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sábado, 20 de setembro de 2014

Mercado financeiro pratica crime eleitoral: Vazamento de pesquisa para Bolsa é crime eleitoral e financeiro

20.09.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
Na última sexta-feira (19), a presidente Dilma Rousseff convocou jornalistas para uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Quando um repórter a questionou sobre oscilações da Bolsa por conta de pesquisas de intenção de voto, ela declarou que “Está ficando ridículo. Especulação tem limites. Tem alguém ganhando com isso e não sou eu”.
Nos blogs e redes sociais, já se tornou comum internautas comentarem tendências de pesquisas eleitorais ainda não divulgadas com base na posição da bolsa de valores – quando a bolsa sobe é porque Dilma irá aparecer em queda na pesquisa a ser anunciada; quando a bolsa cai é porque a candidata à reeleição aparecerá em alta na nova pesquisa.
O arcabouço jurídico sobre abuso de poder econômico e sobre crimes contra o sistema financeiro é um tanto quanto omisso sobre esse tipo de manipulação eleitoral e econômica, o que facilita tais abusos. Mas a situação está chegando a um ponto em que vai ficando claro que os institutos de pesquisa só podem estar alimentando a boataria.
Tome-se como exemplo as recentes pesquisas Ibope e Datafolha, divulgadas, respectivamente, nos dias 16 e 19 de setembro. Nas duas oportunidades, o índice Ibovespa dos pregões da Bolsa imediatamente anteriores à divulgação das sondagens comportou-se de acordo com a expectativa a que o mercado foi induzido.
Na véspera da divulgação do Ibope, a bolsa subiu por conta da informação de que Dilma apareceria em queda; na véspera da divulgação do Datafolha, a bolsa caiu por conta de informação em sentido contrário.
Um site chamado “infomoney” tem se especializado em divulgar informações antecipadas sobre pesquisas. Essas informações terminam operando um fenômeno conhecido no sistema financeiro como profecia autorrealizável, ou seja, ao divulgar fato que o mercado financeiro considera bom ou mau essa divulgação influi no comportamento das ações das empresas mesmo que não se confirme
Tem razão a presidente Dilma: isso está ficando ridículo. Mas não só. Além de ridículo, isso está se tornando criminoso porque a queda ou a subida do valor das ações induzem setores da sociedade a encararem a candidatura da presidente da República à reeleição de forma negativa. E também porque investidores compram ou vendem ações com base nessas expectativas.
Esse prejuízo eleitoral para um dos candidatos a presidente advém de um claro abuso de poder econômico de quem produz e deixa vazar o resultado de pesquisas – só tendo um instituto de pesquisa para poder operar esse tipo de golpe.
Já no caso do crime contra o sistema financeiro, difundir boatos como esses – que, muitas vezes, são infundados – permite a certos grupos venderem caro ações baratas e venderem barato ações caras. Tais oscilações bruscas no preço das ações permitem a alguns enriquecerem rapidamente.
Em tese, cumpriria ao Ministério da Justiça, à Justiça Eleitoral ou ao Ministério Público Eleitoral desencadear uma investigação da Polícia Federal sobre esse fenômeno. Porém, tanto os candidatos e partidos afetados quanto qualquer cidadão ou organização podem provocar esses órgãos.
Essa investigação teria que começar pelos institutos de pesquisa. Se não deixassem vazar informações, não poderia haver boataria.
No caso do comportamento do mercado APÓS a divulgação oficial das pesquisas, não se pode fazer nada. Os investidores têm direito de gostarem ou não deste ou daquele candidato. Porém, o peso que a mídia vem dando ao comportamento desses investidores diante da realidade eleitoral constitui abuso de poder econômico na eleição.
Assim como televisão e rádio não podem emitir opiniões sobre os candidatos por serem concessões públicas, tampouco deveriam poder difundir opiniões sobre por que o mercado de ações reagiu desta ou daquela forma diante de uma pesquisa já divulgada ou a ser divulgada.
O ideal seria que as autoridades eleitorais se manifestassem sobre o assunto. Na falta dessa atitude, caberia à coligação de Dilma interpor uma representação ao Ministério Público Eleitoral. Porém, se nenhum desses atores agir, qualquer cidadão pode fazê-lo.
Se ninguém mais agir, este Blog, do qual surgiu a ONG Movimento dos Sem Mídia, poderá pedir, através da Organização, a abertura de investigação que, precipuamente, deveria ser conduzida pela Polícia Federal. E, como sabem os leitores mais antigos, esta página nunca se furtou a pôr o guizo no gato, se necessário.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/09/vazamento-de-pesquisa-para-bolsa-e-crime-eleitoral-e-financeiro/

IMPRENSA INVESTIGA, SIM, PRESIDENTA. MAS, NÃO JULGA

20.09.2014
Do blog CONVERSA AFIADA, 
Por Paulo Henrique Amorim

Pior que imprensa que não investiga só a que investiga apenas o PT

Como se sabe, a Operação Lava-jato, nas mãos do ministro  da Justiça, criou aquela figura do Direito Penal que o grande jurista, amigo navegante, Ayres Brotta chamou de “delação seletiva”.

