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terça-feira, 10 de junho de 2014

ELITE "VIRA-LATAS": Para o Brasil ficar ruim, ainda tem que melhorar muito…

10.06.2014
Do blog AMORAL NATO, 09.06.14
Por Renato Rovai
 
miamiNoite de ontem, Aeroporto Internacional de Cumbica, Guarulhos. Babilônia total. Torcedores com camisas de suas seleções e adereços caraterísticos de seus países misturavam-se em cada canto do Terminal 1, onde o blogueiro aguardava seu voo para o Galeão, Rio de Janeiro.
 
Muita gente e muita festa. A Copa chegou ao Brasil, pensava o blogueiro. Quem sabe esse clima de pessimismo radical com o país comece a mudar.
Um casal jovem e repleto de sacolas e bolsas, se arrastando e bufando, resolve sentar nas poltronas de espera ao lado do blogueiro. Pelo papo, ficou claro, voltavam de Miami.
Provavelmente de uma viagem de compras.
- Isso é um caos, protestou ela.
Ele, mais incisivo ainda, retrucou:
- Para o Brasil ficar ruim ainda tem que melhorar muito…
O blogueiro olhou de soslaio e eles ficaram animados. A moça, mais atirada, começou a puxar papo e a falar mal do país, do PT, do Lula e da Dilma. O esporte favorito de um certo setor nacional.
- Fico olhando isso e me sinto envergonhada, disse ela. E acrescentou: - Olha essa gente aí espalhada, sentada no chão. É um vexame total. A gente não tem civilidade. Somos um povinho bem do mal educado…
O blogueiro assentiu com a cabeça, deu um sorriso amarelo e olhando tanto para ela quanto para o marido e como se não houvesse percebido que eles eram a inspiração para a frase que diria, retrucou:
- Vocês toda razão. Eu estava pensando nisso agora, olhando algumas pessoas carregando um monte de sacolas. Nos falta civilidade, nos falta educação. Onde já se viu, esse povo vai pra Miami, volta carregado de lá, não despacha as coisas e depois fica batendo as sacolas na cara de todo mundo dentro do avião. Não tenho como não concordar com você, tem um povinho brasileiro que é muito do mal educado…
O casal ficou verde, amarelo, azul e branco e o blogueiro voltou o rosto para o Ipad, fazendo de conta que escrevia um texto. Deu dois minutos, desligou o aparelho, se despediu animadamente do casal, que respondeu um tchau entre surpreso e constrangido, e foi rir alto no banheiro.
De fato, tem coisa no Brasil que pra ficar ruim tem que melhorar muito. A dona elite é uma delas.
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Fonte:http://amoralnato.blogspot.com.br/#!/2014/06/para-o-brasil-ficar-ruim-ainda-tem-que.html

Bateu Desespero :tukanus PEDEm AO STF LIBERDADE para badernas NOS ESTÁDIOS

10.06.2014
Do blog AMORAL NATO
 
Desiludidos com o esvaziamento dos protestos
 
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Fonte:http://amoralnato.blogspot.com.br/#!/2014/06/bateu-desespero.html

O significado de ser Cristão: A importãncia da fé cristã e sua relação com a religião

10.06.2014
Do blog FÉ E CIÊNCIA

 O que se pode obter com a fé cristã?
 
Quero citar os dois itens mais importantes:

•O primeiro é um relacionamento com o Criador, um relacionamento que proporciona segurança e sentido existencial. Blaise Pascal constatou que há no coração de cada ser humano "um vazio dado por Deus, que somente Ele pode preencher, através de seu filho Jesus Cristo." Seu preenchimento produz nova vida e uma perspectiva transformada, pois "a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus." Jesus colocou esta possibilidade de forma exclusivista: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." É Sua graça que resulta na "confiança em que Deus me será fiel em qualquer situação da vida, e em que Ele é o garantidor e o fundamento da minha vida, de forma que minha vida não mais poderá perder seu sentido." (Helmut Thielicke, 1908-1986, ex-reitor da Universidade de Hamburgo)
•O segundo é um relacionamento sustentável com a criação.
 
Há evidências abundantes de que a interação do homem com a criação, inclusive o desenvolvimento e uso de ciência e tecnologia, é insustentável na ausência de valores, atitudes e comportamentos adequados. Os ensinamentos e o exemplo de vida de Jesus caracterizam-se pela preocupação com o próximo, disposição ao serviço, rejeição da discriminação de pessoas, e rejeição da apropriação indevida de qualquer tipo. Desses, resulta um estilo de vida sustentável que contrasta fortemente com o individualismo hedonista, opção comum nas sociedades de consumo ocidentais. Infelizmente, um estilo de vida cristão não tem sido praticado por muitos que se consideram cristãos.

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Qual é a relação entre fé cristã e religião?
 
Fé cristã é resposta pessoal à ação e ao amor de Deus demonstrados e anunciados por Jesus Cristo. A Bíblia mostra que pela fé em Jesus podemos nos relacionar com Ele. Dessa fé resultam ações como: amar a Deus de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças; amar ao próximo como a si mesmo; cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades; praticar a justiça; amar a bondade; sujeitar-se a caminhar com Deus (Marcos 12.33, Tiago 1.27, Miqueias 6.8). Essa conduta é denominada na Bíblia de "a verdadeira religião, aos olhos de Deus, pura e sem falhas" (Tiago 1.27). Ela não busca merecer o favor de Deus. É expressão visível da fé e também fruto da gratidão pelo que Deus fez, faz e é. O teólogo Karl Barth enfatiza: "Jesus não dá receitas que mostram o caminho para Deus, como outros mestres de religião o fazem. Ele mesmo é o caminho." Fé cristã nos coloca num relacionamento pessoal com o caminho (Jesus), transcende práticas religiosas mecânicas e é incompatível com comportamentos que prejudicam o próximo.
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O que significa ser cristão? Como alguém pode se tornar cristão?
 
