quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Gilmar Mendes cassa direito de resposta do PT à Veja. É a liberdade de difamar

02.10.2014
Do blog TIJOLAÇO 
Por Fernando Brito

mendes
Gilmar Mendes, em decisão individual, acaba de cassar a decisão do plenário do Tribunal Superior Eleitoral, tomada por unanimidade dos votos, de conceder direito de resposta ao PT contra a revista Veja por ter acusado o partido de ter pago – e com dólares – a chantagistas para ocultar escândalos de corrupção.
Trata-se de uma monstruosidade , porque Gilmar Mendes sabe perfeitamente que sua decisão cairá, ao ser examinada pelo plenário.
Só que, quando isto acontecer, já terão passado as eleições, em primeiro turno.
E, portanto, o objetivo eleitoral inequívoco da revista difamadora terá sido atingido.
O que torna a decisão singular de Mendes, na prática, uma licença para que a Veja pratique um crime impune de manipulação eleitoral.
Mendes afronta o entendimento de pelo menos três de seus pares no STF, integrantes do TSE: Dias Tóffoli, Rosa Weber e Teori Zavascki.
Pior, ele é integrante do TSE e não estava na sessão para que, derrotado, ficasse numa situação mais canhestra se – como ocorreu – a ele fosse distribuído o recurso da Editora Abril.
Inaugura-se agora a liberdade de difamar às vésperas das eleições.
O direito de resposta, agora, é uma simples emanação jurídica e servirá apenas para dizer, aliás como já ocorreu de outras vezes: “você lembra daquilo que disseram do seu candidato e que fez você mudar o voto? Era brincadeirinha, não era verdade”.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=21727

DCM EM CARTA ABERTA A FHC: “O SENHOR É A VEJA”

02.10.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/155599/DCM-em-carta-aberta-a-FHC-%E2%80%9Co-senhor-%C3%A9-a-Veja%E2%80%9D.htm

Uma sentença de Joaquim Barbosa

02.10.2014
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Luciano Martins Costa,na edição 818  

Comentário para o programa radiofônico do Observatório

Folha de S.Paulo encerrou ne quinta-feira (2/10) a série “Ombudsman por um dia”, que comemorou durante uma semana os 25 anos de criação do cargo de ouvidor dos leitores. O texto crítico, de autoria do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, é o único dos sete artigos que merece o tempo gasto em sua leitura.
Apesar de afirmar que não, a visão de Barbosa sobre a Folha é claramente negativa: a leitura de sua análise mostra que ele respeita apenas o que o jornal foi há quatro décadas. A partir do título (“Jornal erra ao tentar se mostrar neutro”, ver aqui), o ex-ministro demonstra como o diário paulista se transformou de referência cultural, no final da ditadura militar, em um órgão escandaloso, superficial e preconceituoso.
Nem o mais crítico entre os analistas agregados neste Observatório seria tão demolidor. A rigor, sua única referência positiva se concentra no último parágrafo, quando o autor afirma que o papel mais importante cumprido pela Folha é o de fazer um contraponto eficaz ao poder político em geral. No entanto, mesmo essa ressalva poderia ser discutida a partir de sua própria avaliação: a Folha não faz um contraponto eficaz ao poder político, exatamente pelos vícios que o “ombudsman por um dia” alinha nos parágrafos anteriores.
Nas suas palavras, o jornal paulista cai frequentemente na tentação de atrair o leitor “pelo estardalhaço dos títulos, não raro em franco contraste com a banalidade e a pouca importância do que é exposto na matéria”. Além disso, segundo Barbosa, o jornal tende a estigmatizar e debochar de certos grupos de pessoas e se mostra antipático a tudo que vem do setor público, tentando fazer crer que tudo de positivo que aconteceu no Brasil se deve à esfera privada.
O articulista também observa, com ironia, como o esforço da Folha em se apresentar como uma mídia “pop” a expõe muitas vezes ao ridículo, quando despreza certos aspectos da cultura nacional, em oposição à “desmesurada importância atribuída a alguns temas e atores da pauta, digamos, não nacional”. “Em suma, o velho complexo de vira-latas”, comenta Barbosa.
Não dá para não deixar de ler
O ex-presidente do STF também desconstrói o mito da neutralidade com que o jornal paulista tenta se apresentar ao público. “No domínio da política, o jornal erra redondamente no seu esforço de querer se mostrar neutro. Não é”, acrescenta Joaquim Barbosa. O jurista até concede que, nos anos não coincidentes com o calendário eleitoral, o noticiário apresenta um pouco mais de equilíbrio. “Mas tão logo se aproximam esses pleitos, o jornal começa a se agitar, e a pauta, a esquentar artificialmente.”
Na opinião do ex-ministro, seria mais transparente se a direção do jornal simplesmente declarasse suas “afinidades eletivas”, como fazem outros órgãos de imprensa, como os jornais The New York Times e Le Monde e a revista The Economist. Joaquim Barbosa observa que o leitor “entenderia e aplaudiria” tal iniciativa, e acrescenta que essa falsa neutralidade ainda não é o pior: “Como outros periódicos brasileiros”, acrescenta, a Folha de S. Paulo não reflete em suas páginas a grande diversidade da sociedade brasileira.
Ele cita especificamente “a ausência do olhar do negro, do mulato e de outros segmentos” culturalmente e socialmente identificados com essa parcela da sociedade brasileira. “É como se o jornal e seus colunistas se dirigissem exclusivamente às classes média alta e alta, supostamente caucasiana, a que muitos jornalistas equivocadamente julgam pertencer”, completa. Nesse contexto, ele cita as campanhas que a Folhapromoveu contra as políticas sociais implantadas no Brasil, como as cotas em universidades.
Entre outras deficiências do jornal, o ex-presidente do STF ainda encontra espaço para citar sua natureza “excessivamente opinativa”, em detrimento da apuração e da pesquisa jornalística em profundidade; a ausência de especialistas de peso em matérias altamente técnicas; o excesso de notícias sobre Brasília e os bastidores da política; e a omissão quanto a assuntos relevantes da América Latina e da África, o que contribui para o enraizamento dos vieses típicos das elites da região, como o eurocentrismo e o norte-americanismo.
Depois dessa sentença de Joaquim Barbosa, você nunca mais vai ler a Folha do mesmo jeito. 
Leia também
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Fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/uma_sentenca_de_joaquim_barbosa

