terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Quem conspira contra Dilma são corruptos contra a faxina e quem quer roubar o pré-sal.

10.02.2015
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


O Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo reagiu à saliência golpista da oposição na imprensa e começou a dar também a versão do governo. Já é melhor do que o silêncio, mas precisa aumentar bastante a combatividade e melhorar a estratégia para não sofrer mais derrotas na batalha da comunicação.

Cardoso deu entrevista ao jornal "O Globo" e à revista Veja. Alguém tem que responder nestes veículos demotucanos reacionários, e Cardozo até que falou bem se a entrevista fosse para um jornalismo mais honesto.

Mas em se tratando de "O Globo", precisa ter método e saber enxergar malícia, senão sua própria entrevista passa a ser usada contra o governo, através da edição e das manchetes.

Não deu noutra. O Globo estampou uma manchete na capa (com erro na edição impressa, onde engoliu a palavra "fato") que coloca a presidenta como se estivesse só na defensiva, acuada. No texto da chamada de capa, as citações de Cardozo a FHC foram censuradas, o que confirma a notícia dada por Luis Nassif de que há ordens para censurar o nome de FHC ligado ao escândalo da Petrobras.

Entrevistas no Globo, Veja e similares tem que ter precisão cirúrgica para não ser editada de forma deturpada.

Se eu fosse Cardozo (ou qualquer outro membro do governo), em se tratando de Globo e Veja, passaria 100% da entrevista passando didaticamente três mensagens que os editores e leitores destes veículos não querem ouvir:
1) A corrupção na Petrobras vem do governo FHC. Os corruptos começaram a roubar a empresa no governo FHC. No governo FHC havia obsessão para fazer encomendas internacionais na Petrobras, daí o caso da holandesa SBM Offshore ser só a ponta do iceberg de uma longa investigação sobre propinas em paraísos fiscais, que o governo quer recuperar o dinheiro desviado.
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2) Dilma está fazendo a "faxina" na Petrobras e no Brasil que nunca foi feita antes de Lula. FHC era conhecido pela política de engavetar investigações, o que protegia os "amigos do rei" e fazia a festa dos corruptos para sangrar os cofres públicos. Na época de FHC, faltou até gasolina para a Polícia Federal fazer operações de combate à corrupção. Hoje a PF tem até avião próprio. FHC escolheu o Procurador Geral que ficou conhecido como engavetador e que não era o mais votado pela classe. Nos governos de Lula e Dilma, são os membros do Ministério Público que elegeram, respeitando a autonomia para investigar.
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3) Quem quer derrubar Dilma é quem quer interromper a faxina na corrupção, mantendo intocáveis os esquemas de corrupção como acontecia nos 500 anos de Brasil até na era dos engavetamentos de FHC. Por trás do interesse em sabotar a Petrobras, maior produtora de petróleo do que a Exxon, há a maior corrupção de todas: roubar a riqueza do pré-sal do povo brasileiro.
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O próprio noticiário sobre a corrupção dos ditos "1%" na Petrobras não pode ser usado contra a imagem da empresa para espertalhões roubarem os outros 99% do patrimônio do povo brasileiro.
Cardozo não disse tudo, mas disse boa parte disso, só que falou com luvas de pelica e era preciso incluir FHC, PSDB e engavetamento em praticamente todas as respostas.

É ineficaz para o leitor reacionário de "O Globo", já envenenado, a mera defesa do governo (apesar de necessária) e não basta questionar a oposição com debate de alto nível.

Mas é eficaz esfregar na cara que a corrupção corria solta desde no governo FHC e que precisa continuar sendo desbaratada, sem blindagem, sem seletivismo partidário, porque não prescreveu, o dinheiro precisa voltar aos cofres públicos e o crime não pode compensar.

Mesmo quando o repórter não é agressivo, na hora que vai para o editor pulbicar, basta baixar a guarda em uma resposta que é esse trecho que vai para a capa e para as manchetes, como aconteceu em "O Globo".

Na batalha da comunicação, como em qualquer batalha, conhecer o terreno em que ela é travada é fundamental para a vitória ou derrota. O terreno de "O Globo" e da Veja é o do golpismo demotucano. A mensagem mais importante a ser passada é a que enfraqueça o inimigo que quer lhe derrubar. Funciona mais um ataque inteligente do que a defesa.

