quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Internet destrói supremacia da tevê

05.11.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Dois anos atrás, num encontro de diretores da Abril com jovens talentos recrutados para 

treinamento, foi-lhes perguntado quem via o Faustão.

Ninguém.

O Fantástico?

Ninguém.

O ambiente festivo, na ocasião, só foi sacudido quando rarefeitas mãos se ergueram quando foi perguntado quem lia a Veja.

Aqueles garotos e garotas representavam, numa expressão, a Era Digital.

Um estudo global da consultoria PWC – antiga Price Waterhouse – faz você compreender a força transformadora da internet no universo da mídia.

A internet, aponta o estudo, está se aproximando velozmente da televisão para se tornar a mídia que atrai mais investimentos publicitários.

Globalmente.

“Em 2013, o total de publicidade na internet foi de 117,2 bilhões de dólares”, afirma a PWC. “Este montante deve subir para 194,5 bilhões em 2018, num crescimento de 10,7% ao ano. É um salto significativo em relação a 2009, quando a tevê atraiu 132 bilhões de dólares em publicidade e a internet apenas 58,7 bilhões.”

Na Inglaterra, um terço do bolo publicitário já pertence à internet. Nos Estados Unidos, também.

No Brasil, a marcha é mais lenta. O pedaço da internet é metade daquilo, cerca de 15%.

Mas passos significativos vão sendo dados também em solo brasileiro.

Poucas semanas atrás, por exemplo, a filial brasileira da L’Oreal informou que estava deixando de anunciar um revistas.

Foi uma decisão catastrófica para as publicações femininas. Ao longo dos anos, no caso brasileiro, a L’Oreal foi o maior anunciante de títulos como Claudia e Nova, da Abril.

No âmbito do governo federal, a Era Digital está ainda menos refletida nos gastos com publicidade.

Em 2012, a cota digital no total da publicidade governamental foi de 5,3%. A da televisão, de 62,6%.

A Secom, divisão do governo que administra a receita de publicidade, trocou de chefia, há alguns meses.

No comando agora está o jornalista Thomas Traumann, a quem, segundo foi veiculado, está atribuída a tarefa de fazer refletir a exuberância digital na publicidade do governo.

O chamado orçamento de base zero pode contribuir neste desafio.

Nele, como fazem corporações bem geridas, cada despesa em toda área é determinada não a partir do que se gastou no ano anterior – mas da base zero.

É uma forma de ganhar eficiência e evitar aumentos inerciais.

A “base zero” poderia ter levado a Secom a questionar, em algum momento nestes últimos anos, se havia razão para aumentar os gastos com publicidade federal de 964 milhões de reais, em 2003, para 1,8 bilhão, em 2012.

A “base zero” na Secom pode ser extraordinariamente útil neste segundo governo Dilma, assim como um olhar mais profundo para a revolução digital que varre a mídia.
****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/11/internet-destroi-supremacia-da-teve.html

GLOBO, CONTRA O POVO, SEMPRE: O espetáculo do crescimento do 13o. salário.

05.11.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Em 1962 o jornalão "O Globo"... sempre contra direitos dos trabalhadores e aposentados.

Isso o Jornal Nacional não mostra:


Até dezembro, devem ser injetados na economia brasileira cerca de R$ 158 bilhões com o pagamento do 13º salário aos trabalhadores e aposentados.

Crescimento de 10,1% em relação aos R$ 143 bilhões pagos no ano passado. 

Cerca de 2,39 milhões de pessoas que não recebiam 13o. no ano passado, receberão este ano, graças à geração de empregos, novos aposentados, etc.

Chega a 3,0% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e riquezas produzidos no País. 

Agora fica a pergunta: será o PIB do último trimestre não será melhor do que os urubólogos dizem? Principalmente depois que acabou as eleições e os tubarões do mercado financeiro e de certos meios empresariais, encerraram a "greve" de investimentos que faziam para ver se derrubavam o governo Dilma?

