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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

AÉCIO E OS MAUS CONSELHOS DE FHC

22.09.2014
Do portal BRASIL247, 20.09.14
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154128/A%C3%A9cio-e-os-maus-conselhos-de-FHC.htm

Fachada da Globo é pichada em protesto contra nova minissérie

22.09.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 18.09.14
Por

Grupo realiza “escracho” contra a Rede Globo por conta da série “Sexo e as Nêga”. “As mulheres negras têm outro destino que não só a sexualização do seu corpo”, diz ativista

globo racista sexo as nega
Movimento negro realiza protesto na porta da Rede Globo por conta da minissérie O Sexo e as Nêga (reprodução)

Jarid Arraes, Questão de Gênero

Na noite da última terça-feira (16), um grupo de mulheres e homens negros realizaram um protesto em frente aos estúdios da Rede Globo. Indignados com a nova série global “O Sexo e as Nêga”, os militantes aproveitaram a data de estreia do programa para realizar o que chamam de “escracho”, registrado em vídeo e publicado no Youtube (vídeo abaixo).

Uma representante do grupo, ativista do Levante Popular da Juventude de São Paulo, explica as motivações do protesto, que tem como objetivo denunciar o racismo reproduzido pela rede de televisão. “A gente veio dizer que ‘Sexo e as Nêga’ não nos representa. Não representa porque as mulheres negras têm outro destino que não só a sexualização do seu corpo; e que as mulheres negras se organizam e dizem não para uma tentativa machista e racista da Rede Globo de mais uma vez contribuir com um estereótipo que é dado à mulher negra no Brasil”.

VEJA TAMBÉM:


A militante ainda afirma que é necessário debater a respeito da democratização da mídia. Em suas palavras, “a mídia, da maneira como ela está, só atende aos interesses de quem quer fazer manutenção do racismo brasileiro”.

Vídeo:


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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/09/fachada-da-globo-e-pixada-em-protesto-contra-nova-minisserie.html

Tirésias: se Fux fosse um juiz …

22.09.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Por que a moça não faz um concurso para Juiz ?

O ansioso blogueiro, estupefato e perplexo com a forma de o Ministro (sic) Fux tentar nomear a filha desembargadora, conseguiu localizar o Profeta Tirésias, envergonhado, escondido numa caverna perto de Tebas.

E perguntou: caro Profeta, onde é que nós estamos ?

Serenamente, mas envergonhado e desiludido, ele sentenciou:

Se quer ser juíza, a filha de Fux, com 33 anos e nenhuma experiência na Advocacia, sem nenhuma qualificação acadêmica, deveria fazer como os demais graduados em Direito.


Aos 33 anos, ela deveria matricular-se num cursinho preparatório e fazer concurso para Juiz. Dai, se aprovada, ingressaria num cargo compatível com a idade dela.


Ao invés de ser conselheiro da filha, Fux a expõe à constrangedora situação de ter seus defeitos e sua tímida formação expostos.


Um ministro do STF não faz campanha, não pede voto à OAB, não constrange desembargadores.


Assistimos a uma inversão dos valores republicanos.


Fosse a filha dele respeitada no meio jurídico fluminense por sua militância como advogada e por seus méritos acadêmicos, o Ministro do STF não precisaria fazer campanha.


Se faz tanta força e pisoteia a Ética é porque sabe que a filha não tem méritos para ser desembargadora.


Em tempo: depois, se espantam se Édipo se faz cego.

Tirésias, segundo o ansioso blogueiro



Em tempo2, por sugestão do Vasco:

Como é que um ministro desses, com esse tipo de atitude e ainda amigo do Bermudes, pode julgar a Satiagraha?