Foi no primeiro século d.C., em Antioquia da Síria, que os seguidores de Jesus passaram a ser chamados cristãos. Cristãos são pessoas que reconhecem em Jesus Cristo a solução de Deus para o problema do pecado.
 
Quando não é entendido corretamente, o conceito de pecado pode ser percebido como ofensivo ou ridículo. Muitas pessoas acham que pecar significa quebrar regras "divinas" de comportamento. Mas a Bíblia ensina que: (a) pecado é rebeldia contra Deus; (b) "o salário do pecado é a morte" (Rom 6.23).
 
Paulo de Tarso, um dos principais líderes das primeiras comunidades cristãs, escreveu: "Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós" (Rom 5.8). Em outra ocasião, ele escreveu: "somos dominados pelo amor que Cristo tem por nós... Ele morreu por todos para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas vivam para aquele que morreu e ressuscitou para a salvação deles" (2 Cor 5.14-15). Desta forma Jesus tornou possível que cristãos de todas as épocas e tradições afirmem juntamente com William Daniel Phillips (Prêmio Nobel de Física de 1997): "Creio em Deus como criador e como amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco".
 
A Bíblia ensina - e a experiência individual comprova - que se tornar cristão significa transformação de vida. Paulo de Tarso explica isto da seguinte forma: "Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo. Tudo isso é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele" (2 Cor 5.17-18).
 
O primeiro passo para se tornar cristão é o arrependimento, que não consiste apenas em lamentar esta ou aquela má ação, mas inclui: (a) o reconhecimento da nossa rebeldia contra Deus, e (b) o desejo de mudança. O segundo passo é aceitar que a solução para nossa condição é Jesus Cristo e aquilo que ele fez por nós. Para tal é preciso ter, obviamente, uma noção básica a respeito de Jesus Cristo. Os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João contém informações de primeira mão sobre Jesus, sua vida e obra. Um texto derivado destes, cuja leitura também tem sido útil a muitas pessoas é Cristianismo puro e simples, de C.S. Lewis, um dos grandes professores de literatura da Universidade de Cambridge.
 
Tornar-se cristão tem um aspecto individual e outro corporativo. Quando nos tornamos cristãos o fazemos pessoalmente, por exemplo, numa oração; mas também o fazemos de forma pública, ao nos tornarmos membros de uma igreja local (comunidade cristã). João escreve aos cristãos: "A mensagem que vocês ouviram desde o princípio é esta: Que nos amemos uns aos outros" (1 João 3.11). Nas igrejas e através delas temos oportunidades de praticar isso. É difícil viver uma vida cristã sem um grupo de amigos cristãos, sem uma comunidade que crê o que você também crê.
 
Mas há céticos com relação às igrejas, pois de uma forma ou de outra cristãos e suas comunidades desapontaram muitas pessoas. Isto não surpreende realmente; comunidades cristãs nunca foram (e nunca serão) comunidades perfeitas. De fato, Paulo de Tarso alertou que "entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho ... se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si" (Atos 20.29). Assim, um pouco de pesquisa e uma pitada de discernimento são importantes para escolher a sua comunidade cristã.
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Fonte:http://www.freewebs.com/kienitz/resp.htm#perg5

Alckmin fala grosso com trabalhador do metrô e fino com propineiros engravatados do trensalão.

10.06.2014
Do blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
 


O governador Geraldo Alckmin é um carrasco quando lida com trabalhador. Já tinha ganho na Justiça do Trabalho contra a greve no Metrô. Aproveitou a decisão judicial para demitir 42 trabalhadores, chefes de família, para intimidar os demais grevistas.
 
 
Os metroviários fizeram assembléia e depois reunião com a diretoria do Metrô, para voltarem ao trabalho, mediante readmissão dos demitidos. O presidente do Metrô aceitou, mas quando foi consultar o governador, Alckmin barrou a readmissão. Com isso o clima de greve continua. A classe ameaça parar de novo dia 12.
 
É com essa truculência que ele trata trabalhadores. Mas quando é para lidar com o pessoal do colarinho branco que fez desvios bilionários em contratos do Metrô com as multinacionais Alstom, Siemens e outras, Alckmin fala fininho, impede tudo quanto é CPI, não afastou secretários suspeitos, não demitiu ninguém. Uso velho bordão de que tem que esperar investigações.
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Fonte:http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/06/alckmin-fala-grosso-com-trabalhador-do.html

SP: o espírito de 32 em 2014

10.06.2014
Do portal da Agência Carta Maior,09.06.14
Por Saul Leblon
 
A alta finança hoje é a cafeicultura do século XXI. Vencê-la implica desmontar sua dominância sobre o desenvolvimento. E romper limites impostos à democracia.       

O PSDB governa o Estado de São Paulo há 20 anos.

Mário Covas foi eleito governador em 1994, seis anos depois de criada a sigla que completa 26 anos de existência neste 25 de junho.

Geraldo Alckmin, o plantonista atual do bunker concorre à reeleição em outubro, depois de ter participado diretamente de quatro das cinco gestões tucanas no estado.

Alckmin foi vice de Covas em 1994 e 1998.

Em 2001 assumiu o governo com a morte de Covas.

Emendou o terceiro ciclo à frente do estado em 2002, eleito governador.

Feito que repetiria em 2010.

Está na sua quarta passagem pelo poder, que encerra pleiteando a reeleição para um 5º mandato em outubro.

