domingo, 27 de julho de 2014

ESCÂNDALO DE FHC: O aecioporto de FHC

27.07.2014
Do blog TIJOLAÇO, 26.07.14
Por Miguel do Rosário

ScreenHunter_4363 Jul. 26 04.38
Nessa história de aeroporto, acabei redescobrindo mais um escândalo tucano que a mídia varreu para baixo do tapete, enquanto tocava o bumbo “mensalão, mensalão, mensalão”.
Trata-se de um aeroporto feito pela Camargo Corrêa, de presente para o então presidente Fernando Henrique Cardoso.
Istoé publicou, em 18 de agosto de 1999, uma reportagem sobre a construção de um aeroporto na propriedade da Camargo Correa, uma das principais doadoras (senão a principal)  no Brasil para campanhas eleitorais.
A fazenda da empreiteira, e logo também o aeroporto, por “concidência”, ficavam (e continuam lá) exatamente ao lado da fazenda Corrego da Ponte, de Fernando Henrique.
Eu separei um trecho delicioso da reportagem:
A atração na Pontezinha é uma ampla pista de pouso que costuma receber mais aviões tripulados pela corte do presidente do que jatinhos de uma das maiores empresas do País. “Nunca vi avião nenhum da Camargo Corrêa pousando ali. Mas da família de Fernando Henrique não pára de descer gente”, conta o fazendeiro Celito Kock, vizinho de ambos e atento observador do trânsito aéreo na região. A pista particular tem 1.300 metros de comprimento e 20 metros de largura, asfaltados numa grande área descampada. Um estacionamento com capacidade para 20 pequenas aeronaves completa o aeródromo.
A pista, avaliada em R$ 600 mil, começou a ser construída no dia 1º de julho de 1995 e foi concluída em 30 de setembro daquele ano. Apesar de ter os equipamentos necessários para a obra, a Camargo Corrêa encomendou o serviço à Tercon – Terraplanagem e Construções, numa autêntica troca de gentilezas. Meses antes, a Tercon havia conseguido um bom negócio ao ser contratada pela Camargo Corrêa para fazer a ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília – empreitada que só terminou anos depois. Com isso, não se furtaria a retribuir o favor. O registro oficial da pista no Departamento de Aviação Civil (DAC) foi feito no dia 23 de outubro de 1995, com a publicação da portaria 175/EM3. Está autorizada a receber aviões do tipo Bandeirantes e Lear-Jets. 
*
Observe que, quando há interesse, o proprietário da pista consegue rapidamente registro na Anac.
Pois bem, alguns anos depois, um blog mineiro retoma a história e nos dá uma contextualização mais precisa sobre o que acontecia ali.
A filha de FHC, Luciana Cardoso, funcionária na fazenda do pai, chegou a usar avião da FAB para pousar no aeroporto. O caso foi investigadopelo procurador federal Luiz Francisco de Souza, do MP do Distrito Federal.
*****
Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=19422

Procuradoria: Não houve nenhum crime na compra de Pasadena

27.07.2014
Do blog ESCREVINHADOR, 23.07.14

André Richter, daAgência Brasil


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou hoje (23) um pedido de investigação protocolado por um grupo de senadores contra o Conselho de Administração da Petrobras e a presidenta Dilma Rousseff para apurar  supostas irregularidades na compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. Na época, Dilma presidia o conselho.

Na decisão, Janot reconhece que a operação pode ter provocado prejuízos financeiros, mas ressalta que a decisão do Conselho de Administração que aprovou a compra, por unanimidade, estava alinhada com o planejamento da Petrobras e seguiu as regras do estatuto da empresa.

“Ainda que se esteja diante de uma avença [acordo] malsucedida e que importou, aparentemente, em prejuízos à companhia, não é possível imputar o cometimento de delito de nenhuma espécie aos membros do Conselho de Administração, mormente quando comprovado que todas as etapas e procedimentos referentes ao perfazimento do negócio foram seguidos”, disse Janot.

Sobre a apuração de possíveis prejuízos, o procurador afirmou que as responsabilidades deverão ser apuradas pelos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas de União (TCU), por exemplo.

A polêmica sobre a compra de Pasadena é motivada pelo valor pago pela Petrobras, que desembolsou no total US$ 1,25 bilhão no negócio. Segundo a presidenta da estatal, Graça Foster, a companhia belga Astra, antiga dona da refinaria, pagou, no mínimo, US$ 360 milhões, e não US$ 42,5 milhões, conforme divulgado. Graça disse, em depoimento na CPI da Petrobras, que a estatal brasileira pagou US$ 885 milhões, e a Astra, US$ 360 milhões. O restante foram juros e honorários.

