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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Judiciário cria bolha de proteção para separar Aécio de seu passado

21.10.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 19.10.14
Por  João Peres, da RBA 

Tucano teve quatro anos para atacar oponente sem ser incomodado. Mas, na hora em que se viu sob dificuldades, recebeu o apoio do TSE, que sob o manto da 'boa campanha' decidiu desequilibrar a disputa 

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Missão cumprida: Mendes abriu caminho a jurisprudência que garante pista livre a Aécio contra Dilma
É louvável a preocupação dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em ajudar a elevar o nível dos debates do segundo turno da eleição presidencial, notadamente baixo, estarrecedor, de causar tristeza. Ninguém pode se opor a uma tentativa de tornar respeitosa a troca de ideias entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).
Porém, há ao menos duas questões preocupantes na linha de raciocínio estabelecida na última quinta-feira (16) pelos ministros do TSE, ao deixar claro que não mais permitirão que os programas políticos no rádio e na televisão façam críticas ou denúncias ao adversário da vez. A primeira, elementar, é de que não se muda as regras do jogo com a bola rolando. Menos ainda quando nos aproximamos dos cinco minutos finais de um clássico acirrado.
A segunda, bem mais complexa e passível de debate, diz respeito àquilo que se almeja de uma disputa eleitoral. A população, sem dúvida, tem o direito de ouvir prioritariamente dos candidatos as propostas para o futuro do país. Mas tem, igualmente, o direito de saber o passado dos postulantes a qualquer cargo, uma vez que a trajetória de um político é fundamental para entender quais serão suas escolhas futuras.
Neste aspecto, observar o contexto em que o TSE decidiu mudar sua jurisprudência é salutar. Desde agosto Aécio Neves conta com pista livre pela frente para usar em seu programa denúncias contra a adversária e seu partido, o PT. Ao longo destes dois meses, dois meses e meio, chegou a se valer inclusive de ter como proposta central o “voto útil contra o PT”, o que, convenhamos, está longe de garantir a campanha propositiva que almejam os ministros da Corte Eleitoral. E pôde lançar mão, incontáveis vezes, de manchetes e áudios fornecidos por reportagens da mídia tradicional. No caso central de sua campanha anti-Dilma, na maior parte das oportunidades abasteceu-se dos dados fornecidos por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e criminoso confesso.
Ao chegar ao segundo turno, porém, o senador passou a ser alvo de críticas e denúncias pelo programa de Dilma. De lá para cá, indicam as pesquisas, viu crescer sua rejeição, muito com base em seu passado como governador de Minas Gerais. Maus resultados nos serviços públicos, desvio de finalidade de recursos na saúde, uso de recursos estaduais para financiar obras em propriedades de parentes e nepotismo são algumas das questões evocadas pela petista.
O caso que levou o TSE a lançar sobre a campanha o "manto do respeito" é particularmente curioso. A coligação Muda Brasil, encabeçada pelo PSDB, moveu ação para que Dilma fosse impedida de veicular trecho de sua propaganda que abordava a censura de Aécio aos meios de comunicação mineiros. Irritou particularmente o momento em que a ex-presidenta do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Eneida da Costa, afirma que o tucano perseguia profissionais de imprensa. “Tudo o que desagradava o governo Aécio era como no tempo da ditadura, era um telefonema e o repórter, o fotógrafo, o jornalista, em qualquer posto, estava ameaçado de perder o seu emprego”, diz.
Ainda mais curiosa é a origem da reclamação de que a Corte deveria ajudar a elevar o nível dos debates vetando críticas ácidas entre os candidatos. Gilmar Mendes, também ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi quem abriu voto divergente do relator do processo no TSE alegando que tem um papel institucional de garantir um novo parâmetro para a realização do horário eleitoral.