No interregno de 2006 a 2010, quando não esteve diretamente no comando do governo, Alckmin assumiu a secretaria de Desenvolvimento do estado na gestão Serra.

Duas décadas no poder e 44% de intenções de voto para o pleito estadual de 2014, (a se dar crédito ao Datafolha do último sábado), não é algo que se possa menosprezar.

O desconhecimento em relação aos demais candidatos pesa significativamente a favor de Alckmin.

Padilha (PT) é um nome novo na política.

O fato de estar há tanto tempo no rodízio dá ao tucano uma aura de ‘normalidade’ em tempos de sobressalto e inquietação.

O sentimento, porém, possivelmente fosse o oposto, se o dispositivo midiático conservador não tornasse difuso aquilo que é estrutural.

Ou seja, as duas décadas de autodeclarada proficiência administrativa do PSDB em São Paulo não se traduziram em bem-estar social efetivo para o conjunto dos paulistas.

Na realidade, elas refletem mais a conveniência da plutocracia brasileira, que fez do estado sua linha Maginot, do que a consagração de uma obra democrática.

Em parte, é o que explica a renitente presença desse insípido, mas fiel gerente do comodato do dinheiro grosso no poder estadual.

Nenhum outro quadro dirigente do PSDB de São Paulo esteve tão presente no ciclo de escândalos da Alstom, marca registrada do caixa 2 tucano na gestão do metrô paulista, quanto Geraldo Alckmin.

A julgar pelos relatos do próprio oligopólio associado às encomendas do metrô, o intercurso entre o cofre das empresas e o caixa pessoal e coletivo do tucanato começou em 1998, quando ele era vice de Covas.

E não parou mais de fluir.

Entre 1998 e 2001 sabe-se, graças às investigações realizadas pelo Ministério Público da Suíça, que pelo menos 34 milhões de francos franceses foram pagos em subornos a autoridades tucanas, na lubrificação de contratos do metrô.

Com a morte de Covas, em 2001, Alckmin assumiu o comando desse comodato. E se manteve à frente dele até 2006.

Seria injusto atribuir-lhe a exclusiva liderança do processo.

No período de negociação de alguns dos grandes contratos de transporte e energia o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn, dirigia a pasta de energia da gestão Covas e Alckmin (deixou o cargo em janeiro de 1998 para assumir a direção geral da Agência Nacional do Petróleo).

O serrista Mauro Arce comandava a de Transportes. Andrea Matarazzo bordejava o circuito.

Assim por diante.

Nada disso retira de Alckmin o que é de Alckmin.

Um contrato de R$ 223,5 milhões com a Alston, para a compra de 12 trens, foi assinado em 28 de dezembro de 2005.

Sem licitação.

Alckmin era o governador.

Um total de 139 contratos assinados entre a Alstom e o Governo do Estado de São Paulo nos últimos anos (governos Serra e Alckmin) ,no valor de US$ 4,6 bilhões, está sob suspeita.

As investigações na justiça paulista se arrastam, em que pese o esforço solitário do ministério público suíço.

Sempre discreto, semi-invisível tanto quanto a obra, Alckmin é um dente da engrenagem que move os interesses comuns do dinheiro e do PSDB no grande diretório do capitalismo brasileiro em que se transformou o aparato estatal bandeirante.

A dissociação entre esse aparato e o interesse público pode ser medida pelo hiato entre as promessas do tucano na campanha vitoriosa de 2010 e o saldo efetivo deste final de mandato.

Alckmin entregou então aos paulistas um compromisso sortido, cravejado de números suculentos.

Entre eles, o de construir 150 mil moradias, promover um salto no transporte público e na saúde, construir 12 piscinões em São Paulo etc.

Quatro anos depois, sobrou o quê?

Em janeiro de 2014 Alckmin comunicou que mudara de ideia em relação aos piscinões.

Desistiu, alega, a partir de cálculos hidrológicos que indicariam a suficiência de uma ‘otimização’ das instalações existentes.

Dos 12 piscinões prometidos, três foram feitos, outros dois estão em obras.

A meta de oferecer 150 mil moradias às faixas de renda mais pobres ostenta frustração igualmente grave.

Em 2013, a construção de unidades populares pelo governo estadual registrou queda de 80% na capital.

Isso num ano em que explodiram as ocupações de edificações públicas e privadas pelos sem-teto na cidade.

Das 150 mil unidades previstas, seu governo entregou até agora 55.483 moradias.

Estamos falando da prioridade habitacional do PSDB no estado mais rico da federação, que tem um déficit de 1,11 milhão de moradias --o maior do Brasil em termos absolutos.

Mesmo no confronto com seus pares, o desempenho de Alckmin é derrisório.

Em 1998, por exemplo, o então governador Covas (PSDB) construiu, no ano, o equivalente próximo da marca que Alckmin atingirá ao longo de toda a sua quarta passagem pelo Estado (52.167 unidades).

Na área da saúde é sugestivo dizer que São Paulo receberá um dos maiores contingentes do Programa Mais Médicos: 1.279 profissionais vão atender a 7,2 milhões de moradores desassistidos do estado.

O corolário do modo Alckmin de governar é o atual uso do ‘volume morto’ do sistema Cantareira –último recurso antes do racionamento oficial , presente na vida cotidiana de vários bairros da capital.

São Paulo vive a estiagem mais severa desde 1930. Ademais da exacerbação climática, porém, há o efeito cumulativo da contradição estrutural entre a lógica do poder bandeirante e as questões do interesse coletivo.

O abastecimento de São Paulo se apoia no mesmo fluxo de mananciais interligados ao final da década de 70, meados dos anos 80.

A população de São Paulo dobrou no período.

