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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O Ministério dos Banqueiros: sobre a tese da independência do Banco Central

03.10.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 09.09.14

Por que é tão preocupante para a democracia quando um candidato à Presidência da República vem a público defender a independência do Banco Central?

aecio neves arminio fraga marina silva neca setubal
Aécio Neves e Armínio Fraga. Marina Silva e Neca Setúbal. Ambos defendem, em seus programas de governo, a autonomia do Banco Central do Brasil (Edição: Pragmatismo Político)
Há poucos meses escrevi um artigo para o Pragmatismo Político sobre a chamada “Independência do Banco Central”, tese defendida pela escola econômica neoclássica e pelo sistema financeiro (o qual financia seus porta-vozes na candidatura presidencial). Muitos economistas e jornalistas econômicos novamente estão investindo tinta (ou espaço em seus HDs) para discutir o tema. No entanto, assim como em meu artigo anterior, muito se foca no econômico. Por isto, agora levantarei algumas questões explicitamente políticas.
Ano passado, o cientista político da University of Washington, Christopher Adolph, publicou um livro pela Cambridge Press intitulado de “Bankers, Bureaucrats, and Central Bank Politics”, ainda não editado no Brasil, onde trata justamente sobre a influência das carreiras dos policymakers (os formuladores de política econômica) da área monetária de uma série de países desenvolvidos (nas Américas, na Europa e na Ásia) no comportamento final dos Bancos Centrais (BC).
Segundo o autor, muitos destes diretores ou presidentes são recrutados no próprio Sistema Financeiro. Além disto, o destino pós-mandato acaba por ser, novamente, estes grandes bancos. Esta “origem” e “destino” acabam por gerar incentivos para que estes policymakers “agradem” seus futuros patrões, cortejando um bom emprego para depois da sua passagem pelo Banco Central. Apesar de não necessariamente ser um caso de corrupção, a carreira de cada um destes economistas é influenciada por esta oportunidade única, segundo o autor. Para Adolph, isto não acontece apenas para os casos de Bancos Centrais, dando exemplos do Tesouro, como Robert Rubin, que em 1993 saiu do Goldman Sachs para assumir o Tesouro e posteriormente, em 1999, foi para o Citibank, dentre outros exemplos. No mínimo suspeito, não acham?
O Brasil não foge a regra, como mostra reportagem feita ainda em 2004 pelos jornalistas da Folha de São Paulo, Fernando Rodrigues e Leonardo Souza, a porta giratória também funciona para o nosso caso. Segundo eles, “quatro dos oito integrantes do Copom de 1999 [período pesquisado pelos jornalistas] já deixaram o BC e trabalham no mercado financeiro. Entre eles está Armínio Fraga [hoje principal nome ligado a assuntos econômicos na campanha de Aécio Neves], que presidia a instituição. Abriu sua própria gestora de recursos e também ocupa cadeira no Conselho de Administração do Unibanco, presidido pelo ex-ministro da Fazenda Pedro Malan”. Os jornalistas também dão exemplo de outros então diretores do Banco Central do Brasil e de membros do Banco do Brasil e do BNDES, organizações que também possuem cofres cobiçados pelos banqueiros e empresários.


Como resultado de uma pesquisa feita por mim e mais dois professores do Programa de Pós-graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Paraná, Adriano Codato e Renato Perissinotto, a qual será publicada em breve, há também a constatação desde domínio dos grandes bancos e economistas ortodoxos na formulação de nossa política monetária. Estes também vêm do Sistema Financeiro brasileiro e americano, para ocupar tais cargos.
Por isto é preocupante no sentido democrático quando um candidato a Presidente da República vem a público e defende que dará independência ou autonomia a estes funcionários (no sentido literal da palavra) do Sistema Financeiro. Não é de se estranhar que estes grandes financiadores de campanha depois venham cobrar a conta dos patrocínios milionários dados aos seus partidos políticos. Ou mesmo que, como no caso de Marina Silva, estes representantes estejam formulando seu programa, no caso da Neca Setúbal. Mas a promessa de institucionalização desta autonomia ou independência já chega a acusar uma dominação destes banqueiros fora do comum.
Na prática, a proposta de Independência do Banco Central acaba sendo a independência do povo e a dependência do sistema financeiro – que realmente domina (pessoalmente) estas instituições de grande importância nas economias modernas. Creio que já podemos chamá-la, inclusive, de o Ministério dos Banqueiros.
*Eric Gil é economista do Instituto Latino-americano de Estudos Socioeconômicos (ILAESE) formado pela Universidade Federal da Paraíba, mestrando no Programa de Pós-graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Paraná; escreve quinzenalmente para Pragmatismo Político
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/09/ministerio-banqueiros-independencia-banco-central.html

