terça-feira, 17 de junho de 2014

LULA COLOCA O DEDO NA FERIDA ABERTA DE FHC - COMPRA DE VOTOS PARA A REELEIÇÃO

17.06.2014
Do blog 007BONDEeblog, 16.06.14

FHC NÃO GOSTOU, RETRUCOU, MAS...FALTA CORAGEM MESMO É PARA LEVAR À JUSTIÇA, QUEM O ACUSA DE TER PATROCINADO A COMPRA DE VOTOS. QUEM SABE AS FITAS CITADAS PELA FOLHA DE SÃO PAULO APARECERIAM !


A Resposta de FHC, segundo o ESTADÃO:

São Paulo - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) respondeu, em nota publicada nesta segunda-feira, 16, as acusações feitas pelo também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que houve compra de votos para aprovação da emenda da reeleição, em 1996. Segundo o tucano, a acusação é uma "falsidade" que "ninguém teve a coragem de levar à Justiça".
Leia a íntegra da nota divulgada por Fernando Henrique em seu Facebook:

"Lamento que o ex-presidente Lula tenha levado a campanha eleitoral para níveis tão baixos. Na convenção do PSDB não acusei ninguém; disse que queria ver os corruptos longe de nós. Não era preciso vestir a carapuça. A acusação de compra de votos na emenda da reeleição não se sustenta: ninguém teve a coragem de levar essa falsidade à Justiça.
Não é verdade que a oposição pretendesse derrubar o presidente Lula em 2005. Na ocasião, pedimos justiça para quem havia usado recursos públicos e privados na compra de apoios no Congresso, o que foi feito pelo Supremo Tribunal Federal.
Apelo às lideranças responsáveis, do governo e da oposição, para que a campanha eleitoral se concentre na discussão dos problemas do povo e nos rumos do Brasil.

Nota do Blog: Os tucanos, entre eles FHC, gostam de falar de corrupção, como se isso fosse uma praga que não os afeta. Gostam de falar de MENSALÃO como se não tivessem o seu próprio, aliás, o ORIGINAL, o MENSALÃO FONTE. Difícil de entender o que FHC quer dizer quando pede os corruptos longe dele. Com essa SOMBRA da releição como ESPADA sobre a sua cabeça, com o EDUARDO AZEREDO RÉU, com o PIMENTA DE VEIGA INDICIADO, e com o TRENSALÃO da Siemens e Alstom, estará sempre muito mal acompanhado, inclusive da própria sombra.
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Fonte: http://007bondeblog.blogspot.com/2014/06/lula-coloca-o-dedo-na-ferida-aberta-de.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FNIKX+%28007BONDeblog%29

Aos poucos, realidade vai matando o “imagina na Copa”

17.06.2014
Do blog VI O MUNDO, 16.06.14
Por Luiz Carlos Azenha

A invasão colombiana do Mineirão, na primeira rodada

Quando Vladimir Safatle escreveu um artigo intitulado Não Teve Copa, publicado na Folha, que reproduzimos — aliás, com uma argumentação convincente para alguém que defende aquele ponto-de-vista –, acrescentei um adendo como PS do Viomundo, que dizia:
O meu conhecimento (do Azenha) da Copa do Mundo, de ter vivido algumas pessoalmente nos países-sede, é de que depois de duas semanas o país literalmente enlouquece pelo evento. Tenho a impressão de que o Safatle desconhece o poder do futebol no imaginário do brasileiro.
Ainda é cedo para declarar a organização da Copa como tendo sido absolutamente bem sucedida. Muita água ainda vai rolar.

Porém, as pessoas estão começando a se encantar com o evento, para dizer o mínimo — e a primeira rodada nem terminou.

Há mesmo algo de especial num acontecimento que consegue arrastar 35 mil colombianos para ver uma partida de futebol no Mineirão, bem longe de casa.

Enfatizemos: a Copa privatizada é um evento frequentado majoritariamente por ricos e classe média alta. Mas isso não diminui o encanto nas cidades que sediam as partidas, por conta do clima criado por gente do mundo todo, cujas interações são baseadas unicamente na paixão pelo esporte. De repente, você se descobre falando sobre futebol  com um camaronês, um nigeriano e dois norte-americanos que nunca viu antes na vida…

Em Belo Horizonte, num aeroporto, o jogo Uruguai vs. Costa Rica juntou norte-americanos, colombianos, brasileiros, chineses e japoneses na plateia, além de gregos de cabeça inchada (haviam perdido de 3 a 0).

Só tenho como comparar o evento do Brasil às três Copas que acompanhei bem de perto: Itália, em 1990, onde passei 40 dias; Estados Unidos, onde eu vivia em 1994; França, em 1998, de onde fiz viagens aos países adversários do Brasil.

Dessa vez a qualidade do futebol e o número de gols nos surpreendeu positivamente.

