terça-feira, 30 de setembro de 2014

Folha:Diferentemente do que diz, no Senado Marina votou 4 vezes contra a criação da CPMF

30.09.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Marina muda versão sobre CPMF e ataca PT. Marina continua mentindo
A campanha do PSB à Presidência da República contestou a campanha petista sobre o posicionamento da então senadora Marina Silva na votação da criação e prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). A campanha de Marina disse em nota que o PT "distorce" e "mente" sobre a questão e que a reação da adversária Dilma Rousseff é "manobra de desesperados". Disse ainda que Marina "sempre lutou pela saúde e contra a pobreza" e alega que o PT "pinçou" momentos da votação para dizer que a presidenciável votou contra a CPMF. Mas o jornal Folha de São Paulo, em um momento de honestidade, afirma, na edição dessa terça feira (30), que Marina Silva MENTE


Marina  mentiu sobre seu passado legislativo, Marina Silva (PSB) apresentou versões contraditórias a respeito de sua participação nas votações relativas à CPMF, o chamado imposto do cheque , que vigorou no Brasil do início dos anos 90 até 2007.

Diferentemente do que vinha dizendo, a candidata do PSB votou, quando era senadora, quatro vezes contra o tributo --duas na emenda à Constituição enviada em 1995 por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para criá-lo e duas em 1999, na votação de sua prorrogação.

Marina afirmava que, como prova de que não faz oposição por oposição , havia contrariado seu então partido, o PT, e votado a favor da CPMF proposta pelo governo tucano. Mas, na verdade, só votou a favor da regulamentação da cobrança.

Quando foi a votação da CPMF, ainda que o meu partido fosse contra, em nome da saúde, em nome de respeitar o interesse dos brasileiros, eu votei favorável mesmo [o projeto] sendo do seu governo [Aécio Neves], o PSDB , disse Marina no debate da TV Bandeirantes, em agosto. Em sabatina no portal G1, dias depois, repetiu o discurso.

Desde o domingo (28), Marina tem sido alvo de propaganda do PT que afirma que ela mentiu sobre o tema. No debate da TV Record, também neste domingo, Dilma Rousseff (PT) afirmou: Não entendo como a senhora pode esquecer que votou quatro vezes contra a criação da CPMF. Atitudes como essa demonstram insegurança.

No debate, Marina mudou sua versão, lembrando que a discussão sobre o tributo passou por várias etapas, e que havia votado a favor, no plenário e em comissão, à criação do Fundo de Combate e Erradicação à Pobreza.

O fundo, proposto pelo senador Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), seria composto em parte com recursos da CPMF. Questionada na saída do evento se não havia votado contra nessa ocasião, Marina se corrigiu e disse que, no plenário, mudanças que retiravam recursos do fundo a levaram a se opor.

Em nota divulgada nesta segunda (29), a campanha de Marina diz que o PT perpetua uma incansável campanha de fofocas e mentiras . O texto omite suas votações contrárias à CPMF. A nota ressalta que Marina votou a favor da lei que regulamentou o tributo, em 1996, seguindo a posição da bancada do PT.

A então senadora pelo PT se opôs a todas as propostas em debate que ofereciam a possibilidade de distorção da finalidade social da CPMF [...] Com dados parciais retirados do contexto inventa-se e repete-se uma mentira. Manobra de quem perdeu a cabeça e as medidas, manobra de desesperados , diz a nota. 

E a Folha mostra que Marina mentiu sim
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/09/folhadiferentemente-do-que-diz-no.html

Dilma vence debate na Record: o povo se lembra que PSDB do Aécio quebrou o Brasil 3 vezes.

30.09.2014
Do blog  OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 29.09.14

O debate na Record foi morno, mas Dilma venceu fácil. Quem mais se deu mal foi Marina, seguida de Aécio, que não soube aproveitar para tentar ultrapassar Marina.


Dilma teve três momentos altos no confronto direto com Aécio e com Marina. O tucano teve de ouvir "o povo não esquece que o governo do PSDB quebrou o Brasil 3 vezes". A presidenta ainda falou do desemprego e dos juros altos no governo FHC.

Já Marina foi cobrada por Dilma sobre faltar com a verdade quando disse ter votado a favor da CPMF, e se deu mal ao insistir na mentira dando desculpa de ue votou pela admissibilidade nas comissões do Senado, durante a tramitação, mas o que vale de fato é a votação final no plenário e ela votou contra.

