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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Choque de lodo: o mar de lama do PSDB

24.10.2014
Do portal da AGÊNCIA CARTA MAIOR, 22.10.14
Por Saul Leblon

Não deixa de ser potencialmente devastador que quem acusa o PT de jogar o país num mar de lama, agora só tenha 200 bilhões de litros de lodo a oferecer ao povo 

Arquivo O depoimento do diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, nesta 3ª feira, na Assembleia Legislativa de São Paulo, caiu como uma bomba na reta final da campanha presidencial de 2014.

Ele disse aquilo que o PSDB se recusa a admitir: restam apenas 200 bilhões de litros do volume morto do sistema Cantareira, que provê boa parte da água consumida na cidade.

Outros 300 bilhões/l de um total de 500 bi/l já foram acionados.

Mas o pior de tudo: a derradeira reserva de água da cidade encontra-se disponível na forma de lodo.

Dele terá que ser separada para acudir a sede paulistana caso não chova o suficiente no próximo verão.

Ainda que isso ocorra, as chances de São Paulo ficar à mercê do lodo no inverno de 2015 são significativas.

Corta para a campanha eleitoral de Aécio Neves em que o estandarte da eficiência tucana é martelado diuturnamente como um tridente contra aquilo que se acusa de obras e planos nunca realizados por culpa da (Aécio enche a boca e escande as sílabas) ‘má go-ver-nan-ça’.

Corta de volta para um fundo de represa com 200 bilhões de litros de lodo.

Essa é a retribuição que o PSDB prepara para o colégio eleitoral em que seu candidato Aécio Neves teve a mais expressiva votação no primeiro turno da disputa de 2014.

Atribuir a ingratidão a São Pedro é um pedaço da verdade, que vale tanto mais para a inflação, por exemplo, 'acima da meta, segundo acusa o salvacionismo conservador.

Num sugestivo contorcionismo eleitoral, seu candidato minimiza o impacto da seca no custo dos alimentos, ao mesmo tempo em que apela à meteorologia para abonar o colapso em marcha em São Paulo.

Ou isso ou aquilo?

A rigor muito mais aquilo.

Estocar comida, que não grãos, caso do vilão tomate, por exemplo, está longe de ser uma opção exequível em larga escala no enfrentamento de uma seca. Mas estocar água e planejar dutos interligados a mananciais alternativos, calculados para enfrentar situações limite, mesmo que de ocorrência secular, é uma obrigação primária de quem tem a responsabilidade pelo suprimento de grandes concentrações urbanas.

O custo de não fazê-lo é o caos,

Com as consequências imprevisíveis que agora assombram o horizonte dos cerca de 20 milhões de moradores da Grande São Paulo.

Não por acaso, Nova Iorque e o seu entorno, com uma população bem inferior, de nove milhões de habitantes, nunca parou de redimensionar a rede de abastecimento de água, movida por uma regra básica de gestão na área: expansão acima e à frente do crescimento populacional.

Tubulações estendidas desde as montanhas de Catskill, situadas a cerca de 200 kms e 1200 m de altitude oferecem ao novaiorquino água pura, dispensada de tratamento e acessível direto da torneira.

Terras e mananciais distantes são periodicamente adquiridos pelos poderes públicos para garantir a qualidade e novas fontes de reforço da oferta.

O sistema de abastecimento de Nova York reúne três grandes reservatórios que captam bacias hidrográficas preservadas em uma área de quase 2.000 km2.

A adutora original foi inaugurada em 1890; em 1916 começou a funcionar outro ramal a leste da cidade; em 1945 foi concluída a obra de captação a oeste, que garante 50% do consumo atual.

Mesmo com folga na oferta e a excelente qualidade oferecida, um novo braço de 97 kms de extensão está sendo construído há 20 anos.

Para reforçar o abastecimento e prevenir colapsos em áreas de expansão prevista da metrópole.

Em 1993 foi concluída a primeira fase desse novo plano.

Em 1998 mais um trecho ficou pronto.

Em 2020, entra em operação um terceiro ramal em obras desde o final dos anos 90.Seu objetivo é dar maior pressão ao conjunto do sistema e servir como opção aos ramais de Delaware e Catskill, que estão longe de secar.

Uma quarta galeria percorrerá mais 14 kms para se superpor ao abastecimento atual do Bronx e Queens.

Tudo isso destoa de forma superlativa da esférica omissão registrada em duas décadas ininterruptas de gestão do PSDB no Estado de São Paulo, objeto de crítica até de um relatório da ONU, contestado exclamativamente pelo governador reeleito, Geraldo Alckmin.

