sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A FACE OCULTA DOS TUCANOS: O que os tucanos querem esconder de você!

10.10.2014
Do blog MUDA MAIS



“Deputado conta que votou pela reeleição por R$ 200 mil”, estampou a capa da Folha de S.Paulo em 13 de maio de 1997, denunciando a compra de votos que permitiu a reeleição de Fernando Henrique Cardoso. Sabe o que aconteceu? Nada. Nenhuma apuração. Para FHC, isso era tema menor.
Em 2007 foi a vez de o mensalão tucano vir a público. Trata-se de denúncia sobre esquema que financiou irregularmente a campanha de reeleição do então governador de Minas, Eduardo Azeredo, líder próximo a Aécio que governou MG de 94 a 98. Agosto de 2013: para obter contrato nas obras do metrô de São Paulo, uma empresa francesa pagou propina a vários políticos do estado, há 20 anos governado por tucanos.
No mês passado, Clésio Andrade, vice de Aécio Neves em seu primeiro governo no estado de Minas Gerais, foi denunciado por desvio de verbas. E em todos esses casos,nada foi feito. Enquanto os tucanos varrem tudo para baixo do tapete, Dilma defende que tudo seja apurado. Custe o que custar.
E sabe como a impunidade cresce com os tucanos? Pelo silêncio. Basta ver como funciona em Minas, sob o governo do PSDB. Jornalistas que criticaram o governo de Aécio foram perseguidos, censurados e demitidos. Dois documentários mostram a situação daqueles que criticaram o governo de Aécio em Minas: “Liberdade, essa palavra
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”, de Marcelo Baeta, e “Mordaça no Brasil (Gagged in Brazil)
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”, da norte-americana Current TV, que quase foi censurado.

Na internet Aécio também não quer que falem mal de seu governo: enquanto o Brasil avança com o Marco Civil, ele pede que tirem do ar links de redes sociais e do Google sobre ele . Aécio também tentou censurar 66 perfis do twitter que ele considera opositores à sua candidatura. Respeito à liberdade de imprensa e expressão não é o forte do candidato tucano. 
Pois é, mas não adiantou: quem sentiu o governo Aécio na pele sabe o que é melhor para o país. Aécio perdeu para Dilma no seu estado, no dia 5 de outubro, e seu candidato a governador perdeu no primeiro turno para Fernando Pimentel, do PT. Quem conhece os descaminhos do governo tucano em Minas, vota PT. Vota Dilma 13!
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Fonte:http://mudamais.com/divulgue-verdade/o-que-os-tucanos-querem-esconder-de-voce

DELAÇÃO ENCOMENDADA:Quem responde pelos vazamentos da delação premiada?

10.10.2014
Do portal JORNAL GGN
LUIS NASSIF ON LINE
Por Pereira LF

Quem manda no gato que caça o rato?  No caso da Policia Federal, tenho certeza de que é o Ministro da Justiça. Já no caso da 13ª Vara Criminal de Curitiba, chefiada pelo Juiz Sergio Moro, como não sou do ramo, tenho cá minhas dúvidas. Seria o STJ? Ou o CNJ? Bem, essa desinformação não prejudica a minha perplexidade em relação aos vazamentos seletivos do inquérito envolvendo o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
O Ministério da Justiça é um órgão mais voltado à segurança pública, tanto que já foi ocupado por nulidades jurídicas como Iris Rezende, Renan Calheiros e agora é comandado pelo ex-Promotor e ex-Vereador paulista, Dr. Jose Eduardo Martins Cardozo.  Pra não dizer que não falei das flores, lembro do Ministro Paulo Brossard.
Onde estava o Ministro da Justiça quando delegados da alta cúpula da PF vazaram informações da tal denuncia premiada? Alguém foi punido, perdeu status, cargo?
Agora a 13ª Vara Criminal de Curitiba permite filmagens em suas dependências e a divulgação do áudio de trechos  de depoimentos (secretos, sigilosos) de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef. E vai ficar por isso mesmo ou o Poder Judiciário vai subir nos tamancos e rodar a baiana?
O ex-diretor da Petrobras já mostrou sua índole, mas pelo histórico do ex-operador do escândalo Banestado podemos esperar novas agruras para membros do PT, PMDB e PP (por enquanto). Paciência! Vai demorar. Quem sabe o nó se desate apos o julgamento do mensalão mineiro. Imaginem uma vitória tucana. É possivel que reconduzam Joaquim Barbosa ao STF e aí o bicho vai pegar.
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Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/quem-responde-pelos-vazamentos-da-delacao-premiada