Em outra pergunta, Dilma questionou o programa de governo de Marina que fala em diminuir o papel dos bancos públicos e o crédito direcionado e subsidiado, que permite haver o Minha Casa, Minha Vida, o financiamento agrícola, o cartão BNDES, o Financiamento estudantil, o microcrédito, etc. Marina tentou desmentir seu próprio plano de governo, e disse que manteria tudo isso que Dilma fez. Além do desgaste de se contradizer, quando afirma que vai manter políticas de Dilma está aprovando o governo da presidenta.

Dilma acertou ao pedir vários direitos de resposta, quando Aécio Neves, Pastor Everaldo e Levy Fidelix fizeram tabelinha para criticá-la. Um dos pedidos foi aceito. Os outros não, mas Dilma respondeu quando teve a palavra em outras perguntas. Só de pedir o direito de resposta sinaliza que domina o debate e que os outros estão falando dela pelas costas, ou seja, na hora em que ela não pode falar. Ponto para ela.

Dilma foi a mais propositiva, aproveitando as críticas para falar sobre seus planos para segurança pública, combate à corrupção que, na verdade, é o combate à impunidade.

Os demais candidatos quase só fizeram críticas, ora ao governo Dilma, ora à propaganda eleitoral do PT. 

Mesmo sendo a mais criticada pelos outros, Dilma se beneficiou das críticas inconsistentes, de ter pedido direito de resposta, da falta dos adversários apresentarem alternativas, e de Marina e Aécio falarem que manteriam o Bolsa Família, o que, para o telespectador, acaba sinalizando aprovação ao que Dilma fez.

Resultado: Dilma dominou o debate.

Marina foi a que sofreu mais perdas, até com perguntas que não eram para ela. Um jornalista perguntou ao Pastor Everaldo se ele iria ter cargo no governo, caso Marina ganhasse. Eduardo Jorge descreveu bastidores de disputa de poder em 2010 e 2011, quando Marina tentou tomar o controle do PV. Levy Fidelix lembrou as ligações de Marina com Itaú.


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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/09/dilma-vence-debate-na-record-o-povo-se.html#more

SEM ÉTICA, BARBOSA TEM REGISTRO NEGADO PELA OAB

30.09.2014
Do BRASIL247

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Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa teve seu registro de advogado negado pela seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, do Distrito Federal; presidente da entidade, Ibaneis Rocha alegou que ele feriu a ética profissional quando exerceu a magistratura; durante seu estrelato, Barbosa ofendeu advogados e fez até com que o defensor de José Genoino, Luiz Fernando Pacheco, fosse retirado do plenário do STF por seguranças da casa – fato inédito na história do Judiciário; agora, veio o troco

247 – O ex-presidente do STF Joaquim Barbosa colheu nesta segunda-feira 30, na seção doDistrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, uma parte do que semeou no exercício do cargo. Ele teve seu pedido de registro profissional como advogado recusado pela OAB-DF, sob a justificativa, registrada pelo presidente da entidade, Ibaneis Rocha, de ter "ferido a ética profissional".

Barbosa destratou dois advogados, Maurício Corrêa, já falecido, e José Gerardo Grossi, durante seu período como ministro do Supremo. A OAB, em cada uma das ocasiões, realizou atos de desagravo aos profissionais.

Agora, Barbosa terá de recorrer à comissão de seleção da OAB se quiser pertencer à classe que, nitidamente, não o quer. Ele foi comunicado do indeferimento de seu pedido nesta segunda 30.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/155277/Sem-%C3%A9tica-Barbosa-tem-registro-negado-pela-OAB.htm

DA ADORAÇÃO BOCÓ À FRUSTRAÇÃO HOMICIDA

30.09.2014
Do blog NÁUFRAGO DA UTOPIA, 29.09.14

Um patético zé mané armou seu picadeiro num hotel de Brasília. Tomou refém ameaçando-o com uma arma de brinquedo, fingiu portar explosivos, fez exigências estapafúrdias (a extradição de Cesare Battisti e o efetivo cumprimento da Lei da Ficha Limpa), acabando por entregar-se à polícia como um cordeirinho. 

Conseguiu muito mais do que os 15 minutos de fama prometidos por Andy Warhol: 420 minutos. E agora mofará por um bom tempono presídio ou no hospício, que é para deixar de ser besta.