Mendes, famoso pela defesa de interesses conservadores. Mendes, o mesmo que recentemente recebeu telefonema de Fernando Henrique Cardoso minutos antes de votar o caso em que se pedia pela cassação da candidatura de José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal – recorde-se que em seguida se posicionou a favor da manutenção do cabeça de chapa do PR.
Entre os votos vencidos na sessão de quinta-feira, merece destaque o de Maria Thereza de Assis Moura:  “Estou de acordo que o tribunal deve fixar os parâmetros para que as campanhas tenham decoro”, disse. “Mas se nós estamos fixando esse parâmetro, qual é esse parâmetro? Não é possível o quê, para o outro candidato?  Não é possível falar mal? Ou então só será possível falar de programa de governo?”
Dúvidas que começaram a ser respondidas nos dois dias seguintes, com uma chuva de liminares favoráveis aos dois lados em disputa no segundo turno. Aécio foi proibido de seguir falando de denúncias feitas por meios de comunicação envolvendo a Petrobras, o que de imediato abarca quatro inserções no rádio e na TV.
Dilma não pode mais falar do aeroporto construído com dinheiro de Minas em terras de um tio de Aécio. O horário eleitoral “não pode ser desvirtuado para a realização de críticas destrutivas da imagem pessoal do candidato adversário, nem é justo que o ofendido tenha de utilizar o seu próprio tempo para se defender de ataques pessoais em prejuízo de um autêntico e benfazejo debate político”, argumentou o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto.
A decisão do TSE parece tomada de ideais de justiça ao contemplar ambos os lados. Mas, ainda que porventura algum ministro tenha tomado a decisão investido desta noção, o resultado é o desequilíbrio. Por um motivo tão visível quanto simples: Aécio conta 24 horas por dia com amplo apoio dos setores dominantes da imprensa. Além de ele e sua família serem proprietários e de emissoras de rádio e TV – prática vedada pela Constituição, diga-se de passagem –, é notória a ânsia da mídia tradicional, Globo à frente, de ver o PT derrotado.
Num país em que a audiência televisiva é altamente concentrada, e por consequência a capacidade de formação de opinião, o horário eleitoral acaba por cumprir a função de restituir, ou ao menos tentar, algum equilíbrio à difusão de informações. Se Dilma passou quatro anos sob ataque, às vezes com fundamento, às vezes não, ostentava agora dez minutos que lhe garantiam divulgar suas propostas sem a intermediação de um veículo que propositalmente "esquece" informações pelo caminho e, de quebra, divulgar dados sobre seu adversário deixados de lado por uma imprensa que há tempos esqueceu o interesse público para se portar como partido político.
Neste sentido, a decisão do TSE tem um efeito prático a favor de Aécio, que contará na última semana de uma eleição acirrada com uma campanha gratuita para a qual sua adversária terá dificuldades de apresentar contraponto, amarrada que estará pela legislação eleitoral. O caso Petrobras seguirá à tona, com ou sem citações diretas pela candidatura tucana. O do aeroporto de Cláudio, não, esquecido que ficará.
Se a alguém ainda couber ingenuidade sobre a parcialidade de nossa mídia tradicional, vale conferir os estudos feitos pelo Manchetômetro, grupo criado por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. A contabilidade de 2014, até o dia do primeiro turno, dava conta de 567 reportagens tratando de “escândalos” com participação de petistas, contra 187 em que apareciam quadros tucanos. Os dados da cobertura desta última semana são interessantes: no Jornal Nacional, Dilma recebeu 14 reportagens contrárias, 22 neutras e duas favoráveis. Aécio, uma contrária, uma favorável e oito neutras.
Sob o "manto do respeito", o que os ministros do TSE fizeram foi jogar sobre a campanha o manto da proteção. A Aécio, que ganhou uma bolha de proteção que o isola de seu passado.
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2014/10/judiciario-cria-bolha-de-protecao-para-separar-aecio-de-seu-passado-4719.html

