domingo, 21 de setembro de 2014

NO BRASIL É BEM DIFERENTE, AGORA: 40 milhões de jovens norte-americanos se endividaram para pagar faculdade, revela pesquisa

21.09.2014
Do portal OPERA MUNDI, 20.09.14
Por Redação | São Paulo

Sete milhões não conseguirão pagar o que devem para bancos e instituições de crédito; um a cada três estudantes não tem emprego ao se formar.
Wikicommons

Alunos de engenharia nos EUA: ensino superior cada vez mais caro dificulta pagamento de dívidas

Cerca de 40 milhões de jovens estão endividadas para pagar a faculdade nos EUA, revelou pesquisa divulgada nesta sexta-feira (19/09) pela rede CNBC.

Segundo o estudo, um em cada três estudantes encerra a graduação "sem perspectivas de emprego e com uma dívida média de US$26 mil dólares" (Cerca de de R$55 mil reais).

A informação mais alarmante da pesquisa, no entanto, é que mais de sete milhões de estudantes não conseguirão pagar o que devem, tendo o nome inserido nos mecanismos de proteção ao crédito - similares ao Serasa e ao SPC no Brasil.

A crise acaba afetando os pais do alunos que vendem o patrimônio para que os filhos possam pagar as dívidas. De acordo com a rede Telesur, em alguns casos extremos alunos chegam a vender "partes do corpo para pagar dívida".

Como o ensino superior nos EUA é majoritariamente privado, há uma tradição dos responsáveis de, desde os primeiros anos de vida das crianças, depositar valores em uma poupança para o pagamento da universidade. 


Entre os motivos para o crescimento endividamento dos jovens, está a crise imobiliaria de 2008, que forçou pais e jovens a usarem a "poupança  estudantil" para quitar outras dívidas.

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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/37927/40+milhoes+de+jovens+norte_americanos+se+endividaram+para+pagar+faculdade+revela+pesquisa.shtml

Dilma pode ser eleita no primeiro turno

21.09.2014
Do BLOG DO MIRO, 20.09.14


Por Altamiro Borges

Neste sábado (20), o jornalista Ilimar Franco, do jornal O Globo, postou uma notinha que deve atormentar os comitês de Aécio Neves, de Marina Silva e dos barões da mídia. “A pancadaria da campanha da presidente Dilma para cima da adversária Marina funcionou. As pesquisas internas de ambas registraram a ampliação da diferença entre elas para cerca de 10% a 12%. O programa de TV em que Marina diz que é a favor do ‘Bolsa Família’ busca deter a sangria. Por isso, o PT vai manter o ataque e explorar a dúvida quanto a capacidade de Marina dirigir o país”. Se a pesquisa Datafolha, que apontou a ampliação da vantagem para sete pontos, já tinha feito soar o sinal de alerta, agora a tendência será a do desespero.

Na fotografia do momento, não é delírio afirmar que Dilma Rousseff pode ser reeleita já no primeiro turno. Antes da morte de Eduardo Campos, esta era a hipótese mais provável. Aécio Neves, o cambaleante tucano, não conseguia ultrapassar os 21% nas pesquisas. Já o ex-governador de Pernambuco, com sua candidatura dissidente, não viabilizava o segundo turno com menos de 10% das intenções de voto. A “providência divina” de Marina Silva deu novas esperanças às forças contrárias ao “lulopetismo”. Passada a comoção, porém, o quadro volta à razão. Na pesquisa do Datafolha desta sexta-feira (19), Dilma surge com 37%, Marina cai para 30% e Aécio subiu meteóricos “dois pontos” – de 15 para 17%. 

Vitimização da Marina não colou

Mantidas estas tendências, a eleição poderá ser resolvida em 5 de outubro! A mídia privada, principal comitê da direita nativa, já havia percebido este risco. Não é para menos que ela criticou tanto a nova postura adotada pela candidata Dilma Rousseff, que abandonou seu jeito tecnocrático, partiu para o enfrentamento político e investiu na politização da sociedade. Em editoriais nos jornalões, em comentários na tevê e até na capa da revista ‘Veja’, os barões da mídia tentaram coibir a contraofensiva. Eles fizeram de tudo para vitimizar Marina Silva, que estaria sendo alvo da “fúria destrutiva da presidente Dilma”. A vitimização, porém, teve o efeito contrário e revelou uma candidata-atriz chorona, frágil, volúvel, oportunista.

