sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Após o anúncio da morte de Eduardo Campos a boçalidade da Revista Veja e a pesquisa de indução da Folha de São Paulo

15.08.2014
Do blog MARIAFRÔ, 13.08.14

Havia me espantado com a barbárie nas redes sociais. Sempre me espanto diante de pessoas que conseguem ver graça em tragédia, como nas mortes provocadas pela queda da aeronave que matou Eduardo Campos e mais seis pessoas: Carlos Augusto Percol, assessor de imprensa; Marcelo Lira, diretor de fotografia; Alexandre Severo, fotógrafo; Pedro Valadares Neto, assessor; e os pilotos, Geraldo da Cunha e Marcos Martins. 

Lembrava que gente que se diverte fazendo piadas se mau gosto com a morte são do mesmo tipo dos seres que vibraram com o câncer de Lula. Essas pessoas devem achar que são imortais, que seus entes queridos são imortais. Enfim devem achar que sua estupidez os deixam imunes à dor. Tristeza diante de tanta boçalidade.


Comentei ainda que as redes sociais são capazes de nos tirar qualquer fé na raça humana: a tag #foiaDilma culpando a atual presidenta e candidata à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores pela morte do candidato Campos não é só de mau gosto, mostra muito do quanto a barbárie impera, de como há descerebrados usando a rede na tentativa de ser um futuro descerebrado do CQC, gente sem qualquer respeito à vida humana. Mas mostra igualmente o mal que é viver em um país onde tvs monopolizadas, grupos midiáticos monopolizados que na cobertura desta tragédia agem como moleques na rede. Não fico só chocada, com o fato de órgãos de imprensa agirem rasteiramente, tenho repulsa, nojo, desânimo.

Daí vejo esta postagem do Rodrigo Ferrari sobre duas ‘matérias’ da Revista Veja. Isso nos explica  porque há tantos descerebrados nas redes, eles são crias de uma mídia monopolizada sem qualquer escrúpulo, que não poupa mortes, tragédias para fazer sua política suja partidarizada buscando de qualquer forma decidir os rumos eleitorais do país.

Pode haver uma revista mais abjeta que esta?

Pode qualquer coisa que se pareça com jornalismo ser pior que esta revista marginal?


 
Daí quando você acha que a mídia partidarizada não pode piorar, vejam bem, hoje é 13/08/2004, estou escrevendo este post às 19 horas. A Folha não esperou nem o enterro de Eduardo Campos para lançar Marina à disputa eleitoral. Observem a questão 7:

Veja a imagem:


Fonte do print
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Fonte:http://mariafro.com/2014/08/13/logo-apos-o-anuncio-da-morte-de-eduardo-campos-a-bocalidade-da-revista-veja-e-a-pesquisa-de-inducao-da-folha-de-sao-paulo/

Todos pela reforma política!

15.08.2014
Do BLOG DO MIRO
Por Vinícius dos Santos, na revista Teoria e Debate:

Entre os dias 1º e 7 de setembro, partidos como o PT, movimentos sociais, entidades representativas e outros setores organizados da sociedade farão, em todo o Brasil, um plebiscito popular por uma Constituinte exclusiva para a reforma política. Com valor apenas consultivo, o plebiscito contará com uma única pergunta: “Você é a favor da convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva para a reforma política?”
A iniciativa é importante, entre outros motivos, porque sintonizada com as aspirações dos movimentos que eclodiram em junho do ano passado e com a força política surgida de lá para cá, especialmente entre os jovens. Com efeito, a reforma política é o primeiro passo para a realização das mudanças estruturais justamente cobradas nas ruas. Não é possível haver um salto de qualidade nos serviços públicos ofertados pelo Estado, reformas de base como a agrária, a urbana e a tributária, tampouco maior sintonia entre a classe política e as necessidades populares, – ou seja, aprofundar nossa democracia, política, social e economicamente –, sem uma modificação substancial na forma e no sentido de fazer política no Brasil.

