domingo, 20 de julho de 2014

E ELES NÃO FORAM PRESOS:O “mensalão tucano” está morrendo

20.07.2014
Do BLOG DO MIRO, 18.07.2014

Por Altamiro Borges

Aos poucos, todos os envolvidos no escândalo do “mensalão tucano” – que a mídia insiste em chamar de “mensalão mineiro” – vão escapando de qualquer possibilidade de punição. Diferente dos fuzilados no midiático julgamento do “mensalão do PT”, nenhum deles deve ir para a cadeia. Nesta semana, o senador Clésio Andrade (PMDB-MG), outro réu no caso, renunciou ao seu mandato como artifício para abortar a conclusão do seu julgamento, em lenta tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele alegou motivos de saúde, mas até a Folha denunciou, em editorial na quinta-feira (17), a “nova manobra tucana”. Caberia perguntar por que o jornal nunca deu manchete ou apurou seriamente este escândalo?

O diário da famiglia Frias – ativo porta-voz do tucanato – até lembra que “Clésio repetiu a estratégia adotada pelo ex-deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que abdicou de seu mandato em fevereiro. Abandonando a função, eles deixam de figurar na lista das autoridades que, segundo a Constituição, devem ser julgadas pelo STF. O objetivo é transferir o processo para a primeira instância da Justiça, onde o amplo repertório de recursos permite que a análise do caso se estenda. Faz parte desse cálculo a expectativa de eventual prescrição dos crimes”. Em outras palavras, os envolvidos no milionário esquema de Caixa-2 do PSDB de Minas Gerais vão escapando de qualquer punição.   

O empresário do ramo de transporte Clésio Andrade foi vice-governador de 2003 a 2006, na gestão de Aécio Neves. Na época, ele era filiado ao PFL – atual DEM. Antes de chegar ao governo, ele se tornou sócio da agência de publicidade de Marcos Valério. “Essa associação tornou-se peça central da engrenagem do mensalão tucano, que, segundo a Procuradoria-Geral da República, envolveu empréstimos fraudulentos, lavagem de dinheiro e desvio de verbas estatais com vistas a financiar a campanha de Eduardo Azeredo ao governo de Minas, em 1998”, explica a Folha. O jornal apenas deixou de informar que o esquema também bancou as campanhas de Aécio Neves e FHC, segundo confissão de Eduardo Azeredo.

O mensalão tucano é considerado o precursor do mensalão petista, a partir da engrenagem montada pelas agências de publicidade de Marcos Valério. Até hoje nada foi apurado com rigor. O Poder Judiciário, conhecido por seus vínculos com o tucanato, posterga o julgamento do caso. Já a mídia privada blinda os tucanos envolvidos. Eles não aparecem nas manchetes dos jornalões, não merecem as críticas ácidas dos colunistas da tevê e nem são alvos da caçada implacável do tal “jornalismo investigativo” – sempre tão seletivo nas suas pautas. Graças a estas cumplicidades, todos os envolvidos no “mensalão tucano” ficam impunes. Clésio Andrade era o único réu do caso que ainda tinha o processo tramitando no STF. 

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Leia também:








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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/07/o-mensalao-tucano-esta-morrendo.html

Aula Pública Opera Mundi - EUA serão ditadores da Internet?

20.07.2014
Do portal OPERA MUNDI, 21.11.2013
Por Redação, São Paulo

"Se Dilma deseja o mínimo de segurança, ela não pode utilizar Windows no computador", diz Sérgio Amadeu sobre espionagem

Opera Mundi TV e TV Unesp lançam o terceiro programa da série "Aula Pública". Na edição desta quinta-feira (21/11), Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) e especialista em tecnologia da informação, responde: "Os EUA serão os ditadores da internet?"



Assista também às Aulas Públicas de Breno Altman e Leonam Guimarães

"Após manobra de espionagem, a empresa norte-americana que venceu uma licitação para controles de radares da Amazônia entregou equipamentos com o código fonte fechado. Ou seja, isso nos leva a crer que o controle de voo da Amazônia tem duas sedes: Brasília e Washington", afirma. Sobre espionagem, Amadeu crava: "Se Dilma deseja o mínimo de segurança, não pode utilizar Windows no computador dela".

Assista ao primeiro bloco:



No segundo bloco, Sérgio Amadeu responde pergunta do correspondente Sandro Fernandes, em Moscou, na Rússia:
No terceiro bloco, Amadeu responde perguntas do público da PUC-SP:


Leia mais: 

EUA espionaram conversas telefônicas de 35 líderes mundiais, diz documento

Diretor da NSA nega que tenha acessado dados de Yahoo! e Google

Alemanha pede explicações sobre possível espionagem a embaixador britânico


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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/32543/Aula+publica+opera+mundi+_+os+eua+serao+os+ditadores+da+internet.shtml

PESQUISAS ELEITORAIS MANIPULADAS: VALE TUDO ELEITORAL

19.07.2014
Do portal BRASIL247, 18.07.14
Por RIBAMAR FONSECA

Objetivo da Folha e da Globo com a divulgação da pesquisa Datafolha foi levar o povo a acreditar que Dilma e Aécio estão empatados na preferência do eleitorado
Frase entreouvida na rua nesta sexta-feira:

- Você viu a pesquisa na TV? A Dilma e o Aécio estão tecnicamente empatados!

Esse foi exatamente o objetivo da "Folha" e da Globo com a divulgação, nesta quinta-feira, da pesquisa do Datafolha sobre a intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro vindouro: levar o povo a acreditar que a Presidenta e o senador mineiro estão empatados na preferência do eleitorado. Na verdade a pesquisa mostrou que se as eleições fossem hoje Dilma venceria no primeiro turno, não havendo, portanto, nenhuma razão para uma simulação sobre um eventual segundo turno. Isto porque o empate técnico ocorre justamente num hipotético segundo turno que, pelo menos até esta pesquisa, não dá sinais de que poderá acontecer.

Ao divulgar o resultado da consulta, no entanto, A TV Globo não justificou a simulação do segundo turno e muito menos destacou o fato de que, de acordo com os números da pesquisa, a Presidenta se reelegeria ainda no primeiro turno. E muita gente passou a acreditar numa informação inverídica porque estribada numa hipótese forçada justamente para confundir. A divulgação no "Jornal Nacional" e repetida no "Jornal Hoje" faz parte, obviamente, desse plano maquiavélico de minar a candidatura à reeleição da presidenta Dilma Roussef e facilitar a eleição do candidato tucano Aécio Neves que, mesmo consciente dessa estratégia da Grande Midia, acabou se empolgando com a simulação, acreditando que irá ao segundo turno.