VOTE EM DILMA 13 CONTRA O ATRASO DO PSDB:Contra o retrocesso, "tô com Dilma"

10.10.2014
Do BLOG DO MIRO,10.10.14

Por Iago Montalvão, no site União da Juventude Socialista (UJS):

O resultado do 1° turno das eleições de 2014 foram, em geral, um retrocesso para as forças progressistas a nível nacional. Ainda que tenhamos conquistado vitórias regionais, como a derrota do tradicionalismo e conservadorismo do PSDB em Minas Gerais com uma frente popular, que agora sob o comando de Pimentel (PT) governará esse estado; na Bahia com Rui Costa (PT) caminham também as forças populares para a superação do Carlismo; e a grande vitória dos comunistas no Maranhão com Flávio Dino (PCdoB), um primeiro passo importante e fundamental para enfraquecer e extinguir o domínio da oligarquia dos Sarney nesse estado.

Apesar de podermos comemorar esses avanços, vemos emergir em uma das mais conservadoras composições que nosso Congresso Nacional já teve nas últimas décadas. Somado ao fato de que nos estados que são os principais centros políticos do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, os parlamentares mais votados têm de alguma maneira ligação com grupos conservadores, fundamentalistas ou ligados à grande imprensa, são exemplos: Russomano (PRB-SP), Bolsonaro (PP-RJ), Marco Feliciano (PSC-SP) e Lasier Martins (PDT-RJ).

Se com esse cenário já fica claro o desafio e os enfrentamentos que teremos nos próximos quatro anos no legislativo à nível federal, mais uma disputa, mais urgente, nos é apresentada, quando com cerca de 34% dos votos válidos o candidato Aécio Neves (PSDB), que já era considerado “peixe morto” pela imprensa que já apostava mais em uma nova polarização entre Dilma (PT) e Marina (PSB), ressurge para, em clara relação e diálogo com essa nova formatação do legislativo, ameaçar o caminho de mudanças, que com tantas dificuldades, conseguimos engatar no Brasil com os governos progressistas da última década.

Essa conjuntura coloca no centro das prioridades da militância compromissada com os avanços das conquistas sociais em nosso país, a reeleição da Presidenta Dilma. Mas sinaliza e clarifica especialmente uma disputa entre projetos distintos de concepção política, e que deve ser enfrentado com seriedade. Levando em conta que Aécio Neves está sob os véus das forças reacionárias que tomarão maiores dimensões nessa nova gestão, fica claro que seu projeto político estará intrinsecamente ligado às vontades e projetos políticos desses grupos.

Em outras palavras: esse segundo turno, e a possibilidade de uma eventual vitória do tucano, coloca em jogo não só a continuidade dos avanços das forças progressistas que vem construindo o governo Dilma, mas pode colocar em evidência um retrocesso ainda maior ao reproduzir nas políticas públicas a hegemonia de valores atrasados e liberais, que deverão ser elencados sobretudo por propostas como a redução da maioridade penal, a valorização das privatizações e do mercado financeiro em detrimento do arrocho salarial e da diminuição de direitos dos trabalhadores. Quanto ao controle estatal sobre direitos individuais não há dúvida sob o que pode nos esperar!

O papel da militância da esquerda é reconhecer nesse momento além da importância da vitória de Dilma para o futuro que nos espera, é estar atenta à polarização ideológica que tem se acirrado no país, cujas eleições tem se tornado palco para o aprofundamento desse debate. Logo, é preciso saber utilizar dessa oportunidade para reforçar nossas convicções de que um projeto que nos posicione em possibilidade de avançar ainda mais nas mudanças, precisa ser protagonizado pela esquerda, com mudanças ainda mais radicais e estruturais, para que possamos, assim, superar a constante ameaça da direita raivosa e conservadora que não se cansa em tentar combater os avanços conquistados pelo povo, para que consigamos finalmente superar também todos os séculos de atraso e estagnação de nosso país e de opressão ao nosso povo, mesmo que essa não seja uma tarefa fácil e menos ainda imediata.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/10/contra-o-retrocesso-to-com-dilma.html