Nas últimas duas décadas, a curva demográfica conviveu com administrações que não se anteciparam ao colapso implantando a infraestrutura capaz de evitá-lo.

O flanco do abastecimento de água foi escancarado pela estiagem.

Outros, de gravidade equivalente, caso da mobilidade urbana simbolizada na expansão de um metrô que se arrasta como lesma, ou do déficit habitacional, para não citar o desempenho constrangedor da rede estadual de ensino, inscrevem as marcas da ineficiência no cotidiano sofrido da sociedade.

São Paulo tem 3% do território brasileiro, 22% da população e 33% do PIB nacional.

Há 84 anos, no bojo de uma crise capitalista de 1929 , que esfarelou os preços das matérias-primas e destroçou a inserção brasileira no mercado mundial, o poder da oligarquia paulista foi afrontado por Vargas.

A política centralizadora e industrializante de Getúlio sacudiu o chão das oligarquias estaduais, especialmente o da mais sólida dentre elas, em São Paulo.

O governo Vargas reconheceria oficialmente os sindicatos dos operários, legalizaria o Partido Comunista e adotaria uma política de direitos trabalhistas e valorização do salário mínimo.

O amparo à cafeicultura, com a política de compra e queima de estoques, combinou-se com o manejo discricionário do câmbio, de forma a capturar um pedaço da receita exportadora, como se fora um imposto sobre as vendas do setor.

Iniciativas como essa alteraram o circuito do dinheiro no sistema econômico.

O 'quanto, como e onde aplicar' deixou de ser prerrogativa exclusiva das elites paulistas e assemelhadas.

A sublevação de São Paulo em 1932 refletia o desacordo conservador travestido de ideais liberais.

Não foi a única.

Sempre que um governante tentou sobrepor os interesses gerais do país à lógica do dinheiro graúdo concentrado em São Paulo, a elite local reagiu.

São Paulo perdeu importância produtiva nas últimas décadas, mas se mantém como o bunker financeiro do capitalismo brasileiro.

A alta finança é o cafeicultura atual.

O que significa, paradoxalmente, deter um poder de fogo em relação à esfera federal e ao resto da economia muito superior ao registrado no ciclo do café e mesmo no auge do estado como ‘a fábrica’ do país.

Para a plutocracia paulista e parte da classe média ter um governante do PSDB à frente do aparelho de Estado não é uma questão da democracia, mas de fortificação desse privilégio.

Apesar do levante de 1932 – esmagado em três meses-- Vargas sustentou uma política de compromisso com os grupos cafeicultores, garantindo-lhes uma taxa de retorno em plena crise mundial.

Mutatis mutandis, os governos do PT fizeram o mesmo ao garantir ao setor industrial paulista, e à banca aqui centralizada, uma demanda aquecida por bens de consumo e crédito, em pleno colapso da ordem neoliberal no mundo.

A exemplo do que ocorre hoje, nem por isso a oligarquia de São Paulo deixou de conspirar contra Vargas e contra a lógica de desenvolvimento que ele personificou.

Trinta e dois anos depois de 1932, ela conseguiria finalmente, em março de 1964, atingir seu objetivo: abortar as fundações de uma democracia social no país.

Em 1964, os vapores constitucionalistas de 32 revelariam sua frágil convicção liberal.

Sobreveio em seu lugar uma ditadura feroz, que derrubou um governo legitimamente exercido por um Presidente reformista e democrático.

Essa mesma lógica explica por que –ainda que menospreze o 'caipira' Alckmin—essa elite hoje cerra fileiras na sua reeleição.

Poupando-o do que efetivamente significa em termos de mediocridade administrativa.

E esbanjando complacência diante de seus vínculos incontornáveis com a malversação tucana dos fundos públicos em São Paulo.

Quem já sobrepôs a baioneta ao voto para defender interesses de classe não vê dificuldade alguma em dar a esse rebaixado funcionário um quinto ciclo à frente do comodato de negócios que se incrustou no poder público estadual.

Vencer esse arranjo de forças encastoado em São Paulo vai além das urnas.

Requer, simultaneamente, desmonta-lo na dimensão superior do seu poder.

Vale dizer, na dominância financeira sobre o desenvolvimento brasileiro.

E nos limites estreitos que ele impõe ao exercício da democracia e ao fluxo da informação na sociedade.

Essa dimensão do poder paulista será enfrentada no escrutínio presidencial de outubro.
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Fonte:http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/SP-o-espirito-de-32-em-2014/31107

Os argumentos sórdidos contra a realização da Copa

10.06.2014
Do blog CAFEZINHO, 09.06.14
Por Miguel do Rosário
 
Ótimo comentário do leitor Antonio Victor.
 
 
Ele ajuda a derrubar um argumento um tanto mesquinho, que considera a construção de um estádio um desperdício, quando sabemos que aquele estádio gerará empregos, renda e impostos durante décadas, ajudando a desenvolver a região onde ele está instalado. Os estádios foram preparados para receber não apenas partidas de futebol, mas grandes shows e sediar eventos de todo o tipo.
 
Ele observa ainda que a Inglaterra sediou uma Olimpíadas no momento mais difícil de sua história, três anos após o término da II Guerra, quando o país ainda estava devastado pelos bombardeios alemães e com dívidas alucinantes geradas pelos gastos do conflito.
 
Os EUA também viveram situação parecida. Sediaram uma Olimpíadas em 1932, quando a nação se encontrava vergada por uma de suas piores crises de sua história (após o crash da bolsa, de 1929), com milhões de pessoas desempregadas em todo país.
 
Em ambos os países, sediar um grande evento foi considerado um momento para erguer a autoestima do povo, e fazê-lo acreditar que as crises seriam superadas.
 