O episódio me trouxe à lembrança um parágrafo antológico de Paulo Francis sobre o assassinato de John Lennon por parte de um energúmeno desses. Vale a pena reproduzi-lo aqui, pois disse tudo que havia para se dizer sobre os medíocres dispostos a tudo para sentirem-se momentaneamente menos insignificantes:

"A polícia chamada ao local apreendeu facilmente Chapman, (...) sorrindo, certo (e está certíssimo) que do anonimato se tornará, como Lennon, uma celebridade. Esse o motivo aparente do crime. O canibalismo de celebridades que é rotina neste país (e no Brasil e todo o mundo ocidental), graças a umsistema de comunicações que evita assuntos sérios, mas que fornece um 'circo' permanente, obsessivo, avassalador, sobre a vida dos bem-sucedidos e ricos, excitando sentimentos contraditórios, da adoração bocó dos fãs, à frustração homicida que às vezes se manifesta à la Chapman". 

 De quantas outras "Imagine" Chapman nos privou?
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Fonte:http://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2014/09/da-adoracao-boco-frustracao-homicida.html

A diplomacia dos pés descalços

30.09.2014
Do BLOG DO MIRO, 29.09.14


Por Cláudio Gonzalez

No início de 2002, meses depois do atentado terrorista às Torres Gêmeas, os Estados Unidos ainda viviam a paranoia do reforço da segurança nacional. Neste contexto, intensificaram as revistas de passageiros nos aeroportos e até mesmo alguns chanceleres como o brasileiro Celso Lafer foram obrigados a tirar os sapatos ao embarcarem em voos dentro de território americano. O Brasil protestou contra a humilhação imposta ao seu ministro de Relações Exteriores. Washington se desculpou de forma protocolar, mas o episódio ficou pra sempre registrado como símbolo de uma política externa brasileira cabisbaixa e submissa aos Estados Unidos. A diplomacia dos pés descalços.

Quando Lula assumiu o governo em 2003, as relações exteriores do Brasil ganharam nova dinâmica, com posturas mais altivas e soberanas, alguns enfrentamentos necessários com as grandes potências e uma revisão estratégica da política externa, priorizando as relações com países latinos e emergentes. Diretrizes que vem sendo mantidas no governo Dilma.

A direita brasileira, historicamente servil e subordinada aos interesses de Washington, nunca engoliu esta nova política externa inaugurada por Lula. Os esperneios direitistas são frequentes, sobretudo nos meios de comunicação. Na última semana, o discurso da presidenta Dilma Rousseff na Assembleia Geral da ONU deu margem para nova gritaria equivocada da direita. A diferença, desta vez, é que as vozes mais estridentes partiram das duas candidaturas presidenciais oposicionistas. 

Marina Silva condenou o governo brasileiro por não ter assinado um suposto “tratado internacional” que estabelecia o compromisso de desmatamento zero de florestas até 2030. Já Aécio Neves, além de concordar com a bronca de Marina na questão ambiental, tratou de acusar a presidenta Dilma de “pactuar com terroristas”. 

Quem acompanha os fatos da política apenas pelas redes sociais e dispõe de pouca informação, talvez dê razão para as críticas de Aécio e Marina em relação à política externa do governo brasileiro. Mas basta um pouquinho de interesse em buscar informação correta e especializada para constatar que as opiniões de Marina Silva e Aécio Neves não passam de provas constrangedoras de submissão às diretrizes do imperialismo estadunidense. Vamos aos fatos:

Sustentabilidade sem soberania

O documento que Marina Silva queria que o Brasil tivesse respaldado durante a Cúpula do Clima das Nações Unidas não é um documento da ONU, longe disso. O tal “acordo” contra o desmatamento, intitulado “Declaração de Nova York sobre Florestas”, não passa de umacarta de intenções produzida por um punhado de ONGs internacionais que conseguiu convencer apenas 28 dos quase 200 países membros das Nações Unidas a respaldá-lo.


Os outros 132 assinantes do textos são empresas multinancionais como a Cargill (sementes e rações), a Unilever, McDonald’s, Walmart, Nestlé, Johnson & Johnson; além de dezenas de ONGs como a suspeita WWF, alguns governos “subnacionais” e 16 tribos indígenas. Entre os países que assinaram a Carta estão os Estados Unidos, a Alemanha, a França, o Reino Unido e mais um punhado de Nações sendo que algumas delas sequer têm florestas para preservar. Em contrapartida, países com grandes reservas florestais como Argentina, China, Austrália, Rússia, África do Sul, Índia e tantos outros agiram como o Brasil e não assinaram o acordo. 