Percebe-se, sem muita dificuldade, a partir dos resultados das últimas pesquisas, que o quadro eleitoral praticamente não se alterou ou sofreu ligeira alteração: enquanto a Presidenta caiu alguns pontos, como resultado sobretudo da sistemática campanha dos jornalões, mas mantém ainda assegurada a sua eleição no primeiro turno, os seus principais adversários – Aécio Neves e Eduardo Campos – tiveram um crescimento insignificante, o que significa que apesar do apoio escancarado da mídia não conseguiram ainda sensibilizar o eleitorado. E continuam patinando num determinado patamar por falta de uma bandeira que empolgue o povão, já que se limitam, única e exclusivamente, a criticar a Presidenta, algumas vezes de maneira grosseira.

A escandalosa campanha da chamada Grande Imprensa para defenestrar Dilma do Palácio do Planalto, que esconde a importância da reunião do BRICS e destaca a vaia no Maracanã, chega ao absurdo de acusar a Presidenta por tudo de ruim que acontece não apenas no Brasil mas, também, no mundo: depois que a "Folha" em editorial culpou Dilma, entre outras coisas, pelo linchamento da uma inocente em São Paulo, uma colunista insinua que ela também é culpada pela queda do avião da Malasya Airlines na Ucrânia. Parece que não há limites para os opositores do governo, para quem, no esforço para conquistar o poder, os fins justificam os meios.

Os líderes oposicionistas na Câmara Federal também estão fazendo a sua parte nesse projeto destinado a apear o PT do poder: para eles vale tudo quando se trata em atingir a Presidenta. Se ela veste vermelho, protestam e recorrem à Justiça; se faz um pouso técnico em Portugal, criticam e pedem explicações; se reúne a sua equipe no Palácio da Alvorada, enlouquecem com ações no Judiciário; se fala através de uma cadeia de rádio e televisão, gritam que é campanha antecipada e buscam a Justiça Eleitoral; se troca ministros a gritaria é a mesma; e agora estrebucham e fazem enorme alarido porque ela hospedou o presidente cubano Raul Castro na Granja do Torto. Será que esse pessoal não tem o que fazer no Congresso? Será que pensam que isso é fazer oposição?

Estão subestimando a inteligência da população se imaginam que com essas bobagens conquistarão os votos de que precisam para ocupar o Palácio do Planalto. Se não mudarem o discurso, especialmente o ex-governador pernambucano, que parece ser o eco do senador mineiro, dificilmente conseguirão mudar esse panorama eleitoral, mesmo com todo o peso da Grande Midia. Afinal, já se foi o tempo em que o povo acreditava em tudo o que saía nos jornais e na televisão. O sucesso da Copa, contrariando o pessimismo insistentemente alardeado por eles, contribuiu para essa mudança de ótica. Já era tempo.
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/147245/Vale-tudo-eleitoral.htm

JORNALISMO CRIMINOSO: FEL-LHA ATACA MULHER DE FRANKLIN E FOGE DA RESPOSTA

20.07.2014
Do blog CONVERSA AFIADA
Por Paulo Henrique Amorim

Tijolaço desnuda a tecnologia da Fel-lha para tentar destruir reputações.

A Fel-lha de SP tem feito repetidas “reportagens” para enfraquecer o trabalho do Ministro Franklin Martins na campanha da reeleição da Dilma.

O que mereceu resposta adequada de Renata Mielli – leia sobre os 7 erros capitais do Franklin.

Agora, o Fernando Brito mostra como ela tenta de novo, atingir Franklin, através da mulher – trata-se de Golpe abaixo da linha da cintura, como se verá


FOLHA ATACA MÔNICA MONTEIRO E SE RECUSA A PUBLICAR RESPOSTA


É típico da Folha fazer campanha contra o ex-ministro Franklin Martins através de acusações levianas à sua esposa. Como a Folha não a publicou no jornal (a ombudsman disse que não tinha espaço) a resposta de Mônica Monteiro aos ataques que sofreu, fazemo-lo aqui.

O uso sistemático da estratégia de “assassinar reputação” para obter um ganho político, uma prática covarde, que torna qualquer cidadão ou empresa vulneráveis aos caprichos dos jornalões, ressalta a necessidade de regulamentar o direito de resposta no Brasil.

Há um projeto no senado, proposto por Roberto Requião, que conta com aprovação da maioria dos parlamentares, mas os lobistas da mídia no Congresso passaram a travá-lo.

O cidadão brasileiro precisa de garantias contra a violência e o arbítrio de uma mídia formada na cultura do regime militar, onde se dava ao luxo até de matar pessoas que ainda não tinham morrido.

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CARTA DE MÔNICA MONTEIRO, SÓCIA DA CINE GROUP

“A matéria publicada na página A4 da Folha de S. Paulo de quinta-feira, 17 de julho, com o título “Mulher de Franklin recebeu R$ 1,2 mi da União em 2013 “, sugere que a Cine Group obteve favores do governo federal, graças à influência de Franklin Martins. O que se vê é que [a reportagem] não oferece nenhuma prova ou evidência de que isso ocorreu. O conteúdo é frágil, superficial e tendencioso.

Gostaria de levantar alguns pontos que julgo muito importantes:

1. O texto induz o leitor a concluir que há ilegalidade ou infração ética no fato de uma empresa controlada por uma pessoa que mantém relacionamento com um ex-ministro prestar serviços ao governo federal, mas não mostra leis ou códigos de ética que afirmem isso;

2. O uso do verbo “ganhar” sugere que a Cine Group recebeu de graça, ou com privilégios, verbas do governo federal, sem dizer como foi vencedora de uma concorrência para prestar os serviços;

3. A reportagem omite o fato de que o contrato para produzir a segunda temporada da série “Nova África” resultou de uma licitação pública que não foi contestada nem por concorrentes nem por qualquer agente legal, e cujas imagens estão disponíveis na TV Brasil;

Isso foi esclarecido em texto enviado à repórter: “A Cine recebeu (…) R$ 2.392.000,00 referentes a uma licitação na modalidade pitching, por um programa televisivo chamado Nova África para TV, composto por 26 programas de 26 minutos cada, gravados em 30 países da África, conforme já noticiado em matéria da Folha de S.Paulo, em abril de 2012.