Mas a mídia corporativa, que por motivos políticos promoveu a maior campanha já vista contra um evento esportivo em nossa História, jamais vai admitir o que também está se confirmando: no essencial, a organização foi bem sucedida.

É possível apontar erros e obras inacabadas, mas nada que comprometa o essencial para os torcedores: capacidade de transporte, comunicação e qualidade dos estádios — em termos de conforto e visão dos jogos.

Em Belo Horizonte, por exemplo, há transporte bom e barato entre os aeroportos e o Mineirão, o que facilita muito para aqueles que acompanham suas seleções e fazem viagens rápidas, num país continental.

Embora falte sinalização em inglês e espanhol em muitos lugares, há um grande número de pessoas fornecendo informações, especialmente mas não apenas nos aeroportos.

Em Confins, turistas estrangeiros no saguão reclamaram do sinal de transmissão dos jogos, baixado pela internet (depois descobrimos tratar-se de algo bancado por um patrocinador).

Um dos visitantes pediu que eu reclamasse em nome dele. Fui fazê-lo e, para nossa surpresa, descobrimos que havia um ambiente especial para os passageiros em espera (retratado abaixo).

Tudo muito bacana, bem organizado.

Ah, sim, algo absolutamente essencial existe em grande quantidade nos aeroportos: torres para recarregar aparelhos eletrônicos. Ninguém merece ficar sem bateria no meio de um jogo, né mesmo?

É óbvio que você pode fazer uma longa lista de problemas, aqui e ali, coisas que acontecem em eventos complexos como a Copa.

Mas parece que nas questões absolutamente essenciais — estádios, aeroportos e comunicação — as coisas estão funcionando num padrão que não deve nada aos eventos anteriores que acompanhei de perto.

Muito cedo, a Copa brasileira já é bem mais empolgante que a dos Estados Unidos; já teve exibições brilhantes em campo, melhores que as da Copa da Itália e, pelo jeito, logo vai arrastar as multidões que promoveram festas empolgantes nas ruas de Paris na segunda fase do Mundial de 1998.

Obviamente que aqueles que sofrem da síndrome de vira-latas vão fazer uma lista dos motivos pelos quais prefeririam ver a Copa em outro país. Mas, como escrevi anteriormente, isso não tem a ver com as condições objetivas da organização. É a necessidade da classe média de se diferenciar dos outros pelo status social, de imaginar que fez algo que seu interlocutor jamais conseguirá fazer.

Tirando isso, lentamente o “imagina na Copa” vai sendo enterrado.


Leia também:

Altamiro Borges analisa a promessa de “tsunami” dos tucanos
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/aos-poucos-realidade-vai-matando-o-imagina-na-copa.html

BAIXARIA DA ELITE FASCITA: Caninos brancos

17.06.2014
Do blog ESQUERDOPATA, 16.06.14

 
Ofensas inaceitáveis a Dilma confirmam natureza predadora da "elite branca" que sempre governou o país

Marcelo Zero

Ao contrário de muitos, não me surpreendi com o comportamento selvagem da nossa elite branca no Itaquerão.

Os irreproduzíveis xingamentos da turma vip à presidenta da república em evento transmitido para o mundo todo envergonhariam qualquer pessoa minimamente civilizada de outro país.

Mesmo o raivoso pessoal do Tea Party se acanharia em fazer isso com o presidente Obama em evento público, ainda mais se transmitido para outros países. Lá, e em outros países, há limites políticos e éticos para o que se pode fazer. O presidente é a encarnação da soberania do país. O presidente não pode ser humilhado às vistas do mundo, sob pena de se humilhar o país.

Mas aqui a elite branca não tem limites. Nunca teve.

Ela se julga proprietária do país. Eles se consideram os donos do Brasil e do poder. Eles são a Casa Grande. O resto, o grande resto, é a Senzala.

Por certo, a elite branca que lá estava se julgava proprietária do estádio cuja construção tanto criticou, assim como se julga também dona da Copa que tanto a envergonha.

Ela se julga proprietária do Estado. Para ela, o cargo de presidente da república lhe pertence por direito divino. Lula e Dilma são meros usurpadores, serviçais rebeldes que têm de ser colocados em seu lugar. De preferência, com rugidos e demonstrações de força.

Pois a elite branca é predadora.

Está historicamente acostumada a predar o país, suas riquezas e seu meio ambiente. Está também historicamente acostumada a predar o povo, a explorá-lo sem piedade e sem vergonha.

A violência sempre foi a sua marca. Colocava os escravos no tronco. Torturava, aprisionava e esquartejava os rebeldes. Apoiava e financiava os torturadores que massacraram Dilma e tantos outros. E, sobretudo, mantinha a maior parte da população naquilo que Gandhi denominava de “a pior forma de violência”, a miséria.

Tudo isso sem nenhum pudor. Sem nenhuma educação.