Em primeiro lugar, porque não se pode mais aceitar que a agenda e o projeto político eleitos soberanamente pelo voto popular sejam dissolvidos nas malhas dos interesses quase sempre escusos que hoje moldam a chamada “governabilidade”. Além disso, é igualmente inaceitável uma disparidade tão grande entre representados e representantes como a que vemos no Congresso brasileiro. Afinal, eleito sobre a base do financiamento privado, ele está longe de exprimir a real composição de nossa sociedade, favorecendo amplamente aqueles setores com maior capacidade de captar recursos para suas campanhas. De fato, é notório que o alto custo das campanhas eleitorais impede o acesso de diversos setores à possibilidade de se candidatar e, portanto, de se fazer representar no Parlamento.

Alguns números dessa distorção são surpreendentes: mais de 70% dos atuais congressistas são fazendeiros e empresários de diversos setores; enquanto 51,5% da população brasileira é composta de mulheres, apenas 9% das cadeiras do Congresso são ocupadas por mulheres; a mesma razão de proporção se observa na representação dos negros; e, quanto à juventude, enquanto 40% do eleitorado tem entre 16 e 35 anos, tão somente 3% dos parlamentares se encontram nessa faixa etária.

Por fim, vale notar que o atual sistema praticamente confina a participação popular ao momento do voto, pois não prevê maiores espaços de intervenção pública. Isso cria, por conseguinte, um déficit democrático que amplia o distanciamento entre eleitores e eleitos, esfacelando a representatividade necessária ao bom funcionamento de um regime daquela ordem.

Por esses e outros fatores, uma reforma em nosso sistema político é imprescindível. Passados três mandatos de governos democrático-populares na esfera federal, estamos chegando cada vez mais perto do esgotamento das possibilidades de transformação social permitidas pelo modelo vigente. Mais ainda: sem uma reforma no próximo período, a lógica perversa desse modelo põe em risco inclusive as conquistas obtidas até aqui, pois as submete aos caprichos dos grupos de interesse que compõem o Congresso. Portanto, é hora de aprofundar e radicalizar nossa democracia. Apenas assim será possível ampliar o horizonte estreito ao qual estamos atualmente submetidos.

É sabido, porém, que essa reforma não é uma vontade deste Congresso (e, importa adiantar, tampouco será do próximo, pois eleito sobre as mesmas bases que o atual), uma vez que grande parte dos parlamentares lá está justamente porque se beneficia da defasagem de nosso sistema político. Não à toa, eles enterraram a proposta de plebiscito apresentada pela presidenta Dilma no ano passado. Eis porque, desta vez, o plebiscito popular conclama a convocação de uma Assembleia Constituinte específica para o tema. Entre outras coisas, isso significa que, quem fizer parte desta Constituinte, não poderá se candidatar nas próximas eleições. Somente assim evitaremos que os legisladores eleitos proponham uma reforma voltada para seus interesses particulares.

Enfim, a importância do plebiscito é servir de ponto de apoio para que essa reforma possa começar a sair do papel e entrar efetivamente na pauta política do país. Por isso, é hora de todos nos unirmos e impulsionarmos essa iniciativa, em cada bairro, em cada escola, em cada local de serviço. Essa mobilização será fundamental para que o Brasil possa, no futuro próximo, obter novas conquistas sociais, sem correr o risco de ver revertido aquilo que foi conseguido nos últimos anos.

* Vinícius dos Santos é professor substituto do Departamento de Educação, Ciências Sociais e Políticas Públicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp, campus Franca).
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/08/todos-pela-reforma-politica.html

Altamiro Borges: O sumiço do “aecioporto” da mídia e o incêndio na prefeitura de Cláudio

15.08.2014
Do blog VI O MUNDO

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Nem o primo de Aécio Neves, denunciado por proteger traficantes, foi procurado

O “aecioporto” e o incêndio em Cláudio
por Altamiro Borges, em seu blog

O Portal G1, da poderosa Rede Globo, deu uma notinha minúscula, quase imperceptível, nesta quarta-feira: “Um incêndio foi registrado em um lote vago na noite de segunda-feira (11) e atingiu um galpão da Prefeitura de Cláudio, que fica ao lado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas ficaram confinadas em um cômodo de aproximadamente 9 m² no segundo andar. As chamas destruíram a sala onde ficavam arquivos, computadores, materiais de escritório e tecidos. Apesar disso, ninguém ficou ferido”.