Participaram do júri da licitação não apenas funcionário da EBC, mas também representantes da sociedade civil. O evento foi filmado e as imagens estão de posse da TV Brasil.”

4. A repórter não citou a informação, oferecida pela Cine Group, de que esse contrato, obtido em licitação, é o responsável pela mencionada elevação do faturamento da empresa originada do governo federal e insinuada como “escandalosa”.
Tal informação foi igualmente fornecida à Folha no texto enviado ao jornal: “recebemos os pagamentos mediante as entregas dos programas, o que aconteceu entre 2012 e 2013, sendo R$ 1.387.360,00 em 2012 e R$ 1.004.640,00 em 2013″.

5. O jornal não ofereceu nenhum contexto que permitisse ao leitor concluir com independência sobre a licitude ou ilicitude dos fatos narrados: qual a importância relativa da participação do governo federal no faturamento geral da Cine Group, qual o nível de qualidade dos serviços prestados pela Cine Group, que outras fontes de faturamento a Cine Group tem e qual a sua dimensão vis-à-vis o governo federal, e como a participação da Cine Group no conjunto dos serviços audiovisuais contratados pelo governo federal se compara à de outras produtoras do mesmo porte.

6. Todo o conjunto distorce e omite informações e argumentos com a indisfarçável intenção de insinuar uma relação ilícita de causa e efeito entre um relacionamento pessoal da controladora da Cine Group e a prestação de serviços de sua empresa ao governo federal, sem nenhuma sustentação factual que comprove a acusação.

E, por último, a Cine Group lamenta que o jornal, que se coloca a favor da igualdade de gênero, traga um título preconceituoso sugerindo que o meu sucesso profissional de 30 anos e da empresa que mantenho há 18 anos se deve ao fato de ser casada com um homem público.”

Mônica Monteiro, CEO da Cine Group

Matéria da Folha:


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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/07/20/fel-lha-ataca-mulher-de-franklin-e-foge-da-resposta/

Fraude fiscal milionária da Globo começa a ser divulgada

20.07.2014
Do portal da AGÊNCIA CARTA MAIOR
Por Vermelho


Globo não pagou impostos pela aquisição dos direitos de transmissão do Mundial de Futebol de 2002. Valor total da dívida ultrapassa os 203 milhões de euros


Foram divulgadas, esta quinta-feira (17) pelo blog O Cafezinho, 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas com sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos do Mundial de Futebol de 2002. O objetivo principal seria o de fugir aos impostos que deveriam ser pagos à União pela compra dos direitos.
A expectativa é que os primeiros documentos viessem a público no domingo, pouco depois da final do Mundial, mas, por questões de segurança, a divulgação aconteceu esta quinta-feira.

Operação

A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo a que o dinheiro para a aquisição dos direitos fosse pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas noutros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.


“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir o Mundial de Futebol de 2002, o que seria tributado pelo imposto sobre o rendimento”, afirma no relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.

Com o esquema, o sistema Globo incorre em simulação e evasão fiscal. O imposto sobre importâncias enviadas para o exterior para aquisição de direitos de transmissão de evento desportivo são de 15%; no caso da empresa beneficiária estar sediada em paraísos fiscais, esta taxa passa a ser de 25%, que é o caso da Globo.

Débito ao País

O cálculo do imposto de rendimento devido pela empresa chega a 183.147.981, 20 reais (mais de 60 milhões de euros) com base no valor pago pela compra, de 732.591.924,140 reais (cerca de 242 milhões de euros). Além do imposto devido, a empresa também deve pagar uma multa, que, por se tratar de um caso que envolve evasão fiscal, chega a 274.721.970,05 reais (perto de 91 milhões de euros). A este valor podem ser acrescidos os juros de mora, como descrito no processo divulgado no ano passado, de 157.230.022,58 reais (mais de 52 milhões de euros). Deste modo, o valor total da dívida da Globo para com a população brasileira ascende a 615.099.957,16 reais (203 milhões de euros), sem contar com a correção monetária.

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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Midia/Fraude-fiscal-milionaria-da-Globo-comeca-a-ser-divulgada/12/31416

Revista Veja tem medo da democracia

20.07.2014
Do BLOG DO MIRO, 19.07.14

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/

Por Thiago Cassis, no site da UJS:

A revista Veja comemorou em seu site o avanço na tentativa de derrubar o Decreto nº 8.243 de 23 de maio, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS), por parte de alguns parlamentares conservadores.

Com a manchete “Projeto que derruba decreto bolivariano de Dilma avança na Câmara”, a revista que constantemente se coloca como defensora da democracia e que em junho passado produziu até edição histórica para falar do povo que enfim “tinha acordado e ido para as ruas”, traz em sua matéria a opinião do líder do DEM, deputado Mendonça Filho, que afirma “Na Venezuela há conselhos populares para defender essa tática governista de Hugo Chávez. Eu não tolero que esse modelo seja importado para a realidade brasileira”.

Ou seja, a Veja tenta utilizar do “monstro” bolivariano, que a própria mídia brasileira criou, para seguir justificando o seu apoio à exclusão de significativos segmentos da população brasileira do exercício da democracia. No texto a revista, que faz parte da principal força de oposição ao atual governo – a grande mídia – ainda coloca que a participação mais ativa dos movimentos sociais em nossa democracia seria um perigo pois estes são “historicamente controlados e manipulados pelo PT”.

Não surpreende que mais uma vez os grandes meios de comunicação – outrora apoiadores da ditadura militar – se coloquem contra a participação popular e a vontade, cada vez mais forte, da população de aprofundar o atual processo democrático popular que o país atravessa.

Talvez o grande medo desses grupos seja que a participação popular, através do Decreto nº 8.243, interfira em algum momento nas políticas públicas que dizem respeito às concessões do serviço público de radiodifusão… é o medo da democratização!