Se em vez do mantra do choque de gestão, os sucessivos governos de Covas, Ackmin, Serra e Alckmin tivessem reconhecido o papel do planejamento público, São Paulo hoje não estaria na iminência de beber lodo.

O Brasil todo desidrata sob o maçarico de um evento climático extremo. Mas desde os alertas ambientais dos anos 90 (a Rio 92, como indica o nome, aconteceu no Brasil há 22 anos) essa é uma probabilidade que deveria estar no monitor estratégico de governantes esclarecidos.

Definitivamente não se inclui nessa categoria o tucanato brasileiro que em 2001 já havia propiciado ao país um apagão de energia elétrica pela falta de obras e renúncia deliberada ao planejamento público. Os mercados cuidariam disso com mais eficiência e menor preço.

Ademais de imprevidente, o PSDB desta vez mostrou-se mefistofelicamente oportunista na mitigação dos seus próprios erros.

Ou seja, preferiu comprometer o abastecimento futuro de 20 milhões de pessoas, a adotar um racionamento que colocaria em risco o seu quinto mandato em São Paulo.

Não conseguiria concluir a travessa sem a cumplicidade da mídia conservadora que, mais uma vez, dispensou a um descalabro tucano uma cobertura sóbria o suficiente para fingir isenção, sem colocar em risco o continuísmo no estado.

É o roteiro pronto de um filme de Costa Gavras: as interações entre o poder, a mídia, o alarme ambiental e o colapso no abastecimento de água em uma das maiores manchas urbanas do planeta.

Tudo sincronizado pelo cronômetro eleitoral da direita.

O PSDB que hoje simula chiliques com o que acusa de ‘uso político da água’, preferiu ao longo das últimas duas décadas privatizar a Sabesp, vender suas ações nas bolsas dos EUA e priorizar o pagamento de dividendos a investir em novos manaciais.

Mais um subtexto para o filme de Costa Gavras: a captura dos serviços essenciais pela lógica do capital financeiro.

Enquanto coloca em risco o abastecimento de 20 milhões de pessoas, revelando-se uma ameaça à população, a Sabesp foi eleita uma das empresas de maior valorização na bolsa de Nova Iorque.

Não sem motivo: destina ¼ de seu lucro à distribuição de dividendos à Internacional dos Acionistas, para tomar emprestado uma alegoria do governador Tarso Genro.

Como em um sistema hidráulico, o dinheiro que deveria financiar a expansão do abastecimento, vazou no ralo da captura financeira.

"Como a reserva fica no fundo, se a crise se acentuar, não haverá outra alternativa a não ser ir no lodo e tirar essa água”, confirmou o diretor presidente da agência nacional, no debate “A falta de água em São Paulo”, realizada na ALESP.

As chances de uma chuva redentora que evite o indigesto desfecho são reduzidas, segundo os serviços de meteorologia.

Mesmo que a pluviometria neste verão fique em 70% da média para a estação, o sistema Cantareira --segundo os cálculos da ANA-- ingressará no segundo trimestre de 2015 praticamente com 5% de estoque (hoje está com 3,2%).

Ou seja chegará no início da estação seca de 2015 com a metade da reserva que dispunha em abril deste ano; e muito perto da marca desesperadora vivida agora, na antessala das chuvas de verão.

O lodo que espreita as goelas paulistanas não pode ser visto como uma fatalidade.

Dois anos é o tempo médio calculado pelos especialistas para a realização de obras que poderiam tirar São Paulo da lógica do lodo. Portanto, se ao longo dos 20 anos de reinado tucano em São Paulo, o PSDB de FH e Aécio Neves, tivesse dedicado 10% do tempo a planejar a provisão de água, nada disso estaria acontecendo.

Infelizmente, deu-se o oposto. De 1980 para cá, a população de São Paulo mais que dobrou. A oferta se manteve a mesma com avanços pontuais.

O choque de gestão tucano preferiu se concentrar em mananciais de maior liquidez, digamos assim.

Entre eles, compartilhar os frutos das licitações do metrô de SP com fornecedores de trens e equipamentos. A lambança comprovada e documentada sugestivamente pela polícia suíça, até agora não gerou nenhum abate de monta no poleiro dos bicos longos.

‘Todos soltos’, como diz a presidenta Dilma.

Lubrificada pelo jeito tucano de licitar, a rede metroviária de São Paulo, embora imune a desequilíbrios climáticos, de certa forma padece da mesma incúria que hoje ameaça as caixas d’agua dos paulistanos.

O salvacionismo tucano em São Paulo não conseguiu fazer mais que 1,9 km de metrô em média por ano, reunindo assim uma rede inferior a 80 kms, a menor entre as grandes capitais do mundo.

