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domingo, 15 de fevereiro de 2015

PT vai pra cima do Moro e condena partidarização da Operação Lava Jato

15.02.2015
Do portal da Agência do PARTIDO DOS TRABALHADORES, 06.02.14

O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) editou, nesta sexta-feira (6), uma resolução com ações a serem realizadas pelos militantes e lideranças da sigla. As metas foram definidas durante reunião em Belo Horizonte (MG)  com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O documento pede mais engajamento, contribuição e união para possibilitar a governabilidade do partido para além do Congresso Nacional. Os militantes também são chamados a realizar mobilizações sociais e a participar do 5º Congresso Nacional do PT.
A resolução sugere, ainda, empenho dos petistas em favor da reforma política, democratização da mídia e do debate sobre a implementação do imposto sobre grandes fortunas.
Leia a íntegra da Resolução Política: 
“Reunido em Belo Horizonte, no dia 6 de fevereiro de 2015, nas comemorações dos 35 anos do Partido dos Trabalhadores, o Diretório Nacional resolve: 
Expressar ampla solidariedade e defender o governo da presidenta Dilma contra os ataques da oposição de direita.
Condenar a ofensiva e denunciar as tentativas daqueles que investem contra a Petrobrás, pois, a pretexto de denunciar a corrupção que sempre combatemos, pretendem, na verdade, revogar o regime de partilha no pré-sal, destruir a política de conteúdo nacional e, inclusive, privatizar a empresa. É nosso dever fortalecer a Petrobrás e valorizar seus trabalhadores. É nossa tarefa também defender a democracia e as conquistas do povo, denunciar as tentativas de desqualificar a atividade política e de criminalizar o PT.
Reafirmar o posicionamento adotado em Fortaleza em dezembro último, de apoiar as investigações em curso sobre a corrupção na Petrobrás e exigir que elas sejam conduzidas rigorosamente dentro dos marcos legais e não se prestem a ser instrumentalizadas, de forma fraudulenta, por objetivos partidários. O PT reafirma a disposição firme e inabalável de apoiar o combate à corrupção. Qualquer filiado que tiver, de forma comprovada, participado de corrupção, deve ser expulso.
Conclamar a militância a contribuir para a criação de uma articulação permanente de partidos, organizações, entidades – uma força política capaz de ampliar nossa governabilidade para além do Parlamento e de criar condições para realizar reformas estruturais no País. Reforçar as campanhas pela reforma política e pela democratização da mídia.
Frente ao permanente flerte com o golpismo daquelas elites que não conseguem vencer e nem convencer pelas ideias, o PT deve tomar a iniciativa de propor a unificação das propostas democráticas pela reforma política e construir uma ampla mobilização social para formar em torno da reforma política democrática uma vontade majoritária na sociedade.
Partindo da proibição do financiamento empresarial e da garantia do financiamento público, buscaremos construir uma plataforma unitária na qual seja incorporada o voto em lista preordenada e paritária em termos de gênero. Além disso, o DN apoia a declaração de inconstitucionalidade do financiamento empresarial às campanhas eleitorais em curso no Supremo Tribunal Federal.
Apoiar a engajar a militância em mobilizações sociais, a exemplo das jornadas convocadas pela CUT e na organização do 1o. de Maio; Propor ao governo que dê continuidade ao debate com o movimento sindical e popular, no sentido de impedir que medidas necessárias de ajuste incidam sobre direitos conquistados – tal como a presidenta Dilma assegurou na campanha e em seu mais recente pronunciamento. Nesse sentido, é necessário formalizar o processo de diálogo tripartite entre governo, partido e movimento sindical e popular, principalmente no que se refere às Medidas 664 e 665, bem como a definição de uma agenda comum pelas reformas democrático-populares.
Recolocar na ordem do dia a necessidade de aprovar a criação de um imposto sobre grandes fortunas; Incentivar o debate sobre a necessidade de buscar novas fontes de receita para financiar projetos sociais e investimentos em infraestrutura, o que implica reformar o atual sistema tributário — desigual, injusto e regressivo, pois grava a produção, os salários e o consumo popular, ao passo que poupa a riqueza, o patrimônio e a especulação; Preparar o partido para a disputa das eleições municipais de 2016, recuperando a importância de difundir o modo petista de governar.
Convocar o conjunto da militância a engajar-se nos debates do 5º Congresso, que será também aberto à participação de simpatizantes. O PT só ganha sentido se ele for expressão de suas bases, que devem ser ouvidas sempre para decidir os rumos do partido.
Por fim, no curso desta celebração histórica do nosso 35o. aniversário, saudamos o heroísmo do povo cubano que, por sua resistência, começa a quebrar o bloqueio imposto durante décadas pelo imperialismo. Saudamos também a vitória do novo primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, do Syriza, derrotando a política de austeridade fiscal, a quem desejamos êxito em sua batalha contra as políticas neoliberais que vêm revogando direitos e promovendo recessão e desemprego na Europa.
Congratulamo-nos, ainda, com o presidente da Bolívia, Evo Morales, que há pouco iniciou seu novo mandato presidencial – conosco irmanado na luta internacionalista, especialmente na integração latino-americana e caribenha.
Belo Horizonte/MG, 06 de fevereiro de 2015 Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores”
Leia Mais:
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Fonte:http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/plenos-poderes/pt-vai-pra-cima-moro-e-condena-partidarizacao-da-operacao-lava-jato/

