quinta-feira, 13 de novembro de 2014

LAVA JATO: DELEGADOS SERÃO INVESTIGADOS, DIZ CARDOZO

13.11.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6270130302447890955#editor/src=sidebar

Ato contra a direita reúne mais de 10 mil em SP

13.11.2014
Do blog O CAFEZINHO
Por Fernando Brito

contra

A PM de SP estimou que havia mais de 10 mil pessoas na manifestação. Os manifestantes estimaram mais de 15 mil.

Movimentos sociais convocaram ato contra a direita e contra elite.

Grupo protesta contra ‘ataques da elite paulistana’.

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e de movimentos sociais bloquearam a Avenida Paulista em protesto contra a direita e a favor de reformas populares.

Desde volta das 17h30, o grupo lotava o vão livre do Masp. Às 19h, os manifestantes começaram a caminhada que bloqueou todas as faixas no sentido Consolação. Cerca de 15 minutos depois, o grupo desceu a Rua Augusta, em direção aos Jardins.

Segundo o coronel Glauco, da Polícia Militar, que acompanha o protesto, cerca de 10 mil pessoas participavam do ato. O coronel diz que o ato deve seguir pela Avenida Rebouças, Consolação e ser encerrado na Sé.

De acordo com o MTST, o ato é “em resposta aos ataques da elite paulistana aos movimentos organizados e ao povo nordestino” verificados após o encerramento do segundo turno das eleições.

A ex-candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro, também participou do ato na Paulista. “Vamos enfrentar a direita nas ruas, mas vamos enfrentar o governo se ele quiser fazer ajuste”, afirmou.

Momentos antes, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) também havia dito que a central não vai aceitar “banqueiro” no Banco Central.

O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, disse que a manifestação é resposta à “playboyzada dos Jardins”. “Teve uma turma aqui na Paulista dizendo que o povo devia ser reprimido por uma intervenção militar. Era uma meia dúzia, uma playboyzada dos Jardins, que, porque o titio Aécio perdeu a eleição, ficaram bravinhos”, disse.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, foi na mesma linha: “não venham os coxinhas querer o terceiro turno”. Os organizadores também cobram da presidente Dilma as reformas populares que prometeu, entre elas a reforma politica, a reforma tributária e a reforma agrária.

Pauta ampla

A coordenadora nacional do MTST (foto) Ana Paula Ribeiro diz que os outros movimentos compareceram porque a pauta é extensa. “Estamos reivindicando reformas estruturais de base: reformas política, agrária, urbana, tributária e das comunicações”, disse Ana Paula.
O evento estava previsto para começar às 17h, mas o grupo adiou o início da caminhada por causa da chuva forte que caía na região da Avenida Paulista.

Grupo rebate ato contra Dilma

Um dos objetivos dos movimentos sociais é rebater a manifestação realizada no sábado (1º) que reuniu cerca de 2,5 mil pessoas na Avenida Paulista contra o resultado das eleições e pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O cantor Lobão, que tinha prometido deixar o país em caso de vitória do PT, esteve no evento.
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/11/13/ato-contra-a-direita-reune-mais-de-10-mil-em-sp/#sthash.ikQ94FLF.dpuf

Como Haddad venceu a corrupção que outros não combateram em SP?

13.11.2014
Do portal AGÊNCIA CARTA MAIOR, 07.11.14
Por Luis Nassif

As medidas tomadas por Haddad, de tão simples e óbvias que são, chamam a atenção do fato de jamais terem sido implementadas nas gestões anteriores.


Para desmascarar uma quadrilha que atuava há pelo menos uma década da prefeitura de São Paulo foi suficiente uma equipe de meia dúzia de pessoas e a vontade política do prefeito Fernando Haddad.

Haddad trouxe de Brasilia o auditor Mário Spinelli, lotado na CGU (Controladoria Geral da União). Foi firmado um acordo com o governo federal que permitiu trazer cinco servidores da CGU e dois da Receita Federal.

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As medidas tomadas, de tão simples e óbvias, chamam a atenção do fato de jamais terem sido implementadas nas gestões anteriores.