E duvido que, naquela época, a Olimpíadas tenha sido usada, tanto na Inglaterra quanto nos EUA, como pretexto para a realização de tantas obras estruturantes, de mobilidade urbana, como vimos aqui.
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Inglaterra e EUA sediaram Olimpíadas nos momentos mais difíceis de seus países
 
Por Antonio Victor, em comentário para o post Os ganhos da Copa em infra-estrutura.
 
NULL
O argumento mais sórdido que a direita usa contra a Copa é de que não se pode fazer eventos assim sem resolver os problemas nacionais. Eu pesquisei aqui e descobri duas coisas interessantes: a Inglaterra sediou uma Olimpíada três anos depois da segunda guerra, com o país ainda destroçado. E mais, os EUA sediaram a Olimpíada de Los Angeles em 1932, no auge da recessão, com milhões de americanos desempregados e passando fome. Inclusive a Olimpíada de 1932 foi a de maior investimento até então. O que para o primeiro mundo é motivo de progresso, usado para levantar o moral do povo, no Brasil é usado para aniquilar a autoestima nacional.
 
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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2014/06/09/os-argumentos-sordidos-contra-a-realizacao-da-copa/

Eric Nepomuceno: No ar, um movimento desestabilizador

10.06.2014
Do blog VI O MUNDO, 09.06.14
08/06/2014 – Copyleft
Coisas estranhas no Brasil
 
Existe um inegável mal-estar generalizado, palpável no ar. Há um crescente pessimismo com a economia. E aí começam a aparecer estranhezas.
 
 
As eleições acontecerão em outubro, a campanha oficial começa no rádio e na televisão em agosto, mas as pesquisas saltitam a cada quinzena, ou quase. Se o eleitorado parece desinteressado, o empresariado parece, mais que interessado, ansioso, inquieto.
 
As pesquisas mais recentes, do Datafolha, indicam que Dilma Rousseff retomou seu viés de queda. Isso, claro, é destacado no noticiário. O que ninguém parece lembrar é que seus dois principais adversários, o tucano Aécio Neves e Eduardo Campos, do PSB, também caíram.
 
Dilma havia recuperado terreno em pesquisas anteriores, e agora tornou a cair. Uma questão nebulosa: se ela retrocede e os outros não avançam – pior: também recuam –, onde foram parar os votos perdidos? Por que nenhum dos dois netos, cujos avôs são a principal garantia de suas trajetórias, é beneficiado?
 
Tudo indica que a maior surpresa foi o forte aumento dos que declaram que seu voto será nulo ou em branco, e também dos que se declaram indecisos. Nesses quesitos, houve uma reviravolta em comparação às pesquisas anteriores.
 
Existe um inegável mal-estar generalizado, palpável no ar. Há um crescente pessimismo com a economia. E aí começam a aparecer estranhezas.
 
Por exemplo: muito se martela a nota de que vivemos debaixo de forte pressão inflacionária. Essa campanha persiste e se alastra, apesar de os índices mostrarem o contrário (desde meados de março a taxa de inflação vem baixando de maneira constante).
 
Ao mesmo tempo, fala-se que aumentou o temor a perder o emprego, apesar dos índices de desemprego continuar baixos.
 
Há contradições e incongruências entre os próprios entrevistados, tanto nos resultados do Ibope como nos do Datafolha: a aprovação do governo de Dilma equivale à desaprovação.
 
A imensa maioria (na média dos institutos, mais de 70% dos entrevistados) pede mudanças na forma de governar, mas um índice similar diz que sua vida melhorou e que estão satisfeitos. Há uma espécie de batalhão desnorteado, que se queixa de tudo e de qualquer coisa sem dizer exatamente de que se trata. De onde vem esse mal-estar, essa tensa irritação que impregna a atmosfera das grandes cidades brasileiras?
 
Não são poucos – nem necessariamente paranoicos – os brasileiros que sentem que, a cada semana, aumenta a sensação de que está em marcha um nebuloso, melífluo movimento desestabilizador. O que ninguém consegue é detectar quem está por trás, quem organiza, a que interesses esse movimento responde.
 
E no entanto, existe um dado que, se não dá resposta a essas questões, certamente dá o que pensar: a influência direta entre a divulgação dos resultados das pesquisas e as oscilações do mercado financeiro, que tem nos grandes meios de comunicação seu esforçado e eficaz porta-voz.
 
Desde 2002, quando Lula derrotou José Serra, essa sacrossanta entidade chamada mercado não padecia tamanhos ataques de ansiedade pré-eleitoral. A reeleição de Lula, em 2006, e a eleição de Dilma, em 2010, foram engolidas sem maiores esforços. Agora, o clima é outro, bem outro.
 
Não é sem razão que bancos, agentes, corretores e investidores gastam um bom dinheiro contratando pesquisas eleitorais para uso restrito. São pesquisas paralelas, e o sistema funciona assim: cada vez que um instituto anuncia que estará em campo fazendo entrevistas, instituições financeiras encomendam outra, sigilosa. Desta forma ficam sabendo, com um ou dois ou três dias de antecipação, qual será o resultado a ser anunciado. Como a cada queda (ou avanço) de Dilma ocorre invariavelmente uma alteração na Bolsa de Valores, uma oscilação no câmbio e outra na taxa de juros a futuro, ter uma indicação fiável desses dados significa uma boa oportunidade de especular e ganhar.
 
O empresariado brasileiro não gosta nem um pouco da política econômica de Dilma Rousseff. Os donos do dinheiro, menos ainda. Mas gostam de ganhar. E adoram especular.
 
