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segunda-feira, 28 de julho de 2014

SANTANDER CONTRA DILMA: Dilma sobre Santander: "inadmissível, lamentável"

28.07.2014
Do portal BRASIL247

                                                                   

 
Presidente diz que terá "atitude bastante clara em relação ao banco", que alertou clientes de alta renda sobre um risco à economia caso ela seja reeleita; para Dilma Rousseff, gesto é "inadmissível, lamentável" para qualquer candidato; pedido de desculpas da instituição financeira, na opinião de Dilma, "foi bastante protocolar"; "Eu conheço bastante bem o CEO do banco, pretendo conversar a respeito", afirmou, durante sabatina, a respeito de Emilio Botín; candidata chamou de "massacre" e "ação desproporcional" os ataques israelenses contra os palestinos e, ao comentar as críticas de Aécio Neves contra o Mais Médicos, afirmou: "Em pleno século 21, essa posição fundamentalista sobre Cuba é um despropósito"
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/148205/Dilma-sobre-Santander-inadmissível-lamentável.htm

UMA VIRA-LATAS BRASILEIRA FALANDO MAL DO BRASIL: Ex-amante de FHC atua como propagandista anti Dilma na Espanha

28.07.2014
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
 
Rameira!Ponha-se daqui pra fora!
Fernando Henrique Cardoso, em 1990
 
O escritor Palmério Dória não poderia ter sido mais feliz ao iniciar o best-seller “O Príncipe da Privataria” (Geração Editorial) com o relato da expulsão de uma então jornalista da Globo do gabinete do então senador Fernando Henrique Cardoso, no início dos anos 1990, quando ele se preparava para disputar a Presidência da República pela primeira vez.
 
 
Para quem não leu a saborosa obra de Dória, vale explicar que aquela jornalista fora comunicar a FHC – então casado com a hoje falecida antropóloga Ruth Cardoso – que esperava um filho seu, o que, para si, constituiria uma tragédia política.
 
Essa passagem do livro narra a gênese da longa trajetória de Miriam Dutra Schmidt que começaria a partir dali, quando foi ao gabinete do promissor político que se tornaria o novo ícone da direita brasileira, posição que ocupa até hoje.
 
Com o “problema” político para aquele que se tornaria o grande aliado da Globo ao longo de seu mandato como presidente da República (1995-2002), a emissora decidiu “exilar” a moça, tornando-a sua “correspondente” na Espanha, onde permanece até hoje.
 
A personagem “Miriam Dutra” impressiona pela escassez de informações sobre si, apesar de seu caso com um dos políticos mais importantes do país. Mesmo fazendo busca no site Globo.com, o que se encontra é muito pouco.
 
Em busca no portal da Globo, além de reprodução de matérias que saíram em toda grande imprensa quando FHC decidiu reconhecer publicamente o filho que teve com Miriam (2009), só há algumas raras matérias que ela fez para a emissora.
 
O pouco que há no site da Globo sobre Miriam como sua correspondente na Espanha só chega até o início de 2010. Uma das matérias que sustentaram a “dolce vita” da ex-amante de FHC na Europa após supostamente engravidar dele é de janeiro de 2010, no programa “Em Cima da Hora”, que tratava do “caos nas praias brasileiras”. Coube a Miriam exaltar a diferença entre as praias espanholas e as brasileiras.
 
Clique na imagem para ver a matéria
 
Em agosto de 2010, na busca da Globo.com há um outro link para outro dos raros trabalhos de Miriam para a emissora. O site informa que se trata de “entrevista feita pela correspondente Mirian Dutra com o jornalista e porta-voz dos dissidentes cubanos em Madri, Julio César Galvéz”.
 
Curiosamente, porém, ao tentar assistir ao vídeo o internauta é informado de que se trata de “conteúdo não disponível”. Clique na imagem para acessar a página.
 