Há uma obrigação legal dos servidores apresentarem sua declaração de bens. Só que elas eram entregues em envelopes, que ficavam fechados devido à dificuldade de conferir os dados.

Criou-se, então, a obrigatoriedade dos servidores entregarem a declaração eletronicamente. Montou-se um banco de dados com as declarações de 160 mil servidores. Foram firmados acordos com outros órgãos para cruzar os dados.

Em seguida, montou-se uma matriz de risco, para identificar as áreas mais expostas a propinas A certeza de impunidade era tanta que muitos dos corruptos não se preocupavam em ocultar patrimônio ou coloca-los em nome de laranjas.

Na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab, o Secovi (Sindicato da Habitação) encaminhou um relatório com denúncias sobre os achaques sofridos pelo setor. Kassab encaminhou o dossiê justamente para o chefe da máfia dos fiscais, Ronilson Bezerra Rodrigues – que, entre outros feitos, foi responsável pelo vazamento do ISS de Antônio Palocci.

Não havia nenhuma forma de cercar um golpe óbvio. A Secretaria das Finanças não tinha sequer o registro eletrônico das notas fiscais das obras, sobre as quais incidiria o ISS.

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A segunda etapa das fiscalização consistiu em buscar os “laranjas”. Para isso, foi importante a análise das redes sociais. Através de um perfil do Facebook, por exemplo,  chegou-se a um servidor público que tinha uma pousada no Rio de Janeiro avaliada em R$ 6 milhões.

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Para tornar permanente o combate à corrupção, o prefeito enviou projeto à Câmara dos Vereadores criando a figura do auditor. O projeto empacou na Câmara e só saiu depois de denúncias envolvendo um dos vereadores.

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Outra dificuldades foi o viés político imprimido pelos jornais paulistanos ao tema, permitindo à quadrilha jogadas de contrainformação.

Em muitas reportagens, os escândalos revelados foram apresentados como se fossem da gestão atual – e não fruto das suas investigações.

Também tentou-se incriminar um secretário de confiança do prefeito, Antônio Donato, baseado exclusivamente em declarações dos chefes da quadrilha. Nem se levou em conta o fato de Donato ter participado de todas as etapas da investigação e a denúncia não vir acompanhada de um elemento concreto sequer.

Outra “denúncia” armada pela quadrilha consistiu em expor o próprio Spinelli, acusando-o de receber acima do teto da Prefeitura e informando sobre sua vida pessoal, incluindo o clube que frequenta. Não adiantou Spinelli informar o repórter que, sendo cedido pelo CGU, seu parâmetro salarial era a própria CGU. A divulgação de dados pessoais, além disso, expôs o auditor e a família a eventuais represálias da organização criminosa.
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Como-Haddad-venceu-a-corrupcao-que-outros-nao-combateram-em-SP-/4/32192

ANS suspende comercialização de 65 planos de saúde de 16 operadoras

13.11.2014
Do portal FOLHA DE PERNAMBUCO
Por Agência Brasil
Medida foi tomada em razão de desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta quinta-feira (13) a suspensão de 65 planos de saúde de 16 operadoras. De acordo com o órgão, a medida foi tomada em razão de desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. A estimativa do governo é que a decisão beneficie 586 mil consumidores que já contrataram esses planos e devem ter seus problemas assistenciais sanados.

Das 16 operadoras com planos suspensos, 14 já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior. Duas operadoras não constavam da última lista de suspensões – dessas, uma tem plano suspenso pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do 12º ciclo de monitoramento.

Ainda de acordo com a ANS, 81 planos de saúde que haviam sido suspensos há três meses tiveram melhoria de atendimento comprovada e estão autorizados a voltar à atividade. Da 28 operadoras suspensas no ciclo anterior, dez conseguiram direito de reativação total dos planos e dez conseguiram a reativação parcial dos planos. Além disso, duas entraram em portabilidade especial, uma teve decretada a portabilidade extraordinária e uma entrou em alienação compulsória de carteira.

