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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Por que defendemos o pré-sal? Porque pensamos no futuro do país

16.09.2014
Do blog MUDA MAIS
 

A exploração do Pré-Sal representa uma nova estratégia de desenvolvimento que já beneficia o povo brasileiro e que irá beneficiá-lo ainda mais no futuro. Nos moldes adotado pelos governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, essa estratégia tem amplo significado, que inclui: o estímulo à produção nacional - o que gera emprego e renda para as pessoas do país e não para os estrangeiros -, a garantia de R$ 1,3 trilhão de investimentos para saúde e educação nos próximos 30 anos e a transformação do país em um dos maiores produtores mundiais.

Descoberto pela Petrobras em 2007, o Pré-Sal é uma área de reservas petrolíferas que fica debaixo de uma profunda camada de sal, formando uma das várias camadas rochosas do subsolo marinho que vai do litoral de Santa Catarina ao Espírito Santo. Se chama Pré-Sal porque é o tempo de formação do petróleo. 

A exploração do Pré-Sal vai gerar dividendos para o país. Em setembro de 2013, a presidenta Dilma sancionou a lei que instituiu 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25%  para a saúde. Também é previsto em lei que 50% do Fundo Social do Pré-Sal (espécie de poupança pública de longo prazo com base no lucro arrecadado das concessionárias do pré-sal) sejam levados para a educação.

Como forma de gerar emprego, investir na capacitação de mão-de-obra qualificada e desenvolver tecnologias, foi criado no governo do ex-presidente Lula e seguiu com Dilma, a Política de Conteúdo Nacional, que tem como um dos reflexos, a transformação da indústria naval do país, hoje, a quarta do mundo. Além disso, por determinação de Dilma, no mínimo 60% dos serviços e equipamentos usados no Pré-Sal têm que ser brasileiros -  e isso significa a geração de milhões de empregos, além de dinamizar toda a economia.

Mesmo com todos esses tópicos inquestionáveis sobre a importância da exploração do pré-sal para o futuro do país, teve candidato que o ignorou em seu programa de governo. Manchete do jornal O Globo, por exemplo, dizia: “Campanha de Marina deixa pré-sal em segundo plano no programa de governo” e especialistas alertavam sobre o erro estratégico da campanha da candidata (link is external). Como de costume, diante da pressão dos meios de comunicação, ela mudou de lado e hoje diz que se trata de uma campanha da oposição, em que ela está sendo  "caluniada e acusada de ser contra esse patrimônio do Brasil" (link is external) . Mas, como bem lembrou Dilma recentemente, em entrevista coletiva, Marina não voltou atrás com relação a "rever" o estímulo à produção nacional,ou seja: se eleita, Marina pode mesmo reduzir nossa indústrial naval a pó.
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Fonte:http://mudamais.com/daqui-pra-melhor/por-que-defendemos-o-pre-sal-porque-pensamos-no-futuro-do-pais

ELES QUEREM ACABAR E VENDER A PETROBRAS, LEIA E SE POSICIONE!

16.09.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim
No governo de Fernando Henrique Cardoso foi assim também. Primeiro, eles colocam problemas nas estatais. Saem alardeando aos quatro canto que a empresa dá prejuízos,  está  endividada, que a solução é vender. Foi assim que o tucano fez com a Vale. Ainda  vendeu as teles “a preço de banana”.
 
Se você tivesse um cacho de bananas que valesse R$9,00, você o colocaria à venda por R$0,30? Óbvio que não. Mas foi isso que  o então presidente Fernando Hnrique Cardoso fez na venda de 41% das ações da Companhia Vale do Rio Doce para investidores do setor privado, em 1997. Eles pagaram R$3,3 bilhões por uma empresa que vale perto de R$100 bilhões.

Perigo

Outro ponto polêmico na Venda da Vale  foi  o envolvimento da corretora Merrill Lynch, contratada para avaliar o patrimônio da empresa e calcular o preço de venda.Como todos sabem,
Bank of America é Merrill Lynch e tem feitos constantes reuniões com Marina. A última foi  na segunda-feira (8), em São Paulo. Veja que o banqueiro americano está dando o bote desde de 2013, Veja aqui o que eles escreveram  e aqui você lê; Merrill Lynch foi o banco que mais  comprou ações da  Petrobras e Vale na Bovespa em janeiro. Mais explicado aqui no Brasil 247
Bank of America é Merrill Lynch foi acusada de repassar informações estratégicas aos compradores meses antes do leilão da Vele, ela também participou indiretamente da concorrência por meio do grupo Anglo American. De acordo com o TRF, isso comprometeu a imparcialidade da venda.