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/07/revista-veja-tem-medo-da-democracia.html

Como acabar com os abutres que ameaçam a Argentina

20.07.2014
Do portal OPERA MUNDI, 26.06.14
Por Alfredo Serrano | Buenos Aires

É de imperiosa necessidade que a Argentina não aceite as condições dos fundos-abutre porque, então, o restante dos credores também serão abutres

O neoliberalismo é o culpado. São apenas cinco palavras que sentenciam exatamente o que está acontecendo há décadas com esses abutres que sobrevoam a terra à vontade, com o vento a favor, por cima do bem e do mal. Têm licença para matar, e absoluta soberania para eleger quem, como e quando querem atacar. São abutres particulares porque não se alimentam de animais mortos como diria qualquer livro de ciências naturais. Na verdade, nutrem-se de países com alguma patologia derivada de uma herança maldita. São uma nova espécie de abutre, muito parecido com o ser humano, com olhos, nariz e boca, mas sem coração, nem sentimento, nem ética.
Efe (18/06/2014)
"Chega de abutres. Argentina unida em uma causa nacional", diz cartaz no centro de Buenos Aires sobre decisão judicial dos EUA 

São os denominados realmente fundos-abutre, que inumanamente se transformam em juiz e parte da concepção de qualquer povo. Não fazem parte das eleições; dizem não participar da polícia; buscam ser um sujeito parademocrático , situando-se fora do controle democrático. Optam por se apelidar com eufemismos vigaristas: mercado, livre-mercado, segurança jurídica ou capital de risco. Mas, pelo contrário, os fundos-abutre  são serem inumanos com nomes e sobrenomes, com amigos poderosos, que atuam mafiosamente alocando juízes, financiando campanhas eleitorais, comprando meios de comunicação, criando fundações, centros de pesquisa, revistas acadêmicas.

Mas por que a culpa é do neoliberalismo? Porque é o neoliberalismo o encarregado de administrar o mapa-múndi capitalista com regras do jogo a favor de alguns fundos-abutre sem necessidade de passaporte, com visto próprio. O neoliberalismo se empenhou em criar um novo mundo fictício financiado. A economia real foi substituída por um sem fim de apostas, pela economia do cassino, da roleta-russa onde a pistola está manipulada para que o disparo sempre vá parar nas têmporas do povo. É a nova economia de papel que nunca tem valor de uso. O valor dominante é o valor de troca que se impõe em mercados fechados onde não há nem competição, nem liberdade, nem justiça.


O neoliberalismo foi a forma eleita por uma reduzidíssima elite enriquecida para nos fazer crer que o maior dos dissensos pode ser denominado Consenso de Washington. Criaram-se dogmas e mandamentos sob ameaças, chantagens e castigos. Nesse habitat, nasceram os fundos-abutre que se especializaram em comprar a dívida pública de liquidez duvidosa que uma empresa privada possui. O fundo-abutre justifica sua existência assumindo um suposto risco de comprar um papel de pagamento complicado. Palavras ao vento.

O fundo-abutre nunca assume risco porque conta com tudo a seu favor para acabar obrigando quem seja, como seja e quando seja a pagá-lo. O fundo-abutre tem tanto dinheiro que compra toda a segurança jurídica que exija sua usurpadora taxa de juros. Não há risco: o fundo-abutre sabe que não perde ao comprar uma dívida a baixo custo por liquidez duvidosa porque tem o poder necessário para fazer com que esse país pague. Como? Porque o neoliberalismo, no concreto, dedicou-se minuciosamente a escrever as linhas finas que regulam esse tipo de negociação. A armadilha dos poderes hegemônicos é que o juiz também é parte. O neoliberalismo obriga a ceder soberania, e, por conseguinte, o julgamento sobre o pagamento da dívida pública de um país acabando acontecendo em Nova York, em Haia, ou em Washington. 
Tempos de colônia
O governo kirchnerista herdou a dívida dos governos neoliberais no uso ilegítimo dos fundos públicos. Decidiu pagar esse lastro, mas negociando. 92% dos tomadores da dívida aceitaram; o restante, não. Então, entra em ação o fundo-abutre que é fixado nessa suposta carniça que não é tão carniça porque tem tudo a favor para que termine conseguindo sentenças que obriguem o pagamento, o embargo, o bloqueio ou a ameaça. O fundo-abutre compra esses papéis para cobrar quando puder. O governo argentino não conhecia nem o fundo-abutre, nem lhe vendeu nada. E agora está em suas mãos.

Por que não proibir revender a dívida pública assim como se proíbe revender os ingressos dos mundiais? O neoliberalismo favorece esse capitalismo financeiro canibal, e, por isso, não proíbe essa revenda. A transitividade não é sempre válida como critério de eficácia econômica e social. Em relação à propriedade da dívida pública, aceitar a imposição neoliberal da transitividade é ir contra a soberania.

Estar nas mãos de um abutre — ou de qualquer juiz em Nova York — é o mesmo que aceitar os tempos da colônia, isto é, a periferia nas mãos da metrópole; o Sul dependente do Norte. É uma oportunidade histórica para que a Unasul, a Celac, o G77+China, o Mercosul, o BRICS, todos esses novos atores da transição geopolítica multipolar sejam inquebrantáveis sobre essa questão, e proíbam de uma vez por todas que a soberania do povo esteja nas mãos de uma aposta de um jogador que sabe que tem todas as fichas a seu favor.

É o momento para vedar a venda sobre a venda de outra venda de algo tão soberano como um título da dívida pública. É hora de considerar a dívida pública, como é pública, como parte da declaração dos direitos humanos. É hora de ter mecanismos reativos, novas alianças estratégicas regionais e internacionais que respondam com alternativas financeiras que permitam o pagamento da dívida pública em condições de soberania.

É de imperiosa necessidade que a Argentina não aceite as condições dos fundos-abutre porque, então, o restante dos credores também serão abutres. A Argentina não está sozinha nesse mundo, e, portanto, em vez de ir a Nova York, deve buscar acordos com todos os países amigos para encontrar as vias de cobrar em outras latitudes que são tão seguras quanto o solo estadunidense. Se a justiça do Norte não deixa pagar, a vontade política há de encontrar outra forma de pagamento para aqueles que estejam dispostos a cobrar nas condições soberanamente estabelecidas.