Abaixo a íntegra da entrevista:

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2015/02/quem-conspira-contra-dilma-sao.html

MS e ANS querem estimular programas de prevenção

10.02.2015
Do portal da GEAP AUTOGESTÃO, 09.02.15

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estão realizando estudos sobre o setor de saúde suplementar e alternativas tanto para melhoria na qualidade da oferta de serviços quanto para sua sustentabilidade. Uma das metas é estimular programas de promoção à saúde e prevenção de doenças, a exemplo de estratégias de combate à obesidade e ao tabagismo e controle de doenças como diabetes e hipertensão. 
Pioneira neste tipo de programa, a Geap instituiu em 2003 o Programa Viva Melhor e proporciona aos seus beneficiários atendimento médico integral focado na prevenção e monitoramento de doenças em oito linhas de atuação, especialmente desenvolvidas para cada público. O Viva Melhor alcança mais de 50 mil beneficiários em todo o Brasil e oferece aos participantes consultas periódicas com Médico Vinculador Assistencial (MVA), nutricionista e psicólogo isentas de coparticipação.
“Mais do que prevenir doenças, estas ações promovem a qualidade de vida dos assistidos de uma maneira global, estimulando sua capacidade funcional, autoestima e autonomia”, destaca Luciana Rodriguez, gerente de Promoção à Saúde da Geap. De acordo com o diretor executivo da Geap e vice-presidente da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), o investimento em políticas de prevenção são “uma forma de inverter a porta de entrada da atenção à saúde, da urgência à atenção primária, com redução dos custos assistenciais além da melhoria da qualidade da assistência prestada”.
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Fonte:http://www.geap.com.br/_geap/ge_notic_publi_ultim_notic.asp?NroNoticia=3845

Cunha, Moro, Gilmar, FHC e Globo querem a queda de Dilma, o fim do PT e jamais preservar a Petrobras

10.02;2015
Do blog PALAVRA LIVRE, 07.02.15
Por Davis Sena Filho — Palavra Livre
CHARGE DE BESSINHA

O Partido dos Trabalhadores (PT) está na situação de um boxeador, que, em certo momento, desloca-se estrategicamente para o córner do ringue à espera do soar do gongo, porque sua intenção é tentar respirar e se defender dos socos de seu adversário, que está prestes a conquistar a vitória, se possível por intermédio de um nocaute contundente — inapelável.

Contudo, o partido que venceu as eleições presidenciais de 2014 é exatamente o PT, que deveria colocar as cartas na mesa, mas desaprendeu a revidar os “socos” ou a se defender, de maneira clara, objetiva e sistemática, porque, mesmo vitorioso nas urnas, perdeu a presidência da Câmara e vai ter de enfrentar mais uma CPI da Petrobras, organizada pela oposição conservadora, capitaneada pelo PSDB e seus aliados, a exemplo do DEM, PPS e parcela dissidente do PMDB, que tem em suas fileiras políticos de almas tucanas e que detestam ver os trabalhistas no poder.

É inacreditável e até mesmo surreal o governo popular de Dilma Rousseff não conseguir se mobilizar de modo que seus interesses políticos e partidários sejam resguardados, principalmente na Câmara dos Deputados, a ter como finalidade a aprovação de projetos e de programas que interessam à Presidência da República e a seus ministérios, que são responsáveis por milhares de obras e projetos de interesses nacionais, que contrariam o sistema de capitais controlado pelo mercado financeiro internacional.

As questões sobre as realidades que ora se apresentam podem se resumir nesta longa pergunta: “Será que o PT e o Governo Trabalhista desaprenderam a fazer política, e por isto se encolheram perante as adversidades, os ataques de uma oposição feroz, bem como dobrou os joelhos ao ponto de não conseguir se comunicar com o povo brasileiro, além de permitir, equivocadamente, que a imprensa corporativa fale sozinha”?

Eis as questões que o PT não consegue resolver por estar paralisado, como se estivesse em um estado letárgico e, com efeito, esvair-se em timidez e pusilanimidade. É um absurdo, quase um deboche, verificar que a direita deste País, uma das mais perversas, violentas e entreguistas do mundo, criar uma nova CPI da Petrobras, que tem, sem sombra de dúvida, como alvo a presidenta Dilma Rousseff e até mesmo o presidente Lula, porque os reacionários só de pensar na volta do líder petista ao poder sentem calafrios ao tempo que febres terçãs, pois sabem muito bem que o Lula é um líder de massas, além de ser o político brasileiro mais conhecido internacionalmente.

O líder que tem força política e popular para dar continuidade aos projetos do Governo Dilma, e, obviamente, manter a política fiscal, cambial e o projeto nacionalista de independência e emancipação implementadas no País desde sua posse como presidente, em 2003. Essas realidades realmente incomodam o establishment, principalmente o brasileiro, que é subordinado aos interesses internacionais, pois deles dependem seus imensos lucros provenientes de negócios que prejudicam o Brasil, ou simplesmente “adquiridos” por intermédio do rentismo ou da jogatina de capital especulativo, que não tem pátria e se movimenta pelas bolsas de valores, pelo sistema financeiro oficial, bem como por meio dos paraísos fiscais, que lavam também dinheiro sujo proveniente da corrupção, da prostituição, do tráfico de armas e de drogas.

