta quarta-feira foi formado por integrantes de entidades sindicais com sede no Distrito Federal, estudantes e militantes do chamado Movimento pelas Eleições Limpas, que trabalham para a coleta de assinaturas por um projeto de reforma política de iniciativa popular.

‘Esculacho’

De acordo com o diretor da CUT no Distrito Federal Ismael César, o objetivo da iniciativa é pedir ao ministro, mais uma vez, a devolução do processo para que retorne à pauta de julgamentos. “Isto aqui é um esculacho exigindo que o Gilmar Mendes devolva esse processo”, disse. “Todo mundo sabe que o modelo de financiamento de campanhas hoje é o que favorece a corrupção. As empresas fazem um empréstimo aos parlamentares e não doações, uma vez que depois conseguem esses recursos de volta, por outros meios”, acusou.

Com opinião semelhante, a professora Jacira Silva, que foi ao local levando uma faixa, enfatizou que a população precisa dar seguimento a novas manifestações do tipo. “Um ano de demora já está de bom tamanho. O ministro abusou do direito de desprezar a população brasileira guardando uma ação que é tão importante para o país”, queixou-se.

A manifestação foi organizada, além da CUT, por entidades como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e os movimentos Consulta Popular, Marcha Mundial de Mulheres e Levante Popular da Juventude.

 

Corrupção

A ação que é objeto de toda a polêmica é a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4.650, apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na carta de convocação aos militantes, as entidades organizadoras do ato destacaram que “a ADI contribui enormemente à democracia e ao combate à corrupção, pois proibindo que empresas financiem a política esta iniciativa retira o principal ponto de contato entre corruptos e corruptores”.

Além disso, ressaltaram ainda as entidades no documento, “a ADI retira a influência do poder econômico das eleições, favorecendo a igualdade de condições das candidaturas e evitando distorções de representatividade de segmentos sociais”.

Os organizadores chamaram a atenção pela importância de serem feitas, daqui por diante, mobilizações também contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 352/2013, que trata da reforma política e consiste numa das matérias legislativas em tramitação na Câmara dos Deputados.

A PEC é considerada, para boa parte dos movimentos sociais e entidades da sociedade civil, um retrocesso, por não contemplar em seu teor itens tidos como fundamentais para uma mudança efetiva nas regras políticas e eleitorais do país (como, por exemplo, a manutenção do financiamento privado de campanhas). O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já afirmou que apoia a aprovação da matéria da forma como se encontra.

 

Financiamento

“Nosso ato pode parecer até pequeno, em função de tantas passeatas que esta Esplanada dos Ministérios já recebeu, mas o que queríamos era marcar essa data de um ano em que o ministro está trancando a ação e fazer estes senhores (ministros do STF) saberem que não vamos deixar o país continuar sendo controlado por empresários, nem o financiamento de campanhas ser a mola propulsora da corrupção”, afirmou Henrique Lima, representante da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Já o ministro Gilmar Mendes não se posicionou sobre o ato, nem pessoalmente, nem por meio da assessoria do seu gabinete, nem pela assessoria de imprensa do STF, que não retornou o contato feito pela RBA. O Judiciário não tem expediente desde ontem, em razão do feriado da Semana Santa.

* Em São Paulo, o ato  #DevolveGilmar, pelo fim do financiamento empresarial das campanhas eleitorais e reforma política já, será no dia 2/04 (quinta), às 19h, na Praça Roosevelt, no centro da cidade. 

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Fonte:http://www.cut.org.br/noticias/movimentos-sociais-fazem-ato-contra-gilmar-mendes-em-frente-ao-stf-b9e0/

ESTADÃO, COMO EM 64, APOIA GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA:Antônio David: Estadão diz que falar em resistência à tentativa de golpe é ‘ameaçador‘. Apologia de golpe, não