Leia outros textos de Plenos Poderes
****
Fonte:http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/plenos-poderes/procuradoria-nao-houve-nenhum-crime-na-compra-de-pasadena.html

Dilma sozinha na estrada; Aécio vira vidraça

27.07.2014
Do blog BALAIO DO KOTSCHO, 21.07.14
Por Ricardo Kotscho
dilma ok Dilma sozinha na estrada; Aécio vira vidraça
A apenas 76 dias da abertura das urnas e 24 do início do horário eleitoral na televisão, Dilma Rousseff continua liderando as pesquisas, mas a presidente me parece cada vez mais sozinha na estrada, com a campanha à reeleição mostrando rachaduras no governo, no partido e na base aliada.
Mais do que os números preocupantes do último Datafolha, que mostraram crescimento nos índices de rejeição da candidata e desaprovação ao seu governo, já apontando para um segundo turno contra Aécio Neves, é o quadro econômico desfavorável a principal razão das defecções nos Estados e dos atritos entre dilmistas e lulistas no comando da campanha.
A semana começa com a projeção do PIB para este ano caindo pela primeira vez abaixo de 1% (0,97%), mantendo a curva descendente registrada nos últimos meses. A este crescimento abaixo das previsões do governo, soma-se a renitente taxa de inflação, que no momento aponta para 6,44% no ano. Estes constituem os principais adversários de Dilma nas eleições de 2014, já que Aécio Neves e Eduardo Campos, na mesma pesquisa, não saem do lugar.
Por mais que Lula e Dilma jurem fidelidade eterna, o fato é que os assessores de um e de outro entraram em rota de colisão ao definir os rumos da campanha. De um lado, Franklin Martins e Gilberto Carvalho, mais próximos a Lula, defendem uma estratégia ofensiva contra a oposição e a mídia aliada; de outro, os colaboradores mais próximos de Dilma, tendo à frente o marqueteiro João Santana, preferem tocar o barco sem fazer marola até começar a propaganda na TV, em que a presidente tem o dobro do tempo de seus principais concorrentes juntos.
A solidão de Dilma fica mais patente quando se nota que raros são os que saem em defesa das políticas do governo, mesmo entre seus ministros. Boa parte das lideranças empresarias e sindicais que apoiaram a presidente em 2010 agora estão na moita ou pularam para o outro lado, como acontece com muitos aliados do PMDB, um partido ainda de caciques regionais que procuram, em primeiro lugar, salvar a própria pele.
Até aqui, o candidato tucano nadou de braçada no embalo da mídia amiga, ao centrar sua campanha em denúncias de corrupção no governo e críticas à política econômica de Dilma, sem apresentar propostas viáveis para os problemas que o país enfrenta.
Algo, porém, fugiu do controle no último final de semana, e pode alterar o cenário até aqui favorável desenhado pelas pesquisas. Não por acaso, a "Folha", único dos grandes grupos de mídia que não faz parte do Instituto Millenium, rompeu a rede de proteção montada para Aécio Neves, ao dar em manchete uma grave denúncia contra o candidato do PSDB, algo até então inédito na nossa isenta imprensa.
Segundo o jornal, já no fim do seu segundo mandato, Aécio gastou R$ 14 milhões do governo mineiro para construir um aeroporto em terras da sua família, no município de Cláudio. Em longa nota divulgada por sua assessoria, o candidato contesta a reportagem: "Todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura". Aécio só não explicou por que as chaves do aeroporto ficam com seu tio-avô Múcio Guimarães Tolentino, dono da área desapropriada pelo governo.
O caso da desapropriação está na Justiça e o Ministério Público de Minas Gerais anunciou que vai abrir inquérito civil para investigar a construção do aeroporto. Em política, sabe-se, já entra perdendo quem precisa se defender em histórias no mínimo controversas como a desta obra público-privada.
Resta saber como vai reagir o candidato tucano, agora que passou de estilingue a vidraça, ele que se habituou conviver com uma mídia familiar sempre dócil, parceira dos seus projetos políticos.
Muita água ainda vai correr por baixo da ponte nesta campanha eleitoral. A imprensa prestaria um bom serviço ao país se agisse sempre assim, mostrando os prós e contras de todos os candidatos, com a mesma régua. Não custa nada sonhar, mas a julgar pela parca repercussão do assunto nos outros veículos, ainda estamos longe disso.
Vida que segue.
*****
Fonte:http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/07/21/dilma-sozinha-na-estrada-fica-a-espera-da-tv/

BANCO ESTRANGEIRO CONSPIRA CONTRA DILMA: Texto do Santander sobre Dilma acende alerta, mas governo não se manifesta