Ainda que a Carta de Nova York seja bem intencionada, ela tem dois problemas fundamentais: é fruto de um debate fechado para o qual o Brasil sequer foi convidado a participar e, além disso, não reconhece a possibilidade de deflorestamento legal, algo que está contido na legislação brasileira e é importante para o desenvolvimento sustentávelda Amazônia. Portanto, o Brasil estaria pregando contra suas próprias leis ambientais – algumas delas defendidas por Marina Silva – se assinasse a Carta. Mesmo assim, a candidata do PSB-Rede, na pressa de fustigar o governo Dilma, atropelou a lógica e se alinhou automaticamente às ONGs estrangeiras para “condenar” a posição brasileira.

Não se espera outra atitude de quem tem entre seus principais apoiadores um ambientalista como João Paulo Capobianco, que já chegou a afirmar que a soberania do Brasil sobre a Amazônia é relativa; e outro como o economista Mauricio Rands, que visita os Estados Unidos a 10 dias da eleição presidencial para prometer acordos bilaterais com Washington no caso de eleição de Marina. No fundo, esta é a agenda de Marina: sustentabilidade sem soberania.

Multilteralismo x guerra imperialista

Na mesma linha, o candidato do PSDB, Aécio Neves e sua turba de seguidores nas redessociais, respaldados pela grande mídia, tentaram desqualificar a política externa do governo Dilma acusando-a de apoiar o terrorismo. "A presidente propõe diálogo com um grupo que está decapitando pessoas. Realmente, essa não é a política externa que consagrou o Brasil ao longo de tempos", disse Aécio Neves. O tucano tomou como base para isso a resposta de Dilma a um jornalista que perguntava sobre os ataques americanos contra o Estado Islâmico na Síria e Dilma respondeu que achava lamentável que se continue apostando na guerra e não no diálogo como forma de solucionar conflitos.

Ok, todos sabemos que na campanha é preciso simplificar a mensagem para poder espalhá-la. A campanha de Dilma faz isso com o “vaca-tussa” dos direitos trabalhistas. Marina faz com o “direitos são conquistas, não favores” e Aécio Neves faz a simplificação com o “Dilma quer conversar com quem corta cabeças”. O problema, no caso de Aécio, é que sua simplificação traduz uma mensagem mentirosa e joga no denuncismo mais tosco (no pior estilo Veja) um tema extremamente complexo e longe da realidade dos brasileiros.

O desavisado poderá questionar: ‘Ah, mas governos importantes como os da França, Inglaterra, Alemanha e diversos países árabes também apoiam a iniciativa bélica dos EUA na Síria.’ Este tipo de questionamento ignora o básico: estes países têm interesses comerciais, internos e/ou geopolíticos que justificam o apoio. Não se deve ter ilusão que o fazem por razões nobres, muito menos razões humanitárias. Respaldados por um falso discurso de combate ao terrorismo e de proteção internacional os direitos humanos, grandes potências têm usado os conflitos para defender interesses mercantis, dominar territórios, subjugar populações. Foi esta denúncia que Dilma levou aos microfones da ONU e que nossa imprensa, de forma hipócrita e manipulada, tenta transformar em “apoio ao grupo terrorista Estado Islâmico”. O trecho relativo ao assunto presente no discurso de Dilma fala por si: 

“Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia. A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos. Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios. O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo. (...) Um Conselho mais representativo e mais legítimo poderá ser também mais eficaz. Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças. Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.”

A mensagem do governo brasileiro apenas reitera princípios tradicionais de nossa política externa, como a ênfase na diplomacia preventiva de conflitos, a prioridade aos meios pacíficos de solução de conflitos e o respeito ao direito internacional. 

Apostar na cooperação, no diálogo e no multilateralismo para a promoção dos diretos humanos no mundo não é mera retórica diplomática, tampouco conivência com abusos praticados por governos ou grupos, mas sim uma visão avançada de política externa que só quem tem convicção de sua justeza é capaz de entender, formular e aplicar tal política. 

Em apenas uma semana, Aécio e Marina deram diversas pistas de que não estão qualificados para manter ereta a postura do Brasil diante de questões internacionais sensíveis. E a genuflexão que eles ensaiam, infelizmente, indica que se eleitos não se acanhariam em deixar a nação descalça novamente diante de um risonho Tio Sam.

* Cláudio Gonzalez é editor-executivo da revista Princípios.

Links

- Clique aqui para ler a íntegra (em inglês) da Declaração de Nova York sobre Florestas:http://www.un.org/climatechange/summit/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/FORESTS-New-York-Declaration-on-Forests.pdf

- Clique aqui para ler a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff na 69º Assembleia da Organização das Nações Unidas: http://blog.planalto.gov.br/dilma-brasil-esta-preparado-para-contribuir-para-paz-sustentabilidade-e-inclusao-social-no-mundo/
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/a-diplomacia-dos-pes-descalcos.html