terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Adesão ou Conversão? Eis a questão

13.01.2015
Do portal GOSPEL PRIME
Por Pb. Josiel Dias*


Hoje em dia está na moda ser evangélico. Celebridades, apresentadores, cantores, jogadores, políticos, muitos se declaram evangélicos, cristãos. Não estamos aqui para julgar ninguém nem temos tal autoridade pra isso, mas cristianismo sem cruz não é cristianismo; cristianismo sem renúncia não é cristianismo; cristianismo sem Jesus pode ser tudo menos cristianismo.

 Adesão ou Conversão? Eis a questãoQual a diferença da adesão para a conversão?

Adesão: É quando não há compromisso algum nem com a comunidade [Igreja] nem tão pouco com Deus. É quando pessoas agem com religiosidade, frequentam apenas por sentirem bem no ambiente. É quando essas pessoas optam por serem evangélicas por gostarem da música gospel, por exemplo. É quando frequentam por interesse, é quando seguem apenas porque seus pais o obrigam. Em toda igreja há frequentadores, por conversão e adesão. Mas é notório o crescimento de denominações que erguem seus mega templos onde grande parte de seus frequentadores são motivados por interesses.

 “O testemunho de vida mostra de fato quem é convertido”

É fácil identificar essa moda da adesão, basta ver o testemunho de vida dessas pessoas. Adesão pode ser entendida por uma opção de escolhas motivadas por necessidades pessoais imediatas, ou ainda, por outros interesses de ordem material, psicológica, social, religiosa, familiar e etc. Enquanto que na análise da conversão o fator de experiência interna, crise de sentido, mudança radical e reorganização de valores estão presentes como categorias determinantes, a prática da adesão, por si mesma, não exige necessariamente, estas categorias. Assim, adesão é simplesmente uma escolha. Não há necessariamente, uma evidência de arrependimento, que leva à uma mudança comportamental.

Conversão: É quando há mudança de vida, é quando há uma vida de renúncia, é quando Jesus é o Senhor de sua vida. Conversão é quando se nasce de novo, (II Co 5.17) é quando os frutos são visíveis e há um bom testemunho. Conversão é quando se morre pra si mesmo, é quando Jesus é dono de tudo. Conversão é viver uma vida totalmente submissa e dependente de Deus. Conversão é viver o que se prega.

“A conversão implica em uma ruptura com a idolatria, com o pecado e com os cultos pagãos, ou seja, o abandono radical das raízes religiosas atuais e aceitação de uma nova verdade de fé que, por sua vez, conduz a um novo estilo de vida, envolvendo crenças, moral, ética e costumes. Nesta nova revelação, a fé e o cotidiano são inseparáveis. Ou seja, a conversão está diretamente associada à uma mudança de caráter, que determinará uma alteração no comportamento do indivíduo.

Paulo, um personagem bíblico que experimentou a conversão genuína, confirma esta mudança radical: “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas” (II Co 5.17). A conversão bíblica é algo muito profundo. Trata-se de uma experiência que vai muito além de uma simples escolha motivada por necessidade ou identificação.

É um ato de fé, uma decisão dirigida pelo Espírito Santo, marcada pelo abandono do pecado e, consequentemente, pela transformação de vida. Não é uma experiência exterior, mas interior, gerada de dentro para fora, motivada por uma única coisa: arrependimento.”
Para reflexão:  Conversão ou Adesão? O que você tem vivido?

SEID- Seminário Evangélico da Igreja de Deus- Verdadeira Conversão Oliveira (2004, p. 203), Brown (Ibidem, p. 417)

Deus te abençoe ricamente

Pb. Josiel Dias
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Tijolaço: “Marta é o de menos. O degradante é o elogio à traição”

13.01.2015
Do portal BRASIL247

247 - O blogueiro Fernando Brito, do Tijolaço, critica, em um post sobre a entrevista de Marta Suplicy à jornalista Eliane Cantanhêde, a forma como ela tenta se afastar do PT. "Afastar-se do PT é seu direito. Atacar os companheiros de uma vida inteira de quem, agora, 'descobriu' divergir, é outra", diz ele. O jornalista afirma que a frase usada pela senadora "ou o PT muda ou acaba" também serve para ela mesma. "Se ela muda para voltar às origens que tem na elite e deixa de lado o partido onde se tornou uma personagem nacional  e exerce ou deveria exercer sua autoproclamada capacidade política, é quase certo que ela se acaba, depois do brilhareco que a mídia lhe proporcionará". Leia a íntegra:

Marta é o de menos. O degradante é o elogio à traição

O velho Leonel Brizola, entre as centenas de frases memoráveis que criou, usava muito a que dizia que “a política ama a traição, mas abomina o traidor”.