Receita Federal investiga correntistas brasileiros do HSBC na Suiça

15.02.2015
Do portal VERMELHO, 14.02.15

A Receita Federal já investiga brasileiros com indícios de movimentação financeira no Banco HSBC na Suíça. A lista foi divulgada pelo International Consortium of Investigative Journalism (Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo) e pode indicar fraude fiscal.

 


"São 6,6 mil contas bancárias abertas no banco no período de 1988 a 2006, supostamente relacionadas a 4,8 mil cidadãos de nacionalidade brasileira, que totalizariam saldo, em 2006 e 2007, no valor de US$ 7 bilhões", destaca a Receita.

O Fisco informou ainda que, por meio de sua unidade de inteligência, teve acesso a parte da lista contendo o nome de pessoas que teriam relacionamento financeiro com a instituição. “As análises preliminares de alguns contribuintes já revelam hipóteses de omissão ou incompatibilidade de informações prestadas ao Fisco brasileiro, entre outros casos”, acrescenta.

A Receita Federal diz também que está aprofundando as pesquisas sobre o tema para obter mais informações, inclusive mediante a cooperação internacional, para a correta identificação do maior número possível de contribuintes relacionados e o levantamento de possíveis valores não declarados. Caso tenha ocorrido, os investidores são passíveis de autuação e de representação fiscal para fins penais em razão da ocorrência de crime contra a ordem tributária.

“É relevante notar que alguns desses contribuintes já haviam sido investigados anteriormente pela Receita Federal, a partir de outros elementos constantes em suas bases de dados”, diz o órgão.

A Receita articula com outras Instituições estratégias conjuntas para a identificação e responsabilização desses contribuintes por eventuais crimes contra o sistema financeiro, além da lavagem de dinheiro.

Fonte: Agência Brasil

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Fonte:http://www.vermelho.org.br/noticia/258964-2

Impeachment, PT e os delírios golpistas

15.02.2015
Do BLOG MIRO, 13.02.15

Por Guilherme Santos Mello, no site Brasil Debate:

Mal havia se concluído a contagem dos votos da eleição de 2014, que garantiram o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff, e já se falava abertamente no tal de “impeachment”. O motivo alegado à época pela oposição derrotada girava em torno de uma suposta utilização de estrutura pública (os Correios) para benefício da candidatura governamental.


Certamente, a derrota de última hora frustrou boa parte dos oposicionistas, que minutos antes da divulgação dos resultados oficiais comemoravam a vitória de Aécio com base em informações ilegalmente vazadas por um alto integrante da cúpula judiciária nacional. Tamanha frustração se traduziu em recusa na aceitação do resultado legítimo das urnas, e boa parte dos apoiadores de Aécio, desde então, tem optado por dois caminhos: a negação, por meio do pedido de impedimento, e a negação da negação, desistindo do Brasil e indo para Miami, como revelou reportagem recente da Folha de São Paulo.

Tendo início o segundo governo Dilma, mudanças importantes na estratégia política da presidenta foram anunciadas, apontando para a adoção de uma postura conciliatória com vários grupos que a haviam difamado nos meses e anos anteriores. Para aqueles que votaram nela esperando uma escalada no enfrentamento contra o establishment conservador e liberal, foi grande a surpresa com a escalação de nomes como Joaquim Levy, Kátia Abreu e Armando Monteiro para importantes ministérios.

A decepção de parcela importante do eleitorado de Dilma, que ainda não compreendeu a razão por trás destas escolhas (em grande medida pela dificuldade do governo em dialogar com a população), somada à sanha golpista de parcelas relevantes da oposição e da mídia, deram força ao até então risível coro pró-impedimento.

Para adicionar calúnia à injúria, o avanço das investigações da Lava Jato mostra o envolvimento de todos os partidos políticos em esquemas de corrupção, mas o foco é direcionado particularmente ao PT, seja pelo seu atual papel no governo federal, seja em decorrência de uma estratégia mais ampla de desconstrução da imagem do partido por parte de alguns veículos de imprensa.

É fato que alguns dos depoimentos oriundos de delações premiadas (ainda sujeitos a comprovação) envolvem o PT em casos de corrupção, assim como é fato que essas mesmas delações relatam casos de propina de origem muito anterior, vindos desde o governo FHC e que envolvem quase a totalidade dos partidos políticos (inclusive o PSDB de Aécio Neves).