A elite branca não tem vergonha de sua violência, da sua predação selvagem. A elite branca não tem vergonha da desigualdade que produziu ao longo de 500 anos. A elite branca não sente remorso nenhum do sofrimento e das injustiças que causou.

A elite branca não sente vergonha em desprezar o povo do seu país. A elite branca não sente sequer vergonha de sentir vergonha do Brasil. Do Brasil mestiço, não-branco, que tanto a incomoda. Do Brasil de hoje, mais igualitário e justo, que a incomoda muito mais.

Acima de tudo, a elite branca sente imensa raiva de um Brasil que ela não mais consegue controlar e predar como sempre fez. Ela sente a frustração de ver que a presa está escapando das suas garras. A Casa Grande se assusta com a ascensão da Senzala. Alarma-se com a perda de antigos privilégios.

Só se sente à vontade nos seus espaços privados, nos seus mundinhos exclusivos e cercados. A Casa Grande se aperta nos pequenos espaços que lhe restaram, cercada pela ascendente Senzala com a qual tem pavor de se misturar.

De lá, saudosa dos velhos tempos, destila o seu ódio e seu ressentimento contra um novo país que não mais lhe pertence. Que lhe nega até o voto.

Quando pode, no meio de seus espaços exclusivos e “diferenciados”, e blindada pela velha impunidade construída desde os tempos das capitanias hereditárias, volta a mostrar as suas garras de predadora renitente e impenitente.

No Itaquerão, a elite branca fez o que sempre fez. Mostrou, com muito ódio e sem nenhuma educação, os caninos brancos com os quais sempre mordeu o Brasil e seu povo.

Azar dela. Vergonha dela. Não assusta mais. O Brasil já se vacinou muito contra esse ódio estéril e decadente.
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Fonte:http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/06/caninos-brancos.html

Leonardo Boff – Quem envergonhou o Brasil aqui e lá fora?

17.06.2014
Do BLOG DO SARAIVA

Quem envergonhou o Brasil aqui e lá fora?

PERTENCE À CULTURA POPULAR DO FUTEBOL A VAIA A CERTOS JOGADORES, A JUÍZES E EVENTUALMENTE A ALGUMA AUTORIDADE PRESENTE. INSULTOS E XINGAMENTOS COM LINGUAGEM DE BAIXO CALÃO QUE SEQUER CRIANÇAS PODEM OUVIR É COISA INAUDITA NO FUTEBOL DO BRASIL. FORAM DIRIGIDOS À MAIS ALTA AUTORIDADE DO PAIS, À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, RETRAÍDA NOS FUNDOS DA ARQUIBANCADA OFICIAL.



Esses insultos vergonhosos só podiam vir de um tipo de gente que ainda têm visibilidade do pais, “gente branquíssima e de classe A, com falta de educação e sexista’ como comentou a socióloga do Centro Feminista de Estudos, Ana Thurler.

Quem conhece um pouco a história do Brasil ou quem leu Gilberto Freyre, José Honório Rodrigues ou Sérgio Buarque de Hollanda sabe logo identificar tais grupos. São setores de nossa elite, dos mais conservadores do mundo e retardatários no processo civilizatório mundial, como costumava enfatizar Darcy Ribeiro, setores que por 500 anos ocuparam o espaço do Estado e dele se beneficiaram a mais não poder, negando direitos cidadãos para garantir privilégios corporativos. Estes grupos não conseguiram ainda se livrar da Casa Grande que a tem entrenhada na cabeça e nunca esqueceram o pelourinho onde eram flagelados escravos negros. Não apenas a boca é suja; esta é suja porque sua mente é suja. São velhistas e pensam ainda dentro dos velhos paradigmas do passado quando viviam no luxo e no consumo conspícuo como no tempo dos príncipes renascentistas.

Na linguagem dura de nosso maior historiador mulato Capistrano de Abreu, grande parte da elite sempre “capou e recapou, sangrou e ressangrou” o povo brasileiro. E continua fazendo. Sem qualquer senso de limite e por isso, arrogante, pensa que pode dizer os palavrões que quiser e desrespeitar qualquer autoridade.

O que ocorreu revelou aos demais brasileiros e ao mundo que tipo de tipo de lideranças temos ainda no Brasil. Envergonharam-nos aqui e lá fora. Ignorante, sem educação e descarado não é o povo, como costumam pensar e dizer. Descarado, sem educação e ignorante é o grupo que pensa e diz isso do povo. São setores em sua grande maioria rentistas que vivem da especulação financeira e que mantém milhões e milhões de dólares fora do país, em bancos estrangeiros ou em paraísos fiscais.

Bem disse a Presidenta Dilma: “o povo não reage assim; é civilizado e extremamente generoso e educado”. Ele pode vaiar e muito. Mas não insulta com linguagem xula e machista a uma mulher, exatamente aquela que ocupa a mais alta representação do país. Com serenidade e senso de soberania pessoal deu a estes incivilizados uma respota de cunho pessoal:”Suportei agressões físicas quase insuportáveis e nada me tirou do rumo”. 