Não que eu ache que dissentir de um partido político e deixá-lo seja um ato de traição. Ao contrário, corresponde à liberdade de consciência do indivíduo e não há ideologia que possa se sobrepor a isso.

Em geral, permanecer onde não se quer estar leva a um comportamento de ódio e rancores como este que exibe a senadora Marta Suplicy.

Afastar-se do PT é seu direito. Atacar os companheiros de uma vida inteira de quem, agora, “descobriu” divergir, é outra.

Se é, como se especula, a ideia de voltar a candidatar-se à Prefeitura de São Paulo o que a move, pior ainda.

Marta, infelizmente, já deveria saber que foi, como candidata,  desprezada  pela direita e agora caminha para sê-lo pela esquerda.

Deveria lembrar-se da derrota para Serra, em 2004.

Com uma boa gestão na Prefeitura, nem assim conseguiu, marcada pela “chaga” do petismo, alcançar boa votação entre a classe média alta e a elite paulistana, malgrado suas origens aristocráticas.

Lula não a hostilizou nas prévias petistas em 2006, onde ela foi derrotada por Aloízio Mercadante. Ao contrário, abrigou-a como Ministra do Turismo onde, afinal, sua gestão pouco produziu, senão a infeliz e notória frase do “relaxa e goza”.

Também não usou seu poder, no auge da popularidade, para impor outro candidato ao PT para o Senado, em 2010, numa eleição onde seu poder de influenciar estava ao máximo.
E, convenhamos, perder em simpatia e companheirismo partidário para Aloizio Mercadante, é algo que exige muito trabalho.

Agora, com suas atitudes, percebe-se publicamente o comportamento da senadora, o qual já deveria ser conhecido daqueles que mais proximamente convivem com ela.
Paradoxal que pareça, falta nobreza a Marta.

Muitas de suas opiniões podem até ser corretas, mas é inexplicável que utilize os métodos mais abjetos para exercer sua “vingança”.

Escrever uma carta de demissão com arestas quando todos os ministros já estavam (ou deveriam estar) demissionários pela mudança de Governo e, agora, acusar Juca Ferreira, seu sucessor, por irregularidades que teve anos e anos para apontar e não fez,  são atitudes que qualquer pessoa de boa-fé não pode acolher como gestos dignos, mas resultado  de um caráter fraco e flácido.

Se o problema foi o de Lula não a ter ungido como candidata, pelo que  que ela mostra ressentimento, vê-se que andou bem o ex-presidente em preteri-la, talvez pelas falhas morais que agora exibe.

O PT, realmente, precisa de muitas mudanças e uma delas certamente é deixar de viver este mundo de intrigas e favoritismos a que Marta Suplicy se entrega, onde princípios, coerência e seriedade começam a escassear.

Sim, de fato a frase que os jornais pinçaram de sua entrevista – “ou o PT muda ou se acaba” – pode ter sentido, para representar a necessidade do petismo de retomar suas origens populares.

Mas também vale, com uma pequena alteração, para a própria Marta.

Se ela muda para voltar às origens que tem na elite e deixa de lado o partido onde se tornou uma personagem nacional  e exerce ou deveria exercer sua autoproclamada capacidade política,, é quase certo que ela se acaba, depois do brilhareco que a mídia lhe proporcionará.

Porque é sábia a frase do velho Briza.