A resumir: os banqueiros são os maiores criminosos do mundo, e seu círculo é composto pelos grandes conglomerados privados de comunicação, fabricantes de armas, grandes traficantes de drogas, petroleiras exploradoras de riqueza alheia, negociantes de ouro e pedras preciosas, além dos grandes latifundiários do mercado imobiliário urbano e rural. Não foi à toa que o sistema imobiliário, juntamente com o bancário, quebrou, em 2008, grande parte dos países europeus, bem como prejudicou fortemente a economia estadunidense, que, apesar de ter melhorado, ainda luta para resgatar sua pujança.
   
Enfim, é com esse tipo de gente que governos populares tem de lidar. Contudo, esses fatores somados permitem que o ex-presidente trabalhista tenha enormes chances de vencer o pleito eleitoral de 2018, a despeito dos escândalos, politicamente manipulados ou não pelas mídias de negócios privados e seletivamente preparados, tais quais a pratos feitos, pelos políticos de oposição e por setores do Judiciário e do Ministério Público, que, apesar da consolidação do regime democrático, ainda representam as classes dominantes, que historicamente se contrapõem aos interesses nacionais.

Considero um acinte à história do Brasil e uma falta de respeito à inteligência da sociedade brasileira, políticos, jornalistas e empresários, que sempre combateram as empresas estatais, notadamente a Petrobras por causa de seu valor econômico e cívico, além de suas estratégias de independência nacional, arvorarem-se agora como os arautos da dignidade, da moral e dos bons costumes, como se tivessem dispostos a proteger a Petrobras.

Essas pessoas são tão verdadeiras e sinceras tais quais aos mentirosos. Exemplifico um caso emblemático, mas falso, no que tange ao episódio do “varão de Plutarco”, Demóstenes Torres, admirado pela imprensa familiar e pelos coxinhas, o senador cassado e associado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira. É dessa forma que se apresenta a moral udenista, que na verdade escamoteia e manipula seus verdadeiros interesses, como no caso da Petrobras, e, enquanto não conseguem concretizar seus objetivos inconfessáveis, dissimulam ao máximo para terem apoio de parte da população, geralmente de perfil conservador, reacionário e rancoroso, que é encontrada no seio da classe média de caráter lacerdista e moralista até a página três.

O show do circo midiático está nas ruas, e delegados “aecistas”, promotores e juízes que atuam politicamente e no “limite de suas responsabilidades”, tais quais a um dos vendilhões da era FHC, aproveitam-se de suas condições de protagonistas do caso Petrobras e selecionam fatos e acontecimentos pertencentes a um contexto maior para manter o fogo da fogueira acesa retratado nos meios de comunicação privados.

Os governos republicanos de Lula e de Dilma Rousseff são exatamente os que determinaram e efetivaram as investigações, buscas e apreensões para que a Polícia Federal combatesse, de fato, a corrupção na máquina governamental e na iniciativa privada. A mesma PF de delegados “aecistas” titulares de delegacias importantes no Paraná, e que alimenta, sistematicamente, as mídias privadas e oposicionistas com notícias vazadas de processos que estão em segredo de justiça.

A mesma PF da Operação Lava Jato, de delegados ligados ao juiz Sérgio Moro, que determinou que o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, fosse conduzido coercitivamente para depor, sendo que o petista já tinha realizado um depoimento na extinta CPI da Petrobras, comissão que foi esvaziada e abandonada matreiramente pelos tucanos antes das eleições de 2014, porque eles perceberam que naquele momento não haveria o que fazer contra o Governo Trabalhista, por falta de provas, como acontece agora, quando, de forma irresponsável, humilham Vaccari Neto sem comprovar nada e se baseiam em acusações infundadas para criminalizar o PT e o Governo Trabalhista, como já o fizera o servidor da Petrobras, Pedro Barusco, ladrão confesso, que acusa, mas não apresenta provas, já que o presidente do PT, Rui Falcão, além de processar o criminoso milionário de colarinho branco, afirmou, categoricamente, que todas as contas de campanha eleitoral do PT estão em dia e apresentadas à Justiça Eleitoral. Vaccari Neto também fez as mesmas assertivas do presidente do partido.

E é dessa forma que a banda toca no Judiciário, na Polícia Federal e no Ministério Público. A PF subsidia com informações o Ministério Público cujos promotores envolvidos no caso Petrobras se incumbem, despidos de quaisquer constrangimentos, de retroalimentar a mesma imprensa corporativa, que, por sua vez, pauta as lideranças do PSDB (o partido entreguista e traidor da Pátria), do DEM (o pior partido nanico escravocrata do mundo) e do PPS (a degeneração do socialismo) no Congresso Nacional.