A da cidade do México, que começou a ser construída junto com a de São Paulo, tem 210 kms.

O planejamento público que a ortodoxia abomina, ao lado do mercado interno de massa que seus colunistas desdenham, representam, na verdade, as duas grandes turbinas capazes de afrontar o contágio da estagnação mundial no Brasil.

Tudo isso tem sido solenemente ignorado, quando não demonizado, pelo salvacionismo conservador nesta campanha presidencial.

O mito da gestão tucana é o que de mais reluzente o discurso de Aécio Neves tem a esgrimir para afrontar o que caracteriza como sendo um Brasil aos cacos, após 12 anos de governo do PT.

As ironias da história podem ser demolidoras nessa reta final de campanha.

Não deixa de ser potencialmente devastador que quem acusa o PT de jogar o país num mar de lama, agora só tenha 200 bilhões de litros de lodo a oferecer à população de SP para matar a sede.

É essa a garantia de abastecimento de água na capital de um estado onde o festejado choque de gestão está no poder há 20 anos. Ininterruptos.

O legado recomenda uma recidiva da receita para todo o Brasil?

Com a palavra o discernimento popular.

Bom voto.
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/Choque-de-lodo-o-mar-de-lama-do-PSDB/32059

Capa da Veja mentirosa é caso de polícia em várias frentes. #DesesperodaVeja

24.10.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 23.10.14

Se era para fazer piada, por que não esta capa?
Tem que ser muito idiota para acreditar nesta capa da Veja desta semana. O doleiro Youssef está preso desde março e só há 3 dias das eleições do segundo turno resolve "abrir seu coração" e dizer que Lula e Dilma "sabiam" de suas atividades criminosas e clandestinas.

Isso, vindo de um doleiro, já manjado no caso Banestado desde 2003, que manteve como interlocutores, na calada da noite, alguns deputados picaretas. Mas nunca que um doleiro do Banestado teria cacife para chegar nem perto do Palácio do Planalto. Ridícula essa reporcagem da Veja.

Alias, até o advogado do doleiro já desmentiu a Veja, dizendo que "nunca ouviu seu cliente dizer isso".


Nem vou perder tempo com essa reporcagem, porque só atinge idiotas, e estes idiotas que relincham diante da Veja já votam em Aécio. Do eleitor da Dilma, que já está acostumado com esses golpes baixos em véspera de eleição, não tirará nem um voto.

Mas vamos pensar nas possíveis consequências criminais.

Tem que investigar se a Veja não trocou Demóstenes Torres por Álvaro Dias e Carlinhos Cachoeira por Alberto Youssef.

Youssef já conhece o senador Alvaro Dias (PSDB) desde 1998 quando forneceu um avião para a campanha do tucano. O advogado de Youssef é ligado ao governador tucano do Paraná, Beto Richa. Alvaro Dias disse a jornalistas que tinha a íntegra da delação premiada, quando encontra-se sob segredo de justiça. O senador tucano já tem antecedentes. Em 2008 receptou documentos furtados da Casa Civil e entregou "em off" para a revista Veja.

Calúnia e difamação
Há o claro crime de calúnia e difamação tanto contra Dilma como contra Lula. A revista vai dizer que se houve crime foi o doleiro que cometeu. O advogado do doleiro já diz que ele não falou isso. Se a revista não tiver uma gravação ou a transcrição oficial do depoimento, seus repórteres ou editores deveriam ser condenados. Mas o judiciário no Brasil é uma tragédia quando se trata de imprensa. Revistas, jornais e tvs podem caluniar e difamar à vontade que, se o caluniado for petista, dificilmente algo acontece.

Crime eleitoral
Na mesma linha acima. Mas vamos observar que se a revista Veja fosse bem sucedida ao influir nas eleições com uma mentira forjada, o povo já teria sido enganado, e não haveria punição que reparasse o dano ao povo brasileiro. As instituições democráticas brasileiras precisam criar leis que não permitam golpes midiáticos serem aplicados. Nada de censura prévia, mas a própria justiça eleitoral deveria usar a TV imediatamente para fazer "recall" de "reporcagem" advertindo o eleitor que aquilo é produto golpista, estragado, contaminado, desacreditado e com intuito de trapacear a consciência e livre escolha do eleitor.

Corrupção

E se delatores que já receberam propinas em outras negociatas, resolverem mudar de ramo e receberem dinheiro clandestino como "marqueteiros políticos" da oposição, fazendo este tipo de denúncia de comum acordo? 