O curioso, para não dizer sinistro, é que a pequena cidade do interior de Minas Gerais ficou famosa nas últimas semanas pela descoberta de que sedia um aeroporto na fazenda do tio de Aécio Neves, construído com R$ 14 milhões dos cofres públicos quando este era governador do estado. A Folha tucana foi a primeira a revelar o escândalo – o que gerou suspeita de “fogo amigo” no ninho. Já o cambaleante presidenciável do PSDB se enrolou todo para explicar o episódio. Dizem até que ficou irritado com uma pergunta de Willian Bonner, no Jornal Nacional, sobre o caso!

Agora, um incêndio destrói o galpão “onde ficavam arquivos, computadores” – segundo o insuspeito G1. Como já alertou Miguel do Rosário, do blog O Cafezinho, esta história é muito estranha. “Cláudio é a cidade do aecioporto. Documentos sobre os voos de Aécio, entre outros, ficavam guardados na prefeitura… Recentemente, algumas pontas estavam sendo ligadas. Um ponto de refino de cocaína foi estourado pela polícia no fim do ano passado. O ‘helicoca’ pousou muito perto de lá, antes de ir ao Espírito Santo. O incêndio veio bem a calhar… Claro, foi só coincidência”.

Após o primeiro impacto das denúncias sobre o “aecioporto”, a mídia tucana simplesmente abafou o caso. Veja inventou factoides sobre a CPI da Petrobras e O Globo especulou sobre adulterações no Wikipédia. Como o helicóptero da aecista família Perrella, apreendido pela polícia com 450 quilos de cocaína, o escândalo virou pó. Sumiu dos jornalões e das telinhas da tevê. As corporações midiáticas não acionaram os seus “jornalistas investigativos” para apurar o caso. Nem o primo de Aécio Neves, denunciado por proteger traficantes, foi procurado. Agora, o incêndio. Mistério!

PS do Viomundo: Em nota, publicada em CartaCapital a prefeitura de Cláudio diz: “As chamas chegaram a um cômodo em uma área de 9m² e destruíram algumas sucatas, não mais utilizadas pela Prefeitura (computadores obsoletos e máquina de escrever). Esclareça-se que nenhuma documentação do município sofreu qualquer tipo de dano já que a sala de arquivo faz parte do prédio da administração, a uma distância considerável do local onde o fogo atingiu”.

Leia também:
Altamiro Borges: Arruda impugnado, Aécio chamuscado
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Fonte: http://www.viomundo.com.br/politica/altamiro-borges-6.html

O mau gosto e a indiscreta excitação da mídia com a morte de Eduardo Campos

15.08.2014
Do portal REDE BRASIL ATUAL
Por  Helena Sthephanowitz

Ao adotar o exercício da atividade partidária paralela ao jornalismo, a imprensa tornou-se mais pragmática do que as raposas políticas. Colunistas e editores mandam às favas o escrúpulo

Reprodução
Reprodução de cena do desenho 'Mogli, o Menino Lobo', da Disney, em que os personagens refletem 'colé a jogada'

Quem teve estômago forte para ver as manchetes dos principais jornalões, e o entusiasmo incontido de alguns de seus colunistas e chargistas, percebeu a dose de satisfação diante da morte de Eduardo Campos – ante a possibilidade de mudanças no cenário eleitoral.

As candidaturas de oposição estavam estagnadas nas pesquisas eleitorais. A chance de a eleição ser resolvida no primeiro turno crescia, com a entrada do horário eleitoral na TV, já que a coligação em torno da presidenta Dilma Rousseff dispõe de maior presença na TV. A possibilidade da entrada de Marina Silva na corrida presidencial causou excitação nas redações alinhadas à oposição, por surgir como um fato novo que pode causar alterações no cenário eleitoral.