POLICIAL CIVIL MINEIRO. LUCAS GOMES ARCANJO, ABRE O VERBO E DETONA AÉCIO. QUEM CONHECE NÃO VOTA EM AÉCIO

21.10.2014
Do canal do YOUTUBE
Por Elvis Rocha



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Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=YnC87brVUo8#t=161

HUMOR: Hitler descobre a verdade sobre Aécio Neves

21.10.2014
Do CANAL DO YOUTUBE, 09.07.2013
Por Ralf Smith


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Fonte:https://www.youtube.com/watch?v=kklG83uBpko

A MÍDIA É GOLPISTA E TUCANA: Dilma sob ataque midiático

21.10.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Guilherme Boulos, no site Outras Palavras:


A opinião pública, outrora mais comedida, aderiu de forma radical ao antipetismo. PT virou sinônimo de bandalheira e seus eleitores são ignorantes que parasitam em torno dos programas sociais. Opinião pública, já disse Millôr Fernandes, nada mais é do que aquilo que se publica.

Antes de tornar-se um discurso amplamente difundido – em especial no Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país – o antipetismo foi cuidadosamente fermentado por um grupo bem mais seleto, o daqueles que publicam. Os trinta Berlusconi brasileiros, na definição da organização europeia Repórteres Sem Fronteiras.

Agora que se apresentam chances reais de o PSDB retomar a presidência da República, o que era desgaste progressivo tornou-se massacre aberto. A guerra de baixa intensidade virou um bombardeio indiscriminado.

A página Manchetômetro realizou levantamento das notícias positivas e negativas aos candidatos nestas eleições. O resultado revela muito sobre a imparcialidade do jornalismo brasileiro. Dentre os três principais jornais impressos do país, as chamadas de capa positivas para Dilma foram quatro. Para Aécio Neves, 32. Já as negativas, foram 176 para Dilma e 31 para Aécio.

No principal telejornal do Brasil, o Jornal Nacional, da TV Globo, a cobertura com notícias favoráveis para Dilma foi de quatro minutos e catorze segundos. Para Aécio foi de nove minutos e 52 segundos. No caso das notícias desfavoráveis, para Dilma o tempo foi de 53 minutos e para Aécio foi de sete minutos e seis segundos.


Não estamos falando apenas de parcialidade. Este limite já foi ultrapassado. Trata-se de bombardeio midiático contra a candidata do PT. Bombardeio agora intensificado com denúncias seletivamente vazadas de um inquérito supostamente sigiloso sobre a corrupção na Petrobras.

Que houve e há corrupção na Petrobras parece certo. Que a imprensa tenha o papel de divulgá-la é algo inquestionável. Mas o mesmo critério deveria ser aplicado para o caso do aeroporto de Cláudio (MG) ou para o cartel fraudulento do metrô de São Paulo. Com o mesmo tempo, o mesmo tom acusatório e as mesmas proporções. Os números do Manchetômetro mostram outra coisa.

Mas, convenhamos, ao PT agora não adianta chorar. Teve doze anos para levantar o debate da democratização das comunicações no Brasil e não o fez. Faltou coragem e sobrou soberba. Acreditou que o pacto social era uma mágica que duraria para sempre. Tornou-se neste caso – como em muitos outros – vítima da sua falta de ousadia para mudanças estruturais.

O monopólio das comunicações no Brasil é escandaloso. O relatório dos Repórteres Sem Fronteiras, publicado no ano passado, apenas diz o que é sabido desde muito tempo acerca da propriedade dos meios de comunicação no país. “As características do mecanismo geral de funcionamento da mídia estorvam a livre circulação da informação e impedem o pluralismo. Dez grandes grupos econômicos, correspondentes a outras tantas famílias, dividem entre si o mercado da comunicação de massas”, constata o relatório. Estas famílias são os trinta Berlusconi brasileiros.

Qualquer tentativa de debater criticamente essa estrutura é tachada como censura, numa jogada desses grupos para manter seus privilégios. São grupos econômicos bastante lucrativos, inclusive por meio de contratos de publicidade oficial. E não sejamos ingênuos, seus controladores têm posição política e classe social. Liberdade de comunicação é precisamente o que essa estrutura monopolista impede. O poder de informar a sociedade não pode ser propriedade de trinta famílias.

Mas, se o PT sequer questionou essa estrutura de privilégios, por que tanto ódio ao petismo? Eis a questão. Algo leva a crer que seja pelos mesmos motivos que, mesmo com lucros recordes dos bancos, a Bolsa sobe quando Dilma cai.

A elite brasileira, nas finanças ou na mídia, não aceita concessões. Por menores que sejam. São intolerantes mesmo às mudanças de menor impacto e menos ofensivas a seus interesses. Resta algo do espírito da casa grande: ódio aos pobres, aos nordestinos, aos negros. Não suportam ascensão social, mesmo quando isso reforça sua posição no topo. Querem exclusividade no aeroporto, na universidade e no poder político.

E, não menos importante, querem Armínio Fraga como ministro da Fazenda. Compreensível. Fosse eu banqueiro ou magnata também iria querer.