Brasil Debate: três motivos para votar em Dilma

02.10.2014
Do portal MUDA MAIS

O Brasil melhorou nestes 12 anos, não podemos correr riscos de retrocesso e Dilma é o caminho para avançarmos mais. Baseado nesses três pontos, oBrasil Debate afirmou, em editorial lançado hoje (02),
(link is external)
 que na opinião da equipe do site, “a melhor opção de voto em 05 de outubro é em Dilma Rousseff”. O modelo inovador de desenvolvimento, que trouxe avanços sociais incontestáveis, precisa continuar.

De acordo com o Brasil Debate, os fatos comprovam que o Brasil melhorou: com Lula e Dilma, foram reduzidas a desigualdade social e a pobreza, o salário mínimo foi valorizado e o desemprego diminuiu. “Também foram importantes os programas de transferência de renda, da Seguridade Social e aqueles voltados ao combate da extrema pobreza”. O site ainda destaca os avanços na saúde, na redução do desmatamento, na agricultura familiar, na energia, nos direitos trabalhistas, na habitação, no saneamento e na educação.
Em um segundo ponto, o editorial destaca que há riscos de um retrocesso que precisa ser evitado. Um projeto como o implementado nesses 12 anos causa desconforto em segmentos privilegiados, que é canalizado pelas candidaturas de Marina Silva e Aécio Neves. Trata-se de projetos conservadores apoiados em reformas neoliberais, como “a flexibilização do mercado de trabalho, o fim da regra de ajuste do salário mínimo, o desmonte da previdência social, a redução do papel dos bancos públicos e o encolhimento do Estado”. Marina ainda vai além e propõe a independência do Banco Central. Mais do que retrocessos econômicos e sociais, na política externa também há diferenças: os conservadores propõem um realinhamento com os EUA e deixam em segundo plano a América do Sul e os BRICS. “Resistir a esta agenda é fundamental para evitar que o país retome um padrão de crescimento concentrador de renda”, defende.
Por fim, o Brasil Debate acredita que “Dilma é o caminho para avançar mais”. Mesmo que tenhamos crescido bastante, é preciso mudar mais e assegurar o crescimento econômico. Para isso, é preciso ampliar os investimentos na indústria, infraestrutura e inovação, mantendo o controle fiscal e inflacionário e a redução dos juros. Além disso, a desigualdade e a plena cidadania ainda não foram completamente alcançadas: precisamos seguir avançando. E nesse caminho a reforma política é essencial, defende o texto. Desafios como “a democratização da mídia, a segurança pública, as questões urbana e agrária, os direitos das minorias, o reequilíbrio do pacto federativo e a desmercantilização das políticas sociais” também precisam ser enfrentados. E é Dilma quem tem comprometimento e capacidade para encarar isso e realizar mudanças!