Só vaza para atingir a Dilma.

Um fenômeno.

Como já disse esse Conversa Afiada, o Yousseff é o único doleiro do mundo que discrimina cliente pela orientação eleitoral: só lava de trabalhista.

É como assistente de palco que só “fica” com tucano.

Por isso, a Presidenta Dilma tentou conseguir na Procuradoria-Geral da República a delação (seletiva) do Paulo Roberto Costa, indicado pelos tucanos para a Petrobras.

Clique aqui para ler “Clesio é Aécio. Paulo Roberto não foi vice da Dilma”.

O Dr. Janot não deu acesso.

Ela, então, resolveu recorrer ao Supremo.

Por quê ?

Porque ela se recusa a acreditar na delação seletiva do PiG (*).

E quer conhecer os fatos para tomar providências.

Foi nesse contexto que ela cometeu um deslize sério:

“Quero ser informada se no Governo tem alguém envolvido. Eu não reconheço na imprensa o status que tem a Polícia Federal, o Ministério Público e o Supremo. Não é função da imprensa fazer a investigação; a função é divulgar.”

O Estadão, em estado comatoso, já distorceu e deu no título:

“Não é função da imprensa investigar”, diz Dilma.

Nao foi isso o que ela disse, mas ”não é função da imprensa fazer A investigação”. (Ênfase minha – PHA

Mesmo assim, alto lá !, presidenta !

É função da imprensa, sim, investigar.

Apurar.

Respeitar a acuidade factual.

E buscar a imparcialidade.

E ai está o câncer.

O PiG investiga (os trabalhistas), não respeita a verdade factual e é parcial.

No Brasil, o PiG – no “mensalão” (o do PT) – investigou, mentiu, julgou, condenou e aplicou as penas.

Chegou a impedir que um ministro tomasse posse.

Antecipou voto de ministro para constranger os demais ministros.

Conseguiu um ministro para escrever um artigo para impedir que outro ministro desse determinado voto.

Foi um julgamento de exceção, que não provou a existência de um mensalão, coonestou a falsa teoria de um dominio de fato, negou o direito universal à dupla jurisdição, considerou que o acusado é quem tem que provar a inocência; e, portanto, nas palavras imortais de um ministro, “a verdade é uma quimera” ! 

Os trabalhistas foram condenados pelo PiG !

Mas, isso não retira da imprensa o dever de investigar.

O problema é essa imprensa aí, o PiG.

O problema é o ministro da Justiça que os peemedebistas  e o Cid Gomes idolatram !

E nos braços deles, peemedebistas e o Cid, chegará ao Supremo – da PUC de São Paulo.

O problema é faltar uma Ley de Medios, e, no PT,  ninguém ter a coragem do Garotinho.

Imprensa que não investiga, presidenta, só não é pior que a imprensa que só investiga os trabalhistas.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/09/20/imprensa-investiga-sim-presidenta-mas-nao-julga/

Pesquisas eleitorais têm falhas metodológicas e deveriam ser proibidas

20.09.2014
Do blog ESQUERDOPATA

Serra e Russomanno disputaram o 2º turno em
2012,  segundo o Datafolha
Pesquisas eleitorais contêm 'problemas sérios' e deveriam ser vetadas, diz estatístico veterano
Por Sérgio Spagnuolo | Yahoo Notícias

Nas últimas semanas, dezenas de pesquisas eleitorais incendiaram o cenário político, expondo uma acirrada disputa entre a candidata Marina Silva (PSB) e a presidente Dilma Rousseff (PT), e até mesmo uma recente reação de Aécio Neves (PSDB), cuja preferência de voto havia caído por conta da ascendente e fulminante chegada da ambientalista à corrida presidencial, após a trágica morte de Eduardo Campos em meados de agosto.