* Originalmente publicado no Página12 (Argentina)
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Fonte:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/35807/como+acabar+com+os+abutres+que+ameacam+a+argentina+.shtml

PESQUISAS ELEITORAIS MANIPULADAS: Governo Dilma duvida do Datafolha, principalmente sobre 2º turno

20.07.2014
DoBLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães
A recém-divulgada pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial foi recebida com espanto e até com indignação pela área de Comunicação do governo Dilma Rousseff. Essa é a avaliação da citada pesquisa que esse setor governamental fez ao Blog em conversa telefônica nesta sexta-feira (18).
Em primeiro lugar, o governo tem pesquisa privada concluída na quinta-feira (17) pelo instituto Vox Populi – que faz pesquisas rotineiramente para o PT. Segundo essa pesquisa, Dilma teria 43,8%; Aécio Neves, 19%; Eduardo Campos, 8,7%; pastor Everaldo, 3%. Votos em branco e nulos somariam 22%.
No Datafolha, Dilma aparece com 36%, Aécio com 20%, Eduardo com 8% e pastor Everaldo com 3%; bancos e nulos somam 13% e indecisos, 14%.
Vale esclarecer que, na conversa com a Comunicação do governo, alguns fatos foram passados pela fonte em questão e outros foram submetidos a ela pelo blogueiro e receberam sua concordância.
Em primeiro lugar, as pesquisas que vêm sendo feitas pelo governo praticamente não sofreram variação ao longo dos últimos meses.
Em junho, por exemplo, o Datafolha chegou a dar 34% para Dilma
Já em julho, o Datafolha apurou 38% para Dilma – e atribuiu a subida ao entusiasmo com a Seleção brasileira de futebol, então com esperanças de conquistar a Copa de 2014, e à boa organização do evento.
O governo, porém, diz que seu acompanhamento das pesquisas ao longo dos últimos meses mostrou que a presidente vem mantendo ao redor de 40% de intenções de voto. Às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos. Essas oscilações no primeiro turno, segundo o governo, não aconteceram nas pesquisas privadas feitas pelo Vox Populi para o PT.
Mas é sobre o segundo turno que a pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (17) derrapou mais, na visão do governo Dilma. Segundo a fonte consultada, “não tem lógica Aécio ficar estacionado no primeiro turno e ganhar 20 pontos percentuais no segundo enquanto Dilma só ganha 8 pontos”.
Independentemente da avaliação do governo, este blog comparou com a eleição de 2010 alguns dados da última pesquisa Datafolha que ganharam grande destaque nas manchetes com a aparente finalidade de destacar aspectos ruins para Dilma.
Dois pontos da pesquisa ganharam grande destaque na mídia: rejeição a Dilma e “empate técnico” entre ela e Aécio no segundo turno.
Comecemos pelo 2º turno. No post anterior, o Blog divulgou que não há muita diferença nas intenções de voto do candidato petista, do tucano e do (s) candidato (s) da terceira via no primeiro turno – ao menos em relação às três últimas eleições presidenciais.
Veja o gráfico, abaixo.
Agora, a mesma pesquisa foi feita pelo Blog em relação ao segundo turno de 2010. Os institutos que apuraram os números que figuram no gráfico abaixo foram Datafolha, GPP, Ibope, Sensus e Vox Populi.

Notem que Serra chegou a ficar em empate técnico com Dilma em pesquisa Sensus com “campo” entre 11 e 13 de outubro de 2010. Naquela pesquisa, Dilma apareceu com 46,8% e Serra com 42,7% – ou seja, ambos poderiam ter 44,8%, pela “margem de erro”.
Em julho de 2010, pesquisa Datafolha com “campo” entre os dias 20 e 23 mostrava Dilma com 46% e Serra com 45%. A situação no segundo turno era mais difícil naquele ano do que hoje, para Dilma.
Mas o dado mais surpreendente refere-se à taxa de rejeição de Dilma, que a mídia e a oposição estão martelando. Segundo esse grupo oposicionista-midiático, “nenhum candidato se elege com rejeição de 35%”.
Bem, aí vai uma má notícia para os torcedores de Aécio Neves – Eduardo Campos não importa: segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada em outubro de 2010, Dilma venceu aquela eleição com 35,4% de rejeição; Serra tinha 37,5%.
Contudo, o pior – para Aécio Neves – vem agora. O grande trunfo do candidato tucano hoje, apesar do que diz a mídia tucana, é ele ainda não ser muito conhecido. Segundo essa mídia, ao se tornar mais conhecido Aécio tende a crescer. Os fatos, porém, insinuam que pode ser o contrário.
Há um fator que este Blog explicou no post Datafolha e o beijo da morte de FHC, publicado em 6 de junho passado. O texto relatou dado daquela pesquisa em que o Datafolha mostrou Dilma com apenas 34%, no mesmo mês de junho. A mídia escondeu o dado, mas isso não fez com que sumisse.
Para explicar, transcrevo, a seguir, informação sobre a pesquisa Datafolha de junho escondida lá no finzinho da reportagem da Folha de São Paulo intitulada Joaquim Barbosa é o segundo mais influente da eleição(6/6/2010):
“(…) os que ‘com certeza’ optariam por alguém [um candidato a presidente] sugerido por FHC são 12%. No caso do tucano, o destaque é a sua influência negativa: 57% dizem que não votariam em alguém apoiado por ele, o campeão por esse critério [de influência no voto do eleitorado]”.
Quando a campanha de Dilma tiver acesso ao horário “gratuito” no rádio e na televisão, a rejeição de Aécio deve subir muito. E como essa rejeição a FHC já atravessa muitos anos (mais de uma década), dificilmente terá mudado.
Aliás, hoje só a oposição fala, através da grande mídia. Com o horário eleitoral, todos irão falar. Inclusive Dilma, de quem a mídia só reproduz as palavras que interessam à oposição.
Mas voltando ao “beijo da morte de FHC”, vale lembrar que ninguém vence eleição com 57% de rejeição. É estatisticamente impossível. E mesmo que Aécio – como Serra em 2002 e 2010 e Geraldo Alckmin em 2006 – esconda FHC, é óbvio que a campanha de Dilma não vai deixar. Muitos ainda não sabem que Aécio é o candidato de FHC. Mas vão saber.
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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2014/07/governo-dilma-duvida-do-datafolha-principalmente-sobre-2o-turno/

AÉCIO RECEBE O PRIMEIRO PETARDO DA FOLHA

20.07.2014
Do portal BRASIL247
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/147329/A%C3%A9cio-recebe-o-primeiro-petardo-da-Folha.htm

Grandes cientistas e a fé

20.07.2014
Do blog FÉ E CIÊNCIA

James Clerk Maxwell (1831-1879), um físico que teve sua biografia publicada pela prestigiosa editora John Wiley com o título O homem que mudou tudo, escreveu [23]: 

"Penso que os cientistas assim como outras pessoas, precisam aprender de Cristo, e acho que os cristãos cujas mentes dedicam-se à ciência são chamados a estudá-la para que sua visão da glória de Deus possa ser tão extensa quanto possível."Muitos cientistas viveram vidas e carreiras compatíveis com esse pensamento de Maxwell. Como exemplo, cito oito cientistas homenageados pelo SI (o Sistema Internacional de Unidades), conhecidos também por sua profissão da fé cristã. Leia mais...