As notícias são praticamente as mesmas e replicadas de forma exaustiva, como as águas reaproveitadas dos chafarizes. Trata-se do modus operandi de uma imprensa empresarial, que faz política, a liderar os partidos conservadores, sem medir consequências, porque não é regulada e sabe muito bem que pode repercutir o que quiser e ficar tudo como dantes no quartel de Abrantes.

É de se considerar absurdamente incrível que os governos que mais investigaram, prenderam e combateram a corrupção são taxados pela oposição de direita e por sua mídia hegemônica de corruptos, quando a verdade, e a história vai comprovar esta realidade, quem sempre foi leniente, cúmplice e se favoreceu com a compra de mandato presidencial e vendeu o País a estrangeiros, além de se recusar a investigar e punir a corrupção foram as autoridades dos governos tucanos. Afinal, não é à toa que o procurador-geral da República de FHC, Geraldo Brindeiro, era chamado de engavetador-geral.

Outra fator que chama a atenção é que o juiz do Supremo, Gilmar Mendes, segura há mais de dez meses o projeto de reforma política, que teve seu processo de votação interrompido, porque o condestável juiz pediu vistas do processo. Tempo suficiente para que o presidente eleito da Câmara, Eduardo Cunha, reapresente projeto de reforma política que favorece os partidos conservadores, que não conseguem vencer as eleições presidenciais há 12 anos.

Eles querem o voto distrital, o financiamento privado de campanhas eleitorais e agora são contrários à reeleição. Porém, malandramente foram favoráveis à reeleição de FHC, que, inclusive, foi acusado de comprar os votos de centenas de parlamentares para aprovarem a emenda da reeleição. Inacreditável, mas é isto mesmo. Gilmar Mendes, derrotado por seus pares, “segura” o processo de votação da reforma política no STF, enquanto seu aliado, o atual presidente da Câmara, a despeito de estar careca de saber que o financiamento privado é o maior responsável por todo tipo de corrupção e crimes, ainda tem o desplante, a insensatez e o autoritarismo de contrariar a sociedade brasileira.

O Brasil deseja a reforma política por meio de um plebiscito e não diretamente votada por um Congresso conservador, que está a se preparar para usar a CPI da Petrobras para iniciar um processo de cassação do mandato da presidenta constitucional Dilma Rousseff. Os atos e ações de Gilmar e Cunha tem de ser urgentemente denunciados à Nação. Golpe, não! A verdade é que os golpistas têm de ser punidos e destituídos de seus maus afazeres. Toda vigilância é pouca.

Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró, Renato Duque e Pedro Barusco estão a roubar a empresa mais brasileira e emblemática das empresas há décadas. A maioria é ré e confessou seus crimes, segundo a polícia e o MP, que vazam notícias, muitas delas de conotações políticas e pinçadas de um contexto maior, nitidamente com o propósito de causar dúvidas e confusões à população, no mínimo.

Todos os executivos da Petrobras envolvidos no escândalo de propinas são servidores de carreira, aprovados em concurso nos idos das décadas de 1970 e 1980, sendo que a maioria declarou que começou a roubar na década de 1990, exatamente a década governada pelos neoliberais do PSDB e aliados, liderados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Sobre essa importante questão a imprensa de negócios privados faz vista grossa e ouvidos moucos. A verdade é que os tucanos não investigaram e não puniram e hoje se aproveitam da promessa de Dilma Rousseff de que “não vai ficar pedra sobre pedra”.

Então é assim: a polícia comandada pelo Governo Trabalhista prende os corruptos e a imprensa dos magnatas bilionários, a oposição de direita e os setores conservadores do STF e do MP chamam o Governo de corrupto e, consequentemente, acenam com um impeachment contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, além de evidentemente terem ainda na alça de mira o presidente Lula, possível candidato às eleições presidenciais de 2018.

A criminalização do PT, do Governo Trabalhista e a judicialização da política é a tônica praticada por instituições republicanas ainda controladas pelos filhos da burguesia, a exemplo do STF, do MP, de setores importantes da máquina do Congresso, a despeito de o PT estar há 12 anos no poder e ter vencido as eleições de 2014.

Então tá. Pedro Barusco e o doleiro Alberto Youssef, este conhecidíssimo repassador de “bola” às campanhas de todos os partidos, inclusive do PSDB, afirmam o que querem e não apresentam quaisquer provas, mas cientes de que suas assertivas dúbias e questionáveis vão, indubitavelmente, favorecer a criação de um carnaval por parte da imprensa operadora de uma verdadeira lobotomia em certos segmentos da sociedade de caráter udenista.

Lula e Dilma têm razão quando apontam para as ruas e os movimentos sociais, além das bases do PT, para enfrentar certa máquina do estado, aliada às mídias privadas e partidos direitistas, que não querem políticos trabalhistas no poder e muito menos desejam a emancipação do povo e a independência do Brasil.