 
Contudo, comentário postado por uma leitora da Globo.com nessa página indica como foi feita a matéria, ainda que não explique por que ela foi retirada do ar.
Diz a internauta “Maria Adelia Endres”, em 6 agosto de 2010 às 17:35 hs:
 
Seria muito importante que a entrevista fosse passada no Fantástico, onde toda a população brasileira pudesse ver a vergonha que é Cuba. A vergonha que Fidel tornou o país. Eu visitei Cuba na década de 90 o sistema já estava mais do que podre, e tudo o que vejo recentemente está 200 vezes pior (…)”
 
Enfim, essa “importante” atuação jornalística de Miriam na Globo termina em 2010. De lá para cá, nada mais consta no site da Globo sobre a ex-amante do ex-presidente tucano. E a última notícia sobre ela na grande mídia brasileira é de 2011, quando se tornou público que um exame de DNA mostrara que o filho que a jornalista teria tido com FHC, não era dele.
 
No início de junho, porém, um vídeo surge no You Tube. Mostra Miriam Dutra Schmidt em um programa da televisão espanhola engrossando o coro de certa “esquerda” contra a realização da Copa de 2014 no Brasil.
 
Tratou-se do programa “Detrás de la razón”, ou, em bom português, “por trás da razão”. O apresentador faz uma introdução em que encampa, ipsis-litteris, o discurso anticopa da tal “esquerda” que, em plena competição, tratava de tentar manter o movimento vivo promovendo protestos pequenos, porém muito violentos.
 
Eis que o apresentador chama para um debate ninguém mais, ninguém menos do que ela, Miriam Dutra, e o acadêmico chileno Pablo Jofré. As missões de ambos, naquele programa, eram, respectivamente, atacar e defender a realização da Copa no Brasil.
 
O que chama atenção nas falas de Miriam é o espanhol capenga, apesar de residir por tantos anos na Espanha. Mas não só: a ex-amante de FHC cita uma série de dados errados sobre a Copa, tais como custo etc. Além disso, ataca duramente o povo brasileiro com frases como “Não sabe escrever, mas sabe jogar futebol”.
 
O apresentador abre o programa perguntando a Miriam sobre frase dos militontos que protestavam violentamente contra a Copa: “Um professor vale mais do que Neymar”, como se alguém estivesse comparando ou fazendo tal escolha”.
 
Em mau espanhol, Miriam começa a catilinária antibrasileira “explicando” que “Es las contradiciones de Brasil”, ao invés de dizer que “SON LAS CONTRADICIONES DE BRASIL”. Em seguida, diz que professores são mais importantes que Neymar, dando a entender ao público espanhol que o governo investe no craque em lugar de investir em educação.
 
O analista internacional Pablo Jofré rebate, explicando que não são contradições “do Brasil”, mas dos países latino-americanos.
 
O programa transcorre com o embate entre o perplexo acadêmico chileno e a verborrágica jornalista brasileira, que distorce dados, cita números errados e diz a enormidade de que o sucesso de organização da Copa se deve “ao povo brasileiro”, que pouco antes insultara com a frase sobre não saber escrever, mas saber jogar futebol.
 
A grande questão que o ressurgimento de Miriam Dutra levanta é a coincidência entre suas opiniões políticas e as da Globo e as do seu ex-amante, bem como do partido dele.
 
Miriam Dutra não importa, mas o trabalho que está promovendo na mídia espanhola é relevante. Sugere que suas relações políticas com a mídia tucana e com FHC prosseguem informalmente e, mais do que isso, que tucanos e a mídia que os apoia tratam de espalhar pelo mundo a difamação do Brasil, do seu povo e do seu governo.
Confira, abaixo, o vídeo em questão.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/07/ex-amante-de-fhc-atua-como-propagandista-anti-dilma-na-espanha/

Influxo de sul-americanos leva à reinvenção de Miami

28.07.2014
Do portal ESTADÃO/MSN
Por Lizette Alvarez- The New York Times
News Service/Syndicate

Influxo de sul-americanos leva à reinvenção de Miami
Enquanto se desenrolava a Copa do Mundo, colombianos vestidos de amarelo lotavam a casa noturna Kukaramakara, no centro de Miami, com cervejas Aguila em mãos, gritando: "Colômbia, Colômbia!" Do lado de fora, brasileiros em comboios de carros tocavam samba no último volume. Os argentinos, alguns em camisas brancas e azuis, enchiam churrascarias e casas de empanadas. Por toda a cidade, crianças lotavam a missa de domingo, suas camisas ostentando os heróis do futebol da América Latina.