Em tempo3: como se sabe, a legitimação da Satiagraha está nas mãos do Fux, relator do RE 680967 – PHA
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/09/22/tiresias-se-fux-fosse-um-juiz/

Independência da Escócia: 5 motivos para a rejeição

22.09.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 19.09.14

A Escócia teve uma oportunidade única, após mais de 300 anos de debates, de se tornar independente. Por que a proposta foi rejeitada pela maioria? Especialistas apontam para 5 fatores

escócia independência rejeitada
Escócia rejeitou a independência e continua no Reino Unido (divulgação)
Os escoceses tiveram a oportunidade histórica de decidir em plebiscito se queriam a sua independência do Reino Unido e rejeitaram a opção – 55% dos eleitores votaram contra a separação.
A decisão veio após meses de uma campanha acirrada. A campanha do “Sim” (pela independência) foi liderada pelo Partido Nacionalista Escocês. Apesar de predominante na política local, a proposta do partido foi derrotada pela campanha do “Não”.
Mas quais foram os fatores que acabaram influenciando o voto pelo “Não”? Especialistas apontam para 5 fatores:

1. O “Não” sempre foi o favorito

No começo da campanha, o “Não” já liderava. Quando o acordo de Edimburgo – que abriu caminho para realização do plebiscito – foi assinado, no dia 15 de outubro de 2012, pesquisas de opinião indicavam que um terço dos 4,2 milhões de eleitores escoceses queriam a independência.
Uma série de pesquisas nos próximos 18 meses sempre deram vitória ao “Não”.
Até junho deste ano, foram 65 pesquisas – e 64 indicavam uma vitória do “Não”.
“O ‘Não’ sempre foi favorito, por isso a pesquisa YouGov/Sunday Times publicada há dez dias, indicando vitória do “Sim”, criou tanta comoção”, disse o especialista em pesquisas de opinião, John Curtice.
Mas logo em seguida, novas pesquisas já indicavam uma vitória do “Não” novamente, e isso se sustentou até o dia da votação.

2. Os escoceses se sentem britânicos

Muitos acreditam que houve um renascimento no sentimento de “ser britânico” na Escócia – talvez provocado justamente pelo plebiscito.
Algumas pesquisas de opinião perguntam aos escoceses se sua identidade nacional é “britânica” ou “escocesa”. A resposta majoritária é “escocesa” – mas esse índice caiu de 75% para 65% entre 2011 e 2014. A resposta “britânica” cresceu de 15% a 23% no mesmo período.
“No fim das contas, a Escócia se sente moderadamente britânica”, diz Curtice.

3. O fator risco

A campanha pelo “Não” foi atacada pelos partidários do “Sim” por ser negativa demais. Alguns chegaram a falar em “Campanha do Medo”.
No entanto, o “Não” – cujo nome oficial de campanha era “Melhor Juntos” – foi bem-sucedido em “demover as pessoas da perspectiva de assumir um risco que não seria necessário”, nas palavras de Curtice. Dois dias antes do plebiscito, 49% das pessoas viam a independência como um fator de risco.
Em abril, o líder do partido nacionalista escocês e primeiro-ministro do Parlamento local, Alex Salmond, disse que a campanha do “Não” era “a mais baixo astral, negativa, deprimente e entediante” dos últimos tempos. Em contraste, ele classificava sua campanha pelo “Sim” como “positiva, empolgante e emocionante”.
A campanha do “Melhor Juntos” sempre negou as acusações, e disse defender as conquistas da Escócia dentro do Reino Unido.
O premiê britânico, David Cameron, que fez campanha pelo “Não”, alertou aos escoceses sobre os custos de um “divórcio doloroso”.

4. A disparada recente do “Sim” causou uma reação do “Não”

Uma pesquisa do YouGov/Sunday Times a apenas dez dias do pleito mostrou pela primeira vez uma vitória do “Sim”. Pela primeira vez, havia perspectiva clara de independência da Escócia.
A resposta do “Não” foi imediata. Líderes do governo e da oposição britânicas cancelaram seus compromissos e viajaram à Escócia. Até mesmo a bandeira escocesa foi içada em Downing Street, o escritório do premiê britânico em Londres.
O ex-premiê britânico Gordon Brown, que é escocês e ainda é bastante popular na região, divulgou um calendário para dar mais poderes ao Parlamento escocês, no caso de a Escócia permanecer no Reino Unido.
Os líderes dos três maiores partidos assinaram uma promessa conhecida como “fórmula Barnett” para dar mais poderes – e dinheiro – à Escócia.