NETA DE MIGUEL ARRAES APOIA DILMA E CRITICA GUINADA À DIREITA DO PSB

10.10.2014
Do BLOG DO SARAIVA

JOGARAM FORA O "S" DE SOCIALISMO 

PSB perde rumo e enterra princípios, diz neta de Arraes

Marília Arraes disse que os dirigentes esqueceram o “S” do PSB é de Socialismo
10/10/2014 Por Agência PT

Marília Arraes (PSB) conta que escutou seu avô criticar debandadas de grupos de esquerda para a direita, como agora está acontecendo com o PSB. “A meu ver, o PSB está perdendo o rumo e enterrando os seus princípios. Escutei Miguel Arraes se referir, algumas vezes, a situações parecidas como “o caminho da perdição”.

Prima de Eduardo Campos, a vereadora em Recife era contra o lançamento de Eduardo à Presidência da República e apoiou as candidaturas do PT no Estado. Na última quarta-feira (8), quando o PSB decidiu apoiar a candidatura do tucano Aécio Neves. Marília subiu o tom das criticas e afirmou que dirigentes querem transformar o “S” da sigla, em apenas uma letra. O “S” em questão, significa: Socialismo.

Marília questionou como uma legenda de esquerda, que teve entre seus quadros Antonio Houaiss, João Mangabeira e Miguel Arraes, pode se unir ao PSDB. Para ela, o partido de Aécio é ligado aos interesses conservadores da parcela mais privilegiada da população: “como é possível aliar-se a um partido de direita, que sempre combatemos e que não representa em nada os nossos ideais progressistas e socialistas? Como é possível ignorar todos os avanços sociais do projeto político conduzido por Lula e por Dilma?”

No mês de Julho, Marília Arraes declarou apoio a reeleição da presidenta Dilma. A pessebista já vinha em atrito com seu primo, por conta do rumo que o PSB estava tomando antes mesmo das eleições, quando impôs o seu secretário Paulo Câmara (PSB), como candidato ao governo.

A “Nova Política” também foi alvo de Marília durante as eleições, por achar um conceito que leva ao descomprometimento. “Acredito que em política a gente tem que ter lado”, dizia ela durante o primeiro turno.

Por Marcos Paulo Lima, da Agência PT de Notícias
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Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/10/neta-de-miguel-arraes-apoia-dilma-e.html

REVISTA ÉPOCA MANIPULA PESQUISAS PARA AJUDAR O PSDB: Campanha de Dilma vai à Justiça contra pesquisa que Época esquentou

10.10.2014
Do blog VI O MUNDO
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Foi a revista Época, das Organizações Globo, que “esquentou” a pesquisa do Instituto Veritá, repercutida pelo site 247. A pesquisa foi parar no programa eleitoral de Aécio Neves

Lula aponta novo cerco da mídia em pesquisas fraudulentas e denúncias sem provas
10/10/2014 14:06

Do Correio do Brasil, dica do Gilberto de Souza, no Facebook
Por Redação — de Brasília e São Paulo

A campanha da presidenta Dilma Rousseff à reeleição constatou, nesta sexta-feira, que está em marcha uma série de ações coordenadas para iludir o eleitor com a falsa ideia de que o adversário tucano, Aécio Neves, estaria na dianteira nesta corrida pela vitória no segundo turno das eleições.

O primeiro passo – segundo uma ação judicial impetrada nesta sexta-feira junto à Justiça Eleitoral pela direção petista, com o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – consistiu na divulgação das pesquisas de dois institutos, Paraná e Veritá, ambos paranaenses, com resultados completamente “fora da realidade”, segundo a direção do PT.

O material produzido por estas empresas foi amplamente utilizado no programa eleitoral de Aécio Neves, na noite passada. A atual presidenta, de posse desses dados, passou a questionar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o valor dessas pesquisas.

Publicado pela revista Época, o estudo feito pelo Instituto Paraná foi o primeiro a ser divulgado e mostra o candidato tucano oito pontos à frente de Dilma. Aécio registra 54% das intenções de voto contra 46% da atual presidenta. Nesta pesquisa, 2.080 eleitores teriam respondido ao questionário em 152 municípios. A empresa não definiu, com precisão, a área geográfica coberta por este levantamento.