E é exatamente essas estratégias que eu defendo desde sempre. Por seu turno, considero essencial que o Governo Trabalhista dê uma guinada à esquerda, porque a direita não quer dialogar e muito menos negociar pontos de caráter governamental e parlamentar para que o Brasil avance em direção ao seu desenvolvimento.

A verdade é que a direita quer engessar, paralisar o Governo, de forma que ele não consiga administrar as demandas do País e, por sua vez, chegue enfraquecido para a disputa das eleições de 2018. A casa grande aposta no impeachment, e o Governo tem de apostar nas ruas junto ao povo. A Petrobras é a força motriz do crescimento do Brasil como Nação. Cunha, Moro, Gilmar, FHC e Globo querem a queda de Dilma, o fim do PT e jamais preservar a Petrobras. Golpe, não! É isso aí.  

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Fonte:http://davissenafilho.blogspot.com.br/2015/02/cunha-moro-gilmar-fhc-e-globo-querem.html

Encontro apresentará projeto de incentivo à qualidade no parto

10.02.2015
Do portal da AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR
Qualidade da Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizará no próximo dia 25/02, no Rio de Janeiro, um encontro para apresentar o Projeto de Indução da Qualidade no Parto. A atividade é direcionada a representantes de hospitais privados e de operadoras de planos de saúde que prestam serviços de assistência obstétrica e neonatal e a profissionais que atuam na área. A iniciativa é uma parceria entre a ANS, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI). 
Na ocasião serão discutidos detalhes do projeto, incluindo a forma de operacionalização das atividades e os principais direitos e deveres dos participantes. Também serão apresentados os resultados de experiências anteriores relacionadas ao tema. A participação no encontro não garante ou obriga os hospitais e operadoras a aderirem ao projeto.
As vagas são limitadas a um representante por instituição, com a possibilidade de inscrever um segundo nome em lista de espera. Para isso, basta enviar e-mail para eventos@ans.gov.br até o dia 20 de fevereiro, com o título do encontro, nome e CPF do participante, nome da instituição representada e endereço eletrônico para receber a confirmação. 
Sobre a iniciativa
O projeto tem como objetivo promover inovações na indução da qualidade e melhoria da assistência ao parto e nascimento, com a adoção de um modelo que prioriza a organização dos serviços, visando reduzir cesarianas desnecessárias e incentivar o parto normal. A estratégia de ação baseia-se no desenvolvimento de novos modelos assistenciais, com a identificação de problemas e a disseminação de soluções baseadas no conhecimento científico, de forma adaptável à realidade encontrada em cada prestador. 
Para isso, profissionais e gestores de saúde dos hospitais participantes trabalharão em conjunto com as equipes do IHI, Einstein e ANS, de modo a apreender o método de trabalho, coletar ideias e elaborar projetos de intervenção em pequena escala.
Serviço
Encontro sobre o Projeto de Indução da Qualidade no Parto
Local: Auditório do Ministério da Saúde - Rua México, 128, Castelo, Rio de Janeiro
Data: 25 de fevereiro de 2015
Horário: 8h30 às 14h
Inscrições: eventos@ans.gov.br
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Fonte:http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/qualidade-da-saude/2756-encontro-apresentara-projeto-de-incentivo-a-qualidade-no-parto

Renato Janine Ribeiro: Impeachment vai atear fogo ao País, com protestos e repressão

10.02.2015
Do blog ESCREVINHADOR
Por Renato Janine Ribeiro, no Valor

À esquerda, multidão acompanha cortejo do corpo de Getúlio Vargas;
à direita, operação do golpe de 1964 em 1º de abril

