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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dilma: 'Imprensa não tem fórum inequívoco para dizer quem é corrupto ou não'

10.09.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 08.09.14
Por Renato Brandão, especial para a RBA
 
 Sobre supostas denúncias feitas por ex-diretor, Dilma lembrou a jornalistas que é a maior autoridade do Executivo do país, e por isso quer a informação a mais apurada possível. 'Mas de fontes oficiais', disse
 
dilma
 
Dilma: "Não só o governo federal tem o direito, mas a população em geral também tem direito"
 
São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff disse na tarde de hoje (8) que solicitou informações apuradas referentes às supostas denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, à Polícia Federal, e publicadas na revista Veja no último final de semana. Ela ressaltou que é prudente saber a veracidade da acusação feita pela reportagem.
 
“Eu determinei ao ministro José Eduardo Cardozo (da Justiça) que fizesse um ofício à Polícia Federal pedindo que se tiver qualquer pessoa do governo federal envolvido, nós gostaríamos de ter acesso a essas informações para que o governo possa tomar as providências e saber que essas providências estão sendo tomadas baseadas em informações oficiais”, disse Dilma, durante sabatina promovida pelo jornal O Estado de S.Paulo, realizada no Palácio da Alvorada, em Brasília.
 
A presidenta observou que a reportagem publicada pela revista não traz detalhes, tampouco documentos ou valores sobre o suposto esquema. “É prudente saber primeiro se isso é verdade. Porque a própria revista que divulga que tem as informações, mas ela não divulga de onde tirou nem como tirou. Então, eu quero essas informações”, disse, acrescentando que os processos estão criptografados e “dentro de um cofre porque vazamento pode significar não validade das provas”.
 
Dilma prometeu que se for comprovado que há algum funcionário de Estado envolvido em corrupção, este sofrerá “afastamento puro e simples do governo”. Porém, disse que não cogita condenar ou perdoar baseada apenas em informação sem comprovação factual difundida na imprensa. “Eu sou presidenta da República, eu tenho que acatar informações oficiais. De quem? Da Polícia Federal, do Ministério Público Federal. É uma coisa engraçada. Se um órgão da imprensa sabe alguma coisa, e nós, que somos os acusados, não sabemos, isso é uma coisa inadmissível. Eu quero a informação mais apurada possível”, pontuou.
 
“Agora, também não quero dar à imprensa um caráter que ela não tem diante das leis brasileiras. A imprensa não tem nenhum fórum inequívoco para dizer quem é corrupto ou não. Quem vai falar isso para mim é quem investiga, quem tem as provas, e não diz-que-diz. Eu sou a maior autoridade do Executivo do país, eu quero a informação a mais apurada possível. Não só o governo federal tem o direito, mas a população em geral também tem direito”, completou Dilma.

Plebiscito

Dilma voltou a defender uma reforma política para o Brasil e, inclusive, se comprometeu a convocar um plebiscito, caso seja reeleita para mais quatro anos de governo. “A melhor proposta é que só o ato de votar em plebiscito pode mudar. Vou convocar (um plebiscito de reforma política), 99% da população brasileira quer uma melhora na representatividade.
 
Muitas pessoas querem uma maior transparência das instituições. As pessoas querem melhorar as formas que as campanhas são financiadas. Sem respaldo da população, ninguém tem força para fazer nenhuma alteração”, defendeu.
 
A presidenta também manifestou sua opinião sobre a manutenção ou o fim da reeleição para cargos de comando no Executivo. “Se for acabar com a reeleição, tem que dar mandato de cinco anos. Agora, eu quero entender o que os cinco anos faz no todo. Sou contra coincidência de todas as eleições. O Brasil tem que continuar votando. O voto popular tem um poder benéfico e é tão importante que o país vote em plebiscito, que só o ato de participar já muda o país.”
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/dilma-imprensa-nao-tem-forum-inequivoco-para-dizer-quem-e-corrupto-ou-nao-2312.html

Quais as principais objeções à "teoria da evolução"?

