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domingo, 3 de agosto de 2014

Aécio, Globo e Barbosa são farsantes

03.08.2014
Do blog MEGACIDADANIA, 01.08.14

Aécio e JB farsantes
Farsante é a pessoa sem seriedade, que pratica embuste, atos ridículos; coisa burlesca.



No cartaz que ilustra esta postagem colocamos três elementos, a saber, Aécio Neves, Rede Globo e Joaquim Barbosa.

Vamos a seguir sugerir alguns links para cada um deles.




Nos três links acima o distinto público encontrará uma coletânea de postagens - de diversos blogs - com documentos comprovando todas as nossas afirmações acerca de cada um deles.

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Vamos concluir este post abordando aspectos importantes do modus operandi da velha mídia empresarial. Fomos pesquisar e encontramos dois textos (íntegra ao final) de autoria do coordenador do Manchetômetro, o graduado professor João Feres Júnior.

Destacamos a seguir alguns trechos:

MANCHETÔMETRO COMPROVA A EXISTÊNCIA DO PODER DE VETO E DE AGENDA SOBRE TUDO O QUE É INFORMADO AO PÚBLICO

"A propriedade privada dos meios de comunicação, particularmente em seu formato oligopolizado, conduz à usurpação do espaço público em prol dos interesses dos poucos grupos que detém os meios [de comunicação]."

"... há um grande alinhamento ideológico entre os principais grupos de mídia, a despeito da competição entre eles em diferentes mercados, como provimento de serviços de internet, TV a cabo etc."

"Abram as páginas dos principais jornais e revistas semanais de nosso país e verão que ali geralmente só há um lado da história, somente um pequeno punhado de ideologias afins e silêncios retumbantes. Políticos que são criticados veementemente e outros contra os quais nada se apura."

"A dominância das referências descritivas (neutras) não é capaz de esconder o forte viés da cobertura jornalística, viés [seletivo/acusatório] esse que pode ser medido de várias maneiras."

ACESSE AQUI A ÍNTEGRA DOS TEXTOS SUPRACITADOS




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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/aecio-globo-e-barbosa-sao-farsantes/

REVISTA VEJA TENTA ABAFAR CORRUPÇÃO TUCANA: Veja tenta esconder aecioporto

03.08.2014
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

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Que a Veja se tornou um fenômeno antes psiquiátrico do que propriamente midiático, disso já sabíamos.
No entanto, ela se supera a cada dia.
Do psiquiátrico ela tem migrado para o escatológico.
O novo “escândalo” fabricado por ela revela o desespero de varrer o aecioporto para debaixo do tapete.
Do que se trata o escândalo?
Um vídeo com parlamentares aliados passando instruções ou apenas conversando com figuras aliadas, num preparativo para uma CPI.
CPI é um evento político. Tem situação e oposição.
A situação defende os aliados do governo.
A oposição ataca os aliados do governo.
Escândalo seria se flagrássemos Alvaro Dias tentando ajudar Graça Foster. Aí sim, todos ficariam espantados!
Tentar criar uma CPI da CPI corresponde ao apogeu do ridículo. É como ver um tucano devorando a própria cauda.
Ora, se a oposição tem espaço garantido na CPI, mesmo minoritário, então ela que faça as perguntas que quiser fazer.
Como fizeram, aliás.
A oposição fez perguntas incômodas a Graça Foster, a Sergio Gabrielli, a Nestor Cerveró.
Eles já foram diversas vezes ao Congresso. Porque há uma redundância. Há duas CPIs, sobre o mesmo tema, acontecendo ao mesmo tempo.
Cada vez que Graça Foster vai a CPI, para repetir a mesma coisa, ela deixa de trabalhar, e isso atrapalha a Petrobrás.
Petrobrás cuja produção tem batido recorde e cujas ações se valorizaram mais de 70% nos últimos meses.
Foster, Gabrielli, Cerveró, estiveram várias vezes no Congresso, em CPIs.
Os tucanos é que nunca dão as caras em CPIs que os investigam.
Como eles são blindados e protegidos pela mídia, quase não há CPI investigando tucano.
E quando há, a mídia faz de tudo para abafá-la, até porque, sempre que se investiga tucano, a mídia entra na história. Como réu.
Foi o caso da CPI do Cachoeira. Mais um pouco, e se tornaria uma CPI da mídia, porque o Brasil estava descobrindo as relações íntimas entre a bandidagem e o jornalismo.
É hora de chamar Aécio Neves numa CPI para explicar porque construiu aeroporto na terra de seu tio, e porque este foi o aeroporto mais caro do Brasil.
É hora de chamar os chefões da Globo para explicar a sonegação de R$ 615 milhões, feita através de uma “intrincada engenharia financeira para ludibriar a Receita”, segundo as palavras do auditor fiscal responsável pelo processo.
A Petrobrás é importante demais para ser alvo de abutres que sempre quiseram destruí-la.
A Petrobrás é uma empresa mista regulada, supervisionada, monitorada, por diversos órgãos, nacionais e internacionais.
Se existe uma coisa a ser investigada na CPI da Petrobrás é o afundamento da plataforma P-36.
Era a maior plataforma do mundo. O prejuízo foi incalculável.
Morreu gente.
Enquanto Gabrielli e Graça Foster compraram refinarias, construíram outras, e apostaram no crescimento da produção de petróleo bruto de um lado e refinado de outro, os tucanos venderam metade da Petrobrás para fundos abutres da Bolsa de Nova York.
Não descobriram petróleo. Não fizeram nem compraram refinarias.
Apenas privatizaram, sucatearam e afundaram a maior plataforma do mundo.
Hoje uma boa parte do lucro da Petrobrás vai para bilionários estrangeiros.
Esses mesmos bilionários fazem pressão, através da mídia, para que a Petrobrás dê lucro rápido e fácil, para eles gastarem em festinhas, iates e… jatinhos.
Jatinhos que pousam em aeroportos particulares construídos, no caso de Minas Gerais, com dinheiro público.

