segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A mídia estragou a oposição

27.10.2014
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, 22.10.14
Por Luciano Martins Costa,na edição 821

Os jornais de quarta-feira (22/10) fazem uma série de digressões na cobertura da disputa eleitoral, levando seus leitores a passear por temas paralelos, como se os editores estivessem saturados com o bate-boca que eles mesmos estimularam.

O Estado de S.Paulo aposta em manchete sobre a crise de abastecimento de água em São Paulo, o Globo destaca entrevista do ministro José Antônio Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e a Folha de S.Paulo apresenta explicações para a virada nas intenções de voto, favorável à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Como pano de fundo, os jornais registram reclamações do candidato do PSDB, o senador Aécio Neves, contra os números do Datafolha. Citando a incongruência das pesquisas realizadas na véspera do primeiro turno, que se mostraram distantes da realidade das urnas, o ex-governador de Minas Gerais fez blague da suposta vantagem de sua oponente.

Os jornais observam que os indicadores funcionaram como um balde de água fria sobre o ânimo dos eleitores da oposição. O Estado de S. Paulo insere a questão hídrica no centro das controvérsias eleitorais: o jornal paulista dá voz ao presidente da Agência Nacional de Águas, o petista Vicente Andreu, que alerta para o risco de São Paulo ter que retirar água do lodo no fundo do manancial da Cantareira.

Em defesa de seu instituto, a Folha afirma que uma onda de otimismo com a economia ajuda a explicar a reação de Dilma Rousseff nas pesquisas: nova rodada, realizada na terça-feira (21), confirma a virada da presidente sobre Aécio Neves, com 52% dos votos válidos contra 48% do tucano.

O Globo aposta em entrevista crítica com relação aos ataques pessoais que marcaram a campanha, mas, em editorial, se junta à opinião manifestada pela Folha de S.Paulo na semana passada, quanto ao problema da falta de água: o jornal carioca também admite que houve “inépcia administrativa” do governo paulista diante dos fatores climáticos previstos há muito tempo, que indicavam a insuficiência das chuvas no Sudeste.

O editorial dá um jeitinho de compartilhar a responsabilidade com o governo federal, mas reconhece que o governador de São Paulo deixou de tomar medidas preventivas que poderiam reduzir a gravidade do problema.

A trégua dos canhões

Tudo isso soa como tergiversação. O leitor e a leitora escolados na interpretação crítica do texto jornalístico hão de observar que os principais diários de circulação nacional evitam assumir publicamente a decepção que aflige as redações com a queda no desempenho de seu candidato. Aécio Neves já não parece despertar o ânimo dos editores, e as primeiras páginas dos jornais refletem a falta de um bom factoide para reabastecer a artilharia da imprensa.

Como naqueles intervalos das grandes batalhas, um pesado silêncio indica que a mídia foi buscar munições. Mas alguns colunistas, talvez por falta de sintonia com o momento reflexivo das redações, ainda atiram pedras na candidata da situação: o economista com doutorado em universidade americana, ex-diretor do Banco Central e dono de consultoria esquece seus títulos e resvala na grosseria ao afirmar que a presidente da República não lê seus textos; aliás, ele sugere que ela não lê coisa alguma.

Peças de mau jornalismo como esse artigo justificam em grande parte a percepção de alguns analistas: acomodada sob o guarda-chuva protetor da imprensa hegemônica, a oposição política aos governos do Partido dos Trabalhadores amoleceu e perdeu a fibra. Ao aceitar a tutela da mídia tradicional, o PSDB se tornou relapso em sua função de pensar o país por uma ótica diversa daquela que predomina em Brasília há treze anos. Uma colunista do Estado de S.Paulo, em texto no qual chama o ex-presidente Lula da Silva de “herói sem caráter”, diz que a oposição é tíbia e errática.

A certeza do respaldo da mídia parece ter desobrigado os pensadores da oposição de caprichar na qualidade de suas manifestações públicas, e até intelectuais antes respeitados se deixaram envolver no discurso bizarro produzido pelos pitbulls da imprensa.

