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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Globo tira os sapatos para os EUA. Vai se naturalizar em Miami como "The Globe"?

25.09.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

O jornalão "O Globo" é uma vergonha. Teoricamente o jornal é "brasileiro". No dia em que a presidenta do Brasil faz um discurso de estadista abrindo a Assembléia Geral da ONU, o jornalão coloca na capa uma foto do presidente dos EUA com a bandeira dos EUA ao fundo, sem que houvesse nenhum fato de destaque que justificasse a foto de Obama ser a única na capa.


Assim é melhor o jornal se mudar para Miami e mudar o nome para "The Globe".

Depois da foto vem a manchete. Fiel ao tucanismo no manchetômetro, lá vem o "The Globe" fazendo campanha eleitoral disfarçada anti-Dilma de novo, dizendo que ela usou o discurso para fazer "auto-elogios".

Mentira! 

A presidenta narrou conquistas do Brasil nos últimos anos, desde o governo Lula. E falou porque pode, porque tem o que dizer, diferente dos governos demotucanos passados. Tem o que mostrar para o mundo, e em muita coisa o Brasil é exemplo: erradicação da pobreza, fome zero, geração de empregos, redução das desigualdades com crescimento da classe média, marco civil da internet, transparência, dados abertos, lei de acesso à informação, etc.

Em entrevista (vídeo a seguir), Dilma falou sobre o Conselho de Segurança da ONU. Criticou o bombardeio de países imperialistas no Oriente Médio, inclusive com decisões unilaterais fora do Conselho. Disse que todo mundo concorda na hora de dizer que é favor da diplomacia e do diálogo em vez da guerra, mas não praticam. Disse que os bombardeios não resolveram os antigos contenciosos, e criaram outros novos, ampliando os conflitos, o que prova que a fórmula apenas do belicismo está no caminho errado, pelo menos para quem está realmente interessado na paz.


Óbvio que Obama defendeu as ações militares dos EUA, que tem se revelado desastrosas.

Advinha de que lado o "The Globo" ficou?

No passado, antes de 2003, o ex-presidente FHC ia ao exterior e dava vexame internacional. Num encontro em Florença, na Itália, FHC narrou uma série de fracassos de seu governo. Em seguida levou um "sabão" do ex-presidente Bill Clinton. Um compacto deste vexame está neste vídeo:


O Globo pode ter saudades dos fracassos de FHC, mas o povo brasileiro prefere ter uma presidenta como Dilma, que tem conquistas e vitórias para mostrar.

Para quem ainda não viu, a íntegra do discurso de Dilma na ONU:

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/09/o-globo-tira-os-sapatos-para-os-eua-vai.html

BLOG DA CIDADANIA: CONVITE DA PF A LULA É GOLPE

25.09.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/154672/Blog-da-Cidadania-convite-da-PF-a-Lula-é-golpe.htm

Dilma consolida política externa de afirmação da soberania brasileira

25.09.2014
Do blog ESQUERDOPATA/SÓ QUE NÃO


Externa, mas nem tanto

Por falarem em ONU, é notável como, na campanha para presidente, ninguém se manifesta sobre uma das responsabilidades mais complexas da função, que é a política externa, especialmente importante para o Brasil no mundo conturbado da atualidade.

Lá no começo da campanha, Marina Silva até deu um peteleco no assunto, para indicar que um governo seu recuperaria o dístico, de longa existência, segundo o qual "o Brasil vive de costas para os seus vizinhos". Nas palavras de Marina: "O Mercosul não será prioridade". Como os Estados Unidos gostariam, para restabelecer o rebanho na América do Sul. Aécio Neves nem passou perto do tema.

A rigor, para deixar clara a sua concepção de política externa, nenhum dos dois precisa expô-la. Basta que se observe quem são os seus economistas: todos identificados com o governo dos Estados Unidos, seja qual for, como centro da ciranda mundial das Bolsas e dos juros.

Da mesma maneira, se vê o que é verdade entre a afirmação de Aécio de que extinguiria o "fator previdenciário", criado no governo Fernando Henrique com prejuízo para os aposentados, e o desmentido do próprio declarante à declaração. É evidente que o grupo de criadores do "fator" não o eliminaria, se voltasse ao poder.

Aécio disse e se desdisse menos de 24 horas depois de encantar-se com este achado: "Uma candidata mente e a outra desmente". Para louvá-lo com o mesmo verbo, pode-se dizer que Aécio consegue fazer sozinho o que precisa das duas: mentiu duas vezes, quando anunciou o fim do "fator" e quando desmentiu o anúncio.

O que não expôs sobre política externa, talvez por considerar que a continuidade é óbvia, Dilma reafirmou em três ocasiões nos últimos dois dias: uma entrevista; a recusa à adesão do Brasil a um acordo extravagante sobre desmatamento (só 32, de 123 presidentes reunidos, o assinaram) e, ainda, o discurso na ONU. Os comentários imediatos, aqui, só viram o lado de projeção da candidata, no caso dos aecistas; e a oportunidade de relembrar a ecológica Marina, no caso da própria.

O principal sentido das falas de Dilma foi o de consolidar para o mundo, no solo mais apropriado, a política externa de afirmação da soberania brasileira. E, portanto, de recusa ao sistema de necessário alinhamento aos Estados Unidos. Foi relevante, nesse significado das falas, que suas críticas à diplomacia dos caças americanos se fizesse quando Obama mal acabara de mandá-los bombardear território da Síria. E ainda aguardava as reações mundo afora, insistindo no discurso indulgente de que os Estados Unidos não estavam sozinhos na decisão de atacar os extremistas do movimento Estado Islâmico.

No capítulo das relações brasileiras com o governo Obama, as posições expressas por Dilma soaram como sinal de dificuldades maiores. As meias palavras de meia solidariedade ditas a Dilma por Obama, depois das revelações de Snowden, são coisas passadas e incompletas. E há um problema subjacente e de difícil dissimulação: o desprezo ostensivo de Obama pela bem-sucedida intermediação que, a seu pedido, Lula e o turco Erdogan fizeram com o Irã.

Na ocasião, foi um espanto internacional. Até porque o entendimento aceito pelo Irã era muito maior do que o acordo enfim concretizado com os Estados Unidos. Mas ninguém abordou ainda esse assunto a partir das revelações de Snowden. Se o governo americano violava todas as comunicações da Presidência brasileira, não há por que duvidar de que entre Lula e Erdogan alguém disse algo demais. E os dois, se não disseram, ouviram do iraniano Ahmadinejad e concordaram.
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/09/dilma-consolida-politica-externa-de.html

MÍDIA IGNORA APOIO DE 7,7 MILHÕES À REFORMA POLÍTICA

25.09.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/154718/M%C3%ADdia-ignora-apoio-de-77-milh%C3%B5es-%C3%A0-reforma-pol%C3%ADtica.htm