Hoje, como se vê nas Bolsas de Valores, uma eleição se tornou mais valiosa para banqueiros, investidores, do que os casos isolados de corrupção tradicionais. Não é mera imaginação fértil pensar que Bancos de Investimenos, Petroleiras de olho gordo no pré-sal paguem propinas em paraísos fiscais para quem influir nas eleições favoravelmente aos negócios deles. Esse tipo de linha de investigação precisa ser feita.
Só por hipótese, o ex-diretor corrupto da Petrobras diz que devolverá aos cofres públicos cerca de R$ 70 milhões recebidos de propinas ao longo dos anos. Ele poderia ganhar R$ 200 milhões ou mais brincando, se fosse peça chave para levar os tucanos à vitória e mudar o marco regulatório do pré-sal para dar mais lucro às petroleiras privadas. Basta uma pequena mudança no percentual de partilha do petróleo, representa bilhões a mais no bolso das petroleiras, e dinheiro a menos para os brasileiros. Coisa semelhante vale para Youssef.

Direito de resposta
É outra piada em termos de impunidade da bandidagem travestida de jornalistas. Dificilmente o judiciário concede. Quando concede, há tantos recursos que, quando publicada, já passou de hora. A maioria da população já não lembra bem do assunto e nem liga para a resposta.

O que Fábio Barbosa tem a dizer sobre especulação na Bolsa?
Curioso a revista sair na quinta-feira à noite, quando sai sempre às sextas. Assim ainda tá tempo de pegar um pregão da Bolsa de Valores antes da eleição.

Não faltará espertalhão espalhando o boato de que a notícia afetaria a eleição contra Dilma e a favor de Aécio, para outros idiotas saírem comprando de manhã. De tarde, começam os rumores sobre pesquisas e trackings confirmando o favoritismo de Dilma, e a bolsa volta a cair. Os idiotas que comprarem na alta perdem, e os espertalhões que sabem o que fazem, ganham.

O presidente do grupo Abril, Fábio Barbosa, já foi presidente do antigo Banco Real e sabe como o mercado de ações, índices e derivativos funciona.

Se esse movimento especulativo se confirmar na sexta (esta nota foi escrita antes do pregão), convém a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a Polícia Federal terem uma conversinha com o pessoal da Veja.

Só para lembrar:
Em 2006, na véspera da eleição, a Veja publicou uma matéria mentirosa, sem prova nenhuma, sobre Lula e outras autoridades ter contas no exterior. Os acusados fizeram questão de investigar e ficou provado que era mentira.

Em 2010 não sei quantas capas a Veja fez sobre a Casa Civil. Cadê o cara do "Caraca, que dinheiro é este?", contando a mirabolante estorinha de que abriu a gaveta e tinha R$ 200 mil em dinheiro distribuído. Passada a eleição, nunca mais a Veja tocou no assunto.

Leia também:
Tijolaço: Veja seria cômica, se não fosse criminosa
Muda Mais: Revista investe no terrorismo eleitoral, mas já perdeu toda a credibilidade.
#DesesperodaVeja se torna piada nas redes sociais
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/10/capa-da-veja-mentirosa-e-caso-de.html

No Ibope, Dilma abre 8 pontos de vantagem; rejeição a Aécio em 41%

24.10.2014
Do blog VI O MUNDO, 23.10.14

Captura de Tela 2014-10-23 às 18.20.35
Acima, a pesquisa do Ibope divulgada pelo Estadão; abaixo, a penúltima pesquisa Datafolha antes do segundo turno:
Captura de Tela 2014-10-23 às 18.19.31
Captura de Tela 2014-10-23 às 18.19.39
Da Redação 

A chave para domingo é a taxa de rejeição dos candidatos, considerando o número reduzido de eleitores indecisos (de 3 a 5%, sem considerar os que pretendem votar em branco ou nulo que podem mudar de opinião de última hora).

A taxa de rejeição de Aécio Neves, segundo o Datafolha, saltou de 34% para 41% em duas semanas.

A taxa de rejeição de Dilma Rousseff caiu de 43% para 37%. Ou seja, tudo indica que Dilma tem condições de capturar boa parte dos indecisos.

Considerem também que a taxa de “ótimo ou bom” na avaliação do governo subiu para 44%, a maior desde junho de 2013, também segundo o Datafolha.

A soma destes fatores coloca o candidato Aécio Neves numa situação difícil na antevéspera do segundo turno.

PS do Viomundo: Isso significa que o tucano vai jogar todas as fichas no debate da TV Globo.
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/ibope-dilma-abre-oito-pontos-de-vantagem-sobre-aecio-em-votos-validos.html

OS CRIMES DE AÉCIO: Diversos crimes rondam Aécio

24.10.2014
Do blog MEGACIDADANIA

Aécio é criminoso MEGA TV disponibiliza ao distinto público a íntegra do bate papo muito sério que teve com o policial de Minas Gerais Lucas Gomes Arcanjo.