Isso foi menos uma análise de futebol do que uma viva imagem da nova Miami. A cidade, antes definida por cubano-americanos, na última década passou a ser cada vez mais turbinada por uma onda de sul-americanos instruídos e bem de vida. Seus números e influência cada vez maiores, como imigrantes e turistas, transformou o centro de Miami, antes amortecido pela recessão, enriqueceu sua cultura e ampliou seu poder de atração para empresas do mundo todo como uma encruzilhada do mundo de língua espanhola.

"Hoje esta é a indiscutível capital da América Latina", declarou Marcelo Claure, milionário colombiano que fundou a Brightstar, empresa global de distribuição wireless localizada aqui. "O boom econômico latino nos últimos dez anos levou à criação de uma enorme classe média em países como Brasil, Peru e Colômbia, e eles veem Miami como um local inspirador".

A transformação, o mais recente capítulo na evolução da cidade, é especialmente aparente nos guindastes de construção, na vida nas ruas e nas casas noturnas do centro. Mas ela é vista por todo o Condado de Miami-Dade, onde imigrantes sul-americanos altamente instruídos e proprietários de casas de veraneio vêm criando raízes e desempenhando um papel crucial em renovar uma região que há pouco tempo era assolada pela recessão.

Sua relativa riqueza lhes permitiu alavancarem negócios como empresas de exportação e importação e bancos, e a abrir restaurantes que servem arepas da Venezuela, coxinhas do Brasil e alfajores da Argentina.

Em parte como resultado desse influxo, a região de Miami-Fort Lauderdale eclipsou Los Angeles em 2012 como a grande área metropolitana com a maior quantidade – 45 por cento – de empresários imigrantes, segundo um relatório do grupo de pesquisa Fiscal Policy Institute.

Lorenzo Di Stefano, center, owner of the Venezuelan restaurant El Arepazo 2, with friend Arquimedes Rivero, left, at the restaurant in Doral, Fla., July 9, 2014. A wave of well-off, well-educated South Americans are adopting Miami as a trans-Latin cultural capital, driving economic growth in the area. “Every year, we get more and more Venezuelans,” said Di Stefano. (© Josh Ritchie/The New York Times)

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Fonte:http://nytsyn.br.msn.com/colunistas/influxo-de-sul-americanos-leva-%C3%A0-reinven%C3%A7%C3%A3o-de-miami#page=1

Propinão tucano:Marinho comprou imóvel com dinheiro de conta na Suíça, afirma Promotoria

28.07.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

Parecer técnico do Ministério Público revela que no mesmo dia em que transferiu US$ 1,15 milhão da Suíça para o Coutts Bank, banco nos Estados Unidos, o conselheiro fechou a compra do imóvel na capital paulista. A Promotoria apurou que os vendedores do imóvel onde reside Marinho mantêm conta na mesma instituição financeira para a qual ele fez a transferência. As duas operações - transferência do dinheiro e a compra - ocorreram no dia 28 de setembro de 1998.

Marinho possui, além do imóvel no Morumbi, uma ilha em Paraty (RJ), uma casa em Ubatuba (SP) avaliada em R$ 7 milhões, e outros bens. Para o Ministério Público, essa movimentação bancária é o primeiro indício importante que liga a aquisição de patrimônio pelo conselheiro a dinheiro de propina que o ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB) teria recebido da empresa Alstom.

De acordo com os promotores, Marinho recebeu propina para favorecer a multinacional francesa em contrato da área de energia do governo paulista, entre 1998 e 2001, denominado Gisel II - empreendimento da antiga Eletropaulo, sucedida pela Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE).

Marinho possui, além do imóvel no Morumbi, uma ilha em Paraty (RJ), uma casa em Ubatuba (SP) avaliada em R$ 7 milhões, e outros bens. Para o Ministério Público, essa movimentação bancária é o primeiro indício importante que liga a aquisição de patrimônio pelo conselheiro a dinheiro de propina que o ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB) teria recebido da empresa Alstom.

De acordo com os promotores, Marinho recebeu propina para favorecer a multinacional francesa em contrato da área de energia do governo paulista, entre 1998 e 2001, denominado Gisel II - empreendimento da antiga Eletropaulo, sucedida pela Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE).