Nunca é demais se lembrar do falecido jornalista Paulo Francis, que durante o governo FHC denunciou uma série de irregularidades na Petrobras e teve como resposta um processo criminal, que o levou à depressão e à morte. Desta vez, no entanto, as denúncias geraram uma investigação séria e profunda, que atingiu as maiores empreiteiras do País e desvelou as relações espúrias entre iniciativa privada e setor público, com o objetivo de financiar as campanhas políticas.

Esta nova atitude perante a denúncia apenas comprova o amadurecimento institucional do País nos anos recentes, que através do fortalecimento e independência das instituições poderá investigar e punir aqueles envolvidos nos malfeitos. Caso a maturidade avance, podemos até sonhar com uma reforma política que proíba a continuidade destas relações espúrias entre empresas privadas e financiamento de campanhas políticas.

A avalanche de notícias negativas, no entanto, reforçou ainda mais os arautos do impedimento presidencial. O advogado do ex-presidente FHC chegou a encomendar para o jurista ultradireitista Ives Gandra Martins um parecer que embasasse juridicamente a tese do impedimento. Apesar de completamente desconstruído pelo também jurista Dalmo Dallari, o parecer é apenas mais um movimento no tabuleiro político para fortalecer aqueles que sonham com um novo golpe de Estado, custe o que custar.

O plano golpista se aprofunda e, além de abaixo-assinados circulando pela internet, a oposição já tenta criar um grande movimento de rua similar a junho de 2013, mas desta vez pedindo o impedimento da recém-eleita presidenta Dilma. A queda na taxa de aprovação do governo foi o combustível que faltava para o delírio golpista dos novos marchadores de 64, que acalentam ainda em seus corações e mentes a sanha reacionária e antidemocrática de seus ancestrais.

Há, no entanto, uma falha no plano dos novos golpistas: eles ainda não compreenderam a natureza da identidade petista e base social que este partido representa. Nos idos de 2005, durante o auge do chamado “mensalão petista”, um dos maiores representantes da oposição à época afirmou que o Brasil iria se livrar desta “raça” (petista) de uma vez por todas. O ex-senador Jorge Bornhausen pertencia ao ex-PFL, partido que mudou de nome para DEM e corre o risco de desaparecer e ser englobado por outros partidos.

Enquanto isso, o PT sobreviveu, conquistou mais três eleições presidenciais e permanece como um dos maiores partidos do País. O erro de avaliação de então se repete agora, quando a oposição acredita que o PT está derrotado, que não possui quem o defenda e que a presidenta Dilma está isolada. Desconhece, novamente, a ampla base social do partido, que vai muito além de seus militantes e simpatizantes, englobando boa parte das camadas menos privilegiadas da população (trabalhadores e excluídos que viram suas vidas melhorarem nos governos petistas), além de importantes setores da inteligência nacional.

O que os delirantes golpistas não compreendem é que, parafraseando Euclides da Cunha, o petista é antes de tudo um forte. Ele sobrevive às maiores adversidades, seja em relação à sua condição social desprivilegiada (afinal, a maior parte dos petistas é composta de trabalhadores, assalariados e excluídos), seja em sua árdua tarefa de debater e conviver em uma sociedade conservadora, cuja elite e boa parte da mídia os odeiam.

O ódio contra o PT não advém apenas de seus erros, mas sim do projeto que representa: a transformação do feudo brasileiro em uma verdadeira democracia política, social e econômica. Este projeto transformador, mesmo quando travestido com uma carapaça tradicional e afeito a concessões, não é o projeto de boa parte da elite brasileira e por isso a enfurece.

O grande objetivo das elites nacionais é manter seus privilégios e se alinhar servilmente aos interesses estrangeiros, por acreditarem que tais interesses representam a “modernidade” que falta ao País.

O verdadeiro petista sobrevive aos piores ataques que um homem pode sofrer: a humilhação, a calúnia e a difamação diárias, fruto do ódio contra o ideal que representa. Sobrevive, não sem cicatrizes profundas, aos graves erros cometidos por alguns dirigentes de seu partido, sabedor que é de que, para além das pessoas, há um projeto e um ideal a ser defendido.

Sobrevive, por fim, aos descaminhos da política, que por diversas vezes forçou o governo para uma rota diferente da desejada pelo ideal petista, mas que, por meio de muita batalha e pressão social, foi capaz de reconstruir o significado de um governo de esquerda, progressista e socialmente responsável.

Mas o verdadeiro petista também percebe que o PT é muito maior que alguns homens, que alguns erros ou descaminhos. Reconhece no PT o símbolo de um projeto de país que sonha com um Brasil livre, independente e democrático, com justiça social e econômica.