Assistimos agora a uma movimentação oposicionista pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Alguns até comparam seu caso ao de Fernando Collor de Mello, o único presidente brasileiro que foi afastado do poder por esse remédio heroico. Mas recomendo, a quem pensa assim, que lembre outra comparação possível – outro presidente, que também perdeu o cargo, também sendo substituído pelo seu vice, só que com resultados totalmente diferentes: Getúlio Vargas.
Collor não representava nada, nenhum interesse consolidado, fosse econômico, classista ou religioso. Foi um homem de grande virtù – no sentido maquiaveliano – que viu um vazio de poder e correu a ocupá-lo. Percebeu que a direita tradicional não tinha lugar, que o centro peemedebista estava esvaziado pela inflação e que a esquerda, com os nomes de Lula e Brizola, metia medo demais no campo conservador.
No meio desse vácuo de poder, que a sorte (ou a fortuna, para usarmos outro termo de Maquiavel) lhe ofereceu, ele soube dominar a bola e marcar gol. Essa, a virtù segundo Maquiavel: nada tem a ver com a moral, mas tudo com a capacidade de um líder inteligente examinar a conjuntura e agir com vistas à vitória. 
Mas sua vitória se esgotou na eleição. O plano econômico que teve seu nome, e que pretendia acabar com a inflação, logo fracassou. Ele perdeu o apoio político. Assim, quando o Brasil chegou ao fundo do poço, denúncias bem feitas e bem utilizadas politicamente permitiram que fosse afastado do cargo sem drama.
O segundo semestre de 1992 – dividido em três atos: o povo na rua contra ele, a Câmara aceitando a denúncia e afastando-o do cargo, o Senado condenando-o – não foi nenhuma tragédia. O País respirou. Sentiu-se adulto, maduro. E logo voltou a se preocupar por conta da alta inflação, que Collor recebera e deixara de legado. Hoje, Collor é pouco mais do que um nome.
Getúlio é uma história inteiramente diferente. Em agosto de 1954, após o atentado que matou o major Vaz e se originara, sem que o presidente o soubesse, em sua própria guarda pessoal, ele foi rapidamente constituído como o grande vilão nacional.
A imprensa conservadora e as Forças Armadas exigiam sua saída. A decisão de se matar mudou totalmente o quadro político. Getúlio, vilão na madrugada de 24 de agosto, ao meio-dia era o grande mártir da nacionalidade. Notem que eu disse mártir, que é mais que herói.
Alguém pode ser herói por sua valentia, não importando a causa por que se bate. Nas guerras, ocorre de um exército homenagear os inimigos que se bateram com coragem, os inimigos heroicos. Mártir, não. Para alguém se tornar mártir, não basta expor ou sacrificar a vida. É preciso que ele dê a vida pela causa verdadeira, justa, boa.
Suicidar-se podia ser um ato apenas heroico, caso Getúlio com isso mostrasse somente que valorizava mais seus ideais do que a própria vida. Tornou-se martírio porque o povo aplaudiu não só a forma mas também o conteúdo, não só o ato heroico mas o ideal que ele sustentava. 
Em palavras mais prosaicas, em seus últimos tempos no poder, nem Getúlio nem Collor tinham apoio da mídia ou da opinião pública. Mas havia uma maioria getulista pobre, excluída socialmente, sem voz na mídia, mais silenciada do que silenciosa. Foi essa maioria que despertou com o suicídio. Já do lado de Collor, não havia ninguém. Os pobres não apoiavam o direitista que piorou suas condições de vida. As classes médias estavam indignadas com a inflação e a corrupção. Collor estava sozinho. Getúlio, não.
Nunca saberemos como ficariam as coisas, se Getúlio não optasse pelo gesto extremo. Muitos pensam que seu suicídio retardou dez anos o golpe da direita (uma vez achei um recorte amarelado de revista em que Flores da Cunha, ex-amigo seu, então deputado pela direitista UDN, dizia: o golpe virá em cinco ou dez anos; sorte que não estarei vivo quando vier). Mas pode ser que a massa tolerasse um governo de direita, no lugar de Getúlio – não fosse o seu suicídio, que tornou a questão literalmente um caso de vida ou morte. 
A situação atual lembra mais Getúlio – claro que sem o fantasma do suicídio – do que o impeachment de Collor. Dilma pode estar desprestigiada, mas continua representando uma fração importante da sociedade brasileira. Ela não se compara a Getúlio, mas o PT sim. Hoje Dilma teria menos votos do que em outubro, mas isso não quer dizer muita coisa. Se Aécio tivesse sido eleito, ele também teria perdido votos. Medidas duras, como as que prometeu, custam caro em termos de popularidade. A aposta de todo governante é arrochar no começo, para colher os benefícios perto das eleições. 
Deixemos de lado a comparação preguiçosa com Collor. Ele foi fogo de palha, amor de verão. Bem antes do impeachment, já estava politicamente esvaziado. Somente se sustentava na caneta de nomear e demitir.
Já Dilma, em que pesem seus erros, sua má comunicação, possivelmente um estresse pessoal, continua representando forças políticas significativas. O fato de seus eleitores terem menos voz do que seus opositores não deve nos enganar. Eles existem, mesmo que calados. Uma eventual tentativa de impeachment não será fácil de vender à sociedade. Pode convir a quem votou contra ela, mas mesmo os sem voz na mídia estão mais presentes na vida social e política do que sessenta anos atrás.
Vale a pena todos baixarem a bola. Melhor a oposição construir alternativas do que insistir num impeachment que pode atear fogo ao País, levando a protestos na rua e a uma repressão talvez sangrenta. Enquanto isso, melhor o governo trabalhar e dialogar com a sociedade, como prometeu, mas não está cumprindo.
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Fonte:http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/plenos-poderes/renato-janine-ribeiro-impeachment-vai-atear-fogo-ao-pais-com-protestos-na-rua-e-repressao-sangrenta/