A mesma Merrill Lynch, na privatização da Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) da Argentina, reduziu as reservas declaradas de petróleo de 2,2 bilhões de barris para 1,7 bilhão.Esses são os homens de bem da Marina. Querem  agora comprar a Petrobras a preço de banana

Agora, leiam a matéria da Folha dessa terça feira

Antes, observe que, o tucano Walter Feldman, assessor da  Marina usa o  mesmo discurso do banqueiro americano: Primeiro espalha boatos, depois compra ações...Depois, quebra e compra a empresa.

Um relatório oficial do Merril Lynch, divulgado em outubro de 2013 com grande repercussão na mídia brasileira, apontou a Petrobrás como "a empresa mais endividada do mundo". O resultado foi a queda dos papéis da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que em janeiro deste ano alcançaram o recorde negativo de cerca de R$ 15 por ação.

Após empurrar as ações da estatal brasileira para baixo, em uma manobra ardilosa, o BofA/Merril Lynch executou a segunda parte do golpe. Segundo matéria no portal 247, entre os dias 20 e 24 de janeiro, quando as ações da Petrobrás chegavam ao seu ponto mais baixo,
os especuladores de plantão na corretora do BofA se encheram de ações desvalorizadas da companhia.
 
 
 Folha de São Paulo
Campanha de Marina critica modelo do PT para explorar pré-sal

Situação financeira da Petrobras não permite controle da exploração do petróleo nessas áreas, afirma Feldman
Uma das principais bandeiras do governo do PT, o modelo de exploração do petróleo do pré-sal foi alvo de críticas da campanha da candidata Marina Silva (PSB).

Em encontro com empresários em São Paulo, nesta segunda-feira (15), o coordenador da campanha, Walter Feldman, fez críticas ao marco regulatório do pré-sal e chamou a política de conteúdo local de "doutrinária".

Aprovado em 2010, durante o governo Lula, o regime de partilha determina que a exploração de todas as áreas do pré-sal seja controlada pela estatal. A Petrobras tem que ser sócia com, no mínimo, 30% de cada área. O objetivo é garantir que a riqueza seja extraída por uma empresa brasileira.

O problema é que a estatal está numa situação financeira ruim, provocada pelo represamento do preço da gasolina e pelo aumento das importações do combustível.

Ela tem a maior dívida entre as petroleiras do mundo e por isso não consegue aumentar seus investimentos, travando o setor. Grandes empresas globais de petróleo, como Shell, BP e Statoil, têm investimentos no Brasil,.disse Feldman.

Para Feldman, "A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda", disse Feldman. "É a operadora única e, ao que parece, discorda disso, o que é inédito."

Nesta segunda-feira, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), João Carlos De Luca, também criticou o monopólio da Petrobras na exploração do pré-sal.

"A figura do operador único não é benéfica para a Petrobras nem para a indústria brasileira. Precisamos de multiplicidade de atores."

Para o setor, ao permitir que outras empresas operem, o governo atrairia mais investimentos. Segundo o IBP, o pré-sal receberá R$ 1 trilhão em investimentos até 2020.

Emissários de Marina se encontraram com executivos do setor na semana passada. Segundo Feldman, eles se queixaram da política de conteúdo local --60% dos componentes feitos no Brasil.

Ele indicou que a exigência tem que ser alterada. "Interessa muito o desenvolvimento brasileiro, mas não pode ser de caráter doutrinário, imaginando que nós temos a capacidade de responder a tudo", afirmou.
 
Bank of America é Merrill Lynch com Marina, dando as ordens para o que ela tem que falar...
E o mesmo banqueiro americano ataca a Petrobras
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/09/ate-folha-confirma-marina-quer-acabar.html

GLOBO CONSPIRA CONTRA DILMA: Urubóloga é contra reeleição.