AECIOPORTO: Luciana Genro reage à deselegância de Aécio no debate da Globo

03.10.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

Em um dos únicos momentos em que foi contrariado no debate, quando foram mencionados o seu envolvimento em casos de corrupção e o aeroporto, Aécio perdeu a linha, esticou o dedo para Luciana Genro, foi repreendido e depois recolheu

aécio neves luciana genro debate globo
Aécio Neves se exalta com Luciana Genro ao falar de corrupção e é repreendido pela candidata do Psol (Reprodução/DCM)
Paulo Nogueira, DCM
Foi brilhante a reação de Luciana Genro a uma deselegância de Aécio no debate da Rede Globoquando ela o questionou sobre o aeroporto que ele mandou construir em terras da família com dinheiro público.
Desnorteado, sem encontrar palavras que expliquem o aeroporto, ele esticou o dedo para Luciana Genro. Imediatamente ela ordenou que ele baixasse o dedo.
E ele baixou, depois da bofetada moral que levou.
Logo no começo, ela aproveitou para falar o que pensava da Globo em plena Globo. Não poderia perder a oportunidade, e não perdeu.
Luciana Genro disse também certas verdades inconvenientes a Marina, e arrancou dela uma declaração vital. Num tributo involuntário a Luciana Genro, Marina disse que seu programa é parecido com o dela, Luciana, e não com o de Aécio.
Luciana Genro foi aguda, também, ao perguntar a Dilma o que pensa da taxação das grandes fortunas. É uma pena que Dilma não tenha respondido. No encontro com blogueiros, diante de outro ponto vital para o avanço da sociedade, a regulação da mídia, ela respondeu com firmeza e clareza.
Foi ainda Luciana Genro quem trouxe a criminalização da homofobia para o centro do debate nacional ao perguntar, no debate anterior, a Levy Fidelix o que pensava do assunto.
Disse e repito: Luciana Genro não vai ganhar, e nem passará para o segundo turno.
Mas, e isto ninguém lhe tira, ela dinamizou o debate político nestas semanas de campanha com sua verve, com sua inteligência, com sua coragem e com sua sinceridade. A expressão “nova política” acabou se tornando uma piada, no decorrer das últimas semanas.
Mas, se alguém emergiu desta campanha com ideias que merecem ser chamadas de novas, é essa gaúcha ousada e intrépida que, cachos ao vento, capturou o Zeitgeist, o espírito do tempo – aquele sentimento que comandou as Jornadas de Junho, nas quais a voz rouca das ruas disse não à política que está aí.
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/10/luciana-genro-reage-deselegancia-de-aecio-debate-da-globo.html

Globo ainda não pagou tudo o que deve à Receita

03.10.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Amaury, sempre ele: Globo teve que pagar um R$ 1 bilhão. Mas, não é tudo.

O Conversa Afiada reproduz do Viomundo importante informação do autor de A Privataria Tucana:

NA INTRANET, RECEITA DIZ QUE GLOBO RECOLHEU R$ 1 BI EM DÍVIDAS

por Amaury Ribeiro Jr. + fonte que acessou a intranet e nos mandou o texto seguinte


Os dois anexos a esta mensagem correspondem a uma mesma notícia publicada na INTRANET da Receita Federal.


O arquivo 1* é a notícia como foi divulgada no dia 26/09 (sexta). O arquivo 2** é a notícia retificada pela assessoria de imprensa da RFB no dia 29/09 (segunda).


Trata-se de um recolhimento À VISTA de R$1.082.282.733,00 feito pela Globo no dia 22/08/2014.


Refere-se a dívidas (na maioria de autuações da empresa nos últimos anos).


A Lei 12.996/2014 concedeu um perdão total de multas sobre os valores originais para quem pagasse à vista (trata-se de uma benesse vergonhosa e triste porque estimula a sonegação no longo prazo, mas não é esse o motivo da mensagem).


A retificação é decorrente das questões relacionadas ao sigilo fiscal e as consequências que isso pode causar.


A INTRANET é uma rede interna de acesso dos servidores da RFB e nela são publicadas notícias de interesse da instituição que circulam em diversos veículos de comunicação e matérias produzidas regionalmente pela assessoria de comunicação (o caso desta matéria).



PS do Viomundo: O repórter investigativo Amaury Ribeiro Jr. confirmou, junto a fontes na Receita Federal, que o recolhimento se refere parcialmente à multa que a TV Globo recebeu na compra dos direitos de transmissão das Copas de 2002 e 2006. Porém, segundo Amaury, ainda existem outras pendências em aberto.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/03/globo-ainda-nao-pagou-tudo-o-que-deve-a-receita/

O adeus de Marina no debate da Globo

03.10.2014
Do BLOG DO MIRO, 
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:


O debate de ontem, na Globo, não mediu menos idéias do que comportamentos.