5. Mais ricos ou mais pobres?

Essa foi uma das principais questões para os escoceses ao longo de toda a campanha.
A economia foi o principal palco de batalhas, com discussões sobre moeda, petróleo e investimentos. A vitória do “Não” sugere que os escoceses não estão convencidos de que a independência trará mais prosperidade.
A libra esterlina esteve no centro do debate. Os escoceses pró-independência prometeram negociar a manutenção da moeda, argumentando que isso estaria no interesse do Reino Unido e da Escócia. Mas isso foi rejeitado pelo governo em Londres desde o princípio.
Outro assunto debatido ferrenhamente foi a divisão do petróleo do Mar do Norte.
O governo escocês divulgou um estudo que argumentava que cada escocês estaria cerca de R$ 3 mil mais ricos em 15 anos. No entanto, esses dados foram contestados pelos britânicos.
Em última instância, não há resposta clara para essas perguntas, já que as condições concretas de uma Escócia independente só seriam negociadas caso o “Sim” tivesse vencido o plebiscito.
Mas a vitória do “Não” indica que os escoceses não se convenceram dos argumentos econômicos dados pela campanha separatista.
BBC Brasil
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Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/09/independencia-da-escocia-5-motivos-para-rejeicao.html

A luta pela nova classe média

22.09.2014
Do blog TIJOLAÇO, 21.09.14
Por Miguel do Rosário

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Muito interessante essa matéria da Folha, sobre o embate entre Marina e Dilma no interior das classes sociais.
Os dados do Datafolha, cruzados com a evolução sócio-econômica dos últimos anos, comprovam o que todos já identificavam instintivamente. E que temiam há tempos. A nova classe média que emergiu no Brasil tende a emular opiniões políticas das camadas mais altas, até para se diferenciar daquelas classes das quais se afastou há pouco.
O governo, ao não elaborar uma política de comunicação e de cultura voltada para esse setor, beneficiado pelas políticas que ele mesmo implementou, permitiu que a mídia (que é depositária dos valores e interesses da elite) assumisse uma hegemonia política que vinha perdendo naturalmente.
A classe média intermediária, que representava apenas 17% da população em 2002, hoje corresponde a 32%.
É um novo país, que requer uma outra linguagem política.
E uma outra mídia.
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RICARDO MENDONÇA, DE SÃO PAULO
É no interior de uma neopreponderante classe média intermediária –a turma bem do meio na escala social– que a briga entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) aparece mais acirrada.
Preponderante porque diz respeito a um exército de eleitores que representa um terço do eleitorado (32%), o maior agrupamento numa escala com cinco subdivisões (dos excluídos à classe alta).
Neo porque o gigantismo desse contingente (pessoas que estão exatamente entre a classe média alta e a classe média baixa) quase dobrou de tamanho desde 2002, o ano em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu sua primeira eleição.
E acirrada porque é o único grupo da escala social em que há empate técnico entre as duas concorrentes mais competitivas no atual cenário da corrida pela Presidência.
Editoria de Arte/Folhapress
No teste de primeiro turno, Dilma tem 35% entre esses eleitores; Marina, 33%. No segundo turno há uma inversão. Marina aparece com uma vantagem um pouco além da margem de erro, que é de dois pontos. A pessebista vai a 49%, a petista atinge 41%.
Essas constatações foram feitas pelo Datafolha, que, com base nos resultados de suas pesquisas, mesclou dados sobre escolaridade, renda e posse de bens para medir o tamanho exato de cada grupo na escala social (leia sobre o método ao lado).
Outro dado que chama a atenção no estudo é o aumento escalonado das intenções de voto em Dilma conforme diminui a classe social do eleitor. Uma escadinha.
Na classe alta, ela tem só 19% das intenções de voto. Sobe para 27% na classe média alta. Vai a 35% na intermediária, 40% na classe média baixa e atinge seu recorde, 49%, entre os excluídos.
Com Marina e o senador Aécio Neves (PSDB) ocorre exatamente o oposto: eles crescem conforme melhora a condição social do eleitor (confira no primeiro gráfico).
Ao aplicar os mesmos critérios para definição de classes em resultados de pesquisas de anos anteriores, é possível enxergar com nitidez a dimensão das transformações sociais ocorridas nos últimos anos.
Além do agigantamento da classe média intermediária, constata-se que o grupo dos excluídos deixou de ser o maior, embora continue grande. Caiu de 33% para 27%.
E a classe média baixa minguou, de 23% para 13%. Parte grande de seus antigos representantes evoluíram para o ponto intermediário.
Com isso, a clássica ideia de pirâmide social –um modelo em que a base era o maior grupo e os demais segmentos ficavam menores conforme evoluíam– foi detonada.
O formato, hoje, não é nada regular. Parece mais sofisticado e menos injusto.
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=21394