O ciclo de monitoramento mais recente registrou 12.031 reclamações. O número de queixas consideradas procedentes (que tiveram a infração constatada) teve queda de 40% em relação ao ciclo anterior. Para a ANS, isso sinaliza que o monitoramento induziu as operadoras a um maior esforço para o atendimento oportuno e adequado dos beneficiários. A maior redução foi constatada nas operadoras de grande porte (acima de 100 mil consumidores), que apresentaram queda de cerca de 60% no número de reclamações procedentes nos dois últimos ciclos.

Os dados mostram ainda que 87,4% dos conflitos foram resolvidos pela mediação feita pela ANS, por meio de Notificação de Intermediação Preliminar. “Esse é o maior índice já alcançado desde o início do monitoramento. A mediação de conflitos agiliza a solução de problemas do beneficiário de plano de saúde”, avaliou a agência. O processo prevê que as operadoras sejam notificadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias é até cinco dias úteis em casos assistenciais e até dez dias úteis para não assistenciais.

O 11º ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento reuniu reclamações recebidas no período de 19 de junho a 18 de setembro deste ano. Desde o início do programa de monitoramento, 1.017 planos de 142 operadoras já tiveram as vendas suspensas - 847 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.

Atualmente, existem 50,9 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos no país.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/economia/noticias/arqs/2014/11/0316.html

JOGO SUJO NA PF CONTRA LULA E O PT: Inquérito da PF sobre vazamento ilegal para Veja já tem suspeitos

13.11.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

A 48 horas do 2º turno da eleição presidencial deste ano, confirmou-se denúncia feita por este Blog no dia 26 de setembro: o perfil da revista Veja no Facebook divulgou dados sigilosos de investigação da operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que negociou “delação premiada” com o doleiro Alberto Yousseff.


Naquele final de setembro, poucas horas antes de participar de entrevista que a então candidata Dilma Rousseff concedeu a blogueiros no Palácio da Alvorada, publiquei o post Grupo “antipetista” da PF prepara denúncia para o 2º turno. Após a entrevista, Dilma disse que encaminharia minha denúncia ao ministro da Justiça, para que a investigasse.
Como acredito em Dilma, devo supor que o ministro José Eduardo Cardozo não deu bola à denúncia, pois, como eu disse no post, a existência de uma “banda antipetista” na PF não é segredo para ninguém e esses membros da instituição já vinham prometendo “causar” contra a presidente no 2º turno.
A capa de Veja divulgada na internet a 48 horas do segundo turno e usada como panfleto pelos cabos eleitorais contratados pelo PSDB remetia a conteúdo considerado ilegal pela Justiça Eleitoral e originou direito de resposta para o PT no site da revista, além de multa de 500 mil reais por cada hora que a publicação deixou de publicá-lo – Veja demorou cerca de 24 horas para cumprir a decisão da Justiça Eleitoral.
Além disso, segundo o jornal O Globo, “A Polícia Federal abriu inquérito para investigar as circunstâncias do vazamento de trechos de um depoimento em que o doleiro Alberto Youssef cita a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula (…)”


Por fim, segundo o jornal Valor Econômico o PT pediu ao Supremo Tribunal Federal apuração do crime eleitoral cometido por Veja.

A petição 5220 do PT foi distribuída no STF ao ministro Teori Zavaski.

Na madrugada de quinta-feira, 13 de novembro de 2014, o jornal O Estado de São Paulo publica denúncia que mostra quem são os componentes do “grupo antipetista da PF” que este blog citou em seu post de 26 de setembro.
Segundo o jornal, durante a campanha eleitoral delegados federais da Operação Lava-Jato atacaram duramente a presidente Dilma e o ex-presidente Lula enquanto exaltavam o candidato Aécio Neves.
Os membros da PF citados na matéria do Estadão são os seguintes:
1 – Delegado Igor Romário de Paula, que responde diretamente ao superintendente da Polícia Federal do Paraná e que atuou na prisão de Yousseff;
2 – Delegado Márcio Anselmo, coordenador da Operação Lava-Jato;
3 – Delegado Maurício Grillo;
4 – Delegada Erika Mialik Marena, que dirige a delegacia onde estão principais inquéritos da operação Lava-Jato.
Apesar de ser tentador dizer que a denúncia do Estadão deslindou o objeto da investigação aberta pela PF para descobrir quem deu informações sigilosas da operação Lava-Jato para a Veja, no mínimo esses delegados supracitados tornaram-se os principais suspeitos.
Alguma dúvida?
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/11/inquerito-da-pf-sobre-vazamento-ilegal-para-veja-ja-tem-suspeitos/

SABOTAGEM NA PF CONTRA O PT: Aqui nasceu o petrolão: na PF... Do zé!