Com a tragédia da morte do terceiro colocado, Marina desponta como candidata natural da coligação liderada pelo PSB, mas há resistências internas. Campos representava expectativa de poder para o PSB e de crescimento do partido. Se não vencesse em 2014, se projetaria como nome forte para 2018. Marina representa outro projeto, de seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade. O PSB de protagonista na coligação vira coadjuvante.

Sob esse ponto de vista, a candidatura deixa de ser tão natural assim. Se Marina perder, o PSB corre o risco de sair da eleição menor do que entrou. Mesmo se ganhar, não comandará o governo, ficando no papel de base de apoio que já exerceu nos governos Lula e Dilma. 

Romper com o governo Dilma para lançar candidatura própria tinha uma lógica. Para apoiar outra candidatura de terceiros, há pessebistas que perguntam se não seria trocar seis por meia dúzia. Há dois caminhos a escolher: lançar Marina Silva ou escolher outra liderança fiel ao projeto do PSB para fortalecer o partido, demarcando posições.

Enquanto o PSB não se define, até por respeito ao tempo de render homenagens Campos, a mídia tradicional deflagrou campanha aberta por Marina Silva.

A Folha de S.Paulo estampa em manchete principal de primeira página que "Família de Campos quer candidatura de Marina". De fato, o irmão do ex-candidato, Antônio Campos, escreveu uma carta aberta, defendendo essa posição pessoal e como membro do PSB. Mas é questionável se, entre dezenas de declarações, a família gostaria de ser retratada como articulando candidatura antes mesmo do reconhecimento do corpo, como mostrou na manchete. Certamente, se consultada, preferiria uma manchete que homenageasse o legado e qualidades pessoais de Campos.

Mas nenhum jornal superou a O Globo, pela exploração política da morte e pelo mau gosto. Na manchete principal procura incitar seus leitores com uma interpretação deturpada e venenosa. Diz "PT pressiona para rachar PSB de Eduardo Campos". No subtítulo diz que "Lula e Dilma ligaram para presidente do partido, ligado a petistas". Não há nada no texto da notícia que indica ter havido qualquer tipo de pressão, a não ser a livre imaginação de quem escreveu.

Telefonemas entre pessoas, seja para condolências, seja para colocar-se à disposição, seja para simplesmente conversar com quem tenha afinidades em momentos de perplexidade, são normais, e nos meios políticos não é diferente. A própria Marina Silva deve ter feito seus telefonemas. Certamente o candidato Aécio Neves (PSDB), também fez telefonemas a lideranças do PSB com quem tem afinidades; Geraldo Alckmin deve ter conversado com seu vice do PSB, e nem por isso caberia uma manchete "PSDB pressiona..." O que não é normal é um jornal que deveria ser sério e fiel aos fatos fazer coisas que só marqueteiros fazem em campanhas eleitorais quando apelam para a baixaria.

Mas O Globo não parou na manchete. Se esmerou também no mau gosto da charge da capa. Colocou Marina Silva com olhos azuis (a cor dos olhos de Campos), soltando lágrimas que atingem Aécio e Dilma assustados, com o título "E de repente, olho azul é a cor mais quente para candidato a presidente!" Sem graça, de mau gosto, inconveniente, fora de hora e panfletária.

Desde que a mídia tradicional adotou o exercício da atividade política em paralelo ao jornalismo, tornou-se mais pragmática do que as chamadas raposas políticas dos partidos. 

Colunistas e editores mandam às favas o escrúpulo e colocam em prática com inédito imediatismo o ditado popular "Rei morto, rei posto". As raposas políticas têm mais compostura.
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Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2014/08/o-mau-gosto-e-a-indiscreta-excitacao-da-midia-com-a-morte-de-eduardo-campos-9828.html

Nem a família de Campos esperou ele ser enterrado

15.08.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães


Por volta das 12 horas de quarta-feira, 13 de agosto, o site Brasil 247 noticiou em primeira mão: “Campos pode ter sofrido desastre aéreo em Santos”. Cerca de meia hora depois, a mídia em peso referendava o “furo” daquele site.