Por isso encaram a derrota do PT como a sua vitória. E naturalmente, tendo os meios de comunicação nas mãos, conseguiram produzir um sentimento que abarca também os de baixo. A corrupção caiu como uma luva na massificação do argumento.

O massacre que estamos vendo e veremos até o dia 26 revela a adesão em bloco da elite à candidatura de Aécio e sua aposta na polarização. Se ganharem, poderão consolidar uma onda conservadora no Brasil e na América Latina. Se perderem, podem ter que pagar pelo exagero da dose, já que polarização não é algo que possa se desmontar com a mesma facilidade com que se cria.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/10/dilma-sob-ataque-midiatico.html

Candidato a presidente Aécio (PSDB) está na imprensa internacional como(amigo de ) traficante

21.10.2014
Do blog JÚNIOR PENTECOSTE

VERGONHOSO UM CANDIDATO A PRESIDENTE ESTAR NA IMPRENSA INTERNACIONAL, COMO TRAFICANTE...



Candidato aparece na imprensa internacional como traficante. Confira os links abaixo, todos os textos estão originalmente em seus idiomas.




Via: Facebook 


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Fonte:http://www.juniorpentecoste.com.br/2014/10/candidato-presidente-aecio-psdb-esta-na.html

Aécio mente e engana os brasileiros ao culpar Dilma por falta de água em São Paulo

21.10.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 

Estado é governado pelo PSDB há 24 anos

O governador de São Paulo  Geraldo Alckmin(PSDB), sabia há anos atrás. que os paulistanos poderiam ficar sem água. Estão. Vários alertas foram dados, mas o governador  escondeu de todos, só está deixando os jornais publicarem agora, depois de ter sido reeleito.A imprensa que apoia Aécio e o  governador tucano, são os culpados pela falta de água em SP. Dilma, não



Mas o candidato candidato Aécio Neves (PSDB),sem nenhuma responsabilidade com a verdade e aproveitando-se da eleição, quer votos na base da mentira. Aécio, já encontrou culpado para o descaso  do governador tucano Geraldo Alckmin com os paulistanos:Dilma.

 Na imprensa e nas Redes Sociais, o candidato encontrou um jeito de enganar  desavisados sobre a seca em São Paulo.Culpa a presidente Dilma, num estado governado há 24 anos pelo PSDB.

 Para Aécio, "falta de parceria entre governo e União agravou crise da água em SP" . A  afirma~]ao é patética e demagógica.  E mais, quando o candidato   Aécio Neves, usar  esse tipo de discurso mentiroso, ele está apostando que todos  somos burros e vamos acreditar em mais uma mentira que ele conta. Esse é jeito do PSDB de governar.  Sempre jogando a culpa da  incompetência absoluta, para os outros, Nunca assumem nada.


Convido vocês para ler entrevista  que a da relatora das Nações Unidas para a questão da água, a portuguesa Catarina de Albuquerque, 44,  deu no mês de agosto em que afirma que a grave crise hídrica em São Paulo é de responsabilidade do governo do Estado. "E não sou a única a achar isso."

Ela visitou o Brasil em dezembro de 2013, a convite do governo federal.

De volta ao país, ela falou com a Folha na semana passada em Campinas, após participar de um debate sobre a crise da água em São Paulo

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) nega que faltem investimentos e atribui a crise à falta de chuvas nos últimos meses, que classifica como "excepcional" e "inimaginável".

A seguir, trechos da entrevista à Folha.

No caso de São Paulo, acha que faltou ao governo do Estado adotar medidas e fazer os investimentos necessários?

Acho que sim, e não sou a única. Já falei com vários especialistas aqui no Brasil que dizem exatamente isso. Admito que uma parte da gravidade poderia não ser previsível, mas a seca, em si, era. Tinha de ter combatido as perdas de água. É inconcebível que estejam quase em 40% [média do país].

Os lucros da Sabesp hoje são distribuídos aos acionistas. Como a senhora avalia isso diante da crise hídrica?

A legislação brasileira determina que uma empresa pública distribua parte do lucro aos acionistas. Mas uma coisa é uma empresa pública que faz parafusos, outra é uma que fornece água, que é um direito humano. As regras deveriam ser diferentes.