Na reta final da disputa eleitoral, jornalistas, empresários e executivos com altas responsabilidades dão curso a boatos e mitos nas redes sociais para tentar influenciar os indecisos. Articulista versado em ofensas se converte em crítico da baixaria; editorial pede mais respeito aos eleitores depois de estimular a pancadaria; o cabelo da ex-ministra Marina Silva vira assunto de política.

E os jornais fingem que não têm nada a ver com o baixo nível da campanha.
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Fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_midia_estragou_a_oposicao

Hugo Cortez: PSB de Pernambuco sofre surra histórica. E agora?

27.10.2014
Do blog VI O MUNDO

Foto 2 maniefstacao Dilma
aécio em Pernambuco
Atos já prenunciavam vitória de Dilma em Pernambuco. Aécio teve 29,8% dos votos no Estado no segundo turno; no primeiro, apenas 5,9%

por Hugo Cortez, enviado por Urariano Mota

O PSB de PE só tem uma opção honrada quanto a quem apoiar neste segundo turno: Dilma.

Afinal, Eduardo só fez o que fez graças aos governos Lula e Dilma. E seu avô Miguel Arraes sempre defendeu a unidade das forças de esquerda, democráticas e populares. Uma opção por Aécio, que teve apenas 5,9% dos votos do estado no primeiro turno, soará como torpe traição ao espírito progressista do povo pernambucano e custará politicamente caríssimo no futuro.

O PSB pernambucano beneficiou-se amplamente do clima econômico e político favorável que foi criado pelos governos Lula e Dilma no país, em especial no Nordeste, para derrotar em 2006 e 2010 as forças conservadoras locais. Em 2010, sua vitória foi esmagadora, com Eduardo obtendo mais de 80% dos votos válidos.

É no mínimo inusitado, episódio único na política estadual, ver agora o vencido, exangue, prostrado em terra, contaminar, dominar e cooptar o vencedor levando-o a trair as forças que o levaram à vitória!

É verdadeiro non sense ver Paulo Câmara, Fernando Bezerra Coelho, Renata Campos, Tadeu Alencar e cia., saídos de mais uma campanha vitoriosa, arriarem bandeiras históricas do seu partido, esquecerem o legado dos seus antigos líderes – como Pelópidas, Fernando Lyra e Miguel Arraes – e capitularem ideologicamente ante os seus antes adversários renhidos Democratas, PSDB, PPS e, inclusive, Jarbas Vasconcelos!

O PSB pernambucano, caso opte por Aécio, estará traindo as expectativas do seu eleitor do primeiro turno, jogando fora toda sua credibilidade e prestígio político-moral, demonstrando  rarefação ideológica, distanciamento da tradição partidária, um apego leviano e oportunista a vantagens momentâneas, e se credenciando para receber, no tempo devido (que pode já começar neste segundo turno!), o troco cruel do povo pernambucano! O tempo passa mais rápido do que a ingratidão leviana pode conceber.

Hugo Cortez é sociólogo, militante do PCdoB, e um cidadão que une o conhecimento do jazz ao amor pelo Sport Club do Recife.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/hugo-cortez.html

Em eleição livre e democrática, Dilma Rousseff enfrenta e volta a vencer golpistas

27.10.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 26.10.14
Por Redação RBA 

Contundente, presidenta agregou movimentos e a esquerda, grupos com os quais terá de manter diálogo em seu segundo mandato. Aécio, Marina, mercado financeiro e Globo têm razão para estar boquiabertos 