02.04.2015
Do blog VI O MUNDO, 01.04.15
PLENARIA10
por Conceição Lemes
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o último a falar no ato em defesa da democracia brasileira, realizado nessa terça-feira 31, na quadra do Sindicato dos Bancários, no centro da capital paulista. Seu discurso durou 46m37s (ouça-o, aqui).
Várias sindicais e de movimentares o precederam. Entre eles, Gilmar Mauro, do MST.
discursou durante 46m37 .
Em reportagem sobre o ato (na íntegra, abaixo), o Estado de S. Paulo afirma:
Durante o ato, Gilmar Mauro, líder do MST, chegou a falar em tom ameaçador numa “resistência” popular a uma tentativa de golpe. “Não haverá golpe no Brasil sem resistência popular nas ruas. Nossos movimentos não formaram covardes”, disse ele.
 “O Estadão inverte a realidade”, denuncia Antônio David, que desenvolve pesquisa de doutorado no Departamento de Filosofia da USP.
“Ou seja, para o Estadão, falar em resistência à tentativa de golpe é falar com “tom ameaçador”. Mas apologia de golpe, como ele faz, não”,  põe o dedo na ferida.
“A família Mesquita pensa que o povo é burro. Mas o povo não é burro”, diz, indignado, David. “Querem pagar para ver? Querem passar da ameaça às vias de fato? Tentem dar o golpe, e vocês quebrarão a cara”.
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Lula afirma estar indignado com a corrupção
31 Março 2015 | 22h 55
Ex-presidente reconhece ‘equívocos’ do governo, mas defende sucessora e diz que debate é solução para a ‘crise política’
São paulo – Em evento com cerca de 3 mil petistas e sindicalistas nesta terça-feira, 31, à noite, em São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um mea-culpa em relação aos erros do governo Dilma Rousseff na economia e disse estar “indignado” com a corrupção. Lula, no entanto, deixou claro que o motivo da crise é de natureza política, e não econômica, e conclamou os petistas a, em vez de hostilizar os manifestantes anti-Dilma, fazer o debate político de convencimento.
“Todos nós cometemos equívocos”, disse Lula. “Poderíamos ter aumentado o preço da gasolina lá em 2012”.
Depois de ouvir uma série de críticas do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, ao “tarifaço” do governo e ao “ajuste do (ministro Joaquim) Levy”, o ex-presidente também citou o aumento da conta de luz, mas defendeu a realização do ajuste fiscal e disse que “nem tudo depende da Dilma”.
Lula, que em conversas fechadas tem criticado a condução política do governo e defendido a tese de que a crise é política e não econômica, também aproveitou para mandar um recado indireto à presidente. “Se nós não errarmos na política, não vamos errar em nada.”
Direito. Depois de fazer o mea-culpa, o ex-presidente, que durante anos usou o discurso do “nós contra eles”, assumiu uma posição mais branda em relação aos protestos que levaram centenas de milhares de pessoas às ruas contra o governo no dia 15 de março.
“Nós temos que ir para a rua muitas vezes, mas não temos que ficar com raiva de quem está indo contra nós. Eu, às vezes, fico irritado quando vejo companheiros dizendo que quem vai para rua contra nós são os que não prestam e nós somos os bons. Nós fomos contra Sarney, contra Collor, contra FHC, contra Geisel, contra Médici. É a primeira vez que estão indo contra nós. Eles têm direito.”
Segundo Lula, o motivo maior da insatisfação contra o governo é o fato de que as pessoas que ascenderam socialmente durante os governos petistas, hoje querem mais ou têm medo de voltar atrás. Por isso, a melhor estratégia, diz, é fazer o debate político para convencê-las dos aspectos positivos do governo. Ele citou dados de eleições perdidas pelo PT em São Paulo para argumentar que o quadro é reversível.
Para animar a militância, Lula listou manchetes negativas sobre a economia em 2003, seu primeiro ano de governo, marcado por um forte ajuste fiscal, para dizer que Dilma pode terminar o segundo mandato melhor do que ele próprio.
Além disso, o ex-presidente tentou dar base ao discurso da militância a respeito das denúncias de corrupção. Segundo ele, foi o governo do PT quem criou as ferramentas para que as fraudes fossem descobertas e punidas e, ao contrário de outros partidos que estiveram no governo, nas administrações petistas integrantes do partido foram condenados e presos. “Hoje, se tem um brasileiro indignado sou eu. Indignado com a corrupção. E tenho a certeza de que este País nunca teve ninguém com a valentia da presidenta Dilma de fazer investigação contra quem quer que seja”, disse o ex-presidente.
Gabrielli. A Plenária Nacional dos Movimentos por Mais Democracia, Mais Direitos e Combate à Corrupção, organizada também pela CUT, reuniu lideranças do PT e PC do B, movimentos sociais como Movimento dos Sem Terra (MST), União Nacional dos Estudantes (UNE) e Central dos Movimentos Populares (CMP). Entre os presentes estava o ex-presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli, que dirigiu a estatal na época dos desvios investigados pela Operação Lava Jato. Ele foi elogiado por Lula e pelo presidente do PT, Rui Falcão. Na saída, Gabrielli defendeu o legado de sua passagem pela estatal e alertou para o risco de criminalização da empresa.
Durante o ato, Gilmar Mauro, líder do MST, chegou a falar em tom ameaçador numa “resistência” popular a uma tentativa de golpe. “Não haverá golpe no Brasil sem resistência popular nas ruas. Nossos movimentos não formaram covardes”, disse ele.
Leia também
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/antonio-david-para-o-estadao-falar-em-resistencia-a-tentativa-de-golpe-e-falar-com-tom-ameacador-mas-apologia-de-golpe-como-ele-faz-nao.html