Na ação junto à Justiça Eleitoral, os advogados da candidata petista ainda não inseriram a pesquisa do Instituto Veritá, que mostrou uma vantagem ainda maior entre os concorrentes. 
O levantamento coloca Aécio com 54,8% dos votos válidos contra 45,2% de Dilma, uma diferença de 9,6 pontos percentuais. A aferição foi realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, com 5.165 eleitores de todo o país, avalisa o Instituto Veritá.

A petição, protocolada nesta manhã pela coligação petista, é dirigida contra o instituto de pesquisa, e não contra a revista Época, de propriedade das Organizações Globo. A ação movida pelo PT busca acesso à metodologia e à abrangência do estudo, pedindo mais informações ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados do Instituto Paraná.

Na noite passada, as primeiras pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha sobre o segundo turno mostraram um cenário bem diferente. Os dois levantamentos colocam Neves numericamente à frente de Dilma, mas empatado tecnicamente. O tucano com 46% das intenções, contra 44% da petista, com uma margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos. Considerando apenas os votos válidos – excluindo votos em branco e nulos – o senador mineiro fica com 51% dos votos, ante 49% da atual presidente, o que também representa um empate técnico entre eles.

Diferenças abissais

Mesmo nas pesquisas de empresas conhecidas, como o caso dos dois maiores institutos do país, os dados aparecem com níveis de discrepância alarmantes. A direção de campanha da candidata petista tem conhecimento que o número de eleitores da oposição é maior Sul e no Sudeste, mas a diferença entre Dilma e Aécio Neves, quando comparados os resultados das pesquisas Ibope e Datafolha, divulgadas nesta quinta-feira, sugerem panoramas completamente diferentes. No Sul, Dilma teria 41% segundo o Datafolha e 33% de acordo com o Ibope. Já os pontos de Aécio são 50% segundo o Datafolha e 61% conforme apuração do Ibope. A comparação apresenta, nos Estados do sul, uma diferença pró Neves de 28 pontos pelo Ibope e de nove pontos pelo Datafolha.

No Sudeste, Dilma registra 34% da preferência do eleitorado, com base no Datafolha, quatro pontos a menos do que os 38% divulgados pelo Ibope. Neves aparece com 55% no Datafolha e 48% no Ibope. A diferença em favor do senador mineiro é, então, de 10 pontos pelo Ibope e de 21 pontos de acordo com o Datafolha. As diferenças, nas regiões Sul e Sudeste, chegam a ser superiores a 200% entre Dilma e Aécio quando se trata do Ibope. 

No Nordeste, não é notada tal discrepância e, nas regiões Norte e Centro-Oeste, a comparação não pode ser feita da mesma forma, uma vez que o Ibope aglutina os dados das duas regiões.

O Ibope entrevistou no total 3.010 eleitores para a realização da pesquisa, enquanto o Datafolha entrevistou 2.879, números relativamente próximos para resultados tão díspares. 

Os levantamentos apontaram ontem empate técnico entre Aécio, que registrou 46%, e Dilma, que teve 44%. Institutos de pesquisa foram alvo de fortes críticas no primeiro turno das eleições, devido a erros alarmantes em vários Estados.

Cerco da mídia

Além dos estranhos arranjos nas pesquisas eleitorais, estes resultados ganham projeção nacional nas asas da mídia conservadora. Donos de uma máquina de informação que cobre toda a extensão territorial, os principais jornais e TVs do país, simpáticos à eleição de Aécio Neves, reverberam os resultados das pesquisas, favoráveis ao político tucano, e amplificam as denúncias contidas em imagens e áudios vazados do depoimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, contra os partidos da base aliada à atual mandatária.

As notícias, assim chegam às redes sociais, aos blogs, sites de notícias, portais e outros noticiários televisivos. Das manchetes dos principais jornais do país aos programas eleitorais da oposição é um pulo.

Beneficiados pela delação premiada, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef precisam apresentar, na Justiça, provas definitivas do que afirmam, ou afirmar apenas aquilo de que têm provas para garantir. Ainda assim, em segredo de Justiça, para não interferir, como ocorre no momento, na corrida eleitoral ora em curso. Em sentido oposto ao que prevê a legislação eleitoral e o bom senso jornalístico, reproduz-se à larga as denúncias sobre partidos, ministros, diretores da Petrobras e 13 empresas, entre elas as maiores empreiteiras do país, assim como ao tesoureiro do PT, João Vaccari. A acusação principal é a de que o PT recolhia 3% do valor dos contratos da Petrobras em propinas.