9 importantes fatos que você precisa saber sobre o famoso glúten

10.02.2015
Do blog JORNAL  CIÊNCIA, 09.02.15
Por BRUNO RIZZATO

Pessoas sensíveis e intolerantes ao glúten estão em ascensão, tornando-o um tema muito popular.
Por ser um tema com muitas facetas, aqui estão nove fatos sobre o glúten para que você considere fazer uma decisão racional quanto a quantidade ou a importância dele em sua dieta.
Fato 1. O glúten é um compósito de proteínas de ocorrência natural encontrado principalmente no trigo, na cevada e no centeio, bem como em alguns tipos de aveia. O glúten é composto pelas proteínas gliadina e glutenina. Os médicos testam anticorpos antigliadina se houver suspeita de doença celíaca ou hipersensibilidade ao glúten. Em pacientes com doença celíaca, a gliadina causa resposta imune. Do ponto de vista alimentar, o glúten faz parte da dieta humana, pois dá elasticidade e força ao tradicional pão que consumimos.
Fato 2. Nem todos os grãos possuem glúten. Milho, arroz e certos tipos de aveia não contém glúten. Estes grãos não costumam provocar alguma reação em indivíduos com doença celíaca ou com sensibilidade ao glúten.
Fato 3. Alguns dizem que os seres humanos não podem, naturalmente, digerir o glúten. É uma afirmação falsa. Os investigadores determinaram que, em muitos casos, a boca humana contém colônias de bactérias simbióticas que ajudam a quebrar a proteína do glúten. Se essas bactérias têm se desenvolvido na boca humana, ou se tornaram predominantes, talvez seja porque na civilização moderna o glúten começou a fazer parte de nossas vidas e, por tanto, o corpo criou mecanismos para tentar digeri-lo.
Fato 4. Alergia e sensibilidade ao glúten são coisas diferentes. Aqueles com alergia ao glúten (doença celíaca) e aqueles com sensibilidade ao glúten sofrem de sintomas semelhantes, como inchaço, flatulência, síndrome do intestino irritável e dor abdominal. No entanto, os indivíduos com doença celíaca sofrem mais complicações decorrentes do consumo de glúten. Pessoas com sensibilidade ao glúten podem evitar essas complicações, seguindo uma dieta sem ele.
Fato 5. A doença celíaca é uma alergia ao glúten. Os indivíduos que sofrem de doença celíaca produzem uma resposta imune intestinal quando o glúten é consumido. Esta resposta inclui vermelhidão intestinal. Pode ocorrer incapacidade de absorver os nutrientes, bem como enfraquecimento da parede intestinal, gerando um terrível mal-estar.
Fato 6. O glúten agrava a doença celíaca. Para aqueles com doença celíaca, o glúten faz muito mais do que criar inchaço, diarreia e outros sintomas intestinais desagradáveis. O glúten pode inibir a absorção de nutrientes. Ele também pode entrar na corrente sanguínea e causar problemas mais graves, como a perda óssea ou problemas com a densidade mineral óssea, deficiência auditiva, dermatite herpetiforme (uma erupção cutânea grave, embora não relacionada com herpes), e efeitos potencialmente prejudiciais para o cérebro.
Fato 7. Sensibilidade ao glúten pode afetar as crianças. As crianças podem sofrer de uma gama de problemas relacionados ao consumo de glúten. Aqueles que nasceram com a doença celíaca podem ter complicações óbvias. No entanto, os médicos estão encontrando mais e mais crianças que expressam sintomas da sensibilidade ao glúten e outras doenças gastrointestinais. Isso sugere que a sensibilidade ao glúten pode se desenvolver rapidamente. Quando sensibilidades como esta surgem na população jovem, deve-se considerar que nosso hábitos alimentares devem ser revistos, principalmente em termos de fontes alimentares e inserção de alimentos processados.
Fato 8. O glúten é um problema recorrente em todo o mundo. Embora a sensibilidade reflita problemas sérios com as modernas práticas de dietas "ocidentais" de alimentos processados, ela atinge pessoas em todo o mundo. No entanto, a solução é a mesma em todos os lugares. A “indústria sem glúten” tem crescido rapidamente para atender as necessidades dos indivíduos sensíveis.
Fato 9. Você pode eliminar o glúten de sua dieta. Para quem quer evitar, a chave é saber o que não comer. Parte desse desafio é saber a gama de nomes de produtos que contenham glúten. O caminho é evitar produtos que contenham centeio cevada, triticale (a mistura de centeio e trigo), trigo e produtos farináceos.
Observações
É claro que isso vale para todos os alimentos que utilizam qualquer um desses produtos, como pães, bolos, massas, etc, e também inclui muitos molhos, sopas, carnes e até mesmo processados nas indústrias ou em pequenos estabelecimentos, onde o glúten é usado para adicionar “liga”.
Pode ser um pouco difícil no começo, mas uma vez que você sabe o que pode consumir, a tarefa se torna fácil. Para começar com os alimentos sem glúten, é recomendado priorizar frutas naturais e vegetais, ovos, carnes, frutos do mar e grãos como arroz, trigo e linho.
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Fonte:http://www.jornalciencia.com/saude/mente/4652-top-9-importantes-fatos-que-voce-precisa-saber-sobre-o-famoso-gluten