16.09.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim
 
Globo garantiu a reeleição do Fernando Henrique sem cobrir a eleição.
 
A Urubóloga fez parte daquela Armada Brancaleone que a Dilma jantou com farofa.

Na colona (*) de hoje, no
Globo Overseas, ela diz que chamou a Presidenta de “candidata”.

É porque a Dilma é muito educada.

Se não, poderia chamar a Urubóloga de “candidata” também –
clique aqui para ler sobre a estratégia de Lula para tirar o banquinho da Urubóloga – e da Globo.

E a Urubóloga/candidata lamenta profundamente:

“Para um país que ainda não amadureceu os limites institucionais
(o monopólio da Globo é prova disso – PHA), a reeleição (da Dilma – PHA) é inconveniente”.

“Soma de pequenos detalhes cria uma situação desigual, a favor dos candidatos do cargo”.


Ou seja, a Urubóloga/candidata entregou a rapadura:
leia na Vox sobre a iminente vitória da reeleita.

Navalha
Como se sabe, e o Palmério Dória demonstrou no “Príncipe da Privataria”, o Governo Fernando Henrique comprou a reeleição por R$ 200 mil reais a cabeça de parlamentar do Acre !
Imagine quanto custou um deputado de São Paulo ou de Minas !
Esse Serjão !
Era um trator !
FHC foi reeleito, também porque a Globo não cobriu a eleição.
Para não dar espaço igual ao Lula, a Globo simplesmente ignorou a campanha de FHC.
FHC ganhou sentado na cadeira presidencial.
FHC ganhou a reeleição porque Bill Clinton obrigou o FMI a salvar o Real.
Uma semana depois de eleito, FHC desvalorizou o Real que, como dizia o Padim Pade Cerra (em off), o FHC praticava o “populismo cambial”.
Calcula-se que a operação de salvamento do Real no FMI custou ao Brasil US$ 70 bilhões.
Quando desvalorizou o Real, as reservas cambiais do Brasil de FHC valiam tanto quanto as da Líbia de hoje.
Para a Globo, a reeleição do FHC foi imaculada.
“Desigual” é a da Dilma.
Ora, candidata … francamente …
 



Paulo Henrique Amorim


(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
 
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/09/16/urubologa-e-contra-reeleicao-da-dilma/

IMPRENSA FAZ OPOSIÇÃO A DILMA, COMPROVE: Dono do Estado de Minas sobe no palanque tucano

16.09.2014
Do portal BRASIL247
 
                                                                
O empresário Álvaro Teixeira da Costa (no detalhe), principal acionista dos Diários Associados, empresa que controla os jornais Estado de Minas e Correio Braziliense, subiu no palanque de Aécio Neves e Pimenta da Veiga no último sábado em Belo Horizonte; ao que tudo indica, o grupo já escolheu seus candidatos tanto para os governos federal como de Minas Gerais

Minas 247 - Uma presença inusitada chamou atenção no último comício do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do candidato Pimenta da Veiga, que concorre ao governo mineiro, em Belo Horizonte. Estava lá, no alto do palanque, ninguém menos que o empresário Alvaro Teixeira da Costa, principal acionista dos Diários Associados, grupo de mídia que controla os jornais Estado de Minas e Correio Braziliense.
 
Os jornais não declararam apoio formal às candidaturas do PSDB aos governos federal e mineiro, mas tudo indica que é essa a linha editorial dos Diários Associados. Na semana passada, o grupo não divulgou uma pesquisa EM/DATA para o Palácio da Liberdade, que havia sido registrada pelo próprio Estado de Minas. Não se sabe o resultado, mas outros institutos têm apontado vantagem do petista Fernando Pimentel superior a dez pontos.
 
Em Minas, onde Aécio pretendia abrir uma vantagem de 4 milhões de votos na disputa presidencial, as pesquisas também vêm apontando a liderança da presidente Dilma Rousseff. E o tucano aparece embolado com Marina Silva. Nos últimos dias, Aécio reforçou sua presença no estado e trata como questão de honra a vitória de Pimenta da Veiga. O PT também trabalha para decidir a disputa no primeiro turno.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/153569/Dono-do-Estado-de-Minas-sobe-no-palanque-tucano.htm