Dilma e Dilma
São Paulo – Foi uma vitória maiúscula. A reeleição de Dilma Vana Rousseff (PT) escreve muitos capítulos inéditos e carrega uma força simbólica que, se não é maior que a das demais disputas vencidas pelo PT no plano federal, é única. A mulher nascida em Belo Horizonte em 1947 mais uma vez deixa de joelhos, boquiaberta, a repressão que lhe tentou cassar os direitos políticos.
Se havia alguma dúvida de que esta era uma eleição do candidato do sistema patriarcal brasileiro contra todo o resto, a edição do Jornal Nacional na véspera eliminou qualquer margem de ingenuidade. Jornalismo mandou lembrança, William Bonner. Dividida entre interesses públicos e privados, a emissora dos Marinho atendeu novamente a seu chamado de classe ao exibir reportagem sobre supostas denúncias de que Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva teriam ciência de um esquema de pagamento de propinas utilizando verbas da Petrobras.
Tentou um desfecho sujo para uma temporada eleitoral eleição suja. Sob o pretexto de um protesto de jovens que empilharam lixo em um prédio da editora, que chamou de “ataque” à sede do Grupo Abril, o Jornal Nacional dedicou seis minutos a narrar a “denúncia” da revista Veja, uma publicação que nunca esteve tão à altura da alcunha de “mídia golpista”. Lá pelas tantas aparecia a figura de Aécio Neves, candidato do PSDB dado a vitórias no tapetão. Fosse tão ético quanto jura ser, o tucano teria se recusado a ecoar uma reportagem feita com base num depoimento inventado – seu suposto autor, o doleiro Alberto Youssef, desmentiu que tenha feito as declarações difundidas pela publicação semanal.
Mas Aécio, a exemplo do Jornal Nacional, atendeu a seu DNA de classe, uma elite financeira que há muito chegou à conclusão de que vale qualquer coisa para tirar o PT do poder. Têm razão as pessoas que comparam essa disputa com a de 1989. Não pelo acirramento, nem pelo embate ideológico, mas pela tentativa da Globo de se fazer protagonista de um pleito do qual não é partícipe – ou, legalmente, não o é.
A divulgação de reportagem contra Dilma na véspera da eleição não se deu ao acaso: a “denúncia” já era de conhecimento público na véspera, quando os Marinho não a quiseram levar ao ar. Não quiseram por um motivo óbvio: a presidenta teria tempo de apresentar sua versão no debate daquela noite ou de buscar direito de resposta no Tribunal Superior Eleitoral, como o obtido contra a Veja.
A última edição do Jornal Nacional antes das eleições não pode ser enxergada fora de contexto. São 12 anos de bombardeio, quatro em particular, 2014 em particularíssimo. A vitória de Dilma não é uma derrota apenas de Aécio e do PSDB. É da mídia tradicional, que investiu até o último grama de força para bater no PT, chegando ao ponto da desestabilização da democracia. É do mercado financeiro, que nos últimos três meses praticou um rally eleitoral e encontrou no tucano um porta-voz de sua vontade de ter um governo que deixe a especulação comer solta. É de Marina Silva e do PSB, que, sob o pretexto da não neutralidade maltrataram suas histórias e alinharam-se à força neoliberal que tanto combateram. É do ódio visceral a um partido, de um sentimento mais vomitado e gritado do que explicado.
É de todo um sistema repressor da democracia. O segundo turno clareou o que estava em jogo. De um lado alinharam-se movimentos sociais comprometidos com avanços, centrais sindicais em busca de melhorias para a vida do trabalhador, partidos que carregam no histórico a tentativa de transformação do país. De outro estiveram meios de comunicação a serviço da especulação financeira, representantes de segmentos fundamentalistas apavorados com qualquer avanço social, partidos que carregam no histórico a marca do elitismo e da divisão de classes.
A vitória de Dilma, por isso, jamais poderá ser entendida como um sucesso alcançado sozinho. É o êxito que coroa uma união de forças progressistas. É o êxito das ideias democráticas sobre o ideário que considera que Brasil bom é o que se divide entre pobres e ricos e que vê como intento autoritário a proposta de ampliar a participação popular, já que o exercício do sistema político deve se dar entre quatro paredes.
É esta corrente que a presidenta terá de encabeçar no exercício do mandato. Se a primeira vitória foi celebrada por trazer no bojo a maior base aliada da história no Congresso, a segunda deve ser motivo de comemoração para a esquerda por uma rara união. União que só poderá ser mantida mediante avanços institucionais em diversas áreas.
A reeleição da presidenta carrega o poder simbólico da foto em que aparece, menina, com gesto imponente perante militares que representavam a tortura e a cassação de seus ideais. Deixou a repressão de joelhos ao sobreviver às sevícias, retomar sua militância política, se tornar secretária no Rio Grande do Sul, ministra de Lula, presidenta do Brasil e uma das mulheres mais influentes do mundo.
Ao longo dos quatro anos, e particularmente desde julho, foi submetida a uma surra inesquecível. As cicatrizes, carregará para sempre. Tentarão deixar outras marcas, buscando agora um terceiro turno que já haviam tentado em 2010, ao tratar por ilegítima uma vitória obtida com a superação de dificuldades, mentiras, acusações. Dilma deixou a repressão de joelhos, mais uma vez. Não será perdoada, e terá de travar uma batalha definitiva contra os fantasmas do passado.
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/coracao-valente-deixa-a-repressao-a-democracia-de-joelhos-mais-uma-vez-9176.html