Referia-se às suas torturas sofridas dos agentes do Estado de terror que se havia instalado no Brasil a partir de 1968. O pronunciamento que fez posteriormente na TV mostrou que nada a tira do rumo nem a abala porque vive de outros valores e pretende estar à altura da grandeza de nosso país.

Esse fato vergonhoso recebeu a repulsa da maioria dos analistas e dos que sairam a público para se manfiestar. Lamentável, entretanto, foi a reação dos dois candidatos a substitui-la no cargo de Presidente. Praticamente usaram as mesmas expressões, na linha dos grupos embrutecidos:”Ela colhe o que plantou”. Ou o outro deu a entender que fez por merecer os insultos que recebeu. Só espíritos tacanhos e faltos de senso de dignidade podiam reagir desta forma. E estes se apresentam como aqueles que querem definir os destinos do país. E logo com este espírito! Estamos fartos de lideranças medíocres que quais galinhas continuam ciscando o chão, incapazes de erguer o voo alto das águias que merecemos e que tenham a grandeza proporcional ao tamanho de nosso país.

Um amigo de Munique que sabe bem o portugues, perplexo com os insultos comentou:”nem no tempo do nazismo se insultavam desta forma as autoridades”. É que ele talvez não sabe de que pré-história nós viemos e que tipo de setores elitistas ainda dominam e que de forma prepotente se mostram e se fazem ouvir. São eles os principais agentes que nos mantém no subdesenvolvimento social, cultural e ético. Fazem-nos passar uma vergonha que, realmente, não merecemos.

Leonardo Boff professor emérito de Etica e escritor


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Fonte:http://saraiva13.blogspot.com.br/2014/06/leonardo-boff-quem-envergonhou-o-brasil.html

Golaço só depende da FIFA

17.06.2014
Do blog MEGACIDADANIA, 15.06.14

A Fifa deve por a mão na consciência 
O Brasil está dando um show de organização nesta Copa, apesar de toda campanha midiática contrária de um setor impregnado pelo complexo de vira-lata.

Milhares de turistas, de diversas nacionalidades, estão empolgadíssimos com a receptividade de nossa gente e com os diversos serviços disponibilizados, inclusive, como bem destacou o blog Conversa Afiada de PHA (clique aqui): GOVERNO DILMA LEMBRA JOÃO SALDANHA AO MONTAR CENTRO DE ATENDIMENTO A JORNALISTAS NO RIO, os Centros Abertos de Mídia (CAMs).

Portanto, o blog Megacidadania submete a tod@s uma inédita PROPOSTA coletiva à FIFA.

Considerando que nos tempos atuais o investimento global - privado e público - requer do país que sediar a Copa um enorme esforço, a FIFA deve urgentemente convocar suas instâncias decisórias e deliberar que, doravante, todo país que sediar a Copa do Mundo de Futebol, irá também sediar, por quatro anos consecutivos, a Copa do Mundo de Clubes.

Tal medida irá proporcionar ótimas condições de retorno dos investimentos, bem como consolidar as cidades-sede, utilizadas na Copa, como locais de referência esportiva, cultural e turística.

Ademais, contando com a censura da Rede Globo (clique aqui) e após a FIFA ter desprestigiado de forma vergonha o momento do chute inicial realizado pelo jovem paraplégico Juliano Pinto, de 29 anos, utilizando um inédito exoesqueleto, desenvolvido pelo neurocirurgião brasileiro Miguel Nicolelis, a entidade futebolística deve por a mão na consciência imediatamente e, assim, buscar se redimir.

FIFA, FAÇA ESTE GOLAÇO!


SE VOCÊ CONCORDA COM A INÉDITA PROPOSTA AUXILIE NA AMPLA DIVULGAÇÃO ENVIANDO O TEXTO A SEGUIR PARA OS SEGUINTES ENDEREÇOS:

Obs.: O site oficial da FIFA registra: "Por favor, note que nós só podemos responder a perguntas escritas em Inglês, Francês, Espanhol ou Alemão."

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Considerando que nos tempos atuais o investimento global - privado e público - requer do país que sediar a Copa um enorme esforço, a FIFA deve urgentemente convocar suas instâncias decisórias e deliberar que, doravante, todo país que sediar a Copa do Mundo de Futebol, irá também sediar, por quatro anos consecutivos, a Copa do Mundo de Clubes.

Tal medida irá proporcionar ótimas condições de retorno dos investimentos, bem como consolidar as cidades-sede, utilizadas na Copa, como locais de referência esportiva, cultural e turística.

FIFA, FAÇA ESTE GOLAÇO!


*

Whereas nowadays global investment-public and private-requires the country to host the World Cup a huge effort, FIFA should urgently convene its decision-making bodiesand resolve that, henceforth, all over the country to host the soccer World Cup, willalso host, for four consecutive years, the FIFA Club World Cup.