VÍDEO 1
VÍDEO 2
VÍDEO 3
VÍDEO 4
VÍDEO 5

Parabéns Lucas e a partir de agora o assunto vai seguir em frente. A blogosfera e internautas saberão dar a máxima divulgação diante da gravidade de suas denúncias.

Obs.: solicitamos a quem puder auxiliar que, na medida do possível, consiga fazer a degravação (ou transcrição) da íntegra deste importante depoimento do policial Lucas Gomes Arcanjo, pois envolve diretamente o candidato Aécio Neves.
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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/diversos-crimes-rondam-aecio/

Contra o crime de Veja, PT vai ao TSE, MPE e STF

24.10.2014
Do portal BRASIL247

247 – O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou que o partido entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no Ministério Público Eleitoral (MPE) e no Supremo Tribunal Federal contra a revista Veja, depois da edição em que a publicação acusa a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de terem conhecimento do esquema de corrupção investigado na Petrobras.

"A capa da Veja mais parece uma peça eleitoral, uma matéria com um delegado fantasma e que depois é desmentida pelo próprio advogado (de Youssef). Nós não podemos tolerar que continue a ter tanta tentativa de interferência no processo eleitoral através de matérias caluniosas, mentirosas e totalmente sem fundamentos e sem fontes. Nós pedimos ao TSE direito de resposta, por se tratar de matéria inverídica, além de difamatória e caluniosa", disse Rui Falcão.

O dirigente petista disse, no entanto, que a representação não pede que a revista seja tirada de circulação. No TSE, o partido pediu direito de resposta no site da Veja e ainda que a revista seja impedida de veicular propaganda na TV, no rádio ou em outdoors, pois isso configuraria propaganda eleitoral negativa, na véspera do segundo da eleição.

O pedido no MPE é para apurar suposto abuso do veículo de comunicação com o objetivo de prejudicar a candidatura da presidente Dilma Rousseff e desequilibrar a disputa eleitoral. A legenda também abriu representação no STF por difamação contra o PT e ainda pediu à Procuradoria-Geral da República providências quanto ao vazamento do depoimento do doleiro Alberto Youssef, que teria feito as denúncias.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158192/Contra-o-crime-de-Veja-PT-vai-ao-TSE-MPE-e-STF.htm

Mídia internacional ironiza marcha pró-Aécio: "Só faltou champanhe"

24.10.2014
Do PRAGMATISMO POLÍTICO

The Economist chamou o protesto de “Revolução da Cashmere”, pela quantidade de socialites, roupas caras e iPhones vistos durante o ato em prol do candidato tucano; segundo a publicação, isso apenas reforça a imagem de que Aécio seria um verdadeiro representante da elite

ato pró aécio
Passeata pró-Aécio ganhou repercussão internacional (Pragmatismo Político)

A revista britânica The Economist publicou um texto ontem (23) sobre a mobilização de eleitores do presidenciável brasileiro Aécio Neves (PSDB). O evento ocorreu na noite de quarta-feira na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Mesmo tendo anunciado apoio ao candidato tucano, a publicação foi irônica e chamou a manifestação de “Revolução da Cashmere”, em referência à lã utilizada normalmente em roupas caras.

“Sujeitos de terno com camisas bem passadas e gravadas com suas iniciais, portando bandeiras de Aécio. Socialites bem vestidas, envoltas em elegantes cachecóis para afastar o frio fora de estação, entoando slogans contra o PT. Todos tirando selfies com caros iPhones”, dizia a matéria, que afirmou ter faltado apenas “taças de champanhe” no protesto.

A revista ressaltou que o ato foi uma cena sem precedentes na história das eleições, e não somente no Brasil, já que “barões dos negócios e financistas” não costumam ir às ruas para esse tipo de manifestação. Segundo o texto, a atitude e o perfil dos eleitores reforçariam ainda mais a imagem do candidato tucano de ser um “fantoche da elite rica”, como afirmam seus opositores.
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/10/midia-internacional-ironiza-marcha-pro-aecio-faltou-champanhe.html

Lula ao 247: "Veja é fábrica de mentiras e de ódio"

24.10.2014
Do portal BRASIL247



Poucas horas depois de tomar conhecimento da reportagem de capa da VEJA, Luiz Inácio Lula da Silva reagiu de forma indignada em entrevista ao 247:

— A Veja é a maior fábrica de mentiras do mundo. Assim como a Disney produz diversão para as crianças, a VEJA produz mentiras. Os brinquedos da Disney querem produzir sonhos. As mentiras da VEJA querem produzir ódio, disse ele, referindo-se a um elemento da química eleitoral que adquiriu uma presença importante na campanha de 2014.