27.07.2014
Do portal da REDE BRASIL ATUAL, 25.07.14
Por Hylda Cavalcanti, da RBA

Banco diz que se a presidenta melhorar nas pesquisas, juros e dólar vão subir. Segundo especialistas, desgaste foi só para a instituição; caso pode ter representação no TSE 

santa
O presidente global do banco Santander, Emilio Botin, durante passagem pelo Brasil, em 2013
Brasília – Desde que foi divulgado, no início da manhã desta sexta-feira (25), que o banco Santander comunicou a clientes que se a presidenta Dilma Rousseff (PT) melhorar nas pesquisas de intenção de voto os juros e o dólar vão subir e a Bolsa tende a cair, o assunto não saiu das rodas políticas em Brasília. O Santander se desculpou, numa nota que confirma o excesso do texto, mas tanto nos bastidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como nos gabinetes de parlamentares do PT na Câmara dos Deputados, informações dão conta que o assunto acendeu uma luz amarela para qualquer tipo de propaganda negativa em relação à presidenta.
No início da tarde, o Sindicato dos Bancários de São Paulo garantiu que fará uma reclamação formal à presidência mundial do banco, sediado na Espanha, por atuação alarmista no Brasil em pleno período eleitoral.
Já no TSE, assessores do tribunal confirmaram que os ministros, em razão de terem sido procurados por jornalistas para comentar o episódio, chegaram a conversar sobre o assunto, mas preferiram não se manifestar a respeito. O entendimento deles é de que, caso seja feita representação por parte do PT sobre o assunto, magistrados que comentaram o assunto podem ser impedidos votar.
Conforme o assessor de um dos ministros da corte eleitoral, se for interposta representação referente ao assunto junto ao tribunal, uma das opções é argumentar pelo possível descumprimento da resolução 23.404, do TSE, que trata de propaganda e condutas ilícitas em campanha eleitoral. Contudo, como a posição foi de uma instituição financeira da iniciativa privada, advogados veem com reticência qualquer medida neste sentido.

Problema político, não eleitoral

Para o ex-procurador do Maranhão Ulisses Cesar Martins de Souza, especialista em legislação eleitoral, "o assunto pode virar um problema de ordem política para o Santander, mas não uma questão eleitoral."
Conforme a avaliação de Martins de Souza, o Santander pode até ter se exposto demais manifestando a avaliação, mas é muito difícil o gesto ser visto como algo que leve a proporções maiores. "O banco não está pedindo voto nem recomendando candidato algum e, sim, fazendo uma análise do cenário econômico. Não vejo ilicitude nisso, mas um desgaste institucional para o próprio Santander", colocou.
Tanto no Ministério da Fazenda como no Banco Central e no Palácio do Planalto, a postura do governo foi de não se pronunciar a respeito do assunto, mas a notícia causou desconforto no escritório de campanha da presidenta Dilma Rousseff, conforme explicou um parlamentar. "Todo mundo ficou chocado, mas, a princípio, ninguém da campanha vai comentar nada", disse.

Desculpas e providências

O Santander divulgou o texto num informativo que é encaminhado periodicamente para todos os clientes da categoria "Select", que possuem renda mensal superior a R$ 10 mil. A análise foi publicada num texto intitulado "Você e seu dinheiro", com orientações aos clientes. O boletim é de alguns dias atrás, mas foi divulgado somente hoje pelo jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de São Paulo.
O Santander confirmou a autenticidade do documento, reconheceu que o texto pode permitir interpretações "que não são coerentes" com a diretrizes da instituição financeira, pediu desculpas e disse que tomará providências internas a respeito. De acordo com as informações repassadas pela assessoria interna do banco, a intenção da nota foi "fazer  uma análise econômica sem qualquer viés político."
O episódio lembrou anos eleitorais anteriores, quando empresários chegaram a afirmar que muitos representantes do empresariado deixariam o Brasil se Lula fosse eleito (em 1989 e em 2002) e também quando foram feitas previsões negativas da economia, caso o PT ganhasse as eleições – especulação colocada tanto por políticos como por artistas nacionais e empresários.
O Santander, que possui capital espanhol, liderou, em junho passado, o ranking de reclamações do Banco Central entre as instituições financeiras com mais de um milhão de clientes por ter sido registrado um índice de 1,38 de queixas, número que considera as reclamações procedentes divididas pela quantidade de clientes multiplicada por 100 mil. Nessa lista, fazem parte também o HSBC (cujo índice ficou em 1,06), Banrisul (0,86), Itaú (0,88) e Banco do Brasil (0,74). De capital espanhol, o Santander é o 5º maior banco e o 1º estrangeiro em atuação no Brasil.
*****
Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/07/texto-do-santander-a-clientes-sobre-dilma-gera-especulacoes-em-brasilia-mas-governo-nao-se-manifesta-sobre-o-assunto-6515.html

Porque Santander quer eleger Aécio: Dilma Rousseff: “Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor”