This measure will provide optimum conditions of return on investments, as well asconsolidate the host cities, used in the Copa, as landmarks, cultural and sports tourism.

FIFA, MAKE THIS A GOAL!

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FIFA - MENSAGEM PELO SITE OFICIAL (clique aqui)

@FIFAcom
@fifacom_pt
@FIFA2014Copa

FIFA Development Office Zurich (SUI)
Eva PASQUIER (Diretor de Desenvolvimento)
eva.pasquier@fifa.org

Confederação Brasileira de Futebol
cbf@cbf.com.br
@CBF_Futebol
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Fonte:http://www.megacidadania.com.br/golaco-so-depende-da-fifa/

Eliane Trindade: Xingamento de ‘yellow blocs’ da elite foi machista e vergonhoso

17.06.2014
Do blog MARIAFRÔ, 15.06.14

A Folha, como toda a grande mídia com seu jornalismo partidarizado e desinformador é uma das grandes responsáveis pelo vexame internacional que a elite brasileira deu na abertura da copa. Mas é bom que até lá, ao menos alguns sintam vergonha do que aconteceu.

Parte da elite que xingou a presidenta é formada por globais, por políticos do PSDB e pelo gado (de raça) que seguiu o camarote VIP, que entrou de graça no estádio. É bom não esquecer que elite é essa: vira-latas.
Opinião: Xingamento de ‘yellow blocs’ da elite foi machista e vergonhoso
ELIANE TRINDADE, COLUNISTA DA FOLHA
Dilma ganhou meu voto. De solidariedade. Depois de me emocionar com o hino nacional cantado à capela por um estádio lotado que saudava a seleção jogando em casa numa Copa após 64 anos, eu me envergonhei de ouvir xingamento tão desrespeitoso à presidente, à mulher, à mãe e à avó Dilma. E, por tabela, a todas as mulheres presentes, mesmo aquelas que engrossaram o coro.
Um coro puxado por “coxinhas”, como criticaram vozes que reverberavam timidamente na multidão. Poucos contra os muitos que embarcaram na “ola moral” contra a maior autoridade do país.
Eu me solidarizo com Dilma também pela democrata que é. Por estar na mesma arena com o presidente da CBF, ligado a um dos chefes dos porões da ditadura, onde ela foi torturada.
Em plena democracia, foi colocada no “pau de arara” moral por pessoas que, hipocritamente, criticam misturar esporte e política nas redes sociais temendo a reeleição.
A recepção deve fazer a presidente desistir de ver a partida Alemanha x Portugal, ao lado de sua colega alemã Angela Merckel.
Dilma não deveria se curvar à truculência de ” yellow blocs” que, vestidos com as cores do Brasil, deram lição de incivilidade e falta de respeito. Xingamentos machistas e sexistas que partiram de representantes da parcela mais privilegiada do país.
Brasileiros que estudaram em escolas padrão Fifa, mas que não aprenderam lá nem em casa que não se deve mandar uma senhora com idade pra ser sua mãe e avó para aquele lugar.
Leia também:
Trajano, da ESPN, dá um recado à elite vira-latas, leitora de Veja: não sou da laia de vocês
Bichos escrotos que saíram dos seus condomínios esgotos para envergonhar o Brasil ganham ‘homenagem’ de Chico César
Lula faz desagravo à presidenta Dilma Rousseff e fala da grosseria da elite vira-latas
Dilma Rousseff: Não me abaterei com baixarias, o povo brasileiro é civilizado, generoso e bem educado
Bob Fernandes sobre os oportunistas contra a copa: Há um discurso destrutivo…escondido pelo biombo da cobrança de legado. Como se a miséria secular fosse fruto de… geração espontânea
Arnaldo Marques: “Ah, que tempos dissimulados!” O Brazil tem nojo do Brasil e sua mais recente vítima é a Copa
Arnaldo Marques: Folha mente, manipula e desinforma sobre despesas com a Copa
Abaixo a Ellus, abaixo o trabalho escravo, abaixo os vira-latas das passarelas e da ‘moda’ atrasada
Complexo de Vira-latas, uma dica para coxinhas da moda Ellus e todo o resto da vira-latice
O moralista Falcão que estimula plateia atacar presidenta expulsou Yuka do Rappa quando este ficou paraplégico
Luíza Trajano para empresários estilo Ellus: “Está tão ruim? Então, vende o negócio e muda de país!”
Abaixo a Ellus, abaixo o trabalho escravo, abaixo os vira-latas das passarelas e da ‘moda’ atrasada
Da série: Tudo culpa do PT 2: ONU confirma: Brasil cumpriu COM ANOS DE ANTECEDÊNCIA 2 dos 8 objetivos do Milênio
Falcão aposta na despolitização da massa, prega voto contra Dilma e ganha contrato do empresário que financiou campanha de Marina
Quando o tucano coxinha-mor tem a mesma opinião dos ‘vândalos’ sobre a copa e sobre o Brasil
Da série “Lula explica”: o desafio de fazer uma imprensa relevante quando acabar a era da mídia monopolizada
Escosteguy: Carta aberta a Ney Matogrosso
PSD, PSDB, DEM PPS contra a participação popular, vamos reagir!
Conselhos da sociedade civil são constitucionais, mas a oposição acha que são ‘antidemocráticos’
Dilma consolida democracia participativa e espanta fantasma da ditadura
O decreto 8.243/2014 e a tentativa de “carteirada” de articulistas da grande imprensa
O debate sobre o Decreto 8.243: Caminho da servidão ou medo do povo?
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Fonte: http://mariafro.com/2014/06/15/eliane-trindade-xingamento-de-yellow-blocs-da-elite-foi-machista-e-vergonhoso/
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Fonte:http://mariafro.com/2014/06/15/eliane-trindade-xingamento-de-yellow-blocs-da-elite-foi-machista-e-vergonhoso/