Em coletiva, petistas comemoram vitória e ironizam adversários

27.10.2014
Do portal FOLHA DE PERNAMBUCO, 26.10.14

Aliados não deixaram de criticar o PSB (Foto: Felipe Ribeiro/Folha de Pernambuco)
Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

Minutos após sair à confirmação da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), no Estado, correligionários e aliados da petista falaram sobre a vitória na sede coordenação da campanha de Dilma. Nos pronunciamentos, muita comemoração e alfinetadas aos adversários socialistas que em Pernambuco fizeram oposição ao governo federal. Coordenador de campanha da presidente no Estado, o senador Humberto Costa (PT) destacou que “foi uma vitória tripla” porque além de ter ganhado no País, Dilma venceu em Pernambuco e especificamente na capital pernambucana.
O petista ainda ironizou os adversários pedindo que eles respeitem a força do PT e do seu arco de alianças. “Continuamos a respeitar a força do PSB, mas eles precisam respeitar um pouquinho a força dos seus adversários também”.
Numa indireta aos adversários, Costa destacou que “ninguém é dono de voto do povo” e que “a arrogância muitas vezes é má conselheira”. “Isso é uma lição que precisam tomar. A arrogância muitas vezes ela é má conselheira. Imaginavam que simplesmente se mandassem o povo votar em Aécio, o povo votaria”.
O senador também avaliou que a vitória da correligionária em Minas, principal reduto do tucano, desmistificou ainda a excelência da gestão de Aécio enquanto governador. “Acho que foi muito importante a vitória lá porque desmitificou a ideia que os tucanos são grandes gestores. Que o povo Minas Gerais reconhecia o governo de Aécio. O que esta provado é que Aécio em Minas Gerais era blindado pela mídia, pela assembleia, por outros poderes e que no momento em que foi a nu de fato as mazelas que o governo tinha com certeza a população pode avaliar”.
A deputada estadual e presidente estadual do PT, Teresa Leitão, destacou o empenho da militância do partido na reta final que motivada pelos ataques adversários “reagiu em cadeira de forma positiva indo às ruas de forma espontânea”.
O aliado e senador licenciado Armando Monteiro Neto (PTB) ressaltou que se no primeiro turno houveram “fatos imponderáveis” que reproduziu um resultado adverso, no segundo, o pernambucano reconheceu a importância do governo federal.
“A importância de um projeto que promoveu transformações no País e, sobretudo, garantiu a Pernambuco muitas transformações e conquistas nos últimos anos. Portanto, foi um voto sábio do ponto de vista político, porque é um voto que expressa esse sentimento de gratidão, e ao mesmo tempo da identificação com esse projeto que não se esgotou e que ainda tem muito a oferecer ao Brasil e a Pernambuco”, disse Armando reafirmando que no Estado o PTB seguirá na oposição.
O deputado federal João Paulo (PT) destacou que o partido precisa fazer uma reflexão sobre as formas que a legenda foi tratada pelos adversários no estado. “Foi um total desrespeito a quem fez tanto por Pernambuco. A quem foi tão republicano por Pernambuco. As acusações gratuitas, coisas que lembrava ao Comando de Caça aos Comunistas (CCC). Pichações dizendo que o PT matou Eduardo (…) Não vamos deixar de ser republicanos de jeito nenhum. É a concepção que temos de estado democrático. Agora acho que o governo do PT tem que rever a relação com os aliados aqui. Quem são os verdadeiros aliados do partido e do governo, que eles sempre puderam contar a qualquer momento, em condição incondicional”.
Já o deputado federal Fernando Ferro (PT) destacou que o resultado no estado demonstrou que a população estava “descontaminada” da tragédia envolvendo o ex-governador Eduardo Campos. “Vimos finalmente que o que poderia ter acontecido no primeiro turno aconteceu agora. A população votando em cima dos projetos”, ironizou atestando que a vitória de Dilma foi à derrota de uma articulação de forças ampla e, inclusive, da aliança do PSB e PSDB.
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Fonte:http://www.folhape.com.br/blogdafolha/?p=187087