Site lançado pela campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT)
Por isso, nós aqui do Muda Mais fazemos coro com o editorial do Brasil Debate: dia 5, é 13, é 13, é 13, é 13!
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Fonte:http://mudamais.com/ocupe-politica/brasil-debate-tres-motivos-para-votar-em-dilma

Aécio usa robôs indianos e sul-coreanos em debate, revela pesquisa

02.10.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO

Estudo comprova que milhares de perfis falsos pró-Aécio influenciaram a discussão no Twitter e no Facebook durante o debate promovido pela TV Record no último domingo

aécio neves robôs debate internet
Em 15 minutos, menções ao nome de Aécio triplicaram na internet, como revela o gráfico
Análise do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), encomendada pela Folha de S. Paulo, revela que, durante o debate com os candidatos à presidência realizado no último domingo (1) pela TV Record, a campanha de Aécio Neves (PSDB) utilizou perfis falsos para influenciar a discussão nas redes sociais.
Por meio do rastreamento das hashtags #debatenarecord, #VotoAecioSou45, os pesquisadores constataram que, em 15 minutos, as menções ao nome de Aécio triplicaram e praticamente se igualaram às menções à presidenta Dilma Rousseff (PT). Eles afirmam que, nesse caso, havia robôs operando a favor do tucano e retrucando qualquer citação à petista. Segundo Fábio Malini, coordenador do Labic, as candidaturas de Marina Silva e Dilma Rousseff e os seus apoiadores não usaram deste artifício.

Como funcionam

De acordo com Malini, por trás dos chamados perfis “BOTs” (falsos) há um “ecossistema sofisticado de tentativa de manipulação da opinião por meio das redes sociais”, que atua em candidaturas estaduais e também presidenciais – como ocorreu com Aécio no debate. Os dados coletados pelo Labic apontam que esse ecossistema começou a funcionar nas eleições de 2010 e, desde então, já operou em outras situações, como durante as mobilizações contra a partilha dos royalties do petróleo – o #VetaDilma.
Por ora, o laboratório já identificou cem perfis BOTs. Para encontrá-los, normalmente se realiza um levantamento de seu histórico, comportamento e padrões de publicação. “Também verificamos a origem do avatar utilizado como imagem do perfil, e suas redes de relacionamento, de seguidores e seguidos (Twitter), de amigos, grupos e comentários em páginas (Facebook)”, explica Malini.
Embora os BOTs sejam criados com precisão, quando submetidos a uma avaliação mais criteriosa, é possível perceber certos padrões, dos quais Malini destaca quatro. O primeiro é a publicação de mensagens de apoio a candidaturas; o segundo, a produção contínua de mensagens de agressão/oposição a candidatos, políticos e partidos adversários; o terceiro, a criação de posts de simulação de rotinas diárias (comentários sobre a hora de almoçar, de sair do trabalho, de momentos de lazer etc); e o quarto, a participação planejada em acontecimentos públicos transmitidos pela imprensa (debates, sabatinas e outros eventos de exposição do candidato a ser promovido).
robô aécio neves internet
Muito mais indianos e sul-coreanos, como se vê, se interessam por Aécio do que brasileiros. Candidato foi mais citado por perfis originários de outros países do que no Brasil
Ainda segundo Malini, para um usuário comum, é muito difícil reconhecer um perfil falso. “Esse é o dilema em termos democráticos”, explica. “Se havia, no século XX, filtro humano da relevância social (mesmo que contestado) que foi a imprensa, nas redes sociais, apesar de ampla democratização do pensamento que elas trazem, muitas ‘gangues digitais’ passaram a vender a capacidade de pautar a sociedade por meio de estratégias refinadas de geração de ‘trending topics’”.