A política ama a traição e, logo a seguir, abomina o traidor.
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Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/166402/Tijola%C3%A7o-%E2%80%9CMarta-%C3%A9-o-de-menos-O-degradante-%C3%A9-o-elogio-%C3%A0-trai%C3%A7%C3%A3o%E2%80%9D.htm

Colunista do Globo revela seu nojo contra pobres

13.01.2015
Do portal BRASIL247

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247 – Em um artigo espantoso publicado em seu blog no Globo, a jornalista Silvia Pilz desfere todo seu asco contra os pobres. Especialmente o pobre que frequenta consultórios médicos, para onde "se arruma" para ir, segundo ela, por "provavelmente" se sentir "em um cenário de novela". Segundo ela, "o pobre quer ter uma doença" – como tireoide, "é quase chique" – e tem como principal preocupação na vida "procriar". Leia:

O plano cobre

Todo pobre tem problema de pressão. Seja real ou imaginário. É uma coisa impressionante. E todos têm fascinação por aferir [verificar] a pressão constantemente. Pobre desmaia em velório, tem queda ou pico de pressão. Em churrascos, não. Atualmente, com as facilidades que os planos de saúde oferecem, fazer exames tornou-se um programa sofisticado. Hemograma completo, chapa do pulmão, ressonância magnética e etc. Acontece que o pobre - normalmente - alega que se não tomar café da manhã tem queda de pressão.

Como o hemograma completo exige jejum de 8 ou 12 horas, o pobre, sempre bem arrumado, chega bem cedo no laboratório, pega sua senha, já suando de emoção [uma mistura de medo e prazer, como se estivesse entrando pela primeira vez em um avião] e fica obcecado pelo lanchinho que o laboratório oferece gratuitamente depois da coleta. Deve ser o ambiente. Piso brilhante de porcelanato, ar condicionado, TV ligada na Globo, pessoas uniformizadas. O pobre provavelmente se sente em um cenário de novela.

Normalmente, se arruma para ir a consultas médicas e aos laboratórios. É comum ver crianças e bebês com laçarotes enormes na cabeça e tênis da GAP sentados no colo de suas mães de cabelos lisos [porque atualmente, no Brasil, não existem mais pessoas de cabelos cacheados] e barriga marcada na camiseta agarrada.

O pobre quer ter uma doença. Problema na tireoide, por exemplo, está na moda. É quase chique. Outro dia assisti um programa da Globo, chamado Bem-Estar. Interessantíssimo. Parece um programa infantil. A apresentadora cola coisas em um painel, separando o que faz bem e o que faz mal dependendo do caso que esteja sendo discutido. O caso normalmente é a dúvida de algum pobre. Coisas do tipo "tenho cisto no ovário e quero saber se posso engravidar". Porque a grande preocupação do pobre é procriar. O programa é educativo, chega a ser divertido.

Voltando ao exame de sangue, vale lembrar que todo pobre fica tonto depois de tirar o sangue. Evita trabalhar naquele dia. Faz drama, fica de cama.

Eu acho que o sonho de muitos pobres é ter nódulos. O avanço da medicina - que me amedronta a cada dia porque eu não quero viver 120 anos - conquistou o coração dos financeiramente prejudicados. É uma espécie de glamourização da doença. Faz o exame, espera o resultado, reza para que o nódulo não seja cancerígeno. Conta para a família inteira, mostra a cicatriz da cirurgia.

Acho que não conheço nenhuma empregada doméstica que esteja sempre com atacada da ciática [leia-se nervo ciático inflamado]. Ah! Eles também têm colesterol [leia-se colesterol alto] e alegam "estar com o sistema nervoso" quando o médico se atreve a dizer que o problema pode ser emocional.

O que me fascina é que o interesse deles é o diagnóstico.

O tratamento é secundário, apesar deles também apresentarem certo fascínio pelos genéricos.

Mesmo "com colesterol" continuam comendo pastel de camarão com catupiry [não existe um pobre na face da terra que não seja fascinado por camarão] e, no final de semana, todo mundo enche a cara no churrasco ao som de "deixar a vida me levar, vida leva eu" debaixo de um calor de 48 graus.

Pressão: 12 por 8

Como são felizes. Babo de inveja.
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Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/166450/Colunista-do-Globo-revela-seu-nojo-contra-pobres.htm