Há algo estranho quando tantas greves se repetem e persistem, e mais ainda quando levadas adiante por minorias sindicais, como aconteceu no transporte público do Rio de Janeiro. A profusão de paralisações não faz mais do que ampliar o mal-estar e a irritação popular. Nota-se claramente que, insuflada pelos grandes meios de comunicação, em especial a televisão, essa irritação popular é direcionada aos políticos em geral e aos governos em particular. E, uma vez mais, Dilma é o alvo preferencial.
 
Nesse clima estranho, nessa atmosfera um tanto rarefeita, começa a Copa do Mundo. Haverá mobilizações de protesto, greves selvagens e sem norte, haverá de tudo um pouco, até mesmo futebol.
 
Serão tempos estranhos, e estranha será a caminhada daqui até as urnas de outubro.
 
Leia também:
 
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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/eric-nepomuceno-no-ar-um-movimento-desestabilizador-estaria-o-mercado-financeiro-por-tras.html

GLOBO MANIPULA EM FAVOR DOS TUCANOS: O vídeo que a Globo bloqueou

10.06.2014
Do blog O TERROR DO NORDESTE
 
 
O jornalista Tino Marcos, da Globo, deu uma entrevista ao Domingão do Faustão pedindo apoio do povo para a Copa. Faustão não gostou.A globo também não, e mandou bloquear o vídeo.Com a ajuda providencial do guerreiro Stanley Burburinho, o vídeo foi recuperado.Veja aqui o que Tino Marcos fala sobre Dilma Rousseff.Regulação da mídia, já.
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Fonte:http://wwwterrordonordeste.blogspot.com.br/

Estudante cristão que desarmou atirador de Seattle é aclamado como herói

10.06.2014
Do portal  GNOTÍCIAS, 09.06.14
Por Dan Martins

 
Um estudante cristão está sendo aclamado como herói por ter desarmando na última semana um atirador que cometia um atentado no campus da universidade Seattle Pacific, no estado norte americano de Washington. Jon Meis, de 22 anos, usou spray de pimenta para conter o atirador Aaron Ybarra, de 26 anos, quando ele entrava em um dos salões da universidade.

No momento em que foi parado pelo estudante, Ybarra já havia atacado outros estudantes, e suas ações no campus universitário resultaram em um morto e três feridos, tragédia que só não foi maior por causa da ação de Jon Meis.

Meis, que é monitor escolar, estava sentado atrás de uma mesa no átrio do edifício quando o suspeito entrou no local. Ybarra tria parado para recarregar sua arma, quando o jovem o pulverizou com spray de pimenta e o abordou imobilizando-o chão. Outros alunos e professores, em seguida, correram para ajuda Meis segurando o atirador até a chegada da polícia.

Heroísmo e fé

De acordo como The Christian Post, apesar de Meis e sua família não comentarem o ocorrido, amigos e testemunhas oculares do tiroteio descreveram Meis como um “herói” cujos esforços deram fim ao que poderia ter sido uma tragédia muito maior na universidade Seattle Pacific.

- Estou orgulhoso das ações altruístas que o meu companheiro de quarto, Jon Meis, mostrou hoje ao derrubar o atirador – afirmou o estudante Matt Garcia pelo Twitter na quinta feira.

- Ele é um herói – resumiu Garcia.

Andrew Van Ness, que afirma ter sido companheiro de quarto Meis nos últimos quatro anos, afirmou à CNN por e-mail que ele não ficou surpreso ao saber que seu amigo tinha sido o herói do dia.

- Eu não fiquei surpreso ao ver que ele era o herói, a sua desenvoltura, seu amor ao próximo e conhecimento do bem maior é o que o define, em minha mente – disse o estudante.

Melissa Engstrom, amiga da família de Meis, disse ao The Seattle Times que o jovem é marcado por sua profunda fé cristã e sua família unida. Ela acrescentou que vê a “fé de Meis em Jesus Cristo e sua disposição de se sacrificar pelos outros” como as principais razões por trás de seu ato heroico.
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Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/estudante-cristao-desarmou-atirador-seattle-heroi-68474.html

Não imagine na Copa, porque ela é uma realidade

10.06.2014
Do blog TIJOLAÇO, 09.06.14
Por Fernando Brito
 
holandesa
Tomei um avião, hoje de manhã, do Rio para Brasilia.
 
Duas cidades-sede da Copa.
 
Tranquilidade completa.
 
O avião era da Azul, destes que tem TV a bordo.
 
Assisti, portanto, o esforço da Globo em tentar mostrar algum problema na estrutura de recepção aos estrangeiros.
 
Nada, a não ser a greve do metrô de São Paulo, que espantou uma turista canadense.
 
Mas que rapidamente ficou satisfeitíssima com uma senhora, brasileira, que lhe ofereceu carona.
 
Durante anos você ouviu o “imagina na Copa” para figurar o desastre que seria o desempenho do Brasil como anfitrião.
 
Conversa fiada.
 
Claro que pode ocorrer um problema aqui, outro ali, um assalto, coisas que se passam em qualquer parte do mundo.
 
Nosso país sofreu, por parte de uma mídia e uma elitezinha subdesenvolvida mentalmente, uma campanha indescritível de desmoralização.
 
A história dos gastos públicos é igual.
 
Recomendo a leitura do post de Rodrigo Vianna, onde um colunista esportivo dizia que não se justificava combater a ideia de uma Copa no Brasil com “o velho argumento de que é melhor construir escolas e hospitais é falso”.
 
Dizia isso, claro, nos anos 80.
 
A melhor história do dia, para mim, é a da “desorganização padrão Fifa” da Seleção Inglesa, que esqueceu um jogador no hotel.
 