10.09.2014
Do blog FÉ E CIÊNCIA
 
Objeções à "teoria da evolução" referem-se, entre outros itens:
  • à abordagem da "teoria" em si, que alega ser científica, mas apresenta inquestionáveis dificuldades de transparência, lógica e método;
  • aos mecanismos postulados para o processo "evolutivo";
  • ao seu desempenho quando testada contra experiências especiais;
  • às formulações vagas utilizadas, por exemplo, no enunciado de suas hipóteses ou quando (não) explica como exatamente um organismo supostamente evoluiu ou mudou a um outro.
Edgar H. Andrews (Professor Emérito do Departamento de Ciência dos Materiais, Queen Mary College, Universidade de Londres) escreve em seu livro No princípio ...: "A evolução não é uma boa teoria. ... Ela não explica todos os fatos, e aqueles que explica não são explicados de modo claro. A teoria não tem um bom desempenho quando testada contra experiências especiais, porque nenhum experimento jamais mostrou que o processo de evolução acontece realmente.
 
A teoria é frequentemente vaga e obscura, por exemplo, quando se pergunta como exatamente uma criatura supostamente evoluiu ou mudou para uma outra. Não consegue dar respostas exatas, nem mesmo boas estimativas." A análise de Andrews é compartilhada por outros cientistas de renome. Richard Smalley (Prêmio Nobel de Química de 1996), por exemplo, refere-se ao assunto ao comentar um texto recente sobre evolução e suas alternativas: "A evolução acabou de receber seu golpe mortal. Após ler Origins of life com meu conhecimento de química e física, fica claro que evolução biológica não pode ter ocorrido."
 
Mesmo assim, atualmente é comum que cientistas aceitem um darwinismo revisto, chamado neodarwinismo, a versão mais usual da "teoria da evolução". Outros, como foi exemplificado, veem os modelos e postulados neodarwinistas com ressalvas. E há também cientistas que desautorizam a "teoria" até mesmo como hipótese. Este é o caso de Wolfgang Smith (Professor Emérito de Matemática que lecionou no MIT, na Universidade da Califórnia Los Angeles e na Universidade do Estado de Oregon). "Oponho-me ao darwinismo, ou melhor, oponho-me à hipótese transformista como tal, não importa qual seja o mecanismo ou causa (talvez até mesmo teleológica ou teísta) dos saltos macroevolutivos postulados. Estou convencido, além disso, de que o darwinismo, independentemente do formato, de fato não é uma teoria científica, mas uma hipótese pseudo-metafísica pomposamente vestida em roupagem de ciência. Na realidade, a teoria deriva sua sustentação não dos dados empíricos ou das deduções lógicas de natureza científica, mas da circunstância de ser a única doutrina sobre as origens biológicas concebível na limitada Weltanschauung (= visão do mundo) a que a maioria dos cientistas indubitavelmente subscreve." (citado em H. Margenau; R.A. Varghese - Cosmos, bios, theos, Open Court, 1992)
 
O seguinte trecho de autoria do Prof. Kenneth Hsu, Professor Emérito da Escola Politécnica Federal de Zurique (ETH Zürich), concisamente expõe a dificuldade de sustentar-se a denominação ciência para o Darwinismo:
O juiz William Overton [do Arkansas, EUA, na sua decisão dos anos 80 de que o criacionismo não seria científico] adotou cinco critérios para a definição legal de ciência, a saber:
  1. É guiada pela lei natural.
  2. Deve ser explanatória com referência à lei natural.
  3. É testável contra o mundo empírico.
  4. É falsificável.
  5. Suas conclusões são tentativas, isto é, não são necessariamente palavras finais.
A teoria Darwiniana foi considerada científica porque é guiada pela "lei" da seleção natural, e é explanatória com referência a esta lei. 
Mas é a seleção natural uma lei natural? Darwin emprestou a idéia da ideologia social de Malthus. Apresentou poucos fatos históricos, e durante o último século os paleontólogos não encontraram muita evidência que suporta a noção de que seleção natural é uma lei natural. 
A teoria Darwiniana não é experimentalmente testável contra o mundo empírico, porque o mecanismo proposto opera num horizonte de tempo muito maior que nosso tempo de vida. Como uma teoria para explicar fatos históricos, é falsificável pelo registro fóssil. Assim, foi uma hipótese científica quando proposta inicialmente. Após mais do que um século, entretanto, percebemos que sua premissa não é suportada pelo registro paleontológico, e suas numerosas predições mostraram-se incorretas [o autor cita uma referência]. O atual estado do Darwinismo, em minha opinião, é comparável àquele da teoria geocêntrica de Ptolomeu durante a Idade Média. A teoria de Ptolomeu foi ciência durante a Antigüidade, mas transformou-se em dogma depois que suas predições foram falsificadas pelas novas observações de Galileu. Do mesmo modo, o Darwinismo foi uma hipótese científica, mas transformou-se numa ideologia durante o século XX. 
O último critério do juiz Overton é uma expressão da filosofia de Popper de que "a verdade científica pode ser somente falsificada, mas não verificada". No que diz respeito a este ponto, Darwinistas ortodoxos, com sua insistência de que não há nenhuma alternativa científica à seleção natural, não se deram muito melhor do que fundamentalistas religiosos.
(Extraído de: Hsu, K.J. - "Evolution, ideology, darwinism and science", Klinische Wochenschrift, v. 67, pp. 923-928, 1989. Traduzido pelo autor desta página.)
 