Alguns “calunistas” mais marotos até enviaram mensagens cifradas ao comando de Dilma Rousseff. Teorizaram que a “tática agressiva” seria um desastre, que ela nunca deu certo em eleições. Relembraram surrados slogans de marqueteiros contra a polarização política. Pura malandragem para amedrontar os mais conciliadores! Reinaldo Azevedo e Demétrio Magnoli, dois pitbulls da mídia, escreveram que a “tática do medo” daria errada. O resultado do Datafolha e a notinha de Ilimar Franco deixam atônitos os inimigos hidrófobos do “lulopetismo”. Alguns colunistas até já confessam que a ofensiva politizante da campanha de Dilma foi vitoriosa. O insuspeito Fernando Rodrigues, da Folha, escreveu neste sábado:

Momento decisivo nas ruas e redes

A campanha de Dilma Rousseff comemorou muito o resultado da pesquisa Datafolha que coloca a petista com 37% das intenções de voto, contra 30% de Marina Silva (PSB). Sem contar o quase ‘fora do jogo’ Aécio Neves (PSDB), com 17%... Há cerca de 20 dias, a petista iniciou a pancadaria contra a adversária direta. Houve dúvidas no PT sobre a eficácia da estratégia. Quando saiu a pesquisa Datafolha desta semana, os defensores da ‘narrativa do medo’ para desconstruir a pessebista comemoraram: ‘Funcionou, né?’. A propaganda dilmista estimulou nos eleitores um dos sentimentos fundamentais no dia a dia das pessoas: o medo do desconhecido. 

Agora é a mídia que está com um baita “medo do desconhecido” e vai partir para o tudo ou nada! As duas próximas semanas serão emocionantes. O comando da campanha de Dilma acertou ao apostar no enfrentamento e na politização e não pode recuar agora. É preciso investir ainda nas denúncias do risco de retrocesso que representam as candidaturas neoliberais do tucano Aécio Neves e da ex-verde Marina da Silva. O momento também é de uma pujante ofensiva da militância, nas ruas e nas redes, para liquidar a fatura destas eleições históricas já no primeiro turno. Isto possibilitará avançar mais nas mudanças num segundo mandato de Dilma Rousseff.

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Leia também:







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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/dilma-pode-ser-eleita-no-primeiro-turno.html

Exposição de latinos em Nova York questiona o que é ser 'americano'

21.09.2014
Do portal OPERA MUNDI, 31.08.14
Por Thiago Carrapatoso | Nova York

Mostra fica aberta até outubro no Museu Guggenheim e conta com cerca de 50 obras de artistas de diversas nacionalidades, inclusive brasileiros

As telas da Times Square, em Nova York, estão questionando um tema que incomoda muitos imigrantes, mas que pouco tem sido pensado pelos estadunidenses em geral. No mês de agosto, durante três minutos, perto da meia-noite, imagens do mapa dos Estados Unidos e a frase “Isto não é América” são exibidas. Logo depois, elas mudam, e formam o continente inteiro, englobando as Américas do Norte, Central e do Sul, e se lê “América”. Em uma outra tela, se vê a bandeira dos EUA e, mais uma vez, o dizer “Isto não é América”.
Divulgação
“A Logo For America [Um logo para América]” (1987), feito pelo artista chileno Alfredo Jaar, questiona o que é ser americano

O trabalho “A Logo For America [Um logo para América]” (1987), feito pelo artista chileno Alfredo Jaar, questiona a percepção dos cidadãos dos EUA de que apenas aquele país representa o continente inteiro. Não à toa que ainda usamos o termo “americanos”. Jaar, ao criar o trabalho, não está apenas questionando as concepções e nomenclaturas geográficas, mas também a imposição feita pelo império estadunidense sobre os outros países do continente.