27.07.2014
Do blog MARIAFRÔ
Postado por MariaFrô

Os banqueiros, rentistas e todos aqueles que como vampiros sugam a economia produtiva com sua política de juros votam em Aécio, o candidato da lógica perversa, o candidato que via Armínio Fraga afirma que o salário mínimo está muito alto, que quer nos ver de novo como na época de FHC com taxas altas de desemprego e devendo ao FMI, submisso à política dos Estados Unidos.
Além do Santander outras empresas continuam cometendo crimes eleitorais. Espero que não apenas o comitê de campanha de Dilma tome providências como o Banco Central
Por Arnaldo Ferreira Marques em seu Facebook
“Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra, com presteza e honestidade, os seus compromisso” (Dilma Rousseff em discurso oficial no 1/05/2012)
Estranhou a carta do Santander contra Dilma?

Carta do Santander enviada a seus correntistas milionários
É porque você não lembra dessa fala oficial da presidenta que comemorava o 1º de maio de 2012.
Entenda então.


Por que com uma inflação de menos de 7% ao ano temos de pagar juros de cheque especial de 8 ou 9% AO MÊS?
No exterior, juros bancários são mínimos. Mínimos.
Esse discurso marcou o fim das boas relações entre o noticiário econômico e o governo federal. Depois disso, só porrada, manipulação.

Antes disso, o jogo sujo limitava-se basicamente ao noticiário político.
“O trabalhador tem o direito de usufruir tudo que o seu país produz”, diz Dilma Rousseff
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (30), em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, que todo trabalhador tem o direito de usufruir de tudo que o seu país produz. Na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, a presidenta Dilma disse que não quer ser apenas a presidenta que cuida do desenvolvimento do país, mas ser a que cuida, especialmente, do desenvolvimento das pessoas.
“Não quero ser a presidenta que cuida apenas do desenvolvimento do país, mas aquela que cuida, em especial, do desenvolvimento das pessoas. Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar por uma saúde melhor para os brasileiros pobres e de classe média; significa prover educação de qualidade em todos os níveis. (…) Cuidar do desenvolvimento das pessoas significa lutar incessantemente para acabar a pobreza extrema em todas as regiões do país; significa enxergar o trabalhador como cidadão e, por isso, pleno de direitos civis; enxergá-lo também como consumidor, com condição de comprar todos os bens e serviços que sua família precise para viver de maneira cômoda e feliz”.
Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial enfatizando que 1º de Maio “é um bom dia para refletirmos sobre uma verdade nem sempre lembrada”, disse ela. E completou: “tudo que um país produz é fruto do esforço do trabalhador e, por isso, todo trabalhador tem o direito de usufruir de tudo que o seu país produz”.
“Para usufruir cada vez mais da riqueza do Brasil, o trabalhador brasileiro precisa de melhores empregos, de salário digno, educação de qualidade e formação profissional adequada às necessidades do mundo moderno. Para garantir esses direitos do trabalhador, o país necessita consolidar seu crescimento, equilibrar sua economia, diminuir as desigualdades, proteger sua indústria e sua agricultura, desenvolver novas tecnologias e ser, cada vez mais, competitivo e soberano no mundo”.
Durante o pronunciamento, a presidenta lembrou que o esforço do governo em reduzir os juros faz parte da luta de proporcionar às famílias brasileiras condições dignas de consumo.
“A economia brasileira só será plenamente competitiva quando nossas taxas de juros, seja para o produtor, seja para o consumidor, se igualarem às taxas praticadas no mercado internacional. Quando atingirmos este patamar, nossos produtores vão poder produzir e vender melhor, e nossos consumidores vão poder comprar mais e pagar com mais tranquilidade”.
A presidenta Dilma enfatizou que é inadmissível que o Brasil, “que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo”. Segundo destacou, “o Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra, com presteza e honestidade, os seus compromissos”.
Durante o pronunciamento, a presidenta Dilma disse também que é preciso encontrar mecanismos que permitam diminuição dos impostos para produtores e para consumidores, além de uma taxa de câmbio que possibilite a defenda da indústria e da agricultura brasileiras.
“Para que o nosso país tenha uma economia mais forte é preciso, ainda, que encontremos mecanismos que permitam uma diminuição equilibrada dos impostos para produtores e para consumidores. E também que tenhamos uma taxa de câmbio que defenda nossa indústria e nossa agricultura, em suma, os nossos empregos, e que o governo utilize os recursos públicos, sempre de forma eficiente e honesta, para que a população sinta, da forma mais efetiva possível, o bom retorno do imposto que paga”.
Dilma Rousseff enfatizou ainda que seu governo não deixará de cobrar que todos façam sua parte para o crescimento do Brasil e de todos os brasileiros. “Garanto às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros que vamos continuar buscando meios de baixar impostos, de combater os malfeitos e os malfeitores e, cada vez mais, estimular as coisas bem-feitas e as pessoas honestas de nosso país”, disse.
Fonte: Blog do Planalto
Leia também
Olho vivo classe C e D: o Santander está de olho no seu dinheiro
Vagner Freitas: Bancos dão as costas para os trabalhadores e para o Brasil
Criatura e criador: a cartilha neoliberal de FHC reeditada por Aécio Neves
****
Fonte:http://mariafro.com/2014/07/27/porque-santander-quer-eleger-aecio-por-que-com-uma-inflacao-de-menos-de-7-ao-ano-temos-de-pagar-juros-de-cheque-especial-de-8-ou-9-ao-mes/