 Poucos políticos brasileiros foram alvo de tamanha quantidade de reportagens negativas por parte da VEJA como Luiz Inácio Lula Silva. Reportagens erradas, bem entendido, que não debatiam suas ideias políticas, nem o PT, mas questionavam seu caráter e sua formação. Os dois episódios mais conhecidos ocorreram no ano de 2006, quando Lula disputava a reeleição — momento especialmente propício para desastres midiáticos, como se sabe.

Em maio a revista publicou a denúncia de que Lula e vários ministros possuíam contas secretas no exterior. Como aconteceu com a capa “Eles sabiam de tudo”, a revista não possuía informações confiáveis para sustentar o que dizia, admitia isso perante os leitores — mas não se furtou lançar acusações gravíssimas que, se fossem comprovadas, levariam a um impeachment do presidente. Mas era uma farsa grotesca, com dados que não combinavam, misturados num enredo mirabolante. O autor da apuração chegou a deixar claro a seus superiores que a história não batia, possuía várias contradições — mas ela foi publicada mesmo assim.

Em outubro daquele ano, às vésperas do pleito onde Lula disputou a reeleição, VEJA publicou “O Ronaldo de Lula,” onde sugeria que Fábio Luís, filho do presidente, havia feito fortuna atuando como lobista do governo do pai. Havia dados e números sobre os negócios de Fábio Luís mas nenhum episódio que provasse o que se insinuava.

No início do ano passado, Lula e Roberto Civita, o dono da editora Abril, foram vizinhos no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Lula seguia no tratamento contra o câncer na laringe, do qual se recuperou, enquanto Civita cuidava do aneurisma no abdômen, causa de sua morte. Informado da gravidade da doença do empresário, Lula decidiu lhe fazer uma visita de cortesia. Civita reagiu com surpresa à chegada do ex-presidente. Em determinado momento, Civita lembrou-se da matéria sobre Fábio Luíz e disse a Lula que lamentava terem feito aquela acusação sem provas. Lula tranquilizou Civita. Disse que não fora ali para discutir, mas para lhe desejar boa sorte. Poucos minutos depois, retirou-se.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158156/Lula-ao-247-Veja-%C3%A9-f%C3%A1brica-de-mentiras-e-de-%C3%B3dio.htm

Golpe eleitoral da VEJA: Às vésperas do 2º turno, fatos e fotos

24.10.2014
Do BLOG DO DIRCEU

A vitimização do candidato  tucano ao Planalto, Aécio Neves (PSDB-DEM-e outros), em seu programa eleitoral escondeu a realidade dura das ruas e das redes. Nas ruas simpatizantes e militantes que apoiam a presidenta Dilma, sejam ou não do PT, são hostilizados e muitos agredidos, como se viu em Uberaba (MG) no meio desta semana, em São Paulo ontem e em outros locais nestes últimos dias de campanha. Agridem verbalmente, chutam carros e rasgam os adesivos neles colocados.

As agressões tornaram-se tão corriqueiras que tiveram como contrapartida uma mobilização extraordinária de simpatizantes e militantes petistas e aliados que passaram a fazer campanha em grupos de dezenas e até centenas para evitar, e se for o caso, enfrentar as agressões.

Vamos refrescar a memória: a violência contra o PT e seus militantes foi estimulada, e até mesmo comemorada, durante as manifestações  de junho de 2013.

Ninguém pode esquecer que muitos articulistas, órgãos da imprensa e o próprio noticiário das emissoras de rádio e TV ou  aplaudiram a violência fascista contra petistas e simpatizantes ou se calaram num silêncio cúmplice.

Estimularam e até aplaudiram a violência contra o PT

Nas redes sociais está documentado o nível de baixaria contra nossa presidenta, contra o ex-presidente Lula e o PT. Todos sabemos que parte do que foi veiculado veio do setor profissionalizado da campanha tucana, o que estimulou parte da militância  pró-Aécio a partir para a baixaria pura e simples.

Mas, este nível de ataques e a generalização da oposição ao PT e ao governo Dilma na mídia teve um efeito imediato nunca esperado pelos nossos adversários. Simplesmente mobilizou não apenas nossa militância, mas também nossa base social-cidadã, que  foi para as redes e para as ruas do país de forma crescente até desembocar em grandes manifestações de apoio nesta semana, como as do bairro de Itaquera na Zona Leste paulistana, a do tradicional teatro TUCA da PUC-SP, as do Rio, e as do Recife-Salvador, no Nordeste, para citar algumas.