A discussão de objeções à "teoria da evolução" e/ou de dificuldades desta teoria não é objetivo deste site. Exemplos de tal discussão encontram-se nas referências listadas a seguir. Reconheço estas publicações como merecedoras de atenção; sua citação não implica concordância irrestrita com todos os pontos de vista e argumentos nelas expostos.
  • M.N. Eberlin - Fomos planejados, um livro que está sendo escrito online pelo Prof. Marcos N. Eberlin, com ênfase em evidências e aspectos relacionados à Química. O Prof. Eberlin é membro da Academia Brasileira de Ciências e professor de Química da Unicamp.
  • W. Gitt – Did God use evolution?, 2. edição, Bielefeld: CLV, 2001. ISBN 3-89397-725-2. (Neste livro Werner Gitt discute implicações e objeções científicas e não-científicas à "teoria da evolução". Uma versão online pode ser acessada aqui. Até sua aposentadoria em 2002, Gitt foi Professor da Universidade Técnica de Braunschweig e Diretor da Physikalisch-Technische Bundesanstalt Braunschweig, PTB, a entidade técnica normativa da Alemanha.)
  • W. Heitler - "Considerações sobre a probabilidade de surgimento de um novo gene", trecho transcrito de Naturphilosophische Streifzüge, F. Vieweg und Sohn, Braunschweig, 1970.
  • K.J. Hsu - "Evolution, ideology, darwinism and science", Klinische Wochenschrift (título atual: Journal of Molecular Medicine), v. 67, número 17, pp. 923-928, 1989. (Neste artigo o Prof. K. Hsu explica porque darwinismo não é ciência.)
  • A. Locker – "Evolução e teoria da 'evolução' sob análise da teoria de sistemas e análise metateórica", Diálogo e Antítese, v. 1, número 1, pp. 69-93, 2009. (Este artigo de Alfred Locker é uma sinopse da sua crítica da "teoria da evolução". O conhecimento abrangente do autor bem como o rigor que busca na argumentação torna a leitura do artigo muito interessante, porém trabalhosa. O texto integral do artigo no idioma original - o alemão - está disponível aqui. Locker (1922-2005) foi Professor Emérito de Física Teórica da Universidade Técnica de Viena.)
  • A. Lourenço – Como tudo começou, São José dos Campos: Editora Fiel, 2007. ISBN 978-85-99145-38-8. (Este é um livro sobre origens dirigido ao público em geral. É auto contido, acessível e bem ilustrado.)
  • A.E. Wilder-Smith - The natural sciences know nothing of evolution, Master Books, 1981. ISBN 0890510628. (Este livro discute objeções empíricas à "teoria da evolução". Parte do conteúdo pode ser acessado aqui. Wilder-Smith, químico falecido em 1995, recebeu três títulos de doutorado e atuou em universidades da Europa e EUA, bem como na indústria farmacêutica.)
Referências adicionais podem ser obtidas em sites na Internet dedicados aos assuntos origem, evolução e criação. Mas fica aqui um alerta para a falta de objetividade e/ou confiabilidade das informações disponibilizadas em alguns desses sites. Um exemplo de site confiável é a Internet Library, um site mantido pelo Dr. W.-E. Lönnig, geneticista do Max-Planck Institute for Plant Breeding Research, Alemanha.
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Fonte:http://www.freewebs.com/kienitz/resp.htm#perg7

‘Pool’ da delação compromete isenção da mídia

10.09.2014
Do portal OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, 09.09.14
Por Alberto Dines, na edição 815
 
A delação premiada é recurso legítimo para apressar o processo penal. Pressupõe o respeito a algumas exigências, a principal é o sigilo absoluto. A divulgação do teor das confissões põe em risco a vida do próprio acusado ou de seus cúmplices, facilita a destruição de provas e estimula a fuga dos delatados. Desrespeitada a cláusula do sigilo, o pacto da delação corre o risco de ser invalidado a pedido de uma das partes, do Ministério
 
Público ou da Justiça.
 