Conforme desenvolve Ricardo Ortiz, em seu livro “Cultura Brasileira & Identidade Nacional”, o colonialismo impõe aos países colonizados uma dupla dominação: “é a exploração econômica das matérias-primas e importação de produtos acabados, mas sobretudo dominação cultural.”

A obra de Jaar, pela primeira vez exibida em 1987, é agora revista graças à exposição “Under the Same Sun: Art From Latin America Today [Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje]”, que fica aberta até outubro no Guggenheim de Nova York e conta com cerca de 50 obras de artistas de diversas nacionalidades, inclusive brasileiros.


A exposição, de acordo com a divulgação, “examina a diversidade das recentes respostas criativas às realidades comuns construídas pelas histórias coloniais e modernas, políticas governamentais repressivas, crises econômicas, e desigualdade social, assim como por períodos de desenvolvimento econômico e progresso social.” Em outras palavras, o objetivo é fazer um panorama das respostas feitas por artistas latino-americanos às situações políticas e sociais vividas majoritariamente da década de 1960 para cá.

Sem considerar as discussões que os próprios trabalhos levantam, “Under The Same Sun”, ao usar o termo em seu título, também traz à tona a problemática sobre o que é ser latino-americano atualmente. A área englobada por esta denominação geopolítica envolve não só culturas diferentes, como processos colonizadores totalmente díspares.





Há, dentro do mesmo termo, países que possuem como línguas oficiais o inglês, o espanhol, o português, o criole, o francês, o holandês e tantas outras. Como englobar toda uma produção sobre o mesmo viés? E o que seria uma arte latino-americana? E como o Brasil é representado dentro desta terminologia?


“Isso é um rótulo americano para lidar com uma realidade que é muito complexa”, afirma Sergio Bessa, diretor do departamento curatorial e educacional do Bronx Museum, também em Nova York.

Ao mesmo tempo em que a exposição “Under The Same Sun” acontece no Guggenheim, o Bronx Museum questiona as estruturas arquitetônicas e urbanísticas modernistas com a exposição “Beyond the Supersquare”, organizada por Holly Block e María Inés Rodríguez.

Quatro dos 30 artistas escolhidos fazem parte também da exposição do Guggenheim, incluindo o curador Pablo León de la Barra. “No Brasil, a gente já tem dificuldade de lidar com a herança tripartida: o nativo, o africano e o imigrante. Essa realidade, no México, envolve várias tribos e civilizações. É a miscigenação. Tem até a tradição no México da pintura de castas, do século XVIII, XIX, que são bem etnográficas, exatas. Algo que que no Brasil não existe. A gente tem nomes para classificar a mesclagem, mas que ninguém usa. Essas complexidades de todos os países da América Latina ficam apagadas por conta deste rótulo”, completa Bessa.

Divulgação

"Estátua da Liberdade Deitada" (1979), da argentina Marta Minujín, que também participa da exposição "Under The Same Sun"

O termo é comumente associado ao clima tropical, como também mostra a exposição curada por León de la Barra. Uma das seções que separa a disposição das obras se chama “Tropicologias”, que “reconhecem os efeitos que o clima, a natureza, e a localização possuem na produção cultural, mas também argumentam que ser 'tropical' é muito além do clima ou da geografia”.

Mas até que ponto este termo também não ajuda nesta imposição político-cultural de outro país, como acontece com o termo América Latina? Para Bessa, há uma adoração pelo termo, principalmente em Nova York. “As pessoas aqui adoram a palavra ‘tropical’. É engraçado que o Hélio Oiticica a usou apenas uma vez, com a instalação chamada Tropicália (1967). Ele deve ter se arrependido amargamente, porque ficou – e muito – pela interpretação do Caetano Veloso e Gilberto Gil. Há uma má leitura. Se acredita que o que aconteceu na música era o mesmo que acontecia nas artes plásticas. Não era. Era totalmente desconectado. Na música, era algo totalmente pop, influenciada pelos Beatles. E nas áreas das artes visuais e literatura, foi algo totalmente diferente.”

A exposição de la Barra ganha créditos por mostrar ao público estadunidense grandes obras feitas por artistas do continente. Mas será que nos enquadramos todos no termo? E por quê?