Nova direita é inimiga da democracia

02.03.2015
Do BLOG DO MIRO
Por Breno Altman, em seu blog:

Um espectro ronda a república, o do neoconservadorismo tupiniquim. Capaz de colocar centenas de milhares nas ruas, essa frente de grupos e opiniões é a principal novidade do cenário brasileiro.

A abordagem sobre este protagonista emergente, além de decisiva para elucidar a crise política em curso, tem dividido e confundido as forças mais tradicionais.

Os partidos clássicos da reação, liderados pelo PSDB, topam qualquer negócio para encontrar espaço na rebelião pequeno-burguesa que brota do asfalto. Do discurso ao figurino, correm para se adaptar ao movimento horizontal e extraparlamentar que rompeu o formato da política conservadora pós-ditadura.

As siglas de centro, especialmente o PMDB, fazem contas e observam a incidência desta mobilização sobre seus currais eleitorais. A fração mais à direita desse bloco, encarnada por Eduardo Cunha, trata de flertar com franjas extremas do antipetismo. Impulsiona temas como redução da maioridade penal e rechaço à ampliação de direitos civis, a parte se apresentar como bastião de resistência contra a esquerda.

As legendas progressistas, particularmente o PT e seu governo, vivem um dilema. Como analisar e enfrentar esta onda de protestos que inutiliza a estratégia de conciliação levada a cabo desde a vitória de 2002?

Suposto “centrismo”

O entendimento que parece predominar no Palácio do Planalto foi exposto pelo ministro José Eduardo Martins Cardozo na desastrosa entrevista do dia 15 de março, durante a qual classificou as manifestações como “democráticas” e ofereceu a seus participantes o compromisso de diálogo.

Alguns analistas de prestígio também se somam a esta versão, recorrendo a pesquisas de opinião e insistindo em caracterizar o predomínio de suposta posição “centrista” entre os manifestantes do dia 15 de março.

Por exemplo, o professor André Singer, um dos principais intelectuais petistas, porta-voz do ex-presidente Lula entre 2003 e 2007, em recente entrevista à revista Época, refutou que a direita fosse corrente hegemônica na avenida Paulista e que a natureza da mobilização tenha sido golpista.

Salta à vista um problema metodológico, antes de mais nada: não resiste ao crivo da história a relevância que tais pontos de vista dão às estatísticas da multidão.

Se tivesse sido feito levantamento entre os participantes das marchas com Deus e a Família, em 1964, provavelmente a maioria se declararia a favor da democracia e se identificaria ao centro. Ainda assim, foram aquelas passeatas que forneceram base de massas para o golpe militar e a ditadura de 21 anos.

Pesquisas são ciência descritiva, fotografias momentâneas da dinâmica social. Podem servir de apoio à análise política, mas constituem elemento coadjuvante. O essencial é entender o rumo das forças protagonistas, seu programa, enlaces de classe e objetivos.