E a melhor imagem é a da torcedora holandesa, feliz da vida diante de sua barraca do “acampotel” montado para torcedores de seu país num clube de funcionários da Eletropaulo, perto da Represa de Guarapiranga, uma tradição da torcida laranja.
 
Barracas de plástico e camas de pinho!
 
Imagina na Copa!
 
Depois reclamam do Lula ter falado em babaquice…
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Fonte:http://tijolaco.com.br/blog/?p=18197

Conhecendo e Amando o Cristo Invisível

10.06.2014
Do portal GOSPEL MAIS, 05.06.14
Por Silvio Dutra
 
“Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.” (II Coríntios 5.16)
O nosso conhecimento de Cristo não é por vista, porque amamos Alguém invisível, mas Ele é muito real para o cristão que partilha da Sua intimidade, porque se dá a conhecer em espírito, e assim, todo verdadeiro conhecimento não somente relativo a Cristo, mas às pessoas com as quais temos comunhão, é pelo espírito, não pelo que vemos ou ouvimos com nossos sentidos naturais.

O apóstolo tinha falado antes da sublimidade de se morrer para se estar para sempre com o Senhor, e não mais estarmos ausentes dEle, pelas limitações que ainda nos são impostas pela vida que temos no corpo.

Paulo afirmou que não se conhece a Cristo segundo a carne, senão pelo espírito.

Deste modo, o Cristo que servimos é onisciente, onipotente, onipresente. Ele tudo sabe, vê e governa. É inútil tentar viver aparte da consideração de que se deve viver de tal modo, que em tudo Lhe sejamos agradáveis, quer estando neste mundo, em que não O vemos, quer no vindouro, quando o veremos face a face.

Este empenho em se viver de modo agradável ao Senhor deve levar em conta, principalmente, o temor que Lhe é devido, porque teremos que comparecer ante o Seu Tribunal, no qual prestaremos contas e receberemos o louvor ou o dano de tudo o que tivermos feito por meio do corpo neste mundo, seja o bem segundo a Sua vontade para recompensa, seja o mal, para dano ou perda de galardão.

Então pregar o evangelho com fidelidade não é uma opção para os que são chamados, mas uma honra, e uma grande responsabilidade e dever, porque este nos foi encarregado da parte de Deus, para sermos seus embaixadores, na convocação de todos os homens a se reconciliarem com Ele, porque Cristo “morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”

Paulo podia afirmar este ensino com toda a autoridade porque ele foi o último dos apóstolos, que não havia conhecido a Jesus em Seu ministério terreno, e no entanto, conforme ele próprio diz em suas epístolas, havia aprendido o evangelho pela revelação que lhe fora feita pelo próprio Senhor, em espírito, e que havia trabalhado muito mais para o Senhor do que todos os demais apóstolos, e o próprio Pedro reconheceu a profundidade do conhecimento de Jesus que Paulo havia alcançado.

Por isso nosso Senhor havia dito a Tomé que mais bem-aventurados do que ele eram todos aqueles que haviam crido na Sua ressurreição e que foram instruídos quanto a isto em espírito, sem tê-lo visto, do que aqueles que Lhe tinham visto ressuscitado com os olhos da carne.

O conhecimento do Senhor é feito através dos olhos espirituais da fé, e não por evidências visíveis.

Assim, Paulo podia recomendar a si mesmo às consciências de seus ouvintes quando os persuadia à fé, porque podiam se gloriar no testemunho da sua sinceridade, e no fato de se gloriar nas coisas operadas por Deus em seu coração, e não na aparência, conforme muitos faziam em Corinto em seus dias.

As vidas que estavam sendo geradas pelo evangelho através do seu ministério não haviam crido por evidências externas e por argumentos persuasivos humanos, mas por demonstrações do Espírito e de poder que repousavam sobre sua vida.

Em Cristo está sendo formada uma nova criação espiritual, e todo verdadeiro cristão faz parte da mesma, então não devem se fixar nas coisas do velho homem que são passadas à vista do Senhor, mas na nova vida que receberam do céu.

Deus mesmo proveu todas estas coisas relativas à reconciliação dos pecadores com Ele, não lhes imputando mais a condenação dos seus pecados por causa de Cristo.

O trabalho do apóstolo e de qualquer ministro de Cristo é portanto o de rogar aos homens que se reconciliem com Deus, porque Cristo, que não tinha pecado, morreu no nosso lugar, fazendo-se réu do pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus, isto é, alvo de Sua justiça, para que pudéssemos ser justificados do pecado.

À vista destas realidades, o objetivo maior e principal de um cristão não deve estar nas coisas deste mundo, mas no céu, porque foi de lá que recebemos a nova vida que há de permanecer por toda a eternidade; e é de lá também que recebemos todas as virtudes espirituais invisíveis, como elas se encontram em nosso Senhor Jesus Cristo.

E ainda que venhamos a morrer, temos um outro corpo celestial e glorificado aguardando por nós no céu, e deveríamos aspirar por deixar um dia este corpo terreno para que possamos receber este novo corpo celestial.

Assim o que é mortal dará lugar ao que vive eternamente; conforme planejado por Deus desde o princípio, e para comprovar esta verdade Ele deu o Espírito Santo para habitar nos cristãos, para que seja o penhor do cumprimento cabal de tudo o que lhes tem prometido quanto à sua vida futura e celestial.

Esta esperança de vida eterna deve ser motivo para que os cristãos tenham sempre bom ânimo, em todas as aflições que sofrem ainda no corpo neste mundo, uma vez que todas elas cessarão somente quando estiverem para sempre na presença do Senhor, depois de terem sido chamados por Deus a deixarem o corpo mortal, para que possam viver na esera das coisas que são somente espirituais, celestiais e divinas.