Infelizmente, o povo brasileiro está submetido à ditadura da mediocridade, porque quem o assistiu não ficou sabendo coisa alguma sobre o rumo que este país deve ter e terá.

É irônico, aliás, que ele tenha começado com a já enfadonha questão sexista, com as “cascas” que se quis tirar por conta do energúmeno Levy Fidélix, um cidadão cuja profissão é ser candidato e que arranjou nas provocações aos homossexuais uma alternativa mais imbecil do que a história do aerotrem.

Porque o que se viu, durante duas horas, foi um desfile de “estranhos casais” – com o perdão dos clássicos Jack Lemmon e Walter Mathau - formados para atacar Dilma Rousseff. Aliás, um triângulo amoroso: Levy e Everaldo, Everaldo e Aécio, Aécio e Levy.

Um mimo.

Todos os telespectadores puderam ver que, no restante, eram todos “combinadinhos” contra Dilma, que se saiu bem.

Afora isso e a repetição nauseante das “pautas pautadas” pela grande mídia – Petrobras, Correios e – como o papagaio, “corrupção, corrupção, corrupção” - o resto do debate se mede mais por desempenho pessoal do que por ideias.

E nisso, o que se viu foi uma Marina Silva completamente atarantada, sem estatura para reagir ao “baixo astral” da queda de uma candidatura que só tinha de sólido a onda de um favoritismo construído à base do “conto de fadas” devidamente desmontado pelas idas, vindas e companhias da ex-senadora.

Marina apanhou de Dilma, de Aécio e de Luciana Genro. Mostrou – se quisermos fazer a gentileza de aceitar sua monótona argumentação de que “tem programa” – não tem recursos mentais para defender o que nele está escrito, embora com uma infinidade de rasuras e emendas.

Perdeu o prumo com a história do Banco Central, com o auxiliar envolvido em corrupção e foi amparar sua opção preferencial pela direita na barra da saia de Luciana Genro, ao dizer que suas propostas eram “parecidas com as dela”.

Reduziu-se ao que é: nada.

Na minha opinião, deu adeus ao segundo turno das eleições.

Como estamos falando apenas de comportamento no confronto, palmas para Luciana Genro, que usou e abusou lindamente das gauchadas, sobretudo a de mandar Aécio Neves abaixar o dedo na hora em que lhe respondia e ao por o dedo na ferida de um candidato que fala todo o tempo em corrupção e, além de estar sustentado pelas forças da privataria, ainda teve a história do aeroporto “privé”.

“Aécio, tu é tão fanático das privatizações, e da corrupção, que tu chegou ao ponto de fazer um aeroporto com o dinheiro público e entregar a chave para teu tio, e isso tu ainda não explicou devidamente para o povo brasileiro.”

O tucano tremeu na base, se descontrolou, apontou o dedinho e levou o “fora” que marcou o debate.

Mas como Luciana é uma “franco-atiradora”, que terá uma vitória imensa chegando a 1 ou 2% no domingo, o que vale são os enfrentamentos entre os candidatos que estão no jogo: Dilma, Aécio e Marina, de quem, a esta altura, quase já se pode dizer que “estava no jogo”.

E Dilma se saiu bem, adotando uma postura combativa ainda pouco ousada, própria de quem chega ao último (ou penúltimo) roundganhando a luta por pontos.

Compreende-se que não quisesse ousar mais para não abrir a própria guarda para um imprevisto.

Do ponto de vista eleitoral, o debate fez pouco.

Aliás, parece que o voto dos cidadãos é menos importante até que o combalido Campeonato Brasileiro de Futebol, cujos jogos a Globo empurra para as dez da noite, enquanto o destino do país pega da faixa das 23 horas.

Do ponto de vista da politização e do esclarecimento cívico dos brasileiros, porém, fez ainda menos.

Há um cenário de inegável mediocridade na vida política brasileira e a falta de densidade e brilho nos debates eleitorais é um retrato disso.

E este é um problema que, inevitavelmente, o segundo mandato de Dilma e Lula, como seu avalista, terão de tratar.

O povo brasileiro está indo ao extremo em seu maravilhoso instinto de nação que quer e vai se afirmar, definindo seu voto contra uma imensa e quase monolítica máquina de mentiras e manipulações.

Mas se isso não foi discutido e demonstrado claramente como uma forma de nos escravizar, não reconstruiremos uma organização política capaz de enfrentá-la.

E a política, tal como a temos hoje, será esta superficialidade e esta hipocrisia que, como sustenta este blog todo o tempo, acaba por torná-la a arma das elites.