Todas as principais organizações responsáveis pelo 15M brasileiro estavam unificadas por duas palavras de ordem bastante simples: “Fora Dilma” e “Fora PT”. O segredo de sua unidade foi deixar em segundo plano qual o instrumento para realizar esse objetivo: impeachment, intervenção das Forças Armadas, renúncia presidencial ou sangria até as eleições de 2018.

O elemento aglutinador é uma razia contra a esquerda, os valores e projetos que representa, ainda que às custas de desfecho anticonstitucional ou golpe parlamentar.

Contra-ataque progressista

Não estamos diante de mobilização com caráter reivindicatório. Trata-se de ofensiva pelo poder de Estado, em busca do qual a quebra da ordem democrática e a violação da soberania popular são possibilidades anunciadas.

Talvez a jornada do dia 12 de abril revele algum arrefecimento do levante reacionário, mas o ovo da serpente está sendo chocado.

Estamos vivendo, afinal, desabrochar político semelhante ao vivido por outros países, como os casos do Tea Party norte-americano e o Front National francês, nos quais setores médios e segmentos de trabalhadores com maior renda validam alternativa de ultra-direita contra a crise capitalista.

Definitivamente distantes da burguesia financeira, industrial e rural que concentra a acumulação de riquezas, estas camadas sentem-se usurpadas por um Estado que lhes impõe forte peso tributário e transfere a maioria desses recursos para programas de proteção e ascensão dos mais pobres.

Não é à toa que o mantra da luta contra a corrupção lhes seja tão cativante: classificar a ação do poder público como um roubo aos contribuintes, apropriando-se de desvios reais para construir sua narrativa, tem realmente maior fluência que a denúncia de políticas distributivistas capazes de provocar o desalento e a raiva entre estes agrupamentos sociais.

Esta nova direita, que arrasta a velha reação, sem maiores compromissos com o jogo político formal, extrapola o conservadorismo liberal, funde-se com aspectos do fascismo e está fora do campo republicano, representando ameaça ao regime de liberdades.

Deveria ser enfrentada, portanto, a partir de tal constatação, com a impulsão de contra-ataque progressista nas ruas, discurso permanente à opinião pública e ação legal contra quem comete crime de apologia à sublevação armada.

Louvável a preocupação dos que desejam separar o joio do trigo, afastando da empreitada os gaiatos do navio. Mas não se afasta democratas desavisados de manifestações golpistas, afinal, sem deixar claro a arapuca para a qual foram arrastados.

Complacência e leniência diante desta escalada neoconservadora, tratando-a como se fosse parte legítima da vida democrática, pode se constituir em erro fatal.

Não apenas ou principalmente por facilitar, agindo assim, a atividade de pescadores em águas turvas, mas centralmente porque abdicar de responder fogo contra fogo pode pavimentar a trilha para um longo período de retrocesso, no qual o bloco conservador estenda e consolide sua hegemonia por todos os poros do Estado e da sociedade.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/04/nova-direita-e-inimiga-da-democracia.html

BLOG DO TARSO: ParanáBlogs participou do 3BloggerPE em Olinda

02.04.2015
Do BLOG DO TARSO, 30.03.14
Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania) e Tarso Cabral Violin (ParanáBlogs e Blog do Tarso) no 3BloggerPE
 Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania, segundo da esquerda para a direita) e Tarso Cabral Violin (ParanáBlogs e Blog do Tarso, de vermelho) no 3BloggerPE.
A Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná – ParanáBlogsparticipou do 3BloggerPE – Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais de Pernambuco, que ocorreu entre os dias 27 e 29 de março de 2015, em Olinda, organizado pela Associação dos Blogueiros de Pernambuco e pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
O presidente da ParanáBlogs, advogado, professor e autor do Blog do Tarso, Tarso Cabral Violin, palestrou no sábado (28), junto com Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania), sobre a democratização da mídia. Defenderam a regulação dos meios de comunicação e o fim dos oligopólios das grandes empresas da velha mídia, como manda o texto constitucional.
A abertura do evento na sexta-feira (27) ocorreu com palestra e rico debate com o jornalista Altamiro Borges, presidente do Barão de Itararé, que tratou sobre a regulação econômica da mídia. No sábado, Sérgio Bertoni, presidente do Blogoosfero e associado fundador da ParanáBlogs palestrou sobre a internet.
O evento foi um sucesso, graças aos esforços do presidente da ABlogPE, Lissandro Nascimento, que foi reeleito para o cargo, do advogado Jairo Medeiros, dos demais membros da ABlogPE e dos incansáveis e competentes membros do Barão de Itararé.
Espera-se o mesmo sucesso do 3º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná #3ParanáBlogs, que ocorrerá nos dias 11 e 12 de junho de 2015 em Curitiba, capital do Paraná, com a realização da Associação ParanáBlogs e apoio do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Baronesa de Itararé, com o tema central “Democracia e Comunicação“.
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Fonte:http://blogdotarso.com/2015/03/30/paranablogs-participou-do-3bloggerpe-em-olinda/