Quem está por trás

Os pesquisadores do Labic constataram que a maioria dos BOTs está ligada à conta de Eduardo Trevisan, publicitário dono da Face Comunicação On Line Ltda. A empresa de monitoramento de redes recebeu até o início do mês, conforme a reportagem, R$ 130 mil da campanha de Aécio. “O que o estudo revela é uma profunda ligação interativa dos BOTS com @edutrevisan. O que isso significa? Que os BOTs retuitam continuamente o @edutrevisan em vários momentos”, esclarece.
Também à Folha, Trevisan disse que não administra robôs e que é, na verdade, perseguido por eles. “Alguém criou uma estrutura colossal que dá retuítes em dois perfis meus, o pessoal e um outro”, defendeu-se. “Nossa função não é de acusar ninguém, mas apenas de fazer perguntas: por que BOTs retuítam milhares de vezes mensagens pró-Aécio de alguém e esse certo alguém se vê perseguido por BOTs que aumentam sua relevância na rede?”, contesta Malini.
A campanha tucana também negou a utilização de BOTs. Em nota, alegou que já havia notado “comportamento anormal” em seus perfis no Twitter e que tem a preocupação de identificar os perfis que poderiam eventualmente prejudicar a campanha e denunciá-los ao Twitter”.
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/10/aecio-usa-robos-indianos-e-sul-coreanos-em-debate-revela-pesquisa.html

Em 2012, Globo anunciava que Graça Foster demitiu Costa depois de consultar Dilma

02.10.2014
Do portal GGN/LUIS NASSIF ON LINE
Por Luís Nassif

 
Enviado por Diogo Costa
 
 
Não é o que as Organizações Globo disseram em abril de 2012... 
 
De O Globo
 
 
Companhia confirma saída de três dos sete diretores. Mudanças foram definidas após presidente da estatal consultar Dilma
 
Por Vivian Oswald, Cristiane Jungblut e Ramona Ordoñez 
 
A Petrobras confirmou na quinta-feira a saída de três dos sete diretores do quadro: Paulo Roberto Costa, de Abastecimento; Renato Duque, de Engenharia; e José Zelada, da área Internacional. Eles se despediram do comando da empresa na reunião da diretoria pela manhã.
 
A saída de Duque e Zelada ocorreu a pedido de ambos. Mas Costa, indicado pelo PP, saiu por decisão da presidente Graça Foster. Seu afastamento pegou o partido de surpresa e provocou a ira da legenda, que está “em revolução”, segundo políticos ligados ao PP.
 
Mudanças foram definidas após consulta a Dilma
 
Com as mudanças, da gestão de José Sergio Gabrielli resta apenas o diretor financeiro, Almir Barbassa. Segundo parlamentares com trânsito na empresa, a nova presidente da Petrobras — à frente da estatal desde fevereiro — já pretendia fazer as substituições logo que assumiu. As mudanças de agora foram definidas por Graça depois de pelo menos dois encontros em Brasília, inclusive com a presidente Dilma Rousseff.
 
O problema, na visão do PP, não estaria na demissão de Paulo Roberto Costa propriamente dita, mas no fato de o partido ter tomado conhecimento da decisão pelos jornais. Se o seu desligamento não era esperado pela legenda, dentro do governo Costa já era considerado a “bola da vez” há algum tempo, porque estaria “muito soltinho”.
 
— O setor político indica e a administração demite. (O governo) não precisa dar satisfação ou explicar os seus motivos. Mas tem que fazer com educação. Saber pelos jornais é muito ruim — disse uma fonte ligada ao partido.
 
A dança das cadeiras da maior empresa do país e terceira maior companhia de energia do mundo também causou alvoroço na cúpula do PMDB, que pretende ampliar seu espaço na estatal, aproveitando esse momento em que o partido considera ter o governo nas mãos, sobretudo depois de instalada a CPI do Cachoeira. O PMDB, responsável pela indicação de Jorge Zelada, considera não apenas a possibilidade de indicar o sucessor como também outro nome na cúpula da Petrobras.
 
O partido está insatisfeito com o fato de a presidente pretender vetar o texto do novo Código Florestal aprovado na Câmara e cogita uma compensação por meio de mais espaço na estatal. Para não causar mais atritos com o PMDB, o governo aceita conversar sobre o substituto de José Zelada da área internacional. Mas a indicação terá que ser técnica, disse uma fonte com trânsito no Palácio do Planalto.
 
O diretor de Serviços e Engenharia, Renato Duque, já havia avisado que queria deixar o cargo. Sua saída vinha sendo negociada desde o ano passado. Mas, a pedido do ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli, concordou em ficar até o fim de 2012. A presidente Dilma também teria pedido que o executivo ficasse, mas com a saída dos demais diretores, Duque pediu para sair também.
 