13.11.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

De NaoVaiTer3oTurno, no twitter

Conversa Afiada reproduz artigo de Luciano Martins Costa, extraído do Observatório da Imprensa:


DE ONDE VÊM OS FACTOIDES


Não há nada mais interessante nos jornais de quinta-feira (13/11) do que a reportagem doEstado de S.Paulo revelando que os delegados federais responsáveis pela Operação Lava-Jato compunham uma espécie de comitê informal do candidato Aécio Neves à Presidência da República enquanto vazavam seletivamente para a imprensa dados do inquérito. A repórter Julia Duailibi teve acesso a perfis restritos do Facebook, nos quais autoridades da Superintendência da Polícia Federal do Paraná agem como os mais fanáticos ativistas da polarização política que marcou a campanha eleitoral.


O texto não explica como a jornalista teve acesso ao material, nem quando, o que autoriza o leitor a considerar que o jornal podia já saber, na ocasião, que a fonte das especulações publicadas pela revista Veja na véspera da eleição era o próprio núcleo de investigações, atuando a serviço do candidato do PSDB. Segundo o relato, praticamente todos os agentes envolvidos na apuração, inclusive o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários e a titular da delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvios de Recursos Públicos do Paraná, onde estão os principais inquéritos da operação, agiam como cabos eleitorais na rede social.


Entre as manifestações coletadas pela repórter há xingamentos vulgares à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula da Silva, e elogios de todo tipo a Aécio Neves – entre eles uma página em que o ex-governador de Minas aparece em montagem de fotografias na companhia de mulheres atraentes. Nessa página, o responsável pela Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado, a quem estão vinculados os delegados empenhados na Operação Lava-Jato, escreveu: “Esse é o cara!”


Os policiais citados participam de um grupo fechado autointitulado Organização de Combate à Corrupção (OCC), cujo símbolo é uma caricatura da presidente da República com dois grandes dentes incisivos e coberta por uma faixa onde se lê: “Fora, PT!” O conteúdo repete factoides, mitos, boatos e todo o arsenal usado durante a campanha eleitoral contra a reeleição da presidente.


INQUÉRITO CONTAMINADO


A página inicial da organização ainda pode ser acessada (ver aqui) no Facebook, embora a participação seja exclusiva para inscritos sob convite, e apresenta a OCC como “um instituto de orientação da cidadania, da democracia, da promoção do desenvolvimento econômico e social e de outros valores universais”.


Ela remete ao blog da suposta entidade (ver aqui), onde se desenvolvem campanhas em defesa da ditadura militar, teorias conspiratórias e textos que procuram desacreditar alguns profissionais da imprensa – num deles, os autores expõem os repórteres Gustavo Uribe, da Folha de S.Paulo, e Ricardo Chapola, do Estado de S.Paulo.


A OCC tem todas as características de outra organização de extrema-direita que atuou como força auxiliar da repressão nos tempos da ditadura militar: o CCC (Comando de Caça aos Comunistas) também começou como uma entidade da sociedade civil preocupada com a defesa de supostos “valores universais” e acabou transformado em milícia terrorista, praticando ações extremas como a depredação de uma emissora de rádio, atentados a bomba e o assassinato de um padre católico no Recife.


A reportagem inclui entrevistas com especialistas em Direito Administrativo e Penal para os quais o posicionamento político de delegados na condução de uma investigação pode colocar em xeque a neutralidade e conduzir até mesmo à nulidade de um inquérito. Alguns dos consultados citam a Operação Satiagraha, que levou à destituição e condenação do delegado federal Protógenes Queiroz por vazamento de informações sigilosas. Como se sabe, com essa justificativa a Operação Satiagraha foi esvaziada por decisão do Supremo Tribunal Federal, deixando livre o principal acusado, o banqueiro Daniel Dantas.