Credit Suisse traça “perfil ideológico” e “panorama político” do Brasil

22.09.2014
Do  BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
Da Wikipedia
Credit Suisse Group é um banco suíço de investimentos sediado em Zurique, Suíça (…) Em 1998, o Banco de Investimentos [brasileiro] Garantia S.A. foi adquirido pelo Credit Suisse First Boston – um dos líderes entre os bancos de investimentos, estabelecido no Brasil desde 1990, com foco em operações de Investment Banking – e passou a ser denominado Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston Garantia S.A. (CSFB). Em 16 de janeiro de 2006, as operações globais do Credit Suisse foram unificadas sob uma mesma marca, e a razão social do CSFB passou a ser Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil) S.A. Em dezembro de 2008, o Credit Suisse foi classificado pela Fitch Ratings com os mais altos ratings obtidos por instituições financeiras no Brasil (…)”
Recentemente, o Blog recebeu de fonte do mercado financeiro que prefere não se identificar um relatório curioso do banco suíço Credit Suisse – instituição cujas operações no Brasil estão explicadas no trecho de sua página na Wikipedia reproduzido acima. Esse relatório tem sido enviado a investidores.
O documento de 86 páginas é datado de 2 de setembro último e, segundo diz no preâmbulo, propõe-se a “Traçar um panorama do cenário político do Brasil, com ênfase nos aspectos institucionais das eleições e nas perspectivas para os resultados que sairão das urnas em outubro. O objetivo é guiar o leitor no processo eleitoral”.
Em princípio, parece difícil entender por que razão um banco de investimentos se daria a “guiar o eleitor no processo eleitoral”. Seria qualquer “eleitor” ou só os que mantêm negócios com a instituição? Como o banco alega que seu relatório se destina “ao eleitor”, se for verdade exclui quem não vota no Brasil, ou seja, seus controladores ou gestores estrangeiros.
Nota que figura ao pé de cada uma das 86 páginas do documento responde (?) às questões levantadas no parágrafo anterior.
Este boletim foi preparado pelo Credit Suisse, em seu nome e em nome das empresas ligadas ao grupo Credit Suisse é distribuído a título gratuito, com a finalidade única de prestar informações ao mercado em geral. Apesar de ter sido tomado todo o cuidado necessário de forma a assegurar que as informações aqui prestadas reflitam com precisão informações no momento em que as mesmas foram colhidas, a precisão e exatidão de tais informações não são por qualquer forma garantidas e o Banco por elas não se responsabiliza. Este boletim é fornecido apenas para a informação de investidores profissionais, os quais, entende-se, deverão tomar suas próprias decisões de investimento, sem se basear neste boletim, não aceitando o Banco responsabilidade, de qualquer natureza, por perdas direta ou indiretamente derivadas do uso deste boletim ou do seu conteúdo. Este boletim não pode ser reproduzido, distribuído ou publicado por qualquer pessoa, para quaisquer fins
Seja como for, o documento é um dos mais completos compêndios sobre a política brasileira publicado recentemente. Atualizadíssimo, além de explicar o funcionamento do nosso sistema político, também pretende explicar o “perfil ideológico” de nosso povo.
Para tanto, o Credit Suisse usa dados do Tribunal Superior Eleitoral sobre o eleitorado brasileiro e uma pesquisa do instituto Datafolha de outubro de 2013 sobre o “perfil ideológico” desse eleitorado.
Confira, abaixo, o trecho do relatório do Credit Suisse que trata da ideologia de nosso povo.