Várias personalidades e lideranças à esquerda do PT e centristas quando se deram conta da violência das  forças retrógradas e reacionárias mobilizadas pela campanha tucana juntaram-se a nós, passaram a apoiar a reeleição da presidenta Dilma e a se manifestar publicamente dando à nossa campanha e candidatura uma amplitude à esquerda e ao centro que, tudo indica, nos levará a vitória.

Faltam poucas horas, mas é preciso continuar nas ruas e fiscalizar

Está por poucos horas, dois dias para o 2º turno, mas a batalha ainda não terminou. É preciso continuar nas ruas e nas redes e  preparar a fiscalização para este domingo. Isso mesmo a fiscalização para o dia 26. E temos de estar precavidos, também, contra a onda de boatos típica de final de campanha e para as manipulações tão corriqueiras de nossa mídia – principalmente a televisiva – nestes dois dias que antecedem o pleito.

Vamos vencer a eleição presidencial pela 4ª vez. De novo graças a mobilização espontânea de nossa militância e base social e de um grande e abrangente grupo de cidadãos, eleitores, formadores de opinião que decidiram nos apoiar contra Aécio Neves e o atraso, contra a volta ao passado que eles representam e contra a violência que desataram na sociedade.

Não podemos e não haveremos de esquecer a dívida que temos com estes milhões de brasileiros que optaram pela candidatura à reeleição da presidenta Dilma para evitar a volta do tucanato e, principalmente, dos fantasmas e demônios mobilizados por eles durante a campanha. Haveremos de  fazer um 4º governo à altura da esperança e da confiança que tantos e tantos milhões de eleitores, cidadãos, brasileiros, depositaram na presidenta Dilma, no presidente Lula e no PT.
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Fonte: http://www.zedirceu.com.br/as-vesperas-do-2o-turno-fatos-e-fotos/

Golpe sujo contra o PT: O politicídio contra o PT

24.10.2014
Do portal da REVISTA CARTA MAIOR, 14.02.14
Por Saul Leblon 
 
O escritor e jornalista Bernardo Kucinski, autor do premiado 'K', enxerga uma mobilização em marcha para erradicar o PT da sociedade brasileira.

Arquivo A ideia de que só existe uma coisa a fazer em termos de política econômica– ‘a coisa certa’—é um daqueles  mantras com os quais o conservadorismo  elide as escolhas e conflitos inerentes à luta pelo desenvolvimento.

O ardil para desautorizar  a discussão do que importa –desenvolvimento para quem, desenvolvimento para o quê e desenvolvimento como?-- passa pela desqualificação moral do adversário.

A criminalização do agente contamina  sua agenda.

O escritor e jornalista Bernardo Kucinski –autor do premiado ‘K’, romance apontado como uma das grandes vozes do ciclo ditatorial brasileiro-- resgata o termo ‘politicídio’ para expressar o espanto com o que se passa no país.

Politicídio, grosso modo, é o extermínio de uma comunidade política.

Kucinski enxerga uma mobilização  em marcha  para exterminar o PT da sociedade brasileira, a começar pela sua presença no imaginário da população.

A aspiração  não é nova nas fileiras conservadoras. Em  2005, já se preconizava livrar  o país ‘ dessa raça pelos próximos trinta anos’.

Jorge Bornhausen, autor da frase, reúne credenciais  e determinação para  levar adiante seu intento. Hoje ele os exercita na articulação da campanha de Eduardo Campos e Marina Silva.

A verdadeira novidade  é a forma passiva como  um pedaço da própria intelectualidade progressista passou a reagir diante  dessa renovada determinação de exterminar o PT da vida política nacional.

Doze anos de presença do partido no aparelho de Estado, sem maioria no Congresso, por conta do estilhaçamento  intrínseco ao sistema político , explicam um pedaço do desencanto.

O ex-ministro Franklin Martins, em entrevista nesta página, resumiu  em uma frase  a raiz da desilusão: ‘o PT elege o presidente da República há três eleições e não elege 20% dos deputados federais (...) Se não se resolver isso, teremos uma crise permanente e o discurso de que o Brasil não tem mesmo jeito só se fortalecerá’.

Coube a Maria Inês Nassif, em coluna também  nesta página (leia: ‘Como um parlamentar adquire poder de chantagem?) debulhar o mecanismo através do qual o sistema de financiamento de campanha alimenta a chantagem do Congresso contra o Executivo e delega a  “pessoas com tão pouco senso público  credenciais para nomear ministros ou diretores de estatais”.

O politicídio contra o PT  faz o resto ao  descarregar nos erros do partido  –que não são poucos--  a tragédia da democracia brasileira.
 