Brasil quer saber como afundou a P-36
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/08/03/veja-tenta-esconder-aecioporto/

Aécio Neves é um neocoronel

03.08.2014
Do BLOG DO MIRO, 01.08.14
Por Joana Tavares, no jornal Brasil de Fato:


Os deputados de oposição de Minas Gerais, reunidos no bloco Minas Sem Censura, tentam aprovar um pedido de CPI para apurar a construção do aeroporto de Cláudio, que custou R$ 13,9 milhões e não tem uso público. Nesta entrevista, o vice-líder do bloco, deputado Rogério Correia (PT), relata que há outros casos envolvendo a gestão tucana no estado que precisam ser investigados.

Em que pé está a investigação do Ministério Público sobre o aeroporto de Claudio? Há novidades sobre o processo de desapropriação?

Desde que nós fomos ao Ministério Público [dia 22 de julho], apareceram novidades que agravaram ainda mais a situação, que reforçam a necessidade de uma CPI. O governo disponibilizou, na lei orçamentária, mais de R$ 20 milhões para a desapropriação do terreno onde fica o aeroporto, sendo que o valor da desapropriação estava calculado em R$ 1 milhão. Isso precisa ser averiguado, ver se não é um superfaturamento de desapropriação, em uma terra do tio do ex-governador. E, além disso, o que ele fez pra família da mãe em Claudio, ele fez pra família do pai em Montezuma. Fez um asfaltamento lá por R$ 300 mil, numa pista que também fica fechada. Fica cada vez mais clara a utilização do recurso público pra fins privados. É uma característica, infelizmente, comum no governo Aécio Neves. Estamos enviando nesta semana a documentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias e o caso de Montezuma para o mesmo promotor do MP, para agregar à investigação. E aí esperamos que ele tome uma decisão e entre com uma ação de improbidade administrativa, não só contra o Aécio, mas também contra o atual governador, que permitiu esse orçamento para a desapropriação. 


Há também uma investigação envolvendo a rádio Arco-Íris, de propriedade de Aécio. De que se trata esse caso?


O então governador Aécio Neves passava recursos, pelas mãos de sua irmã Andrea Neves, que era coordenadora do Núcleo Gestor de Comunicação Social do governo, e fazia o repasse publicitário para a rádio deles, a Arco-Íris, que funciona em Betim. O Ministério Público chegou a abrir inquérito para investigar os repasses feitos pelo governo à rádio, entre 2003 e 2010. O Aécio ganhou essa rádio do Sarney e do Antonio Carlos Magalhães, que era ministro de comunicação. E ele já tinha outras rádios, passando a ser dono de uma rede. Quer dizer, essa relação promíscua entre o público e o privado na gestão de Aécio é uma denúncia antiga, que só agora começa a vir a público.