Substituições nas mãos do ministro Lobão
 
As substituições estão sendo tratadas pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que passou o dia de ontem no Rio. Os nomes dos novos diretores são mantidos em sigilo, mas tudo indica que serão adotadas soluções internas, com executivos da própria Petrobras. Lobão preferiu não comentar as mudanças.
 
Um executivo em cargo de diretoria da Petrobras recebe pelo menos R$ 1,12 milhão por ano. No ano passado, a remuneração máxima chegava a R$ 1,6 milhão por ano, segundo documento enviado pela estatal à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
 
Costa afirmou à Reuters ontem que estava deixando a estatal sem saber o motivo da saída. A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar o assunto

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Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/em-2012-globo-anunciava-que-graca-foster-demitiu-costa-depois-de-consultar-dilma

ESCÂNDALOS DO PSDB: PF APREENDE R$ 102 MIL COM COLABORADOR DE COVAS

02.10.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/155510/PF-apreende-R$-102-mil-com-colaborador-de-Covas.htm

Porta-voz de Dilma mostra graves erros na matéria da Folha

02.10.2014
Do BLOG DO DIRCEU
midia_maior
Imperdível – inclusive porque com trechos de refinado bom humor – o artigo do ministro-secretário de Comunicação Social, Thomas Traumann, publicado hoje no Tendências e Debates da Folha sob o título “O jornalismo, o joio e o trigo”. Traumann pega a matéria publicada no início da semana no Folhão – “Dilma não cumpriu 43% das promessas de 2010″ – e mostra como ela foi deturpada pelo jornalão dos Frias. Uma lição de jornalismo e, mais, uma tremenda vergonha para a Folha.

“A reportagem tenta cumprir a louvável função de avaliar o cumprimento das metas do governo, mas se perde em falhas metodológicas, avaliações subjetivas e erros grosseiros”, afirma Traumann, com muita educação. Lembra, ainda, que a Folha “promete entregar ao leitor o boletim com as notas do governo federal, mas dá o mesmo peso a temas tão díspares como a ampliação de efetivo de um órgão e a redução da pobreza ou o controle da inflação”.
Depois, Traumann incursiona em outros trechos do texto do Folhão e analisa o que foi dito em cada uma das áreas abordadas. Em suma: ele destrói cada um dos argumentos, mostra como são superficiais e não se sustentam diante dos números reais.  Vamos dar aqui apenas alguns exemplos, pedindo para que todos acessem a íntegra do artigo, fundamental para visualizarmos como se faz jornalismo hoje em dia.
Valorização do salário mínimo virou lei com Dilma
Sobre a reforma política, aponta Traumann, a Folha escreveu naquela matéria: ”Com os protestos de 2013, Dilma tentou aprovar um projeto às pressas. Não conseguiu”. O jornalista responde: “Na realidade, o compromisso de encaminhar proposta de realização de plebiscito para o Congresso foi cumprido. Cobrar do Executivo a realização da reforma significa desconhecer que a elaboração de leis é competência do Legislativo”.
Já sobre manter o controle da inflação, a Folha disse que “a meta de 4,5% foi superada”. Traumann é certeiro: a Folha escolhe avaliar pelo centro da inflação. Desconhece que, pela política de metas vigente desde 1999, mais banda de 2 pontos para mais ou para menos, a inflação está sob controle,  mantida dentro da banda fixada pelo Conselho Monetário Nacional. Isso ocorre desde 2011 e vai se repetir em 2014.
Quanto à valorização do salário mínimo, cobrou o jornalão, “a política de valorização atrelada ao PIB foi mantida, mas afetada pela freada econômica”. Traumann é sucinto: “no governo Dilma, a política de valorização do salário mínimo virou lei e o seu crescimento real foi de 12%. Não sabemos o que a Folha esperava mais”.
Presidenta “passou raspando” na escolinha? Folha foi reprovada
Estes são alguns exemplos. Traumann analisa ainda o que o Folhão disse sobre o crescimento de dotações para a agricultura familiar e o agronegócio, lembrando que para a primeira saltou de R$ 16 bilhões, na safra 2010/2011, para R$ 24 bilhões, na atual safra; e para a segunda, o agronegócio cresceu de R$ 100 bilhões para R$ 156 bilhões”. Traumann lembra, ainda, sobre o transporte urbano, que o governo Dilma faz, este ano, investimentos da ordem de R$ 143 bi em obras de mobilidade em todo o país.
Já sobre a erradicação da pobreza absoluta, ele denuncia que o jornal chega a usar dados de 2012 na reportagem! E, por fim, sobre a segurança pública, aponta que oefetivo da PF foi ampliado em 1,2% em comparação com dezembro de 2010 e que hoje, o pessoal ativo é 59% maior do que o era no final do governo FHC.
Ou seja, Traumann apenas mostra os dados certos deixando muito claro que Dilma fez um dos melhores governo dos últimos tempos, queiram ou não queiram. Os números estão aí…  E mais: seu artigo revela como  a imprensa vem fazendo de tudo para minimizar esse fato. Pois é… No papel cabe qualquer coisa, mas é um triste espetáculo este protagonizado pela mídia brasileira.
“O texto conclui – encerra Traumann – que, se o Brasil fosse um colégio, a gestão da presidenta Dilma Rousseff “teria passado de ano raspando”. Por essa analogia, a Folha teria sido reprovada”.
Cliquem aqui e leiam a íntegra do artigo.
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Fonte:http://www.zedirceu.com.br/porta-voz-de-dilma-corrige-pseudo-licao-de-jornalismo-da-folha/