Veja deveria ter pensado nisso antes de publicar no formato de reportagem o resumo das 42 horas de gravação do depoimento na Polícia Federal do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. A paranoia sensacionalista pelo “furo” pode produzir efeitos adversos, inclusive beneficiar a fonte do vazamento.
 
Na “Carta ao Leitor” da edição 2390 (de 10/9, pág.13), o responsável pela revista, sem identificar-se, procura atribuir a responsabilidade aos “delegados da PF e procuradores [do MP]”.
 
Puro despiste, visível cortina de fumaça. Delegados ou procuradores seriam facilmente identificáveis; o tal resumo estava pronto, serviu de base para as tais 42 horas de interrogatórios e foi oferecido como brinde à Veja. Nele estão nomeados 12 personagens, entre eles um ministro, dois ex-governadores, deputados, senadores e a cúpula do Legislativo federal. É apenas uma amostra – a revista menciona a presença de um número bem maior de figurões: três governadores, seis senadores e 25 deputados.
 
Padrões indesejáveis
 
 Na realidade não houve vazamento, houve troca de favores. Razões não faltam: a) chantagem para garantir maiores benefícios penais ao delator; b) advertência para dissuadir os interessados em “apagar” Paulo Roberto Costa; e, c) interromper o processo da delação, adiando-o para depois das eleições.
 
Veja aprendeu a correr riscos e fez uma escolha. Inconcebível e indesculpável é que o
grosso da grande imprensa tenha embarcado cegamente numa perigosa aventura em que o seu prestígio e credibilidade podem ficar seriamente comprometidos. Com o grosseiro compartilhamento de informações desprovido de qualquer complemento investigativo, a fina flor da nossa mídia atrelou-se a um modus operandi que em seminários e ágapes corporativos geralmente desaprova. Nivelou-se por baixo sem constrangimento e sem vacilações.
 
 O pool formado no último fim de semana a reboque de Veja confirma uma vocação concentradora de nossa imprensa incompatível com o conceito de pluralismo e justifica as cruzadas xiitas contra o PIG, Partido da Imprensa Golpista.
 
 A sucessão de escândalos envolvendo a Petrobras não pode servir de paradigma para um vale-tudo que empurra o nosso jornalismo para os padrões das redes sociais, e dos quais dificilmente se libertará.
 
Para depois
 
 Foram imediatas as reações ao material divulgado por Veja & Associados. Já no domingo (7/9), PT e o PSB exigiram acesso ao texto da delação. No dia seguinte foi a vez da Petrobras e das duas CPI do Congresso. Dificilmente conseguirão quebrar o sigilo de um processo de delação acompanhado pela Procuradoria Geral da República e pelo Supremo Tribunal Federal. Mas podem adiar a sua conclusão para depois das eleições.
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Fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/lsquo_pool_rsquo_da_delacao
_compromete_isencao_da_midia

Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, diz que América Latina é 'quintal' dos Estados Unidos

10.09.2014
Do BLOG DO MELLO, 26.10.2013
 
John Kerry

Em discurso perante o Comitê de Comércio Exterior da Câmara dos EUA, o secretário de Estado, John Kerry, disse que era importante estabelecer uma aproximação com a América Latina, porque, segundo ele, somos o "quintal" dos Estados Unidos.
Durante um discurso ao Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, e seguindo a velha Doutrina Monroe, independentemente da soberania de nossos países latino-americanos, Kerry nos considerou como seu "quintal", e acrescentou que pretende mudar a atitude de algumas dessas nações (ou seja, algumas de NOSSAS atitudes).

Além disso, o chefe da diplomacia dos EUA disse que, no futuro próximo, o presidente Barack Obama vai viajar para alguns países latinos - dos quais nem sequer lembrou os nomes - depois de viajar para o México.

"O Hemisfério Ocidental é nosso quintal, é de vital importância para nós. Muitas vezes, muitos países no Hemisfério Ocidental acreditam que os Estados Unidos não lhes dá a devida atenção, e por vezes, provavelmente é verdade. Precisamos nos aproximar vigorosamente, e isso pretendemos fazer. O presidente em breve vai viajar ao México e depois para o sul, não me lembro a quais países, mas vai para a região ", disse John Kerry.