Esse “perfil ideológico” apurado pelo Datafolha não teve muita divulgação mesmo na Folha de São Paulo, dona do instituto de pesquisa. Mas permite tirar uma conclusão importantíssima sobre o eleitorado brasileiro: é de direita nos costumes, mas de esquerda na economia. Tal fato explica muita coisa tanto sobre esta eleição quanto sobre as anteriores.
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Para baixar a versão integral (em PDF) do “panorama político e ideológico” do Credit Suisse, clique aqui
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/09/credit-suisse-traca-perfil-ideologico-e-panorama-politico-do-brasil/

Blog do Tarso: Campanha de ódio ao PT provoca morte de militante

22.09.2014
Do blog VI O MUNDO, 21.09.14

Hiago
do Blog do Tarso, sugerido por Sérgio Govea

O discurso do ódio ao Partido dos Trabalhadores, e contra a política, da oposição, da velha mídia e dos setores mais atrasados da sociedade fez uma vítima fatal ontem (19) em Curitiba.

Um militante da campanha de Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do estado do Paraná, que também fazia campanha para a presidenta Dilma Housseff (PT), chamado Hiago Augusto Jatoba de Camargo, de 21 anos, foi assassinado com uma facada na Praça da Ucrânia, em Curitiba, onde há uma Feira Noturna frequentada pela classe-média e alta da cidade, no Bigorrilho (Champagnat).

O jovem que sofreu o homicídio era responsável por cavaletes das candidatas e um homem, possivelmente com um grupo, iniciou discussão com o menino e deferiu um golpe de faca contra ele.

O assassino tem barba ruiva e vestia camiseta de time de futebol, e já vinha causando problemas na região.

O Blog do Tarso já havia denunciado a campanha criminosa contra os cavaletes de políticos (clique aqui), o que é crime.

Além disso os candidatos Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (PSB, ex-PT, ex-PV, futura Rede Sustentabilidade), Beto Richa (PSDB), Alvaro Dias (PSDB), a revista Veja e demais órgãos da velha mídia, já faziam uma campanha de ódio contra o Partido dos Trabalhadores. Espero que com esse crime seja paralisada essa campanha do ódio.

Nota de pesar pela morte de Hiago:

A coligação Paraná Olhando pra Frente e a candidata à governadora Gleisi Hoffmann se solidarizam e estão prestando todo auxílio à família de Hiago Augusto Jatoba de Camargo (21), morto no início da noite desta sexta-feira (19) em razão de agressão sofrida na Praça Ucrânia em Curitiba, quando fazia campanha com outros militantes.
Ambulância do SAMU atendeu o jovem no local. Ele faleceu a caminho da UPA 24h do Campo Comprido.
Lamentamos profundamente o ocorrido. Sabemos que todo o apoio e auxílio prestado a família não lhe devolve o que é de maior importância: a vida de Hiago.
Pedimos a Secretaria de Estado da Segurança Publica que tome todas as providências no sentido de identificar e punir os responsáveis por tal agressão.
E pedimos a Deus para que dê forças e conforte a família neste momento, principalmente sua mãe.
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Hiago Augusto Jatoba de Camargo que foi assassinado em Curitiba por causa do discurso de ódio contra o PT e contra a política, ao estar atuando na campanha da candidata ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), e na campanha de reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), era cantor e seu nome artístico era Hiago 100 Caos, e tinha várias músicas gravadas (clique aqui).

Atuava na banda Família 100 Caos e cantava músicas pela paz e esperança e era religioso.