CRPS/JUNTAS: Encontro nacional de servidores elabora propostas para melhorias no CRPS e nas Juntas de Recursos e serão entregues ao ministro da Previdência Social

02.04.2015
Do portal da CNTSS/CUT

Plataforma conta com cerca de 40 itens que também serão levados para conhecimento das Centrais Sindicais presentes ao encontro e a parlamentares do Senado e Câmara Federal



 
Reestruturação e melhorias nas situações funcional e salarial dos servidores que atuam nas Juntas de Recursos da Previdência Social são dois pontos de destaque entre os quase 40 itens presentes na Plataforma aprovada pelos trabalhadores e lideranças sindicais presentes ao I Encontro Nacional dos Servidores do Conselho e das Juntas de Recursos da Previdência. Este é o primeiro encontro nacional em 75 anos de existência do CRPS – Conselho de Recursos da Previdência Social.
 

Realizado entre os dias 26 e 27 de março, na sede da CONTAG, em Brasília, a atividade promovida pela CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, em parceria com a ANASPS - Associação Nacional de Recursos da Previdência e Seguridade Social, reuniu mais de 50 servidores federais e lideranças sindicais de vários Estados. Além destas duas organizações representativas dos servidores, estiveram presentes cinco entidades nacionais, sendo três Centrais sindicais brasileiras, entre elas a CUT – Central Única dos Trabalhadores.






Vagner Freitas, presidente da CUT Nacional, esteve presente durante o painel de abertura do encontro. Na ocasião, Freitas parabenizou a CNTSS/CUT por tratar em evento nacional de um tema que é tão caro à classe trabalhadora. Para ele, é preciso divulgar para os trabalhadores os serviços prestados pelo CRPS - Conselho de Recursos da Previdência Sociale pelas Juntas de Recursos.  Neste sentido, destacou que a Confederação deve levar para dentro da Central este debate. Freitas comentou que a questão da Previdência está na ordem do dia da luta dos trabalhadores e da CUT.

Clique sobre a imagem e assista o vídeo

O presidente da CNTSS/CUT, Sandro Cezar, já no painel de abertura do evento demonstrou preocupação com a falta de valorização dos trabalhadores e de infraestrutura das Juntas de Recursos. Destacou, ainda, que ocorrem diferenças salariais e de tratamento entre os servidores do CRPS e das Juntas de Recursos que precisam ser corrigidas. Em sua fala de encerramento do evento, comentou a importância de dar encaminhamento às propostas tiradas no Encontro. “Precisamos que seja solicitada uma agenda com o Ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, para definição de um grupo de trabalho que possa dar prosseguimento e aprofundar os debates iniciados aqui,” conclui.


Debatendo situação funcional e questão salarial

 


O encontro levou em consideração dois momentos distintos. A cada dia foi realizada uma dinâmica diferenciada. No primeiro, foram apresentados painéis que abordaram o papel e a importância das Juntas, assim como a reestruturação do Conselho de Recursos e a questão funcional e salarial dos servidores. Estas exposições propiciaram o aprofundamento do tema pelos participantes. O debate contribuiu para a estrutura do dia seguinte, onde foram feitos trabalhos em grupos voltados a elaboração de uma Plataforma de Reestruturação das Juntas de Recursos.