GLOBO, A TV DA DITADURA CONSPIRA CONTRA DILMA NOS MOMENTOS FINAIS DAS ELEIÇÕES

02.10.2014
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

Globo aciona carga máxima contra Dilma


A Globo começou a usar todas as suas armas para forçar, ao menos, a realização de um segundo turno.

O jornal O Globo de hoje é inteiramente voltado para ataques à Dilma.

Sobre os Correios, aquilo é ridículo demais. O que eles querem dizer? Que as pessoas votam na Dilma porque receberam cartinha dos Correios?

Seria uma cartinha mágica, hipnótica?

Bem, esquece isso.

Passemos para outra acusação, igualmente ridícula, de que Dilma “não demitiu” Paulo Roberto Costa.

Ora, Costa era indicado político, apesar de funcionário de carreira da Petrobrás desde os anos 70.

Do ponto-de-vista da burocracia, indicado não se demite, pede-se a sua demissão. E isso se chama: demitir.

O próprio Costa admitiu, na CPI, e o Globo é obrigado a dar isso na matéria, mas escondido ao final (e citando a “campanha”, porque o próprio jornal não pode apurar nada, né?):

Segundo a campanha, o depoimento do ex-diretor confirmaria o que Dilma declarou sobre a demissão. Disse Costa na CPI: “O ministro me falou (…) “Nós resolvemos que precisamos ter uma nova pessoa na Diretoria de Abastecimento.” Eu falei: “Ministro, sem problema. Não há nenhum problema. Eu entendo isso.” E o ministro falou (…): “Eu gostaria que você fizesse uma carta de demissão.” Eu disse: “Nenhum problema, eu faço.”

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Os jornalistas do Globo, se preferirem, podem ler o próprio Globo do dia 26/04/2012. Lá, tem uma matéria intitulada “Partidos se irritam com mudanças feitas por Graça na Petrobras”.

Seleciono o trecho inicial:

Partidos se irritam com mudanças feitas por Graça na Petrobras

Companhia confirma saída de três dos sete diretores. Mudanças foram definidas após presidente da estatal consultar Dilma

POR VIVIAN OSWALD / CRISTIANE JUNGBLUT / RAMONA ORDOÑEZ
26/04/2012 22:53

BRASÍLIA — A Petrobras confirmou na quinta-feira a saída de três dos sete diretores do quadro: Paulo Roberto Costa, de Abastecimento; Renato Duque, de Engenharia; e José Zelada, da área Internacional. Eles se despediram do comando da empresa na reunião da diretoria pela manhã.

A saída de Duque e Zelada ocorreu a pedido de ambos. Mas Costa, indicado pelo PP, saiu por decisão da presidente Graça Foster. Seu afastamento pegou o partido de surpresa e provocou a ira da legenda, que está “em revolução”, segundo políticos ligados ao PP.