A referência à primeira notícia a dar conta da morte do ex-governador de Pernambuco serve para situar temporalmente o leitor sobre quanto demorou para surgirem especulações políticas sobre a tragédia.

Às 14 horas em ponto, este Blog publicou post em que apontou o óbvio sobre como ficaria a candidatura do PSB à Presidência e também lamentou a morte de Campos. O texto apontou a inevitabilidade de Marina Silva substituir o cabeça-de-chapa, ora falecido.

Apesar do tom respeitoso do post, que não descuidou de lamentar e até de elogiar a candidatura do falecido pelo que tinha de positivo para o regime democrático por estimular o debate sobre o país, alguns leitores, aqui nesta página, no Facebook e no Twitter, afetados pela intensidade da tragédia, ponderaram que a publicação da análise, naquele momento, seria inapropriada.

Vale dizer que alguns desses leitores também são amigos pessoais. Uma amiga, inclusive, ficou tão contrariada com o post que chegou a insultar o signatário desta página.

Cerca de uma hora depois, este que escreve difundiu, nas redes sociais, notícia que mostrou que não havia como impedir ou postergar aquela análise política sobre Marina Silva substituir Campos simplesmente porque sua própria família, possivelmente antes deste Blog, já pregava que a candidata a vice na chapa do falecido assumisse o lugar dele.

Às 15 horas e 16 minutos – cerca de duas horas após a confirmação oficial da morte de Campos –, o portal do jornal O Globo publicava a matéria “Irmão de Eduardo Campos quer que Marina seja substituta em chapa do PSB”.

Entre a apuração da notícia e a sua publicação na Web, pode-se calcular que o irmão do falecido tratou de política com a imprensa logo após saber da fatalidade.

Uma amiga que condenou a análise feita pelo Blog sobre a pressão que haveria para Marina substituir Campos chegou a pôr em dúvida a notícia de O Globo, que mostrava que o irmão do falecido tratara do assunto da substituição do candidato do PSB antes de qualquer outro.
À noite, no Jornal Nacional, aparece Antonio Campos, membro do PSB e irmão do falecido. De forma lamentável, misturou política com a fatalidade e praticamente pediu votos para o substituto do irmão ao pedir que as pessoas “reflitam”, como se a fatalidade revelasse que Campos era o melhor candidato.

Menos de dois dias após a morte do candidato do PSB, na primeira página da Folha de São Paulo sai uma notícia chocante, como manchete principal: “Família de Eduardo Campos quer candidatura de Marina”.

Detalhe: o falecido ainda nem foi enterrado, até o momento em que este post foi publicado.

Como se vê, especulações sobre quem substituiria o candidato que acabara de morrer chocaram muita gente. Amigos e leitores que ponderaram que seria “fora de lugar” este Blog fazer uma análise política – ainda que profundamente respeitosa – tão cedo, apoiam Dilma Rousseff. E mesmo assim ficaram contrariados.

Para que se possa mensurar como está sendo considerado inconveniente tratar tão cedo da substituição da candidatura do PSB a presidente, vale visitar notícia publicada nesta sexta-feira (15/8) na coluna “Painel” da Folha de São Paulo.

Por mais que seja ingenuidade achar que um abalo no quadro político dessa magnitude poderia esperar para ser discutido, já há indícios de que, assim como a derrota do Brasil na Copa de 2014 não influiu na política, a morte de Campos tampouco irá operar grandes alterações na disputa eleitoral.

Espertos, Marina e o próprio PSB se recusam a tratar do assunto. O açodamento da mídia e até da família do candidato morto não está pegando nada bem. O que mais se vê por aí são críticas a que não esperem nem o falecido ser enterrado para tratarem do assunto.

Particularmente, este Blog julga que os blogueiros e os grandes meios de comunicação que já começaram a tratar da substituição da candidatura de Campos logo após o anúncio de sua morte, não cometeram impropriedade.

O que está em jogo, neste momento, é o destino de 200 milhões de brasileiros; o Brasil está discutindo seu futuro. O que soa “fora de lugar” é a família de Campos se entregar ao assunto antes mesmo de ele ser enterrado.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/08/nem-a-familia-de-campos-esperou-ele-ser-enterrado/

Vazou tudo! Sonegação da Globo está na web!