Por que só agora? Por que há pouca repercussão de casos envolvendo o senador em Minas?

Ele trata Minas Gerais como uma espécie de curral. O senador Aécio Neves é um neocoronel, digamos assim. O controle da imprensa é um exemplo. O controle é tão absoluto que virou motivo de deboche internacional. Tem também controle do Ministério Público, não dos promotores ou da instituição, mas da nomeação do procurador do Estado. Tanto é que o ex-procurador, doutor Alceu José Torres, quando saiu do MP foi virar secretário de governo do PSDB [Alceu foi procurador-geral do MP por dois biênios, de 2008 a 2012, e foi nomeado Secretário Estadual de Meio Ambiente em abril de 2014] . A denúncia da rádio Arco-Íris foi arquivada por ele, que tomou pra si a ação da promotora Josely, sobre o desvio de dinheiro da saúde, e também arquivou, quando era procurador-geral. Então, Aécio tem um controle da Justiça, via Ministério Público, e da imprensa. E também no Tribunal de Contas. Um exemplo disso é o Termo de Ajustamento de Gestão, que permite um escalonamento no cumprimento da Constituição em relação ao investimento em saúde e educação. 

E como é a relação do governo com a Assembleia Legislativa?

Outro controle. Aqui não conseguimos fazer CPI. Tentamos fazer da rádio, tentamos fazer do Mineirão - que foi doado pra Minas Arena -, estamos tentando do aeroporto... E olha que o Aécio fala que “quem não assina CPI é porque tem rabo preso”, então vamos ver se agora os deputados favoráveis a ele aceitam a investigação. A Assembleia Legislativa de Minas teve menos CPI durante o governo tucano do que durante o regime militar. Eles utilizam esse controle todo para transformar Minas Gerais numa espécie de capitania hereditária dos Neves. Os tucanos cercaram Minas Gerais com uma cerca elétrica e que dá choque.
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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/08/aecio-neves-e-um-neocoronel.html

Paulo Nogueira: Aécio, de Thatcher, promete paraíso e entrega o inferno

03.08.2014
Do blog VI O MUNDO

Ronald-Reagan
O que vai acontecer no Brasil caso a receita de Thatcher seja reaplicada com Aécio


O terrorismo econômico está aí.
Essencialmente, o que os conservadores estão dizendo é que a política econômica descarrilhou sob Dilma.
Só Aécio salva, é a mensagem.
O que a direita quer para a economia é, numa palavra, a receita thatcheriana.
Os pilares da doutrina consagrada nos anos 1980 por Margaret Thatcher podem ser resumidos assim: privatizar, desregulamentar e reduzir ao máximo as despesas sociais.
A busca, em suma, do Estado mínimo.
É o que o “mercado” quer por razões óbvias: as empresas, nacionais e internacionais, ganham barbaramente com isso.
Como em todo jogo alguém perde, os trabalhadores pagam a conta. A Inglaterra sob Thatcher regressou a níveis de desigualdade próximos do abismo que existia na era vitoriana.
Esqueça, por um momento, questões como ideologia ou mesmo justiça. A questão é: a receita funciona?
Ou sob outro ângulo: se o Brasil adotar os preceitos thatcherianos reivindicados pelos conservadores a economia vai deslanchar?
A resposta, se você olha a história, é: não.
Os mandamentos de Thatcher são bons apenas para o chamado 1%. Para os demais 99%, não.
Para o país como um todo, para a saúde da sociedade, menos ainda. Seguir Thatcher é uma calamidade nacional.
O thatcherismo está na raiz da crise econômica que castiga o mundo desde 2008.
Sob Reagan, os Estados Unidos abraçaram o thatcherismo. O mercado financeiro foi desregulamentado, para dar liberdade aos bancos e assim, alegadamente, promover a economia.
Depois de alguns anos, veio a hecatombe.
Na busca de lucros exorbitantes, os bancos americanos – livres de regulamentação – afrouxaram todos os controles para quem pedia empréstimo para comprar casa.
Até que começou a inadimplência.
Milhares, milhões de tomadores de empréstimo não tinham condições de honras as dívidas.
Os calotes se multiplicaram. Grandes bancos quebraram. E a crise econômica se espalhou rapidamente pelo mundo.
Nunca mais a economia mundial se recuperou. A locomotiva dela, os Estados Unidos, vem se arrastando desde então.
Em breve, graças à estagnação americana, a China deve se converter na maior economia do mundo.
Também a Inglaterra de Thatcher ainda hoje enfrenta as consequências econômicas e sociais da falsa revolução da Dama de Ferro.
A ressaca do thatcherismo tornou Thatcher tão detestada que os ingleses fizeram celebrações em praças públicas quando ela morreu.
Não existe uma única estátua dela na Inglaterra, sequer em sua cidade natal: ela seria derrubada em dias, talvez horas.
É esta mesma receita que os conservadores querem para o Brasil agora.
Suponha que ela seja adotada pela próxima presidência. Rapidamente, os suspeitos de sempre lucrarão – a plutocracia, ou o 1%.
Num país cujo maior desafio é mitigar a desigualdade social, seria uma tragédia.
O país avançou socialmente nos últimos anos. Menos do que poderia e deveria, é verdade. Mas avançou.
O thatcherismo faria o Brasil retroceder várias casas na questão social em pouco tempo.
Num momento de franqueza desconcertante, Aécio prometeu a empresários “medidas impopulares” caso se eleja.
Seu guru econômico, Armínio Fraga, um fundamentalista do thatcherismo, falou que o salário mínimo cresceu muito nos últimos anos.
Avisos do que vem por aí caso o thatcherismo seja posto em ação no Brasil não faltam, portanto.
Os thatcheristas prometem a você o paraíso. Mas entregam o inferno. Paraíso, só para eles mesmos.