Reconhece, acima de tudo, que a construção desse ideal e desse símbolo está constantemente ameaçada não apenas por seus próprios erros, mas por aqueles que querem fazer uso desses erros para destruí-lo. E por reconhecer todas essas questões, no momento em que for chamado, o petista não vai abandonar seu governo para vê-lo derrubado por seu pior inimigo. Que venham os novos marchantes de 1964, pois encontrarão na base do povo brasileiro aqueles que se baterão contra seus delírios golpista
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/02/impeachment-pt-e-os-delirios-golpistas.html

HISTÓRICO DA CIDADE VICÊNCIA, PERNAMBUCO

15.02.2015
Do blog VICENCIANET, 02.07.2009

A cidade de Vicência está situada no vale do Siriji, aos pés da Cordilheira dos Mascarenhas, formada pelas serras de Jundiá, Tipi e Neves.Localizada na microrregião da zona da mata de Pernambuco, possui 255 Km2 e dista 87 quilômetros do Recife, com acesso pela PE 74 e BR 408.


Segundo a tradição, as povoações de Vicência e angélicas, surgiram em torno das tavernas (Casas especializadas na venda de bebidas), que pertenciam a duas senhoras, uma delas de nome Vicência Barbosa de Melo, origem do nome da cidade. Essas povoações, que comumente hospedavam tropeiros, acabaram tornando-se ponto de encontro, de descanso e troca de mercadorias e atividades religiosas.


Busto de Vicência Barbosa de Melona Praça Urbano Ramos
Busto de Vicência Barbosa de Melo
na Praça Urbano Ramos
Em 1862 foi construída um capela sob a invocação de Sant’anna e aos poucos foram construindo-se habitações em torno dela, dando assim origem a uma povoação conhecida pelo nome de Vicência. Em 05 de julho de 1879, o distrito de Vicência era parte integrante do município de Nazaré da Mata, até que em 30 de maio de 1891 foi elevada a categoria de vila e de município autônomo, desmembrado de Nazaré da Mata, sendo João Barbosa de Melo seu primeiro prefeito. Porém, como não tinha uma arrecadação suficiente para cobrir as despesas, o município foi supresso por lei estadual, permanecendo assim por mais de 33 anos como distrito de Nazaré, até que em 11 de setembro de 1928, Vicência tornou-se um município autônomo.

Atualmente, além de sua sede, possui quatro distritos: Murupé, Angélicas, Trigueiros e Borracha; e os povoados de Turiaçu, Usina Barra e Usina Laranjeiras. De acordo com o último censo do IBGE a cidade possui cerca de 27.077 habitantes e sua economia gira em torno da cana-de-açúcar e do cultivo da banana. A Câmara Municipal é composta por nove vereadores.
Baobá no Engenho Poço Comprido(Vicência), um dos vários espécimes existentes em Pernambuco.
As serras, engenhos e cachoeiras, são atrativos naturais a serem explorados pelos turistas, que também podem se deliciar com a culinária da banana e desfrutar da hospedagem de um povo hospitaleiro e acolhedor.

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Fonte:http://vicencianet.blogspot.com.br/2009/06/historico-de-vicencia-para-copiar-colar.html

“Minoria golpista se organiza como fizeram com Getúlio e Jango”, diz Lindberg Farias

15.02.2015
Do portal FORUM, 10.02.15
Por  Redação

Senador rebateu líder do PSDB que defendeu impeachment de Dilma Rousseff; para petista, tucanos “incentivam” golpe
Resultado de imagem para FOTOS LINDBERG FARIAS
 O senador Lindberg Farias (PT-RJ) rebateu o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), que defendeu nesta segunda-feira (9) a abertura de um debate sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. O petista destacou uma “minoria golpista” se organiza incentivada pelo PSDB.
“Não é acusar o povo de golpista, mas tem uma minoria golpista se organizando nesse país, como fizeram com Getúlio e João Goulart. Estimuladas, sim, pelo PSDB, que questionou o processo eleitoral ao seu final (…) Vocês estão sendo maus perdedores. Isso é golpismo! Não me venha comparar momentos que não tem nada a ver com a história. Aqui, é grito de quem perdeu a eleição e está querendo mudar o resultado”, criticou o senador petista.
A fala do senador tucano foi em defesa de uma manifestação convocada para o dia 15 de março que tem como pauta a deposição da presidenta da República. “Ao mesmo tempo em que se convocam manifestações para o dia 15 de março, não se pode falar em golpismo quando se pronuncia a palavra impeachment (…) está escrita em nossa Constituição e, portanto, pode ser um tema constitucional, não tem de causar arrepio em ninguém”, declarou o senador tucano Cássio Cunha Lima.
Foto: Brasil247
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Fonte:http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/02/tem-uma-minoria-golpista-se-organizando-neste-pais-diz-senador-lindberg-farias/

Dias: FHC, impítiman é “Golpe”

15.02.2015
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

“A mudança virá de fora” – de onde, FHC ? Do Gilmar ?
O Conversa Afiada reproduz da Carta Capital artigo impecável de Mauricio Dias, que volta de ferias longas, para desespero dos leitores…”

O JURISTA DE PLANTÃO


Sempre há um para justificar o golpe de Estado. Só que desta vez a tarefa é insana

por Mauricio Dias 

Já não falta à oposição a figura necessária para tentar vencer a batalha política travada agora, o “terceiro turno”, com certos elementos ilegítimos invocados para suprir o que não conseguiram fazer durante a eleição presidencial de 2014. Perderam a disputa, em dois turnos, dentro das regras democráticas.