Esses estudos serviram de termômetro para o cenário eleitoral e foram amplamente repercutidos na imprensa, nas campanhas políticas, entre analistas, professores e, claro, por parte dos mais de 140 milhões de eleitores brasileiros. Mas, o que foi pouco falado diz respeito a quão precisos são os resultados? 

O tema é espinhoso principalmente por dois motivos: um é a complexidade técnica do assunto, e outro diz respeito às discordâncias sobre a metodologia entre alguns estatísticos independentes e acadêmicos, de um lado, e estatísticos dos institutos e sociólogos, do outro. (Ver ao fim da reportagem as explicações dos institutos sobre o método aplicado)

Para o estatístico José Ferreira de Carvalho, professor aposentado da Unicamp e livre docente pela USP, além de consultor da Statistika, em Campinas, as pesquisas eleitorais contém “problemas sérios”, em grande parte por causa da margem de erro, e, por isso, deveria ser "vetadas".

Ele sustenta que os institutos se valem de uma “amostragem não probabilística", ou seja, a maneira pela qual os entrevistados são encontrados recai sob o julgamento do pesquisador, e não sob uma forma totalmente aleatória. Isso ocorre porque é mais rápido, barato e fácil do que realizar uma “amostragem probabilística”, na qual cada eleitor teria a mesma probabilidade de ser selecionado.

Assim, por exemplo, para preencher a quota de, digamos, 2.000 eleitores consultados, o entrevistador seria enviado para um lugar na cidade onde seria mais fácil encontrar certo tipo de pessoa buscada - faixa etária, gênero, escolaridade etc. "Tenho respeito pelo problema que eles (pesquisadores) encaram”, disse Carvalho ao Yahoo Brasil. ”Mas fazem a amostra deles apenas para preencher as quotas.”

Essa metodologia ocasionaria um grande problema na margem de erro da pesquisa (aquele dado que diz, por exemplo, 2 pontos percentuais para mais ou para menos), a qual, assim, não pode ser estipulada com precisão, constituindo um grave erro estatístico. "O erro é que é maior do que se preconiza”, afirma o veterano.

Esse embate, inclusive, já gerou problemas para o consultor, que chegou a ser processado pelo Conselho Regional de Estatística (Conre) por "improbidade profissional”. A entidade, que regula a profissão, perdeu o processo, disse ele.

Outro grande problema consiste no aval da Justiça Eleitoral às pesquisas, considerando que elas precisam ser propriamente registradas. "O fato de os tribunais registrarem as pesquisas faz com que sejam cúmplice do mal feito”, alertou Carvalho.

Institutos e alguns analistas políticos, por outro lado afirmam que as pesquisas eleitorais tem resultados comprovados, mas o estatístico é enfático: “Não está provado coisa nenhuma”.

Ele reconhece que as vezes os institutos acertam resultados, mas alertou que isso não deve ser motivo para que continuem sendo divulgados. "Cada vez que acertam, colocam isso em letras garrafais na 1a página, e quando erram deixam passar.”

Seja como for, independentemente das provas matemáticas de Carvalho a respeito dos erros das pesquisas, o fato é que elas têm muitos efeitos no processo eleitoral. "As pesquisas eleitorais são importantes para medir o retrato do momento, o grau de satisfação, a expectativa do eleitorado”, disse o analista de comunicação política Gaudêncio Torquato, da GT Consultoria. Ele falou ao Yahoo em uma entrevista no fim de agosto.

E em uma coisa eles concordam: esses estudos ajudam a moldar a decisão do eleitor.  Por exemplo, uma pessoa que não quer a reeleição de Dilma pode escolher votar em Marina por julgar que ela tem mais chances do que Aécio, que seria sua escolha inicial.

“As pesquisas eleitorais tendem a favorecer os candidatos que estão na dianteira, os quais vão encontrar mais patrocinadores. As doações serão maiores para aqueles com mais pontos nas pesquisas”, afirmou o Torquato.

Carvalho, por sua vez, quis se distanciar de mais polêmica, mas disse: “Acredito que a pesquisa manipule (a escolha do eleitor), mas não sei se (os institutos) fazem intencionalmente.”

Com o argumento nessa direção, nas eleições presidenciais de 2014 alguns candidatos presidenciais de certa popularidade, mas pior colocados nas pesquisas, como Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) têm repetidamente solicitado aos eleitores para que votem por convicção no primeiro turno, ou seja, que escolham o candidato com o qual mais se identificarem, para depois, se for o caso, escolherem o “menos pior” em um iminente segundo turno.