A revelação feita pelo Estado de S.Paulo e o que se pode apurar sobre os personagens dessa história compõem um escândalo dentro do escândalo da Petrobras e expõem a perigosa contaminação de toda uma superintendência regional da Polícia Federal por interesses externos ao da atividade policial, o que coloca em dúvida a qualificação de seus agentes para conduzir essa investigação, e, por consequência, de todo o noticiário que se seguiu.


Além disso, revela de onde vêm os factoides utilizados pela imprensa para exercer sua influência em questões importantes para a sociedade brasileira, como a eleição para a Presidência da República.


Leia mais:

ESCÂNDALO: PF DA LAVA-JATO FEZ CAMPANHA CONTRA DILMA!


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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/11/13/aqui-nasceu-o-petrolao-na-pf/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+pha+%28Conversa+Afiada%29

SABOTAGEM POLÍTICA CONTRA O PT: Não só só os “delegados do Aécio”, são também os promotores

13.11.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Fernando Brito

delegatuca
Saiu na Folha, para espanto dos que ainda se recordam a palavra “decoro”.
“Procuradores da República no Paraná manifestaram apoio a delegados da Polícia Federal ligados à operação Lava Jato que declararam apoio ao então candidato Aécio Neves (PSDB) à Presidência. Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, esses delegados manifestaram apoio ao tucano e atacaram o PT em redes sociais no período de campanha à Presidência da República. A reportagem aponta que eles compartilharam propaganda eleitoral de Aécio e notícias sobre o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.”
Chegou a este ponto o nível que uma geração de prepotentes levaram as instituições brasileiras.
O Ministério Público saindo em defesa de um comportamento, no mínimo, vergonhoso dos delegados futriqueiros, sob a alegação de que não violaram a lei, embora tenham violado o decoro da função.
Daqui a pouco teremos juízes despindo a toga,  indo a manifestação dos “impixistas”, voltando e vestindo seus paramentos de julgador.
Ou Gilmar Mendes discutindo os casos do STF no Twitter, que tal?
Pois, segundo os mui doutos promotores, “”em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitida, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento”.
Ora, rede social não é “opinião privada”. Ninguém está questionando o que o delegado comentou com a mulher, depois do jantar, até porque isso só poderia ser sabido por espionagem imunda.
Um delegado de Polícia, ainda mais da Federal, está obrigado a ter, em assuntos que estejam sob sua atuação profissional, um mínimo de recato e compostura.
O que, como se vê agora, também anda em falta entre os senhores promotores que com eles partilham a instrução dos processos.
O Doutor Rodrigo Janot também foi publicamente desafiado por seus subordinados do Paraná, como o diretor da Polícia Federal e do Ministério da Justiça o foram pelos delegados “feicibuquistas”.
Mas vão ficar quietinhos, fingindo que não viram.
Virou festa tucana o inquérito.
O Congresso, a Presidência, os advogados dos acusados, ninguém tem acesso ao processo, cujo sigilo de Justiça, porém, não existe para a Veja e para os grupos do Facebook.
E o pior, até os corruptos podem sair isentos desta história, por conta da contaminação política de um inquérito que deveria estar sendo conduzido com a maior seriedade e rigor por delegados e procuradores. Se amanhã, depois destas pataquadas, ficar evidente que houve contaminação política do processo e a validade das eventuais provas for atingida, cai tudo por terra.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=23021

O Reino Unido regulamenta a mídia. Entenda como funciona

13.11.2014
Do blog MUDAMAIS

A regulação da mídia é uma realidade em diversos países, cada um com sua peculiaridade. O escândalo do “News of the World” - tabloide que interceptava ilegalmente ligações e mensagens de pessoas envolvidas em casos cobertos pelo jornal – acelerou a implementação de uma regulação no Reino Unido, por exemplo. Os britânicos estão muito longe de viver a “ditadura comunista” à qual muitos atribuem a regulação da mídia. Sabe como funciona essa lei por lá?
Em outubro de 2013, a rainha Elizabeth II sancionou um sistema que submete a um órgão de fiscalização revistas e jornais britânicos. O objetivo é evitar abusos, difamações, violações de privacidade e atitudes irregulares na apuração e divulgação de informações. Em suma, prezar pela ética.
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 é independente de governo e mídia, substituindo a antiga Press Complaints Commission, que era formada pela própria imprensa e foi considerada incapaz de coibir os crimes da imprensa.