Inconformada com a derrota, a oposição apela para um golpe travestido de impeachment. Como em outros carnavais, os golpistas foram buscar um jurista de plantão, no caso, Ives Gandra Martins, medalhão da advocacia paulista.

Em artigo para o jornal Folha de S.Paulo, Gandra transcreveu um parecer, escrito por ele a pedido, ou a soldo, do “eminente colega” José de Oliveira Costa, interessado em saber da “possibilidade de abertura de processo de impeachment presidencial por improbidade administrativa, não decorrente de dolo, mas apenas de culpa”, como explicou Gandra. O jurista traduziu o truque legal para sustentar a investida: “Por culpa em direito são consideradas as figuras de omissão, imperícia, negligência, imprudência”.

Gandra sustenta que Dilma, como presidente do Conselho de Administração e como presidenta da República, teria responsabilidade por crime de “corrupção e concussão”, entre outros delitos, na corrupção na Petrobras. Esse raciocínio aproxima-se da famosa Teoria do Domínio do Fato, usada no julgamento político do “mensalão”.

Nos golpes ocorridos no período republicano houve sempre um jurista de plantão. Um dos mais famosos, o mineiro Carlos Medeiros Silva (1907-1983), carimbou a deposição de Jango, em 1964, como revolução, e para isso mandou bala na Constituição: “A revolução legitima-se por si mesma”.

Nada se passa por acaso nessa história de agora. Oliveira Costa, citado por Gandra, é membro do Conselho do Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC) e advogado do ex-presidente.

FHC tentou descolar-se do problema e sustentou que foi, e é, “intrinsecamente um democrata”. Dando crédito às suas palavras é possível pensar que ele parece ter perdido a memória recente, recentíssima. Há duas semanas escreveu artigo para O Globo, em que faz projeções sobre o cenário atual: “Ou há uma regeneração ‘por dentro’ (…) ou a mudança virá ‘de fora’”.

No mesmo tom ameaçador fez uma previsão: “No passado seriam golpes militares. Não é o caso, não é desejável nem se veem sinais. Resta a Justiça. Que ela leve adiante a purga…”

Ou seja, o STF seria o centro dos acontecimentos que prenuncia.

FHC usou as vestes da simulação. Inútil. Naquele texto botou nu a si próprio.

O País assiste a essa perigosa arma de insinuações sem o apoio em provas. Quem quer que seja escreve, ou fala, o que quer que seja. Vale a especulação, matriz da turbulência provocada pela mídia. Vejam o prato servido pelo senador Aécio Neves: “Falar em impeachment não é crime”.

Não é. Mas é, certamente, uma frase vergonhosa para quem perdeu para Dilma a eleição nas urnas.

Esse papel da oposição, notadamente dos tucanos do PSDB, alimenta os meios de comunicação numa tentativa insana de ligar os atos criminosos ocorridos na Petrobras à própria presidenta Dilma. A partir daí julgam que estarão prontos para encaminhar o impeachment, como prevê e deseja o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


Leia também:

PETROBRAS: FHC E GILMAR BOTARAM A RAPOSA NO GALINHEIRO

FOLIÃO CEARENSE TROLLA IMPÍTIMAN DA GLOBO. NA GLOBO !​

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Fonte:

Carnaval: "Impitiman é meuzovo"

15.02.2015
Do BLOG DO MIRO


Por Renato Rovai, em seu blog:

E de repente lá da cobertura global do Carnaval do Ceará vem o grito de guerra mais pop contra a tentativa de golpe da oposição que não sabe perder, impitiman é meuzovo.

É o resgate do humor na batalha da comunicação contra o raivoso discurso midiático. É uma chama de lucidez discursiva entre os aliados de Dilma.

Em política, quem perde o humor em disputas de caráter popular, em geral é derrotado.

Do Ceará vem o grito de guerra que pode tirar Dilma e o seu governo das cordas: impitiman é meuzovo.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/02/carnaval-impitiman-e-meuzovo.html#more

MÍDIA VIRA-LATAS: 'HÁ UMA OBSESSÃO NA MÍDIA POR DENEGRIR O BRASIL'

15.02.2015
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/170177/'H%C3%A1-uma-obsess%C3%A3o-na-m%C3%ADdia-por-denegrir-o-Brasil'.htm

Lindberg vira o jogo para colocar Dilma bem, na boca do povo.