A cruzada de Carvalho, que se disse um militante contra as pesquisas eleitorais, já não tem mais o mesmo fôlego de anos atrás, contida pelo fraco eco de suas afirmações fora da academia, pelo processo sofrido e por ele ter mais coisa na vida para fazer.

"Não falo mais sobre isso porque já encheu a paciência”, disse ele, resignado.

É atribuído a Otto von Bismarck, líder que formou o Império Germânico do fim do século 19, a frase “se você gosta de leis e salsichas, é melhor não saber como são feitas”. Dependendo do que se escolher gostar, isso pode valer também para pesquisas eleitorais.

Funcionamento

Como funcionam as pesquisas eleitorais?

Primeiramente, todas as pesquisas são registradas no Tribunal Superior Eleitoral e as entrevistas são realizadas em todo o país.

Grosso modo, os institutos de pesquisa (Datafolha, Ibope, Vox Populi etc.) consultam poucos milhares de eleitores (o montante varia de pesquisa a pesquisa), levando em conta a diversidade de gênero, idade, escolaridade, cor, entre outros dados básicos, a fim de estabelecer comparações e relações mais amplas com o eleitorado.

A Folha de S. Paulo, divulgou uma explicação bastante simplificada do processo do Datafolha, que pode ser vista aqui.

Veja também como o Ibope explica sua pesquisa aqui aqui.

O posicionamento mais técnico de Carvalho sobre o assunto está em um artigo publicado conjuntamente com o professor Cristiano Ferraz, da Universidade Federal de Pernambuco (UNPE), em 2006.

Para acompanhar os resultados e interpretações, acompanhe Plínio Fraga, blogueiro doYahoo.

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Fonte:http://www.esquerdopata.blogspot.com.br/2014/09/pesquisas-eleitorais-tem-falhas.html

O navio “clandestino” de uma mídia que não ama o Brasil

20.09.2014
Do blog TIJOLAÇO, 19.09.14
Por Fernando Brito

ilhabela
Segunda-feira à tardinha, o ilustre cidadão e a esclarecida cidadã que cruzaram a ponte Rio-Niterói “deram por falta” de um imenso navio azul, coberto de torres, que se encontrava à direita de quem sai da ponte, logo após a Base Naval de Mocanguê.
Não que fosse um navio digno de se notar: afinal, tem apenas 345 metros de comprimento e 58 de largura, o que resulta numa área de três campos de futebol “padrão Fifa”. Nem que, por “baixinho”, pudesse escapar à visão de quem passava: afinal, tem 30, 3 metros de altura máxima, o que chega perto da metade do imenso vão central da ponte.
Pois acredite o amigo leitor que este navio, cujos complicadíssimos módulos de convés, que filtram, separam, processam e deixa prontos para irem para os tanques de armazenamento nada menos que 150 mil barris de petróleo por dia e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural, partiu “incógnito”, quase às escondidas, para o campo de Sapinhoá Norte.
Lá, ele vai tirar este mundo de petróleo do pré-sal da Bacia de Campos.
Porque Sapinhoá, que opera hoje com apenas três poços  ligados à plataforma Cidade de São Paulo, reúne os maiores poços em produção já registrados no Brasil, com médias que superaram 42 mil barris por dia. E lá há poços que esperam apenas por um navio-plataforma para produzir.
O Cidade de Ilhabela saiu quietinho, tendo como companhia apenas a bruma da tarde, porque este país não dá valor ao àquilo que constrói pode fazer independente.
Em outras terras, o gigante sairia escoltado por recadores e seus apitos, batizado por jatos d´água merecidos por um herói que, durante 20 anos, vai dar ao Brasil, todos os dias, perto de US$ 15 milhões.
Isso mesmo, todos os dias, com o petróleo nos preços de hoje e sem contar o gás.
Mas que horror!
Não se pode deixar que notícias assim se espalhem. É uma mau exemplo.
Independência é só aquele quadro dos cavalos à beira do riacho e de um homem de bigodes e espada na mão.
É preciso silêncio total na mídia.
E a Petrobras, devassada e detratada todos os dias na imprensa, “republicanamente” apanha quieta.
Senão, é capaz de dizerem que o navio sumiu porque o Paulo Roberto Costa deu sumiço nele. Guardou na garagem de casa, quem sabe?
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=21345

DCM: GLOBO DEVE SE EXPLICAR SOBRE SONEGAÇÃO

20.09.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/154127/DCM-Globo-deve-se-explicar-sobre-sonegação.htm