Segundo Irineu Messias, um dos articuladores do evento e representante do Sindsprev PE, a proposta do encontro surgiu em decorrência da necessidade destes trabalhadores se organizarem. É preciso, de acordo com ele, que estes profissionais tenham seus problemas resolvidos, seja do ponto de vista funcional, em virtude da dependência a estrutura logística do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social, seja pela questão salarial. “Hoje convivem dois grupos de servidores, ainda que de forma harmônica e pacificamente, com uma discrepância salarial que beira o desrespeito por parte de todos os governos. Nós entendemos que se não nos organizarmos nacionalmente não conseguiremos que estes problemas sejam resolvidos” afirma.

Clique sobre a imagem e assista o vídeo

Irineu Messias vê ainda que a participação no evento foi bem expressiva e enriquecedora. Estiveram presentes servidores das Juntas de Recursos de vários Estados e do CRPS - Conselho de Recursos da Previdência Social de Brasília. Esta integração entre a CNTSS/CUT e a ANASPS foi importante para isto. “Quero aqui pontuar a participação importante da ANASPS e dos sindicatos de base da Confederação. Todos ajudaram não só com a participação de seus dirigentes, mas também por incentivarem os servidores das Juntas dos Estados a estarem aqui,“ destaca Messias.


Plataforma define cerca de 40 itens para discussão direta com Ministérios

Os participantes debruçaram-se sobre o documento apresentado no Encontro Regional dos servidores das Juntas de Recursos realizado na Região Nordeste no início deste ano. O documento foi intensamente debatido. Grande parte de seu conteúdo foi ratificado e também foram acrescentados itens que serão levados para a discussão com o ministro da Previdência Social, Carlos Gabas.


Irineu Messias aponta que o primeiro item destacado pelo grupo é a questão da reestruturação do CRPS e das Juntas de Recursos. Os trabalhadores entendem que as Juntas do jeito que estão hoje não podem funcionar perfeitamente. Os profissionais querem autonomia administrativa, financeira e patrimonial das Juntas de Recursos em todos os Estados.  Esta é a primeira questão, além de outras tantas que fazem parte da temática da reestruturação.

“A segunda coisa é a questão da situação funcional e salarial dos servidores. Que passa pela equiparação salarial entre os servidores do Ministério da Previdência com os servidores do INSS, lotados no CRPS e nas Juntas. Duas carreiras distintas, mas que estão no mesmo ambiente fazendo as mesmas tarefas. Então não dá para entender e nem aceitar que recebam salários diferentes para prestar o mesmo serviço a sociedade brasileira”, declara Messias.

 
Ao todo o documento final ficou com quase 40 itens de sugestões das mais diversas para aprimoramento dos serviços prestados à população na área da Previdência Social e para a valorização do profissional que atua nas Juntas de Recursos, um total de 29 em todo o país. O documento também será enviado para as Centrais Sindicais que participaram do encontro. O texto será levado ainda aos parlamentares do Senado e da Câmara dos Deputados com a finalidade de dialogar sobre a importância do Poder Legislativo se incorporar nesta defesa de um órgão tão importante para o conjunto da seguridade social brasileira.

Irineu finaliza dizendo que a avaliação final do trabalho é extremamente positiva. “Primeiro porque despertou nos servidores uma esperança e um otimismo. Eles perceberam que não estão mais sozinhos e que pela primeira vez na vida profissional deles as suas entidades nacionais agora os reuniram para dizer que estes problemas podem ser resolvidos. É preciso ter mobilização, organização e, sobretudo, que eles acreditem na própria luta,” reafirma.




José Carlos Araújo
Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT
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Fonte:http://www.cntsscut.org.br/destaques/2408/propostas-para-melhorias-no-crps-e-nas-juntas-de-recursos-tiradas-em-encontro-nacional-serao-entregues-ao-ministro-da-previdencia-social#ad-image-0

GLOBO APOIOU A DITADURA:Qual indenização o MPF deve exigir da Globo por danos coletivos no apoio à ditadura?

02.04.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA.01.04.15


O jornal "O Globo" apoiou o golpe de 1964, que impôs um ditadura de 21 anos iniciada no dia 1. de abril, há 51 anos atrás.

Logo depois do golpe a TV Globo entrou no ar e apoiou ostensivamente a ditadura por 21 anos.