15.02.2015
Do OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA,12.02.15

https://www.facebook.com/lindbergnarede
O senador Lindberg Farias (PT-RJ) tem, desde 2011, projetos necessários, simples e diretos e com apelo popular suficiente para colocar o governo Dilma "bem na fita" na boca do povo.

Por exemplo, a proposta de aumentar impostos sobre o lucro dos bancos, taxar jatinhos e helicópteros, etc. São medidas que atingem só os milionários e combate a desigualdade social.

O governo precisa criar sua pauta com coisas que mexam com o sentimento de justiça social do povo, marca que a oposição tenta tirar do governo Dilma (e está tendo um sucesso momentâneo com ajuda da mídia).

Coisas como imposto sobre grandes fortunas e sobre lucros exorbitantes, taxar mais empresas que fazem rotatividade ou demissões em massa, indecente e "lucrativa", como faz o banco Itaú. Criar pelo menos alguma alíquota a mais no imposto de renda de pessoa física para milionários e dar qualquer aliviada que seja para a classe média. Tudo isso é assunto que as pessoas comentarão nos botecos, na mesa de jantar, nas reuniões de família, nas escolas, nas ruas, campos e construções.

Eu até entendo que tem algumas medidas que causam pouco efeito na arrecadação, por isso, mesmo quando o ministro da Fazenda era Mantega, sempre foram deixadas de lado, para o Congresso tramitar (o que é feito a passos de tartaruga).

Mas agora é hora de desengavetar pelo menos algumas das principais estruturas tributárias injustas, para o povo levantar a cabeça e sair do clima de baixo astral imposto pelo PIG (Partido da Imprensa Golpista).

Da mesma forma que as leis do seguro desemprego e das pensões precisam de alguma mexida (não digo todas as mexidas que estão propostas, mas os abusos e fraudes precisam ser corrigidos e os benefícios irem para quem mais precisa de fato), também é preciso corrigir outras leis que estão ruins e injustas e que afetam os mais ricos.

Lindberg não chegou a propor isso que vou dizer, mas acho que canais de TV altamente lucrativos de grande porte devem voltar a pagar ICMS como era antigamente. Jornais e revistas comerciais devem deixar de ser isentos de impostos. Por que o acesso à internet para ler notícias tem impostos e o papel jornal não? Por ser concessão pública, as emissoras grandes altamente lucrativas não precisam ser remuneradas pelos cofres públicos pelo horário eleitoral na TV. Tudo isso pode ser feito, nem que seja para colocar o bode na sala para ser discutido. Basta preservar a isenção tributária e compensação para pequenas e médias empresas, para o povo não ser enganado como se o aumento de impostos fosse atingir a todos.

Outro assunto que o jornalismo da TV Globo não gosta em sua pauta, mas que precisa ser colocado é o combate à sonegação fiscal. Leis e normas de endurecimento podem e devem ser propostas por Dilma.

Lindberg incluiu suas propostas como emenda às Medidas Provisórias que atingem o seguro desemprego e as pensões. Só que a Globo não vai noticiar isso e não vai cair na boca do povo se o governo Dilma não abraçar e tomar para si também pelo menos três ou cinco causas moralmente justas e de impacto que caiam na boca do povo.

Abaixo os links para as propostas de Lindberg:

- Aumento do Imposto sobre o Lucro dos Bancos

http://pt.slideshare.net/lindberghfarias/emenda-csll-bancos

- Tributar distribuição de lucros e dividendos
http://pt.slideshare.net/…/emenda-fim-da-iseno-sobre-divide…

- Imposto de Renda segundo a capacidade econômica do contribuinte
http://pt.slideshare.net/lindberghf…/emenda-imposto-de-renda

- Imposto sobre remessas de lucros para o exterior
http://pt.slideshare.net/…/emenda-tributao-da-remessa-ao-lu…

- Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
http://pt.slideshare.net/lindberghfarias/emenda-itr

E este é o link para a PEC 116/2011, que está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadaniahttp://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp…
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/02/lindbergh-vira-o-jogo-para-colocar.html#more

“Abrir empresa em paraíso fiscal faz parte de um velho modus operandi da Globo”