O marco normativo dos direitos humanos determina que sejam investidos todos os recursos disponíveis na realização do direito.

No caso de a empresa pública prestar um serviço que equivale a um direito humano, deveria haver maior limitação na distribuição dos lucros aos acionistas.

Em São Paulo, pela perspectiva dos direitos humanos, os recursos deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do sistema e o acesso de todos a esse direito.

A partir do momento em que parte desses recursos são enviados a acionistas, não estamos cumprindo as normas dos direitos humanos e, potencialmente, estamos face a uma violação desse direito.

Seria o caso de se decretar estado de calamidade pública?

A obrigação é garantir água em quantidade suficiente e de qualidade a todos. Como se chega lá são os governantes que devem saber.

A senhora sobrevoou o sistema Cantareira e disse ter visto muitas piscinas no caminho. O que achou disso?

A situação é grave. Isso foi algo que me saltou à vista.

Quando aterrissei no Egito para uma missão, tendo ciência da falta de água que existe no país, vi nas zonas ricas do Cairo uma série de casas com piscinas e pessoas lavando carros. Quem tem dinheiro e poder não sente falta de água.

O que talvez seja um pouco diferente na situação de São Paulo é que, pela proporção que a crise tomou, ela poderá atingir pessoas que tradicionalmente não sofrem limitação no uso da água -e isso é interessante.

Que efeito isso pode ter?

Pode levar a uma mudança de mentalidade, a uma pressão por parte de formadores de opinião no Estado de São Paulo para que haja melhor planejamento e uma gestão sustentável da água.

Quando os únicos que sofrem com a falta de água são pobres, pessoas que não têm voz na sociedade, as coisas não mudam.

Quando as pessoas que são ameaçadas com a falta de água são as com poder, com dinheiro, com influência, aí as coisas podem mudar, porque eles começam a sentir na pele. Pode ser uma chance para melhorar a situação. As crises são oportunidades.

E ai Aécio?
 

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/10/aecio-mente-e-engana-os-brasileiros-ao.html

AÉCIO, UM TUCANO MENTIROSO:"AÉCIO PERDEU A BATALHA DA VERDADE", AFIRMA COLUNISTA DA FOLHA DE S.PAULO

21.10.2014
Do portal BRASIL247, 20.10.14
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157531/Melo-A%C3%A9cio-perdeu-a-batalha-da-verdade.htm

Rodrigo Lopes: Quando Tancredo governava Minas, Aécio tinha carteira de policial como “secretário particular” do avô

21.10.2014
Do blog VI O MUNDO
Por  Rodrigo Lopes, especial para o Viomundo

aecio neves

Sem nunca ter tido formação policial, o senador e candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), já teve e utilizou carteira da polícia mineira para dar a famosa “carteirada”.

Aécio aproveitou da influencia do clã familiar para obter a carteira de polícia de número 8428, emitida em 19 de abril de 1983 pela Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais (SSP-MG), que assegurava ao seu portador poderes de polícia.

A carteira foi obtida por Aécio quando ele tinha 23 anos, na mesma época em que seu avô, Tancredo Neves, governava o Estado de Minas Gerais.

Cópia do documento publicada neste blog encontra-se arquivada na sede do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon).

Para requerer o seu registro profissional de economista junto ao Corecon, Aécio optou por utilizar a carteira policial em vez da carteira de identidade oficial.

Aécio exerceu o cargo de secretário de gabinete parlamentar da Câmara dos Deputados dos 17 aos 21 anos, entre 1977 e 1981.

No mesmo ano em que “deixou” a Câmara, começou a trabalhar na campanha para o governo de Minas Gerais com o avô. Em 1983, foi nomeado secretário particular de Tancredo Neves.

PS do Viomundo: Aécio admitiu que morava no Rio quando exerceu o cargo de assessor parlamentar em Brasília. Além de neto de Tancredo, ele é filho do falecido deputado federal Aécio Ferreira da Cunha, que serviu à Arena, o partido de sustentação da ditadura militar. Aos 25 anos de idade, depois da morte de Tancredo, Aécio foi indicado diretor da Caixa Econômica Federal pelo então ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, primo dele. Era o governo Sarney, do qual Aécio também obteve concessão pública de uma emissora de rádio em Minas Gerais.