A Justiça de São Paulo vai decidir se acolhe pedido do Ministério Público estadual de afastamento de Marinho de suas funções no Tribunal de Contas sob alegação de que ele não pode permanecer no cargo de fiscalização de dinheiro público, diante de fortes suspeitas de improbidade.

A conta Higgins e os valores movimentados jamais foram mencionados nas declarações de renda apresentadas por Marinho à Receita em 2001 e 2002 e em 2008 e 2009 . "Apenas esse fato já seria suficiente para levar à perda do cargo, conforme artigo 13 da Lei 8.429/1992", assinala o Ministério Público no pedido de afastamento do conselheiro.

Rastreamento
A pista sobre a transação imobiliária surgiu no rastreamento de valores que transitaram pela conta 17321-1, em Genebra, de titularidade da offshore Higgins Finance, da qual Marinho e sua mulher, Maria Lúcia, detêm os direitos econômicos.

A Promotoria afirma que Marinho recebeu nessa conta US$ 2,7 milhões da Alstom e da Cegelec, sua coligada, por meio de empresas de fachada, contratadas para supostos serviços de consultoria.

O parecer técnico da Promotoria e a análise de documentos enviados pela Suíça informam que a Higgins, constituída nas Ilhas Virgens Britânicas, repassou US$ 1,15 milhão em setembro de 1998 para uma conta do CouttsBank & Co. Zurich, "aos cuidados de Nicolas Godell", para posterior transferência a uma agência do Chase Manhattan de Nova York.

No mesmo dia, em São Paulo, Marinho e a mulher compraram o imóvel localizado na Rua General Pereira da Cunha pelo total declarado de R$ 600 mil.

Os antigos proprietários, Ademar Lins de Albuquerque e Maria Dorothea Valdetaro Lins de Albuquerque, haviam comprado a casa em 1.º de março de 1996 do engenheiro Arthur Gomes Teixeira e de sua mulher, pelo mesmo preço (R$ 600 mil). Segundo o Ministério Público, Teixeira "é investigado por seu envolvimento no pagamento de propina a outros agentes públicos, inclusive seus sigilos fiscal e bancário foram quebrados".

Em depoimento ao Ministério Público, no dia 26 de março deste ano, Ademar Albuquerque confirmou possuir conta no CouttsBank de Miami (Florida, EUA) mas "negou qualquer irregularidade". O Estado tentou contato com o casal por telefone mas não o localizou. A confirmação de que Albuquerque e a mulher receberam o valor do imóvel nos Estados Unidos depende de quebra de sigilo por meio de pedido de cooperação jurídica internacional, que deverá ser feito pelo Ministério Público.

Movimentação
A conta Higgins foi aberta em 10 de março de 1998 no antigo Banco Crédit Lyonnais de Genebra, atualmente Crédit Agricole. De acordo com a Promotoria, uma semana depois de abrir a conta Higgins, Marinho recebeu propina da Alstom e da Cegelec, por intermédio da consultoria MCA Uruguay, que depositou US$ 146,46 mil. Os primeiros cinco repasses para a conta de Marinho, que antecederam a compra da casa no Morumbi, ocorreram entre março e 2 de setembro de 1998, somando US$ 1,62 milhão. Desse montante saiu o valor para a aquisição do imóvel.

A conta teria sido abastecida durante sete anos, até março de 2005, segundo os investigadores. Documento do Ministério Público da Confederação Suíça, subscrito em 25 de abril de 2014, informa que US$ 3,059 milhões encontrados na conta Hinggins foram bloqueados.

O parecer técnico elaborado por uma perita do Centro de Acompanhamento e Execução (CAEX), braço do Ministério Público, esmiuçou relatórios financeiros enviados pelos investigadores suíços e da França.

O documento mostra que entre 13 de março de 1998 e 15 de março de 2005 a conta Higgins recebeu 17 aportes, dos quais sete realizados pelo empresário Sabino Indelicato - amigo, sócio e ex-secretário municipal de Obras de Marinho na Prefeitura de São José dos Campos (SP), nos anos 1980. O Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal pretendem rastrear também as contas de Indelicato.