Uma  inestimável contribuição à chacina foi providenciada pelas togas do STF ao sancionarem uma  leitura rasa, indigente, das distorções  implícitas à  construção de maiorias parlamentares na esfera federal.

Espetar  no coração do ex-ministro José Dirceu a indevida paternidade  --‘chefe de quadrilha’--  pela teia que  restringe a soberania do voto  é o ponto alto da asfixia do esclarecimento pelo  politicídio contra o PT.

O passo seguinte do roteiro conservador é estender a desqualificação do partido aos resultados do governo Dilma na economia.

A transfusão é indispensável  para emprestar  aromas de pertinência –‘fazer a coisa certa’--  ao lacto purga que o PSDB  tem para oferecer  às urnas de outubro: retomar aquilo que iniciou nos anos 90, o desmonte completo do Estado brasileiro.
A prostração de uma parte da intelectualidade progressista diante dessa manobra subtrai da sociedade uma de suas importantes sirenes de alerta quando a tempestade  congestiona o horizonte.

Por trás das ideias,  melhor dizendo, à frente delas, caminham os interesses.
Cortar a  ‘gastança’, por exemplo, é a marca-fantasia  que reveste a intenção de destroçar o pouco da capacidade de fazer política pública restaurada na última década.

Subjacente à panacéia  do contracionismo-expansionista (destruir o Estado para a abrir espaço ao crescimento privado) existe um peculato histórico.

É justamente ele que está na origem de boa parte dos impasses enfrentados pelo desenvolvimento brasileiro nos dias que correm.

O principal déficit do país  não é propriamente de natureza  fiscal, como querem os contracionistas, mas um  déficit de capacidade de coordenação do Estado sobre os mercados.

As empresas estatais, cujos projetos e orçamentos, permitiram durante décadas manter a taxa de investimento nacional acima dos 22%, em media, contra algo em torno de 18% atualmente, perderam o papel que desempenharam  até a crise da dívida externa nos anos 80, como ferramenta indutora da economia.

Nos anos 90, o governo do PSDB promoveu sua liquidação.

Sem elas não há política keynesiana capaz de tanger  o mercado a sair da morbidez rentista  para o campo aberto do investimento produtivo.

Sobretudo, não há estabilidade de horizonte econômico que garanta a continuidade dos investimentos  de longo prazo, aqueles que atravessam e modulam os picos de bonança e os ciclos de baixa.

O  que sobra são espasmos  e apelos bem intencionados, fornidos de concessões de crédito e renúncias fiscais, frequentemente respondidos de forma decepcionante por uma classe dominante que se comporta, toda ela, como capital estrangeiro dissociado do  país.

Não há contradição em se ter equilíbrio em gastos correntes e uma carteira pesada de investimentos públicos, como  faz a Petrobrás, que deve investir quase US$ 237 bilhões até 2017.

A cota de contribuição da estatal para mitigar as pressões inflacionárias decorrentes de choques externos  --vender gasolina e diesel 20% abaixo do preço importado—não a  impediu de fechar 2013 como a petroleira que mais investe no mundo: mais de US$ 40 bilhões/ano, o dobro da média mundial do setor, o que a tornou  campeã mundial no decisivo quesito da prospecção de novas reservas.

O conjunto explica o interesse conservador em destruir esse  incomodo paradigma de eficiência estatal, antes que ele faça do pré-sal uma alavanca industrializante  demolidora  das teses dos livres mercados.

À falta de novas Petrobras –elas não nascem em gabinetes, mas nas ruas--   a coerência macroeconômica do desenvolvimento  terá que ser buscada em um aprofundamento da democracia participativa no país.

A chegada do PT ao governo em plena era da supremacia das finanças desreguladas, deixou ao partido a tarefa de fazer da justiça social a nova fronteira da soberania no século XXI.

Essa compreensão renovada da âncora do desenvolvimento  orientou prioridades,  destinou crédito, criou demandas, gerou  aspirações e alimenta as expectativas de uma fatia da população que  compõe  53%  do mercado de consumo do país.

Ficou muito difícil  governar o Brasil em confronto com esse novo protagonista.

Daí o empenho em desqualificar seu criador.

E em desacreditar suas políticas e lideranças diante da criatura.

É o politicídio em marcha.

Se a construção de uma democracia  social for entendida pelo PT  –e pelos intelectuais progressistas que ora se dissociam de sua sorte--  como a derradeira chance de renovar o desenvolvimento  e a sociedade, ficará muito difícil para o  conservadorismo  levar a cabo o politicídio.

A menos que queira transformá-lo em um democídio: um governo contra toda a nação.
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/O-politicidio-contra-o-PT/30728