FELIZ ANIVERSÁRIO, PRESIDENTE LULA!

27.10.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA


Hoje é o aniversário do nosso querido amigo e eterno Presidente Lula. O presente, todos nós, unidos, demos ontem, a vitória da presidenta Dilma. Hoje, todos nós, os amigos do Lula, queremos dar  parabéns. Esperamos que Lula tenha um dia super feliz, com tudo o que tem direito, muita festa e um monte de emoção. Feliz aniversário!Descanse muito dessa batalha que foi a campanha eleitoral...  E até 2018!...É gente! se preparem. Ele vai voltar!
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/10/hoje-e-o-dia-do-lula-feliz-aniversario.html

DILMA REELEITA:A verdade venceu a mentira

27.10.2014
Do BLOG DA CIDADANIA, 26.10.14
Por Eduardo Guimarães
De que adiantaram as SUV’s desfilando com adesivos de Aécio enquanto os eleitores deste depredavam carros com adesivos de Dilma?
De que adiantou os eleitores de Aécio agredirem um cadeirante ou insultarem cidadãos que ousavam mostrar opinião diferente?
De que adiantou a Veja inventar e espalhar uma calúnia e debochar da Justiça quando esta puniu seu crime eleitoral?
De que adiantou “o mercado” derrubar suas cotações para chantagear o povo, julgando-o besta?
De que adiantaram anos de terrorismo econômico da mídia, alardeando desgraças como desemprego ou racionamento de energia?
De que adiantaram as demonstrações de arrogância dessa elite decadente que se horroriza ao ver gente humilde comprando na mesma loja ou voando no mesmo avião?
De que adianta tentar enganar um povo que, após 12 anos de inclusão social, tornou-se muito mais esperto e não se deixa mais enganar?
Na democracia, o princípio mais elementar é o de que o voto do banqueiro vale o mesmo que o do faxineiro do banco.
Essa gente perdeu as quatro últimas eleições presidenciais por uma única razão: não entende o princípio democrático basilar: um homem, um voto.
Hoje, o povo brasileiro demonstrou maturidade. Não se deixou abalar. A maioria permaneceu silenciosa, só vendo a direita exibir sua bocarra arreganhada, suas garras fétidas.
O Brasil venceu. E os eleitores de Aécio Neves, também. Foram salvos de muito sofrimento, anda que não saibam.
Por isso, entoem comigo:
Viva o PT!
Viva Lula!
Viva Dilma!
Viva a Democracia!
Viva o povo Brasileiro!
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/a-verdade-venceu-a-mentira/

ELITE RACISTA MANIFESTA ÓDIO PELOS BRASILEIROS: UMA REPRESENTANTE DA “ELITE” QUE NÃO FARÁ FALTA AO PAÍS

27.10.2014
Do portal BRASIL247, 27.10.14
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158475/Uma-representante-da-%E2%80%9Celite%E2%80%9D-que-n%C3%A3o-far%C3%A1-falta-ao-Pa%C3%ADs.htm