Tinha acabado de lançar suas músicas, veja aqui. Veja os vídeos da banda aqui. Veja o site da banda.

Uma das últimas coisas que ele escreveu no seu Facebook:
“lamentável a juventude
toda se perdendo os irmão tudo morrendo
e ninguém faz nada.”
Vai com paz Hiago!

Me parece que é nossa obrigação fazer uma manifestação pelo fim do ódio contra a política e contra o PT.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/blog-tarso-discurso-de-odio-ao-pt-mata-militante-partido-em-curitiba.html

PREJUDICAR A IMAGEM PARA DEPOIS PRIVATIZAR: Petrobras é vítima de ataque especulativo

22.09.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 20.09.14

O antro de especulação conhecido como Merril Lynch, adquirido pelo Bank of América depois de ter contribuído para quebrar instituições do mundo inteiro na crise de 2008, quando foi flagrado como um dos maiores distribuidores de títulos podres dos Estados Unidos (os famosos subprime), acaba de promover um criminoso ataque especulativo contra a Petrobrás, maior empresa brasileira.

Para quem ainda não sabe, Bank of America Merrill Lynch, banco americano, tem se reunido com a candidata Marina Silva, inclusive, foi deles que Marina cobrou entre 100 e 200 mil reais por um jantar. 

Agora vejam que interessante:  O coordenador de comunicação da campanha de Marina, o  jornalista Alon Feuerwerker, usou sua conta no Twitter para, "dar dica". Nada de mais se não fosse mais uma especulação com o intuito de prejudicar a Petrobras... 

Um relatório oficial do Merril Lynch, divulgado em outubro de 2013 com grande repercussão na mídia brasileira, apontou a Petrobrás como "a empresa mais endividada do mundo". O resultado foi a queda dos papéis da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que em janeiro deste ano alcançaram o recorde negativo de cerca de R$ 15 por ação.

Após empurrar as ações da estatal brasileira para baixo, em uma manobra ardilosa, o BofA/Merril Lynch executou a segunda parte do golpe. Segundo matéria no portal 247, entre os dias 20 e 24 de janeiro, quando as ações da Petrobrás chegavam ao seu ponto mais baixo, os especuladores de plantão na corretora do BofA se encheram de ações desvalorizadas da companhia.

Um levantamento publicado no site Infomoney, revela que o Merrill Lynch comprou no período nada menos que 12,9 milhões de ações ON e outros 3,7 milhões de papéis PN da companhia. Ou seja, primeiro difamou a empresa para derrubar o valor das suas ações e, em seguida, uma vez conseguido o intento, comprou os mesmos papéis com o objetivo de açambarcar os lucros da sua recuperação.

Será que estamos descobrindo de onde parte os boatos?

A presidente Dilma  reagiu com irritação às especulações das bolsas de valores dizendo que essa variação do mercado em função das pesquisas eleitorais é "ridícula". Para a presidente, "especulação tem limite" e "tem alguém ganhando dinheiro com isso", assegurando que não é ela.

A reação da presidente foi a uma pergunta sobre a oscilação do mercado nos últimos dias, quando as ações da bolsa caíram e o dólar subiu por causa da melhoria dos índices da pesquisa a favor da reeleição da petista. "Acho ótima a reação da bolsa. Quando a bolsa cai, eu falo: será que eu subi?", ironizou. "Está ficando ridículo isso. Especulação tem limite. E acho que tem gente ganhando com isso e eu não sou. Eu perco", desabafou a presidente, em tom de irritação. "Eu acho desagradável o fato de acharem que uma coisa está vinculada à outra, quando sobe ou quando desce", completou.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/09/petrobras-e-vitima-de-ataque_20.html

DENÚNCIA DE CORRUPÇÃO FISCAL DA GLOBO: GAROTINHO REFORÇA DENÚNCIAS CONTRA A GLOBO

22.09.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/154284/Garotinho-refor%C3%A7a-den%C3%BAncias-contra-a-Globo.htm