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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/cultura/37659/exposicao+de+latinos+em+nova+york+questiona+o+que+e+ser+americano.shtml

ELITE DERROTADA: Por que o ódio ao PT?

21.09.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:

O ódio ao PT e aos petistas em geral é um eixo importante sobre o qual também gira a campanha presidencial de 2014.

Esse sentimento antigo, manifestado abertamente por adversários de influência forte no eleitorado de oposição, permanece em estado latente e se manifesta mais claramente nas “guerras” presidenciais. Em tempos de “paz” é cochichado pelos cantos do Congresso e, igualmente, em reuniões sociais onde não há preocupação em expor preconceitos.

Nesses salões mais elegantes, os petistas são tratados de corja.

Recentemente, o asco jorrou surpreendentemente da boca do senador Aécio Neves, um mineiro até então pacato com os adversários políticos. A competição acirrada fez o candidato a presidente pelos tucanos sair dos seus cuidados.

“Sei que não vou ganhar. Minha luta é contra o continuísmo dessa gente. É contra isso que vou lutar”, confidenciou a Jorge Bastos Moreno, de O Globo. Isso, ainda no início de campanha, revelou o jornalista.

Reação incomum a do mineiro Aécio Neves, neto de Tancredo.

A tradicional cordialidade na sociedade mineira, por exemplo, aproximou o tucano Aécio do petista Fernando Pimentel. Em 2008, firmaram a aliança, com resistências no PT, para eleger o prefeito de Belo Horizonte. Acordo repudiado pelos petistas mineiros.

Na política, excetuadas as exceções, os adversários não são tratados como inimigos. Sabem que amanhã será outro dia e poderão estar no mesmo palanque.

O ódio embutido na frase de Aécio Neves tem explicação e antecedentes. Alguns bem mais explosivos e de maior violência verbal. 
  
Em 2006, o senador Jorge Bornhausen (PFL-DEM) lançou uma provocação violenta contra a reeleição de Lula: “Vamos acabar com essa raça. Vamos nos livrar dessa raça por, pelo menos, 30 anos”. Falhou na previsão, como se sabe. Essas são algumas das raízes que fazem o ódio aflorar no processo eleitoral deste ano de forma mais transparente. O sentimento espalhou-se por uma parte considerável do eleitorado. De alto a baixo.

Para derrotar Dilma, um grande contingente de eleitores tucanos trocou de camisa. Optou por Marina. Aécio em poucos dias foi desidratado. Ele chegou a ter 23% das intenções de voto. Mas empacou. Dilma aproximou-se muito da possibilidade de vencer no primeiro turno. Aproximadamente, 30% dos eleitores formavam o grupo dos indecisos ou mostravam a intenção de votar em branco ou nulo.

O imprevisto jogou Marina na disputa. Ela rapidamente superou Aécio, que caiu para 15% das intenções de voto. Voltou a subir a 19% segundo o Ibope.

Trocar Aécio por Marina não é, efetivamente, resultado político adequado pelos critérios políticos mais tradicionais. A troca de candidato, no entanto, é fruto do medo de uma nova vitória do PT, cujo compromisso social assusta parte da sociedade com dificuldade de conviver com pobres.

Essa porção de privilegiados assusta-se com um pouco mais de igualdade. Da fonte do medo também brota o ódio.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/por-que-o-odio-ao-pt.html

BANQUEIRO EM POLÍTICA É VÉSPERA DE BANCARROTA

21.09.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/economia/154116/Banqueiro-em-política-é-véspera-de-bancarrota.htm

TUCANOS PRIVATIVISTAS: MICHELLE TEM SAUDADES DO FHC – RSRSRS

21.09.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Lembra, Arrocho ? Vamos falar de corrupção, Arrocho ?
No Facebook do C Af, a amiga navegante Michelle Bachellet (será ela ?) sugere que se reproduza esse didático post do Conversa Afiada, para ilustrar os marketeiros do Arrocho (e, claro, seu maior fã, o Ataulfo):


TEM SAUDADE DO FANTASMA FHC ? LEMBRA DO QUE ELE FEZ ?