Propina

De acordo com investigações do Ministério Público, Marinho recebeu US$ 2,7 milhões em propinas da Alstom para votar favoravelmente a um aditivo, sem licitação, do projeto Gisel II, que estendeu a garantia dos equipamentos fornecidos pela multinacional à Eletropaulo. "Inexistem dúvidas de que Robson Marinho foi um dos responsáveis pela implementação do aditivo 10 ao contrato Gisel II da Eletropaulo e EPTE e também um dos beneficiários do esquema", afirma a Promotoria.

Os promotores sustentam que contra Marinho e outros investigados foram "produzidas provas orais e documentais que revelaram um grande esquema de superfaturamento de preços da ordem de 17% do total do aditivo 10 ao contrato Gisel II, e ainda de ladroagem de dinheiro público".

Para os investigadores, documentos obtidos no Brasil e os enviados pela Franca e pela Suíça "formam um conjunto robusto de provas" sobre o superfaturamento de preços de produtos fornecidos pela Alstom e Cegelec à Eletropaulo e EPTE.

Além da investigação da Promotoria de Defesa do Patrimônio de São Paulo, o conselheiro é alvo de um inquérito criminal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque detém foro privilegiado perante a Corte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ministério Público pede repatriação de recursos

O Ministério Público Estadual requereu à Justiça de São Paulo confisco do valor de US$ 3,059 milhões, "e os respectivos acréscimos", depositados e bloqueados na conta Higgins Finance, em favor da Fazenda do Estado de São Paulo. O pedido foi acrescido à ação principal em que a Promotoria pede a condenação do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Robson Marinho, por improbidade administrativa caso Alstom.

A meta do Ministério Público é obter a repatriação dos valores, por meio de cooperação jurídica internacional, "para que seu destino seja decidido oportunamente".

Na avaliação dos promotores, "é evidente que tal valor - que segundo o documento enviado pelo Office Federal de la Justice de Berna era de US$ 3,059 milhões, em julho de 2013 - deve ser declarado perdido em favor do Estado de São Paulo."

O primeiro passo do processo foi enviar carta ao Office Fédéral de la Justice de Berna, por meio do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, solicitando a manutenção do bloqueio dos recursos da conta de Marinho. "Uma parte dos valores de origem ilícita encontra-se bloqueada no Banco Credit de Zurique, em nome da empresa offshore Higgins Finance, da qual é procurador Robson Marinho", relata a Promotoria. "A importância é, em parte, decorrente do pagamento de propina efetuado pela Alstom e Cegelec a Marinho."

Na ação principal por improbidade, a Promotoria já havia pleiteado a devolução de todos os valores pagos pelas antigas estatais Eletropaulo e Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE) devido a aditivo firmado em 1998 ao contrato de fornecimento de equipamentos pela Cogelex Alstom no "total de 318,6 milhões de francos franceses ou, no mínimo, a devolução do total equivalente a 17% do valor pago, relativo ao superfaturamento, tudo devidamente corrigido e com juros compostos". Esse valor corrresponderia a R$ 4,82 milhões, relativos ao termo aditivo para extensão da garantia dos equipamentos fornecidos multinacional.

O Ministério Público também requereu a condenação de Marinho e de outros dez réus, inclusive a Alstom. 

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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/07/propinao-tucanomarinho-usou-conta-da.html

NOBLAT VÊ AÉCIO MAIS VULNERÁVEL A ATAQUES

28.07.2014
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/148134/Noblat-v%C3%AA-A%C3%A9cio-mais-vulner%C3%A1vel-a-ataques.htm

Dois aeroportos e cinco perguntas que pairam no ar

28.07.2014
Do blog  MUDA MAIS, 26.07.14

Amanhã completa uma semana desde que foi revelado que o governo de Minas teria construído um aeroporto na fazenda do tio de Aécio Neves. Depois veio a público o fato de a construtora do aeroporto haver doado dinheiro para a campanha tucana, e de que o uso de dinheiro público em propriedades privadas não é exatamente novidade em MG. Além disso,  veio à tona  ahistória do aeroporto de Montezuma, onde o pai de Aécio tinha uma agropecuária. Mas de lá pra cá, ao invés de explicações, só surgiram mais dúvidas. O senador pouco aparece em público e não dá respostas a ninguém. Por isso muitas perguntas ainda pairam no ar. Vamos a elas:
1) Por que dos 14 aeroportos previstos pelo governo de Minas, apenas dois saíram do papel?
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, lançado em 2003 pelo então governador Aécio Neves previa 14 novos aeroportos para Minas Gerais. Acontece que, daqueles, apenas dois saíram do papel: o Regional da Zona da Mata e, vejam só, o de Cláudio! Andrelândia, Barão de Cocais, Brumadinho, Buenópolis, Chapada Gaúcha, Itabira, Lagoa da Prata, Mantena, Monte Santo de Minas, Ouro Preto, Sete Lagoas e Volta Grande ainda estão no aguardo das obras, como afirmou reportagem da Folha de S.Paulo de hoje
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. Por que apenas dois saíram do papel e um deles é exatamente o de Cláudio, onde a família de Aécio tem fazenda?