15.02.2015
Do blog DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO, 13.02.15
Roberto Marinho
Roberto Marinho
O deputado estadual Paulo Ramos apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, um projeto de lei com chance zero de aprovação, mas que deveria provocar algum tipo de debate na sociedade. Ele quer que as empresas de comunicação que recebem verbas públicas, na forma de publicidade, sejam obrigadas a divulgar no diário oficial do Estado os nomes e os salários de seus funcionários.
“Saiu no jornal a notícia de que o William Bonner ganha mais de um milhão de reais por mês. Isso não é salário, parece lavagem de dinheiro. Onde já se viu um jornalista ganhar tudo isso? De onde sai recurso para pagar salário nesse patamar? Uma parte a gente sabe, é da verba de publicidade do governo”, diz. Paulo Ramos sustenta o argumento de que salários milionários deixam de ser assunto privado quando quem paga essa quantia é uma empresa que recebe verba pública, e é acusada de sonegar impostos, como é o caso da Globo.
A origem desses privilégios é anterior a 1964, quando houve o golpe militar e a hegemonia da rede de televisão se consolidou. Um dos livros de cabeceira de Ramos é “A História Secreta da Globo”, do professor Daniel Herz, já falecido. “Abertura de empresa em paraíso fiscal e sonegação são parte do modus operandi da Globo há muito tempo”, afirma Ramos.
Herz procurou nos arquivos do Congresso Nacional as atas de uma CPI de 1965, que investigou a sociedade da Globo com o Grupo Time Life, dos Estados Unidos, num tempo em que a lei proibia o investimento estrangeiro nas empresas de comunicação. Encontrou um interessante depoimento do ex-governador do Rio, Carlos Lacerda, que era dono de um jornal e se batia contra esse investimento estrangeiro, que colocava a Globo em condições muito superiores na concorrência com outras emissoras de TV.
Insuspeito no tema, Lacerda mostrou na CPI um editorial do jornal O Globo, publicado em 7 de janeiro de 1963, que chamava o presidente João Goulart de estadista. Para Lacerda, um editorial estranhíssimo, “quando o presidente João Goulart parecia o anticristo” para Roberto Marinho. Lacerda encontrou na Caixa Econômica Federal a razão do editorial: um empréstimo milionário, a juros baixos, liberado 24 horas antes.
Logo depois, lembra Lacerda, O Globo voltou à posição antiga e, denunciando corrupção e um suposto envolvimento do produtor rural João Goulart com o comunismo soviético, apoiou o Golpe de 64. Aliados de Roberto Marinho – inclusive o próprio advogado, Luiz Gonzaga do Nascimento Silva – integraram o ministério do primeiro governo militar.
Em 1968, contra pareceres técnicos e o relatório da CPI, que recomendava a cassação da Globo, a emissora de Roberto Marinho recebeu o registro definitivo de sua concessão, que vem sendo renovada até hoje.
“O que aconteceu no passado é um alerta para gente do governo Dilma que acha que pode haver algum tipo de aliança com a TV Globo. João Goulart era estadista um dia, e comunista no outro”, diz Paulo Ramos.
Na ditadura militar, segundo o livro de cabeceira de Paulo Ramos, a Globo consolidou seu poder, mas na Nova República, com Tancredo Neves, Roberto Marinho ampliou seu raio de ação, ao nomear o próprio ministro das Comunicações, Antônio Carlos Magalhães, decisivo num episódio de disputa comercial.
Marinho queria o controle da NEC, a empresa que vendia equipamentos para o sistema de telecomunicações brasileiro, a antiga Telebrás, mas o dono, um empresário duro na queda, não queria vender.
Por decisão de Antônio Carlos Magalhães, a Telebrás deixou de comprar equipamentos da NEC e asfixiou a empresa. Ao mesmo tempo os veículos da Globo – jornal, rádio e TV – moviam uma campanha de notícias negativas contra o empresário que se opunha a Roberto Marinho na disputa pelo controle da NEC.
O empresário chegou a ter sua prisão preventiva decretada antes de receber em sua casa, no bairro do Morumbi, em São Paulo, um emissário da Globo, para assinar o termo de rendição: o contrato em que vendia por 1 milhão de dólares o controle da NEC. Pouco tempo depois, quando, por decisão de Antônio Carlos Magalhães, o governo voltou a comprar produtos da empresa, a NEC já valia mais de 350 milhões de dólares, em dinheiro da época.
Dois fatos relevantes: o emissário de Roberto Marinho nesse encontro no Morumbi era o filho do então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, funcionário da Globo, e a família de Antônio Carlos Magalhães recebeu, alguns meses depois, o contrato de afiliada da rede no Estado da Bahia. O empresário batido no caso da NEC, Mário Garnero, recuperou poder e prestígio, recolocando o grupo Brasilinvest num patamar de destaque, mas amigos dizem que ele ainda tem a Globo entalada na garganta.
Hoje com 70 anos de idade e filiado ao PSOL, Paulo Ramos não esquece a cena. Era 1981. Alguns jornalistas que ele conhecia no jornal O Globo conseguiram marcar uma audiência com Roberto Marinho. Paulo Ramos chegou no horário, mas teve de esperar na antessala muito tempo – ele não se lembra quanto, mas sabe que foi muito.