Sob pressão das ruas nas jornadas de junho de 2013, o próprio jornal "O Globo" admitiu em editorial este apoio, dizendo ter sido "um erro".

A história mostra que a ditadura foi nociva à nação, retirando cidadania dos brasileiros, retirando até o direito de lutar por direitos. Não deixou nem mesmo um legado social razoável como ocorreu na ditadura da Coréia do Sul (aqui a maioria da população continuou na pobreza, a má distribuição de renda piorou, aumentaram as favelas, a qualidade da educação caiu, etc).

Mas a Globo ganhou muito dinheiro e poder com a ditadura se tornando na época o maior império de mídia da América Latina (após um certo tempo de democracia entrou em decadência, e parece que a coisa anda feia por lá com crise de audiência em todos os horários).

Então, vocês não acham justo, neste 1. de abril, o Ministério Público Federal propor uma ação civil de indenização contra as Organizações Globo por danos coletivos ao povo brasileiro no processo de apoio à ditadura?

O MPF promoveu uma ação de indenização contra empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, pedindo R$ 5 bilhões de indenização por terem corrompido funcionários da Petrobrás e depreciado a imagem da empresa com o escândalo.

Quanto seria uma indenização justa à nação brasileira por 21 anos de lucros bem remunerados pelo apoio midiático à ditadura?

Em tempo: Lembre-se de ir protestar hoje, às 17hs, na porta da TV Globo:

No dia da mentira e da ditadura, protesto nacional contra a TV Globo e a sonegação.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/04/qual-indenizacao-o-mpf-deve-exigir-da.html

Outro helicóptero apreendido, de prefeito tucano chegado a Aécio.

02.04.2015

Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 01.04.15



Nos 92 municípios do Rio de Janeiro, o PSDB só elegeu 2 prefeitos em 2012. Um em Trajano de Morais (11 mil habitantes) e outro em Itaguaí (111 mil hab.). Um deles foi afastado e indiciado por associação criminosa, lavagem de dinheiro e fraude em licitações.

É o ex-prefeito de Itaguaí, Luciano Mota (PSDB), eleito com apoio direto de Aécio Neves.

Foi afastado do cargo ontem (31) por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, por causa da Operação Gafanhotos da Polícia Federal, que investiga desvios na prefeitura de R$ 30 milhões por mês no SUS e dos royalties do petróleo.

O dinheiro da prefeitura para saúde saía dos cofres públicos mas não chegava no atendimento médico ao cidadão. Enquanto isso, coincidentemente, o prefeito aecista passou a andar de Ferrari, Land Rover e comprou um helicóptero, causando desconfiança e revolta na população.

A Polícia Federal (PF) apreendeu hoje (1º) os bens do ex-prefeito, incluindo o helicóptero e três carros de luxo.

Baladas

Assim como Aécio, Mota tem fama de baladeiro.

Em dezembro de 2013, uma conta de bar do ex-prefeito ficou em R$ 6.455,00.


A parte mais extravagante foi 3 garrafas de champanhe Don Pérignon, uma das mais caras do mundo. Cada garrafa custou R$ 2 mil no Miroir Club, na Lagoa, área nobre da noite carioca.

O ex-segurança de Mota, Alexandre Marques da Silva, 47 anos, gravou vídeos e testemunhou fatos e conversas sigilosas.

Por meio do material coletado pelo segurança – que foi policial militar em Itaguaí por mais de 10 anos – a Polícia Federal obteve provas e evidências do esquema de corrupção montado.

Em entrevista ao Jornal Atual, Alexandre falou da ostentação com dinheiro público, de propinas de empresários em estacionamentos de shoppings e descreve como o dinheiro circulava em porta-malas de veículos, como viajou de helicóptero para São Paulo a fim de comprar um Land Rover de R$ 580 mil e a rotina de festas, baladas e contas em boate que chegavam aos R$ 20 mil.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/04/outro-helicoptero-apreendido-de.html

FAMÍLIA RICHA TEM LIGAÇÕES PERIGOSAS COM CORRUPTO PRESO NO PARANÁ

02.04.2015
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/175556/Fam%C3%ADlia-Richa-tem-liga%C3%A7%C3%B5es-perigosas-com-corrupto-preso-no-Paran%C3%A1.htm