Muitos cientistas que professa(ra)m a fé cristã falaram ou escreveram sobre sua fé. Vários cientistas não cristãos também se manifestaram sobre fé e / ou sobre religião. A seguir são reproduzidas (apenas) algumas das citações de cientistas bastante conhecidos. Ao final da página encontram-se informações sobre as referências de onde as citações foram obtidas.

Isaac Newton (1643-1727), matemático e físico

"Devemos crer em um Deus e não ter outros deuses além dele. Ele é eterno, onipresente, onisciente, onipotente, criador de todas as coisas, sábio, justo, bom e santo. Devemos amá-lo, temê-lo, honrá-lo e confiar nele, orar a ele, dar-lhe graças, louvá-lo e santificar seu nome, cumprir seus mandamentos e dispor de tempo para honrá-lo em culto." [1]
Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), matemático, engenheiro, filósofo e diplomata

"A verdadeira felicidade consiste no amor a Deus, porém num amor sem preconceitos, cujo fogo arde na luz do conhecimento. Este tipo de amor gera a alegria com boas ações, que dá apoio à virtude e, tendo Deus como centro, eleva o humano ao divino." [1]
Leonhard Euler (1707-1783), matemático e físico

"A verdadeira felicidade pode ser encontrada somente em Deus, todos os outros prazeres nada mais são do que uma máscara vazia e são capazes de produzir apenas uma satisfação momentânea."[2]

Alessandro Volta (1745-1827), físico

"Submeti as verdades fundamentais da fé a um estudo minucioso. Li as obras dos apologetas e de seus adversários, avaliei as razões a favor e contra e assim obtive argumentos relevantes que tornam a religião (bíblica) tão digna de confiança ao espírito científico que uma alma com pensamentos nobres ainda não pervertida por pecado e paixão não pode senão abraçá-la e afeiçoar-se a ela. Peço a Deus que minha profissão de fé, que me foi solicitada e que eu forneço com alegria, escrita de próprio punho e por mim assinada, possa ser apresentada a todos, pois não me envergonho do Evangelho." [1]
Wilhelm von Humboldt (1767-1835), linguista, cofundador da primeira universidade de Berlim

"Os mistérios de Deus não são compreendidos; são adorados." [1]

Karl Friedrich Gauss (1777-1855), matemático e físico

"Existem questões a cuja resposta eu daria um valor infinitamente maior do que às matemáticas, por exemplo questões sobre ética, sobre nosso relacionamento com Deus, sobre nosso destino e nosso futuro. Para a alma existe uma satisfação de espécie superior, para a qual dispenso o que é material" [1]

Friedrich Rückert (1788-1866), filólogo, pioneiro da orientalística na Alemanha

"Fé é uma necessidade do coração. Ausência de fé não preenche lacunas. Onde se lançou fora a fé proliferará a superstição." [3]

Augustin Louis Cauchy (1789-1857), matemático e físico

"Sou um cristão, isto significa: creio na divindade de Jesus Cristo juntamente com Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Fermat, Leibniz, Pascal, Grimaldi, Euler, Guldin, Boscowitsch, Gerdil, com todos os grandes astrônomos, todos os grandes pesquisadores das ciências naturais, todos os grandes matemáticos dos séculos passados. E se porventura me perguntarem pela razão, terei prazer em explicá-la. Verão que minha convicção é resultado de estudo cuidadoso e não de preconceitos." [1]

Michael Faraday (1791-1867), físico e químico

"Eu confio em certezas. Eu sei que meu Redentor vive, e porque Ele vive eu também viverei." [4]
Karl Ernst von Baer (1792 - 1876), biólogo, pai da embriologia

"O bondoso Criador colocou quatro desejos no homem, pelos quais podemos dizer que este é segundo a imagem de Deus: a fé, a consciência, o desejo de saber, o sentido pela estética." (citação resumida) [1]

Justus von Liebig (1803 - 1873), químico, patrono da Universidade de Giessen, Alemanha

"O conhecimento da natureza é o caminho para a admiração do Criador." [1]

Alexis de Tocqueville (1805 - 1859), cientista político e historiador

"O povo, se quiser ser livre, há de ter convicções religiosas. Em não tendo fé, servirá." [5]
James Prescott Joule (1818-1889), físico

"Após conhecer e obedecer à vontade de Deus, o próximo alvo deve ser conhecer algo dos Seus atributos de sabedoria, poder e bondade evidenciados nas obras de Suas mãos." [6]

Louis Pasteur (1822-1895), microbiólogo e químico

"Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias..."

"Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Mas ele é o filho de Deus. Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas." [1]

James Clerk Maxwell (1831-1879), físico e matemático

"Juntamente com a Assembléia de Westminster e todos que a precederam eu creio que 'o fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.'" [7]

John William Strutt, Lord Rayleigh (1842-1919), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1904

"Muitas pessoas excelentes temem a ciência como tendendo ao materialismo. Não é surpreendente que tal apreensão exista, pois, infelizmente, há escritores, falando em nome da ciência, que se fixaram a fomentá-la. É verdade que entre os homens de ciência, como em outros ramos, pontos de vista pouco refletidos podem ser encontrados a respeito das coisas mais profundas da natureza; mas que as crenças a que Newton, Faraday e Maxwell aderiram toda uma vida seriam incompatíveis com o hábito científico da mente é, sem dúvida, uma proposição que eu não preciso me delongar em refutar." [8]
Ruy Barbosa de Oliveira (1849-1923), filólogo e cientista político

"Nunca senti pelas vilanias humanas mais enjoos e pela sorte de nossa terra mais desânimo. Felizmente a fé em Deus se me vai acendendo, à medida que se me apaga a confiança nos homens. No meio de tantos desconfortos e iniquidade tenho-me entregado estes dias exclusivamente à leitura do Evangelho, a eterna consolação dos malferidos nos grandes naufrágios." [9]