15.08.2014
Do blog TIJOLAÇO
Por Miguel do Rosário

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A trágica morte de Eduardo Campos fez passar despercebido o vazamento da íntegra do processo de sonegação da Rede Globo.

Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis  para download nestes links:


São 1.200 a 1.500 páginas, que agora devem ser analisadas pela inteligência coletiva das redes sociais.

Há páginas com transferências ilegais de valores da Globo e suas laranjas para o exterior, o que pode se configurar crime financeiro, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
É uma mina de ouro!

E agora não tem nada a ver com o Cafezinho. O vazamento veio do exterior, por fonte não-identificada, e só não explodiu por causa da comoção nacional causada pela morte de um candidato a presidente da república.

Neste momento, em que a Globo se arrepia toda com a possibilidade de realizar uma grande manipulação emocional da população, com a morte de Eduardo Campos, seria interessante mostrar ao povo brasileiro que a emissora não tem condição moral de ser “árbitro” de nenhuma disputa eleitoral.

É preciso aproveitar o momento para se iniciar uma grande campanha contra a sonegação de impostos.

A democracia brasileira precisa, sim, de um choque moral. Isso implica em rever alguns valores. Para nossa elite, não há interesse em patrocinar campanhas contra a sonegação, porque ela é a que mais sonega no mundo inteiro.

Para se ter uma ideia, em novembro do ano passado, o Valor deu uma notícia que nenhum grande jornal mais popular repercutiu.

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A Rússia só está em primeiro lugar em percentual do PIB, e mesmo assim, em “empate técnico” com o Brasil. A sonegação russa corresponde a 14,2% do PIB; a nossa, a 13,4%.

Mas a sonegação brasileira, em valores, é bem maior: US$ 280 bilhões. Em reais, portanto, a sonegação brasileira, em 2011, foi de R$ 636 bilhões! Em 2011, imagina em 2014!
A sonegação russa, em valores, está estimada em US$ 211 bilhões/ ano.

O único país cuja sonegação supera o Brasil em valores são os EUA. A sonegação nos EUA totaliza US$ 337 bilhões, mas isso correspondeu a um percentual de apenas 2,3% de seu PIB.

Agregando percentual de PIB e valor, portanto, pode-se afirmar que a sonegação brasileira é a maior do mundo!

Uma empresa que ganha dinheiro como concessão pública de TV deveria ser um exemplo, um modelo! E fazer campanha contra a sonegação!

É claro que o Brasil precisa passar por uma reforma tributária!

Os auditores fiscais estimam que, se a sonegação fosse reduzida, a carga tributária poderia ser brutalmente reduzida no país.

A campanha contra a sonegação deveria ser incorporada a todas as campanhas contra a corrupção, até porque envolve valores muito maiores, e as duas, sonegação e corrupção, estão ligadas organicamente. O dinheiro sonegado é o mesmo usado para corromper
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=20012

Roberto Amaral ao 247: "foi uma bomba sobre nós"

15.08.2014
Do portal BRASIL247

Paulo Emílio, Pernambuco 247 - O advogado e ex-ministro Roberto Amaral, que ocupa a presidência do PSB desde a morte de Eduardo Campos, foi alçado à posição de personagem central da política brasileira. Seu voto será o mais importante na definição de quem será o candidato, ou candidata, do partido à sucessão presidencial. Numa rápida entrevista ao 247, Amaral adiantou uma informação importante. "Vamos disputar as eleições", disse ele. No entanto, não garantiu que a vaga será da ex-senadora Marina Silva. "Não é hora de falar sobre isso. O PSB irá tratar desse tema na semana que vem".

Profundamente emocionado, Amaral falou que a primeira providência será substituir os programas eleitorais do PSB, que irão ao ar já a partir do dia 19, quando começa a propaganda eleitoral. "Ontem à noite eu orientei o pessoal da comunicação para que preparassem um novo formato para o programa eleitoral. Os dois primeiros programas serão inteiramente dedicados ao legado de Eduardo, ao que ele deixou", disse ele. Nesta sexta-feira, vazaram imagens dos primeiros programas que falavam da "nova política". Ao lado de Marina Silva, Eduardo Campos prometia governar sem depender de políticos como os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL). "Esses programas também morreram de certa forma", disse Amaral.