A 'turma dos anos 90' e a pigarra da história

17.06.2014
Do portal da Agência Carta Maior
Por  Saul Leblon 

O maior desafio de Aécio Neves reside naquilo que fez a convenção do PSDB parecer uma daquelas tertúlias de aposentados gabolas.

 Divulgação
Os gurus da turminha reaça não estão num bom momento. Depois de dar umas chineladas morais em Reinaldo Azevedo, o maior cientista brasileiro vivo, Miguel Nicolelis, agora as distribuiu para Diogo Mainardi.
Importante: as chineladas de Nicolelis foram apenas em legítima defesa. Ele estava quieto em seu canto, e foi atacado covardemente pela turma do protofascismo tupiniquim.
Abaixo, a chinelada em Mainardi:
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Para lembrar, a chinelada recente do cientista em Reinaldo:
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- See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/06/16/a-chinelada-de-nicolelis-em-mainardi/#sthash.Gn8ZsuBX.dpufA convenção do PSDB  que oficializou  Aécio Neves como candidato  tucano, no último sábado, foi tão marcante que o  principal destaque ficou por conta do que não houve.
 O partido adiou, mais uma vez,  o anúncio do  vice em sua chapa.

A 19 dias de esgotar o prazo para o registro das candidaturas, o problema de Aécio é saber quem desagrega menos.

Não é uma escolha  fácil.

O repertório vai  de um impoluto Paulinho ‘Boca’, da Força Sindical,  ao demo Agripino Maia, ou talvez o híbrido de  pavão e tucano, Tasso Jereissati , ambos, como se sabe, referências  de enorme apelo popular. Correndo  por fora, a opção puro sangue,  Aécio – Serra, reúne afinidades  equivalentes  à convergência entre o  fósforo e a pólvora.

O dilema não é novo no PSDB. O  ex-governador  José Serra viveu problema semelhante em 2010.

A indecisão quanto ao nome que o acompanharia na derrota para Dilma  começou justamente quando  Aécio tirou o corpo fora, recusando a vaga que hoje oferece ao rival.

Sem opções que agregassem voto, tempo de TV ou base no Congresso (caso, pelo menos, do marmóreo vice de Dilma, o pemedebista Michel Temer), Serra postergou a decisão até o limite final, para então protagonizar  o abraço de afogado com um jovem demo.

Tal qual emergiu, Índio da Costa (DEM-RJ) submergiria  para a eternidade do anonimato após a derrota.

A dificuldade com o vice é sintomática da representatividade dos aliados.

Mas não é o principal obstáculo  para ampliar o teto da candidatura conservadora.

Passada a fase alegre da postulação interna contra rivais destroçados,  Aécio  terá que dizer ao país a que veio.

Seu maior desafio  reside naquilo que fez  a convenção de sábado  parecer uma daquelas tertúlias típicas de  aposentados   gabolas.

O celofane da mocidade mineira talvez seja insuficiente para conter o cheiro de naftalina que irradia das imagens  sempre que a ‘turma dos anos 90’, integrada por Serra, FHC, Pimenta da Veiga, Agripino e assemelhados  se junta para renovar o formol do velho projeto.

Por mais que a palavra mudança seja evocada por entre cenhos franzidos, comissuras enérgicas e punhos  erguidos, não cola.

Não há pastilha Valda que conserte a pigarra da história.

A  esperança em um futuro crível  para a economia e a sociedade  é incompatível com a regressão  apregoada pelos defensores de um modelo  que, a rigor,  não dispõe mais de força nem de consentimento para se repetir.

Para entender o porquê  é preciso enxergar os ingredientes que fizeram o fastígio da hegemonia neoliberal no final do século XX.

A saber.