"Nem o ateísmo reflexivo dos filósofos, nem o inconsciente ateísmo dos indiferentes são compatíveis com as qualidades de ação, resistência e disciplina essenciais aos povos livres. Os descrentes, em geral, são fracos e pessimistas, resignados ou rebeldes, agitados ou agitadores. Mas ainda não basta crer: é preciso crer definida e ativamente em Deus, isto é, confessá-lo com firmeza, e praticá-lo com perseverança." [9]

Max Planck (1858-1947), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1919

"... desde a infância a fé firme e inabalável no Todo Poderoso e Todo Bondoso tem profundas raízes em mim. Decerto Seus caminhos não são nossos caminhos; mas a confiança Nele nos ajuda a vencer as provações mais difíceis." [1]

"Religião e ciência natural combatem unidos numa batalha incessante contra o ceticismo e o dogmatismo, contra a descrença e a superstição. E a palavra de ordem nesta luta sempre foi e para todo sempre será: em direção a Deus!" [10]

"A prova mais imediata da compatibilidade entre religião e ciência natural, mesmo sob análise detalhada e crítica, é o fato histórico de que justamente os maiores cientistas de todos os tempos, homens como Kepler, Newton, Leibniz, estavam imbuídos de profunda religiosidade." [10]

Roberto Landell de Moura (1861- 1928), pioneiro do rádio

"Eu sempre vi nas minhas descobertas uma dádiva de Deus. E como, além disso, sempre trabalhei para o bem da humanidade, tentando provar, ao mesmo tempo, que a religião não é incompatível com a ciência, folgo em ver hoje realizado na prática utilitária, aquilo que foi meu sonho de muitos dias, muitos meses, muitos anos." [11]

George Washington Carver (1864-1943), botânico, agrônomo

"Quando eu trabalhava em projetos que atendiam a uma real necessidade humana, forças trabalhavam através de mim que me surpreendiam. Frequentemente eu adormecia com um problema aparentemente insolúvel. Ao acordar, a resposta estava lá. Por que, então, devemos nós crentes em Cristo nos surpreender com aquilo que Deus pode fazer com um homem de boa vontade em um laboratório?" [12]
Herbert George Wells (1866-1946), historiador e escritor

"Como historiador preciso admitir que este pobre pregador da Galileia inevitavelmente é o centro da história." [1]

André Siegfried (1875-1959), educador e cientista político

"Nossa visão espiritual e não apenas puramente racional do homem..., nós a devemos à tradição judaica, que teve no Evangelho um desdobramento tão grandioso. Os profetas de Israel, aqueles brilhantes e devotos líderes do seu povo, plantaram no nosso espírito a sede de justiça que caracteriza socialmente o Ocidente." [1]

Albert Einstein (1879-1955), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1921

"A todo cientista minucioso deve ser natural algum tipo de sentimento religioso, pois não consegue supor que as dependências extremamente sutis por ele vislumbradas tenham sido pensadas pela primeira vez por ele. No universo incompreensível revela-se uma razão ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu baseia-se num grande engano. Quem julga deduzi-la de minhas teorias científicas, mal as compreendeu. Entendeu-me de forma equivocada e presta-me péssimo serviço..." [13]

Friedrich Dessauer (1881-1963), físico, pai da engenharia biomédica

"No fundo o ideal do homem cristão é a superação heroica de tudo o que rebaixa..., naturalmente não apenas por força própria, que é insuficiente, mas com ajuda da graça (de Deus)." [14]

Arthur Holly Compton (1892-1962), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1927

"Para mim, a fé começa com a constatação de que uma inteligência suprema chamou o universo à existência e criou o homem. Não me é difícil crer isso, pois é inegável que onde há um plano, há também inteligência - um universo ordenado e em desdobramento atesta a verdade da declaração mais poderosa que jamais foi proferida: 'No princípio Deus criou'." [15]

Arnold Joseph Toynbee (1889-1975), historiador

"E agora, quando olhamos para a outra margem, um único vulto ergue-se das águas e preenche todo o horizonte. É o Salvador - Deus encarnado no homem Jesus de Nazaré." [1]

Werner Heisenberg (1901-1976), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1932

"O primeiro gole do copo das ciências naturais torna ateu; mas no fundo do copo Deus aguarda." [16]

Walter Heinrich Heitler (1904-1981), físico, recebedor da Medalha Max Planck de 1968

"Natureza definitivamente não pode ser discutida de modo completo em termos científicos sem incluir também a indagação por Deus." [17]

Nevill Mott (1905-1996), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1977

"Os milagres da história humana são aqueles em que Deus falou aos homens. O supremo milagre para os cristãos é a ressurreição. Alguma coisa aconteceu àqueles poucos homens que conheciam Jesus que os levou a acreditar que Jesus estava vivo, com tal intensidade e convicção que esta fé permanece a base da igreja cristã dois mil anos depois." [18]

Carlos Chagas Filho (1910-2000), médico, membro da Acad. Bras. Ciências

"Estou procurando mostrar que não há incompatibilidade entre a verdade científica e a revelação: são duas coisas que tratam de espaços diferentes. Uma trata da realidade da vida, a outra trata do transcendental. E a Bíblia, que é um livro muito interessante de ser lido (principalmente Isaías), não procura ensinar à gente nada de ciência, e sim uma ordem moral. ... a Bíblia não quer ensinar como é que se fez o céu, mas quer ensinar como é que se vai ao céu. Trata-se de um preceito teológico muito importante, relativo à questão de graça: a pessoa acredita ou não. Agora, como eu respeito as pessoas que não creem, quero também que elas respeitem a sinceridade de minha fé."[19]

Wernher von Braun (1912-1977), pioneiro da exploração espacial

"Minhas experiências com ciência conduziram-me a Deus. Desafiam a ciência a provar a existência de Deus. Mas precisamos realmente acender uma vela para ver o sol?" [20]

Charles Townes (1915-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1964

"Você pode perguntar: onde exatamente Deus entra em tudo isto? Talvez minha narrativa possa lhe dar algumas respostas, mas para mim a pergunta quase não faz sentido. Se você crê em Deus, não existe um 'onde' em particular. Ele sempre está presente... Para mim Deus é pessoal e também onipresente. Uma grande fonte de força, Ele fez uma enorme diferença para mim." [16]