Sem nenhuma prova apresentada, as denúncias seguem adiante no período eleitoral sem que qualquer pronunciamento da Justiça, que parece facilitar o vazamento da delação premiada, seja adotado no sentido de resgatar a equidade do processo eleitoral. As consequências políticas das denúncias, portanto, foram plenamente alcançadas, com o PT outra vez imerso em um novo escândalo de corrupção, em uma situação de desvantagem para o candidato do PSDB, ainda que em pesquisas eleitorais questionáveis, com margens de erro elásticas, e sem tempo hábil para esboçar uma reação. Ao longo de 12 anos no poder, porém, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma alimentaram esta estrutura midiática ligada às forças da direita com bilhões de reais em publicidade estatal.

‘De saco cheio’

Lula, na véspera, pediu à militância do PT que não deixe as denúncias de corrupção afetarem o moral da campanha. Em um discurso de campanha, no Estado de São Paulo, o ex-presidente referia-se ao vazamento dos áudios referentes aos depoimentos de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef detalhando um suposto esquema de corrupção na estatal.

– Toda eleição é a mesma história. Eles começam a levantar denúncias e, com denúncias, não precisam provar nada, só insinuar. Acusação de corrupção não pode abaixar cabeça de petista. Toda eleição é a mesma coisa, já estou de saco cheio – protestou, durante ato na quadra do Sindicato dos Bancários, no Centro de São Paulo.

Lula também comentou declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, que afirmou que os eleitores do PT são menos informados. As declarações de Fernando Henrique foram contestadas no primeiro programa da presidenta Dilma.

– É cultura deles, não é pensamento só do Fernando Henrique. O que eles não sabem é que quem não vota neles não é burro… O que esse povo não gosta é que pobre agora anda de cabeça erguida. Votar na Dilma é botar fim no preconceito da elite. Não é a Dilma que quer ser candidata a presidente, nós que precisamos dela para não haver retrocesso. O que deixa eles mais nervosos é que fizemos mais pela educação em 12 anos do que eles em 100 – pontuou Lula.

O ex-presidente acrescentou que os ideais neoliberais tucanos quebraram o país três vezes e estão apenas “travestidas de nova”.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/campanha-de-dilma-vai-justica-contra-pesquisa-que-epoca-divulgou.html

Marajá fantasma? Aos 17 anos, Aécio já tinha cargo em Brasília, mas morava no Rio.

10.10.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 

A biografia oficial de Aécio Neves na Câmara dos Deputados registra forte indício de que ele foi funcionário fantasma da casa no período de 1977 a 1981.

Eis a prova:


http://www2.camara.leg.br/a-camara/conheca/historia/Ex_presidentesCD_Republica/aecio.html


- Aécio nasceu em março de 1960;

- Foi secretário de Gabinete Parlamentar na Câmara dos Deputados, no período de 1977 a 1981 (o "prodígio" conseguiu o "emprego" com 17 anos);

Detalhe: neste período seu pai era Deputado Federal pela ARENA, o partido da ditadura.

O problema é que neste período ele estava estudando, bem longe de Brasília, no Rio de Janeiro, conforme reportagem da revista época:


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR81182-6009,00.html
- Estudou o último ano do ensino médio (idade em torno de 17 anos) no Rio de Janeiro. Segundo outras fontes, foi no colégio particular da elite carioca, São Vicente de Paula;

- depois estudou engenharia durante 3 anos na PUC do Rio de Janeiro, onde viveu dos 11 aos 22 anos;

- aos 22 anos (1982/1983), voltou para Belo Horizonte, para se formar em Economia pela PUC mineira e virar assessor do avô. Formou-se em 1984.