Que, para a sorte do povo brasileiro, conseguem perder até quando têm a faca, o queijo e a marmelada nas mãos.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/10/o-adeus-de-marina-no-debate-da-globo.html

DEBATE DA GLOBO NÃO TEVE VENCEDOR, POR ISSO DILMA VENCEU

03.10.2014
Do portal BRASIL247
Por EDUARDO GUIMARÃES

Ganhou Dilma Rousseff, pois nada ocorreu na noite de quinta para sexta-feira que possa causar alguma onda migratória de votos de A para B ou C

GOLPE ELEITORAL DA GLOBO: Demissão na Petrobras. Globo desmente ele mesmo

03.10.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Quem mandou o Paulo Roberto embora foram a Graça e a Dilma

De Humberto, no face do C Af


Amigo navegante envia reportagem do Globo que desmente o Globo.

Globo inventou esse factoide: o Paulo Roberto, por livre e espontânea teria se demitido.

Quem demitiu foi a Dilma. 

Apesar do Globo e dos gritos alucinados da Blablá, em seu  último programa no horário eleitoral (quem sabe será o último de sua breve e infausta carreira ?).



PARTIDOS SE IRRITAM COM MUDANÇAS FEITAS POR GRAÇA NA PETROBRAS


Companhia confirma saída de três dos sete diretores. Mudanças foram definidas após presidente da estatal consultar Dilma


POR VIVIAN OSWALD / CRISTIANE JUNGBLUT / RAMONA ORDOÑEZ


BRASÍLIA — A Petrobras confirmou na quinta-feira a saída de três dos sete diretores do quadro: Paulo Roberto Costa, de Abastecimento; Renato Duque, de Engenharia; e José Zelada, da área Internacional. Eles se despediram do comando da empresa na reunião da diretoria pela manhã.



A saída de Duque e Zelada ocorreu a pedido de ambos. Mas Costa, indicado pelo PP, saiu por decisão da presidente Graça Foster. Seu afastamento pegou o partido de surpresa e provocou a ira da legenda, que está “em revolução”, segundo políticos ligados ao PP.

Mudanças foram definidas após consulta a Dilma


Com as mudanças, da gestão de José Sergio Gabrielli resta apenas o diretor financeiro, Almir Barbassa. Segundo parlamentares com trânsito na empresa, a nova presidente da Petrobras — à frente da estatal desde fevereiro — já pretendia fazer as substituições logo que assumiu. As mudanças de agora foram definidas por Graça depois de pelo menos dois encontros em Brasília, inclusive com a presidente Dilma Rousseff.


O problema, na visão do PP, não estaria na demissão de Paulo Roberto Costa propriamente dita, mas no fato de o partido ter tomado conhecimento da decisão pelos jornais. Se o seu desligamento não era esperado pela legenda, dentro do governo Costa já era considerado a “bola da vez” há algum tempo, porque estaria “muito soltinho”.


— O setor político indica e a administração demite. (O governo) não precisa dar satisfação ou explicar os seus motivos. Mas tem que fazer com educação. Saber pelos jornais é muito ruim — disse uma fonte ligada ao partido.


A dança das cadeiras da maior empresa do país e terceira maior companhia de energia do mundo também causou alvoroço na cúpula do PMDB, que pretende ampliar seu espaço na estatal, aproveitando esse momento em que o partido considera ter o governo nas mãos, sobretudo depois de instalada a CPI do Cachoeira. O PMDB, responsável pela indicação de Jorge Zelada, considera não apenas a possibilidade de indicar o sucessor como também outro nome na cúpula da Petrobras.


O partido está insatisfeito com o fato de a presidente pretender vetar o texto do novo Código Florestal aprovado na Câmara e cogita uma compensação por meio de mais espaço na estatal. Para não causar mais atritos com o PMDB, o governo aceita conversar sobre o substituto de José Zelada da área internacional. Mas a indicação terá que ser técnica, disse uma fonte com trânsito no Palácio do Planalto.


O diretor de Serviços e Engenharia, Renato Duque, já havia avisado que queria deixar o cargo. Sua saída vinha sendo negociada desde o ano passado. Mas, a pedido do ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli, concordou em ficar até o fim de 2012. A presidente Dilma também teria pedido que o executivo ficasse, mas com a saída dos demais diretores, Duque pediu para sair também.


Substituições nas mãos do ministro Lobão


As substituições estão sendo tratadas pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que passou o dia de ontem no Rio. Os nomes dos novos diretores são mantidos em sigilo, mas tudo indica que serão adotadas soluções internas, com executivos da própria Petrobras. Lobão preferiu não comentar as mudanças.


Um executivo em cargo de diretoria da Petrobras recebe pelo menos R$ 1,12 milhão por ano. No ano passado, a remuneração máxima chegava a R$ 1,6 milhão por ano, segundo documento enviado pela estatal à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


Costa afirmou à Reuters ontem que estava deixando a estatal sem saber o motivo da saída. A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar o assunto.

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/02/demissao-na-petrobras-globo-desmente-ele-mesmo/