Santander alerta 'clientes ricos' sobre perigo de vitória de Dilma

27.07.2014
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 25.07.14

Santander assusta clientes sobre perdas com a reeleição de Dilma. Banco pediu desculpas em seguida, mas atitude não esconde repetição do mantra de cada quatro anos: o fim do mundo vem aí
dilma banco santander
Banco Santander divulga relatório destinado a clientes ricos sobre perigos da reeleição de Dilma (Edição: Pragmatismo Político)
relatório destinado a clientes ricos, produzido pelos analistas do banco Santander, no qual projetam perdas financeiras diante de uma escalada da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais é típico. O pedido de desculpas feito logo a seguir à divulgação da peça não esconde o fato de que sempre, entra e sai eleição para presidente, tanto o mercado financeiro quanto os empresários de maior visibilidade procuram, acima de todas as coisas, temer, rejeitar e demonizar os candidatos de esquerda à Presidência da República.
Como quem tem chances reais de vencer no campo da esquerda, desde 1989, são os candidatos do PT – com Lula cinco vezes candidato, e Dilma Rousseff desenvolvendo agora sua segunda campanha -, o nome do partido e a própria legenda acabam sofrendo a pressão.
Hoje é folclore, virou piada. Mas quando o então presidente da poderosa Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Mario Amato, declarou que 800 mil empresários iriam embora do País se Lula vencesse as eleições de 1989, a frase foi levada muito a sério. Foi estampada na primeira página de jornais como a Folha e o Estado, repercutiu em programas de televisão e veio acompanhada de teses sobre a incapacidade de governança do PT e intenções de intervir em empresas e no mercado financeiro que, por fim, foram praticadas pelo vitorioso Fernando Collor.
A demonização a Lula, no entanto, prosseguiu em todas as campanhas nacionais disputadas pelo ex-presidente, inclusive as que ele ganhou. Em 2002, a missão de superar o tucano José Serra incluía, também, superar uma impressionante série de rumores, boatos e fofocas que apontavam para um estouro nas contas públicas no caso da vitória do ex-metalúrgico. Com a chancela do banco americano Goldman Sachs, o economista Daniel Tenengauzer ganhou seus quinze minutos de fama ao criar o que chamou de “lulômetro”. Consistia em medir o nível da disparada da cotação do dólar sobre o real de acordo com o crescimento que Lula apresentava nas pesquisas. Assim, quanto mais o futuro presidente avançava, mais o “lulômetro” apurava que se chegava mais perto do fim do mundo cambial. O real seria pulverizado.
VEJA TAMBÉM:


O que se viu, no entanto, desde o primeiro dia do mandato de Lula foi a normalização de todos os grandes indicadores da economia e, em seguida, o “espetáculo do crescimento” que deu ao presidente uma reeleição tranquila.
Agora, ao completar 12 anos sem representantes de seu campo político-ideológico no poder central, setores do sistema financeiro e da classe empresarial voltam a dar as mãos para rezar o mantra do medo da esquerda acima de todas as coisas.
Nesta sexta-feira 25, a divulgação do relatório do Santander a seus clientes de alta renda trouxe à luz do dia o que está correndo solto nos basti
*****
Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/07/santander-alerta-clientes-ricos-sobre-perigo-de-vitoria-de-dilma.html

Estadão distorce fala de Lula a jovens e a mentira se multiplica

27.07.2014
Do blog VI O MUNDO, 25.07.14

lula distorção 1

A trajetória de uma declaração distorcida: Lula não disse para jovens pararem de reclamar na internet

O Instituto Lula divulgou, no dia 21 de julho, um dos oito vídeos da série em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dialoga com a juventude. Na mensagem, ele fala sobre a importância de o jovem ter esperança e ajudar a construir o país que deseja. Duas horas após a divulgação, o portal Estadão trazia a manchete “Em vídeo, Lula sugere que jovens parem de reclamar” . O veículo escolheu uma declaração recortada e fora de contexto para um título que em nenhum momento é justificado pelas aspas que estão reproduzidas no corpo do texto.
lula distorção 2
No mesmo dia, a página da Folha Política, anônima, ajuda a repercutir a matéria:

Lula distorção 3

Dois dias depois, a afirmação distorcida vira uma montagem do blogueiro Antonio Tabet, conhecido como Kibe Loco, que adiciona, sob o pretexto do humor, um tom de agressividade à declaração:

Lula distorção 4

O programa de televisão “The Noite”, do SBT, apresentado por Danilo Gentili, também ajudou a repercutir a falsa declaração no Twitter e durante o próprio programa:

Lula distorção 5

No vídeo, divulgado no dia 21, Lula fala duas vezes sobre a importância de os jovens transformarem seus descontentamentos e sonhos em ações para a construção de um país melhor. Leia a transcrição das passagens originais em que o ex-presidente fala sobre as reclamações na internet:

“Eu, ao invés de ficar reclamando aquilo que os outros fazem, aquilo que os outros têm, acho que a gente tem que trabalhar para transformar nosso sonho em coisas concretas.”

“De vez em quando, nós temos que nos perguntar: o que que eu fiz ou o que tenho que fazer, além de sentar no sofá, na frente da televisão, do computador e xingar todo mundo, dizer que ninguém presta? Qual foi a minha ação para criar o mundo que eu quero criar?”

Ou seja, a opinião do ex-presidente era para que os jovens fizessem mais do que apenas reclamar, um convite para que eles participassem das transformações que desejam. 

Infelizmente, essa fala de incentivo à participação política foi distorcida. Assista à íntegra do vídeo e tire qualquer dúvida sobre o que o ex-presidente realmente quis dizer:


Leia também:

*****
Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/estadao-distorce-fala-de-lula.html

BANCO SANTANDER: Quantos votos têm os banqueiros?