A nova instituição passou a ter o direito de aplicar multas de até um milhão de libras ou de até 1% do faturamento das empresas, além de adotar medidas gerais para proteção do cidadão comum e poder obrigar jornais, revistas e sites a publicar correções de matérias e pedidos de desculpas, conforme afirma oObservatório da Imprensa
(link is external)
O órgão é amparado pela rainha e não pode ser adulterado pelos ministros, mas apenas por mais de dois terços no Parlamento. As empresas podem optar por aderir ou não. Entretanto, a não adesão implica em punições maiores caso sejam enquadradas.
Para a imprensa não impressas, uma outra forma de regulação funciona. As mídias digitais (conteúdo audiovisual, web e de redes de telecomunicações) são reguladas pelo Office of Communications (Ofcom), que existe desde 2003. O Ofcom deve assegurar que o Reino Unido tenha serviços de comunicação eletrônica de alta velocidade, que programas de rádio e TV tenham qualidade e diversidade, que serviços de programação de rádio sejam transmitidos por várias organizações, que o espectro de rádio seja usado de forma eficaz, além de garantir que os espectadores estejam protegidos de conteúdos nocivos e as pessoas não tenham sua privacidade invadida. O Ofcom, portanto, torna a comunicação mais democrática, equilibrada, diversa, moderna e ainda protege a população.
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Fonte:http://mudamais.com/ruas-e-redes/o-reino-unido-regulamenta-midia-entenda-como-funciona

Itália solta Pizzolato e vê erros sequenciais do STF

13.11.2014
Do blog MEGACIDADANIA, 30.10.14

Erros sequenciais AP 470
A velha imprensa brasileira tem enorme parcela de culpa diante dos inequívocos erros da AP 470.

Qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico os identifica facilmente.

O julgamento comandado por Joaquim Barbosa é uma coletânea de aberrações.

Desde maio de 2012, em nossa página no facebook e posteriormente neste blog, a partir de setembro de 2012, registramos que existia um pilar ou viga mestra que poderia desmontar a farsa encadernada na denúncia da PGR/MPF de Antonio Fernando e Roberto Gurgel.

E foi necessário Pizzolato se refugiar na Itália para encontrar um tribunal sem a influência midiática.


CONFIRAM O QUE DISSE O ADVOGADO ITALIANO QUE DEFENDE PIZZOLATO

Alessandro Sivelli assim resumiu os argumentos apresentados pela defesa contra a extradição.

Em primeiro lugar, o fato de que o Brasil "não deveria ter julgado [Pizzolato] perante o Supremo Tribunal", mas em um processo "normal assim como os outros réus que não tinham tido uma função pública [foro privilegiado]". Ocorreu assim "a violação dos dois níveis de jurisdição".

Em segundo lugar "o fato de que ele não foi autorizado a reunir provas do inquérito paralelo" [o 2474 onde Joaquim Barbosa ocultou documentos que inocentam Pizzolato].

E por último, de acordo com a defesa, "o problema das prisões, porque o outro lado não tem sido capaz de refutar os nossos documentos." A referência é a falta de garantia de respeito aos direitos humanos nas prisões brasileiras.


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MAS A VELHA IMPRENSA BRASILEIRA OCULTA - MAIS UMA VEZ - OS ERROS DO STF OCORRIDOS NO PERÍODO DE JOAQUIM BARBOSA


Compartilhar é o segredo de nossa força!

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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/italia-solta-pizzolato-e-ve-erros-sequenciais-do-stf/