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Fonte:http://estudos.gospelmais.com.br/conhecendo-e-amando-o-cristo-invisivel.html

Luiz Eustáquio promove audiência pública sobre shopping popular

10.06.2014
Do portal da CÂMARA MUNICIPAL DO RECIFE,09.06.14
 
Uma debate sobre a construção de shoppings populares no Recife, com boas condições de funcionamento, foi realizado na audiência pública promovida pelo vereador Luiz Eustáquio (PT), na manhã desta segunda-feira, 9, na Câmara Municipal. O plenarinho ficou lotado de ambulantes, que estão mobilizados com o objetivo de implantar os centros populares descentralizados, por entenderem que eles podem reduzir o número de comerciantes informais das ruas e dessa forma contribuir para melhorar a mobilidade urbana.
Luiz Eustáquio promove audiência pública sobre shopping popular
“Implantar shoppings populares no município do Recife pode contribuir para o desenvolvimento de nossa cidade, principalmente no que trata de geração de emprego, atribuindo assim oportunidades de crescimento da economia popular no município, além de impulsionar o desenvolvimento do turismo”, defendeu o vereador Luiz Eustáquio. Em seu entendimento, construir shoppings populares é uma medida que pode modernizar e qualificar os serviços do mercado informal, ampliando a atenção para este setor que segue em constante desenvolvimento e que necessita de espaço adequado para as vendas.
 
Luiz Eustáquio disse que em vários estados os shoppings populares já são uma realidade. Um vídeo foi apresentado na audiência pública com fotos desses mercados. “Eles, apresentam boa estrutura de lojas diversificadas para o funcionamento das atividades no local, alguns incluindo áreas amplas de alimentação, existindo toda uma logística de qualidade sobre os serviços fornecidos”, disse o vereador. Fizeram parte dos debates o gerente geral de Operações da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano, Flávio Romárico; a chefe de Fiscalização e Controle Urbano, Irajacira Beltrão; o presidente do Sindicato do Comércio Informal de Pernambuco, Elias França; a representante do Sistema Fecomércio, Ana Morais; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Comércio Informal do Recife (Sintraci), Severino Souto Alves.
 
A instalação dos shoppings populares, disse Luiz Eustáquio, vai contribuir para melhorar as condições dos trabalhadores e trabalhadoras do comercio informal, mas também melhorar a economia do Recife e problemas como a mobilidade urbana. Existem no Recife cerca de 8 mil ambulantes, segundo o diretor do Sintraci, Alexandre Nascimento. “O shopping popular acabará com um problema que é a obrigatoriedade de renovar a licença que somos obrigados a retirar a cada três ou seis meses. Esse é um incômodo que depende de cada gestão na Prefeitura”, disse.

O presidente do Coletivo de Luta Comunitária, Ivonaldo Marques Belloto, disse que os “shoppings populares não vão resolver os problemas dos camelôs, mas contribuirão para melhorar a situação”. Ele acrescentou que, além dos shoppins, a Prefeitura do Recife poderia pensar em quiosques padronizados instalados em vários locais. O representante da Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano, Flávio Romárico, disse que a Prefeitura do Recife concorda com a construção dos shoppings populares. “Nós convergimos para a proposta dos ambulantes. A única diferença é que nós chamamos esses shoppings de centro de comércio”, assinalou.
 
Ele afirmou que a atual gestão já adquiriu sete terrenos para instalação desses centros comerciais, sendo quatro no centro do Recife, localizados na Rua da Saudade (imóveis de números 105, 129 e 130 e na Rua do Riachuelo, 135). Os outros três estão na Avenida Beberibe (largo de Água fria), em Afogados (antigo Clube do Itaú) e na Rua da Penha, 57. A chefe de Fiscalização e Controle Urbano, Irajacira Beltrão, acrescentou que a criação desses centros populares, no entanto, não depende só do desejo de instalá-los ou da elaboração de projetos. “Depende de aquisição de imóveis, legalização e pagamento. Muitas vezes pressupõem a negociação com grupos de familiares, que são donos dos imóveis. O processo não é rápido, mas burocrático”, disse.

O presidente do Sintraci, Severino Souto Alves, reconheceu que a Prefeitura do Recife fez as desapropriações de terrenos para construção dos shoppings populares na cidade. Ele, porém, lamentou que “a aquisição foi feita sem um diálogo conosco” e que dos cinco adquiridos no centro (das ruas da Saudade, Riachuelo e também o da Penha), “somente três são bons”. Severino ressaltou que, “sem esse diálogo, vamos cometer os mesmos erros de ano atrás”,. Esse erro, disse o presidente do Sindicato do Comércio Varejista, José Loureço Custódio, foi a construção do Camelódromo, na década de 1980. “Esse camelódromo acomodou muito ambulante, mas outros ficaram nas ruas do centro”, disse.
 
A representante da Fecomércio, Ana Morais, afirmou que a construção de shoppings populares é uma iniciativa positiva. “Mas eles precisam de uma estrutura de gestão e de profissionalização. É preciso que esses centros populares partam do princípio de um comércio justo para todos”, disse. Ela lembrou que, em países desenvolvidos, a construção dos shoppings foi solução para comerciantes, lojistas e pedestres. “Mas, antes de serem construídos, precisam de debates que amadureçam as propostas”.
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Fonte:http://www.recife.pe.leg.br/noticias/luiz-eustaquio-promove-audiencia-publica-sobre-shopping-popular/

OS "VIRA-LATAS" QUE DETESTAM O BRASIL:Após ser "vira-lata", Jabor psicografa Nelson

10.06.2014
Do portal BRASIL247