Depois do chá de cadeira, Roberto Marinho o recebeu. De pé. Perguntou o que ele queria. Paulo Ramos disse que um amigo era vítima de uma campanha que ele considerava caluniosa promovida pelos veículos das Organizações Globo e ele queria o direito de resposta. “Roberto Marinho me ouviu, não disse nada e quando perguntei se ele teria a oportunidade de dar entrevista, afirmou: ‘O senhor verá a minha resposta pelo jornal’”.
O massacre continuou e o amigo, acusado de ser mandante de um crime, não teve o direito de resposta. Acabou condenado a 21 anos de prisão. “Foi uma injustiça, um linchamento”, diz Paulo Ramos, que era major da Polícia Militar e tinha trabalhado no setor de relações públicas da corporação.
O prédio à esquerda é onde ficava a cobertura de Roberto Marinho
O prédio à esquerda é onde ficava a cobertura de Roberto Marinho
Embora vestisse farda numa época de ditadura militar, era um peixe fora d’água. Presidente do Clube dos Oficiais, liderava campanhas por melhores salários do funcionalismo e, politicamente, era alinhado ao grupo dos chamados autênticos do PMDB. Cinco anos depois se elegeu deputado federal e recebeu nota 10 do DIAP, órgão do Dieese, por sua defesa dos direitos dos trabalhadores.
Na Câmara dos Deputados, Paulo Ramos se tornou também uma pedra no caminho da Globo, o que lhe valeu a aproximação com o governador Leonel Brizola. Conseguiu aprovar duas CPIs – uma da NEC e outra da Fundação Roberto Marinho – e usou a tribuna para denunciar o que ele considera crimes da Globo, incluindo remessa ilegal de dólares ao exterior, sonegação fiscal, empréstimo de bancos públicos a juros irrisórios e construções ilegais.
Nunca teve espaço na imprensa, mas ainda assim continuou se reelegendo. Seu sonho é que o amigo condenado seja reabilitado. Trata-se do capitão Levy de Araújo Rocha, que foi comandante de uma companhia da PM em Petrópolis e lá combateu o tráfico de drogas. Deixou uma boa impressão e foi transferido para Copacabana.
Lá, em dezembro de 1980, um ex-cabo do Exército, Júlio, foi assassinado. Os homens que cometeram o crime acusaram Levy de ser o mandante, mas Paulo Ramos, que conhecia o capitão, nunca acreditou. Duas semanas depois, um amigo do cabo Júlio, que estava com ele no momento do crime e conseguiu fugir, foi sequestrado na praia de Piratininga, em Niterói.
Ironia do destino, esse amigo do cabo Júlio estava na companhia do filho do jornalista Luiz Jatobá, famoso por ser um dos primeiros locutores do Repórter Esso. O amigo do cabo Júlio e o filho do jornalista estão desaparecidos até hoje, e os corpos nunca foram encontrados, mas não há mais dúvida sobre o mandante do sequestro: o bicheiro Aniz Davi Abrão, o Anísio de Nilópolis, dono da escola de samba Beija-Flor.
Se mandou sequestrar a testemunha do assassinato, não teria Anísio sido também o mandante do crime em Copacabana? Faz sentido. Nesse caso, a condenação do capitão amigo do deputado Paulo Ramos teria sido uma injustiça, resultado de uma campanha difamatória dos veículos da Globo.
Nas voltas que o mundo dá, Aniz Abrão foi preso em 2007, quando estava em sua cobertura tríplex no edifício de número 2.072 da avenida Atlântica, por envolvimento em vários crimes, mas não pelo assassinato, nunca mais investigado. A prisão dele tem a ver com jogo do bicho, contrabando e lavagem de dinheiro.  A televisão mostrou a operação policial para prender Anísio. São impressionantes as imagens de policiais descendo de helicóptero na cobertura do bicheiro, exibida pela televisão.
A Rede Globo fez a reportagem, mas nada disse sobre o antigo proprietário do apartamento, Roberto Marinho. Antes da venda do imóvel para Anísio, com escritura pública, Roberto Marinho costumava reunir ali a alta sociedade carioca para festas de Reveillon.
Neste prédio, mora ainda a autora de novela Glória Perez e o apartamento do primeiro andar estava em nome de Elisa, ex-mulher de Anísio, também assassinada, depois de escrever uma carta em que acusava o ex-marido de ter sequestrado Misaque e o filho do jornalista Jatobá.
Com 9 milhões de habitantes, o  Rio de Janeiro é a segunda maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo. Mas, vizinho ao prédio onde Roberto Marinho dava sua festa de fim de ano e Anísio da Beija Flor viria a comprar, se localiza o apartamento onde mora Cristina Maris Meinick Ribeiro, a funcionária da Receita Federal que, em janeiro de 2007, veio a retirar o processo em que a Globo era acusada de sonegação milionária na aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002, utilizando um esquema que envolve uma empresa no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.
Mundo pequeno.
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Fonte:http://www.diariodocentrodomundo.com.br/abrir-empresa-em-paraiso-fiscal-faz-parte-de-um-velho-modus-operandi-da-globo/