Perto de 84,7 milhões de brasileiros terão rendimento adicional de R$ 1.774,00, em média, cerca de 2,9% acima do registrado em 2013.

Aproximadamente 32,7 milhões, ou 38,6% do total, são aposentados ou pensionistas da Previdência Social.

Os empregados formais (52 milhões de pessoas) correspondem a 61,4% do total.

Os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada somam 2,122 milhões equivalendo a 2,5% do conjunto de beneficiários do abono natalino. 

O estudo é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), feito com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de informações do Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Curiosidade:

Em falta no mercado: shoppings baianos importam Papais Noéis para o Natal
*****
Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br

MANIPULAÇÃO DA FOLHA:Como a Folha transformou em “vitória” a derrota do PSDB no TSE

05.11.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
Quatro dias após a reeleição de Dilma Rousseff, o PSDB levou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de “auditoria especial” no resultado da eleição presidencial. A ação foi assinada pelo “coordenador jurídico” do partido, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP).
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, analisou o pedido do PSDB e, na segunda-feira (3), enviou ao Tribunal Superior Eleitoral um parecer contrário à realização de uma auditoria no resultado da eleição presidencial. E afirmou que o pedido poderia “comprometer a credibilidade da Justiça Eleitoral” e acusou o PSDB de “imprudência”.
No mesmo dia, o TSE divulgou nota dizendo que iria responder “oportunamente” a consulta do partido. E, na última terça-feira (4), em consonância com o PGR, negou o pedido tucano. A Corte Eleitoral recusou a formação de uma comissão de partidos. Contudo, permitiu que o PSDB tenha acesso aos dados solicitados.
No fim da tarde da mesma terça-feira 4, o portal UOL, entre outros, deu a notícia da forma correta. O PSDB, além de perder a eleição, também fracassou em envolver o TSE em sua tentativa de pôr em dúvida a lisura do processo eleitoral.
Abaixo, a manchete na Home do UOL ao fim da tarde de terça feira.
Em seguida, a reportagem a que a manchete remetia.
Então ficamos assim: o PSDB pediu ao TSE que fizesse uma enorme celeuma, envolvendo todos os partidos políticos ao criar uma “comissão especial” para fiscalizar a eleição em segundo turno para presidente, na qual o partido foi derrotado.
Se o PSDB tivesse tido êxito, isso renderia uma enormidade de matérias na imprensa. Haveria cobertura da formação da “comissão suprapartidária”, discussão sobre os nomes indicados pelos partidos, cobertura jornalística da posse dos membros da comissão, colheita de declarações dos representantes dos partidos durante a auditoria etc., etc., etc.
O TSE e o PGR deram uma banana para o PSDB. A Corte Eleitoral respondeu ao partido que, se quiser, pode até fiscalizar os dados – em nenhum país democrático seria vetado aos derrotados em uma eleição que tivessem acesso aos arquivos daquela eleição.
Esse fato político viraria celeuma se tivesse sido fermentado pelo TSE, mas como o resultado não foi o que o Grupo Folha queria a notícia foi jogada para baixo do tapete.
Na edição do dia seguinte (5) da Folha de São Paulo, a derrota tucana não apenas foi transformada em vitória como, talvez por isso, foi escondida, sem destaque na primeira página, como ocorreria caso a Justiça Eleitoral tivesse autorizado um circo em torno da lisura do processo eleitoral.
Leia, abaixo, como a Folha tratou a notícia que outro braço do grupo Folha, o UOL, tratara de forma correta horas antes.
Vejam bem, leitor: “Os deputados tucanos comemoraram”. Mas comemoraram o quê? A derrota do pedido de formação de uma comissão de partidos para auditar a eleição presidencial? Comemoraram a frustração do circo que tentaram armar? Na Folha, sim. Na vida real, não.
Os tucanos perderam, mas a Folha os transformou em vencedores. E depois a mídia diz que os blogs é que são “sujos”.  
****
Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/11/como-a-folha-transformou-em-vitoria-a-derrota-do-psdb-no-tse/