Três décadas de arrocho sobre o rendimento do trabalho nas principais economias ricas, facilitado pela ascensão industrial chinesa; um contrapeso de crédito farto ao consumo  –e em muitos casos, irresponsável, como se viu na gota d’água das subprimes e, finalmente, por sobre o conjunto, uma untuosa camada de mimos tributários que rechearam os cofres dos endinheirados , contribuindo para a superliquidez  que caracterizou a praça mundial  durante décadas.

Foi sobre essa base de Estado mínimo com desonerações para os ricos, renda e trabalho esfacelados, que se deu o auge e o colapso do modelo. Um movimento inscrito dentro do outro, como em uma sinfonia.

O arranjo  só não desafinou  antes, repita-se, graças à válvula de escape de endividamento maciço de Estados e famílias, propiciado pela desregulação  que liberou a banca de controles e permitiu a lambança do crédito lastreado em derivativos tóxicos.

Era tanto dinheiro que permitia viver hoje como se não houvesse amanhã.

Em vez de salários e direitos, créditos sobre créditos para famílias quebradas.

Em vez de arrecadar  mais dos ricos, tomar  emprestado deles  na  forma de endividamento público, para suprir a anemia fiscal de Estados obrigados a dar conta de  serviços não lucrativos, por isso não privatizados.

O endividamento público lubrificado, no caso brasileiro,  por um juro real superior a 10% ao ano durante o ciclo do PSDB (hoje é de 5%), supria os cofres dos governos  e alegrava o rentismo.

 A tentativa atual de 'limpar’  a implosão do modelo removendo apenas seus ‘excessos  na ponta do crédito  resulta no filme de terror  em cartaz na Europa.

Preservar  para cima, com arrocho para baixo, associando à seca do crédito cortes sobre direitos e salários, ademais da retração do emprego, significa  uma carnificina econômica e social.

No caso brasileiro há  o inconveniente adicional de que  –nos marcos do regime democrático--   essa operação  talvez não seja mais viável depois de 12 anos de governos do PT.

A ‘mensagem mudancista ‘  de Aécio está visivelmente emparedada nessa encruzilhada.

De um lado, ele precisa atender o camarote vip que encarna e que o patrocina.

Engajados em uma cruzada de preconceito belicoso  contra  Dilma e o PT, os endinheirados exigem compromissos com medidas  heroicas .

Aquelas que Aécio prometeu tomar  --‘se der, no primeiro dia’, como afirmou  às papilas empresariais famintas, reunidas  num regabofe na casa do animador de eventos, João Dória Jr, (conforme a Folha 02/04).

A esperança  conservadora é a de que a baixa atividade decorrente de uma paulada imediata no juro, com consequente recuo do crédito e compressão  do salários real,  devolva  a  senzala ao seu lugar.

E o país aos bons tempos.

O trânsito ficaria menos carregado; os aeroportos recuperariam o velho charme .

Não só.

Um desemprego ‘funcional’  de 12,5%, como no ciclo do PSDB (hoje é da ordem de 5%), estalaria a chibata da redução do custo Brasil nas costas de quem tem 500 anos de familiaridade com o assunto.

Mais quatro anos, que diferença faz?

Novidades  no front sugerem talvez não seja tão simples assim rodar  o modelo original  no azeite do arrocho.

Um Brasil formado por dezenas de milhões de famílias antes apartadas na soleira da porta, do lado de fora do país,  agora cobra  a sua vaga no mercado e na cidadania.

No seleto clube  do juro alto  essa gente figura como estorvo.

No ciclo de governos do PT o estorvo tomou gosto da mobilidade social.

No cálculo político do candidato tucano a precaução recomenda que não se diga em público aquilo que se afirma na casa do animador do ‘Cansei’, Dória Jr.

Instala-se assim um malabarismo de alto risco no picadeiro do circo conservador.

Aécio, ora assume  o estereótipo  de mineirinho afável, ora  tenta distrair  a plateia acusando  pecadores com o fogo dos savonarolas  de passado inflamável.

Enquanto isso, operadores de mercado que o representam  costuram  o peru recheado de arrocho servido nos regabofes  da plutocracia insaciável.

O principal personagem  dessas tertúlias é Armínio Fraga, espécie de ‘é com esse que eu vou lucrar até cair no chão’ da nação rentista.

O  prestígio não é obra do acaso.

Armínio carrega no currículo o feito de ter elevado a taxa de juro brasileira de 25% para  45%, em março de 1999.

O colosso se deu  quando esse quadro reconhecido como ‘nosso homem no Brasil’  pela alta finança  internacional  –Timothy Gartner, ex-secretário do Tesouro americano, sugeriu o seu nome a Obama para presidir  o Fed -- assumiu a presidência do BC brasileiro, no governo Fernando Henrique Cardoso.

Em declarações para o público mais amplo,  Armínio, que também possui cidadania americana, procura demonstrar serenidade e comedimento. Veste o figurino do Aécio afável e apregoa um caminho gradual, ‘sem choque’, para  recolocar as coisas nos eixos.