PS do Viomundo: Eu, Azenha, vivi o reaganismo nos Estados Unidos. Licença para que as grandes empresas montassem suas “sedes” em paraísos fiscais, sonegando impostos. Demolição da agência de proteção ao meio ambiente, a EPA; enfraquecimento da FDA, que monitorava a qualidade dos remédios; da FCC, a Federal Communications Comission, que regulamentava a mídia. Criminalização dos movimentos sociais, como os sindicatos de professores e a ACLU, a American Civil Liberties Union. Ser “liberal”, o que significa ser social democrata nos EUA, tornou-se um palavrão. Corte de impostos no topo com a suposição de que a riqueza acumulada eventualmente desceria para beneficiar a todos. Reagan fez mais que qualquer outro para demolir o New Deal reformista de Roosevelt, assim como FHC, no Brasil, queria demolir o legado de Getúlio Vargas. Não estamos falando de direita ou esquerda, que nenhum deles era. Estamos falando de colocar a engrenagem estatal para beneficiar 1% ou 99%.

Leia também:

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/paulo-nogueira-thatcherismo-de-aecio-promete-paraiso-e-entrega-inferno.html

Fizemos aeroportos e ninguém ficou com as chaves, diz Dilma

03.08.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA, 02.08.14

Em Montes Claros (MG), a presidenta Dilma participou de encontro com lideranças da região e de um comício popular ao lado de Lula, de Fernando Pimentel (candidato a governador pelo PT) e Josué Alencar (candidato ao senado pelo PMDB).

A presidenta deu uma alfinetada no tucano Aécio Neves. Ela disse: "Nós aumentamos a capacidade dos aeroportos em 67 milhões [de passageiros] e ninguém ficou com a chave desses aeroportos", referindo-se a à denúncia de que as chaves do aeroporto da cidade Cláudio (MG) que deveria ser público ficavam o tio de Aécio, praticamente fazendo uso privado da pista para o próprio Aécio e familiares usarem.

Dilma citou a frase ao fazer uma comparação das críticas à Copa com as críticas que hoje fazem ao país.

- Queria ganhar dentro e fora dos estádios. Infelizmente não conseguimos ganhar dentro do estádio, mas ganhamos na condução da condução, na realização e no planejamento. Estou falando da Copa por um motivo. Disseminaram mentiras por aí. Disseram, por exemplo, que a Copa seria um fracasso porque os estádios só ficariam prontos em 2038. Depois disseram que iria haver racionamento de energia. Depois disseram que não ia ter aeroporto. Nós aumentamos a capacidade dos aeroportos em 67 milhões e ninguém ficou com a chave desses aeroportos - disse.