Com estas informações, constata-se que era impossível Aécio bater o ponto na Câmara Federal em Brasília e estudar no Rio de Janeiro ao mesmo tempo, no período de 1977 até 1981.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/10/maraja-fantasma-aos-17-anos-aecio-ja.html

Dez motivos para não voltar ao passado ou os estragos do governo tucano

10.10.2014
Do blog MUDA MAIS

Nos anos 90 e início dos anos 2000, o governo federal estava nas mãos do PSDB do então presidente Fernando Henrique Cardoso. As manchetes de jornal da época deixam claro que os brasileiros viveram momentos muito críticos, principalmente após a reeleição. Juros realmente altos, desemprego elevado e estatais com os dias contados são apenas algumas das consequências da política  de Aécio Neves e de seus seguidores. Listamos 10 fatos que revelam a situação pela qual o país passou nos 8 anos de governo tucano e evidenciam que os tempos do PSDB não podem voltar.
1º) Salário mínimo bem no mínimo
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. Logo se vê a que escola Fraga pertence. Em setembro de 1999, o governo do PSDB  anunciou que o salário mínimo não iria repor as perdas com a inflação, muito menos compensá-las. Mais, de 1998 para 1999 o reajuste foi de R$ 6,00: saiu de R$ 13,000 para R$ 136,00.Reparem que, na mesma página do jornal em que se fala sobre o novo mínimo a partir do ano 2000, há mais um texto revelador, que aponta como o governo tucano deixou de investir no social.

2º) Desemprego
Manchete da Folha de São Paulo de 29 de maio de 2002 dá a dimensão da situação do Brasil quando o presidente Lula assumiu. Hoje a imprensa critica a desaceleração na criação de vagas de trabalho, apesar do cenário de pleno emprego. Mas veja o que a Folha trazia em suas páginas, em 2002, que o “Brasil é o segundo do mundo em desemprego”. Na sequência: País tem 11,454 milhões sem emprego e perde só para a Índia, com 41 milhões; há 20 anos, Brasil estava em 9º.
3º) Juros Elevados
Eis aqui outro capítulo que não queremos que volte à história brasileira. O homem forte de Aécio Neves, o mesmo Armínio Fraga que reclamou do alto salário mínimo, tomou uma importante medida em seu primeiro dia como presidente do Banco Central do PSDB. “Fraga assume e eleva juros para 45%”. Agora você entende por que a bronca com os juros no governo de Dilma, com a Selic em 11%?
4º) Prefeitos Escorraçados
O candidato Aécio Neves gosta de propagar que, nos governos de Dilma e Lula, prefeito fica implorando. Mas a verdade é que nos últimos 12 anos,  a articulação entre governo federal e governos municipais vem avançando, e muito. Em 1998, prefeitos de diversos municípios do país resolveram baixar em Brasília para um tete-a-tete com FHC. Foram recepcionados pela tropa de choque da Polícia Militar, Exército com fuzis e cães. “Está parecendo que somos marginais. Temos de dar a resposta para eles nas urnas”, disse o representante de Cajuru (SP), Benedito Marques do Souza Filho, destaca a reportagem. Essa foi a primeira marcha dos prefeitos
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5º) Aposentados agredidos
Para aprovar a reforma da Previdência que instituiu o Fator Previdenciário, o então presidente Fernando Henrique Cardoso fez um discurso que qualquer trabalhador ou aposentado em 1998 jamais esquecerá: "Fiz a reforma da Previdência para que aqueles que se locupletam da Previdência não se locupletem mais, não se aposentem com menos de 50 anos, não sejam vagabundos em um país de pobres e miseráveis", disse FHC. FHC humilhou os mais de 100 milhões de trabalhadores aposentados do Brasil: os tucanos não entendem que aposentadoria é direito, não privilégio. 
6º) Enfraquecimento real da Petrobras
As manchetes da época de FHC traziam a situação de enfraquecimento da estatal, derivada da política do PSDB para com a Petrobras. O objetivo era vulnerabilizar a empresa perante a opinião pública e assim ficar mais fácil de seguir com o plano de privatizá-la. Observe os recortes acima: eles retratam o momento em que FHC quebrou o monopólio na exploração do petróleo pela Petrobras e o que poderia vir a seguir, ou seja,sua privatização, nas palavras do então diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), David Zylbersztajn. Mais, durante as discussões no Congresso Nacional, em 1997, sobre a regulamentação da quebra de monopólio da estatal, veja o que disse o então deputado Aécio Neves: “O setor energético brasileiro está aberto, investimentos virão, novas parcerias aqui serão feitas. Não desconheço que as mudanças podem continuar avançando, e pode ser, inclusive, que chegue o momento de discutirmos a própria privatização da Petrobrás, mas não será agora”.
7º) O Brasil de cabeça baixa
É importante insistir nessa tecla, pois hoje andamos de cabeça erguida e somos respeitados como cidadãos. Com PSDB no governo, não só tirávamos o sapato em visitas diplomáticas (Celso Lafer se submeteu ao constrangimento de tirar o sapato 3 vezes em viagem nos EUA), como também assistíamos o representante do país levar bronca pública do então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.
8º) FMI mandando aqui
Com certeza, a imagem de Teresa Ter-Minassian, ex-chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) no Brasil ou do vice-diretor do fundo, Stanley Fischer, negociando empréstimos com o presidente FHC ou com o ministro da Fazenda
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,  é o tipo de cena que não queremos ver  nunca mais. Para cumprir as metas estabelecidas pelo FMI valia de tudo, menos pensar no povo., especialmente nos que mais precisam  Veja o texto da Folha em 1º de setembro de 1999: “Imposto maior garante Orçamento”. Logo eles, que falam tanto de corte de impostos e ajuste fiscal, precisavam elevar os tributos para atender às exigências do organismo internacional.