2) Por que o aeroporto de Cláudio, concluído em 2010, ainda funciona irregularmente?
Ainda que o aeroporto de Cláudio tenha tido as obras concluídas em 2010, ele não tem autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar com o público. A Anac afirmou
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 que irá solicitar “informações sobre a suposta utilização irregular do aeródromo local, ainda não homologado pela Agência”.

3) Aécio usa o aeroporto de Cláudio? Quem mais?
Opa, mas se o aeroporto não tem autorização para funcionar, como funciona? Isso não sabemos. Mas temos certeza de que ele funciona, como afirmou Múcio Tolentino, ex-prefeito de Cláudio e tio-avô de Aécio. “Aquilo sempre foi de uso público por mais de 50 anos”, disse ao Estadão, em matéria publicada hoje
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. Será mesmo que o “aeroporto era para todo mundo usar, até Aécio”? Quem tem avião particular no Brasil? Quem usa serviço de transporte aéreo fretado? Parece que esse pessoal precisa aprender como é que se faz paratodo mundo usar um aeroporto.

E Aécio, usa rotineiramente o aeroporto de Cláudio? Já o usou alguma vez? Está difícil conseguir que o candidato responda a essa pergunta. Ontem, quando indagado novamente sobre o assunto
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, Aécio respondeu: "De novo? Essa matéria já foi mais que esclarecida. Todo homem público tem que esclarecer quaisquer questionamentos. O que é importante é que os esclarecimentos possam chegar à opinião pública. O Estado de Minas não fez um, fez mais de 30 aeródromos". Depois, ainda disse: "há uma exploração política, e é natural que haja. Eu tenho a oferecer ao Brasil uma vida correta."

4) Por que o governo de Minas admite pagar 20 vezes mais pelo terreno de Cláudio?
Em 2009, o governo de Minas ofereceu R$ 1 milhão em indenização pelo terreno de Cláudio. Mas o tio-avô de Aécio pediu mais,  R$ 9 milhões, e a contenda corre na justiça. Entretanto, agora o estado cogita ser possível pagar R$ 20,5 milhões pelo terreno. O valor consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015
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, como mostrou o R7 hoje
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. Na LDO de 2013
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 e 2014
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, o valor máximo era de R$ 3,4 milhões. A Justiça, por enquanto, suspendeu a decisão para fazer nova perícia. Se o pagamento for confirmado, os gastos com indenização chegariam a R$ 33,9 milhões, mais do que o valor da construção do aeródromo.

5) Por que não há registro do aeroporto de Montezuma junto à Anac?
Sabe o aeroporto de Montezuma (cidade de apenas 7500 habitantes) cuja pista foi pavimentada na gestão de Aécio como governador,  que fica onde a família do senador tem propriedades rurais, que fica na terra de uma agropecuária em que Aécio é sócio? Então, esse aeroporto não tem registro na Anac e por isso não pode ser usado pelo público. "Não há, junto à Anac, aeródromo cadastrado ou homologado em Montezuma. Também não há aeródromo no município em processo de homologação/cadastro junto à agência", informou a Anac, em nota divulgada pela Folha hoje
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E aí, Aécio? Temos várias perguntas. Vamos conversar?
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Fonte:http://mudamais.com/divulgue-verdade/dois-aeroportos-e-cinco-perguntas-que-pairam-no-ar

PT QUER AMPLIAR DESGASTE DE AÉCIO COM AEROPORTO

28.07.2014
Do portal BRASIL247, 27.07.14

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/148103/PT-quer-ampliar-desgaste-de-A%C3%A9cio-com-aeroporto.htm