Na vez do presidente Lula, ele falou:

- Nós temos até o dia cinco de outubro uma só tarefa. É dizer claramente o que foi feito neste país e desafiar nossos adversários o que eles fizeram. Essa eleição é quase um jogo da verdade. A gente vai ter que dizer o que queremos - afirmou.

Fernando Pimentel também explorou a construção do aeroporto:

- Em 12 anos de governo, me mostra, me diga uma grande obra do governo de Minas que tenha resolvido o problema. Digam uma, não precisa de duas. O aeroporto não vale - alfinetou, enquanto os presentes aplaudiam.

O pior para Aécio é que jornais populares como o Extra no Rio de Janeiro, mesmo sendo das Organizações Globo, não estão censurando estas notícias. Estão publicando. Mas na TV o Jornal Nacional continua blindando Aécio. Na quinta-feira só mostrou a defesa de Aécio, mesmo assim desastrosa para o tucano.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/08/fizemos-aeroportos-e-ninguem-ficou-com.html

DILMA E O SANTANDER

03.08.2014
Do portal BRASIL247, 31.07.14
Por MAURO SANTAYANNA

Na época em que, na América Latina, havia maioria de governos neoliberais, os “empresários” espanhóis eram recebidos, por aqui, como nababos

Diz a sabedoria popular que frango que acompanha pato acaba morrendo afogado. Sempre estranhamos, ao longo dos últimos governos, a excessiva atenção reservada, pela classe política brasileira, para o que existe de pior no empresariado ibérico, em especial o oriundo da Espanha a partir dos anos 90.

Criou-se em nosso país, com a entrada de  Madrid no Euro, a ilusão de que a Espanha, que passou a maior parte do século XX mergulhada em uma ditadura medieval e agrária, tivesse sido – pela simples troca da peseta por uma moeda mais valorizada - subitamente alçada ao desenvolvimento.

Nos séculos XIX e XX, em processo que vinha se consolidando desde a derrocada de sua Invencível Armada, Madrid viveu à sombra da Inglaterra e dos EUA, que se apossaram do que restou de seu império, na Guerra Hispano-Americana de 1898.

De Cervantes a Picasso, a Espanha deu grande contribuição ao mundo. Mas nunca foi o paradigma de empreendedorismo e de pujança  com que aportou por aqui à época do PROER e das grandes privatizações.

Desde 2008, pelo menos, sabe-se que a  “fortaleza” ibérica estava baseada em bilhões de euros em ajuda dos fundos da Comunidade  Europeia e em centenas de bilhões de euros em dívidas, que deixaram em seu rastro um desemprego de quase 30%, e milhares de famílias despejadas e de aposentados prejudicados pelos bancos.

Quando se fala no IDH espanhol, é preciso lembrar que, por trás dele, está uma das maiores dívidas per capita do mundo. E que, se não fosse o hábito de exportar seus problemas e seus desempregados para países como o nosso, a cada duas gerações, os espanhóis não teriam o padrão de vida que tiveram até alguns anos atrás.

Na época em que, na América Latina, havia maioria de governos neoliberais, os “empresários” espanhóis eram recebidos, por aqui, como nababos.      

E, o que é pior, continuaram a ter direito aos mesmos rapapés, depois da crise,  quando suas ”grandes” empresas, altamente endividadas, começaram a depender, como de água para um peixe no deserto, dos altíssimos lucros auferidos em território brasileiro.  

Sempre nos surpreendeu – e sobre isso escrevemos antes – o número de vezes em que o Senhor Emilio Botín - investigado, no passado, em seu país e execrado por boa parte da população espanhola - foi recebido em Palácio pela Presidente Dilma.

Nunca é conveniente que um presidente da República receba pessoalmente homens de negócio, e muito menos se forem estrangeiros. Para isso existem os ministros, como o da Indústria e Comércio ou o da Fazenda, por exemplo.