9º) Estado mínimo
Em setembro de 1996 a manchete era nada animadora, principalmente para os servidores de 22 estatais, entre elas o Departamento de Estradas e Rodagens (DER), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Valec Engenharia e Construção Ferroviárias e o Departamento Nacional de  Obras contra a Seca (DNOCS): “Governo negocia extinção de 22 estatais”. 
10º) Apagão
Hoje podem até minimizar, mas o fato é que entre 2001 e 2002, o Brasil viveu momentos difíceis em função do apagão elétrico. As manchetes falavam em aumento do desemprego, racionamento em diversos municípios, reajuste da conta de luz para o consumidor que não economizava energia etc. A justificativa para aquele terrível momento de nossa história era de que as empresas de energia privatizadas não haviam feito os investimentos que o governo federal esperava. Agora, tem gente que defendeu as mesmas empresas, quando estas foram obrigadas a reduzir o custo de energia ao consumidor doméstico e industrial, por resolução da presidenta Dilma Rousseff.
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Fonte:http://mudamais.com/divulgue-verdade/dez-motivos-para-nao-voltar-ao-passado-ou-os-estragos-do-governo-tucano

PT repudia denúncias 'sem prova' de Paulo Roberto Costa

10.10.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 09.10.14
Por Redação RBA

Partido 'desmente a totalidade das ilações' de que teria recebido repasses financeiros de contratos com a Petrobras e 'estranha a repetição de vazamentos de depoimentos no Judiciário' 

Rui FalcãoSão Paulo – O Partido dos Trabalhadores divulgou nota oficial no final da tarde de hoje (9) assinada pelo presidente nacional, Rui Falcão, em que “repudia com veemência e indignação” as denúncias de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, à Justiça Federal. Costa foi diretor da Gaspetro de maio de 1997 a dezembro de 2000, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
“O PT desmente a totalidade das ilações de que o partido teria recebido repasses financeiros originados de contratos com a Petrobras. Todas as doações para o Partido dos Trabalhadores seguem as normas legais e são registradas na Justiça Eleitoral”, diz a nota.
O partido afirma que “estranha a repetição de vazamentos de depoimentos no Judiciário” e que as acusações não são sustentadas por provas. “Lamentamos que estejam sendo valorizadas as palavras do investigado, em detrimento de qualquer indício ou evidência comprovada.”
A Direção Nacional do PT diz ainda que estuda a adoção de medidas judiciais cabíveis no caso.
Em entrevista coletiva ontem, Rui Falcão rebateu as acusações. “Não podemos levar para casa que somos os corruptos e que eles são os pudicos. Em matéria de corrupção os tucanos são recordistas”, disse.
Os ataques e denúncias ao partido se repetem em 2014 como às vésperas de eleições anteriores. Em 2010, três semanas antes do primeiro turno, quando a eleição de Dilma Rousseff era iminente, denúncias que ocuparam manchetes de todos os jornais e os noticiários televisivos colocaram Israel Guerra, filho da então ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, como envolvido em um suposto esquema de tráfico de influência. As denúncias ajudaram a levar a eleição para o segundo turno.
Em 2012, a Justiça Federal de Brasília arquivou o inquérito que apurava o suposto tráfico de influência na Casa Civil durante a gestão de Erenice. A notícia foi discretamente veiculada na imprensa.
Também em nota divulgada hoje, a Secretaria Nacional de Finanças do PT informou que o secretário João Vaccari Neto “nunca tratou sobre contribuições financeiras do partido, ou de qualquer outro assunto, com o Sr. Paulo Roberto Costa”.
De acordo com o texto, “o depoimento prestado por ele à Justiça está carregado de afirmações distorcidas e mentirosas”. “Essas acusações, difundidas insistentemente por meio de notícias na imprensa, sem possibilidade de acesso de nossos advogados aos depoimentos, impedem o direito ao exercício constitucional da ampla defesa.”
Segundo a secretaria, o secretário nacional de Finanças, João Vaccari Neto, vai processar civil e criminalmente os responsáveis pelas acusações.
Paulo Roberto Costa afirmou, entre outras acusações, que o PT ficava com até 3% do valor dos contratos da Petrobras.
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/10/pt-repudia-denuncias-sem-prova-581.html