Mudanças foram definidas após consulta a Dilma

Com as mudanças, da gestão de José Sergio Gabrielli resta apenas o diretor financeiro, Almir Barbassa. Segundo parlamentares com trânsito na empresa, a nova presidente da Petrobras — à frente da estatal desde fevereiro — já pretendia fazer as substituições logo que assumiu. As mudanças de agora foram definidas por Graça depois de pelo menos dois encontros em Brasília, inclusive com a presidente Dilma Rousseff.

O problema, na visão do PP, não estaria na demissão de Paulo Roberto Costa propriamente dita, mas no fato de o partido ter tomado conhecimento da decisão pelos jornais. Se o seu desligamento não era esperado pela legenda, dentro do governo Costa já era considerado a “bola da vez” há algum tempo, porque estaria “muito soltinho”.

— O setor político indica e a administração demite. (O governo) não precisa dar satisfação ou explicar os seus motivos. Mas tem que fazer com educação. Saber pelos jornais é muito ruim — disse uma fonte ligada ao partido.

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“Mudanças [ou seja, demissão de Costa] foram decididas após consulta a Dilma”.

“O setor político [partidos] indica e a administração [Dilma] demite”.



Está no Globo.  O Globo não acredita mais no próprio Globo?

Olha como a situação é ridícula. Quando Dilma demite Costa, em abril de 2012, o Globo faz tudo para converter essa demissão num desgaste político para Dilma junto ao PP, partido que teria indicado o diretor para a última função que ele ocupava.

Aí, às vésperas da eleição, o Globo dá um “migué” e finge ignorar que demissão de indicado político é sempre feita com um pedido ao mesmo para se desligar, acompanhada de um cumprimento protocolar.

oglobo
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/10/02/globo-aciona-carga-maxima-contra-dilma/

Campanha de Dilma informa: Dilma 44%, Marina 22%, Aécio 19%

02.10.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

No início da tarde desta quinta-feira (2), a poucas horas do debate entre os candidatos a presidente na Globo, o Blog consultou importante fonte da campanha de Dilma Rousseff e obteve alguns dados importantes.
O primeiro desses dados é o tracking do PT de quinta-feira, 2 de outubro de 2014: Dilma 44%, Marina 22% e Aécio 19%.
Em segundo lugar, a fonte com quem conversei proferiu o seguinte pensamento:
“Não estamos desmontando nada. Na segunda-feira, vamos começar a todo vapor. E estamos pedindo à militância que não difunda expectativa de vitória no primeiro turno porque, caso não ocorra, será aquele desânimo… Porém, pelos nossos trackings, o viés de Dilma é de alta, mas as pesquisas Ibope e Datafolha de hoje devem nos ‘segurar’ na margem de erro. O que importa é entrarmos no segundo turno em vantagem. Mas achamos que, como Dilma continua subindo, ela pode vencer no 1º turno, sim”.
Questionei que a Bolsa de Valores abriu hoje em alta – caiu no fim da manhã, mas, no início da tarde, operava no azul, acima de 53 mil pontos. A fonte da campanha petista afirma que o mercado já “precificou” que Dilma não só já está no segundo turno como entrará na segunda etapa da eleição – se houver – com forte vantagem sobre Marina.
Frase textual da fonte: “Aquele tipo de vantagem que não dá para virar”. Segundo essa fonte, esse era o plano.
Nesse aspecto, matéria de hoje da Folha de São Paulo explica melhor os cálculos da campanha de Dilma sobre o segundo turno.
Ainda não há previsões concretas sobre as pesquisas Datafolha e Ibope que devem sair no fim do dia, pouco antes do debate da Globo, mas a fonte em questão garante que a margem de erro dessas pesquisas só não deve ser usada para “segurar” Dilma caso ela tenha subido muito, de acordo com o que estão mostrando os trackings petistas.
Em termos de estratégia, porém, a campanha de Dilma acredita que toda expectativa de vitória no primeiro turno atrapalha a candidata, porque, não ocorrendo, pode haver um abalo emocional inútil da militância, que não teria razão de ser porque a presidente entrará no segundo turno, se houver, com uma vantagem expressiva sobre o adversário.
Este Blog pode retornar a qualquer momento em edição extraordinária. Até lá.
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Atualização às 15:39 hs.
Ainda sobre a alta da bolsa nesta quinta-feira, o portal do jornal Valor diz que isso se deve a que  ações bastante procuradas ficaram “muito baratas”, o que incentiva o movimento de compra. Confira, abaixo

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/campanha-de-dilma-afirma-que-trancking-mostra-vies-de-alta/