Leia também:


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/rodrigo-lopes-quando-tancredo-governava-minas-aecio-tinha-carteira-de-policial-como-secretario-particular-avo.html

VAMOS CONTINUAR PEDINDO VOTO E DERROTAR ESTA DIREITA ANTI-POVO: Dilma pode derrotar Aécio com votação igual à de 2010

21.10.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
Fim da tarde de segunda-feira. Vou com a filha buscar o genro no Aeroporto de Guarulhos. Uma hora e quarenta para rodar trinta e poucos quilômetros. Uma tortura.
Conseguimos pegar a Airton Senna de volta para São Paulo por volta das 21 horas.
Durante o congestionamento, busco no celular notícias sobre o Datafolha.
Dilma 52, Aécio 48.
Solto um PQP que assusta filha e genro.
No caminho, recebo ligação de importante personagem da campanha de Dilma:
Ele — Liguei para cumprimentá-lo pelas pesquisas.
Eu — Achei que não ia dar, apesar de que ninguém ganhou nada, ainda.
Ele – Claro, não ganhamos nada. Mas viramos na hora certa.
Eu – É mesmo?
Ele – Sim. Agora vai por inércia. Além de faltar pouco tempo, os ataques acabaram. O TSE não deixa mais. Quem atacou, atacou; quem não atacou, não ataca mais.
Eu – Entraram na reta final em vantagem, certo?
Ele – Isso. Vantagem significativa. Estamos comemorando. Muito. Liguei para agradecer.
Eu – Eu é que agradecerei, se livrarem o país do PSDB.
O carro volta para casa no piloto automático. O inconsciente dirige em meu lugar. O jovem casal puxa conversa comigo, mas permaneço monossilábico, pensando.
Aqueles números ficavam rondando a mente: 48 e 52, 48 e 52, 48 e 52…
Ao mesmo tempo que fico repetindo os números pró Dilma do Datafolha, penso na razão para a campanha dela estar tão eufórica.
Estou quase chegando em casa quando a luz se faz.
Os números de Dilma e do adversário tucano da vez estão extremamente próximos dos da eleição de 2010, entre ela e Serra.
Em 31 de outubro de 2010 Dilma Rousseff obteve 55.752.529 votos, ou 56,05% dos votos válidos; José Serra obteve 43.711.388 votos, ou 43,95% dos votos válidos.
Voltemos às recém-divulgadas pesquisas CNT/MDA, Datafolha ou Vox Populi. Todas mostram trajetória ascendente de Dilma. Continuará esse movimento de subida?
A tendência é a de que continue. A virada é muito consistente. Mostra uma onda (modesta) como a de 2010, na reta final do segundo turno.
Assim como em 2010, na virada para o segundo turno houve desânimo petista e euforia tucana. Mas no segundo turno, com apenas duas opções, o país resiste a trocar o certo pelo duvidoso.
Agora, o mais importante da reflexão: pela margem de erro do Datafolha, por exemplo, Dilma tem entre 54% e 50% dos votos válidos e Aécio, entre 46% e 50%.
No topo da margem de erro, Dilma está a 2 pontos percentuais de repetir a votação de 2010. Teria hoje 54% contra 46% de Aécio.
Se estiver ocorrendo um movimento de ascensão da campanha petista, ganhar mais dois pontos será moleza.
Até porque, os 6% de indecisos que restam pertencem às camadas mais pobres da sociedade, que tendem sempre a votar no PT.
Claro que é cedo para comemorar, pois a vantagem de Dilma é numérica e percentualmente pequena. Todavia, a virada soa razoavelmente clara.
A esta altura, denota que cada vez mais gente vai refletindo que o risco de trocar tudo o que tem hoje pelas promessas vagas de Aécio é um risco que não vale a pena correr.
Temos que entender que ninguém está penando hoje no Brasil. Muito pelo contrário. Salários continuam subindo, desemprego continua caindo, inflação está controlada e o crescimento começa a ser retomado.
E Aécio, o que promete? Garantiu que, se eleito, não haverá piora da situação das pessoas? Não garantiu. Pelo contrário, falou em “medidas impopulares”.
Dilma, não. Garantiu que, com ela, não haverá arrocho salarial, choque fiscal, monetário ou aumento do desemprego. É o que as pessoas querem ouvir
E convenhamos: se a conta de Luz, que caiu quase 30%, vier a subir 10%, 20%, não chegará a ser uma catástrofe.
E a gasolina não sobe faz muito tempo. O brasileiro gasta menos com combustível hoje do que há um ano. Um reajuste, dadas as condições atuais das pessoas, não assusta ninguém.
Veja a ironia, leitor: tanto trabalho que a direita teve com protestos, terrorismo econômico, bombardeio midiático sobre corrupção e pode conseguir, apenas, o mesmo que há 4 anos.
Como diria Shakespeare, “muito barulho por nada”
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/dilma-pode-derrotar-aecio-com-votacao-igual-a-de-2010/