Nas entrelinhas do comedimento, porém,  ressoa o  ‘matador dos mercados’, que parece falar diretamente ao camarote vip do ‘Itaquerão’.

Na hipótese de uma extrema eficiência na lavagem cerebral  promovida pela mídia, a ‘turma dos 90’ pode até vencer em outubro.

Mas conseguiria governar emparedada nesse duplo torniquete,  entre o compromisso com a alta finança, de um lado, e a pressão ascendente de um Brasil que tomou gosto pela cidadania, de outro?

Confira, abaixo, trechos das dubitativas respostas de  Armínio , em entrevista ao Valor, nesta 2ª feira:

Sobre baixar  a meta da inflação (leia-se, sobre o  tamanho da paulada nos juros num eventual governo tucano):

‘Tem que ter uma sequência. Primeiro, chegar a uma situação de preços normais, não tabelados, não reprimidos, levar essa inflação para a meta e, depois, decidir o que fazer. Acho que a meta deveria cair um pouco e lentamente...Vamos ter que tirar o remédio do paciente, que está dopado.

Sobre a conveniência de Aécio dizer que está pronto para tomar  ‘medidas impopulares’

'Sincericídio', acho que não. É um pouco de 'honesticídio', isso sim. Temos que cair na real: as coisas não estão dando certo.

Sobre o futuro dos salários num governo tucano.

 Acho os salários no Brasil ridiculamente baixos porque o Brasil é um povo pouco educado e pouco produtivo. Por isso é que os salários aqui correspondem a 20% dos salários dos países ricos. Há algumas áreas que ganham salários parecidos, mas o salário médio aqui é muito baixo porque somos um país pobre. E por que somos pobres? Porque o país não está crescendo. O salário tem que guardar alguma relação com a produtividade. Isso está nas atas do Copom e nas melhores cabeças que estão no governo. O país não está crescendo, caia na real! Qualquer coisa que eu diga vão interpretar como arrocho enquanto o arrocho já está aí, está sendo feito pela inflação.

Sobre a fuga de capitais que estaria em curso no país enquanto o investimento privado vive uma greve branca.

 O brasileiro gosta do seu país, gosta de morar aqui, de investir aqui. Mas o grau de incerteza hoje é tal que as pessoas estão pensando em investir fora do Brasil, estão pensando até em sair do Brasil. Há um medo que vai além da economia, é medo político também. Há uma sensação de medo que as pessoas não têm coragem de manifestar abertamente. Medo de uma atitude contra a liberdade de imprensa, contra a democracia
Os gurus da turminha reaça não estão num bom momento. Depois de dar umas chineladas morais em Reinaldo Azevedo, o maior cientista brasileiro vivo, Miguel Nicolelis, agora as distribuiu para Diogo Mainardi.
Importante: as chineladas de Nicolelis foram apenas em legítima defesa. Ele estava quieto em seu canto, e foi atacado covardemente pela turma do protofascismo tupiniquim.
Abaixo, a chinelada em Mainardi:
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Para lembrar, a chinelada recente do cientista em Reinaldo:
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/A-/31171

Nicolelis desmonta colonistas do PiG

17.06.2014
Do blog CONVERSA AFIADA, 16.06.14
Por Paulo Henrique Amorim

 “…nenhuma resposta será dada aos manipuladores oficiais de informação e ‘colonistas’ científicos da Falha de SP e do Estadinho”

Nicolelis critica a mídia e a FIFA por ignorarem o chute com o exoesqueleto

Miguel Nicolelis dedicou 17 meses de trabalho para entrar pra a história da ciência mundial. O cientista brasileiro permitiu que um paraplégico andasse na abertura da Copa do Mundo, renovou a esperança de milhões de pessoas pelo mundo, mas nem assim recebeu o devido respeito da imprensa brasileira e da FIFA.

“A FIFA deveria responder pela edição das imagens que impediu que a demonstração fosse transmitida na integra”, publicou ele hoje em seu Twitter. “…nenhuma resposta será dada aos manipuladores oficiais de informação e ‘colonistas’ científicos da Falha de SP e do Estadinho. A intenção desses veículos de sabotar o nosso trabalho ficou clara ao longo dos últimos 17 meses”. Segundo ele, esses veículos se prestam “à difamação de tudo de bom que é feito no Brasil”.

De fato, o trabalho, classificado por ele mesmo como “insano”, foi ignorado pela grande imprensa e esquecido pela FIFA, que dedicou não mais que dois segundos da transmissão da abertura ao momento mais aguardado da cerimônia.




Clique aqui para ler “Nicolelis joga Veja onde ela se rola”

E aqui para “Documento: Globo censurou o exoesqueleto do Nicolelis”

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Fonte:http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/06/16/nicolelis-desmonta-colonistas-do-pig/