A classe média suicida

10.02.2015
Do blog TIJOLAÇO, 23.05.2013
Por Fernando Brito

Em 1942, jovem filósofo francês Valentin Feldman, integrante da Resistência Francesa, diante de um pelotão de fuzilamento formado por soldados do Governo de Vichy, aliado dos nazistas, gritou para seus algozes, segundos antes de eles dispararem:
– Imbecis, é por vocês que vou morrer!

O comportamento da elite brasileira, por vezes, lembra o daqueles franceses, que, por covardia e interesses pessoais, tornaram-se agentes da dominação hitleriana sobre o país.

O Brasil jamais, em sua história, foi mais um país de classe média como é hoje – não obstante ainda termos uma legião imensa de  excluídos. Parece mesmo irônico que o governo petista viesse a repetir aquela frase com que procurava desqualificar, nos tempos de imaturidade, Getúlio Vargas, apontado como “o pai dos pobres e a mãe dos ricos”.

Ontem, o BC divulgou o salto dos gastos de brasileiros no exterior: US$ 2,1 bilhões em abril de 2013, 17% acima do registrado em abril do ano passado. Nos quatro primeiros meses do ano, passaram de US$ 8 bilhões.

É obvio que tamanha gastança não é feita pelas elites tradicionais, apenas. Grande parte dela provém da classe média que, deslumbrada com seu poder de compra crescente, viaja à Turquia por causa da novela da Globo ou compra enxovais de bebês em Nova York.

Não se está condenando estas pessoas – embora haja coisas bem melhores para motivar viagens – mas apontando a contradição entre o que podem hoje e o que se deixam levar a pensar sobre o governo que sustenta um crescimento econômico que lhes permite o que, antes, não podia fazer.

Mas é impressionante como ela se deixa levar pelo catastrofismo econômico que, há anos e sob as mais variadas formas, os porta-vozes da dominação financeira que subjugou este país impõem através da mídia e daqueles que ela seleciona como “analistas de economia”.

Porque é ele, o mundo das finanças e dos ganhos astronômicos que não perdoa que, em parte, tenha tido de moderar seus apetites sobre a carne suculenta deste país que, antes, devoravam sem qualquer moderação.

Ontem, o Brasil 247 pôs o dedo na ferida: embora a inflação inicie uma trajetória de queda, a economia aumente sua atividade e o IBGE acabe de registrar o menor índice de desemprego para o mês de abril em 11 anos,  a pressão do catastrofismo não dá tréguas.

O 247 vai ao ponto: eles querem é mais juros.

Os juros que, aliás, a classe média paga em seu consumo.

Como os soldados de Vichy, eles seguem o que os colaboracionistas da dominação lhes ordenam. E nem percebem que são ordens, acham que é mesmo aquilo o que pensam.

Felizmente, também como na França ocupada, eles são minoria, como provam as pesquisas de opinião sobre a popularidade do Governo Dilma.

Mas são os que têm voz, pelos meios de comunicação.

Porque nós, os que defendemos uma trajetória de libertação e avanço deste país, não falamos. E, quando falamos, nos fixamos muito mais na crítica às concessões que a política obriga um governo progressista a fazer.

E, sob este clima, toda sorte de oportunismos se espalha: os marinismos, as chantagens parlamentares do PMDB, a dança com que Eduardo Campos se oferece como alternativa à direita, desfalcada de um José Serra que afunda – atirando, aliás – e um Aécio Neves que não decola.

E, tal como naquela França do pré-guerra, não vão faltar figuras como a de Pierre Laval, que passou de socialista a expoente da direita e um dos maiores colaboradores dos alemães.

Se não entendermos que teremos, nas eleições do ano que vem, de enfrentar corações e mentes desta classe média ascendente com o máximo de solidez possível na base de apoio ao Governo progressista, estaremos correndo sérios riscos.

Isso, de maneira alguma, significa deixarmos de pensar o que pensamos e combater desvios – políticos e pessoais – do poder.

Mas, também, e jamais, esquecermos que a luta que se trava é maior e mais, muito mais, importante e vital.

É pelos direitos do povo brasileiro – mesmo os de sua classe média  – de viver melhor, num país livre, que não mais será escravo de ninguém.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=181