[Atenção aqui, sublinho eu, Antonio Mello](...) Para que fique claro, a Doutrina Monroe afirma que, se um país do Hemisfério ameace ou ponha em risco os direitos de propriedade de cidadãos ou empresas norte-americanas, Washington tem a obrigação de intervir nos assuntos do país para "reorganizar" e restaurar os direitos e a propriedade de sua cidadania e suas empresas. [
Fonte]
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Fonte:http://blogdomello.blogspot.com.br/2013/04/secretario-de-estado-dos-eua-john-kerry.html

Dilma e a corrupção: coragem para bater de frente na televisão

10.09.2014
Do blog TIJOLAÇO, 09.10.14
Por Fernando Brito
 
corrupcao
 
Desde que me entendo por gente, nunca vi um programa de propaganda de quem está no governo se dedicar a tratar, sem meias-palavras, o problema da corrupção.
 
Mas foi o que, ousadamente, fez hoje o programa de Dilma Rousseff (se você não viu, assista ao final do post).
 
Didático, com informação mas, sobretudo, com coragem.
 
Sem mi-mi-mi, mostrando que combate à corrupção não é retórico, não é na base da “garantía soy yo” , mas na criação de mecanismos institucionais de contrle.
 
Foi, claro, uma “trava” na exploração do caso da denúncia premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, que a mídia explora seletivamente contra a Presidenta, mesmo sabem do que foi ela quem o afastou e que não tergiversa, pessoalmente, com qualquer tipo de desvio.
 
Não tenho, sob o aspecto da efetividade, como avaliar este tipo de mensagem, até porque é raríssima no campo da comunicação.
 
Mas posso afirmar que o programa não passa a ideia de alguém que está encurralada, amedrontada, assustada com a situação criada na mídia.
 
E, ao contrário, fecha o discurso com a denúncia da hipocrisia, da suposta “moralidade” que encobre a maior das imoralidades: a entrega do país ao controle dos que têm dinheiro, muito dinheiro.
 
Não sei se dá certo, mas sei que dá gosto.
 
E quando se vive e se fala as coisas com gosto, em geral se acerta.
 
 

 
PS: No final, você vai ver que, também, o programa toca no principal problema de Dilma: São Paulo
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=21043

Emanuel Cancella: É fundamental ler o que a Veja não publica

08.09.2014
Do blog VI O MUNDO
Por Emanuel Cancella, nos comentários

Veja a manipulação
A revista Veja, desta semana, como sempre faz às vésperas de eleição, lança denúncia “bombástica” tentando atingir e prejudicar a candidata Dilma e o PT.

Agora é o ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto da Costa, na matéria da revista “O delator fala” que, utilizando-se da delação premiada, acusa governadores, senadores, deputados e partidos de se favorecerem de uma suposta caixinha na Petrobrás que a Polícia Federal investiga e chama de operação “Lava a Jato”.
 
Quando o denunciado age dessa forma é porque assume a culpa das acusações e ao invés de buscar sua inocência tenta diminuir sua pena.

É fundamental que a sociedade veja a revista como manipuladora e tendenciosa, senão vejamos: neste momento, no país, existe a denúncia da participação do doleiro Alberto Youssef na procedência do avião que matou Eduardo Campos e no qual a candidata Marina Silva também voou e ninguém fala nisso; e o escândalo do metrô de são Paulo, que envolve vários governos de São Paulo como Mario Covas, José Serra, e Geraldo Alckmin do PSDB.
 
Essa suposta quadrilha paulista que segundo denúncias perpetrou crimes contra o erário público e não foi alvo de nenhuma operação da PF e nem foi capa da Veja. Será por quê?
E o aeroporto no município de Claudio, em Minas gerais construído pelo governador e candidato a presidência pelo PSDB, Aécio Neves em terras de sua família, sumiu da mídia, virou pó. O aeroporto e depois o suspeito incêndio no galpão anexo ao aeroporto daria uma bela capa de Veja.
 
Quanto aos corruptos, superado o período de ampla defesa, e julgado por tribunais que não sejam de exceção, na Petrobrás ou em qualquer órgão público, tem que ir para a cadeia. Agora, preocupam a sociedade não somente os corruptos, mas também os corruptores que, ao que parece, Veja e a grande imprensa protegem.
 