DESESPERO DA DIREITA GOLPISTA: O golpe da delação encomendada

10.10.2014
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário
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Aos poucos, o golpe vai sendo desmontado.

Tomara que a tempo de evitar que a mídia imponha seu marionete ao povo brasileiro.

Teresa Cruvinel, colunista do Brasil 247, já observou a sincronia entre as delações combinadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff e o segundo turno presidencial.
O Conselheiro Nacional do Ministério Público, Luiz Moreira, denunciou o absurdo de termos uma delação premiada de dois bandidos, sem apresentação de nenhuma prova, influenciando o processo eleitoral.

Há cerca de um mês, um site de notícias divulgou que a advogada usada para convencer Paulo Roberto Costa a fazer a “delação encomendada”, Beatriz Catta Preta, seria prima de José Mauro Catta Preta, nomeado desembargador pelo governo do PSDB em Minas Gerais.

Não consegui confirmar essa informação. Pelo que pesquisei, Beatriz Catta Preta pertence a uma firma de advogados de São Paulo, e a firma fundada pelo desembargador José Mauro é de Belo Horizonte.

Os dois escritórios se chamam Catta Preta.

De qualquer forma, há um cheiro fortíssimo de armação no ar. Há algumas semanas, o Globo noticiou que Paulo Roberto Costa tinha se decidido fazer a delação premiada antes do mesmo se decidir.

O Globo decidiu por ele.

Na época, eu até escrevi um post sobre o assunto, intitulado: Globo atirou no “basso”.
Agora entendi. O Globo usou a velha tática da pressão. Criou um “fait accompli” e conseguiu convencer Costa a entrar no jogo.

Tudo que a mídia precisava era de um grande factóide, mesmo sem provas, para bater bumbo num segundo turno, quando o tempo é curto para desconstruirmos suas mentiras.

Dias depois, o próprio Costa afirmava que não havia nada decidido, e sua nova advogada, Beatriz Catta Preta, que já havia feito operações similares no passado, sempre acusando o PT, afirmou à mídia que Costa tinha “forte resistência à delação”.

Nesta data, uma matéria assinada por Fausto Macedo, um dos últimos jornalistas dignos, do Estadão, lembrava que “dez em dez advogados eram contra a ferramenta de delação premiada. Beatriz não.”

Por que os advogados são tão unânimes contra a delação premiada?

Não seria porque eles sabem que é uma ferramenta que apenas estimula a mentira, a pilantragem, a farsa?

A troco de que o Estado deveria acusar inúmeras pessoas e instituições com base apenas nas acusações de um bandido desesperado?

O que dizer de uma delação premiada feita às vésperas de um segundo turno de uma eleição presidencial no Brasil?

O que dizer de uma delação cujo teor a Justiça se recusou a dar à presidência da república, à CPI, mas vazou para a Veja e para a Globo?

O que dizer de uma imprensa que usa as falas de dois bandidos para compor infográficos e manchetes garrafais, na primeira página, tentando influenciar as eleições?
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/10/10/o-golpe-da-delacao-encomendada/#sthash.QjupXH0C.dpuf