Medidas impopulares ? É o princípio ativo dos tucanos





























João de Andrade Neto, editor do Conversa Afiada.


Em tempo: De amigo navagente Peres:


Os dois primeiros capítulos do NEOLIBERALISMO NO BRASIL se deram no auge desse modelo em escala mundial.


O projeto da curupira biônica Marina, seria de UM NEOLIBERALISMO TARDIO.


Capitulo I: FERNANDO COLLOR DE MELLO


O neoliberalismo chegou no Brasil no projeto do Collor. Seus carros-chefes midiático foram:


* os “MARAJÁS”, como forma de desqualificar aos servidores públicos e ao Estado em geral, estendendo a eles a situação de alguns privilegiados, para atacar o Estado e promover a centralidade do mercado;


* as “CARROÇAS”, como forma de promover a abertura do mercado nacional, desqualificando a produção brasileira e exaltando a globalização neoliberal.


Capítulo II: FERNANDO HENRIQUE CARDOSO


FHC retomou o projeto interrompido do Fernando Collor. O Plano Real foi a forma concreta de privilegiar o ajuste fiscal, tomando como objetivo central do seu governo a estabilidade monetária, o combate à inflação.


Nessa sua segunda versão, a estabilidade monetária promoveria distribuição de renda e retomaria o crescimento econômico, pela atração de capitais externos. O controle da inflação se transformou em dívida pública, que foi multiplicada por 10, enquanto a estabilidade monetária não se traduziu em distiribuição de renda mas, ao contrário. A centralidade do mercado, a abertura ao mercado internacional, o desmonte do Estado, a precarização das relações de trabalho, acentuaram a desigualdade e a exclusão social.


O governo FHC foi derrotado pelo seu fracasso até mesmo em controlar a inflação, deixando uma herança maldita para o governo Lula, incluindo uma profunda e prolongada recessão. Os candidatos do seu partido foram sucessivamente derrotados, como expressão do fracasso do governo neoliberal de FHC.


Capitulo III: MARINA SILVA


A curupira biônica da Marina ocupa o lugar do tucano Aécio, que já havia demonstrado que pretendia assumir o projeto interrompido de FHC, incorporando a equipe ecnonômica daquele governo. SUA IMINENTE DERROTA E UM ACIDENTE AÉREO – DE CONTORNOS OBSCUROS – levou a que Marina Silva assumisse esse projeto.


Seu objetivo expressamente mencionado “SERIA DESALOJAR O PT DO GOVERNO”, mediante uma tal “nova política”, que na verdade se traduz na desqualificação do Estado e da política, assim como da polarização entre esquerda e direita.


O ENUNCIADO DO SEU PROGRAMA contém postulados clássicos do neoliberalismo: INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL, MUDANÇA DA POLÍTICA DE INTEGRAÇÃO REGIONAL PELA DE LIVRE COMÉRCIO – EXPRESSA NA ALIANÇA PARA O PACÍFICO -, COM A PARTICULARIDADE DE REBAIXAMENTO DO PERFIL DO PRÉ-SAL, COMO FORMA DE ABERTURA AOS CAPITAIS ESTRANGEIROS NA ÁREA PETROLÍFERA.


Esse projeto trata de não incorrer no erro de Aécio Neves, procurando revestir o projeto no envoltório de uma “NOVA POLÍTICA”, mas os traços neoliberais ficam perfeitamente à vista.


Se faltasse algo, a equipe central da campanha da curupira biônica da Marina, é composta por uma banqueira (Neca do Itaú/Unibanco) e dois ideólogos típicos do neoliberalismo !


Lhe recomendo portanto fazer uma analise antes que seja tarde, sobre os ‘riscos’ de se eleger um(a) candidato(a) com promessas que ficam só no papel e na sua fala, mais q na realidade alguém que entregou sua candidatura a família SETÚBAL e, por consequência, a todos os banqueiros que apenas querem extirpar o PT do poder POIS SUA GANÂNCIA NÃO ADMITE DIVIDIR O BOLO COM NINGUÉM !


VAI ENCARAR ?

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/09/21/michelle-tem-saudades-do-fhc-rsrsrs/