Quase sempre são os mesmos e saem desses escândalos ilesos. E esses corruptores, nem bem um golpe é descoberto, já começam a delinear o próximo, pois contam com a mídia, com o Ministério Público e com a policia federal, que não os denunciam.
 
Quanto à Petrobrás, é preciso separar o joio do trigo, corrupto e corruptor têm que ir para a cadeia e a Petrobrás tem que ser preservada, pois apesar dos lamentáveis escândalos, financia mais de 70% do PAC, está construindo 4 refinarias no país, desenvolveu tecnologia que permitiu a descoberta do pré-sal, colocando-a entre as primeiras petroleiras do mundo. Vale lembrar que a Petrobrás há 60 anos nunca deixou faltar no país nenhum derivado de petróleo.
É fundamental que a sociedade faça a leitura daquilo que a revista Veja não publica!

Emanuel Cancella é diretor do Sindicato dos Petroleirosdo Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação nacional dos Petroleiros – FNP
 
Leia também:


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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/emanuel-cancella-e-fundamental-ler-o-que-veja-nao-publica.html

Irineu Messias: Associação dos Permissionários de Permabuco, uma boa ideia para unir, organizar, lutar e conquistar

10.09.2014
Por Irineu Messias*
 

Os Permissionários de Pernambuco, tem um longo caminho de conquistas pela frente. A primeira delas é permissão definitiva de funcionamento nos terminais integrados de passageiros em Pernambuco. Essa permissão de funcionamento, é mais que um direito desses pequenos proprietários de boxes e lanchonetes; é uma questão de justiça, visto que muitos deles estão funcionando há mais de 25 anos; além disto, têm proporcionado empregos a centenas de famílias, tanto na capital como na Região Metropolitana, a exemplo de Olinda, Paulista, Camaragibe, além de outras cidades de Pernambuco.
 

Por isso, julgamos muito acertada a decisão de um grupo de Permissionários que em 2013, fundaram com o apoio(até hoje) do Deputado Estadual ISALTINO NASCIMENTO, a APITIPP - Associação dos Permissionários de Pernambuco. Uma boa ideia que aponta para a definitiva organização deste importante segmento econômico e social, que presta um grande serviço não só aos trabalhadores rodoviários, mas a toda população usuária do transporte público nos Terminais Integrados de Passageiros.
Esta boa ideia, chamada APITIPP, é a esperança de uma maior organização dos permissionários pernambucanos, na pespectiva de uní-los mais, objetivando potencializar sua luta contra certos exageros, por parte do Consórcio Grande Recife, Governo do Estado, ou de quaisquer outros órgãos públicos que muitas vezes fazem exigências difíceis de serem cumpridas pelo permissionários.
Neste sentido, a boa ideia da criação da Associação, dialoga com a necessidade de todo e qualquer segmento social de organizar-se para defender direitos e conseguir novas conquistar para seus representados. Assim acontece no movimento sindical.
A experiência do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais - SINDSPREV, entre tantas outras experiências sindicais, é uma prova do sucesso da organização, união, organização, luta e conquistas de muitos direitos dos trabalhadores representados pelo sindicato.
 

Jaziel Carneiro
Tenho certeza que, em breve tempo, todos os permissionários de Pernambuco, estarão muito orgulhosos pelo trabalho realizado pela APITIPP, hoje representada pelo presidente Jaziel Carneiro(foto ao lado),a vice-presidente, Ednalva Maria e o primeiro secretário Severino Lima, além de outros diretores.

Parabéns a todos os diretores atuais, fundadores da APITTIP. Parabéns também a todos os permissonários pernambucanos,que, tenho acompanhado bem de perto , a alegria, e a satisfação de muitos deles com a existeência, finalmente de órgão que os represente e defenda seus interesses.
Desejo a todos que compoem a APITIPP, pleno êxito na defesa de um segmento econômico e social tão importante e que presta um relevante serviço a todos que frequentam diariamente os terminais integrados de passageiros, entres os quais muitos filiados ao nosso sindicato.
*Irineu Messias, é diretor Administrativo do SINDSPREV.PE.

Abaixo o Boletim Informativo da Associação, distribuído recentemente nos terminais integrados de passageiros do Recife, Olinda, Paulista e Camaragibe.
 

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Fonte:http://permissionariosdepernambuco.blogspot.com.br/2014/09/irineu-messias-apitipp-uma-boa-ideia.html