GOLPISTAS DA MÍDIA QUEREM GOLPEAR DILMA:Neto de João Goulart revela que imprensa prepara golpe contra Dilma

21.10.2014
Do portal VERMELHO, 13.10.14

Nós sabemos que parte da imprensa brasileira está engajada na campanha de oposição ao governo Dilma. Sabemos que a supervalorização dos problemas do governo e a transformação do Aécio em salvador da pátria faz parte dessa estratégia para elegê-lo.


João Goulart e Dilma Roussef

Mas o Brasil é gato escaldado, já vimos isso antes, e a postura da imprensa foi uma das responsáveis por que mergulhou o país nas trevas por 21 anos, quando a direita se apropriou e aparelhou o governo brasileiro excluíndo a maioria da população da definição dos destinos do país.

Isso foi lembrado no domingo (12) pelo neto de um dos protagonistas dessa história, o presidente João Goulart, deposto por uma articulação entre a grande mídia, governo estadunidense e quadros da direita brasileira. Seu neto, João Alexandre Goulart, postou em seu facebook:


12/10/2014

Tenho ouvido recomendações de amigos próximos amigos estes que votam em Aécio, que não me pronuncie a respeito, que eu vote em quem eu quiser mas que fique calado.

Jamais me calarei! Na vida deve-se tomar posições! A minha agora virou missão!! Eleger Dilma 13!

Quando falo que esta em marcha um golpe midiático para derrubar Dilma, algo parecido quando o Ipes agiu para derrubar meu avô o presidente Joaão Goulart em 64, falo com preocupação.

Preocupação ao neoliberalismo que fará de tudo para manipular e distorcer informações. O mesmo neoliberalismo que no governo FHC tapou com seus bilhões investidos os furos dos bancos quebrados. Bancos estes que jamais estiveram ao lado do governo. Isso eles podem!! E ainda se atrevem a chamar o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” ou seja: dar bilhões para bancos falidos pode, ajudar no combate a fome quem vive na pobreza não pode!!

Vejam vocês que tudo isso é tão contraditório que ainda hoje ouvi um depoimento atrevido de Aécio dizendo que: vão aprimorar o Bolsa Família! Mas o que acontece com essa gente? O que eles entendem de bolsa família?

Finalmente deixo para reflexão estas questões reafirmando que sim eles estão muito preparados para dar um “Golpe branco” em Dilma, seja agora mesmo ou após as eleições.

Mais uma prova desse golpe midiático deixo aqui com vocês para análise. Mais uma prova do que esta gente é capaz!
 
Com informações da portal Muda Mais
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Fonte:http://www.vermelho.org.br/noticia/251308-1

NEOLIBERALISMO: Um filme para você entender o ‘futuro’ que Aécio te propõe

21.10.2014
Do blog MARIAFRÔ, 16.10.14
Por Maria Frô

Um filme para você entender o ‘futuro’ que Aécio te propõe


O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.
Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.
Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”
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Fonte:http://www.revistaforum.com.br/mariafro/2014/10/16/um-filme-para-voce-entender-o-futuro-que-aecio-te-propoe/

PSDB RECEBEU PROPINAS DA PETROBRAS: DELATOR DA PETROBRAS DIZ QUE PSDB RECEBEU MAIS PROPINAS QUE TODOS

21.10.2014
Do Twitter de 


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Fonte:https://twitter.com/Roberto_Pollo

VERDADES QUE A MÍDIA ANTI-POVO, DO PSDB, NÃO DIVULGA: Nos 11 anos do Bolsa Família, 11 verdades sobre o programa que mudou o Brasil