27.07.2014
Do BLOG DA CIDADANIA, 26.07.14
Por Eduardo Guimarães
Santander, antes de ser banco, é um município espanhol da província de Cantábria. A cidade tem 35 km² e população de 181 mil habitantes (números de 2007). Seu filho mais eminente é Emilio Botín, banqueiro, presidente mundial do Grupo Santander, um dos maiores grupos financeiros do mundo. A fortuna do magnata chega a 1 bilhão de euros.
Botín, que apoia Aécio Neves, não chega a ser tão rico quanto a família mais rica do Brasil, que, segundo a revista Forbes, é a família Marinho, dona da Globo – juntos, Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho têm uma fortuna de 28,9 bilhões de dólares. Mas o dono do banco Santander certamente é muito rico e não faz parte do seu grupo social, caro leitor.
O mesmo Botín, porém, é tão rico quanto a família Setubal, dona do Banco Itaú, 12ª colocada no ranking da Forbes. A família banqueira apoia Marina Silva e, por extensão, Eduardo Campos. Bilionários, os Setubal têm uma fortuna estimada em 3,3 bilhões de euros.
Essas famílias bilionárias não estão sozinhas em suas preferências políticas oposicionistas. O mercado financeiro, os mega empresários estrangeiros e nacionais e potências como os Estados Unidos querem Dilma Rousseff fora.
Se faltava alguma oficialização do oposicionismo do capital nacional e estrangeiro, ela se deu através de manchete de capa da Folha de São Paulo deste sábado (26). Segundo o jornal, as “consultorias” de economia – ou seja, os gurus de banqueiros e grandes grupos econômicos em geral – apostam na eleição de Aécio Neves.
Na última sexta-feira, explodiu como uma bomba a notícia de que o banco Santander estava enviando aos seus clientes “premium” – detentores de gordas contas bancárias – uma mensagem no estrato mensal praticamente pregando voto na oposição a Dilma, dizendo que a economia irá piorar caso ela seja reeleita.
O efeito desse apoio desmesurado a Aécio Neves ou, na falta dele, a Eduardo Campos – quem, recentemente, declarou não ter “preconceito” contra o capital e as privatizações –, é uma incógnita. Conforme vem sendo lembrado reiteradamente, a ojeriza dos muito ricos ao PT é histórica.
Uma longa fila de “colunistas” vem lembrando de episódios como o do ex-presidente da Fiesp, Mario Amato, quem, em 1989, previu que, se Lula vencesse a eleição presidencial daquele ano contra Fernando Collor de Mello, “800 mil empresários deixariam o Brasil”. Ou o episódio da eleição de 2002, quando o mercado chegou a criar o “lulômetro”, um indicador que mensurava o mau-humor do capital contra a possibilidade de Lula derrotar José Serra – conforme Lula se firmava como o potencial presidente eleito, o dólar subia e a bolsa caía.
Em 2002, a campanha de Lula pareceu acreditar na influência política do capital e divulgou uma “carta aos brasileiros”, na qual garantia aos banqueiros e mega empresários que, se eleito, Lula não romperia contratos ou daria “calote” nas dívidas públicas interna e externa. Talvez por entender que foi a oposição do capital que derrotou Lula em 1989, quando Mario Amato previu uma diáspora empresarial, caso o petista fosse eleito.
Particularmente, nunca acreditei que, ao menos em 2002, a opinião política do mercado pudesse impedir a eleição de Lula. O Brasil estava farto do PSDB e, mais do que isso, farto de votar sempre no anti Lula e se dar mal.
Elegemos Collor e ele afundou o país em uma das piores recessões da história. Elegemos FHC duas vezes e seu mandato terminou com o país arrasado, desemprego nas alturas, dezenas de milhares de falências por ano…
O mercado financeiro e os mega empresários parecem sofrer de amnésia. Não lembram mais do quanto penaram durante os governos que ajudaram a eleger contra Lula…
Não se sabe se, hoje, a campanha de Dilma pensa como a de Lula em 2002 e acha que o capital pode derrotá-la. É possível que acredite nisso. Na última sexta-feira, o Blog recebeu e-mail da campanha de Dilma Rousseff informando que entrou com representação contra a coligação tucana e uma certa “consultoria” por estar por trás de uma farsa.
Segundo a campanha de Dilma reclama ao TSE, “A pretexto de oferecer análise do mercado de ações, a [consultoria] Empiricus tem veiculado, indevidamente, propagandas eleitorais pagas na internet, em site de pessoa jurídica, que tratam da eleição presidencial em curso, veiculando conteúdo negativo a Dilma e positivo a Aécio Neves”.
Nas últimas semanas, o Blog vem recebendo seguidas denúncias contra a tal consultoria “Empíricus”, que vem espalhando uma “análise” em que prevê que caso Dilma seja eleita será “O fim do Brasil”. O texto diz, a rigor, o mesmo que o Santander, ainda que pintando o quadro “tétrico” com “cores mais fortes”, por assim dizer.
Durante o desastre econômico em que o PSDB jogou o país durante os anos 1990, o mesmo Mario Amato que previra o êxodo empresarial caso Lula fosse eleito em 1989, arrependeu-se. Chegou a manifestar à Folha de São Paulo seu arrependimento: “Fui maldoso e não fui leal com o Lula”, disse. Agora, porém, os neo Mario Amatos cometem a mesma injustiça.
O lucro de banqueiros e empresários durante os anos Lula e Dilma foi alguma coisa de quase sobrenatural. Algumas dessas empresas multiplicaram seu lucro por dez, por vinte, por trinta. E, ainda assim, querem de volta o grupo político que os afundou na última década do século XX.
Enfim, vá entender esses bilionários e multimilionários…
Seja como for, porém, o fato é que banqueiro, capitão da indústria, enfim, os muito ricos em geral não têm lá toda essa influência política. Os brasileiros votaram contra eles em 2002. Com todo o terrorismo que fizeram – que a “carta aos brasileiros” não impediu –, o povo lhes deu uma banana e elegeu Lula.
Apesar das pesquisas falsificadas – como ocorre a cada eleição desde 2006 –, as novas pesquisas já começam a mostrar que Dilma não está tão mal quanto dizem. Muito pelo contrário, pode vencer em primeiro turno. E, no segundo turno, apesar das versões dos Datafolhas da vida, ela ainda vence qualquer adversário.
Em termos de terrorismo econômico, a mídia e a oposição já fizeram tudo que podiam. Não dá para piorar a vida do povo. Não dá para gerar desemprego ou deprimir salários – hoje, respectivamente, várias vezes mais baixo e mais altos que quando o PSDB governava.
Quantos votos têm os banqueiros? Será que vale a pena a campanha de Dilma se esforçar muito para reconquistá-los? Particularmente, acho que a presidente e seu estafe devem se concentrar no povão, na parcela dos brasileiros que é capaz de mensurar quanto o Brasil melhorou desde 2003.
Os banqueiros são um caso perdido. Não são racionais. A mentalidade que leva o capital a fazer oposição aberta à reeleição de Dilma e a requerer um tucano no Poder é produto da mesma loucura que jogou o planeta na maior crise econômica da história.
Aliás, é bem provável que esse apoio desmesurado e desavergonhado do capital a Aécio Neves gere efeito oposto ao pretendido. E parte da mídia tucana, prevendo o fenômeno, já trata de avisar os banqueiros. Coluna de Fernando Rodrigues na Folha deste sábado mostra que já há preocupação em Aécio ficar carimbado como candidato dos banqueiros.
Não creia no manifesto bom-mocismo de Fernando Rodrigues. Ele sabe muito bem o risco que é Aécio ficar carimbado como candidato dos banqueiros. Na opinião deste Blog, muita gente que ficou sabendo da campanha eleitoral para o tucano nos estratos bancários do Santander já se pergunta se o interesse dos banqueiros na gestão da economia é igual ao seu.
****
Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/07/quantos-votos-tem-os-banqueiros/

Santander e o terrorismo eleitoral

27.07.2014
Do BLOG DO MIRO, 
Do blog de Zé Dirceu:


Pública e explicitamente, está de volta a tão conhecida ofensiva do medo que os agentes do mercado, dentre os quais bancos e consultorias econômicas, costumeiramente desencadeiam às vésperas e durante as campanhas eleitorais e a eleição, para disseminar o medo no eleitorado e tentar demovê-lo de votar no PT.