Se tivesse evitado os sorrisos e as fotografias  que propiciou ao dono do Santander,  por tantas vezes, com certeza a Presidente Dilma estaria se sentindo, agora, menos constrangida – depois da carta desse banco a “investidores”,  desancando  a orientação e as expectativas econômicas de seu governo. 
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/148533/Dilma-e-o-Santander.htm

"SE AÉCIO FOSSE DO PT, JÁ TERIAM PEDIDO CASSAÇÃO"

03.08.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/148827/Se-A%C3%A9cio-fosse-do-PT-j%C3%A1-teriam-pedido-cassa%C3%A7%C3%A3o.htm

"Substituíram a ditadura militar pela ditadura midiática”

02.08.2014
Do portal BRASIL247
                    
                                                   
"Substituíram a ditadura militar pela ditadura midiática, a dominação pelo consenso", disse o jornalista e escritor Bernardo Kucinsky, na segunda mesa da Feira Literária Internacional de Paraty neste sábado; irmã e o cunhado de Kucinsky foram presos e mortos pela ditadura e seus corpos continuam desaparecidos; segundo ele, a Comissão Nacional da Verdade não terá resultados concretos, pois os poderosos que apoiaram o Golpe de 64 continuam no poder
    


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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/148813/Substituíram-a-ditadura-militar-pela-ditadura-midiática”.htm

Globo desaba depois da Copa

02.08.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim
 
Anunciantes começam a rever a tabela de preços.
 
 
A seção “Outro Canal” da Fel-lha (*), a cargo de Vitor Moreno, revela neste sábado (2) que a audiência da Globo Overseas caiu 14% de 1º a 13 de julho, no pós-Copa.

À noite, no horário nobre (das 18h à meia-noite), quando a onça bebe água, a queda foi de 12%.

As que não exibiram a Copa foram as que mais se beneficiaram: Record e SBT cresceram.

A Band desabou com a matriz.

Navalha
Tudo isso sem falar no desencaixe publicitário depois da Copa.
O ansioso blogueiro voltou a conversar, no Templo de Salomão, com David Ogilvy, notável publicitário.
(A propósito, o PiG (**) pretende destruir o Templo de Salomão. Depois dos Babilônios e dos Romanos, os Mesquita (os que sobraram), o Otavinho e os filhos do Roberto Marinho – que não têm nome próprio – se munem de arcabuzes para por abaixo o templo do Brás. Vão chorar no muro das lamentações, breve.)
Mas, dizia Ogilvy que começam a surgir as primeiras manifestações de insatisfação de anunciantes com a tabela da Globo.
Ela mantém cerca de 76% da verba publicitária destinada à tevê, com 40% da audiência.
(Embora o Google vá, breve, googlá-la.)
Mas, como a audiência cai vertiginosamente – ver aqui, aqui e aqui – ,os anunciantes começam a exigir uma redução nos valores da tabela, correspondente à queda do número de consumidores atingidos.
A Globo reage com práticas e ameaças que podem vir a comprometer o bônus dos diretores de marketing das empresas anunciantes.
Mas, essa é uma pressão inevitável.
Daqui a pouco, os acionistas das empresas, muitas delas multinacionais, vão se perguntar: mas, por que eu vou pagar por um comercial de 30″ no jornal nacional o valor que eles cobram desde quando o jn dava 50% de audiência – e agora caiu para a metade ?
A Globo tem uma arma poderosa: o BV, que, na Inglaterra, se chama de “kick back”.
O BV é a maior fatia do faturamento das 40 maiores agências de publicidade do Brasil !!!
E é por aí – na análise de Ogilvy – que a Globo tenta segurar a revisão drástica da tabela.
Essa batalha se intensificará neste segundo semestre, porque as verbas governamentais foram cortadas, por causa da eleição.
Farinha pouca, meu pirão primeiro…
E, no primeiro trimestre, com a Dilma já reeleita e a iminência de uma Ley de Medios ?
A publicidade cairá e o encaixe da Copa já foi para o beleléu …
Como disse o imortal Galvão Bueno, quando, na África do Sul, a Holanda empatou: “a coisa já esteve melhor para a seleção brasileira”…
Pra Globo também, conclui Ogilvy, o notável publicitário inglês (o Renato Machado diria “britânico”).
Ou como diz o ansioso blogueiro sobre o leilão da 4G: a Globo está ficando parecida com o telefone fixo.
 



Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/08/02/globo-desaba-depois-da-copa/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+pha+%28Conversa+Afiada%29