Arthur L. Schawlow (1921-1999), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1981

"... eu encontro uma necessidade por Deus no universo e em minha própria vida ... Somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento, que nos fala de Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender."[18]

Antony Hewish (1924-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1974

"Eu creio em Deus. Não faz o menor sentido para mim supor que o universo e nossa existência são apenas um acidente cósmico, que a vida emergiu por processos aleatórios em um ambiente que apenas por acaso tinha as propriedades certas." [16]
"Como um cristão, começo a compreender o que é a vida através da fé num Criador... revelado por um homem nascido há cerca de 2000 anos." [16]

John Polkinghorne (1930- ), físico, teólogo, ex-presidente do Queen's College, Cambridge

"Eu creio apaixonadamente na teoria quântica, mas tal crença não ameaça mudar minha vida de forma significativa. Não posso crer em Deus, no entanto, sem saber que devo ser obediente a Sua vontade para mim, à medida que ela se torna conhecida a mim. Deus não está aí apenas para satisfazer minha curiosidade intelectual, ele está aí para ser honrado e respeitado e amado como meu Criador e Salvador. Cuidado! Deixe-me fazer um aviso teológico de saúde, ou melhor, uma promessa: 'Ler a Bíblia pode mudar sua vida.'" [21]
Arno Allan Penzias (1933-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1978

"Eu olho para Deus através das obras de suas mãos e estas obras implicam intenções. Destas intenções recebo uma impressão do Todo Poderoso." [16]

William Daniel Phillips (1948- ), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1997

"Muitos cientistas são também pessoas com uma fé religiosa bastante convencional. Eu, um físico, sou um exemplo. Creio em Deus como Criador e como Amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco." [16]

Francis Sellers Collins (1950- ), geneticista, ex-diretor do Projeto Genoma Humano

"Não tenho razão para ver uma discordância entre aquilo, que sei como cientista que passa o dia inteiro estudando o genoma humano, e aquilo, que creio como alguém que presta muita atenção ao que a Bíblia me ensinou sobre Deus e sobre Jesus Cristo. ... A noção de que você deve escolher entre um e outro é um mito terrível que tem sido proposto, e que muitas pessoas têm aceito sem real oportunidade de examinar a evidência." [22]


[1] Traduzido de J. Gutzwiller - Das Herz, etwas zu wagen, Friedrich Bahn Verlag: Neukirchen-Vluyn, 2000. ISBN 3761593031. Essa é uma coletânea de citações compilada por Jörg Gutzwiller, capelão do governo e parlamento suíço de 1979-1999.
[2] Traduzido da coletânea Letters of Euler on Different Subjects in Natural Philosophy, W. & C.Tait, Edinburgh, 1823.
[3] Tradução livre das últimas quatro linhas do poema Die Lücke des Glaubens, de Friedrich Rückert.
[4] Traduzido de citação em L. Charles - Michael Faraday: Father of Electronics, 1978, Herald Press, Scottsdale, PA.
[5] Traduzido de citação no documento Discurso no Colégio Anchieta, Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, 1981.
[6] Traduzido de citação em A. Lammont - "James Joule", Creation 15 (2): 47-50, março de 1993.
[7] Traduzido de citação em Ian Hutchinson, "James Clerk Maxwell and the Christian Proposition", 1998.
[8] A declaração de Lord Rayleigh consta da sua palestra na 54a reunião da British Association for the Advancement of Science, 1884, e foi traduzida de Kneller, K.A. - Christianity and the leaders of modern science, B. Herder, Freiburg im Breisgau, 1911.
[9] As frases de Ruy Barbosa constam do documento Discurso no Colégio Anchieta, Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, 1981.
[10] Traduzido de M. Planck - Vorträge und Erinnerungen, S. Hirzel Verlag, Stuttgart, 1949.
[11] As frases de Roberto Landell de Moura constam de entrevista concedida ao jornal Última Hora, Porto Alegre, em novembro de 1924.
[12] A citação de Carver foi obtida de William J. Federer, George Washington Carver - His Life & Faith in his Own Words, 2002.
[13] Traduzido de H. Muschalek (Ed.) - Gottbekenntnisse moderner Naturforscher, quarta edição, Morus, Berlim, 1964.
[14] Traduzido de F. Dessauer - Erbe und Zukunft des Abendlandes, Francke, Tübingen, 1948.
[15] Tradução de uma frase que consta de um discurso de Compton de 1936, publicado no Chicago Daily News e citado em Gitt, W. - So steht's geschrieben, 7a edição, CLV, Bielefeld, 2008. ISBN 9783893979800.
[16] Heisenberg, Hewish, Townes, Penzias e Phillips tiveram citações traduzidas de T. Dimitrov - 50 Nobel laureates and other great scientists who believe in God. A declaração de Heisenberg consta também de Nobel Laureates pro Intelligent Design (ID) of the Universe and Life (revisão de 22.4.2007), uma coletânea disponibilizada por Wolf-Ekkehard Lönnig, cientista do Max Planck Institute for Plant Breeding Research, Alemanha.
[17] Traduzido de W.H. Heitler - Die Natur und das Göttliche, Klett und Balmer, Zug, 1974. ISBN 3720690016.
[18] Traduzido de H. Margenau; R.A. Varghese (Eds.) - Cosmos, bios, theos: scientists reflect on science, God, and the origins of the universe, life and homo sapiens, Open Court, Chicago, 1992. ISBN 0812691865.
[19] A citação de Carlos Chagas Filho é parte de entrevista concedida a Darcy F. de Almeida, publicada em julho/agosto de 1983 e disponível no CanalCiência, do IBICT.
[20] Traduzido de citação que consta de uma carta de von Braun ao California State Board of Education, em 1972.
[21] Traduzido de J. Polkinghorne - Searching for Truth, Crossroad, New York, 1996.
[22] Traduzido de B. Abernethy - "Bob Abernethy's interview with Dr. Francis Collins, director of the Human Genome Project at the National Institutes of Health", PBS Religion & Ethics Newsweekly, 2000.
[23] Traduzido de L. Campbell & W. Garnett - The Life of James Clerk Maxwell. MacMillan, Londres, 1882.
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Fonte:http://www.freewebs.com/kienitz/declara.htm