O presidente do PSB informou, ainda, que as coligações do PSB serão mantidas em todos os estados. Em alguns deles, como São Paulo, o PSB preferiu apoiar o PSDB de Geraldo Alckmin. No Rio de Janeiro, a aliança se deu com o PT do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). 

No Distrito Federal, a aposta é na candidatura própria do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), contra candidatos do PT, do PSDB e do PR. "Não muda nada. As coligações estão mantidas como sempre foram. Nada muda. Não se tem como alterar isso", disse ele.

Antes de desligar, Amaral falou, com voz embargada, sobre o significado da morte de Eduardo Campos. "É uma bomba que caiu em cima da gente. Mas estamos tentando sobreviver. Temos que continuar. Os ideais dele não morreram. O partido é maior que tudo isso e vamos disputar as eleições. Temos compromisso com ele, com as ideais dele e principalmente compromisso
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/150294/Roberto-Amaral-ao-247-foi-uma-bomba-sobre-n%C3%B3s.htm

O PERFIL DE UM JORNALISTA 'MEIO IMORTAL' - CURTO E GROSSO -

15.08.2014
Do blog 007BONDeblog, 11.08.14

Nunca escreveu livros em quantidade ou com qualidade que justificasse sua indicação para uma Academia Literária. 

Seus artigos são, além de puro exercício de ódio contra um partido e todos os seus principais expoentes, em especial a quem já ocupou e quem ocupa o mais alto cargo da República, um amontoado de opiniões ultra-conservadoras e atrasadas, com forte viés de manipulação dos fatos e notícias.

Atua muito mais como "torcedor" de um certo partido político, do que como jornalista profissional e isento. Nesse ponto, jamais abriu mão da veiculação de mentiras, acobertadas pela "capa" de que o que publica em sua coluna, foi-lhe revelado por "fontes". Mesmo desmentido cabalmente, se lhe interessa, mantém a mentira.

Como todo reacionário de direita, esconde o quanto pode e até onde pode, as notícias ruins e os fatos escandalosos que possam prejudicar a "imagem" dos políticos que lhe são caros. Certos MENSALÕES e Aeroportos Clandestinos, não costumam fazer parte de suas abordagens. Quando muito, umas poucas linhas a título de defesa prévia, para poder dizer que tocou no assunto.

Defende com unhas e dentes a mentira, tentando transformá-la em verdade, de que a Regulação da Mídia visa instaurar uma censura à imprensa brasileira. A única ditadura que aceita é a da desinformação, atuando diuturnamente para defender a oposição da qual faz parte de forma dissimulada, e atacar o governo que, ODEIA. Sim, odeia !

Nunca se viu esse jornalista/colunista, criticar seus patrões por participar do apoio à ditadura militar.

Nunca se viu esse jornalista/colunista, criticar um ex-presidente da República por rasgar a Constituição e instituir para si mesmo a prerrogativa de ser reeleito. Gosta muito de dizer que blogueiros que apoiam o governo são comprados, financiados. Ataca a tudo e a todos, que ousam denunciar a imprensa partidarizada e seletiva quanto à denúncias de corrupção. 
Nunca se viu esse homem criticar a usura dos banqueiros, ou a desonestidade dos mercados.

Não suporta ser criticado. Tem horror ao contraditório. Estribucha sempre que é desmascarado em sua conduta de o mais PARCIAL dos PARCIAIS jornalistas do PIG.

Continuará "imortal" enquanto dure, mas, como com o advento da INTERNET, todos os PERFIS hoje são revelados, acabou o reinado dos que se julgam no direito de escolher à revelia do povo, quem vai presidir o Brasil.
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Fonte:http://007bondeblog.blogspot.com.br/2014/08/o-perfil-de-um-jornalista-meio-imortal.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/NIKX+%28007BONDeblog%29