21.10.2014
Do blog MUDA MAIS

Dia 20 de outubro, o Programa Bolsa Família faz 11 anos. São 11 anos que revolucionaram a sociedade brasileira com um programa social de transferência de renda que se tornou referência para o mundo, e ajudou a retirar da pobreza 36 milhões de brasileiros. Nesse aniversário do Bolsa Família, listamos 11 verdades sobre o programa que mudou o Brasil. Confira:
1. A cada dois meses, o Bolsa Família de Lula e Dilma faz mais que FHC em 8 anos: R$ 4,2 bilhões foi o valor gasto nos programas de transferência de renda em seus dois mandatos. Isto é menos do que a Dilma investe em dois meses no Bolsa Família. (valores atualizados)
2. Hoje, 17 milhões de alunos têm a frequência escolar acompanhada graças ao Bolsa Família. Se a criança não tem a frequência mínima, a família é notificada e acompanhada pela Assistência Social e se não voltar a ter a frequência normal, a família tem seu beneficio suspenso. Isso para garantir que a criança volte para a escola, que é seu direito. Na era FHC, o Bolsa Escola não tinha nenhum mecanismo de controle e acompanhamento da frequência escolar.
3. Graças ao casamento do Bolsa Família e o Programa Saúde da Família, as crianças de 0 a 6 anos tem sua saúde acompanhada e vacinação em dia. Esta parceria foi responsável pela redução de 58% da mortalidade infantil causada pela desnutrição e por 46% da mortalidade infantil causada por diarreia.
4. A cada R$ 1,00 gasto no Bolsa Família, R$ 1,78 voltam para a economia. É o efeito multiplicador do investimento no Bolsa Família.
5. O Bolsa Família, a politica de valorização do Salário Mínimo e o aumento do emprego são listados pelas Nações Unidas/FAO como os principais elementos que elevaram a renda dos mais pobres e com isso tiraram o Brasil do Mapa da Fome do Mundo. Hoje temos menos de 1,7% da população em situação de insegurança alimentar.
6. Hoje, 36 milhões de brasileiros vivem fora da extrema pobreza por causa do Bolsa Família. Outros 1, 7 milhão saíram do Bolsa Família voluntariamente.
7. A ação Brasil Carinhoso fez com que 8,1 milhões de crianças saíssem da extrema pobreza no Governo Dilma. Por estarem protegidas pelo Bolsa Família, as crianças de 0 a 4 anos tem mais acesso à creche e já são 581 mil crianças pobres que conseguiram vagas.
8. Ao contrário do que insistem em afirmar os preconceituosos, os beneficiários adultos do Bolsa Família são economicamente ativos. 75% estão no mercado de trabalho, e apesar de trabalharem, continuam pobres, pois não tiveram acesso a oportunidades a escolarização.
Eles aproveitam todas as portas abertas pelo governo, como por exemplo no PRONATEC., pois querem melhorar de vida.1,3 milhão de pessoas com baixa renda já fizeram cursos técnicos. Outras 400 mil pessoas se tornaram Micro Empreendedores Individuais, ou seja, se formalizaram e alcançam autonomia.
9. O Bolsa Família se tornou uma grande porta para oportunidades. Estando no Cadastro Único, os beneficiários tem acesso a mais de 20 programas sociais do governo federal, como: cisternas, Minha Casa, Minha Vida, Assistência Social, Tarifa Social de Energia, Crescer, Microcrédito Produtivo Orientado.
10. No Bolsa Família há um benefício monetário que apoia especificamente a gestante, desde que ela compareça regularmente à consulta pré-natal. Graças ao Bolsa Gestante mais de 60% fizeram a primeira consulta pré-natal antes da 12ª semana, reduzindo o risco de mortalidade neonatal e materna.
11. As crianças do Bolsa Família comem melhor e tem acompanhamento de saúde, por isto, pesquisas demonstram que elas estão superando a desnutrição crônica detectada pelo déficit de altura. Ao comparar dois grupos de crianças de 5 anos em 2008 e 2012, verificou-se que as crianças do Bolsa Família estão quase 1 cm maior. A altura das meninas passou de 107,2 para 107,9 e a dos meninos de 107,9 para 108,6 cm.
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Fonte:http://mudamais.com/node/4759