O comunicado do Santander enviado a seus 40 mil clientes mais ricos, e uma reportagem publicada hoje na Folha de S.Paulo, que mostra que o mesmo ato do banco está sendo feito por várias agências e consultorias, provam que esta ofensiva do terrorismo eleitoral está de novo, em plena marcha a 71 dias do 1º turno, a 5 de outubro, das eleições nacionais deste ano. O tom de todos é sempre o mesmo: a reeleição da presidenta Dilma Rousseff é uma ameaça à economia.

Enviado neste mês julho, em mensagem impressa no extrato dos clientes do banco aos clientes da categoria “Select” (renda mensal acima de R$ 10 mil), o texto do Santander afirma: “A quebra de confiança e o pessimismo crescente em relação ao Brasil (…) têm contribuído para a subida do Ibovespa. Difícil saber até quando vai durar esse cenário e qual será o desdobramento final de uma queda ainda maior de Dilma Rousseff nas pesquisas. Se a presidente se estabilizar ou voltar a subir nas pesquisas, um cenário de reversão pode surgir”.

Pedido de desculpas

Ontem à noite, segundo o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, o banco pediu desculpas formalmente à Presidência da República. “A informação que deram é que estão demitindo todo o setor responsável pela produção do texto. Inclusive gente de cima. E estão procurando uma maneira de resgatar o que fizeram”, contou Rui.

Rui classificou a ação do banco de “terrorismo eleitoral’ e lembrou: “Já vimos esse filme no passado”. Lembrou, então: “Eles (o mercado) criaram o Lulômetro para medir como a Bolsa oscilava. Agora mesmo a Bolsa sobe e desce, e deve estar beneficiando quem não está interessado no resultado eleitoral, mas em ganhar dinheiro com ação”. E completou: “Aceito as desculpas, mas isso não elide o que aconteceu. Isso é proibido. Instituições bancárias ou financeiras não podem fazer manifestações que interfiram na decisão do voto.”

Como bem lembrou o presidente nacional do PT, exemplos desse terrorismo do mercado renascem a cada ano eleitoral. Em 1989, o empresário Mário Amato chegou a dizer que 800 mil empresários abandonariam o país caso o então candidato Lula vencesse as eleições. Naquela eleição, equipes do candidato adversário de Lula, Fernando Collor, percorreram residências afirmando que um governo petista no poder tomaria a casa das pessoas e seriam todos obrigados a dividi-las com famílias mais pobres. E que confiscaria todo o dinheiro de todos no país. Voces sabem, e se lembram, quem fez esse confisco.

Em 2002 foi o “Lulômetro”

Em 2002, quando vencemos as eleições, o Brasil já estava atento a esse terrorismo eleitoral do mercado. Mas, de nada adiantou. Criaram o “lulômetro” inventado pelo analista Daniel Tenengauzer, do banco internacional Goldman Sachs – a instituição financeira envolvida da cabeça aos pés com a maior crise econômica global que vimos nos últimos tempos e que deixou milhões de desempregados.

Naquele ano, também, o megainvestidor George Soros dizia “(o tucano José) Serra ou o caos”, bradando contra a vitória do PT. O caos é deles – eles é que o instituem quando seus apadrinhados se elegem e governam. Os governos do PT geraram emprego, renda e diminuíram a nossa dependência das economias que derreteram nos últimos anos.

Como vocês sabem, não foi diferente o comportamento do mercado, com suas previsões catastróficas, nas demais eleições nacionais de 2006 e 2010.

Neste fim de semana o Sindicato dos Bancários de São Paulo, já anunciou que fará uma reclamação formal a Emilio Botín, presidente mundial do Santander, contra a gestão do chefe da instituição no Brasil, Jésus Zabalza. Outra medida foi anunciada por Jorge Lapas, prefeito de Osasco: em 30 dias, encerrará o convênio que mantém com o banco para o recolhimento de impostos e taxas municipais – um movimento de cerca de R$ 1,9 bi. “O banco praticou uma partidarização fora de hora e lugar “, afirmou.

*****
Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/07/santander-e-o-terrorismo-eleitoral.html